O processo de Auto-Avaliação no contexto Escola/Agrupamento Integração e Explicitação
O Papel e as mais valias da Auto-Avaliação da BE O processo de Auto-Avaliação permite desenvolver uma abordagem essencialmente qualitativa, orientada para uma análise dos processos e dos resultados numa perspectiva formativa, permitindo identificar as necessidades e os pontos fracos com vista a melhorá-los; Ajuda a BE a estabelecer metas para o seu plano de desenvolvimento; Permite uma avaliação aprofundada nas áreas específicas; Permite uma articulação com toda a escola centrada no processo ensino-aprendizagem; Permite o auto-conhecimento; Permite que as escolas/agrupamentos desenvolvam a sua própria agenda com vista nos aspectos particulares da escolas, que os agentes identificaram como áreas que necessitam de melhoria;
O Papel e mais valias da Auto-Avaliação da BE Permite priorizar as suas necessidades em função dos objectivos desejados; É parte integrante e evidente de melhoria da escola; Ajuda funcionários e equipa da BE a cumprir as suas funções com mais eficácia; Aumenta a consciencialização do valor/importância da BE; Permite promover mais o uso da BE; Permite melhorar o próprio desempenho dos professores; Beneficia pedidos de financiamento adicionais Prepara tudo e todos para a inspecção; Faculta a actuação da própria BE no apoio ao currículo e no processo-ensino aprendizagem;
O processo e o necessário envolvimento da Escola/Agrupamento Deve ser um processo contínuo e participativo; Deve ser democrático e envolver todas as partes, baseado na confiança e no trabalho em equipa; Deve ser um ciclo que inclui a identificação de prioridades para a melhoria; Não é só da responsabilidade do pessoal da BE, mas de todos com uma participação activa; Deve estar intimamente relacionado com os objectivos globais da escola, nomeadamente no apoio ao processo de ensino-aprendizagem;
O processo e o necessário envolvimento da Escola/Agrupamento Deve envolver o director desde o início do processo e este ser líder coadjuvante neste processo aglutinador; Devem ser chamados a participar professores, alunos, pais ou outros agentes importantes neste processo; Deve enquadrar-se no contexto da escola e ter em conta as diferentes estruturas com as quais é necessário interagir; O Conselho Pedagógico é um dos órgãos de extrema importância e decisão máxima deste processo; Só com o envolvimento de todos, com o estabelecimento de ligações com a própria avaliação da Escola/Agrupamento, só com um plano conjunto delineado de melhorias, é que se poderá avaliar o impacto da BE na escola perante a inspecção e outros avaliadores externos, assim como ser parte reguladora da vida escolar, permitindo articular, colaborar e comunicar em permanência na escola e com outros stakeholders.
A relação com o processo de planeamento A BE deve estar integrada nos planos estratégicos e operacionais da escola e na visão e objectivos educativos da escola; O PB deve ser orientador, colaborador e interventor no percurso formativo e curricular dos alunos; deve cooperar com os professores no desenvolvimento curricular e apoiar as diferentes literacias (digitais e da informação); O PB deve planificar o trabalho colaborativo e ajudar os professores das diferentes disciplinas; A BE deve estar atenta às práticas de gestão que desenvolve e ao impacto que essas têm na escola e no sucesso educativo dos alunos; assim como demonstrar a importância da mesma no processo ensino-aprendizagem e no sucesso escolar da escola/agrupamento;
A relação com o processo de planeamento Permite à BE articular as actividades programadas/planeadas pela mesma, centradas no processo de ensino-aprendizagem com toda a escola e assim fundir o processo de Auto-Avaliação desta com os objectivos da Escola/Agrupamento; Preparar a inspecção à Escola/Agrupamento; Melhorar as leituras escolares; Ensinar alto nível de capacidades de pensamento; Proporcionar acesso a recursos de informação numa variedade de formatos; Melhorar todas as áreas de currículo; Certificar estudantes e outro pessoal face às TIC; (…)
A integração dos resultados na Auto-Avaliação A avaliação da BE deve estabelecer ligações com a avaliação da escola e do relatório de avaliação desta; assim como deve transitar uma síntese que venha a integrar o relatório da escola para que a avaliação externa feita pela inspecção possa avaliar o impacto da BE na escola, mensionando-a no relatório final de avaliação da mesma; Os resultados da avaliação da BE devem ser comunicados a todos;
