O documento discute a crise hídrica em São Paulo, argumentando que ela é resultado da falta de investimento em novos mananciais e preservação dos existentes, não das chuvas. A população cresceu 10 milhões nos últimos 30 anos, enquanto os mananciais permaneceram os mesmos. Há um déficit de 13 metros cúbicos de água por segundo e os reservatórios podem secar nos próximos meses se nada for feito.