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“  A música passa uma mensagem e revela a forma de vida mais nobre, a qual a humanidade almeja, ela demonstra emoção, não ocorrendo apenas no inconsciente, mas toma conta das pessoas, envolvendo-as trazendo lucidez à consciência.”
2. O que é a Musicoterapia?  1. Introdução 3. Um pouco de História… 4. Quem são os profissionais que desenvolvem esta terapia? 6. Vantagens e mais-valias  7. Contra-Indicações e Precauções 8. Métodos Utilizados 9. A que áreas se adequa esta terapia? 10. Princípios Básicos da Musicoterapia 5. Quem pode usufruir desta terapia? 11. Efeitos e Qualidades da Música 12. Musicoterapia no tratamento de crianças com perturbação no espectro do autismo 13. Conclusão 14. Referências Bibliográficas
A música, ao fazer parte da nossa História, também faz parte do nosso processo dinâmico de identidade. Esta tem significado para cada pessoa na medida em que se vincula à experiência vivida, passada e/ou presente. Estes significados são assim, sociais e singulares, criados e recriados nas relações e acções vividas e experimentadas. A musicoterapia é  a junção de um conjunto de metodologias técnicas e música, som e ritmo, elementos desencadeadores de efeitos sobre a mente. Deste modo, é nosso objectivo dar a conhecer esta técnica, assim como os seus pressupostos.
É a utilização da música e/ou de seus elementos, num processo sistematizado de forma a facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e organização de processos psíquicos de um ou mais indivíduos. (Federação Mundial de Musicoterapia)
Fig. 1, 2 e 3 – Musicoterapia aplicada às crianças
O som e a música têm acompanhado o homem na sua viagem pela História, desde as primeiras percepções intra-uterinas até à sua morte. A musicoterapia é conhecida desde a antiguidade e utilizada desde os anos 40 como um ramo da medicina.
Foram os EUA o país que contou com a primeira associação para impulsionar este ramo da ciência, com a «National Society for Musical Therapeutics», fundada pela pioneira Eva Augusta Vescelius. Em 1950 foi fundada a «National Association for Music Therapy». Na actualidade existem, em todo o mundo, mais de 66 associações profissionais.
Na actualidade existem, em todo o mundo, mais de 66 associações profissionais. Na Europa foi fundada European Music Therapy Confederation, que desde 2004 é a única associação europeia reconhecida pela União Europeia para trabalhar sobre o  reconhecimento e desenvolvimento dos musicoterapeutas europeus.
Em Portugal existe a «Associação Portuguesa de Musicoterapia», fundada em Janeiro de 1996. Fig. 4 – Símbolo da APMT Fig. 5 – Símbolo da  Associação Americana de Musicoterapia
A musicoterapia pode ser desenvolvida por uma equipa de saúde multidisciplinar, constituída por musicoterapeutas, por terapeutas ocupacionais, psicólogos, educadores, médicos e fonoaudiólogos. Nesta terapia pode e deve unir-se à expressão corporal, pois os sons podem causar no ser humano efeitos calmantes ou excitantes.
A Musicoterapia destina-se especialmente a pessoas com problemas de relacionamento, comunicação, comportamento e integração social, podendo ser aplicada a idosos, adultos, adolescentes, crianças e grávidas e, no que respeita ao seu espaço físico, em instituições de saúde física e mental, educação, intervenção comunitária e reabilitação.
Fig. 6, 7, 8, 9 – Musicoterapia aplicada a idosos, a grávidas, a bebés e a crianças portadores de deficiências
A musicoterapia: Activa a mente, estimula a nossa criatividade, produtividade e inteligência; Ajuda a aumentar os níveis de concentração e atenção; Melhora o nosso estado de espírito e de humor; Reduz os níveis de ansiedade e de stress; Distrai-nos das dores, reduzindo-as até diminui a tensão arterial, o ritmo cardíaco e a taxa de respiração; Eficaz no tratamento de insónias;
Um excelente aliado na reabilitação física de doentes; Melhora o estado de espírito e a mobilidade dos doentes com Parkinson; Diminui as náuseas durante a quimioterapia; Reduz a quantidade de sedativos e analgésicos durante e depois de uma intervenção cirúrgica; Ajuda a reduzir o tempo de permanência de um paciente no hospital; Abre os canais de comunicação de pessoas com perturbações psíquicas (retracção, inibições, repressão, negação ou dissociação de sentimentos).
