O documento discute os perigos da televisão em massificar e influenciar as pessoas de forma negativa, comparando-a a permitir que um viciado, adultério ou neurótico entrem na casa das pessoas para vender ideias e contar histórias. Argumenta que, assim como não permitiríamos esses indivíduos, também não deveríamos permitir que eles entrem em nossas casas através da televisão.