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                                               MÓDULO 9

    ANÁLISE DE CONFIABILIDADE DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO RADIAIS


9.1 – Introdução

O sistema de distribuição de energia elétrica é responsável pela integração entre os sistemas
de grande porte, formados pela geração e a transmissão, e os consumidores finais. Reconheci-
damente, as falhas na distribuição afetam pontos localizados do sistema, ao contrário das fa-
lhas nos sistemas de geração e transmissão, que normalmente acarretam no desligamento de
uma grande quantidade de consumidores.

Inicialmente, a afirmação acima pode causar a impressão de que as falhas na distribuição não
afetam sensivelmente o sistema. No entanto, cerca de 90% das interrupções percebidas pelos
consumidores provém de falhas na rede de distribuição, justificando o estudo de confiabilida-
de para este segmento do sistema elétrico.

De um modo geral, com a reestruturação do setor elétrico, as distribuidoras passam a comprar
a energia por intermédio de leilões e distribuí-la para seus consumidores. Neste ambiente, as
companhias sentem a constante necessidade de reduzir custos, o que, geralmente conduz a
uma deterioração no nível de confiabilidade. Para controlar tal situação, as agências regulado-
ras definem níveis de desempenho para os sistemas e fiscalizam a atuação das companhias de
distribuição.

No Brasil, a regulamentação vigente é definida pela Resolução Normativa No. 24, publicada
pela ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, em 27 de Janeiro de 2000. O referido
documento estabelece os padrões e metas para os indicadores de continuidade que devem ser
seguidos pelas distribuidoras, bem como a forma de pagamento das multas a serem aplicadas
nos casos de violação dos limites previamente estabelecidos.

Para operar de maneira satisfatória, as distribuidoras devem ser capazes de avaliar seus siste-
mas de forma preditiva, buscando identificar os pontos mais susceptíveis a falhas e as melho-
res alternativas para reforço e expansão de sua rede. Neste contexto, a análise de confiabilida-
de torna-se uma ferramenta indispensável na avaliação de índices de desempenho dos siste-
mas de distribuição.

Neste módulo será apresentada uma técnica analítica1 para a avaliação de confiabilidade de
sistemas de distribuição radiais, através de indicadores de freqüência e duração. Por se consi-
derarem apenas sistemas radiais, a lógica para a identificação de falhas passivas e ativas trata-
da no Módulo 8 pode ser resumida à montagem de uma tabela, onde são enumeradas as falhas
dos componentes do sistema e suas contribuições para a freqüência, duração média das falhas
e indisponibilidade do sistema. O exemplo apresentado a seguir ilustra o método.


1
  Apesar de não ser objeto de estudo deste curso, deve-se destacar a utilização de métodos baseados em simula-
ção Monte Carlo (não-seqüencial ou cronológica) para a avaliação de confiabilidade em sistemas de distribuição.
Entre as vantagens obtidas com a utilização da simulação, podem-se citar a possibilidade de consideração de
tempos de funcionamento e reparo não-exponenciais e a determinação de funções densidade de probabilidade
para os índices de desempenho. Em contrapartida, tais métodos demandam maior esforço computacional.


                                                                       Prof. João Guilherme de Carvalho Costa
                                                            Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
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9.2 – Exemplo

Considere o sistema de distribuição da figura abaixo e os seguintes dados:

Tronco                Ramais                Disjuntor               Transformadores                Tempo de manobra
λT = 0,5 f/a.km       λR = 1 f/a.km         λDA = 0,08 f/a          λTR = 0,02 f/a                 s = 0,5 h
rT = 1,5 h            rR = 2 h              λDP = 0,02 f/a          TSubTR = 3 h
                                            TSubD = 1 h

                                                              T2
                                 D                           8 km



                                                         TR1
                                            R1                        R2                     R3
                                           2 km                      3 km                   1 km           TR4
                                                                 C1
                                                             (15 cons.)              TR3
                                                                                                                   C4
                                                                                                               (30 cons.)
                                                         TR2                              C3
                                                                                      (25 cons.)

