TECNOLOGIA ASSISTIVA
Uma área do conhecimento
a serviço da inclusão
A UNIPAMPA
Localizada na fronteira-oeste
do Rio Grande do Sul, com
sede em Bagé, possui 10
Campus universitários, nos
seguintes municípios:
Alegrete, Bagé, Caçapava do
Sul, Dom Pedrito, Itaqui,
Jaguarão, Santana do
Livramento, São Gabriel, São
Borja, Uruguaiana.
28/08/20132 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
HISTÓRICO
 Criada oficialmente em janeiro/2008;
 Ingresso exclusivamente pelo SiSU;
 10.962 alunos;
 90 estudantes com deficiência em 2012;
 63 Cursos de Graduação;
 27 cursos de Pós-graduação lato sensu ;
 10 Cursos de Pós-graduação stricto sensu
(9 Mestrados e 1 Doutorado).
28/08/20133 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
POLÍTICA DE COTAS
 30% para estudantes que tenham cursado
o Ensino Médio em escola pública;
 10% para autodeclarados negros que
cursaram o E.M. em escola pública;
 6% para pessoas com necessidades
educacionais especiais;
 4% para indígenas também de escola
pública;
 12,5% para cotas sociais.
28/08/20134 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
TECNOLOGIA ASSISTIVA
“é uma área do conhecimento, de característica
interdisciplinar que engloba produtos, recursos,
metodologias, estratégias, práticas e serviços que
objetivam promover a funcionalidade relacionada à
atividade e participação de pessoas com
deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida,
visando sua autonomia, independência, qualidade
de vida e inclusão social”. (COMITÊ DE AJUDAS
TÉCNICAS, 2008)
28/08/20135 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
“é um conceito muito mais amplo, um elemento
chave para a promoção dos Direitos Humanos, pelo
qual as pessoas com deficiência têm a oportunidade
de alcançarem sua autonomia e independência em
todos os aspectos de suas vidas. Para isso é
necessária a adoção de medidas que assegurem seu
acesso, em bases iguais com as demais pessoas. É
preciso que obstáculos e barreiras à acessibilidade
sejam identificados e eliminados, de acordo com a
nova conceituação de deficiência”. (IDEM,2008)
28/08/20136 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
ESCOLHA DA TECNOLOGIA
ASSISTIVA (BERSCH, 2007)
1. O usuário deve explicitar claramente que
função ele pretende ver qualificada com o uso
da TA. No campo educacional, a TA será
aplicada para auxiliar o aluno com deficiência a
atingir os objetivos educacionais propostos ao
grupo do qual ele faz parte;
28/08/20137 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
2. Uma avaliação das habilidades e
dificuldades pessoais do usuário deve ser
encaminhada, a partir da observação de
como ele desempenha atualmente a
tarefa que pretende ver qualificada;
28/08/20138 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
3. Uma avaliação do ambiente também deve
ser encaminhada no sentido de se
identificar pontos positivos e barreiras
que impedem ou limitam a atuação do
usuário na tarefa pretendida;
28/08/20139 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
4. Com base nestes dados, um projeto com
propostas de recursos ou estratégias
deve ser encaminhado [...];
28/08/201310 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
5. Para evitar o abandono ou subutilização da
TA, idealmente deve-se dar oportunidade ao
usuário de experimentar mais de uma
alternativa de recursos, antes da definição do
que deve ser adquirido;
28/08/201311 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
6. A equipe, que ajuda a definir o recurso de
TA apropriado, deve colocar seu
conhecimento à disposição do usuário a
fim de ajudá-lo a tomar uma decisão
informada e consciente sobre melhor
alternativa de recurso de TA para si [...].
A decisão da compra é compartilhada
entre usuário e equipe;
28/08/201312 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
7. [...] poderá ser necessária uma etapa de
aprendizado do aluno e esta, terá por objetivo o
desenvolvimento de uma competência
operacional do recurso, por parte do usuário;
28/08/201313 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
8. Da mesma forma, os “parceiros”
(professores, colegas, familiares) deverão
ser instruídos, no sentido de explorar ao
máximo a utilização desta tecnologia que
será implantada;
9. A TA é um recurso que deve acompanhar
seu usuário em todos os espaços onde
ele possa se beneficiar de sua utilização.
