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SAÚDE COLETIVA IMUNIZAÇÃO Enfº Eduardo Gomes da Silva – COREN 001790 Enfª Juliana Lopes Figueiredo – COREN  99792
Vacina  Produto que contém antígenos (vírus ou bactérias tratadas que perderam seu poder de virulência, mas que conseguem produzir imunidade), destinado a conferir ou reforçar a imunidade dos hospedeiros a quem é administrado Estão entre os produtos biológicos mais eficazes e seguros
Vacinas  A ocorrência de um evento após uma imunização, não é prova suficiente da associação causal
Programa Nacional de Imunização É responsabilidade do Ministério da Saúde definir as vacinas de caráter obrigatório em todo território nacional Variável com comportamento epidemiológico das doenças preveníveis por vacinação Tem caráter legal no artigo 26, do Decreto nº. 78.231, de 12/08/1976
Programa Nacional de Imunização Organiza e disciplina as ações de vacinação, executadas em todo território nacional
Programa Nacional de Imunização  Vacina oral contra poliomielite Vacina tríplice bacteriana (DPT) – difteria, tétano e pertussis (coqueluche) Vacina contra sarampo Vacina contra tuberculose (BCG-ID) Vacina contra hepatite B Vacina contra  haemophilus influenzae  tipo b Vacina contra febre amarela
Programa Nacional de Imunização Também é prioridade do programa: Administração da vacina tríplice viral (SCR) contra sarampo, caxumba e rubéola em crianças a partir dos 12 meses de idade, preferencialmente aos 15 meses Administração da vacina contra rubéola imediatamente após o parto e após o aborto, bem como todas as mulheres em idade fértil entre 12 e 49 anos
Programa Nacional de Imunização É preconizado para as gestantes a administração da vacina dupla adulto (dt) para controlar o tétano neonatal A dupla adulto também é preconizada para grupos de riscos (escolares, trabalhadores rurais, da construção civil, agricultores, aposentados e outros) objetivando o controle do tétano acidental e da difteria
Programa Nacional de Imunização Vacina contra cólera: não faz parte do programa devido não constituir recurso de valor significativo para controle da doença OMS: não considera a vacinação contra a cólera como requisito para entrada em nenhum país de pessoas procedentes de áreas infectadas Varíola: erradicação mundial; no Brasil a vacina não é administrada desde 1980
Contra-Indicações Gerais à Vacinação Ocorrência de hipersensibilidade após recebimento a qualquer dose Hipersensibilidade a qualquer um dos produtos Presença de imunodeficiência congênita ou adquirida Presença de neoplasia maligna Tratamento de corticosteróides em dose imunossupressora (predinisona na dose de 2mg/kg/dia para criança, ou de 20mg/dia para adulto, por mais de uma semana Terapêuticas imunossupressoras (quimioterapia antineoplásica, radioterapia) Gravidez exceto em alto risco de exposição a algumas doenças virais como febre amarela e poliomielite
Situações Gerais de Adiamento Situações muito específicas: tratamento com imunossupressores ou com corticóides em dose imunossupressora. Agendar a vacinação para 3 meses depois do final do tratamento Evolução de doenças agudas febris graves
Justificativa  Para as vacinas de vírus vivos há possível risco de disseminação do vírus vacinal Para vacinas de componentes mortos ou inativados, há a possibilidade de não ocorrer a resposta imunogênica
Observações  A ocorrência de febre após a administração de uma vacina não constitui contra-indicação à dose subsequente Quando ocorrer febre administrar o antitérmico comumente utilizado Crianças infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana HIV pode receber todas as vacinas previstas no esquema básico de vacinação
Constitução  As vacinas são constituídas por agentes infecciosos atenuados, inativados, ou por algum de seus produtos ou componentes como antibiótico, timerosal, hidróxido de alumínio) que podem induzir eventos adversos
Apresentação  São usualmente apresentadas em frascos de uma única dose ou frascos com múltiplas doses As vantagens dos frascos de múltiplas doses representam termos de custos e menor volume para armazenagem Em saúde pública são os mais frequentemente empregados