A maioria da música do nosso tempo carece da presença do elemento afectivo -melódico. Baseia-se no ritmo, no volume e na distorção dos sons, isto é produz uma deterioração no equilíbrio emocional e da personalidade.  Temos que considerar que em determinados casos a música produz alegria e estimula o movimento intensivo, mas o abuso pode criar desequilíbrios e produzir efeitos negativos.
A música electrónica tem que ser tratada com cuidado, uma vez que em alguns casos pode ter efeitos sedativos e noutros, como em algumas deficiências mentais, pode ser alucinogénio.  A prática vocal, instrumental ou de movimento tem que ser continua, mas pode  produzir desequilíbrios, devido a um esforço excessivo. Se submetemos uma criança a obras ou exercícios que ultrapassem as suas capacidades, pode produzir ansiedade, causando desequilíbrio, cefaleias, entre outros.
 
Quando se adopta este método é o musicoterapeuta toca para o paciente. É um método direccionado a pacientes com grandes dificuldades motoras.  Fig.10 – Método Receptivo no qual o terapeuta toca para o paciente
Neste método, o terapeuta incentiva o próprio paciente a que este toque os instrumentos musicais, cante, dance ou realize outras actividades, tendo sempre a ajuda/auxílio do especialista.  Fig.11 – Método Activo no qual o paciente toca instrumentos musicais, canta, dança com o auxilio do terapeuta
 
Teoria grega do «ethos» O organismo como um todo, de Altshuler Princípio Homeostático, de Altshuler Princípio de «Iso», de Altshuter Princípio de Libertação, de Cid Princípio de Compensação, de Poch Princípio de Prazer, de Altshuler
Refere-se à capacidade que a música possuí para provocar estados de ânimo. Para Platão, o que faz que percebamos um som como harmónico ou «desarmónico» depende da semelhança ou da compatibilidade dos sons musicais e os movimentos musicais em nós. Fig.12 – Platão ( 428 a.C. -  348 a.C.)
As artes – e especialmente a música – movem o organismo na sua totalidade. Por exemplo, o ritmo move, especialmente, a parte fisiológica sendo que a sua influência se estende à parte emocional e a todo o nosso ser.
A música não só é útil ao compositor – ajudando-o a sublimar os seus instintos – mas também o intérprete e o ouvinte.  Cada um vê-se afectado pela mesma composição mas em graus diferentes. Os efeitos nunca podem ser previsíveis, aí reside a dificuldade da musicoterapia.
“ A música e as artes foram consideradas tradicionalmente como contribuições importantes a uma homeostasia social, intelectual, estética e espiritual, como um padrão auto-curativo  perfeitamente operante e existente, mas menos visível ao experimentador.”.
“ Iso” significa igual em grego. Altshuter comprovou que usando música idêntica ao estado de ânimo do paciente e ao seu “tempo” mental esta lhe era útil para facilitar a resposta mental e emocional do mesmo.
Altshuter através deste princípio concluiu que em pacientes deprimidos, a música triste funcionava melhor, sendo que em pacientes maníacos ou em estados de exaltação e euforia contactavam com uma música alegre.
A música é a que melhor pode resistir às forças negativas derivadas da institucionalização do doente mental. A música possui um poder para revelar a nossa fantasia, ajuda a evadir-nos da realidade, sendo que é o melhor remédio perante a fadiga originada pelo trabalho e a rotina.
