M I P – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Introdução ao Manejo integrado de
Pragas - Insetos
Prof. Ednei Pires
Especialista em Educação Ambiental
Engenheiro agrônomo
77 991033807
Patas articuladas.Patas articuladas.
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Insetos.
Crustáceos
Diplópodes
Aracnídeos
Quilópodes
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A palavra"inseto“ é derivada do
radical "éntomos", que significa
"cortado, dividido”.
São invertebrados com exoesqueleto quitinoso, corpo dividido em
três segmentos (cabeça, tórax e abdómen), hexapoda, olhos
compostos e duas antenas.
São invertebrados com exoesqueleto quitinoso, corpo dividido em
três segmentos (cabeça, tórax e abdómen), hexapoda, olhos
compostos e duas antenas.
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Ceratitis capitata Dactylopius coccus
Bombyx mori LApis mellifera
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Importantes economicamente por produzirem
mel, própolis, seda e até mesmo por servirem de
alimento.
 Pragas na Pecuária (mosca dos chifres) e Agricultura,
(lagarta do cartucho do milho);
 Polinizadores
 Podem ser utilizados no controle de insetos, fungos...
 Vetores de doenças para os seres humanos, animais e
plantas domésticas: dengue, mal de chagas,
leishmaniose.
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• Apresentam esqueleto externo quintinoso.
Locomoção; evita a perda d’água; proteção.
Ecdise
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• Reprodução sexuada: produção de ovos;
desenvolvimento direto ou indireto (larvas).
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Desenvolvimento direto (Ametábolo): traça.
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Desen. Indireto - Metamorfose incompleta
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Desenvolvimento indireto: metamorfose.
Lepidoptera
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Olhos compostos e ocelos
 Olhos compostos: insetos adultos (vários omatídios)
 Ocelos laterais: larvas e pupas
 Ocelos dorsais: insetos adultos
Tipos de antenas: A-filiforme; B-moniliforme; C-clavada; D-capitada; E- setácea; F-imbricada; G-fusiforme;
H-serreada; I-flabelada; J-estiliforme; K- plumosa; L-geniculada; M-aristada; N-composta; O-pectinada; P-furcada.
Antenas
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 Altera conforme o hábito alimentar
Peças Bucais
Tipos de Aparelhos Bucais - Mastigador
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Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Labial
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Hexaqueta (2 MD, 2 MX, EP e HIP) – Diptera
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Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Labial
Tetraqueta (2 MD e 2 MX) – Hemiptera
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Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Labial
Triqueta (1 MD e 2 MX) – Thysanoptera
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Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Labial
Diqueta (LS – EP e HIP) – mosca-dos-estábulos
Stomoxys calcitrans
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Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Maxilar
As gáleas das maxilas transformam-se em duas peças alongadas
e endosulcadas e da origem um canal por onde o alimento é
ingerido por sucção. (espirotromba).
Tipo sugador maxilar
– Lepidoptera
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Tipos de Aparelhos Bucais – Lambedor
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Tórax
Centro de locomoção
 Apresenta os apêndices locomotores (pernas e asas).
Corbícula ou cesta de pólen é a parte da tíbia da pata traseira da abelha.
Tórax – tipos de Pernas
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Tórax – Asas
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São denominadas anterior e posterior (adultos).
Alguns insetos são ápteros;
Tipos de conexões de asas:
Direta (permite menor mobilidade e controle de vôo)
- Ex. Gafanhotos
 Indireta (permite maior mobilidade e vôos mais rápidos) -
Ex. Moscas
Abdome
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Possuem 11 segmentos - Principais funções:
Armazenamento e processamento de nutrientes
Circulação da hemolinfa
Bombeamento de oxigênio
Desenvolvimento dos ovos
Produção de espermatozóides
Acasalamento
Abdome – Apêndices abdominais
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M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Ordens
1. COLEOPTERA 2. DIPTERA
3. ORTHOPTERA 4. LEPDOPTERA
5. HEMIPTERA 6. HOMOPTERA
7. HYMENOPTERA 8. ISOPTERA
9. THYSANOPTERA 10. BLATTODEA
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 Nome: Coleo (estojo) + Ptera (asas), confere proteção;
 Representa: 40% da classe, com mais de 300 mil espécies
descritas.
 Aparelho bucal: mastigador;
 Hábito Alimentar: a maioria é fitófaga e muitos são
predadores e benéficos.
 Desenvolvimento: Holometábolo: ovo, larva pupa e adulto.
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Coleoptera - Besouros
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
• Predadores são comum a outras ordens, porém a ordem
Coleoptera possui o maior número (BERTI FILHO, 1990);
• Grande número de famílias com hábitos predatórios e de
importância como agentes de controle;
• Pesquisas realizadas no Brasil são escassas: Carabidae e
Coccinellida;
• Dificuldade de criação em laboratório:
– Forte canibalismo;
– Criação da presa;
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
Família Cicindelidae
• Se alimentando de uma infinidade da
artrópodes.
