São Paulo
2015
ESCOLA ESTADUAL INFANTE DOM HENRIQUE 
Saúde /Doença
HUMAN IMMUNODEFICIENCY VÍRUS ­ HIV
ESCOLA ESTADUAL INFANTE DOM HENRIQUE 
3º C Ensino Médio
Bianca Vitória     Nº 05
Gabriela Cavine Nº 12
Gabriela Marciano Nº 13
Natalia Magalhães Nº 29
Vinícius Quintela Nº 37
Saúde /Doença
HUMAN IMMUNODEFICIENCY VÍRUS ­ HIV
São Paulo
    2015
Trabalho  de  Conclusão  de  Curso, 
apresentado  a  Escola  Estadual  Infante  Dom 
Henrique.  Bianca  Vitória,  Gabriela  Cavine, 
Gabriela Marciano, Natalia Magalhães e Vinícius 
Quintela,  Nº  05,12,13,29  e  37.Orientadores 
Professores. Rosemary Jacinto, Lilian e Ricardo.
   
                                     FOLHA DE APROVAÇÂO
                                                     BIANCA VITÓRIA
                                                    GABRIELA CAVINE
                                                   GABRIELA MARCIANO
                                                   
                                                    NATALIA MAGALHÃES
                                                    VINICIUS QUINTELA
Saúde /Doença
HUMAN IMMUNODEFICIENCY VÍRUS ­ HIV
Trabalho de Conclusão do Ensino Médio apresentado como exigência parcial para a 
obtenção do final de bimestre á Escola Estadual Infante Dom Henrique.
Comissão Julgadora
Prof.ª Rosemary Jacinto
Instituição: Infante Dom Henrique
Prof.ª Lilian Rodrigues
Instituição: Infante Dom Henrique
Professor Mediador: Ricardo 
Instituição: Infante Dom Henrique
SÃO PAULO
                                                  2015
Resumo
O objetivo deste trabalho é estudar a vulnerabilidade de jovens de 12 a 25 
anos, do Bairro Vila Matilde, SP. Apesar desta epidemia estar inserida e todas as 
taxas etárias, nota­se que os adolescentes são os mais afetados. Um dos fatores 
que  influenciam  na  exposição  desta  doença,  é  o  preconceito  no  uso  de 
preservativos, reconhecimento tardio do vírus e  a carência de informações sobre a 
doença.  O  número  de  aumento  de  infectados  pela  doença  nos  últimos  10  anos 
emerge  a  um  grande  desafio  para  a  saúde  do  Brasil,  exigindo  estabelecimentos 
apropriados  para  o  tratamento  da  doença,  garantindo  a  qualidade  de  vida  destas 
pessoas.
Conclui­se que o estudo identificou algumas das evidências que levam os jovens a 
tornarem­se vulneráveis ao HIV/AIDS; podendo este ser uma ferramenta útil para os 
profissionais de saúde repensarem a sua prática e direcionarem investimentos nesta 
área do conhecimento,
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO 3
1.1 Objetivo Geral 3
1.2 1 Objetivo Específico 3
1.3 Justificativa 3
2 .DESENVOLVIMENTO 5
2.1 human immunodeficiency vírus 6
2.2 Transmissões da AIDS 6
2.3 Tratamento AIDS 8
2.4 Teste HIV 9
2.5 Noticiário de Jornal 10
3 .O LIVRO A REALIDADE DE QUEM VIVE COM HIV/AIDS 11
4 TABULAÇÃO 22
5 . GRÁFICOS 23
6 . CONSIDERAÇÕES FINAIS 28
7 . REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 29
7
1. INTRODUÇÃO
O  presente  trabalho  tem  como  tema  HIV.  O  objetivo  do  mesmo  é 
compreender  o  processo  de  adesão  de  portadores  do  vírus  de  12  à  25  anos  de 
idade,  e  para  isso  realizamos  nossa  pesquisa  de  campo  e  entrevistas  no  Parque 
Manchester, Localizado na Vila Matilde na altura do Nº 1.945. 
Prevenir­se de situações que pode gerar constrangimentos em seus 
envolvidos, como o vírus HIV, em que seus portadores são nitidamente excluídos da 
sociedade. É importante ressaltar esta realidade e transformar em conhecimento de 
causa, a fim de evitar e reduzir o número de contaminados, trabalho visa apresentar 
os sintomas, prevenção e cuidados. Assim como entender a diferença entre o vírus 
HIV e a doença AIDS.  
1.1 OBJETIVO GERAL
Identificar condições de vulnerabilidade ao HIV/AIDS nesse segmento, identificando 
conhecimentos  quanto  à  prática  da  sexualidade,  ao  exercício  do  sexo  seguro  e 
atitudes de prevenção adotadas (ou não), buscando subsidiar uma política pública 
com  ações  de  prevenção,  controle  e  ampliação  do  acesso  aos  serviços  de 
atendimento às DST/ AIDS no bairro da Vila Matilde.
1.2 1 OBJETIVO ESPECÍFICO
Analisar  condições  de  vulnerabilidade  que  possam  colaborar  na  necessidade  de 
prevenção aos pacientes de HIV/AIDS.
1.3 JUSTIFICATIVA
Nosso  tema  selecionado  está  ligado  á  saúde  e  doença,  onde  o  título  é  o  HIV, 
preocupados  com  a  falta  de  conhecimento  daqueles  que  nos  rodeiam,  ou  seja, 
nossos  colegas  de  escola  é  que  nos  impulsionou  de  abordar  o  assunto,  este 
8
trabalho está direcionado ao grupo de adolescentes e jovens de 15 a 25 anos, ao 
qual  estão  bem  vulneráveis  e  através  de  bibliografias  como  a  de  Madras  em  que 
deixa  claro  que  o  vírus  HIV  pode  se  manifestar  em  qualquer  pessoa  já  a  doença 
AIDS muda a vida da pessoa
9
2 .DESENVOLVIMENTO
Todo dia 1º de Dezembro é comemorado Mundialmente o dia da 
AIDS.
Brasil  século  XXI,  índices  altíssimos  de  mortes,  entre  elas 
portadores do vírus HIV, sem saber que possuem, pesquisas aponta que  mais de 
50%  dos  infectados  não  sabe  que  são  portadores,    “cerca  de  54%  das  pessoas 
infectadas no mundo todo não têm consciência disso. Ou seja, 19 milhões das 35 
milhões de pessoas que atualmente vivem com HIV no mundo não sabem que têm o 
vírus.” (BBC,2014). A morte não está ligada diretamente a doença da AIDS e sim a 
tuberculose a quem tem o vírus o índice é bem maior.
Diferente de alguns outros países, em meados de 2005 e 2013 teve 
um  aumento  de  11%  de  portadores  do  vírus,  com  elevados  índices  são  além  do 
Brasil, a Argentina, a Colômbia, o México e a Venezuela. 
O  maior  número  dos  portadores  é  os  homens,  “aproximadamente 
60%  dos  HIV  positivos  na  região  são  homens,  incluindo  heterossexuais,  gays  e 
homens que fazem sexo com outros homens” (BBC,2014). Os mais vulneráveis são 
as mulheres trangêneros, homens gays, profissionais do sexo e pessoas que injetam 
drogas.
 