Parece que todos procuramos na música aquilo de que carecemos num momento determinado. Se estamos cansados, procuramos descanso, se nos encontramos tristes, queremos alegrar-nos, se estamos sós procuramos sentir-nos acompanhados. Enfim, procuramos na música inspiração, energia, serenidade, quietude, alegria, possibilidade de descarregar todos os nossos sentimentos
“ Porque é que a música afecta o ser humano?” “ Porque a melodia e o ritmo, colocados numa certa ordem, produzem prazer.” A música tem a propriedade de atrair a atenção ao apelar ao princípio do prazer.
Efeitos bioquímicos:  A  música  actua  sobre  a  bioquímica  do  nosso  organismo,  positiva ou negativamente,  de acordo  com  o tipo de música escutado. Certas  notas  musicais afectam os aminoácidos  de  uma  proteína  das  plantas  e  em  consequência  as  plantas  crescem  mais rapidamente.  A  música  sedativa  pode  estimular  a  libertação  de  hormonas,  tais  como  as endorfinas,  as  quais  por  sua  vez  actuam  sobre  receptores  específicos  do  cérebro  e  sobre neurotransmissores o que pode levar ao alívio da dor.
Efeitos fisiológicos: A música afecta a pressão sanguínea, a velocidade do sangue e o fenómeno eléctrico do músculo cardíaco. O tipo de música não é a variável mais importante, mas especialmente o interesse do ouvinte pela música que escuta ou o grau de apreço que lhe merece. Respostas musculares e motoras: A música estimulante aumenta a actividade muscular, enquanto a música sedativa possui efeitos relaxantes.
Respostas Cerebrais: Segundo Campbell, a música possui um modo desconhecido de actuar para activar os neurónios que actuam no relaxamento da tensão muscular, da pulsação e na evocação de recordações antigas.  Segundo a teoria de Sperry, o hemisfério cerebral direito “ é claramente superior ao hemisfério cerebral esquerdo em muitos aspectos, especialmente ao  que concerne  à capacidade  para  pensamento  concreto,  consciência  espacial  e  compreensão  de  relações complexas”. O hemisfério direito  também superior na interpretação de  impressões  auditivas, na discriminação de vozes, na entoação e em experiências musicais.
Efeitos psicológicos: A música actua sobre o nosso sistema nervoso central e pode produzir efeitos sedativos, estimulantes, deprimentes, de alegria, entre outros. Esta facilita o processo de aprendizagem porque activa um enorme número de neurónios. Fig. 13 – Relação entre o cérebro e a música
Efeitos Sociais:  A música é agente de socialização. Ajuda a provocar expressão e coesão entre grupos. Efeitos espirituais: A música foi utilizada na liturgia de todas as religiões desde sempre porque pode sugerir  sentimentos  sobrenaturais  e  espirituais  que  ajudam  o  ser  humano  como meio de sobrepor-se ao vazio,  solidão e ao medo ou ajuda a encontrar sentido à sua vida, a sugerir-lhe realidades espirituais, a  pôr-se em contacto com a divindade.
As crianças com perturbação do espectro do autismo, especialmente nas primeiras etapas, podem recusar ou ignorar qualquer tipo de contacto com outra pessoa, inclusive com o terapeuta. No entanto, um instrumento musical pode servir de intermediário efectivo entre o paciente e o terapeuta, oferecendo-lhe um ponto de contacto inicial.
Por outro lado, descreveu-se que a música e a musicoterapia podem ser muito efectivas em reforçar e mudar o comportamento social da criança com perturbação do espectro do autismo. Na área da comunicação, a musicoterapia facilita o processo da fala e vocalização, estimulando o processo mental relativamente a aspectos como conceitualização, simbolismo e compreensão.  Adicionalmente, regula o comportamento sensitivo e motor, o qual está frequentemente alterado na criança com perturbação do espectro do autismo.
Neste sentido, a música com actividade rítmica é efectiva em reduzir comportamentos estereotipados. Por último, a musicoterapia facilita a criatividade e promove a satisfação emocional. Fig. 14- Criança com perturbação no espectro do autismo
A terapia através da música é uma nova estratégia com enormes potencialidades no tratamento de crianças com perturbação do espectro do autismo. A música é um instrumento dinâmico que ajuda no tratamento das necessidades sensoriais da integração.