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
São muito conhecidos como predadores de pragas florestais;
Principais presas: larvas de Himenópteros, Lepidópteros e outros
Coleópteros;
Os adultos são fitófagos e atacam principalmente frutos maduros.
Larvas são predadoras de larvas de escaravelhos;
Família Elateridae
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
Família Carabidae
 Conhecidos como “besouros de chão”;
As espécies predadoras se alimentam
de moluscos, oligoquetos, aranhas e
pequenos artrópodes.
Tanto larvas como adultos, são ativos à
noite.
Adultos de Calosoma granulatum
Predando lagarta da soja
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Coleópteros na Agricultura
• O principal gênero predadores nessa família é o
Calosoma:
– A espécie mais promissora para a utilização como
predador em programas de controle biológico é a
Calosoma granulatum Perty.
Predando a Anticarsia gemmatalis
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
Também conhecidas como joaninhas;
Hábitos predatórios na fase adulta e na fase de larval;
Predam: pulgões, mosca-branca, cochonilhas, tripes,
lagartas e ácaros.
Família Coccinellidae
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Coleópteros na Agricultura
Predadores:
Cryptolaemus montrouzieri
Alimentam-se de ovos, ninfas
recém-eclodidas e fezes
açucaradas das cochonilhas;
Uma larva pode consumir 250
ninfas de cochonilha;
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
Coccidophilus citricola
Um dos principais inimigos naturais das cochonilhas de carapaça;
Tanto na fase larval quanto na adulta, preda ovos, ninfas e
adultos de diaspidídeos;
Os adultos possuem corpo elíptico, fortemente convexo,
tegumento negro e brilhante;
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
Cycloneda sanguinea
• Agente eficaz no controle biológico de pragas,
principalmente no controle pulgões e ácaros;
– Cada larva pode consumir até 200 pulgões/dia;
– Adultos predam uma média de 20 pulgões/dia.
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
Rodolia cardinalis
• Origem na Austrália;
• Apresenta élitros de coloração vermelho-sanguínea
decorados com manchas pretas;
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Coleópteros na Agricultura
Predadores:
Carcinops pumilio
Família Histeridae
Predam ácaros; larvas de moscas de frutas.
Belonuchus rufipennis
Família Staphylinidae
Controle de moscas de importância
médica-veterinária
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Coleópteros na Agricultura
Pragas:
Partes Afetadas: Flores, Folhas,Frutos, Raízes, Tubérculos.
Sintomas: Desfolhamento, tombamento, apodrecimento de frutos
e tubérculos, queda de flores e frutos.
Controle: Feromônios que
atraem os machos para
armadilhas de garrafas pet com
água e detergente. Fungos
Beauveria bassiana e
Metarhizium anisopliae, que
infectam larvas e adultos.
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Coleópteros na Agricultura
Pragas:
Broca da batata-doce (Ipomoea batatas (L.)
- As larvas atacam tanto as ramas quanto as raízes
Controle: Fazer a amontoa bem feita, rotação de culturas e usar
mudas sadias.
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Coleópteros na Agricultura
Pragas:
Danos: Desfolham as plantas, afeta a fotossíntese.
Controle: Medidas gerais e realizar pulverizações
com inseticidas específicos, registrados.
Família Chrysomelidae que
ataca diversas solanáceas,
como a beringela, a pimenta,
o pimentão e o tomate.
Systena tenuis
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Díptera na Agricultura
Do grego di= dois e pteros = asas, sendo assim chamados devido a
principal característica desta classe ser a presença de somente um
par de asas completamente funcionais.
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As suas larvas são popularmente conhecidas como coró, bichinho
da goiaba, entre outros, estão classificadas nos grupos das larvas
vermiformes, são ápodas e possuem cabeça bem desenvolvida,
com aparelho bucal mastigador
Díptera na Agricultura
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Díptera na Agricultura
Mosca das frutas
Larva e adulto de Anastrepha fraterculus
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Díptera na Agricultura
Larva-minadora Liriomyza huidobrensis
Ciclo: 19 a 27 dias Postura: 500 a 700 ovos/fêmea
Os adultos alimentam-se da exsudação das folhas,
mediante a perfuração realizada pelas fêmeas pelo
ovipositor.
As larvas abrem galerias entre a epiderme
superior e inferior das folhas, formando lesões
esbranquiçadas.
redução da área fotossintética, murcha e queda
prematura das folhas.