                                                                 C2
                                                             (20 cons.)


Avaliar a freqüência, a duração média das falhas e a indisponibilidade do sistema em relação a todos os pontos de consumo.


                                                                                                                  Prof. João Guilherme de Carvalho Costa
                                                                                                       Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
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A Tabela abaixo ilustra o cálculo.




                    C1 (15 consumidores)          C2 (20 consumidores)         C3 (25 consumidores)              C4 (30 consumidores)
Componente
                 λ (f/a)    r (h)    U (h/a)   λ (f/a)    r (h)   U (h/a)   λ (f/a)    r (h)     U (h/a)      λ (f/a)      r (h)      U (h/a)
      D           0,1         1       0,1        0,1       1       0,1        0,1       1         0,1           0,1          1          0,1
      T             4        1,5       6          4       1,5       6          4       1,5         6             4          1,5          6
      R1            2         2        4          2        2        4          -        -           -            -           -            -
      R2            -         -         -         -        -         -         3        2          6             -           -            -
      R3            -         -         -         -        -         -         -        -           -            1           2           2
     TR1          0,02        3       0,06        -        -         -         -        -           -            -           -            -
     TR2            -         -         -       0,02       3       0,06        -        -           -            -           -            -
     TR3            -         -         -         -        -         -       0,02       3         0,06           -           -            -
     TR4            -         -         -         -        -         -         -        -           -          0,02          3          0,06
   Sistema        6,12      1,66     10,16      6,12      1,66     10,16     7,12      1,71       12,16        5,12        1,59         8,16




                                                                                                          Prof. João Guilherme de Carvalho Costa
                                                                                               Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
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9.3 – Indicadores de Continuidade

A Resolução 24 da ANEEL define indicadores de continuidade individuais FIC, DIC e DMIC
e indicadores de continuidade de conjunto FEC e DEC2. Uma vez feita a leitura da resolução,
será possível observar que os indicadores apresentados são calculados com base na observa-
ção do desempenho passado do sistema, e, portanto, representam indicadores históricos.

Contudo, como o objetivo deste módulo é propiciar o cálculo de valores médios para os indi-
cadores de desempenho futuro do sistema, deve-se fazer a correspondência entre estes e os
identificados na tabela de índices de freqüência e duração. Neste caso, observe que:

•   Índice FIC:

    O FIC corresponde ao número médio de interrupções por ano sofridas pelas unidades con-
    sumidoras alimentadas a partir do ponto de carga “i”. Assim:

    FICi = λ i .                                                                                         (1)

•   Índice DIC:

    O DIC corresponde ao total de horas por ano durante as quais os consumidores conectados
    ao ponto de consumo “i” ficam interrompidos. Assim:

    DICi = U i .                                                                                         (2)

•   Índice FEC:

    O FEC indica o número médio de interrupções por ano sofridas pelas unidades consumi-
    doras de um determinado conjunto. Neste caso:

             Np
             ∑ λ i Ci
    FEC = i =1                                                                                           (3)
             CC

    onde Ci é o número de unidades consumidores instaladas no ponto de carga i, CC é o no
    total de unidades consumidoras do conjunto e Np é o no de pontos de carga do conjunto.

•   Índice DEC:

    De forma semelhante, o DEC indica o número médio de horas por ano que cada unidade
    consumidora de um conjunto fica interrompida. Matematicamente:

              Np
             ∑ U i Ci
    DEC = i =1          .                                                                                (4)
              CC

2
  Recomenda-se a leitura da referida resolução para a devida compreensão dos indicadores. O download pode ser
feito diretamente do site http://www.aneel.gov.br.