28/08/201314 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
NA UNIPAMPA
 Há o Núcleo de Inclusão e Acessibilidade
(NInA) que coordena as ações em todos os
dez campi;
 Há núcleos de desenvolvimento
educacional (NuDE) em cada campus, que
realizam o atendimento local aos
estudantes;
28/08/201315 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
 Essas equipes recepcionam os estudantes,
identificam aqueles que possuem deficiência
ou qualquer outra necessidade que exija
atuação da Universidade para eliminação de
barreiras, realizam entrevista com os mesmos
e elaboram um plano de atendimento
educacional especializado (AEE);
28/08/201316 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
 No plano de AEE, além de outras ações,
estarão explicitados os recurso de TA que
foram identificados em comum com o
estudante como importantes para a
construção de sua autonomia e qualificação
de sua participação no ambiente acadêmico.
28/08/201317 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
RECURSOS DISPONÍVEIS
 4 impressoras braille;
 20 Netbooks (2 em cada campus, para uso de
estudantes com deficiência);
 Software leitor de telas Jaws (2 licenças em
cada campus);
 10 Scanners para digitalização de acervo (1
em cada Biblioteca);
28/08/201318 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
 1 Máquina de escrever braille – Perkins (pode
ser deslocada por demanda);
 12 Lupas eletrônicas;
 4 Conjuntos de sólidos geométricos;
 20 Gravadores digitais (2 em cada campus);
28/08/201319 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
 20 mesas adaptadas para pessoas que utilizam
cadeiras de rodas (2 em cada campus);
 2 esteiras elevatórias para cadeiras de roda
(Santana do Livramento e Uruguaiana).
 20 fones de ouvido com microfone e USB
digital (2 para cada campus);
 10 teclados numéricos (1 para cada campus).
28/08/201320 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
RECURSOS EM FASE DE
AQUISIÇÃO
 Duplicador braille
 Tela interativa
 Rotuladora braille
 Papel braillon
 Fita para rotular em braille
 Pendrives
28/08/201321 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
RECURSOS DEMANDADOS
 Impressora braille
 Desktop com monitor de 20 polegadas
 Linha braille
 Reglete e punção
 Soroban
 Multiplano cartesiano
 Calculadora sonora
 Máquina braille elétrica
28/08/201322 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
DESAFIOS
 Processo de aquisição de materiais
extremamente burocrático
 Recursos materiais não são suficientes
 Formação em serviço de servidores e de
docentes
 Trabalho em rede para compartilhamento
de experiências e de competências
28/08/2013Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência23
AÇÕES INTEGRADAS
“A disponibilização de recursos acessíveis vai
muito além da compra e da oferta de materiais
e de equipamentos. Envolve pensar tudo o que
é compartilhado no processo educacional na
perspectiva do Desenho Universal, da
acessibilidade a múltiplos usuários”.
(UNIPAMPA, 2012)
28/08/201324 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
“A definição de diretrizes para a construção de
materiais amplamente acessíveis e usáveis, que
dialoguem com os recursos de tecnologia assistiva, é
outra frente de trabalho possível: qualquer material
disponibilizado pelo professor aos alunos tem que ser
produzido levando em consideração esses princípios:
textos, slides, vídeos. É importante analisar se a
própria forma como os componentes curriculares são
desenvolvidos considera as múltiplas formas como as
pessoas se comunicam e aprendem”. (IDEM)
28/08/201325 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
UM PROJETO AMBICIOSO
 Projeto UNIPAMPA Acessível: visa promover
o acesso à informação e aos espaços por parte
dos estudantes, servidores e comunidade em
geral. Compromete-se a abordar aspectos como
infraestrutura arquitetônica, projetos
pedagógicos dos cursos, atendimento ao
público, sítio eletrônico, acervo cultural e
pedagógico.