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Díptera na Agricultura
Larva-minadora Liriomyza huidobrensis
NC: 1 à 2 larvas vivas por folha trifoliolada.
Controle Biológico: parasitismo de
suas larvas por Opius sp.
(Hymenoptera) chega a ser de 100%
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Díptera na Agricultura
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Ortóptera na Agricultura
Orthos = reto; ptera = asas
São agrupados nessa ordem os gafanhotos, as esperanças, os
grilos, as paquinhas e as taquarinhas.
Esses insetos possuem o terceiro par de pernas do tipo
saltatório.
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Ortóptera na Agricultura
Gryllus assimilis Neocurtilla hexadactyla
Podem ocasionar danos às raízes e à parte aérea das plantas, durante a noite.
Quando as pragas surgem após o plantio, preparar iscas tóxicas com farelo,
açúcar, inseticida e água. No preparo adicionar água aos poucos, mexendo até
formar grânulos. Distribuir as iscas pelos canteiros.
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Lepidóptera na Agricultura
Nome: Lepidon (escamas) + ptera (asas)
• Aparelho bucal sugador maxilar (inseto adulto), enrolado em forma de espiral.
• Hábito Alimentar: As lagartas tem aparelho bucal mastigador, são fitófagos e
muitas são pragas. O adulto apenas suga néctar floral.
• Desenvolvimento: Holometábolo: ovo, larva (lagarta), pupa(crisálida) e adulto.
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Lepidóptera na Agricultura
Curuquerê da couve (Ascia monuste orseis)
Danos: As larvas, atacam folhas, devorando-as durante seu período larval;
Controle: Pode-se controlar a praga pelo esmagamento dos curuquerês ou dos
ovos localizados nas folhas. Estes últimos são facilmente reconhecidos pela sua
coloração amarelada. O controle biológico pode ser com o Bacillus thuringiensis.
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Lepidóptera na Agricultura
Plutella xylostella - traça das crucíferas
Alimenta-se da parte externa ou interna
das folhas, inutilizando-as para o consumo,
pode ocasionar reduções de até 60% na
produção de repolho.
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Lepidóptera na Agricultura
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Lepidóptera na Agricultura
Lagarta: Falsa medideira – Trichoplusia nii
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Lepidóptera na Agricultura
Lagarta : Helicoverpa armigera
Controle: fazer o
monitoramento, usar
medidas gerais e
controle biológico:
Virus VPN e BT
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Hymenoptera na Agricultura
• Nome: Hymeno ( membrana) + ptera (asas), 15% da classe, com mais de 110
mil espécies descritas.
• Características: geralmente apresentam aparelho bucal mastigador, sendo que
as abelhas são exceção, possuindo aparelho bucal lambedor.
• Hábito Alimentar: são parasitas ou predadores de outros insetos (controle
biológico), e as abelhas, são os principais responsáveis pela polinização de muitas
plantas.
• Por outro lado existem várias formigas e abelhas (A. cachorro, Arapuá) que são
pragas agrícolas.
• Desenvolvimento: Holometábolo: ovo, larva, pupa, adulto.
Vespas, formigas, abelhas, marimbondos
Hymenoptera na Agricultura
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Formigas cortadeiras – saúvas (Atta) e quenquéns (Acromyrmex)
As formigas cortadeiras: estão entre as 2.000 espécies de formigas
existentes no território brasileiro.
Hymenoptera na Agricultura
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A presença de formigas em plantas
com cochonilhas e pulgões é muito
comum.
Hymenoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Hymenoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Os ninhos da Acromyrmex (quenquéns) são
menores que os ninhos da Atta (saúvas).
 Normalmente os ninhos de saúva possuem
grande quantidade de terra solta no exterior,
geralmente mais de 50m².
Os ninhos de quenquéns não ultrapassam 5
m² de superfície de terra solta.
 Internamente os ninhos de saúvas podem
possuir até 8.000 câmaras de cultivo de fungo.
Ninhos de quenquéns são bem menores, com
5 câmaras
Hymenoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Hymenoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Fonte: adaptado http://www.mirex-s.com.br/
Controle de formigas
-200 g de folhas secas e moídas de gergelim
-1 Kg de folhas secas e moídas de mamona
-1 kg de cal virgem
-100 g de enxofre
A aplicação deste formicida ecológico foi feita por bombeamento, através
de uma polvilhadeira manual (tipo bomba), nos olheiros principais.
Hymenoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
• Barreiras – garrafas pet
• Plantas repelentes - batata
doce
• Planta com ação inseticida
– gegenlin
• Cinza – misturar com agua e
aplicar no final da tarde.
Controle de formigas
Hymenoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
• Pachycondyla commutata => especializada em
cupins.
