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OPERADOR DE MOTOSSERRA
Assuntos a serem abordados:
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Principais precauções de segurança
Recomendações sobre sabres e correntes
Conceitos básicos
Planejamento sobre poda
Equipamentos de proteção
Técnicas de poda
Acidentes com animais peçonhentos
Picadas de insetos
PRINCIPAIS PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA
PARA USO DE MOTOSERRAS

1- Com um conhecimento básico de sua motoserra e como a
mesma deve ser usada, você poderá reduzir ou eliminar ações
surpresas de rebote, ou outras reações inesperadas. Você
também poderá aumentar a vida útil de sua motoserra bem
como dos acessórios de corte.
2- Antes de usar qualquer motoserra, leia todo o manual de
operação e segurança fornecido pelo fabricante do
equipamento.
3- Não utilize uma motoserra quando estiver cansado, se tiver
ingerido qualquer bebida alcoólica, ou se estiver tomando
qualquer medicamento com ou sem prescrição médica.
4- Usar botas de segurança, roupas confortáveis, luvas de
proteção, protetor visual, auricular e capacete.
5- Quando fazendo a operação de corte, segure a motoserra
firmemente com as duas mãos, com os dedos ao redor das
alças da motoserra. Segure a motoserra com a mão direita na
laça de trás (afogador) e com a mão esquerda na alça da
frente, mesmo que você seja canhoto. Segurar a motoserra
com firmeza irá ajuda-lo a manter o controle da mesma em
caso de rebote ou outras ações inesperadas. Mantenha as
alças da motoserra secas, limpas e sem óleo para evitar que a
mesma escorregue e até mesmo para garantir maior controle.
6- Motoserras foram feitas para funcionar em alta velocidade.
Para um trabalho mais seguro e também para aumentar a
produção e reduzir a fadiga, mantenha o equipamento em
potência máxima durante a operação de corte.
7- Faça o corte sempre na posição lateral da arvore, fora do
plano da corrente e da barra para reduzir o risco de ferimento
no caso de perda de controle da motoserra.
8- Carregar a motoserra com o motor desligado, com a barra da
corrente posicionadas para trás e com o amortecedor distante
do corpo. Quando carregando sua motoserra, sempre usar
protetor de barra.
9- Não fazer cortes acima da altura do ombro. É difícil controlar a
máquina em posições inadequadas.
10-Não operar uma motoserra em cima de uma arvore ou
escada a menos que tenha sido especialmente treinado e
estiver equipado para faze-lo. Existe o risco de você perder
sua estabilidade devido a força empregada à motoserra ou ao
movimento do material que está sendo cortado.
• Algumas operações de corte exigem treinamento e
habilidades especiais. Lembre-se, não há nada melhor que
uma boa ponderação. Caso você estiver com alguma dúvida,
entre em contato com um profissional.
• Para evitar riscos de rebote, certifique-se de que não haja
nenhuma obstrução a área em que você estiver trabalhando.
Não deixe a ponta da barra bater numa tora, galho ou
qualquer outro obstáculo enquanto você estiver com a
motoserra em operação. Não Cortar próximo de cercas de
arame ou em áreas onde haja sucata de arame.
• Não comece cortar arvores até que você tenha uma área de
trabalho limpa, solo firme e um espaço previamente
planejado para queda da arvore.
• Tenha cuidado no caso da madeira emperrar e prender a
motoserra. A força de impulso que é aplicada no momento
em que a corrente é presa pode resultar em uma força de
tração inesperada de sua parte quando tentando soltar a
motoserra. Com esse movimento você poderá levar a
motoserra em sua direção.
• Tenha muita cautela quando cortando pequenos arbustos ou
arvores novas porque pequenos materiais podem bater na
corrente a ser arremessados contra você ou tirar sua
estabilidade.
• Quando cortando um galho ou arvores novas que estejam
abaixo de fios de alta tensão (poste), cuidado com choques,
assim você não será afetado pelo galho ou pela motoserra
quando a alta tensão for liberada.
• Não permita que a presença de pessoas perto da motoserra
quando dando a partida na mesma ou quando em
funcionamento. Mantenha pessoas e animais longe da área
de operação de corte.
• Mantenha todas as partes de seu corpo longe da motoserra
quando o motor estiver em funcionamento
• Não manuseie uma motoserra que esteja danificada, ajustada
incorretamente ou não esteja completamente montada.
Certifique-se de que a corrente para de movimentar quando a
alavanca de controle de acionamento for acionado. Se você
estiver com dúvidas quanto às condições mecânicas de sua
motoserra, consulte seu revendedor.
• Siga corretamente as instruções de manutenção e afiação
fornecidas pelo fabricante do equipamento. A afiação das
correntes requer dois passos: a afiação do canto de corte e o
ajuste do calibre de profundidade. Se tiver dúvida fale com
seu revendedor para maiores informações ou manutenção.
• Usar somente barras e correntes especificadas pelo fabricante
ou equivalentes. As barras e correntes influenciam não
somente a performance como também o efeito de rebote.
• Manter a tensão apropriada da corrente. Uma corrente frouxa
pode sair fora da barra e vir a machucar o operador.
• Todos serviços de motoserra além dos itens mencionados no
manual de manutenção do proprietário devem ser executadas
por pessoas experientes. A manutenção inadequada poderá
danificar o equipamento e resultar em danos ao operador.
• Tomar cuidado quando manuseando combustível. Colocar a
máquina distante do ponto de lubrificação e não fumar
enquanto estiver abastecendo a motoserra. Usar motoserra a
gasolina somente em locais muito bem ventilados.
Evite o rebote
• O rebote é mais violento na região entre 12 e 3 horas quando
se compara a ponta do sabre a um relógio.
Ponta do Sabre
Nesta área o rebote é mais forte
Nesta área o rebote é mais fraco

Para reduzir o rebote use corrente de segurança do tipo 58ALG que vem com duas guias.
ALGUMAS RECOMENDAÇÕES SOBRE SABRES E
CORRENTES
Dente de corte com fio inclinado para trás, sem ponta.
Causa
Resultado
Solução
O dente de corte não
Afie novamente, mas
A afiação foi feita
penetra na madeira. Corta no ângulo
segurando-se a lima só forçando muito. Isto
recomendado.
muito levantada ou a causará desgaste excessivo Verifique o tamanho
lima era grande
na parte inferior dos dentes da lima. Siga as
demais.
de corte e dos elos de
instruções para
ligação.
afiação deste manual.
Fio na placa superior em forma de dente (pontiagudo)
Causa
Resultado
Solução
Afie novamente, mas
O dente de corte trava
A afiação foi feita
no ângulo
durante o corte, a
segurando-se a lima
recomendado e com
superfície cortada fica
abaixo ou usou-se uma
lima de tamanho certo.
áspera. O dente de corte
lima muito pequena.
Siga as instruções para
fica sem fio rapidamente.
afiação deste manual.
O ângulo da placa superior está maior do que o recomendado
Resultado
Causa
O lado da lâmina está
A afiação foi feita
muito desgastado e
segurando-se a lima num fica sem fio
ângulo maior do que o
rapidamente. A ação
recomendado.
de corte é áspera e
irregular.

Solução

Afie novamente no ângulo
recomendado. Siga as
instruções para afiação
deste manual.

O ângulo da placa superior está maior do que o recomendado
Causa
Resultado

Uma ou a combinação dos
seguintes fatores:1. Placa sem
fio, "cega".2. Insistência em
cortar com a corrente sem fio.3.
Corte de madeira muito dura
com ângulo de afiação
impróprio.4. Calibre de
profundidade muito abaixo ou
muito pequeno.5. Falta de
lubrificação.

Solução

Afie os dentes de corte
de modo apropriado.
Desgaste rápido da Não insista em cortar
parte traseira dos com a corrente nestas
dentes de corte e condições. Use óleo à
dos elos de ligação. vontade. Mantenha os
dentes de corte bem
afiados.

O ângulo da placa superior está maior do que o recomendado
Causa
Resultado
A corrente está muito apertada, Desgaste
com muita tensão.2. Desgaste arredondado
comum, quando se utiliza muito (côncavo) na parte
a parte superior do sabre ou
de baixo dos elos de
devido a trabalhos pesados com ligação e dos dentes
a ponta do sabre.
de corte

Solução
Ajuste a tensão da
corrente, afrouxando um
pouco. Evite cortar
muito com a parte
superior ou com a ponta
do sabre.
Diagnóstico de sabres:
Rebarba nos trilhos
Causa
Pressão de corte na
borda dos trilhos do
sabre.