28/08/201326 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
“a transversalidade da acessibilidade necessária à
promoção de espaços e práticas inclusivos na
Universidade requer o compromisso de seus
diferentes setores. Deste modo, é importante que o
NInA tenha interfaces apropriadas com a Reitoria, a
Vice-Reitoria, as Pró-Reitorias e Unidades
Acadêmicas (conforme ilustram as figuras na
sequência), as quais ilustram uma explicitação das
interfaces e interdependências necessárias entre o
Núcleo de Inclusão e Acessibilidade (NInA) e demais
setores da Universidade”. (UNIPAMPA, 2012)
28/08/201327 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
AÇÕES EM DIREÇÃO À INCLUSÃO E À
ACESSIBILIDADE
 Formação de uma Comissão para realizar
diagnóstico de acessibilidade da
UNIPAMPA;
 Transferência do NInA para o Gabinete da
Reitoria, visando dotá-lo de maior poder
de articulação interna;
28/08/201328 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
 Constituição de um grupo gestor para pensar a
política de inclusão e acessibilidade e articular
com todos os setores da Universidade, de modo
que cada um assuma sua responsabilidade na
execução da política;
 Discussão intensa do tema “acessibilidade” na
reformulação do Projeto Institucional.
28/08/201329 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
PRÓXIMOS PASSOS
 Constituição de uma equipe técnica
multidisciplinar para o NInA;
 O grupo gestor atual assume a função de
consultoria;
 Introdução da concepção de Desenho Universal
em todos os espaços e ações da Universidade;
 Transversalidade do tema “acessibilidade” no
Ensino, na Pesquisa e na Extensão;
 Provimento de intérprete/tradutor de Libras e de
Professor de Libras para todas as unidades
acadêmicas.
28/08/201330 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
REFERÊNCIAS
 BERSCH, Rita. Tecnologia Assistiva - TA.
In Schirmer et al. Deficiência Física. São
Paulo: MEC/SEESP, 2007. 130p.
 Brasil. Subsecretaria Nacional de
Promoção dos Direitos da Pessoa com
Deficiência. Comitê de Ajudas Técnicas
Tecnologia Assistiva. – Brasília : CORDE,
2009. 138 p.
 UNIPAMPA. Relatório Técnico de Inclusão
e Acessibilidade. Bagé: UNIPAMPA, 2012.
28/08/201331 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
Organização
Gilvane Belem Correia
Pedagoga
Núcleo de Inclusão e Acessibilidade
UNIPAMPA
gilvanecorreia@unipampa.edu.br
nina@unipampa.edu.br
28/08/201332 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência

Mesa 6 ped. gilvane belem

  • 1.
    TECNOLOGIA ASSISTIVA Uma áreado conhecimento a serviço da inclusão
  • 2.
    A UNIPAMPA Localizada nafronteira-oeste do Rio Grande do Sul, com sede em Bagé, possui 10 Campus universitários, nos seguintes municípios: Alegrete, Bagé, Caçapava do Sul, Dom Pedrito, Itaqui, Jaguarão, Santana do Livramento, São Gabriel, São Borja, Uruguaiana. 28/08/20132 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 3.
    HISTÓRICO  Criada oficialmenteem janeiro/2008;  Ingresso exclusivamente pelo SiSU;  10.962 alunos;  90 estudantes com deficiência em 2012;  63 Cursos de Graduação;  27 cursos de Pós-graduação lato sensu ;  10 Cursos de Pós-graduação stricto sensu (9 Mestrados e 1 Doutorado). 28/08/20133 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 4.
    POLÍTICA DE COTAS 30% para estudantes que tenham cursado o Ensino Médio em escola pública;  10% para autodeclarados negros que cursaram o E.M. em escola pública;  6% para pessoas com necessidades educacionais especiais;  4% para indígenas também de escola pública;  12,5% para cotas sociais. 28/08/20134 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 5.
    TECNOLOGIA ASSISTIVA “é umaárea do conhecimento, de característica interdisciplinar que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social”. (COMITÊ DE AJUDAS TÉCNICAS, 2008) 28/08/20135 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 6.
    “é um conceitomuito mais amplo, um elemento chave para a promoção dos Direitos Humanos, pelo qual as pessoas com deficiência têm a oportunidade de alcançarem sua autonomia e independência em todos os aspectos de suas vidas. Para isso é necessária a adoção de medidas que assegurem seu acesso, em bases iguais com as demais pessoas. É preciso que obstáculos e barreiras à acessibilidade sejam identificados e eliminados, de acordo com a nova conceituação de deficiência”. (IDEM,2008) 28/08/20136 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 7.