Formigas predadoras
Hymenoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
• Uma das espécies mais conhecidas: Polybia
occidentalis;
• Se alimenta basicamente de insetos, sendo
encontrada predando diversas pragas agrícolas;
• Potencial agente de controle de pragas:
– Comportamento agressiva;
– Presença ativa em vários
cultivos agrícolas;
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Vespas predadoras
Hymenoptera na Agricultura
• Uma das espécies mais conhecidas: Polybia
occidentalis;
• Se alimenta basicamente de insetos, sendo
encontrada predando diversas pragas agrícolas;
• Potencial agente de controle de pragas:
– Comportamento agressiva;
– Presença ativa em vários
cultivos agrícolas;
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Vespas predadoras
Hymenoptera na Agricultura
Hemiptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Hemiptera - percevejos, barbeiros, chupanças
•Nome: Hemi (metade) + ptera (asas) [asa anterior com diferença na
textura da região basal e apical], Mais de 23 mil espécies descritas.
•Aparelho bucal picador sugador, surgindo na parte anterior da cabeça;
•Hábito Alimentar: A maioria é fitófoga e muitos são pragas agrícolas.
• Alguns são predadores de outros insetos e são benéficos. Outros são
hematófagos e transmissores de doenças para o homem.
•Desenvolvimento: Paurometábolo: ovo, ninfa e adulto .
Hemiptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Deixam buracos arredondados nas folhas, flores e caules.
Hemiptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Mosca-branca - Bemisia tabaci
Esse inseto ocasiona perdas tanto devido ao impacto direto, em
virtude da sucção de seiva, como indireto, pela transmissão de
um complexo de 17 espécies de geminivírus.
Hemiptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Populações da mosca-branca
têm desenvolvido resistência
a diversos ingredientes ativos
comercializados em vários
países, o que tem tornado seu
controle cada vez mais difícil.
Hemiptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Controle:
Variedades resistentes
Manejar corretamente adubação e irrigação
Evitar escalonamento de plantio
Realizar sucessão e rotação de culturas
Implantar barreiras vivas e
Eliminar restos culturais de hospedeiras
Hemiptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Manutenção de áreas de
mata (refúgio) adjacentes
ao cultivo de hortaliças para
preservação de populações
de moscas-branca
suscetíveis a inseticidas. E
de inimigos naturais
Homoptera - cigarras, cigarrinhas, pulgões e cochonilhas
•Nome: Homo (igual) + ptera (asa de textura uniforme)
Situação: Mais de 32 mil espécies descritas.
• Aparelho bucal sugador que sai da parte posterior da
cabeça (retrovertido).
•Hábito Alimentar: Inseto sugador, fitófagos (alimentam de
seiva das plantas), sendo muitos membros pragas agrícolas.
• Desenvolvimento: Paurometábolo: ovo, ninfa e adulto.
Homoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Homoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Homoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Pulgões-da-couve (Brevicoryne brassicae)
Controle: 1 ml para um litro de água e
pulverizar a couve no fim do dia. xAs
folhosas podem ser consumidas 24h depois.
Samambaia: 1 l de água para 250g de
folha. No fogo durante 30 mim..
Arruda: 1 l de agua para 100g de folhas
- Repetir a pulverização no prazo de
quinze dias.
Thysanoptera - trípes ou lacerdinha
•Nome: Thysano ( franja) + ptera ( asas). Mais de 3,1 mil
espécies descritas.
•Aparelho bucal raspador sugador;
Insetos pequenos 0,5 a 5 mm de comprimento;
•Hábito Alimentar: Raspam e sugam seiva das flores,
folhas e frutos.
•Desenvolvimento: Paurometábolo: ovo, ninfa e adulto.
Thysanoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Thysanoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Thysanoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
TRIPES ou PIOLHO - Thrips tabaci
• Cultural - Evitar plantios consecutivos, plantio no sentido
contrario ao vento, usar faixa de retenção como capim
elefante.
 Biológico - O
controle biológico
natural é realizado
por larvas de
crisopídeos, e outros
trips.
Isoptera - cupins e aleluias
•Nome: Iso (igual) + ptera ( asas), Mais de 1,7 mil espécies
descritas.
•Aparelho bucal mastigador; corpo mole;
•inseto social. Alguns fazem seus ninhos subterrâneos, outros
aqueles murundus enormes nos campos e outras dentro da
própria madeira.
•Hábito Alimentar: Fitófago - são pragas de raízes, de madeira
verde e de madeira seca industrializada.
• Desenvolvimento: Paurometábolo: ovo, ninfa e adulto.
Isoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Isoptera na Agricultura
M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
Insetos

Insetos

  • 1.
    M I P– P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Introdução ao Manejo integrado de Pragas - Insetos Prof. Ednei Pires Especialista em Educação Ambiental Engenheiro agrônomo 77 991033807
  • 3.
