O documento discute a base científica para as larguras mínimas de Áreas de Preservação Permanente (APP) estabelecidas pelo Código Florestal brasileiro. Embora o Código determine 30m de proteção ao longo de cursos d'água, estudos indicam que larguras de pelo menos 100m são necessárias para conservação da biodiversidade. O autor argumenta que o Código Florestal deveria exigir margens de APP ainda maiores para melhor preservar espécies.