Este material podeser reproduzido e modificado, desde que citando a
fonte original e para atividades sem fins lucrativos.
Atribuição Não-Comercial
3.
Orientações gerais parautilização do
PPT
▪ Essa apresentação poderá servir de referência para debater o conceito
da Educação Integral, tanto no nível da secretaria e com outros órgãos,
quanto nas discussões com escolas, ONGs e outros equipamentos do
estado e município
▪ O material é apenas uma base e deverá ser adequado às demandas de
cada secretaria;
▪ Os dados são gerais, e recomendamos que o município/ estado
destaque seus dados de interesse;
▪ O mesmo vale para experiências. Selecionamos algumas que podem
apoiar a compreensão dos temas em destaque;
▪ É interessante ler as anotações (que ficam na parte de baixo do PPT)
em cada slide: nelas apresentaremos dicas e orientações para apoiar a
apresentação. Vale ressaltar que as anotações não ficam disponíveis na
versão em PDF;
▪ Por fim, recomendamos a leitura dessa apresentação com a fonte
Myriad Pro. Caso o computador esteja sem a fonte, a formatação ficará
um pouco diferente da original.
4.
Quais os nossosdesejos?
Qualificação dos processos educativos
Estudantes (desejo)
▪ Críticos
▪ Autônomos
▪ Solidários
▪ Capazes de intervir
positivamente no
mundo em que vivem
▪ Conscientes de seus
desejos e capazes de
executar planos para
realizá-los
▪ Desmotivados
▪ Baixos índices de
proficiência, mesmo
recebendo formação
predominante de
aspectos conteudistas
▪ Conectados, mas que
não veem conexão com
a escola
▪ Com comportamentos,
muitas vezes,
agressivos
Estudantes (realidade)
Agenda da Juventude Brasil, SNJ, 2013
5.
Quais os nossosdesejos?
Qualificação dos processos educativos
Professores (desejo)
▪ Engajados
▪ Autônomos
▪ Capazes de conectar os
conhecimentos
acadêmicos ao mundo
contemporâneo e à
realidade local
▪ Capazes de motivar os
estudantes e apoiá-los
a desenvolverem seus
projetos de vida
▪ Desmotivados
▪ Baixa qualificação
▪ Oriundos de um
sistema formativo que
não prepara para o
cotidiano da sala de
aula
▪ Desvalorizados
▪ Muitos com dificuldade
de lidar com o
comportamento dos
estudantes
Professores (realidade)
Pesquisa Conselho de Classe, Fundação Lemann,
6.
Quais os nossosdesejos?
Qualificação dos processos educativos
Gestão da escola
(desejo)
▪ Democrática,
valorizando a
participação da
comunidade escolar
▪ Capaz de mobilizar a
comunidade para um
projeto comum
▪ Capaz de desenvolver
Projetos Pedagógicos
que efetivamente
respondam às
necessidades locais e
dos estudantes
▪ Muitas vezes
autoritária
▪ Sem conseguir
mobilizar a
comunidade escolar,
especialmente os
familiares dos
estudantes
▪ Excessivamente presa
às ações burocráticas e
administrativas,
deixando o trabalho
pedagógico em
segundo plano
Gestão da escola
(realidade)
Observatório do PNE, Todos pela Educação
7.
Educação Integral
Conceito: autorese discussões
Concepção de educação que visa o
desenvolvimento do indivíduo em seus
diversos aspectos: intelectual, afetivo,
físico, social e simbólico.
Que integra os diversos tempos,
espaços e agentes - as crianças e os
jovens, as famílias, as escolas, as
comunidades, as organizações sociais,
as empresas e os governos.
Um processo contínuo: que acontece
em todo lugar, durante toda a vida.
físico
intelectual
afetivo
social
simbólico
A educação integral NÃO é uma modalidade; é um novo paradigma
8.