                                                                      Prof. João Guilherme de Carvalho Costa
                                                           Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
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Dessa forma, os índices previstos para o sistema do exemplo anterior são os seguintes:

•   Individuais:

    FICC1 = 6,12 interrupções/ano;                  DIC C1 = 10,16 horas/ano;
    FICC2 = 6,12 interrupções/ano;                  DIC C 2 = 10,16 horas/ano;
    FICC3 = 7,12 interrupções/ano;                  DIC C3 = 12,16 horas/ano;
    FICC 4 = 5,12 interrupções/ano;                 DIC C 4 = 8,16 horas/ano.

•   De conjunto:

            6,12 × 15 + 6,12 × 20 + 7,12 × 25 + 5,12 × 30 545,80
    FEC =                                                =       = 6,06
                         15 + 20 + 25 + 30                  90

    FEC = 6,06 interrupções/(consumidor.ano)

            10,16 × 15 + 10,16 × 20 + 12,16 × 25 + 8,16 × 30 904,40
    DEC =                                                   =       = 10,05
                           15 + 20 + 25 + 30                   90

    DEC = 10,05 horas/(consumidor.ano)


9.4 – Exercício Proposto

Analisar os índices de confiabilidade para o sistema do exemplo anterior considerando:

a) a instalação de uma chave seccionadora e uma chave fusível no tronco, como na figura.


                    T12                T22                      T32
          D        2 km               3 km                     3 km



                                   TR1
                       R1                     R2                       R3
                      2 km                   3 km                     1 km            TR4
                                          C1
                                      (15 cons.)           TR3
                                                                                             C4
                                                                                         (30 cons.)
                                   TR2                            C3
                                                              (25 cons.)

                                          C2
                                      (20 cons.)


                                                               Prof. João Guilherme de Carvalho Costa
                                                    Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
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b) a possibilidade de transferência da carga para um tronco adjacente, através de uma chave
   normalmente aberta, como na figura abaixo.


                T1                  T2                        T3
          D                                                                   NA
               2 km                3 km                      3 km



                                 TR1
                    R1                      R2                       R3
                   2 km                    3 km                     1 km            TR4
                                       C1
                                   (15 cons.)            TR3
                                                                                           C4
                                                                                       (30 cons.)
                                 TR2                            C3
                                                            (25 cons.)

                                       C2
                                   (20 cons.)


c) a probabilidade de não-queima dos fusíveis (apenas um por vez) igual a 0,01. Neste caso,
   considere o sistema da figura acima.




                                                             Prof. João Guilherme de Carvalho Costa
                                                  Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI

Modulo 9

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    Módulo 9 –Página 1/6 MÓDULO 9 ANÁLISE DE CONFIABILIDADE DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO RADIAIS 9.1 – Introdução O sistema de distribuição de energia elétrica é responsável pela integração entre os sistemas de grande porte, formados pela geração e a transmissão, e os consumidores finais. Reconheci- damente, as falhas na distribuição afetam pontos localizados do sistema, ao contrário das fa- lhas nos sistemas de geração e transmissão, que normalmente acarretam no desligamento de uma grande quantidade de consumidores. Inicialmente, a afirmação acima pode causar a impressão de que as falhas na distribuição não afetam sensivelmente o sistema. No entanto, cerca de 90% das interrupções percebidas pelos consumidores provém de falhas na rede de distribuição, justificando o estudo de confiabilida- de para este segmento do sistema elétrico. De um modo geral, com a reestruturação do setor elétrico, as distribuidoras passam a comprar a energia por intermédio de leilões e distribuí-la para seus consumidores. Neste ambiente, as companhias sentem a constante necessidade de reduzir custos, o que, geralmente conduz a uma deterioração no nível de confiabilidade. Para controlar tal situação, as agências regulado- ras definem níveis de desempenho para os sistemas e fiscalizam a atuação das companhias de distribuição. No Brasil, a regulamentação vigente é definida pela Resolução Normativa No. 24, publicada pela ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, em 27 de Janeiro de 2000. O referido documento estabelece os padrões e metas para os indicadores de continuidade que devem ser seguidos pelas distribuidoras, bem como a forma de pagamento das multas a serem aplicadas nos casos de violação dos limites previamente estabelecidos. Para operar de maneira satisfatória, as distribuidoras devem ser capazes de avaliar seus siste- mas de forma preditiva, buscando identificar os pontos mais susceptíveis a falhas e as melho- res alternativas para reforço e expansão de sua rede. Neste contexto, a análise de confiabilida- de torna-se uma ferramenta indispensável na avaliação de índices de desempenho dos siste- mas de distribuição. Neste módulo será apresentada uma técnica analítica1 para a avaliação de confiabilidade de sistemas de distribuição radiais, através de indicadores de freqüência e duração. Por se consi- derarem apenas sistemas radiais, a lógica para a identificação de falhas passivas e ativas trata- da no Módulo 8 pode ser resumida à montagem de uma tabela, onde são enumeradas as falhas dos componentes do sistema e suas contribuições para a freqüência, duração média das falhas e indisponibilidade do sistema. O exemplo apresentado a seguir ilustra o método. 1 Apesar de não ser objeto de estudo deste curso, deve-se destacar a utilização de métodos baseados em simula- ção Monte Carlo (não-seqüencial ou cronológica) para a avaliação de confiabilidade em sistemas de distribuição. Entre as vantagens obtidas com a utilização da simulação, podem-se citar a possibilidade de consideração de tempos de funcionamento e reparo não-exponenciais e a determinação de funções densidade de probabilidade para os índices de desempenho. Em contrapartida, tais métodos demandam maior esforço computacional. Prof. João Guilherme de Carvalho Costa Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
  • 2.
    Módulo 9 –Página 2/6 9.2 – Exemplo Considere o sistema de distribuição da figura abaixo e os seguintes dados: Tronco Ramais Disjuntor Transformadores Tempo de manobra λT = 0,5 f/a.km λR = 1 f/a.km λDA = 0,08 f/a λTR = 0,02 f/a s = 0,5 h rT = 1,5 h rR = 2 h λDP = 0,02 f/a TSubTR = 3 h TSubD = 1 h T2 D 8 km TR1 R1 R2 R3 2 km 3 km 1 km TR4 C1 (15 cons.) TR3 C4 (30 cons.) TR2 C3 (25 cons.) C2 (20 cons.) Avaliar a freqüência, a duração média das falhas e a indisponibilidade do sistema em relação a todos os pontos de consumo. Prof. João Guilherme de Carvalho Costa Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
  • 3.