Resultado
Lateral externa pode
sofrer lascamento se as
rebarbas não forem
removidas.

Solução
Remova a
rebarba usando
uma lima chata

Trilho fino
Causa

A corrente inclina dentro
do canal do sabre. Corta
torto.

Resultado
Solução
Trilho fino em um dos lados ou
em ambos os lados do sabre. Substitua o
Há desgaste dentro do canal sabre
do sabre.

Trilhos fechados
Causa
Sabre foi pinçado.
Trilho do sabre desnivelado
Causa

Resultado
A corrente prende.

Solução
Abrir o trilho do sabre.

Resultado
Trilho desnivelado. A
Afiação incorreta ou corrente pende para um
cortadores cegos.
lado. Não corta reto.
Correção gera canal raso.

Solução
Pode ser
necessário
trocar o sabre
Áreas azuis no sabre
Causa
Áreas pinçadas ou fechadas
no canal do sabre. Fricção
entre elo de ação e o trilho
gera aquecimento e deixa o
trilho azul.

Resultado
Solução
As áreas azuis podem
aparecer e um ou nos
dois lados dos trilhos. O Pode ser necessário
calor causado pela
substituir o sabre.
fricção causa a perda da
têmpera.

Áreas do nariz ficam azuis
Causa
Resultado
O nariz foi pinçado. Fricção
Partes do nariz
gerada pela rotação da estrela. ficam azuladas

Quebra de parte do metal duro
Causa
Elos de ação
foram forçados
para os lados.

Solução
Pode ser necessário trocar a
ponta

Resultado

Solução

Quebra de pedaços do
metal duro

Conserte o sabre em uma loja
especializada ou substitua o sabre.

Rebaixamento e quebra próximo à junção da ponta
Causa
Técnica de desgalhamento incorreta.
Corrente frouxa. Pressão Excessiva
no mesmo ponto.

Resultado
Solução
Desgaste ou quebra Troque a ponta e ajuste
próximo à junção da os trilhos. Se o dano for
ponta.
severo troque o sabre.
Falha no trilho no nariz
Causa
A lateral foi forçada
Resultado
Solução
excessivamente devido Trilhos abertos na Possibilidade de reparo por uma loja
a um acidente de
região da ponta
especializada, ou substitua o sabre.
operação

Abertura da ponta
Causa
Alavancagem acidental.

Resultado
A ponta abre e perde os
rolamentos

Solução
Substitua a ponta.

Estrela quebrada
Causa

Resultado

Uma força lateral pára a estrela
A ponta abre perde os
enquanto a corrente segue girando e rolamentos e quebra a
quebra a estrela.
estrela

Solução
Substitua a ponta.

Lubrificando a estrela da ponta
1. Limpe a graxa do furo da ponta antes de colocar graxa nova.
2. Gire a estrela enquanto bombeia a graxa.

Trocando a ponta substituível
1. Perfure ou puncione os rebites sem danificar os furos do sabre
2. Retire a ponta antiga
3. Coloque a ponta nova
4. Martele os rebites evitando acertar os trilhos.
Limpando o canal
1. Limpe o canal do sabre regularmente.
2. Limpe os furos de óleo do sabre.

Tencionamento correto
1. Afrouxe os parafusos da tampa
2. Tencione a corrente de modo que os elos de união da parte de baixo
do sabre encostem-se aos trilhos.
3. Quando a corrente está tencionada corretamente, é possível fazê-la
girar com a mão.
4. Segure a ponta do sabre levantada e aperte os parafusos da tampa.
Apresentação
• Atualmente uma das principais tarefas da sociedade é garantir
a convivência harmoniosa entre a arborização urbana e a rede
elétrica. É papel das companhias de energia elétrica colaborar
no intuito de subsidiar os profissionais envolvidos nas
atividades de poda de árvore, sob a rede de distribuição, na
utilização dos equipamentos de corte e de segurança, além de
outras normas técnicas.
• Este manual visa orientar tecnicamente quanto ao manuseio e
manutenção dos equipamentos e à maneira correta de se
executar uma poda, cortando os galhos e não comprometer o
desenvolvimento da árvore e a melhor convivência com a
rede elétrica.
• A poda mal-executada compromete o desenvolvimento do
vegetal, o que ocasiona a necessidade de novas podas. Isto
implica em maiores custos para as empresas interessadas e ao
poder público.
• O atendimento à legislação e a atualização das
informações entre o poder público e as demais empresas
que executam esse de serviço são essenciais para uma
correta orientação e treinamento de poda a todos os
profissionais envolvidos.
Objetivos
• Os principais objetivos deste manual são padronizar os
critérios utilizados na execução da poda em árvores sob
os sistemas de distribuição de energia elétrica,
estabelecer as técnicas de poda próximas às estruturas
com equipamentos e/ou condutores elétricos e definir as
respectivas responsabilidades procurando aprimorar o
relacionamento entre os órgãos envolvidos. Este manual
contempla, ainda, uma orientação para o plantio de
espécies adequadas sob a rede elétrica.
Compatibilizar a arborização urbana com a distribuição
de energia elétrica resulta em qualidade de vida.
Aplicação
• Este manual é destinado aos setores internos das companhias
de eletricidade que atuam na distribuição de energia elétrica,
aos governos municipal, estadual e federal, órgãos
ambientais, universidades, organizações não-governamentais,
entidades de classe, associações de moradores e à população
interessada
• Conceitos Básicos
• Apresentamos, a seguir, alguns conceitos básicos utilizados na
arborização urbana.
• · Raiz - é o órgão, geralmente subterrâneo, que fixa a planta
ao solo, retira e distribui alimentos e funciona como órgão de
reserva.
• · Sistema Radicular - termo utilizado para indicar como se
comporta o crescimento das raízes de uma determinada
espécie. Pode ser superficial ou pivotante (profundo).
• · Tronco - refere-se ao eixo principal da árvore que vai do solo
às primeiras ramificações da copa.
• · Copa - é o conjunto de ramos superiores de uma árvore.
• · Ramo - subdivisão do caule das árvores com igual
constituição.
• · Gema - meristema ou botão de tecido reprodutivo,
caracterizado pela ativa divisão celular que produz as novas
células necessárias ao crescimento da árvore.
• · Gema Apical - é aquela localizada na ponta do ramo-guia,
responsável pelo crescimento da árvore.
• Meristema Terminal - gema apical responsável pelo aumento
em altura e comprimento dos ramos.
• Ramificação primária (monopolidial) - gema terminal
persistente. Logo, há predomínio do eixo principal sobre os
ramos laterais que surgem abaixo da extremidade. O eixo
principal é constituído, portanto, por tecidos formados pela
mesma gema terminal. Ex.: Araucária angustifólia.
· Ramificação secundária (simpodial) - gema terminal de curta duração,
substituída por uma lateral, e assim por diante. O eixo principal da
planta é formado por tecidos originados das diversas gemas que se
substituíram paulatinamente. Ex.: árvores em geral.