    Patas articuladas.Patas articuladas. Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 4.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Insetos. Crustáceos Diplópodes Aracnídeos Quilópodes
  • 5.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 A palavra"inseto“ é derivada do radical "éntomos", que significa "cortado, dividido”. São invertebrados com exoesqueleto quitinoso, corpo dividido em três segmentos (cabeça, tórax e abdómen), hexapoda, olhos compostos e duas antenas. São invertebrados com exoesqueleto quitinoso, corpo dividido em três segmentos (cabeça, tórax e abdómen), hexapoda, olhos compostos e duas antenas.
  • 7.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Ceratitis capitata Dactylopius coccus Bombyx mori LApis mellifera
  • 8.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Importantes economicamente por produzirem mel, própolis, seda e até mesmo por servirem de alimento.
  • 9.
     Pragas naPecuária (mosca dos chifres) e Agricultura, (lagarta do cartucho do milho);  Polinizadores  Podem ser utilizados no controle de insetos, fungos...  Vetores de doenças para os seres humanos, animais e plantas domésticas: dengue, mal de chagas, leishmaniose. M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 10.
    • Apresentam esqueletoexterno quintinoso. Locomoção; evita a perda d’água; proteção. Ecdise M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 11.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 • Reprodução sexuada: produção de ovos; desenvolvimento direto ou indireto (larvas).
  • 12.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Desenvolvimento direto (Ametábolo): traça.
  • 13.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Desen. Indireto - Metamorfose incompleta
  • 14.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Desenvolvimento indireto: metamorfose. Lepidoptera
  • 15.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 16.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Olhos compostos e ocelos  Olhos compostos: insetos adultos (vários omatídios)  Ocelos laterais: larvas e pupas  Ocelos dorsais: insetos adultos
  • 17.
    Tipos de antenas:A-filiforme; B-moniliforme; C-clavada; D-capitada; E- setácea; F-imbricada; G-fusiforme; H-serreada; I-flabelada; J-estiliforme; K- plumosa; L-geniculada; M-aristada; N-composta; O-pectinada; P-furcada. Antenas M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 18.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7  Altera conforme o hábito alimentar Peças Bucais
  • 19.
    Tipos de AparelhosBucais - Mastigador M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 20.
    Tipos de AparelhosBucais – Sugador Labial M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Hexaqueta (2 MD, 2 MX, EP e HIP) – Diptera
  • 21.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Labial Tetraqueta (2 MD e 2 MX) – Hemiptera
  • 22.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Labial Triqueta (1 MD e 2 MX) – Thysanoptera
  • 23.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Labial Diqueta (LS – EP e HIP) – mosca-dos-estábulos Stomoxys calcitrans
  • 24.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Tipos de Aparelhos Bucais – Sugador Maxilar As gáleas das maxilas transformam-se em duas peças alongadas e endosulcadas e da origem um canal por onde o alimento é ingerido por sucção. (espirotromba). Tipo sugador maxilar – Lepidoptera
  • 25.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Tipos de Aparelhos Bucais – Lambedor
  • 26.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Tórax Centro de locomoção  Apresenta os apêndices locomotores (pernas e asas).
  • 27.
    Corbícula ou cestade pólen é a parte da tíbia da pata traseira da abelha. Tórax – tipos de Pernas M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 28.
    Tórax – Asas Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 São denominadas anterior e posterior (adultos). Alguns insetos são ápteros; Tipos de conexões de asas: Direta (permite menor mobilidade e controle de vôo) - Ex. Gafanhotos  Indireta (permite maior mobilidade e vôos mais rápidos) - Ex. Moscas
  • 29.
    Abdome M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Possuem 11 segmentos - Principais funções: Armazenamento e processamento de nutrientes Circulação da hemolinfa Bombeamento de oxigênio Desenvolvimento dos ovos Produção de espermatozóides Acasalamento
  • 30.
    Abdome – Apêndicesabdominais M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 31.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Ordens
  • 32.
    1. COLEOPTERA 2.DIPTERA 3. ORTHOPTERA 4. LEPDOPTERA 5. HEMIPTERA 6. HOMOPTERA 7. HYMENOPTERA 8. ISOPTERA 9. THYSANOPTERA 10. BLATTODEA M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 33.