    Módulo 9 –Página 3/6 A Tabela abaixo ilustra o cálculo. C1 (15 consumidores) C2 (20 consumidores) C3 (25 consumidores) C4 (30 consumidores) Componente λ (f/a) r (h) U (h/a) λ (f/a) r (h) U (h/a) λ (f/a) r (h) U (h/a) λ (f/a) r (h) U (h/a) D 0,1 1 0,1 0,1 1 0,1 0,1 1 0,1 0,1 1 0,1 T 4 1,5 6 4 1,5 6 4 1,5 6 4 1,5 6 R1 2 2 4 2 2 4 - - - - - - R2 - - - - - - 3 2 6 - - - R3 - - - - - - - - - 1 2 2 TR1 0,02 3 0,06 - - - - - - - - - TR2 - - - 0,02 3 0,06 - - - - - - TR3 - - - - - - 0,02 3 0,06 - - - TR4 - - - - - - - - - 0,02 3 0,06 Sistema 6,12 1,66 10,16 6,12 1,66 10,16 7,12 1,71 12,16 5,12 1,59 8,16 Prof. João Guilherme de Carvalho Costa Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
  • 4.
    Módulo 9 –Página 4/6 9.3 – Indicadores de Continuidade A Resolução 24 da ANEEL define indicadores de continuidade individuais FIC, DIC e DMIC e indicadores de continuidade de conjunto FEC e DEC2. Uma vez feita a leitura da resolução, será possível observar que os indicadores apresentados são calculados com base na observa- ção do desempenho passado do sistema, e, portanto, representam indicadores históricos. Contudo, como o objetivo deste módulo é propiciar o cálculo de valores médios para os indi- cadores de desempenho futuro do sistema, deve-se fazer a correspondência entre estes e os identificados na tabela de índices de freqüência e duração. Neste caso, observe que: • Índice FIC: O FIC corresponde ao número médio de interrupções por ano sofridas pelas unidades con- sumidoras alimentadas a partir do ponto de carga “i”. Assim: FICi = λ i . (1) • Índice DIC: O DIC corresponde ao total de horas por ano durante as quais os consumidores conectados ao ponto de consumo “i” ficam interrompidos. Assim: DICi = U i . (2) • Índice FEC: O FEC indica o número médio de interrupções por ano sofridas pelas unidades consumi- doras de um determinado conjunto. Neste caso: Np ∑ λ i Ci FEC = i =1 (3) CC onde Ci é o número de unidades consumidores instaladas no ponto de carga i, CC é o no total de unidades consumidoras do conjunto e Np é o no de pontos de carga do conjunto. • Índice DEC: De forma semelhante, o DEC indica o número médio de horas por ano que cada unidade consumidora de um conjunto fica interrompida. Matematicamente: Np ∑ U i Ci DEC = i =1 . (4) CC 2 Recomenda-se a leitura da referida resolução para a devida compreensão dos indicadores. O download pode ser feito diretamente do site http://www.aneel.gov.br. Prof. João Guilherme de Carvalho Costa Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
  • 5.
    Módulo 9 –Página 5/6 Dessa forma, os índices previstos para o sistema do exemplo anterior são os seguintes: • Individuais: FICC1 = 6,12 interrupções/ano; DIC C1 = 10,16 horas/ano; FICC2 = 6,12 interrupções/ano; DIC C 2 = 10,16 horas/ano; FICC3 = 7,12 interrupções/ano; DIC C3 = 12,16 horas/ano; FICC 4 = 5,12 interrupções/ano; DIC C 4 = 8,16 horas/ano. • De conjunto: 6,12 × 15 + 6,12 × 20 + 7,12 × 25 + 5,12 × 30 545,80 FEC = = = 6,06 15 + 20 + 25 + 30 90 FEC = 6,06 interrupções/(consumidor.ano) 10,16 × 15 + 10,16 × 20 + 12,16 × 25 + 8,16 × 30 904,40 DEC = = = 10,05 15 + 20 + 25 + 30 90 DEC = 10,05 horas/(consumidor.ano) 9.4 – Exercício Proposto Analisar os índices de confiabilidade para o sistema do exemplo anterior considerando: a) a instalação de uma chave seccionadora e uma chave fusível no tronco, como na figura. T12 T22 T32 D 2 km 3 km 3 km TR1 R1 R2 R3 2 km 3 km 1 km TR4 C1 (15 cons.) TR3 C4 (30 cons.) TR2 C3 (25 cons.) C2 (20 cons.) Prof. João Guilherme de Carvalho Costa Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI
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    Módulo 9 –Página 6/6 b) a possibilidade de transferência da carga para um tronco adjacente, através de uma chave normalmente aberta, como na figura abaixo. T1 T2 T3 D NA 2 km 3 km 3 km TR1 R1 R2 R3 2 km 3 km 1 km TR4 C1 (15 cons.) TR3 C4 (30 cons.) TR2 C3 (25 cons.) C2 (20 cons.) c) a probabilidade de não-queima dos fusíveis (apenas um por vez) igual a 0,01. Neste caso, considere o sistema da figura acima. Prof. João Guilherme de Carvalho Costa Instituto de Sistemas Elétricos e Energia – UNIFEI