Eventos Adversos A incidência de reações indesejáveis provocadas pelas vacinas varia de acordo com as características do produto utilizado, peculiaridade da pessoa que recebe e técnica ao aplicar a vacina
Fatores Relacionados à Vacina Incluem o tipo ou cepa, o número e o meio de cultura dos microorganismos Processos de inativação ou atenuação Adjuvantes, estabilizadores ou substâncias conservadores
Fatores Relacionados aos Vacinados Idade Sexo Doses prévias de vacinas Deficiência imunitária Doenças concomitantes
Fatores Relacionados à Administração Técnica de aplicação Tipo de seringa e agulha Ponto e via de inoculação (ID,SC,IM)
Vias de Administração - Oral Vacina contra poliomielite Vacina contra rotavírus
Vacina contra Poliomielite -Indicação Indicada para prevenir a poliomielite, sendo recomendada a partir dos dois meses de idade Situações epidemiológicas podem indicar vacinação a partir do nascimento
Vacina contra Poliomielite - Campanhas Realizadas no Brasil desde 1980, a vacina contra a poliomielite tem sido administrada no grupo de zero a quatro anos, independente do estado vacinal prévio Visam estabelecer proteção coletiva nas comunidades, mediante a substituição do vírus selvagem circulante pelo vírus vacinal
Vacina contra Poliomielite - Composição Vacina de vírus atenuados, trivalente com poliovírus 1,2 e 3, cultivados em células de rim de macaco Componentes como cloreto de magnésio, sacarose, neomicina, estreptomicina ou a eritromicina são utilizados como estabilizantes Vermelho de amarante ou roxo de fenol são utilizados como corante indicador de pH
Vacina contra Poliomielite - Apresentação Forma líquida em frascos de vidro ou bisnagas conta-gotas com múltiplas doses
Vacina contra Poliomielite – Via de Administração e Dosagem Administrada por via oral Cada dose, corresponde a duas gotas, podendo variar conforme especificações do laboratório produtor Caso a criança cuspir, regurgitar ou vomitar (até uma hora após administração) repetir a dose
Vacina contra Poliomielite - Esquema Esquema básico: 3 doses com intervalos de 60 dias (mínimo de 30 dias) Reforço: 6 a 12 meses depois da 3ª dose do esquema básico de preferência no 15º mês
Vacina contra Poliomielite – Contra-Indicação e Adiamento  Apenas nas contra-indicações gerais para vacinas de vírus vivos atenuados Adiar a administração da vacina no caso da pessoa estar com diarréia severa ou vômitos intensos (melhor aproveitamento da dose) Não considerar adiamento não deve ser consideradas nas campanhas ou em bloqueios
Vacina contra Poliomielite - Conservação +0 a +8 ºC Pode ser congelada
Vacina contra Rotavírus - Indicação Vírus da família reoviridae que causa diarreia grave e frequentemente acompanhada de febre e vômitos Considerado um dos maiores agentes causadores de gastroenterites e óbitos em crianças menores de cinco anos em todo mundo
Rotavírus  A maioria das crianças se infecta nos primeiros anos de vida, porém os casos mais graves ocorrem principalmente em crianças até dois anos de idade
Epidemiologia - Rotavírus Mundo: 125 milhões de vítimas acometidas pelo rotavírus a cada ano com 600 a 870 mil óbitos/ano Brasil: a taxa média de surtos de diarreia em crianças menores de 3 anos de idade é de 2 a 3 por criança/ano, dos quais 10% estão associados ao rotavírus São Paulo (CVE): Rio Claro e Guarulhos no período de 17 de fevereiro de 2004 à 16 de fevereiro de 2005 ocorreram 22 a 55 mil casos de rotavírus, entre as quais 300 mil diarreias agudas por diversas etiologias e que o vírus é responsável por cerca de 26 mil a 70 mil consultas médicas/ano em ambulatórios, serviços de emergência e hospitais
Vacina contra Rotavírus – Composição  É uma vacina oral, atenuada, monovalente (G1P1A[8]), cepa RIX4414 Frasco com pó liofilizado:  no mínimo 106,0CCID50 da cepa vacinal sacarose 9mg, dextrana 18mg, sorbitol 13,5 mg, aminoácidos 9mg e meio Eagle modificado por Dulbecco (DMEM) 3,7mg
Vacina Rotarix - Apresentação Aplicador com diluente: carbonato de cálcio 80mg, goma de xantana 3,5mg, água para injeção 1,3 ml. Após a reconstituição cada dose corresponde a 1ml
Vacina Rotarix – Via de Administração EXCLUSIVAMENTE ORAL!
Vacina Rotarix – Esquema Vacinal Duas doses, aos 2 e 4 meses de idade, simultaneamente com as vacinas Tetravalente (DTP/Hib) e Sabin. O intervalo mínimo entre as duas doses é de 4 semanas.