Em musicoterapia utiliza-se a música para trabalhar objectivos não musicais, através da participação do paciente em experiências musicais terapêuticas, dentro de um plano de trabalho sistemático e organizado, que implica a utilização de métodos e técnicas específicos de trabalho e avaliação. A musicoterapia pode influir directa ou indirectamente sobre o bem-estar emocional, relações interpessoais, desenvolvimento pessoal, autodeterminação, inclusão social e direitos.
Faculdade de Ciências da Saúde (Universidade da Beira Interior) - Musicoterapia no Tratamento de crianças com Perturbações no Espectro do Austimo - acedido a 4 de Novembro de 2010 em,  http://www.fcsaude.ubi.pt/thesis/upload/118/763/marisapadilhadissert.pdf Associação Portuguesa de Musicoterapia – Musicoterapia – acedido a 5 de Novembro de 2010 em,  http://musicoterapia.com.sapo.pt/ Apoio séc. XXI – Funções e finalidades da Musicoterapia – acedido em 5 de Novembro de 2010 em,  http://www.apoioxxi.com/?s=5&ss=26 World Federation of Music Therapy – Musicoterapia – acedido em 5 de Novembro de 2010 em,  http://www.wfmt.info/Musictherapyworld/ MMB Music – Imagens Musicoterapia – acedido em 5 de Novembro de 2010 em,  http://www.mmbmusic.com/AboutMMB/AboutMMB.aspx American Association of Music Theraphy – Musicoterapia – acedido a 5 de Novembro de 2010 em,  http://www.musictherapy.org/about_ind.html Escola profissional de Jazz do Norte – Musicoterapia – acedido a 5 de Novembro de 2010 em,  http://www.jazzaonorte.com/Musicoterapia/Apresenta.asp

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Musicoterapia

  • 1. “ A música passa uma mensagem e revela a forma de vida mais nobre, a qual a humanidade almeja, ela demonstra emoção, não ocorrendo apenas no inconsciente, mas toma conta das pessoas, envolvendo-as trazendo lucidez à consciência.”
  • 2. 2. O que é a Musicoterapia? 1. Introdução 3. Um pouco de História… 4. Quem são os profissionais que desenvolvem esta terapia? 6. Vantagens e mais-valias 7. Contra-Indicações e Precauções 8. Métodos Utilizados 9. A que áreas se adequa esta terapia? 10. Princípios Básicos da Musicoterapia 5. Quem pode usufruir desta terapia? 11. Efeitos e Qualidades da Música 12. Musicoterapia no tratamento de crianças com perturbação no espectro do autismo 13. Conclusão 14. Referências Bibliográficas
  • 3. A música, ao fazer parte da nossa História, também faz parte do nosso processo dinâmico de identidade. Esta tem significado para cada pessoa na medida em que se vincula à experiência vivida, passada e/ou presente. Estes significados são assim, sociais e singulares, criados e recriados nas relações e acções vividas e experimentadas. A musicoterapia é a junção de um conjunto de metodologias técnicas e música, som e ritmo, elementos desencadeadores de efeitos sobre a mente. Deste modo, é nosso objectivo dar a conhecer esta técnica, assim como os seus pressupostos.
  • 4. É a utilização da música e/ou de seus elementos, num processo sistematizado de forma a facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e organização de processos psíquicos de um ou mais indivíduos. (Federação Mundial de Musicoterapia)
  • 5. Fig. 1, 2 e 3 – Musicoterapia aplicada às crianças
  • 6. O som e a música têm acompanhado o homem na sua viagem pela História, desde as primeiras percepções intra-uterinas até à sua morte. A musicoterapia é conhecida desde a antiguidade e utilizada desde os anos 40 como um ramo da medicina.
  • 7. Foram os EUA o país que contou com a primeira associação para impulsionar este ramo da ciência, com a «National Society for Musical Therapeutics», fundada pela pioneira Eva Augusta Vescelius. Em 1950 foi fundada a «National Association for Music Therapy». Na actualidade existem, em todo o mundo, mais de 66 associações profissionais.