    ESCOLHA DA TECNOLOGIA ASSISTIVA(BERSCH, 2007) 1. O usuário deve explicitar claramente que função ele pretende ver qualificada com o uso da TA. No campo educacional, a TA será aplicada para auxiliar o aluno com deficiência a atingir os objetivos educacionais propostos ao grupo do qual ele faz parte; 28/08/20137 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 8.
    2. Uma avaliaçãodas habilidades e dificuldades pessoais do usuário deve ser encaminhada, a partir da observação de como ele desempenha atualmente a tarefa que pretende ver qualificada; 28/08/20138 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 9.
    3. Uma avaliaçãodo ambiente também deve ser encaminhada no sentido de se identificar pontos positivos e barreiras que impedem ou limitam a atuação do usuário na tarefa pretendida; 28/08/20139 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 10.
    4. Com basenestes dados, um projeto com propostas de recursos ou estratégias deve ser encaminhado [...]; 28/08/201310 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 11.
    5. Para evitaro abandono ou subutilização da TA, idealmente deve-se dar oportunidade ao usuário de experimentar mais de uma alternativa de recursos, antes da definição do que deve ser adquirido; 28/08/201311 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 12.
    6. A equipe,que ajuda a definir o recurso de TA apropriado, deve colocar seu conhecimento à disposição do usuário a fim de ajudá-lo a tomar uma decisão informada e consciente sobre melhor alternativa de recurso de TA para si [...]. A decisão da compra é compartilhada entre usuário e equipe; 28/08/201312 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 13.
    7. [...] poderáser necessária uma etapa de aprendizado do aluno e esta, terá por objetivo o desenvolvimento de uma competência operacional do recurso, por parte do usuário; 28/08/201313 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 14.
    8. Da mesmaforma, os “parceiros” (professores, colegas, familiares) deverão ser instruídos, no sentido de explorar ao máximo a utilização desta tecnologia que será implantada; 9. A TA é um recurso que deve acompanhar seu usuário em todos os espaços onde ele possa se beneficiar de sua utilização. 28/08/201314 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 15.
    NA UNIPAMPA  Háo Núcleo de Inclusão e Acessibilidade (NInA) que coordena as ações em todos os dez campi;  Há núcleos de desenvolvimento educacional (NuDE) em cada campus, que realizam o atendimento local aos estudantes; 28/08/201315 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 16.
     Essas equipesrecepcionam os estudantes, identificam aqueles que possuem deficiência ou qualquer outra necessidade que exija atuação da Universidade para eliminação de barreiras, realizam entrevista com os mesmos e elaboram um plano de atendimento educacional especializado (AEE); 28/08/201316 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 17.
     No planode AEE, além de outras ações, estarão explicitados os recurso de TA que foram identificados em comum com o estudante como importantes para a construção de sua autonomia e qualificação de sua participação no ambiente acadêmico. 28/08/201317 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 18.
    RECURSOS DISPONÍVEIS  4impressoras braille;  20 Netbooks (2 em cada campus, para uso de estudantes com deficiência);  Software leitor de telas Jaws (2 licenças em cada campus);  10 Scanners para digitalização de acervo (1 em cada Biblioteca); 28/08/201318 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 19.
     1 Máquinade escrever braille – Perkins (pode ser deslocada por demanda);  12 Lupas eletrônicas;  4 Conjuntos de sólidos geométricos;  20 Gravadores digitais (2 em cada campus); 28/08/201319 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 20.
     20 mesasadaptadas para pessoas que utilizam cadeiras de rodas (2 em cada campus);  2 esteiras elevatórias para cadeiras de roda (Santana do Livramento e Uruguaiana).  20 fones de ouvido com microfone e USB digital (2 para cada campus);  10 teclados numéricos (1 para cada campus). 28/08/201320 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 21.
    RECURSOS EM FASEDE AQUISIÇÃO  Duplicador braille  Tela interativa  Rotuladora braille  Papel braillon  Fita para rotular em braille  Pendrives 28/08/201321 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 22.
