O autor argumenta que muitos evangélicos pregam um "Evangelho Segundo os Santos Evangélicos" que coloca o homem no centro em vez de Jesus como o Senhor. Isso é evidenciado pela ênfase nos benefícios materiais de se tornar cristão, nos cultos centrados no homem e na falta de submissão a Cristo como autoridade máxima. Ele contrasta isso com o evangelho bíblico do Reino de Deus que tem Cristo como centro e Senhor a quem devemos obediência.