A crise hídrica em São Paulo é resultado da combinação de fatores como gestão inadequada dos mananciais, eventos climáticos extremos e degradação ambiental. As represas estão com volumes operacionais muito baixos, abaixo de 30% em janeiro de 2015, devido à estiagem persistente e retiradas de água acima do nível sustentável. Medidas para redução do consumo têm sido insuficientes para reverter o cenário crítico.