· Ramo epicórmico (encassouramento) - é aquele que brota após uma
poda severa, que não faz parte do modelo arquitetônico original da
árvore, devendo ser evitado com a realização da poda menos
severa, na fase jovem da árvore. Nesta fase as árvores possuem boa
capacidade de desenvolvimento das gemas na parte externa da
copa, não desenvolvendo os ramos epicórmicos.
• Ramificação terciária (dicásio) - duas gemas laterais do caule
principal crescem mais do que sua gema terminal, formando
ramos conseqüentemente.
• Crescimento plagiotrópico - quando os meristemas crescem
horizontalmente ou obliquamente. Esta plagiotropia pode ser
permanente ou reversível

• · Mastique - espécie de goma cicatrizante para aplicar na
superfície de galhos podados.
• · Poda com linha viva - é quando a operação ocorre sem o
desligamento do circuito, ou seja, o fornecimento de energia
não é interrompido.
Orientações sobre Poda
Planejamento

• Inicialmente deve-se realizar um levantamento de espécies
predominantes na arborização da cidade. A época de sua
realização está relacionada com o local de arborização da cidade.
A época de sua realização está relacionada com o local de
ocorrência da espécie, sendo muito importante acompanhar seu
crescimento e o seu desenvolvimento, levando em consideração o
histórico em relação às podas anteriores.
• Em determinadas áreas das cidades como a região central,
hospitais, escolas; locais de grande circulação de veículos ou
pedestres; distritos industriais, entre outros locais de relevante
importância, o planejamento deve ser mais aprimorado, pois
nesses locais, há a necessidade de interferir no cotidiano da
comunidade e ela deve ser comunicada com antecedência. Vale
lembrar que a eficiência das operações de poda é obtida com
uma equipe treinada que deve utilizar os equipamentos e
ferramentas adequadas, conforme apresentamos a seguir.
Equipamentos de proteção
• São os responsáveis pela segurança do pessoal envolvido na
operação de poda e são de natureza individual e coletiva.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
- Rede desenergizada (Linha Morta)
- Óculos de segurança, lente incolor, com proteção lateral e
superior, injetadas na mesma peça e na mesma cor ? tipo
espátula;
- Protetor auricular de PVC ou Espuma;
- Botina de segurança sem biqueira de aço;
- Macacão para proteção contra insetos nocivos;
- Luva de vaqueta para serviços gerais;
- Cinturão de segurança - Tipo 1;
- Luva nitrílica para o manuseio de agentes químicos utilizados
para combate aos insetos nocivos;
- Calça de nylon e botina com biqueira de aço - quando a
motosserra é operada em solo onde existem animais
peçonhentos;
- Protetor respiratório com filtro químico para trabalhos de
extermínio de insetos nocivos.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
- Rede energizada (linha viva)
- Capacete isolante de segurança, tipo aba total ? cor laranja;
- Óculos de segurança lentes cinza, com proteção lateral e
superior, injetadas na mesma peça e na mesma cor;
- Luvas isolantes de borracha ? Classe II, ou conforme Classe
de Tensão;
- Luvas de cobertura para luvas isolantes de borracha;
- Manga isolante de borracha, Classe II;
- Botina de segurança sem biqueira de aço;
- Bota de borracha cano longo ou perneira de raspa ? em
situações onde haja risco de acidente com animais
peçonhentos.
• · Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC)
- Cone de sinalização para trabalhos em vias públicas;
- Conjunto de aterramento temporário;
- Detector de tensão;
- Bandeirolas com suporte;
- Fita refletiva para sinalização e isolamento da área de
trabalho;
- Isolador de borracha tipo mangueira;
- Colcha isolada;
- Grade de alerta para pedestres.
• Ferramentas
- Rede desenergizada (Linha Morta)
- Equipamento hidráulico com cesta aérea;
- Escada de madeira extensível;
- Carretilha para içar ferramentas;
- Corda de sisal ou polipropileno;
- Sacola de lona;
- Bastão podador manual;
- Serrote japonês e serra de arco;
- Serrote reto;
- Serrote curvo;
- Motosserra;
- Todos os equipamentos hidráulicos podem ser utilizados.
• - Rede Energizada (Linha Viva)
- Equipamento hidráulico com cesta aérea isolada;
- Carretilha para içar ferramentas;
- Corda de sisal ou polipropileno;
- Sacola de lona;
- Motosserra hidráulica, com algumas restrições;
- Podador hidráulico;
- Serra hidráulica de longo alcance.
• Segurança do Trabalho
- Utilizar os EPI’s e EPC’s necessários;
- Sinalizar, corretamente, o local de trabalho;
- Verificar, antes do início da operação, a existência de
marimbondos ou abelhas na árvore ou algum outro organismo
nocivo ao homem. Caso positivo, utilizar os EPI’s apropriados e
providenciar a remoção. Na impossibilidade de remoção contatar
especialistas;
• - Utilizar veículos com cesta aérea para árvores de médio e grande
portes; em rede energizada, utilizar cesta aérea isolada;
- Em tempo úmido, os circuitos secundários e primários deverão ser
desligados e aterrados antes do início da poda;
- Utilizar coletes reflexivos para evitar atropelamentos por veículos;
- Isolar a área de serviço, solicitando a retirada de veículos quando
necessário;
- Desligar circuitos e aterrar conforme instruções vigentes;
- Retirar as derivações perigosas quanto à sua posição e/ou as que
apresentarem sinais de deterioração;
- Cortar os ramos maiores em várias partes, para facilitar a descida dos
mesmos;
- Podar dentro das técnicas de condução e manutenção das espécies;
- O pessoal que permanece no chão não deve ficar embaixo da árvore;
- Após a execução da poda, colocar o material cortado no caminhão e,
havendo galhos maiores, picá-los com foice para facilitar a
acomodação;
- Ao terminar a tarefa, varrer o chão e recolher folhas e gravetos.
• · Acompanhamento Técnico
- Acompanhar, quando necessário, a poda de árvores
executadas pelos funcionários das prefeituras, inclusive
desligando o circuito, se for preciso;
- Definir, ainda embaixo, os galhos a ser cortados. O
encarregado planeja e define os galhos que deverão ser
cortados e o podador sobe e marca os galhos com tinta spray
ou fitas coloridas;
- Supervisionar em sistema de rodízio ou vistorias nãoprogramadas, para verificar ?in loco? os procedimentos que
estão sendo adotados, realizando as correções em aulas de
campo;
- Promover cursos de reciclagem para as equipes de campo,
constando do calendário de planejamento anual.
Técnicas de Poda
• A poda significa retirada de galhos ou porções de um
organismo vivo, ou seja, a árvore. Para que esta ação seja a
menos traumática possível, devemos atentar para algumas
características importantes dos galhos e suas dinâmicas em
relação ao resto do conjunto. A análise da morfologia da base
do galho permite avaliar a atividade metabólica das folhas do
mesmo, definindo o ponto mais correto para seu corte. Os
elementos fundamentais da base do galho são:
• a) Crista da casca: originada do acúmulo de casca na parte
superior da base do galho, na inserção do tronco. Devido ao
crescimento em diâmetros do tronco e do galho, adquire
desenho de meia-lua, com as pontas voltadas para baixo;
• b) Colar: é a porção inferior da base do galho, este está em
franca atividade de assimilação. Quando o colar se destaca do
galho, sendo claramente visível, o galho está em processo de
rejeição, embora possa ainda ter folhas verdes e brotações
novas.
• Esse inchaço do colar é conseqüência do aumento do
metabolismo na região e dos mecanismos de defesa para
compartimentar a lesão que fatalmente ocorrerá com a morte
do galho e sua quebra;
• c) Fossa basal: é o colar inverso, ou seja, uma depressão
abaixo da base do galho. Quando presente, indica uma falha
de fluxo de seiva elaborada do galho para o tronco, mesmo
com folhas vivas realizando fotossíntese. O galho já não
contribui mais nada para o crescimento da árvore, estando
prestes a secar.
• Deve-se sempre ter em mente que, após a execução da poda,
entram em ação os mecanismos de defesa da árvore, que vão
cicatrizar o ferimento causado pelo corte; portanto, se a
operação for malconduzida, a árvore não irá; reagir de
maneira satisfatória, podendo, em alguns casos, levá-la à
morte. É necessário preservar as estruturas de defesa do
galho (sistemas fisiológicos), como as partes superior e
inferior da inserção do galho no tronco. Estas estruturas têm
ação decisiva no processo de cicatrização.
Ramo Alto