  • 8. Na actualidade existem, em todo o mundo, mais de 66 associações profissionais. Na Europa foi fundada European Music Therapy Confederation, que desde 2004 é a única associação europeia reconhecida pela União Europeia para trabalhar sobre o reconhecimento e desenvolvimento dos musicoterapeutas europeus.
  • 9. Em Portugal existe a «Associação Portuguesa de Musicoterapia», fundada em Janeiro de 1996. Fig. 4 – Símbolo da APMT Fig. 5 – Símbolo da Associação Americana de Musicoterapia
  • 10. A musicoterapia pode ser desenvolvida por uma equipa de saúde multidisciplinar, constituída por musicoterapeutas, por terapeutas ocupacionais, psicólogos, educadores, médicos e fonoaudiólogos. Nesta terapia pode e deve unir-se à expressão corporal, pois os sons podem causar no ser humano efeitos calmantes ou excitantes.
  • 11. A Musicoterapia destina-se especialmente a pessoas com problemas de relacionamento, comunicação, comportamento e integração social, podendo ser aplicada a idosos, adultos, adolescentes, crianças e grávidas e, no que respeita ao seu espaço físico, em instituições de saúde física e mental, educação, intervenção comunitária e reabilitação.
  • 12. Fig. 6, 7, 8, 9 – Musicoterapia aplicada a idosos, a grávidas, a bebés e a crianças portadores de deficiências
  • 13. A musicoterapia: Activa a mente, estimula a nossa criatividade, produtividade e inteligência; Ajuda a aumentar os níveis de concentração e atenção; Melhora o nosso estado de espírito e de humor; Reduz os níveis de ansiedade e de stress; Distrai-nos das dores, reduzindo-as até diminui a tensão arterial, o ritmo cardíaco e a taxa de respiração; Eficaz no tratamento de insónias;
  • 14. Um excelente aliado na reabilitação física de doentes; Melhora o estado de espírito e a mobilidade dos doentes com Parkinson; Diminui as náuseas durante a quimioterapia; Reduz a quantidade de sedativos e analgésicos durante e depois de uma intervenção cirúrgica; Ajuda a reduzir o tempo de permanência de um paciente no hospital; Abre os canais de comunicação de pessoas com perturbações psíquicas (retracção, inibições, repressão, negação ou dissociação de sentimentos).
  • 15. A maioria da música do nosso tempo carece da presença do elemento afectivo -melódico. Baseia-se no ritmo, no volume e na distorção dos sons, isto é produz uma deterioração no equilíbrio emocional e da personalidade. Temos que considerar que em determinados casos a música produz alegria e estimula o movimento intensivo, mas o abuso pode criar desequilíbrios e produzir efeitos negativos.
  • 16. A música electrónica tem que ser tratada com cuidado, uma vez que em alguns casos pode ter efeitos sedativos e noutros, como em algumas deficiências mentais, pode ser alucinogénio. A prática vocal, instrumental ou de movimento tem que ser continua, mas pode produzir desequilíbrios, devido a um esforço excessivo. Se submetemos uma criança a obras ou exercícios que ultrapassem as suas capacidades, pode produzir ansiedade, causando desequilíbrio, cefaleias, entre outros.
  • 17.  
  • 18. Quando se adopta este método é o musicoterapeuta toca para o paciente. É um método direccionado a pacientes com grandes dificuldades motoras. Fig.10 – Método Receptivo no qual o terapeuta toca para o paciente
  • 19. Neste método, o terapeuta incentiva o próprio paciente a que este toque os instrumentos musicais, cante, dance ou realize outras actividades, tendo sempre a ajuda/auxílio do especialista. Fig.11 – Método Activo no qual o paciente toca instrumentos musicais, canta, dança com o auxilio do terapeuta
  • 20.  