Domínios de avaliação do processo de Auto-Avaliação Os domínios seleccionados representam as áreas essenciais para que a BE cumpra, de forma efectiva, os pressupostos e objectivos que suportam a sua acção no processo educativo: A – Apoio ao Desenvolvimento Curricular A.1- Articulação Curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes; A.2- Desenvolvimento da Literacia da Informação; B – Leitura e Literacias C – Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C.1- Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular; C.2- Projectos e Parcerias; D – Gestão da Biblioteca Escolar D.1- Articulação da BE com a Escola/Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE; D.2- Condições Humanas e materiais para a prestação de serviços; D.3- Gestão da colecção/da informação;
Síntese Escola/Agrupamento Departamentos Alunos Pais/Encarregados de Educação/ Funcionários BE Medir o sucesso não é um fim em si, é uma ferramenta para a melhoria, in 68th IFLA Council and General Conference
Conclusão A Auto-Avaliação é parte integrante do ciclo de planeamento do desenvolvimento. Este planeamento é importante, porque este processo começa por definir prioridades e acaba por transformar boas ideias em boas práticas… Segundo Simons (1982) a Auto-Avaliação é um reforço profissional e uma actividade que deve ser introduzida como parte contínua da prática profissional.
Bibliografia Texto de apoio da sessão; Bibliografia indicada:  Mcnicola, Sarah (2008) Incorporating library provision in School self-evalution; 68th IFLA Council and General Conference (2002);

O Processo De Auto Avaliacao No Contexto Escola

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    O processo deAuto-Avaliação no contexto Escola/Agrupamento Integração e Explicitação
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    O Papel eas mais valias da Auto-Avaliação da BE O processo de Auto-Avaliação permite desenvolver uma abordagem essencialmente qualitativa, orientada para uma análise dos processos e dos resultados numa perspectiva formativa, permitindo identificar as necessidades e os pontos fracos com vista a melhorá-los; Ajuda a BE a estabelecer metas para o seu plano de desenvolvimento; Permite uma avaliação aprofundada nas áreas específicas; Permite uma articulação com toda a escola centrada no processo ensino-aprendizagem; Permite o auto-conhecimento; Permite que as escolas/agrupamentos desenvolvam a sua própria agenda com vista nos aspectos particulares da escolas, que os agentes identificaram como áreas que necessitam de melhoria;
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    O Papel emais valias da Auto-Avaliação da BE Permite priorizar as suas necessidades em função dos objectivos desejados; É parte integrante e evidente de melhoria da escola; Ajuda funcionários e equipa da BE a cumprir as suas funções com mais eficácia; Aumenta a consciencialização do valor/importância da BE; Permite promover mais o uso da BE; Permite melhorar o próprio desempenho dos professores; Beneficia pedidos de financiamento adicionais Prepara tudo e todos para a inspecção; Faculta a actuação da própria BE no apoio ao currículo e no processo-ensino aprendizagem;
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    O processo eo necessário envolvimento da Escola/Agrupamento Deve ser um processo contínuo e participativo; Deve ser democrático e envolver todas as partes, baseado na confiança e no trabalho em equipa; Deve ser um ciclo que inclui a identificação de prioridades para a melhoria; Não é só da responsabilidade do pessoal da BE, mas de todos com uma participação activa; Deve estar intimamente relacionado com os objectivos globais da escola, nomeadamente no apoio ao processo de ensino-aprendizagem;
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    O processo eo necessário envolvimento da Escola/Agrupamento Deve envolver o director desde o início do processo e este ser líder coadjuvante neste processo aglutinador; Devem ser chamados a participar professores, alunos, pais ou outros agentes importantes neste processo; Deve enquadrar-se no contexto da escola e ter em conta as diferentes estruturas com as quais é necessário interagir; O Conselho Pedagógico é um dos órgãos de extrema importância e decisão máxima deste processo; Só com o envolvimento de todos, com o estabelecimento de ligações com a própria avaliação da Escola/Agrupamento, só com um plano conjunto delineado de melhorias, é que se poderá avaliar o impacto da BE na escola perante a inspecção e outros avaliadores externos, assim como ser parte reguladora da vida escolar, permitindo articular, colaborar e comunicar em permanência na escola e com outros stakeholders.