“Aproximadamente  um  terço  das  novas  infecções 
ocorrem entre jovens de 15 a 24 anos. Grupos relevantes 
ainda  enfrentam  um  alto  índice  de  estigmatização, 
discriminação  e  violência  –  um  cenário  que  cria 
obstáculos no acesso à prevenção de HIV, ao tratamento 
e aos serviços de apoio”. (BBC,2014)
A  idade  que  as  pesquisas  mostram  que  está  atualmente  atingindo 
jovens  entre  15  a  25  anos  foi  o  que  nos  estimulou  a  levantar  dados  de  pessoas 
próximas  para  saber  um  pouco  do  que  eles  entendem  e  como  enxergam  esta 
infecção. 
2.1 HUMAN IMMUNODEFICIENCY VÍRUS
10
E  afinal,  o  que  é  HIV?  é  a  sigla  em  inglês  do  vírus  da 
imunodeficiência  humana,  é  o  que  causa  a  doença  AIDS,  atacando  o  sistema 
imunológico. “Por meio da alteração do DNA dessa célula, o HIV produz cópias de si 
mesmo.  Depois  de  se  multiplicar,  rompe  os  linfócitos  em  busca  de  outros  para 
continuar a infecção”. (SESSP)
“Biologia – HIV é um retrovírus, classificado na subfamília 
dos  Lentiviridae.  Esses  vírus  compartilham  algumas 
propriedades comuns: período de incubação prolongado 
antes  do  surgimento  dos  sintomas  da  doença,  infecção 
das células do sangue e do sistema nervoso e supressão 
do sistema imune.” (SESSP)
2.2 TRANSMISSÕES DA AIDS
A  transmissão  da  AIDS  ocorre  através  do  contato  com  o  sangue, 
secreção vaginal, esperma, ou leite contaminado com o vírus HIV.
  O vírus HIV, ao entrar no organismo do indivíduo, irá enfraquecer o 
seu sistema imune e causar sintomas como febre, mal­estar geral, tosse seca e dor 
de garganta que, geralmente, só se manifestam 3 a 6 semanas após a infecção e 
que podem ser confundidos com uma gripe ou resfriado. Desta forma, se o indivíduo 
teve algum comportamento de risco, como contato íntimo sem preservativo, ou usou 
seringas de um indivíduo infectado, deve realizar um teste de HIV após 40 a 60 dias 
para confirmar se tem AIDS ou não.
            