    RECURSOS DEMANDADOS  Impressorabraille  Desktop com monitor de 20 polegadas  Linha braille  Reglete e punção  Soroban  Multiplano cartesiano  Calculadora sonora  Máquina braille elétrica 28/08/201322 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 23.
    DESAFIOS  Processo deaquisição de materiais extremamente burocrático  Recursos materiais não são suficientes  Formação em serviço de servidores e de docentes  Trabalho em rede para compartilhamento de experiências e de competências 28/08/2013Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência23
  • 24.
    AÇÕES INTEGRADAS “A disponibilizaçãode recursos acessíveis vai muito além da compra e da oferta de materiais e de equipamentos. Envolve pensar tudo o que é compartilhado no processo educacional na perspectiva do Desenho Universal, da acessibilidade a múltiplos usuários”. (UNIPAMPA, 2012) 28/08/201324 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 25.
    “A definição dediretrizes para a construção de materiais amplamente acessíveis e usáveis, que dialoguem com os recursos de tecnologia assistiva, é outra frente de trabalho possível: qualquer material disponibilizado pelo professor aos alunos tem que ser produzido levando em consideração esses princípios: textos, slides, vídeos. É importante analisar se a própria forma como os componentes curriculares são desenvolvidos considera as múltiplas formas como as pessoas se comunicam e aprendem”. (IDEM) 28/08/201325 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 26.
    UM PROJETO AMBICIOSO Projeto UNIPAMPA Acessível: visa promover o acesso à informação e aos espaços por parte dos estudantes, servidores e comunidade em geral. Compromete-se a abordar aspectos como infraestrutura arquitetônica, projetos pedagógicos dos cursos, atendimento ao público, sítio eletrônico, acervo cultural e pedagógico. 28/08/201326 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 27.
    “a transversalidade daacessibilidade necessária à promoção de espaços e práticas inclusivos na Universidade requer o compromisso de seus diferentes setores. Deste modo, é importante que o NInA tenha interfaces apropriadas com a Reitoria, a Vice-Reitoria, as Pró-Reitorias e Unidades Acadêmicas (conforme ilustram as figuras na sequência), as quais ilustram uma explicitação das interfaces e interdependências necessárias entre o Núcleo de Inclusão e Acessibilidade (NInA) e demais setores da Universidade”. (UNIPAMPA, 2012) 28/08/201327 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 28.
    AÇÕES EM DIREÇÃOÀ INCLUSÃO E À ACESSIBILIDADE  Formação de uma Comissão para realizar diagnóstico de acessibilidade da UNIPAMPA;  Transferência do NInA para o Gabinete da Reitoria, visando dotá-lo de maior poder de articulação interna; 28/08/201328 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 29.
     Constituição deum grupo gestor para pensar a política de inclusão e acessibilidade e articular com todos os setores da Universidade, de modo que cada um assuma sua responsabilidade na execução da política;  Discussão intensa do tema “acessibilidade” na reformulação do Projeto Institucional. 28/08/201329 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 30.
    PRÓXIMOS PASSOS  Constituiçãode uma equipe técnica multidisciplinar para o NInA;  O grupo gestor atual assume a função de consultoria;  Introdução da concepção de Desenho Universal em todos os espaços e ações da Universidade;  Transversalidade do tema “acessibilidade” no Ensino, na Pesquisa e na Extensão;  Provimento de intérprete/tradutor de Libras e de Professor de Libras para todas as unidades acadêmicas. 28/08/201330 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 31.
    REFERÊNCIAS  BERSCH, Rita.Tecnologia Assistiva - TA. In Schirmer et al. Deficiência Física. São Paulo: MEC/SEESP, 2007. 130p.  Brasil. Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Comitê de Ajudas Técnicas Tecnologia Assistiva. – Brasília : CORDE, 2009. 138 p.  UNIPAMPA. Relatório Técnico de Inclusão e Acessibilidade. Bagé: UNIPAMPA, 2012. 28/08/201331 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência
  • 32.
    Organização Gilvane Belem Correia Pedagoga Núcleode Inclusão e Acessibilidade UNIPAMPA gilvanecorreia@unipampa.edu.br nina@unipampa.edu.br 28/08/201332 Seminário Nacional Pessoa com Deficiência no Ensino Superior - Acesso & Permanência