Educação Integral
Histórico
Na tradiçãoescolar brasileira: expressão que surge a partir de movimentos
político-sociais. Proposta de educação comprometida com a
transformação do sistema de educação.
▪ Constituição Federal de 1988: “É dever da família, da sociedade e do
Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta
prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer,
à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à
convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda
forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e
opressão.” (Redação da Emenda Constitucional nº 65, de 2010).
9.
Educação Integral
Histórico
▪ Leide Diretrizes e Bases (Lei n.º 9394/1996): A Lei de Diretrizes e Bases
(LDB) da Educação foi aprovada em 1996 e, em sua composição, os
artigos 34 e 87 dizem respeito à educação integral. O Artigo II da LDB
afirma que a educação tem como finalidade o pleno desenvolvimento do
educando e prepará-lo para exercitar sua cidadania, o que também prevê
uma educação que dialogue com os diversos setores da sociedade. Já os
artigos 34 e 86 trazem como agenda que o ensino fundamental seja
oferecido em tempo integral de forma progressiva.
“Art. 2º. A educação, dever da família e do Estado,
inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de
solidariedade humana, tem por finalidade o pleno
desenvolvimento do educando, seu preparo para o
exercício da cidadania e sua qualificação para o
trabalho. (…) Art. 34º.§ 2º. O ensino fundamental será
ministrado progressivamente em tempo integral, a
critério dos sistemas de ensino.”
10.
Educação Integral
Principais referências
Pierre-
Joseph
Proudhon
(1809-1865)
Anarquismo
Filósofofrancês que defendia a auto-organização dos
trabalhadores e que estas organizações tivessem
legitimidade para possuir elas próprias os meios de
produção. Compromisso com a transformação social.
Paul Robin
(1837-1912)
Anarquismo
Professor francês que dedicou grande parte de sua vida
à realização de seu projeto de “Educação Integral” com o
Orfanato de Prévost (Cempius, na França, de 1880-1894)
com um modelo de educação cuja preocupação central
era o desenvolvimento pleno da criança.
Ele acreditava que a curiosidade da criança poderia fazer
com que ela buscasse o conhecimento por si mesma.
John Dewey
1859 – 1952
Corrente do
pragmatism
o
Filósofo estadunidense que defendia a democracia e a
liberdade de pensamento como instrumentos para a
formação emocional e intelectual das crianças. Inspirou
teorias como o construtivismo e as bases teóricas dos
Parâmetros Curriculares Nacionais.
11.
Educação Integral
Principais referências
Célestin
Freinet
1896-1966
Anarquismo
Pedagogofrancês que defendia proposta de ensino
baseada na maneira de pensar da criança e de como ela
constrói o conhecimento. Para ele, aprender deveria
passar pela experiência de vida e isso só seria possível
pela ação e o professor atuaria na mediação do trabalho
do aluno e da sua realidade. Desenvolveu atividades
como as aulas-passeio e os jornais de classe.
Anísio
Teixeira
(1900-1971)
Escola Nova
Intelectual, educador e escritor brasileiro
Personagem central na história da educação no Brasil
que nas décadas de 20 e 30 difundiu os pressupostos do
movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a
ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade
de julgamento, em preferência à memorização.
Fundador da Escolas-Parque, em Salvador (1950),
instituição que posteriormente inspiraria o modelo dos
CIEPS, criados por Darcy Ribeiro nos anos 80.
12.
Educação Integral
Principais referências
Movimentode renovação do ensino, com início na
Europa e América do Norte, surgiu no Brasil em 1882,
pelas mãos de Rui Barbosa.
Exerceu grande influência nas mudanças promovidas
no ensino nas décadas de 20 e 30, quando o país
passava por uma série de transformações sociais,
políticas e econômicas.
Ganha impulso em 1932, com o “Manifesto dos
pioneiros de 32” com a defesa da universalização da
escola pública, laica e gratuita.
“Só existirá democracia no Brasil, no dia em que se
montar no país a máquina que prepara as
democracias. Essa máquina é a escola pública”.