A transmissão da AIDS só ocorre quando há contato direto com o 
sangue  ou  secreções  de  um  indivíduo  infectado,  sendo  que  ela  não  é  transmitida 
através  de  beijos  ou  do  contato  com  o  suor  de  um  indivíduo  contaminado,  por 
exemplo:
Se pega AIDS através de:
Relação Sexual sem preservativo com o individuo infectado;
De mãe para filho através do parto ou da amamentação;
11
Contato direto com sangue infectado;
Usar a mesma agulha ou seringa que o individuo usou infectado;
Não pega AIDS através de:
Beijo, mesmo na boca, abraço ou aperto de mão;
Lagrima, suor;
Usar o mesmo copo, talher, ou prato;
Usar a mesma banheira ou piscina;
              Apesar  da  AIDS  ser  uma  doença  altamente  contagiosa,  é 
possível  conviver,  almoçar,  trabalhar  ou  ter  um  relacionamento  amoroso  com  um 
aidético,  pois  beijar,  compartilhar  utensílios  de  cozinha  ou  apertar  a  mão,  por 
exemplo, não transmitem a AIDS. Porém, se o aidético tiver um corte na mão, por 
exemplo, é necessário ter alguns cuidados, como não apertar a mão ou usar luvas 
para não entrar em contato com o sangue.
Dizer que é soro positivo, não é a mesma situação de estar com a 
doença,  porém  é  possível  transmitir  através  de  relação  sexual,  amamentação, 
gravidez, transfusão de sangue, compartilhar a mesma seringa. 
 Transmissão sexual
Esta  é  a  principal  forma  de  transmissão,  a  relação  heterossexual 
sem o uso de preservativo, ainda é a mais freqüente, “alta viremia, imunodeficiência 
avançada, relação anal receptiva, relação sexual durante a menstruação e presença 
de outras DST, principalmente as ulcerativas” (acervosaber).
 Transmissão sanguínea
De acordo com a verificação de qualidade de sangue que o Brasil 
adotou, o número de infectados por este meio tem caído bastante. Já o número de 
infectados com injetáveis, tem crescido, pois os usuários utilizam a mesma seringa 
12
para o uso de drogas.
“Desde 1986 tornou­se claro que os usuários de drogas 
injetáveis  (UDI)  representavam  um  grupo  focal 
particularmente importante, devido ao risco específico de 
ocorrência  de  epidemias  de  HIV  nessa  população  e  ao 
potencial de representarem a interface por meio da qual a 
infecção  por  HIV  se  difundiria  para  a  população 
heterossexual  não  usuária  de  drogas,  e 
consequentemente para as crianças” (acervo saber). 
 Transmissão Pré­Natal
Quando  a  grávida  é  portadora  do  vírus,  logo  a  gestação  está 
exposta  em  qualquer  fase  da  gestação,  principalmente  nas  contrações  e  no 
nascimento.  O  aleitamento  materno  vem  aumentando  devido  à  transmissão  de 
heterossexual.
 Transmissão Ocupacional
  Esta  ocorre  quando  profissionais  da  saúde  se  machucam  com 
instrumentos infectados.
 Métodos de prevenção
Os  preservativos  masculinos  e  femininos  são  a  única  barreira 
comprovadamente eficaz contra o HIV.
2.3 Tratamento AIDS
Entende­se  por  adesão  ao  tratamento  à  utilização  dos 
medicamentos  prescritos  ou  outros  procedimentos  em,  pelo  menos,  80%  de  seu 
total,  incluindo  as  doses  prescritas,  os  horários  corretos  de  ingestão  e  o 
cumprimento do tempo total do tratamento, sendo que todos esses fatores devem 
ser observados em colaboração ativa entre o paciente e a equipe de saúde de forma 
a obter sucesso terapêutico.
13
A adesão ao tratamento é um tema importante quando se trata de 
doenças  crônicas,  pois,  em  geral,  nestas  situações,  são  prescritos  regimes 