     Nome: Coleo(estojo) + Ptera (asas), confere proteção;  Representa: 40% da classe, com mais de 300 mil espécies descritas.  Aparelho bucal: mastigador;  Hábito Alimentar: a maioria é fitófaga e muitos são predadores e benéficos.  Desenvolvimento: Holometábolo: ovo, larva pupa e adulto. M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleoptera - Besouros
  • 35.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: • Predadores são comum a outras ordens, porém a ordem Coleoptera possui o maior número (BERTI FILHO, 1990); • Grande número de famílias com hábitos predatórios e de importância como agentes de controle; • Pesquisas realizadas no Brasil são escassas: Carabidae e Coccinellida; • Dificuldade de criação em laboratório: – Forte canibalismo; – Criação da presa;
  • 36.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: Família Cicindelidae • Se alimentando de uma infinidade da artrópodes.
  • 37.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: São muito conhecidos como predadores de pragas florestais; Principais presas: larvas de Himenópteros, Lepidópteros e outros Coleópteros; Os adultos são fitófagos e atacam principalmente frutos maduros. Larvas são predadoras de larvas de escaravelhos; Família Elateridae
  • 38.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: Família Carabidae  Conhecidos como “besouros de chão”; As espécies predadoras se alimentam de moluscos, oligoquetos, aranhas e pequenos artrópodes. Tanto larvas como adultos, são ativos à noite.
  • 39.
    Adultos de Calosomagranulatum Predando lagarta da soja M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura • O principal gênero predadores nessa família é o Calosoma: – A espécie mais promissora para a utilização como predador em programas de controle biológico é a Calosoma granulatum Perty. Predando a Anticarsia gemmatalis
  • 40.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: Também conhecidas como joaninhas; Hábitos predatórios na fase adulta e na fase de larval; Predam: pulgões, mosca-branca, cochonilhas, tripes, lagartas e ácaros. Família Coccinellidae
  • 41.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: Cryptolaemus montrouzieri Alimentam-se de ovos, ninfas recém-eclodidas e fezes açucaradas das cochonilhas; Uma larva pode consumir 250 ninfas de cochonilha;
  • 42.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: Coccidophilus citricola Um dos principais inimigos naturais das cochonilhas de carapaça; Tanto na fase larval quanto na adulta, preda ovos, ninfas e adultos de diaspidídeos; Os adultos possuem corpo elíptico, fortemente convexo, tegumento negro e brilhante;
  • 43.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: Cycloneda sanguinea • Agente eficaz no controle biológico de pragas, principalmente no controle pulgões e ácaros; – Cada larva pode consumir até 200 pulgões/dia; – Adultos predam uma média de 20 pulgões/dia.
  • 44.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: Rodolia cardinalis • Origem na Austrália; • Apresenta élitros de coloração vermelho-sanguínea decorados com manchas pretas;
  • 45.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Predadores: Carcinops pumilio Família Histeridae Predam ácaros; larvas de moscas de frutas. Belonuchus rufipennis Família Staphylinidae Controle de moscas de importância médica-veterinária
  • 46.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Pragas: Partes Afetadas: Flores, Folhas,Frutos, Raízes, Tubérculos. Sintomas: Desfolhamento, tombamento, apodrecimento de frutos e tubérculos, queda de flores e frutos. Controle: Feromônios que atraem os machos para armadilhas de garrafas pet com água e detergente. Fungos Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae, que infectam larvas e adultos.
  • 47.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Pragas: Broca da batata-doce (Ipomoea batatas (L.) - As larvas atacam tanto as ramas quanto as raízes Controle: Fazer a amontoa bem feita, rotação de culturas e usar mudas sadias.
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Coleópteros na Agricultura Pragas: Danos: Desfolham as plantas, afeta a fotossíntese. Controle: Medidas gerais e realizar pulverizações com inseticidas específicos, registrados. Família Chrysomelidae que ataca diversas solanáceas, como a beringela, a pimenta, o pimentão e o tomate. Systena tenuis
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Díptera na Agricultura Do grego di= dois e pteros = asas, sendo assim chamados devido a principal característica desta classe ser a presença de somente um par de asas completamente funcionais.
  • 50.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 As suas larvas são popularmente conhecidas como coró, bichinho da goiaba, entre outros, estão classificadas nos grupos das larvas vermiformes, são ápodas e possuem cabeça bem desenvolvida, com aparelho bucal mastigador Díptera na Agricultura
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Díptera na Agricultura Mosca das frutas Larva e adulto de Anastrepha fraterculus
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Díptera na Agricultura Larva-minadora Liriomyza huidobrensis Ciclo: 19 a 27 dias Postura: 500 a 700 ovos/fêmea Os adultos alimentam-se da exsudação das folhas, mediante a perfuração realizada pelas fêmeas pelo ovipositor. As larvas abrem galerias entre a epiderme superior e inferior das folhas, formando lesões esbranquiçadas. redução da área fotossintética, murcha e queda prematura das folhas.