  • 21. Teoria grega do «ethos» O organismo como um todo, de Altshuler Princípio Homeostático, de Altshuler Princípio de «Iso», de Altshuter Princípio de Libertação, de Cid Princípio de Compensação, de Poch Princípio de Prazer, de Altshuler
  • 22. Refere-se à capacidade que a música possuí para provocar estados de ânimo. Para Platão, o que faz que percebamos um som como harmónico ou «desarmónico» depende da semelhança ou da compatibilidade dos sons musicais e os movimentos musicais em nós. Fig.12 – Platão ( 428 a.C. - 348 a.C.)
  • 23. As artes – e especialmente a música – movem o organismo na sua totalidade. Por exemplo, o ritmo move, especialmente, a parte fisiológica sendo que a sua influência se estende à parte emocional e a todo o nosso ser.
  • 24. A música não só é útil ao compositor – ajudando-o a sublimar os seus instintos – mas também o intérprete e o ouvinte. Cada um vê-se afectado pela mesma composição mas em graus diferentes. Os efeitos nunca podem ser previsíveis, aí reside a dificuldade da musicoterapia.
  • 25. “ A música e as artes foram consideradas tradicionalmente como contribuições importantes a uma homeostasia social, intelectual, estética e espiritual, como um padrão auto-curativo perfeitamente operante e existente, mas menos visível ao experimentador.”.
  • 26. “ Iso” significa igual em grego. Altshuter comprovou que usando música idêntica ao estado de ânimo do paciente e ao seu “tempo” mental esta lhe era útil para facilitar a resposta mental e emocional do mesmo.
  • 27. Altshuter através deste princípio concluiu que em pacientes deprimidos, a música triste funcionava melhor, sendo que em pacientes maníacos ou em estados de exaltação e euforia contactavam com uma música alegre.
  • 28. A música é a que melhor pode resistir às forças negativas derivadas da institucionalização do doente mental. A música possui um poder para revelar a nossa fantasia, ajuda a evadir-nos da realidade, sendo que é o melhor remédio perante a fadiga originada pelo trabalho e a rotina.
  • 29. Parece que todos procuramos na música aquilo de que carecemos num momento determinado. Se estamos cansados, procuramos descanso, se nos encontramos tristes, queremos alegrar-nos, se estamos sós procuramos sentir-nos acompanhados. Enfim, procuramos na música inspiração, energia, serenidade, quietude, alegria, possibilidade de descarregar todos os nossos sentimentos
  • 30. “ Porque é que a música afecta o ser humano?” “ Porque a melodia e o ritmo, colocados numa certa ordem, produzem prazer.” A música tem a propriedade de atrair a atenção ao apelar ao princípio do prazer.
  • 31. Efeitos bioquímicos: A música actua sobre a bioquímica do nosso organismo, positiva ou negativamente, de acordo com o tipo de música escutado. Certas notas musicais afectam os aminoácidos de uma proteína das plantas e em consequência as plantas crescem mais rapidamente. A música sedativa pode estimular a libertação de hormonas, tais como as endorfinas, as quais por sua vez actuam sobre receptores específicos do cérebro e sobre neurotransmissores o que pode levar ao alívio da dor.
  • 32. Efeitos fisiológicos: A música afecta a pressão sanguínea, a velocidade do sangue e o fenómeno eléctrico do músculo cardíaco. O tipo de música não é a variável mais importante, mas especialmente o interesse do ouvinte pela música que escuta ou o grau de apreço que lhe merece. Respostas musculares e motoras: A música estimulante aumenta a actividade muscular, enquanto a música sedativa possui efeitos relaxantes.
  • 33. Respostas Cerebrais: Segundo Campbell, a música possui um modo desconhecido de actuar para activar os neurónios que actuam no relaxamento da tensão muscular, da pulsação e na evocação de recordações antigas. Segundo a teoria de Sperry, o hemisfério cerebral direito “ é claramente superior ao hemisfério cerebral esquerdo em muitos aspectos, especialmente ao que concerne à capacidade para pensamento concreto, consciência espacial e compreensão de relações complexas”. O hemisfério direito também superior na interpretação de impressões auditivas, na discriminação de vozes, na entoação e em experiências musicais.