• Um ramo alto pode causar sérios problemas se cair sobre a
rede de distribuição de energia elétrica ou em propriedades
de terceiros como casas, muros, carros, e pode até causar
ferimentos graves em pessoas.
O primeiro corte será feito por baixo dos ramos, no mínimo a
30 centímetros de seu ponto de derivação, efetuando o
segundo corte por cima do ramo, a cinco centímetros além do
primeiro, no lado oposto da derivação. Concluir a poda do
ramo com os cortes junto à derivação, sendo o terceiro corte
debaixo para cima e o quarto de cima para baixo.
Ramo Vertical
• Usualmente são executados três cortes, quando o ramo está
na posição vertical em relação ao solo. Efetuar dois cortes em
forma de cunha (boca de corte) no lado do tombamento, sem
atingir a linha do eixo. Efetuar o corte definitivo (3º) no lado
oposto e em direção à cunha.
Ramo Pequeno
• Nos galhos mais leves, normalmente, executam-se dois
cortes. O primeiro, junto ao seu ponto de derivação, no
sentido ascendente. O segundo no sentido descendente,
também junto ao seu ponto de derivação.
Tratamento Pós-Poda
• É importante tratar o local do corte com substâncias que
impedem a ação de organismos nocivos (pragas e fungos) à
planta, principalmente nos casos onde os ramos são grossos.
As mais utilizadas são: calda bordalesa, mastique, cera de
enxerto e pastas fungicidas. Porém, como discutido no início
deste capítulo, o processo de cicatrização pode ocorrer de
maneira natural, o que é mais indicado.
Poda
• Atualmente, o uso da poda é difundido nas cidades como
regra básica para compatibilizar a arborização urbana e a
prestação de serviços públicos, principalmente a distribuição
de energia elétrica. Porém, em muitos casos, a poda limita-se
apenas à eliminação do conflito e não apresenta a qualidade
técnica necessária que o processo precisa.
Ocorre que é feita a remoção de qualquer parte de uma
planta, visando beneficiar as remanescentes ou adequá-las
aos equipamentos urbanos. Porém, a utilização dessa prática
pode ser evitada, desde que durante o planejamento da
arborização seja feita a escolha correta da espécie a ser
plantada.
Antes, porém, devemos considerar alguns aspectos
fundamentais quando se fala em poda de árvores na rua:
a) Todo corte é potencialmente perigoso: as lesões funcionam
como portas abertas para organismos que causam
apodrecimento, especialmente fungos. Todas as podas
inadequadas causam danos irreversíveis, que podem somente
ser percebidos após alguns anos;
• b) É recomendável que as lesões resultantes da poda sejam
mínimas;
c) Cortes reduzem os benefícios derivados das árvores: a redução
da copa diminui o metabolismo essencial da folhagem na copa e
também altera a forma e sombra das árvores;
d) Poda é uma atividade desgastante para a árvore: é necessário
analisar, em cada caso, o quanto toda rotina de corte é essencial;
e) Podas intensas e fora do período adequado enfraquecem a
árvore;
f) Os princípios de podas de frutíferas não devem ser aplicados
em árvores de rua, a não ser quanto à remoção de brotos que
estejam competindo pela liderança com o broto dominante.
• A poda de árvores destinadas à arborização de ruas só deve ser
executada por pessoal devidamente treinado, com um
planejamento de acordo com relatórios elaborados pelas equipes
de inspeção de rede, e apenas para atingir os seguintes objetivos:
• Poda de formação: realizada basicamente na fase inicial da
árvore, no viveiro ou no local de plantio definitivo e que tem
por objetivo adequar, definir a forma e até mesmo o porte
definitivo da árvore. Também tem a finalidade de retirar os
galhos até uma altura de 2,5 metros.

• Poda de limpeza ou manutenção: retirada de galhos doentes
ou mortos, que perderam sua função na copa da árvore. Estes
galhos podem, em algumas circunstâncias, ter dimensões
consideráveis, tornando o trabalho mais difícil do que na poda
de formação. A poda de limpeza pode ser aplicada para o
controle de parasitas.
• Poda de Condução: modificar o formato das copas para evitar
interferências com rede elétrica; esta poda se torna Poda
Emergencial quando o objetivo é livrar a fiação elétrica em
situações críticas como chuva forte, vendaval, entre outras.
A seguir exemplificamos situações como resultado destas
podas emergenciais (segurança), sob a rede elétrica, com a
finalidade de adequar a disposição dos ramos para estes
casos.

. Situação "A" - visa eliminar os ramos que estão prejudicando a
fiação primária e/ou secundária. Ao contrário do usualmente
dito, esta poda não desequilibra a árvore quando bem
planejada e executada. (figura Abaixo)
• Situação "B" - é consequência da anterior. Visa eliminar os
ramos que estão prejudicando e rede secundária. Esse tipo de
conformação acontece porque a poda executa em "V" se
recompõe fechando a copa por sobre a fiação, formando
assim um "furo" onde passará a fiação. (Figura Abaixo)
• Situação "C" - visa eliminar os ramos que estão próximos à fiação
secundária; pode provocar alterações no formato original da copa,
necessitando futuramente de outra poda como correção a fim de
restaurar sua conformação original. (figura Abaixo)
• Situação "D" (poda drástica) - só deve ser utilizada em eucalipto ou em
árvores com formação colunar. São bastante prejudiciais e só devem ser
utilizadas em situações de emergência, por exemplo, quando há risco de
queda. (Figura Abaixo)
• O capítulo apresentado a seguir contempla os procedimentos
adotados na poda em árvores com quatro equipamentos
diferentes, sendo todos em cesta aérea.
· Poda em árvore com motoserra hidráulica em cesta aérea
· Poda em árvores com podador hidráulico em cesta aérea
· Poda em árvores com serra hidráulica de longo alcance em
cesta aérea
· Poda de árvores com motoserra (a gasolina) em cesta aérea
• Procedimentos
• Poda em árvores com motoserra hidráulica em cesta aérea:
• 1. Objetivo:
Realizar a poda de árvores utilizando a motoserra hidráulica
em cesta aérea.
2. Referências:
Motosserra hidráulica e seu respectivo manual de
informações.
3. Definições:
Ferramenta utilizada no corte de galhos e troncos de árvores,
cujo acionamento é realizado através de um circuito
hidráulico.
- Válvula inversora de Fluxo
Dispositivo de acionamento manual instalado junto aos
comandos da cesta aérea, cuja função é direcionar o fluxo
hidráulico da cesta para a ferramenta, impossibilitando desta
forma o trabalho com máquina durante a movimentação.
4. Controle de risco:
Cada companhia deve estabelecer programas e estratégias
para produzir riscos e garantir a segurança.
5. Procedimento:
5.1 - Posicionar o veículo de tal forma que seja possível o
acesso aos galhos a serem cortados com a utilização da cesta
aérea;
5.2 - Sinalizar o veículo e o canteiro de trabalho conforme
instruções normativas de sinalização;
5.3 - Aterrar a cesta aérea conforme procedimento de trabalho;
5.4 - Limpar os engates de mangueira, cesta e ferramenta
utilizando um pano;
5.5 - Conectar a ferramenta à mangueira;
5.6 - Subir na cesta levando a ferramenta;
5.7 - Conectar a mangueira junto ao circuito hidráulico;
5.8 - Posicionar a cesta de forma adequada à poda;
5.9 - Direcionar o circuito hidráulico para a posição ferramenta,
através da válvula inversora de fluxo instalada junto aos
comandos da cesta;
5.10 - Iniciar a poda segurando a máquina com firmeza e
atenção. Aciona-la apertando com a palma da mão o dispositivo
de proteção e com os dedos o gatilho de operação. Operá-la
obrigatoriamente abaixo da altura dos ombros.
5.11 - Direcionar o circuito hidráulico para cesta quando for
necessário movimenta-la;
5.12 - Descer a cesta e desconectar a mangueira do circuito
hidráulico com a válvula inversora de fluxo direcionada para a
posição cesta, ao término do serviço;
5.13 - Desconectar a mangueira a ferramenta;
5.14 - Limpar e acomodar a ferramenta em local adequado;
5.15 - Recolher os troncos e galhos cortados;
5.16 - Recolher materiais, aterramento, ferramentas,
equipamentos, encerados, isolamento e sinalização do veículo
e área de trabalho.
6-Observações:
- Limpar a ferramenta após 2 horas de operação. A sujeira
acumulada impossibilita a lubrificação automática da corrente
através do dreno;
- Em algumas ocasiões, a pressão do circuito hidráulico dificulta o
engate da mangueira. Quando isso ocorre, deve-se desligar o
caminhão e providenciar o engate;
- Sempre trabalhar com a corrente com a máquina desacoplada do
circuito hidráulico;
- Verificar se não há vazamento nas mangueiras ou engates;
- Realizar manutenção preventiva e limpeza no circuito hidráulico,
visando uma maior vida útil das ferramentas;
- Não utilizar a motosserra hidráulica em linha viva;
- Não operar a motosserra acima da altura dos ombros.
- Planejar a execução do serviço para se determinar a ferramenta
adequada;
- Providenciar a remoção de insetos e animais agressivos das
árvores, caso existam;
- Deve-se ter cuidado para não romper ramais agressivos das
árvores, caso existam;
- Deve-se ter cuidado para não romper ramais de ligação de
consumidores.
7. Conclusão:
A necessidade da realização de um trabalho seguro, com
qualidade e produtividade, torna a padronização do método
de trabalho o princípio básico da Qualidade Total.