Vacina Rotarix – Restrições Para a aplicação da 1ª dose: - deve ser aplicada aos 2 meses de idade - Idade mínima 1 mês e 15 dias de vida  - Idade máxima 3 meses e 7 dias de vida Para a aplicação da 2ª dose: - deve ser aplicada aos 4 meses de idade - Idade mínima 3 meses e 15 dias de vida  - Idade máxima 5 meses e 15 dias de vida
ATENÇÃO!! NÃO DEVE SER ADMINISTRADA FORA  DO PERÍODO RECOMENDADO!!
Efeitos Adversos Estudos realizados com as novas vacinas contra rotavírus, considerando-se o risco aumentado de invaginação intestinal em relação à idade de aplicação da vacina RotaShield®, como precaução, não devem ser aplicadas em situações fora das faixas etárias estabelecidas.
Efeitos Adversos Reação alérgica sistêmica grave (até 2 horas após aplicação da vacina) Presença de sangue nas fezes até 42 dias após vacinação Internação por abdome agudo obstrutivo até 42 dias após aplicação
Contra-Indicações Imunodeficiência congênita ou adquirida Uso de corticosteróides em doses elevadas (equivalente a 2mg/kg/dia ou mais por mais de duas semanas), ou submetidas a outras terapêuticas imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia) Reação alérgica grave a um dos componentes da vacina ou em dose anterior (urticária disseminada, broncoespasmo, laringoespasmo, choque anafilático) até duas horas após aplicação da vacina História de doença intestinal crônica Mal formação congênita do trato digestivo História prévia de invaginação intestinal
Invaginação Intestinal Forma de obstrução intestinal na qual um segmento de intestino invagina sobre outro segmento, localizado mais distalmente, causando obstrução intestinal e compressão vascular e da alça invaginada
Invaginação  Intestinal
Invaginação Intestinal Tem maior ocorrência entre 4 e 9 meses de idade, sendo uma das causas mais frequentes de abdome agudo nesta faixa etária Sinais e sintomas: náuseas, vômitos, dor abdominal e fezes com presença de sangue e muco (geléia de morango) Tratamento: conservador podendo em alguns casos, indicação cirúrgica
Vacina Rotarix – Forma de Conservação O fraco com o produto liofilizado e o aplicador com o diluente, devem ser conservados entre +2°C e +8°C A VACINA NÃO DEVE SER CONGELADA Após a reconstituição, a vacina deve ser aplicada de imediato, caso contrário, a solução poderá ser utilizada até 24 horas, desde que esteja sob conservação entre 2 e 8°C e não haja contaminação.  Recomenda-se, para melhor acondicionamento nesta situação, manter a solução no aplicador com a tampa de borracha NÃO ESQUECER de homogeneizar a solução novamente antes da administração.
Vias de Administração - Intradérmica Classicamente indicada para vacina BCG e antivariólica, sendo esta última em desuso
Vacina BCG - Indicação Prevenir as formas graves de tuberculose (miliar e meníngea), em crianças menores de 5 anos Vacinação/revacinação de grupos especiais: mães HIV positivas Vacinação de comunicantes de hanseníase
Vacina BCG - Composição BCG –  B acilo de  C almette &  G uérin liofilizado obtido por atenuação do  Mycobacterium bovis  com glutamato de sódio
Vacina BCG - Apresentação Forma liofilizada em ampola com múltiplas doses, acompanhada da ampola do diluente específico para a vacina
Vacina BCG – Dosagem e Volume Uma dose, cujo volume correspondente é de 0,1 ml, rigorosamente. Reforço é administrado na idade escolar (seis aos dez anos), considerando o aumento da incidência de meningocefalite em maiores de cinco anos, como também aumento das formas disseminadas da tuberculose, relacionada à epidemia de AIDS
Vacina BCG – Idade de Aplicação A partir do nascimento, o mais precocemente possível Se necessário pode ser administrada com tetravalente e Sabin Pessoas em qualquer idade pode ser vacinadas
Vacina BCG - Via de Administração Rigorosamente intradérmica MSD, na altura da inserção do músculo deltóide
Vacina BCG - Via de Administração O uso do braço direito tem por finalidade facilitar a identificação da cicatriz em avaliações da atividade da vacinação Quando essa recomendação não puder ser seguida, registrar o local da administração no Cartão da Criança
Vacina BCG - Esquema Uma dose o mais precocemente possível Reforço: discutível; SP se necessário entre 12 e 14 anos PPD é dispensável Ausência de cicatriz vacinal: revacinar seis meses após a primeira dose