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    A relação como processo de planeamento A BE deve estar integrada nos planos estratégicos e operacionais da escola e na visão e objectivos educativos da escola; O PB deve ser orientador, colaborador e interventor no percurso formativo e curricular dos alunos; deve cooperar com os professores no desenvolvimento curricular e apoiar as diferentes literacias (digitais e da informação); O PB deve planificar o trabalho colaborativo e ajudar os professores das diferentes disciplinas; A BE deve estar atenta às práticas de gestão que desenvolve e ao impacto que essas têm na escola e no sucesso educativo dos alunos; assim como demonstrar a importância da mesma no processo ensino-aprendizagem e no sucesso escolar da escola/agrupamento;
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    A relação como processo de planeamento Permite à BE articular as actividades programadas/planeadas pela mesma, centradas no processo de ensino-aprendizagem com toda a escola e assim fundir o processo de Auto-Avaliação desta com os objectivos da Escola/Agrupamento; Preparar a inspecção à Escola/Agrupamento; Melhorar as leituras escolares; Ensinar alto nível de capacidades de pensamento; Proporcionar acesso a recursos de informação numa variedade de formatos; Melhorar todas as áreas de currículo; Certificar estudantes e outro pessoal face às TIC; (…)
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    A integração dosresultados na Auto-Avaliação A avaliação da BE deve estabelecer ligações com a avaliação da escola e do relatório de avaliação desta; assim como deve transitar uma síntese que venha a integrar o relatório da escola para que a avaliação externa feita pela inspecção possa avaliar o impacto da BE na escola, mensionando-a no relatório final de avaliação da mesma; Os resultados da avaliação da BE devem ser comunicados a todos;
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    Domínios de avaliaçãodo processo de Auto-Avaliação Os domínios seleccionados representam as áreas essenciais para que a BE cumpra, de forma efectiva, os pressupostos e objectivos que suportam a sua acção no processo educativo: A – Apoio ao Desenvolvimento Curricular A.1- Articulação Curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes; A.2- Desenvolvimento da Literacia da Informação; B – Leitura e Literacias C – Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C.1- Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular; C.2- Projectos e Parcerias; D – Gestão da Biblioteca Escolar D.1- Articulação da BE com a Escola/Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE; D.2- Condições Humanas e materiais para a prestação de serviços; D.3- Gestão da colecção/da informação;
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    Síntese Escola/Agrupamento DepartamentosAlunos Pais/Encarregados de Educação/ Funcionários BE Medir o sucesso não é um fim em si, é uma ferramenta para a melhoria, in 68th IFLA Council and General Conference
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    Conclusão A Auto-Avaliaçãoé parte integrante do ciclo de planeamento do desenvolvimento. Este planeamento é importante, porque este processo começa por definir prioridades e acaba por transformar boas ideias em boas práticas… Segundo Simons (1982) a Auto-Avaliação é um reforço profissional e uma actividade que deve ser introduzida como parte contínua da prática profissional.
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    Bibliografia Texto deapoio da sessão; Bibliografia indicada: Mcnicola, Sarah (2008) Incorporating library provision in School self-evalution; 68th IFLA Council and General Conference (2002);