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Operador de motosserra

  • 2. Assuntos a serem abordados: • • • • • • • • Principais precauções de segurança Recomendações sobre sabres e correntes Conceitos básicos Planejamento sobre poda Equipamentos de proteção Técnicas de poda Acidentes com animais peçonhentos Picadas de insetos
  • 3. PRINCIPAIS PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA PARA USO DE MOTOSERRAS 1- Com um conhecimento básico de sua motoserra e como a mesma deve ser usada, você poderá reduzir ou eliminar ações surpresas de rebote, ou outras reações inesperadas. Você também poderá aumentar a vida útil de sua motoserra bem como dos acessórios de corte. 2- Antes de usar qualquer motoserra, leia todo o manual de operação e segurança fornecido pelo fabricante do equipamento. 3- Não utilize uma motoserra quando estiver cansado, se tiver ingerido qualquer bebida alcoólica, ou se estiver tomando qualquer medicamento com ou sem prescrição médica. 4- Usar botas de segurança, roupas confortáveis, luvas de proteção, protetor visual, auricular e capacete.
  • 4. 5- Quando fazendo a operação de corte, segure a motoserra firmemente com as duas mãos, com os dedos ao redor das alças da motoserra. Segure a motoserra com a mão direita na laça de trás (afogador) e com a mão esquerda na alça da frente, mesmo que você seja canhoto. Segurar a motoserra com firmeza irá ajuda-lo a manter o controle da mesma em caso de rebote ou outras ações inesperadas. Mantenha as alças da motoserra secas, limpas e sem óleo para evitar que a mesma escorregue e até mesmo para garantir maior controle. 6- Motoserras foram feitas para funcionar em alta velocidade. Para um trabalho mais seguro e também para aumentar a produção e reduzir a fadiga, mantenha o equipamento em potência máxima durante a operação de corte.
  • 5. 7- Faça o corte sempre na posição lateral da arvore, fora do plano da corrente e da barra para reduzir o risco de ferimento no caso de perda de controle da motoserra. 8- Carregar a motoserra com o motor desligado, com a barra da corrente posicionadas para trás e com o amortecedor distante do corpo. Quando carregando sua motoserra, sempre usar protetor de barra. 9- Não fazer cortes acima da altura do ombro. É difícil controlar a máquina em posições inadequadas. 10-Não operar uma motoserra em cima de uma arvore ou escada a menos que tenha sido especialmente treinado e estiver equipado para faze-lo. Existe o risco de você perder sua estabilidade devido a força empregada à motoserra ou ao movimento do material que está sendo cortado.
  • 6. • Algumas operações de corte exigem treinamento e habilidades especiais. Lembre-se, não há nada melhor que uma boa ponderação. Caso você estiver com alguma dúvida, entre em contato com um profissional. • Para evitar riscos de rebote, certifique-se de que não haja nenhuma obstrução a área em que você estiver trabalhando. Não deixe a ponta da barra bater numa tora, galho ou qualquer outro obstáculo enquanto você estiver com a motoserra em operação. Não Cortar próximo de cercas de arame ou em áreas onde haja sucata de arame. • Não comece cortar arvores até que você tenha uma área de trabalho limpa, solo firme e um espaço previamente planejado para queda da arvore.
  • 7. • Tenha cuidado no caso da madeira emperrar e prender a motoserra. A força de impulso que é aplicada no momento em que a corrente é presa pode resultar em uma força de tração inesperada de sua parte quando tentando soltar a motoserra. Com esse movimento você poderá levar a motoserra em sua direção. • Tenha muita cautela quando cortando pequenos arbustos ou arvores novas porque pequenos materiais podem bater na corrente a ser arremessados contra você ou tirar sua estabilidade. • Quando cortando um galho ou arvores novas que estejam abaixo de fios de alta tensão (poste), cuidado com choques, assim você não será afetado pelo galho ou pela motoserra quando a alta tensão for liberada. • Não permita que a presença de pessoas perto da motoserra quando dando a partida na mesma ou quando em funcionamento. Mantenha pessoas e animais longe da área de operação de corte.
  • 8. • Mantenha todas as partes de seu corpo longe da motoserra quando o motor estiver em funcionamento • Não manuseie uma motoserra que esteja danificada, ajustada incorretamente ou não esteja completamente montada. Certifique-se de que a corrente para de movimentar quando a alavanca de controle de acionamento for acionado. Se você estiver com dúvidas quanto às condições mecânicas de sua motoserra, consulte seu revendedor. • Siga corretamente as instruções de manutenção e afiação fornecidas pelo fabricante do equipamento. A afiação das correntes requer dois passos: a afiação do canto de corte e o ajuste do calibre de profundidade. Se tiver dúvida fale com seu revendedor para maiores informações ou manutenção.
  • 9. • Usar somente barras e correntes especificadas pelo fabricante ou equivalentes. As barras e correntes influenciam não somente a performance como também o efeito de rebote. • Manter a tensão apropriada da corrente. Uma corrente frouxa pode sair fora da barra e vir a machucar o operador. • Todos serviços de motoserra além dos itens mencionados no manual de manutenção do proprietário devem ser executadas por pessoas experientes. A manutenção inadequada poderá danificar o equipamento e resultar em danos ao operador. • Tomar cuidado quando manuseando combustível. Colocar a máquina distante do ponto de lubrificação e não fumar enquanto estiver abastecendo a motoserra. Usar motoserra a gasolina somente em locais muito bem ventilados.
  • 10. Evite o rebote • O rebote é mais violento na região entre 12 e 3 horas quando se compara a ponta do sabre a um relógio. Ponta do Sabre Nesta área o rebote é mais forte Nesta área o rebote é mais fraco Para reduzir o rebote use corrente de segurança do tipo 58ALG que vem com duas guias.
  • 11. ALGUMAS RECOMENDAÇÕES SOBRE SABRES E CORRENTES Dente de corte com fio inclinado para trás, sem ponta. Causa Resultado Solução O dente de corte não Afie novamente, mas A afiação foi feita penetra na madeira. Corta no ângulo segurando-se a lima só forçando muito. Isto recomendado. muito levantada ou a causará desgaste excessivo Verifique o tamanho lima era grande na parte inferior dos dentes da lima. Siga as demais. de corte e dos elos de instruções para ligação. afiação deste manual. Fio na placa superior em forma de dente (pontiagudo) Causa Resultado Solução Afie novamente, mas O dente de corte trava A afiação foi feita no ângulo durante o corte, a segurando-se a lima recomendado e com superfície cortada fica abaixo ou usou-se uma lima de tamanho certo. áspera. O dente de corte lima muito pequena. Siga as instruções para fica sem fio rapidamente. afiação deste manual.
  • 12. O ângulo da placa superior está maior do que o recomendado Resultado Causa O lado da lâmina está A afiação foi feita muito desgastado e segurando-se a lima num fica sem fio ângulo maior do que o rapidamente. A ação recomendado. de corte é áspera e irregular. Solução Afie novamente no ângulo recomendado. Siga as instruções para afiação deste manual. O ângulo da placa superior está maior do que o recomendado Causa Resultado Uma ou a combinação dos seguintes fatores:1. Placa sem fio, "cega".2. Insistência em cortar com a corrente sem fio.3. Corte de madeira muito dura com ângulo de afiação impróprio.4. Calibre de profundidade muito abaixo ou muito pequeno.5. Falta de lubrificação. Solução Afie os dentes de corte de modo apropriado. Desgaste rápido da Não insista em cortar parte traseira dos com a corrente nestas dentes de corte e condições. Use óleo à dos elos de ligação. vontade. Mantenha os dentes de corte bem afiados. O ângulo da placa superior está maior do que o recomendado Causa Resultado A corrente está muito apertada, Desgaste com muita tensão.2. Desgaste arredondado comum, quando se utiliza muito (côncavo) na parte a parte superior do sabre ou de baixo dos elos de devido a trabalhos pesados com ligação e dos dentes a ponta do sabre. de corte Solução Ajuste a tensão da corrente, afrouxando um pouco. Evite cortar muito com a parte superior ou com a ponta do sabre.
