O documento aborda o modernismo em Portugal, destacando a Geração de Orpheu e a obra de Fernando Pessoa, que se caracteriza pela ruptura com a tradição e pela criação de múltiplos heterônimos. A fragmentação na obra de Pessoa permite uma exploração profunda da subjetividade, enquanto seus heterônimos, como Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos, representam diferentes estilos e visões de mundo. A análise inclui também a relação entre o autor e seus heterônimos, enfatizando a singularidade da obra de Pessoa na literatura universal.