(Manifesto dos Pioneiros, 1932).
Participaram intelectuais como: Anísio Teixeira, Rui
Barbosa, Fernando de Azevedo, Cecília Meireles,
Armanda Álvaro Alberto, Darcy Ribeiro, Florestan
Movimento
Escolanovista
1882 -
meados do
séc . XX, no
Brasil
13.
Educação Integral
Principais referências
▪Educador e filósofo
▪ Trabalho de referência na área da educação
popular (alfabetização e a conscientização
política de jovens e adultos);
▪ Secretário municipal da Educação SP (1989 –
1993) e idealizador do MOVA.
▪ Para ele, “todo ato de educação é um ato
político.”
▪ Autor de “Pedagogia do Oprimido”, “Pedagogia
da Autonomia” e outras obras estruturantes
para um conceito denominado de pedagogia
crítica
▪ Sua prática didática fundamentava-se na
crença de que o educando é capaz de criar a
sua própria educação, fazendo ele próprio o
seu caminho, e não seguindo algo previamente
construído (contraposição ao que ele chamava
Paulo Freire
(1921-1997)
Pedagogia Crítica
14.
Educação Integral
Panorama nacional:PNE
Fontes: Observatório do PNE (março de
2014)/ Datafolha e FIS, 2013
PNE
Em 2024, metas:
50% de escolas públicas com matrículas em
educação integral
25% das matrículas em educação integral
E, mais ainda: é uma realidade presente
▪ 63% dos brasileiros, declararam já ter ouvido falar em
Educação Integral.
▪ 90% dos brasileiros entendem que a educação
integral é necessária para o futuro das novas
gerações
15.
MAS, COMO EFETIVAMENTETRANSFORMAR NOSSA REDE?
▪ Precisamos reorganizar a
política educacional de forma
sistêmica e integrada, ao
passo do que for possível
estrutural e financeiramente
▪ A Educação Integral nos
convoca a uma série de
reformulações estruturantes.
16.
▪ Envolvimento detodos os segmentos com os valores e propósitos
que a embasam
▪ A política deve ser construída colaborativamente pelos diferentes
segmentos = papeis e responsabilidades
▪ Comunicação: contínua, objetiva e adequada aos diferentes
segmentos
▪ A transparência das informações e decisões deve permear todo o
processo
▪ As escolas são responsáveis por pactuar a política com a sua
comunidade
COMUNICAÇÃO E ALIANÇAS
17.
▪ Os territóriostêm inúmeras oportunidades educativas = história e
saberes
▪ Aprendizagem = diversidade de oportunidades para além do
ambiente escolar
▪ A articulação das oportunidades educativas deve ser programática
(intencionalidade e desenvolvimento integral) e, portanto, políticas
públicas devem ser integradas ou formuladas
▪ Fortalecimento do tecido associativo entre pessoas e instituições:
os tempos da EI pressupõem a articulação “escola e território”
EDUCAÇÃO NO TERRITÓRIO
18.
▪ Criação decondições para todos os espaços educativos
articulados à política de educação integral
▪ Aspectos centrais: alimentação, cuidados pessoais, transporte,
recursos humanos, infraestrutura escolar e urbana =
desenvolvimento integral.
▪ O acesso à cidade é direito inalienável na Educação Integral =
mobilidade como eixo fundamental
▪ Faixa etária e Acessibilidade
▪ Quadro de funcionários deve atender as novas demandas da EI
▪ Os espaços das escolas devem ser abertos = livre circulação de
INFRAESTRUTURA E RECURSOS
19.
▪ Gestão integradado programa: diferentes secretarias de
governo
▪ A gestão intersetorial = trabalho em rede capaz de desenvolver
o planejamento, monitoramento e avaliação do programa,
inclusive no financiamento
▪ Integração de serviços e atores locais = redes com vistas ao
desenvolvimento integral das pessoas
▪ Mecanismos permanentes de participação da sociedade com o
objetivo de validação e legitimação das ações do programa
▪ O programa deve envolver diversos setores da sociedade, tais
como: universidades, iniciativa privada, coletivos, movimentos
GESTÃO INTERSETORIAL
20.