  • 13. Diagnóstico de sabres: Rebarba nos trilhos Causa Pressão de corte na borda dos trilhos do sabre. Resultado Lateral externa pode sofrer lascamento se as rebarbas não forem removidas. Solução Remova a rebarba usando uma lima chata Trilho fino Causa A corrente inclina dentro do canal do sabre. Corta torto. Resultado Solução Trilho fino em um dos lados ou em ambos os lados do sabre. Substitua o Há desgaste dentro do canal sabre do sabre. Trilhos fechados Causa Sabre foi pinçado. Trilho do sabre desnivelado Causa Resultado A corrente prende. Solução Abrir o trilho do sabre. Resultado Trilho desnivelado. A Afiação incorreta ou corrente pende para um cortadores cegos. lado. Não corta reto. Correção gera canal raso. Solução Pode ser necessário trocar o sabre
  • 14. Áreas azuis no sabre Causa Áreas pinçadas ou fechadas no canal do sabre. Fricção entre elo de ação e o trilho gera aquecimento e deixa o trilho azul. Resultado Solução As áreas azuis podem aparecer e um ou nos dois lados dos trilhos. O Pode ser necessário calor causado pela substituir o sabre. fricção causa a perda da têmpera. Áreas do nariz ficam azuis Causa Resultado O nariz foi pinçado. Fricção Partes do nariz gerada pela rotação da estrela. ficam azuladas Quebra de parte do metal duro Causa Elos de ação foram forçados para os lados. Solução Pode ser necessário trocar a ponta Resultado Solução Quebra de pedaços do metal duro Conserte o sabre em uma loja especializada ou substitua o sabre. Rebaixamento e quebra próximo à junção da ponta Causa Técnica de desgalhamento incorreta. Corrente frouxa. Pressão Excessiva no mesmo ponto. Resultado Solução Desgaste ou quebra Troque a ponta e ajuste próximo à junção da os trilhos. Se o dano for ponta. severo troque o sabre.
  • 15. Falha no trilho no nariz Causa A lateral foi forçada Resultado Solução excessivamente devido Trilhos abertos na Possibilidade de reparo por uma loja a um acidente de região da ponta especializada, ou substitua o sabre. operação Abertura da ponta Causa Alavancagem acidental. Resultado A ponta abre e perde os rolamentos Solução Substitua a ponta. Estrela quebrada Causa Resultado Uma força lateral pára a estrela A ponta abre perde os enquanto a corrente segue girando e rolamentos e quebra a quebra a estrela. estrela Solução Substitua a ponta. Lubrificando a estrela da ponta 1. Limpe a graxa do furo da ponta antes de colocar graxa nova. 2. Gire a estrela enquanto bombeia a graxa. Trocando a ponta substituível 1. Perfure ou puncione os rebites sem danificar os furos do sabre 2. Retire a ponta antiga 3. Coloque a ponta nova 4. Martele os rebites evitando acertar os trilhos.
  • 16. Limpando o canal 1. Limpe o canal do sabre regularmente. 2. Limpe os furos de óleo do sabre. Tencionamento correto 1. Afrouxe os parafusos da tampa 2. Tencione a corrente de modo que os elos de união da parte de baixo do sabre encostem-se aos trilhos. 3. Quando a corrente está tencionada corretamente, é possível fazê-la girar com a mão. 4. Segure a ponta do sabre levantada e aperte os parafusos da tampa.
  • 17. Apresentação • Atualmente uma das principais tarefas da sociedade é garantir a convivência harmoniosa entre a arborização urbana e a rede elétrica. É papel das companhias de energia elétrica colaborar no intuito de subsidiar os profissionais envolvidos nas atividades de poda de árvore, sob a rede de distribuição, na utilização dos equipamentos de corte e de segurança, além de outras normas técnicas. • Este manual visa orientar tecnicamente quanto ao manuseio e manutenção dos equipamentos e à maneira correta de se executar uma poda, cortando os galhos e não comprometer o desenvolvimento da árvore e a melhor convivência com a rede elétrica. • A poda mal-executada compromete o desenvolvimento do vegetal, o que ocasiona a necessidade de novas podas. Isto implica em maiores custos para as empresas interessadas e ao poder público.
  • 18. • O atendimento à legislação e a atualização das informações entre o poder público e as demais empresas que executam esse de serviço são essenciais para uma correta orientação e treinamento de poda a todos os profissionais envolvidos. Objetivos • Os principais objetivos deste manual são padronizar os critérios utilizados na execução da poda em árvores sob os sistemas de distribuição de energia elétrica, estabelecer as técnicas de poda próximas às estruturas com equipamentos e/ou condutores elétricos e definir as respectivas responsabilidades procurando aprimorar o relacionamento entre os órgãos envolvidos. Este manual contempla, ainda, uma orientação para o plantio de espécies adequadas sob a rede elétrica. Compatibilizar a arborização urbana com a distribuição de energia elétrica resulta em qualidade de vida.
  • 19. Aplicação • Este manual é destinado aos setores internos das companhias de eletricidade que atuam na distribuição de energia elétrica, aos governos municipal, estadual e federal, órgãos ambientais, universidades, organizações não-governamentais, entidades de classe, associações de moradores e à população interessada • Conceitos Básicos • Apresentamos, a seguir, alguns conceitos básicos utilizados na arborização urbana. • · Raiz - é o órgão, geralmente subterrâneo, que fixa a planta ao solo, retira e distribui alimentos e funciona como órgão de reserva. • · Sistema Radicular - termo utilizado para indicar como se comporta o crescimento das raízes de uma determinada espécie. Pode ser superficial ou pivotante (profundo).
  • 20. • · Tronco - refere-se ao eixo principal da árvore que vai do solo às primeiras ramificações da copa. • · Copa - é o conjunto de ramos superiores de uma árvore. • · Ramo - subdivisão do caule das árvores com igual constituição. • · Gema - meristema ou botão de tecido reprodutivo, caracterizado pela ativa divisão celular que produz as novas células necessárias ao crescimento da árvore. • · Gema Apical - é aquela localizada na ponta do ramo-guia, responsável pelo crescimento da árvore.
  • 21. • Meristema Terminal - gema apical responsável pelo aumento em altura e comprimento dos ramos. • Ramificação primária (monopolidial) - gema terminal persistente. Logo, há predomínio do eixo principal sobre os ramos laterais que surgem abaixo da extremidade. O eixo principal é constituído, portanto, por tecidos formados pela mesma gema terminal. Ex.: Araucária angustifólia.
  • 22. · Ramificação secundária (simpodial) - gema terminal de curta duração, substituída por uma lateral, e assim por diante. O eixo principal da planta é formado por tecidos originados das diversas gemas que se substituíram paulatinamente. Ex.: árvores em geral. · Ramo epicórmico (encassouramento) - é aquele que brota após uma poda severa, que não faz parte do modelo arquitetônico original da árvore, devendo ser evitado com a realização da poda menos severa, na fase jovem da árvore. Nesta fase as árvores possuem boa capacidade de desenvolvimento das gemas na parte externa da copa, não desenvolvendo os ramos epicórmicos.
  • 23. • Ramificação terciária (dicásio) - duas gemas laterais do caule principal crescem mais do que sua gema terminal, formando ramos conseqüentemente. • Crescimento plagiotrópico - quando os meristemas crescem horizontalmente ou obliquamente. Esta plagiotropia pode ser permanente ou reversível • · Mastique - espécie de goma cicatrizante para aplicar na superfície de galhos podados. • · Poda com linha viva - é quando a operação ocorre sem o desligamento do circuito, ou seja, o fornecimento de energia não é interrompido.
  • 24. Orientações sobre Poda Planejamento • Inicialmente deve-se realizar um levantamento de espécies predominantes na arborização da cidade. A época de sua realização está relacionada com o local de arborização da cidade. A época de sua realização está relacionada com o local de ocorrência da espécie, sendo muito importante acompanhar seu crescimento e o seu desenvolvimento, levando em consideração o histórico em relação às podas anteriores. • Em determinadas áreas das cidades como a região central, hospitais, escolas; locais de grande circulação de veículos ou pedestres; distritos industriais, entre outros locais de relevante importância, o planejamento deve ser mais aprimorado, pois nesses locais, há a necessidade de interferir no cotidiano da comunidade e ela deve ser comunicada com antecedência. Vale lembrar que a eficiência das operações de poda é obtida com uma equipe treinada que deve utilizar os equipamentos e ferramentas adequadas, conforme apresentamos a seguir.