medicamentosos  complexos  e  com  baixa  adesão.  Dentre  os  aspectos  que  nela 
interferem,  estão  a  percepção  do  paciente  e  da  família  em  relação  à  doença,  a 
confiança na equipe de saúde, a percepção de que aderir poderá reduzir o risco de 
complicações e de morte e melhorar a qualidade de vida .
2.4 Teste HIV
O  diagnóstico  da  infecção  pelo  HIV  é  feito  a  partir  da  coleta  de 
sangue. No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes rápidos, que detectam 
os  anticorpos  contra  o  HIV  em  até  30  minutos,  colhendo  uma  gota  de  sangue  da 
ponta  do  dedo.  Esses  testes  são  realizados  gratuitamente  pelo  Sistema  Único  de 
Saúde  (SUS),  nas  unidades  da  rede  pública  e  nos  Centros  de  Testagem  e 
Aconselhamento  ­  CTA  (ver  localização  pelo  país).  Os  exames  podem  ser  feitos 
inclusive  de  forma  anônima.  Nesses  centros,  além  da  coleta  e  da  execução  dos 
testes, há um processo de aconselhamento, antes e depois do teste, para facilitar a 
correta interpretação do resultado pelo paciente. Também é possível onde fazer o 
teste pelo Disque Saúde (136).
 A infecção pelo HIV pode ser detectada com, pelo menos, 30  dias a 
contar da situação de risco. Isso porque o exame (o laboratorial ou o teste rápido) 
busca por anticorpos contra o HIV no sangue. Esse período é chamado de janela 
imunológica.
2.5 NOTICIÁRIO DE JORNAL
Este é um noticiário do Jornal na Região da Vila Matilde Publicado no ano de 2003.
14
15
3 .O LIVRO A REALIDADE DE QUEM VIVE COM HIV/AIDS
Esta  é  uma  obra  de  profundidade!  Traz  14  relatos  corajosos  de 
quem  passou  a  fase  da  descoberta  da  contaminação  e  aprendeu  a  viver  com  o 
HIV/Aids. O grande ponto em comum entre os relatos ­ e consideramos um mérito ­ 
é  que  todas  as  pessoas  envolvidas  nas  narrativas  decidiram  sair  do  mundo  mais 
confortável que conseguiram construir para si, desde a contaminação, para contar 
como  se  prevenir,  que  tipo  de  discriminação  um  portador  de  HIV  sofre  e  como  é 
possível conviver bem com a soro positivo.
Bom escolhemos uma das entrevistadas para relatar como foi essa 
experiência na sua vida.
Júlia*, 26 anos, experimentou essa sensação ao buscar “no fundo do 
baú” emoções que andavam esquecidas e fez da sua história um dos emocionantes 
relatos do livro Histórias de Coragem – A realidade de quem vive com HIV/Aids, da 
editora Madras.
Assim  como  acontece  na  arte,  colocar  sua  vida  no  papel  foi,  para 
Julia, um processo libertador. “Só agora me sinto uma pessoa feliz e completa”, diz 
ela. “Eu havia construído uma fortaleza dentro e em volta de mim para suportar o 
fato  de  ser  soropositiva.  Isso  fez  com  que  eu  me  perdesse  de  mim  mesma.  Para 
escrever o meu relato tive que resgatar meu passado. Fiz perguntas aos meus pais, 
reli  cartas  antigas  que  escrevi,  passei  de  novo  por  toda  a  tristeza,  desilusão  e 
desespero de tempos atrás”, conta Júlia. “Ao escrever o livro, desmistifiquei alguns 
medos e fui dando um novo significado à minha história. Passei a entendê­la de uma 
forma positiva, mais madura. Quando terminei, fiquei muito satisfeita comigo mesmo. 
Gostei  muito  do  que  havia  escrito  e  sabia  que  minha  história  seria  uma  das 
escolhidas. Escrevê­la resgatou minha crença em mim mesma”.
16
2 ­ Você conhece alguém que contraiu esse vírus? Se sim conte um pouco.
a  (x) Sim
b ­(  )  Não 
 