▪ Processos detomada de decisão participativos e
transparentes
▪ Participação ativa das famílias e comunidades
▪ Processo educativo centrado no estudante
▪ Integração com o território
▪ Oportunidades educativas diversificadas e integradas
ao currículo - novos tempos, espaços, modos, saberes
GESTÃO DA ESCOLA
21.
▪ Superação dalógica de turno e contraturno
▪ Perspectiva transversal do conhecimento = desenvolvimento integral
▪ Contextualizado e pertinente (autonomia da escola)
▪ Diferenças integradas na perspectiva da garantia da equidade e do
respeito aos Direitos Humanos
▪ Articulação intersetorial e participativa na perspectiva da aprendizagem
▪ Valorizar o conhecimento do educando e das comunidades locais
▪ Relevância das oportunidades educativas na perspectiva dos valores
sociais e das habilidades e competências = participação ativa na
sociedade contemporânea
▪ Elementos curriculares: áreas do conhecimento + organização da
escola, agentes envolvidos, práticas pedagógicas e formas de
avaliação
CURRÍCULO TRANSVERSAL
22.
▪ Desenvolvimento integral= rede diversificada de agentes
educativos envolvendo escolas e comunidades
▪ Reconhecimento e incorporação dos saberes comunitários ao
currículo escolar , incorporando novas formas e linguagens
▪ Professores como o articuladores entre os saberes acadêmicos e
os comunitários
▪ Educadores devem trabalhar em rede, ancorados pelo PPP da
escola – considerando todos os profissionais da escola como
parte da Rede de Educadores
▪ Necessidade de profissional responsável por operar a
articulação escola-território
REDE DE EDUCADORES
23.
▪ Todos osagentes envolvidos no programa devem ter acesso a
oportunidades formativas (áreas diferentes – integralidade do
desenvolvimento)
▪ Formação deve ser contínua e em serviço, considerando os
espaços de planejamento coletivo
▪ Aspectos pedagógicos e de gestão de forma interdependente
▪ O processo de avaliação e monitoramento é parte do processo
formativo
▪ Princípios da EI; novas formas de ensinar e aprender, partindo do
repertório dos educadores em formação e em diálogo com a
realidade local
FORMAÇÃO CONTINUADA
24.
▪ Avaliação éprocesso formativo
▪ Avaliar a EI: qualidade dos processos de ensino-aprendizagem,
como também da gestão do programa, da escola e da formação de
educadores
▪ Contemplar os diferentes aspectos do desenvolvimento integral do
estudante
▪ Precisa considerar tanto os processos quanto os resultados:
diagnóstica, contínua e processual, integrante do currículo escolar
e dos mecanismos de gestão do programa
▪ A avaliação da aprendizagem deve servir para revisão dos
métodos, as estratégias e abordagens utilizados pelo professor:
está a serviço da formação do educando e não o inverso
AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO
25.
Educação Integral
Principais programas
ProgramaMais Educação
Ano de criação: 2007
Área de Abrangência: Brasil
▪ Portaria Interministerial nº 17/2007
▪ Ampliação da jornada escolar e reorganização curricular
▪ Processo pedagógico que conecta áreas do saber à
cidadania, ao meio ambiente, direitos humanos, cultura,
artes, saúde e educação econômica
▪ Considerado uma agenda indutora de uma política de
Educação Integral no país
▪ Aumenta a oferta educativa nas escolas públicas por
meio de atividades optativas que foram agrupadas em
macrocampos (Ex. acompanhamento pedagógico e
Comunicação, Uso de Mídias e Cultura Digital e
Tecnológica.)