  • 25. Equipamentos de proteção • São os responsáveis pela segurança do pessoal envolvido na operação de poda e são de natureza individual e coletiva. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - Rede desenergizada (Linha Morta) - Óculos de segurança, lente incolor, com proteção lateral e superior, injetadas na mesma peça e na mesma cor ? tipo espátula; - Protetor auricular de PVC ou Espuma; - Botina de segurança sem biqueira de aço; - Macacão para proteção contra insetos nocivos; - Luva de vaqueta para serviços gerais; - Cinturão de segurança - Tipo 1;
  • 26. - Luva nitrílica para o manuseio de agentes químicos utilizados para combate aos insetos nocivos; - Calça de nylon e botina com biqueira de aço - quando a motosserra é operada em solo onde existem animais peçonhentos; - Protetor respiratório com filtro químico para trabalhos de extermínio de insetos nocivos.
  • 27. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - Rede energizada (linha viva) - Capacete isolante de segurança, tipo aba total ? cor laranja; - Óculos de segurança lentes cinza, com proteção lateral e superior, injetadas na mesma peça e na mesma cor; - Luvas isolantes de borracha ? Classe II, ou conforme Classe de Tensão; - Luvas de cobertura para luvas isolantes de borracha; - Manga isolante de borracha, Classe II; - Botina de segurança sem biqueira de aço; - Bota de borracha cano longo ou perneira de raspa ? em situações onde haja risco de acidente com animais peçonhentos.
  • 28. • · Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) - Cone de sinalização para trabalhos em vias públicas; - Conjunto de aterramento temporário; - Detector de tensão; - Bandeirolas com suporte; - Fita refletiva para sinalização e isolamento da área de trabalho; - Isolador de borracha tipo mangueira; - Colcha isolada; - Grade de alerta para pedestres.
  • 29. • Ferramentas - Rede desenergizada (Linha Morta) - Equipamento hidráulico com cesta aérea; - Escada de madeira extensível; - Carretilha para içar ferramentas; - Corda de sisal ou polipropileno; - Sacola de lona; - Bastão podador manual; - Serrote japonês e serra de arco;
  • 30. - Serrote reto; - Serrote curvo; - Motosserra; - Todos os equipamentos hidráulicos podem ser utilizados.
  • 31. • - Rede Energizada (Linha Viva) - Equipamento hidráulico com cesta aérea isolada; - Carretilha para içar ferramentas; - Corda de sisal ou polipropileno; - Sacola de lona; - Motosserra hidráulica, com algumas restrições; - Podador hidráulico; - Serra hidráulica de longo alcance. • Segurança do Trabalho - Utilizar os EPI’s e EPC’s necessários; - Sinalizar, corretamente, o local de trabalho; - Verificar, antes do início da operação, a existência de marimbondos ou abelhas na árvore ou algum outro organismo nocivo ao homem. Caso positivo, utilizar os EPI’s apropriados e providenciar a remoção. Na impossibilidade de remoção contatar especialistas;
  • 32. • - Utilizar veículos com cesta aérea para árvores de médio e grande portes; em rede energizada, utilizar cesta aérea isolada; - Em tempo úmido, os circuitos secundários e primários deverão ser desligados e aterrados antes do início da poda; - Utilizar coletes reflexivos para evitar atropelamentos por veículos; - Isolar a área de serviço, solicitando a retirada de veículos quando necessário; - Desligar circuitos e aterrar conforme instruções vigentes; - Retirar as derivações perigosas quanto à sua posição e/ou as que apresentarem sinais de deterioração; - Cortar os ramos maiores em várias partes, para facilitar a descida dos mesmos; - Podar dentro das técnicas de condução e manutenção das espécies; - O pessoal que permanece no chão não deve ficar embaixo da árvore; - Após a execução da poda, colocar o material cortado no caminhão e, havendo galhos maiores, picá-los com foice para facilitar a acomodação; - Ao terminar a tarefa, varrer o chão e recolher folhas e gravetos.
  • 33. • · Acompanhamento Técnico - Acompanhar, quando necessário, a poda de árvores executadas pelos funcionários das prefeituras, inclusive desligando o circuito, se for preciso; - Definir, ainda embaixo, os galhos a ser cortados. O encarregado planeja e define os galhos que deverão ser cortados e o podador sobe e marca os galhos com tinta spray ou fitas coloridas; - Supervisionar em sistema de rodízio ou vistorias nãoprogramadas, para verificar ?in loco? os procedimentos que estão sendo adotados, realizando as correções em aulas de campo; - Promover cursos de reciclagem para as equipes de campo, constando do calendário de planejamento anual.
  • 34. Técnicas de Poda • A poda significa retirada de galhos ou porções de um organismo vivo, ou seja, a árvore. Para que esta ação seja a menos traumática possível, devemos atentar para algumas características importantes dos galhos e suas dinâmicas em relação ao resto do conjunto. A análise da morfologia da base do galho permite avaliar a atividade metabólica das folhas do mesmo, definindo o ponto mais correto para seu corte. Os elementos fundamentais da base do galho são: • a) Crista da casca: originada do acúmulo de casca na parte superior da base do galho, na inserção do tronco. Devido ao crescimento em diâmetros do tronco e do galho, adquire desenho de meia-lua, com as pontas voltadas para baixo;
  • 35. • b) Colar: é a porção inferior da base do galho, este está em franca atividade de assimilação. Quando o colar se destaca do galho, sendo claramente visível, o galho está em processo de rejeição, embora possa ainda ter folhas verdes e brotações novas. • Esse inchaço do colar é conseqüência do aumento do metabolismo na região e dos mecanismos de defesa para compartimentar a lesão que fatalmente ocorrerá com a morte do galho e sua quebra; • c) Fossa basal: é o colar inverso, ou seja, uma depressão abaixo da base do galho. Quando presente, indica uma falha de fluxo de seiva elaborada do galho para o tronco, mesmo com folhas vivas realizando fotossíntese. O galho já não contribui mais nada para o crescimento da árvore, estando prestes a secar.
  • 36. • Deve-se sempre ter em mente que, após a execução da poda, entram em ação os mecanismos de defesa da árvore, que vão cicatrizar o ferimento causado pelo corte; portanto, se a operação for malconduzida, a árvore não irá; reagir de maneira satisfatória, podendo, em alguns casos, levá-la à morte. É necessário preservar as estruturas de defesa do galho (sistemas fisiológicos), como as partes superior e inferior da inserção do galho no tronco. Estas estruturas têm ação decisiva no processo de cicatrização.
  • 37. Ramo Alto • Um ramo alto pode causar sérios problemas se cair sobre a rede de distribuição de energia elétrica ou em propriedades de terceiros como casas, muros, carros, e pode até causar ferimentos graves em pessoas. O primeiro corte será feito por baixo dos ramos, no mínimo a 30 centímetros de seu ponto de derivação, efetuando o segundo corte por cima do ramo, a cinco centímetros além do primeiro, no lado oposto da derivação. Concluir a poda do ramo com os cortes junto à derivação, sendo o terceiro corte debaixo para cima e o quarto de cima para baixo.
  • 38.
  • 39. Ramo Vertical • Usualmente são executados três cortes, quando o ramo está na posição vertical em relação ao solo. Efetuar dois cortes em forma de cunha (boca de corte) no lado do tombamento, sem atingir a linha do eixo. Efetuar o corte definitivo (3º) no lado oposto e em direção à cunha.
  • 40. Ramo Pequeno • Nos galhos mais leves, normalmente, executam-se dois cortes. O primeiro, junto ao seu ponto de derivação, no sentido ascendente. O segundo no sentido descendente, também junto ao seu ponto de derivação.
