O texto discute a importância da permissão parental ter um caráter educativo, e não ser resultado de impaciência ou preguiça dos pais. A permissão implícita em tom de voz ou olhar pode levar a criança a desrespeitar proibições. O texto também contrasta a liberdade verdadeira com o excesso de permissão, que pode levar a adolescentes se sentindo prisioneiras da própria liberdade.