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Díptera na Agricultura Larva-minadora Liriomyza huidobrensis NC: 1 à 2 larvas vivas por folha trifoliolada. Controle Biológico: parasitismo de suas larvas por Opius sp. (Hymenoptera) chega a ser de 100%
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Díptera na Agricultura
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Ortóptera na Agricultura Orthos = reto; ptera = asas São agrupados nessa ordem os gafanhotos, as esperanças, os grilos, as paquinhas e as taquarinhas. Esses insetos possuem o terceiro par de pernas do tipo saltatório.
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Ortóptera na Agricultura Gryllus assimilis Neocurtilla hexadactyla Podem ocasionar danos às raízes e à parte aérea das plantas, durante a noite. Quando as pragas surgem após o plantio, preparar iscas tóxicas com farelo, açúcar, inseticida e água. No preparo adicionar água aos poucos, mexendo até formar grânulos. Distribuir as iscas pelos canteiros.
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Lepidóptera na Agricultura Nome: Lepidon (escamas) + ptera (asas) • Aparelho bucal sugador maxilar (inseto adulto), enrolado em forma de espiral. • Hábito Alimentar: As lagartas tem aparelho bucal mastigador, são fitófagos e muitas são pragas. O adulto apenas suga néctar floral. • Desenvolvimento: Holometábolo: ovo, larva (lagarta), pupa(crisálida) e adulto.
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Lepidóptera na Agricultura Curuquerê da couve (Ascia monuste orseis) Danos: As larvas, atacam folhas, devorando-as durante seu período larval; Controle: Pode-se controlar a praga pelo esmagamento dos curuquerês ou dos ovos localizados nas folhas. Estes últimos são facilmente reconhecidos pela sua coloração amarelada. O controle biológico pode ser com o Bacillus thuringiensis.
  • 59.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Lepidóptera na Agricultura Plutella xylostella - traça das crucíferas Alimenta-se da parte externa ou interna das folhas, inutilizando-as para o consumo, pode ocasionar reduções de até 60% na produção de repolho.
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Lepidóptera na Agricultura
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Lepidóptera na Agricultura Lagarta: Falsa medideira – Trichoplusia nii
  • 62.
    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Lepidóptera na Agricultura Lagarta : Helicoverpa armigera Controle: fazer o monitoramento, usar medidas gerais e controle biológico: Virus VPN e BT
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    M a ne j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Hymenoptera na Agricultura • Nome: Hymeno ( membrana) + ptera (asas), 15% da classe, com mais de 110 mil espécies descritas. • Características: geralmente apresentam aparelho bucal mastigador, sendo que as abelhas são exceção, possuindo aparelho bucal lambedor. • Hábito Alimentar: são parasitas ou predadores de outros insetos (controle biológico), e as abelhas, são os principais responsáveis pela polinização de muitas plantas. • Por outro lado existem várias formigas e abelhas (A. cachorro, Arapuá) que são pragas agrícolas. • Desenvolvimento: Holometábolo: ovo, larva, pupa, adulto. Vespas, formigas, abelhas, marimbondos
  • 64.
    Hymenoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Formigas cortadeiras – saúvas (Atta) e quenquéns (Acromyrmex) As formigas cortadeiras: estão entre as 2.000 espécies de formigas existentes no território brasileiro.
  • 65.
    Hymenoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 A presença de formigas em plantas com cochonilhas e pulgões é muito comum.
  • 66.
    Hymenoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 67.
    Hymenoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Os ninhos da Acromyrmex (quenquéns) são menores que os ninhos da Atta (saúvas).  Normalmente os ninhos de saúva possuem grande quantidade de terra solta no exterior, geralmente mais de 50m². Os ninhos de quenquéns não ultrapassam 5 m² de superfície de terra solta.  Internamente os ninhos de saúvas podem possuir até 8.000 câmaras de cultivo de fungo. Ninhos de quenquéns são bem menores, com 5 câmaras
  • 68.
    Hymenoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
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    Hymenoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Fonte: adaptado http://www.mirex-s.com.br/
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    Controle de formigas -200g de folhas secas e moídas de gergelim -1 Kg de folhas secas e moídas de mamona -1 kg de cal virgem -100 g de enxofre A aplicação deste formicida ecológico foi feita por bombeamento, através de uma polvilhadeira manual (tipo bomba), nos olheiros principais. Hymenoptera na Agricultura M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
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    • Barreiras –garrafas pet • Plantas repelentes - batata doce • Planta com ação inseticida – gegenlin • Cinza – misturar com agua e aplicar no final da tarde. Controle de formigas Hymenoptera na Agricultura M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
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    • Pachycondyla commutata=> especializada em cupins. Formigas predadoras Hymenoptera na Agricultura M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
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    • Uma dasespécies mais conhecidas: Polybia occidentalis; • Se alimenta basicamente de insetos, sendo encontrada predando diversas pragas agrícolas; • Potencial agente de controle de pragas: – Comportamento agressiva; – Presença ativa em vários cultivos agrícolas; M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Vespas predadoras Hymenoptera na Agricultura
  • 74.