  • 41. Tratamento Pós-Poda • É importante tratar o local do corte com substâncias que impedem a ação de organismos nocivos (pragas e fungos) à planta, principalmente nos casos onde os ramos são grossos. As mais utilizadas são: calda bordalesa, mastique, cera de enxerto e pastas fungicidas. Porém, como discutido no início deste capítulo, o processo de cicatrização pode ocorrer de maneira natural, o que é mais indicado. Poda • Atualmente, o uso da poda é difundido nas cidades como regra básica para compatibilizar a arborização urbana e a prestação de serviços públicos, principalmente a distribuição de energia elétrica. Porém, em muitos casos, a poda limita-se apenas à eliminação do conflito e não apresenta a qualidade técnica necessária que o processo precisa.
  • 42. Ocorre que é feita a remoção de qualquer parte de uma planta, visando beneficiar as remanescentes ou adequá-las aos equipamentos urbanos. Porém, a utilização dessa prática pode ser evitada, desde que durante o planejamento da arborização seja feita a escolha correta da espécie a ser plantada. Antes, porém, devemos considerar alguns aspectos fundamentais quando se fala em poda de árvores na rua: a) Todo corte é potencialmente perigoso: as lesões funcionam como portas abertas para organismos que causam apodrecimento, especialmente fungos. Todas as podas inadequadas causam danos irreversíveis, que podem somente ser percebidos após alguns anos;
  • 43. • b) É recomendável que as lesões resultantes da poda sejam mínimas; c) Cortes reduzem os benefícios derivados das árvores: a redução da copa diminui o metabolismo essencial da folhagem na copa e também altera a forma e sombra das árvores; d) Poda é uma atividade desgastante para a árvore: é necessário analisar, em cada caso, o quanto toda rotina de corte é essencial; e) Podas intensas e fora do período adequado enfraquecem a árvore; f) Os princípios de podas de frutíferas não devem ser aplicados em árvores de rua, a não ser quanto à remoção de brotos que estejam competindo pela liderança com o broto dominante. • A poda de árvores destinadas à arborização de ruas só deve ser executada por pessoal devidamente treinado, com um planejamento de acordo com relatórios elaborados pelas equipes de inspeção de rede, e apenas para atingir os seguintes objetivos:
  • 44. • Poda de formação: realizada basicamente na fase inicial da árvore, no viveiro ou no local de plantio definitivo e que tem por objetivo adequar, definir a forma e até mesmo o porte definitivo da árvore. Também tem a finalidade de retirar os galhos até uma altura de 2,5 metros. • Poda de limpeza ou manutenção: retirada de galhos doentes ou mortos, que perderam sua função na copa da árvore. Estes galhos podem, em algumas circunstâncias, ter dimensões consideráveis, tornando o trabalho mais difícil do que na poda de formação. A poda de limpeza pode ser aplicada para o controle de parasitas.
  • 45. • Poda de Condução: modificar o formato das copas para evitar interferências com rede elétrica; esta poda se torna Poda Emergencial quando o objetivo é livrar a fiação elétrica em situações críticas como chuva forte, vendaval, entre outras. A seguir exemplificamos situações como resultado destas podas emergenciais (segurança), sob a rede elétrica, com a finalidade de adequar a disposição dos ramos para estes casos. . Situação "A" - visa eliminar os ramos que estão prejudicando a fiação primária e/ou secundária. Ao contrário do usualmente dito, esta poda não desequilibra a árvore quando bem planejada e executada. (figura Abaixo)
  • 46.
  • 47. • Situação "B" - é consequência da anterior. Visa eliminar os ramos que estão prejudicando e rede secundária. Esse tipo de conformação acontece porque a poda executa em "V" se recompõe fechando a copa por sobre a fiação, formando assim um "furo" onde passará a fiação. (Figura Abaixo)
  • 48. • Situação "C" - visa eliminar os ramos que estão próximos à fiação secundária; pode provocar alterações no formato original da copa, necessitando futuramente de outra poda como correção a fim de restaurar sua conformação original. (figura Abaixo)
  • 49. • Situação "D" (poda drástica) - só deve ser utilizada em eucalipto ou em árvores com formação colunar. São bastante prejudiciais e só devem ser utilizadas em situações de emergência, por exemplo, quando há risco de queda. (Figura Abaixo)
  • 50. • O capítulo apresentado a seguir contempla os procedimentos adotados na poda em árvores com quatro equipamentos diferentes, sendo todos em cesta aérea. · Poda em árvore com motoserra hidráulica em cesta aérea · Poda em árvores com podador hidráulico em cesta aérea · Poda em árvores com serra hidráulica de longo alcance em cesta aérea · Poda de árvores com motoserra (a gasolina) em cesta aérea • Procedimentos • Poda em árvores com motoserra hidráulica em cesta aérea: • 1. Objetivo: Realizar a poda de árvores utilizando a motoserra hidráulica em cesta aérea.
  • 51. 2. Referências: Motosserra hidráulica e seu respectivo manual de informações. 3. Definições: Ferramenta utilizada no corte de galhos e troncos de árvores, cujo acionamento é realizado através de um circuito hidráulico.
  • 52. - Válvula inversora de Fluxo Dispositivo de acionamento manual instalado junto aos comandos da cesta aérea, cuja função é direcionar o fluxo hidráulico da cesta para a ferramenta, impossibilitando desta forma o trabalho com máquina durante a movimentação. 4. Controle de risco: Cada companhia deve estabelecer programas e estratégias para produzir riscos e garantir a segurança. 5. Procedimento: 5.1 - Posicionar o veículo de tal forma que seja possível o acesso aos galhos a serem cortados com a utilização da cesta aérea; 5.2 - Sinalizar o veículo e o canteiro de trabalho conforme instruções normativas de sinalização;
  • 53. 5.3 - Aterrar a cesta aérea conforme procedimento de trabalho; 5.4 - Limpar os engates de mangueira, cesta e ferramenta utilizando um pano; 5.5 - Conectar a ferramenta à mangueira; 5.6 - Subir na cesta levando a ferramenta; 5.7 - Conectar a mangueira junto ao circuito hidráulico; 5.8 - Posicionar a cesta de forma adequada à poda; 5.9 - Direcionar o circuito hidráulico para a posição ferramenta, através da válvula inversora de fluxo instalada junto aos comandos da cesta; 5.10 - Iniciar a poda segurando a máquina com firmeza e atenção. Aciona-la apertando com a palma da mão o dispositivo de proteção e com os dedos o gatilho de operação. Operá-la obrigatoriamente abaixo da altura dos ombros. 5.11 - Direcionar o circuito hidráulico para cesta quando for necessário movimenta-la;
  • 54. 5.12 - Descer a cesta e desconectar a mangueira do circuito hidráulico com a válvula inversora de fluxo direcionada para a posição cesta, ao término do serviço; 5.13 - Desconectar a mangueira a ferramenta; 5.14 - Limpar e acomodar a ferramenta em local adequado; 5.15 - Recolher os troncos e galhos cortados; 5.16 - Recolher materiais, aterramento, ferramentas, equipamentos, encerados, isolamento e sinalização do veículo e área de trabalho. 6-Observações: - Limpar a ferramenta após 2 horas de operação. A sujeira acumulada impossibilita a lubrificação automática da corrente através do dreno;
  • 55. - Em algumas ocasiões, a pressão do circuito hidráulico dificulta o engate da mangueira. Quando isso ocorre, deve-se desligar o caminhão e providenciar o engate; - Sempre trabalhar com a corrente com a máquina desacoplada do circuito hidráulico; - Verificar se não há vazamento nas mangueiras ou engates; - Realizar manutenção preventiva e limpeza no circuito hidráulico, visando uma maior vida útil das ferramentas; - Não utilizar a motosserra hidráulica em linha viva; - Não operar a motosserra acima da altura dos ombros. - Planejar a execução do serviço para se determinar a ferramenta adequada; - Providenciar a remoção de insetos e animais agressivos das árvores, caso existam; - Deve-se ter cuidado para não romper ramais agressivos das árvores, caso existam; - Deve-se ter cuidado para não romper ramais de ligação de consumidores.
  • 56. 7. Conclusão: A necessidade da realização de um trabalho seguro, com qualidade e produtividade, torna a padronização do método de trabalho o princípio básico da Qualidade Total.