3 ­ De que forma é possível contrair o vírus HIV?
a ­( ) Pelo abraço ou aperto de mão.
b ­(x) Tendo relações sem proteção ou compartilhando seringas.
c ­ ( ) Bebendo água no mesmo copo de alguém que tem vírus.
 
4 ­ Você sabe as formas de se tratar essa doença?
a ­ (x) Sim
b ­ (  ) Não
c ­ (  ) Talvez
 
5 ­ Você se sentiria seguro, caso contraisse a doença,  em trata ­ lô em rede pública?
a ­ ( ) Sim
b ­ ( ) Não
c ­ (x)Talvez
 
6 ­ Você acha que a mídia influência na prevenção da doença ? (com a distribuição de 
preservativos etc.).
a ­ (x) Sim
b ­ (  ) Não
c ­ (  ) Sim, Às vezes . 
 
7­ Você acha correta a distribuição de preservativos em escolas ou lugares onde tem muitos 
jovens?
a ­ (x) Sim
b ­ (  )  Não
c ­ (  )  Nunca
 
8­Você conversa com seu filho (a) sobre este assunto?
a­ (X) Sim
b ­ (  ) Não
c ­ (  )  Ás vezes
 
9 ­ O que você faz para que seu filho (a) se preserve dessa doença?
a – (X) Conversa sobre
b ­  (  ) Fala para usar preservativos
c ­  (  )  Nada
 
10­ Portadores do vírus HIV podem doar sangue?
a ­ (  ) Sim, não existe possibilidade da transmissão do vírus HIV através de transfusão 
sanguínea.
b ­ (  ) Sim, em até 6 meses após a infecção.
c – (x ) Não, pois através da transfusão sanguínea é possível contrair o vírus do HIV.
 
4
17
TABULAÇÃO
18
5 . GRÁFICOS
Gráfico 1
Gráfico 2
19
Gráfico 3
Gráfico 4
20
Gráfico 5
Gráfico 6
21
Gráfico 7
Gráfico 8
22
Gráfico 9
Gráfico 10
23
6 . CONSIDERAÇÕES FINAIS
O  desenvolvimento  deste  trabalho  foi  muito  importante,  pois 
através das pesquisas realizadas conseguimos entender a diferença entre o 
vírus  e  a  doença,  as  formas  de  transmissão  e  métodos  de  prevenção. 
Observamos  que  100%  das  pessoas  entrevistadas  sabem  as  formas  de 
contrair  a  doença,  mas  quando  trata­se  do  tratamento,  esse  número  é 
reduzido. Mesmo tendo a disponibilidade de preservativos para evitar várias 
outras doenças, não apenas os vírus deixam­se levar por acaso.
Todas  as  matérias  que  estudamos  durante  o  período  escolar  deste  módulo 
contribuiu  bastante  para  a  realização  deste  trabalho,  pois  aprendemos  a 
utilizar  as  ferramentas  ensinadas  para  melhor  apreciação  e  exposição  de 
nossas ideias.
24
7 . REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Disponível em: http://www.saude.sp.gov.br/ses/perfil/cidadao/temas­de­saude/hiv­e­
aids/o­que­e­hiv, acesso: 10 de outubro de 2015.
Disponível em: http://www.acervosaber.com.br/trabalhos/medicina1/aids_9.php , 
acesso: 22 de outubro de 2015.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/07/140716 
_aids_relatorio_rb, acesso: 01 de novembro de 2015.
MADRAS Disponível em: http://www.madras.com.br 
portal/index.php?page=shop.product_details&flypage=flypage.tpl&product_id=1020&
category_id=7&option=com_virtuemart&Itemid=40&vmcchk=1&Itemid=40  acesso: 
28 de novembro de 2015.

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