    • Uma dasespécies mais conhecidas: Polybia occidentalis; • Se alimenta basicamente de insetos, sendo encontrada predando diversas pragas agrícolas; • Potencial agente de controle de pragas: – Comportamento agressiva; – Presença ativa em vários cultivos agrícolas; M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Vespas predadoras Hymenoptera na Agricultura
  • 75.
    Hemiptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Hemiptera - percevejos, barbeiros, chupanças •Nome: Hemi (metade) + ptera (asas) [asa anterior com diferença na textura da região basal e apical], Mais de 23 mil espécies descritas. •Aparelho bucal picador sugador, surgindo na parte anterior da cabeça; •Hábito Alimentar: A maioria é fitófoga e muitos são pragas agrícolas. • Alguns são predadores de outros insetos e são benéficos. Outros são hematófagos e transmissores de doenças para o homem. •Desenvolvimento: Paurometábolo: ovo, ninfa e adulto .
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    Hemiptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Deixam buracos arredondados nas folhas, flores e caules.
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    Hemiptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Mosca-branca - Bemisia tabaci Esse inseto ocasiona perdas tanto devido ao impacto direto, em virtude da sucção de seiva, como indireto, pela transmissão de um complexo de 17 espécies de geminivírus.
  • 78.
    Hemiptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Populações da mosca-branca têm desenvolvido resistência a diversos ingredientes ativos comercializados em vários países, o que tem tornado seu controle cada vez mais difícil.
  • 79.
    Hemiptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Controle: Variedades resistentes Manejar corretamente adubação e irrigação Evitar escalonamento de plantio Realizar sucessão e rotação de culturas Implantar barreiras vivas e Eliminar restos culturais de hospedeiras
  • 80.
    Hemiptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Manutenção de áreas de mata (refúgio) adjacentes ao cultivo de hortaliças para preservação de populações de moscas-branca suscetíveis a inseticidas. E de inimigos naturais
  • 81.
    Homoptera - cigarras,cigarrinhas, pulgões e cochonilhas •Nome: Homo (igual) + ptera (asa de textura uniforme) Situação: Mais de 32 mil espécies descritas. • Aparelho bucal sugador que sai da parte posterior da cabeça (retrovertido). •Hábito Alimentar: Inseto sugador, fitófagos (alimentam de seiva das plantas), sendo muitos membros pragas agrícolas. • Desenvolvimento: Paurometábolo: ovo, ninfa e adulto. Homoptera na Agricultura M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
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    Homoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 83.
    Homoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 Pulgões-da-couve (Brevicoryne brassicae) Controle: 1 ml para um litro de água e pulverizar a couve no fim do dia. xAs folhosas podem ser consumidas 24h depois. Samambaia: 1 l de água para 250g de folha. No fogo durante 30 mim.. Arruda: 1 l de agua para 100g de folhas - Repetir a pulverização no prazo de quinze dias.
  • 84.
    Thysanoptera - trípesou lacerdinha •Nome: Thysano ( franja) + ptera ( asas). Mais de 3,1 mil espécies descritas. •Aparelho bucal raspador sugador; Insetos pequenos 0,5 a 5 mm de comprimento; •Hábito Alimentar: Raspam e sugam seiva das flores, folhas e frutos. •Desenvolvimento: Paurometábolo: ovo, ninfa e adulto. Thysanoptera na Agricultura M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 85.
    Thysanoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 86.
    Thysanoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7 TRIPES ou PIOLHO - Thrips tabaci • Cultural - Evitar plantios consecutivos, plantio no sentido contrario ao vento, usar faixa de retenção como capim elefante.  Biológico - O controle biológico natural é realizado por larvas de crisopídeos, e outros trips.
  • 87.
    Isoptera - cupinse aleluias •Nome: Iso (igual) + ptera ( asas), Mais de 1,7 mil espécies descritas. •Aparelho bucal mastigador; corpo mole; •inseto social. Alguns fazem seus ninhos subterrâneos, outros aqueles murundus enormes nos campos e outras dentro da própria madeira. •Hábito Alimentar: Fitófago - são pragas de raízes, de madeira verde e de madeira seca industrializada. • Desenvolvimento: Paurometábolo: ovo, ninfa e adulto. Isoptera na Agricultura M a n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7
  • 88.
    Isoptera na Agricultura Ma n e j o I n t e g r a d o d e P r a g a s – P r o f . E d n e i P i r e s . C o n t a t o : ( 7 7 ) 9 1 0 3 - 3 8 0 7