▪ Presente em 60 mil escolas, atendendo 4,4 milhões de
crianças e jovens com matrículas em tempo integral
26.
Evolução do programaMais Educação
Agenda indutora da educação integral
• 65% deles não pensavam ações de
educação integral antes do Mais
Educação
• 84,5% dos territórios onde a
implementação do programa gerou
uma nova demanda e influenciou o
atendimento voltado para a
integralidade dos indivíduos
• 87,6% dos estados e municípios
afirmam ter incluído as diretrizes do
Mais Educação no seu planejamento
de gestão
Teia UFMG, 2014
2008 2013
27.
Educação Integral
Principais programas
ProgramaEscola Integrada
Ano de criação: 2006
Área de Abrangência: Belo Horizonte (MG)
▪ Objetivo de fortalecer a relação entre escolas e comunidades,
▪ Jornada educativa dos estudantes de 9 horas diárias e integração
do currículo a novas atividades pedagógicas, em diálogo com
formação pessoal, artes, esporte, cultura e lazer
▪ Parques, centros culturais e outros espaços comunitários
recebem os estudantes em parcerias efetivamente colaborativas
▪ Poder público articulado, integrando diferentes secretarias
▪ Cada escola acessa um cardápio de oficinas e seu professor
comunitário (um por unidade) media a relação dos estudantes e
corpo docente com as novas práticas
▪ Escola opera seu orçamento e planejamento pedagógico para o
programa de forma autônoma
▪ Intensa participação das universidades da região tanto na
concepção quanto na execução da proposta
28.
Educação Integral
Principais programas
Centrode Ensino Experimental Ginásio Pernambucano – CEEGP
Ano de criação: 2000
Área de Abrangência: de início Pernambuco, em expansão para
vários estados do país
▪ Anos 2000: processo de revitalização da 2ª escola mais antiga em
atividade no país, o Ginásio Pernambucano. Em 2004, esta passou
a funcionar como Centro de Ensino Experimental
▪ Modelo de educação com inovações em conteúdo, método e
gestão para o ensino médio, orientado por práticas pedagógicas e
de gestão participativas com forte envolvimento dos jovens
atuando como protagonistas do processo educativo
▪ Concebido pelo Instituto de Co- Responsabilidade pela Educação,
opera-se um currículo plenamente integrado entre as diretrizes e
os PCNs e metodologia de elaboração de Projetos de Vida dos
jovens
▪ Atualmente, na região, cerca de 160 escolas operam nesse formato.
Desde 2008 a proposta foi expandida para outras escolas no CE, PI,
SE, SP, GO e nas cidades do Rio de Janeiro, Fortaleza, Sobral e
Recife.
29.
Educação Integral
Principais programas
CentrosEducacionais Unificados (CEUs)
Ano: 2000
Área de Abrangência: São Paulo (SP)
▪ Os centros, que existem até hoje e permaneceram
como política de governos posteriores, têm como
proposta agregar a comunidade do entorno à oferta
de atividades;
▪ São constituídos por creche, educação infantil e
fundamental;
▪ Também congregam estruturas para desenvolver
práticas educacionais, recreativas e culturais no
mesmo espaço da formação escolar;
▪ São operados por estruturas de gestão participativas
que envolvem as comunidades escolares, das ofertas
recreativas, esportivas e culturais e do entorno
30.
Educação Integral
Principais programas
BairroEscola Nova Iguaçu
Ano: 2006 - 2010
Área de Abrangência: Nova Iguaçu (RJ)
▪ No programa, praças, clubes comunitários, teatros e
até as próprias ruas viraram espaços educativos.
▪ Como extensão das salas de aula, esses espaços
eram acionados pelas escolas em parceria com o
governo municipal, oferecendo aos estudantes
outras possibilidades educativas, sempre ancoradas
no currículo e na proposta pedagógica de cada
unidade
▪ Além da reformulação curricular e mudança no papel
dos professores, assumindo dentro da escola, novos
agentes educativos, o Bairro-escola propôs a
reconfiguração da cidade como um todo
▪ O projeto era concebido intersetorialmente e reunia
todas as secretarias sob a agenda da educação
31.