  • 34. Efeitos psicológicos: A música actua sobre o nosso sistema nervoso central e pode produzir efeitos sedativos, estimulantes, deprimentes, de alegria, entre outros. Esta facilita o processo de aprendizagem porque activa um enorme número de neurónios. Fig. 13 – Relação entre o cérebro e a música
  • 35. Efeitos Sociais: A música é agente de socialização. Ajuda a provocar expressão e coesão entre grupos. Efeitos espirituais: A música foi utilizada na liturgia de todas as religiões desde sempre porque pode sugerir sentimentos sobrenaturais e espirituais que ajudam o ser humano como meio de sobrepor-se ao vazio, solidão e ao medo ou ajuda a encontrar sentido à sua vida, a sugerir-lhe realidades espirituais, a pôr-se em contacto com a divindade.
  • 36. As crianças com perturbação do espectro do autismo, especialmente nas primeiras etapas, podem recusar ou ignorar qualquer tipo de contacto com outra pessoa, inclusive com o terapeuta. No entanto, um instrumento musical pode servir de intermediário efectivo entre o paciente e o terapeuta, oferecendo-lhe um ponto de contacto inicial.
  • 37. Por outro lado, descreveu-se que a música e a musicoterapia podem ser muito efectivas em reforçar e mudar o comportamento social da criança com perturbação do espectro do autismo. Na área da comunicação, a musicoterapia facilita o processo da fala e vocalização, estimulando o processo mental relativamente a aspectos como conceitualização, simbolismo e compreensão. Adicionalmente, regula o comportamento sensitivo e motor, o qual está frequentemente alterado na criança com perturbação do espectro do autismo.
  • 38. Neste sentido, a música com actividade rítmica é efectiva em reduzir comportamentos estereotipados. Por último, a musicoterapia facilita a criatividade e promove a satisfação emocional. Fig. 14- Criança com perturbação no espectro do autismo
  • 39. A terapia através da música é uma nova estratégia com enormes potencialidades no tratamento de crianças com perturbação do espectro do autismo. A música é um instrumento dinâmico que ajuda no tratamento das necessidades sensoriais da integração.
  • 40. Em musicoterapia utiliza-se a música para trabalhar objectivos não musicais, através da participação do paciente em experiências musicais terapêuticas, dentro de um plano de trabalho sistemático e organizado, que implica a utilização de métodos e técnicas específicos de trabalho e avaliação. A musicoterapia pode influir directa ou indirectamente sobre o bem-estar emocional, relações interpessoais, desenvolvimento pessoal, autodeterminação, inclusão social e direitos.
  • 41. Faculdade de Ciências da Saúde (Universidade da Beira Interior) - Musicoterapia no Tratamento de crianças com Perturbações no Espectro do Austimo - acedido a 4 de Novembro de 2010 em, http://www.fcsaude.ubi.pt/thesis/upload/118/763/marisapadilhadissert.pdf Associação Portuguesa de Musicoterapia – Musicoterapia – acedido a 5 de Novembro de 2010 em, http://musicoterapia.com.sapo.pt/ Apoio séc. XXI – Funções e finalidades da Musicoterapia – acedido em 5 de Novembro de 2010 em, http://www.apoioxxi.com/?s=5&ss=26 World Federation of Music Therapy – Musicoterapia – acedido em 5 de Novembro de 2010 em, http://www.wfmt.info/Musictherapyworld/ MMB Music – Imagens Musicoterapia – acedido em 5 de Novembro de 2010 em, http://www.mmbmusic.com/AboutMMB/AboutMMB.aspx American Association of Music Theraphy – Musicoterapia – acedido a 5 de Novembro de 2010 em, http://www.musictherapy.org/about_ind.html Escola profissional de Jazz do Norte – Musicoterapia – acedido a 5 de Novembro de 2010 em, http://www.jazzaonorte.com/Musicoterapia/Apresenta.asp