Educação Integral
Principais programas
Tempode escola
Ano: 2010
Área de Abrangência: São Bernardo do Campo (SP)
▪ Programa atende todas as escolas do município
▪ Todas as atividades e oferta de insumos são pensadas para
todos os alunos atendidos no programa
▪ Convênio com instituições locais, responsáveis por apoiar a
diversificação curricular e articulação escola-comunidade
▪ Adequação de escolas e parcerias com espaços ociosos
para gerenciar espaços de atividades das crianças e
adolescentes
▪ Desde a implementação, aplicação de um modelo de
avaliação colaborativo, em que todos os segmentos
envolvidos são convidados a analisar o programa
▪ Articulação intersetorial, incluindo recursos, como chave do
processo: especialmente com as secretarias de cultura,
esporte e lazer e desenvolvimento social.
32.
Educação Integral
Principais programas
Cadaexperiência é sempre única e sempre deve dialogar com as
características e necessidades do território. Contudo, estas e outras
experiências reúnem algumas perspectivas em comum:
Integração
escola-
comunidade
Extensão da
jornada escolar
Gestão escolar
participativa
Formação de
todos os
envolvidos no
programa
Qualificação dos
espaços públicos para
fins educacionais
Centralidade do
estudante
#5 Acesse a pesquisa na íntegra: http://fundacaolemann.org.br/novidades/a-visao-dos-professores-sobre-a-educacao-no-brasil
#6 Vale conferir o site todo, mas nos baseamos nos textos da meta 19: http://www.observatoriodopne.org.br/metas-pne/19-gestao-democratica
#7 Começamos a apresentação discutindo o conceito geral de educação integral. Neste slide, vale pontuar o entendimento da rede sobre o tema e a diferenciação entre educação integral e educação em tempo integral
#15 Os próximos slides trarão os princípios orientadores do Educação Integral na Prática. A ideia é que esses dados e conceitos sejam adaptados ao conceito da rede.
#23 O programa de EI pode contribuir com a formação inicial dos professores ao aproximar as escolas das universidades
#24 Produto de trabalho do professor não é a aula, é a aprendizagem do educando
#25 Mais informações ficam disponíveis no site do Ministério: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=16690&Itemid=1115
#26 Este slide mostra dados de evolução do programa. Acesse mais dados neste site: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21094 e na reportagem: http://educacaointegral.org.br/noticias/seminario-internacional-de-educacao-integral-pesquisadores-apresentam-pesquisa-sobre-mais-educacao/
#27 A experiência detalhada pode ser acessada aqui: http://educacaointegral.org.br/experiencias/gestao-publica-criou-programa-verdadeiramente-intersetorial/
#28 Mais informações sobre a experiência: http://www.icebrasil.org.br/wordpress/index.php/instituto/historico/ e http://educacaointegral.org.br/experiencias/escola-estadual-professor-antonio-alves-cruz-sp-busca-dar-sentido-ao-ensino-medio-torna-estudantes-protagonistas/
#29 Mais informações: http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Anonimo/CEU/apresentacao.aspx
#30 Acesse a experiência detalhada: http://educacaointegral.org.br/experiencias/articulacao-intersetorial-transformou-uma-comunidade/
#31 Acesse a experiência detalhada: http://educacaointegral.org.br/experiencias/programa-tempo-de-escola-de-sao-bernardo-do-campo-aproveita-variados-espacos-da-cidade/
#32 Cada experiência se deu de uma forma, mas todas reúnem alguns pontos em comum. Além das apresentadas, recomendamos acessar a seção experiências do Centro de Referências em Educação Integral, que detalha programas de diferentes regiões do país: http://educacaointegral.org.br/experiencias/