Vacina BCG - Evolução da Reação Vacinal pápula  nódulo  pústula  crosta  úlcera  cicatriz Com duração média de seis a doze semanas, resolvendo-se habitualmente em pequena cicatriz, podendo haver secreção na fase de ulceração
Vacina BCG - Evolução da Reação Vacinal Enfartamento ganglionar não supurado axilar é normal O enfartamento aparece, geralmente, de três a seis semanas após a vacinação, podendo permanecer estacionário de um a três meses, desaparecendo sem tratamento A úlcera que resulta da evolução normal da lesão, não deve ser coberta, não sendo necessário colocar qualquer medicamento ou adotar qualquer cuidado especial, nem realizar curativo
Evolução da Reação Vacinal - Pápula
Evolução da Reação Vacinal - Pústula
Evolução da Reação Vacinal - Úlcera
Vacina BCG - Contra-Indicações/Adiamento Imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo crianças afetadas pelo HIV fase sintomática Adiar em casos de RN com peso < que 2000g (escassez do tecido cutâneo) Presença de afecções dermatológicas extensas (adiar)
Conservação e Validade +O a +8 ºC Inativa na presença de raios solares Utilizar em 6 horas após reconstituição
Vacinação de Comunicantes de Hanseníase Administradas nos contatos intradomiciliares dos pacientes de hanseníase para aumentar a proteção deste grupo de risco Não é necessário prova tuberculínica prévia Dose é de 0,1 ml, intradérmica MSD na altura da inserção inferior do músculo deltóide Duas doses, com intervalo entre as doses de seis meses a um ano
Via Intramuscular Vacina contra hepatite B Vacina combinada tetravalente: DPT (difteria, pertussis, tétano); vacina contra Hib ( Haemophilus influenzae  tipo B) Vacina dupla adulto dT (difteria, tétano) Vacina dupla infantil DT (difteria e tétano) Vacina contra raiva
Via Intramuscular Período mais recente, a maioria dos manuais oficiais de vacinação tem seguido a tendência norte-americana de contra-indicar a região glútea em favor a face lateral da coxa (músculos vasto lateral e quadríceps) Essa recomendação foi incluída no Manual de Procedimentos para Vacinação publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil A origem dessa recomendação se baseia em estudos anatômicos que mostram risco de lesão do nervo ciático e no fato de que, crianças que ainda não andam, a musculatura glútea não é desenvolvida, sendo a região constituída essencialmente de tecido adiposo, o que levaria uma absorção inadequada como a vacina contra hepatite B
Vacina contra Hepatite B - Indicação Indicada para prevenir hepatite B Em menores de um ano de idade, a partir do nascimento, se possível, nas primeiras doze horas após o parto Na faixa de um a 14 anos, em áreas de alta endemicidade Doadores regulares de sangue para mantê-los em tal condição
Vacina contra Hepatite B - Indicação Grupos de risco: usuários de hemodiálise, politransfundidos, hemofílicos, talassêmicos, profissionais de saúde, populações indígenas, comunicantes domiciliares de portadores do vírus da hepatite B, pessoas portadores do HIV (sintomáticas e assintomáticas), pessoal das forças armadas e reclusos (presídios, hospitais psiquiátricos), homossexuais e profissionais do sexo
Vacina contra Hepatite B - Composição Contém antígeno da superfície do vírus da Hepatite B (AgsHB) purificado, obtido pos engenharia genética e hidróxido de alumínio como adjuvante e o timerosal como preservativo
Vacina contra Hepatite B - Composição A de primeira geração contém partículas virais inativadas pelo formol, obtidas do plasma de portadores do vírus A de segunda geração que é preparada por método da engenharia genética e obtida mediante tecnologia de recombinação do ADN
Vacina contra Hepatite B - Apresentação Forma líquida em frasco de única ou múltiplas doses
Vacina contra Hepatite B – Via de Administração Intramuscular no vasto lateral da coxa em crianças menores de dois anos de idade Acima desta idade, administrar no deltóide, na face externa superior do braço Não aplicar na região glútea!  (diminui sensivelmente a resposta imunológica devido tecido adiposo) Pacientes hemofílicos: aplicação subcutânea ou, caso se utilize a via intramuscular, a aplicação deverá ser seguida de compressão com gelo
Vacina contra Hepatite B - Idade de Aplicação A partir do nascimento
Vacina contra Hepatite B – Doses Dependem do laboratório do produtor Para menores de 20 anos: 5 ou 10  µg (0,5ml) Idade igual ou maior de 20 anos: 10 ou  20 µg (1,0ml)
Vacina contra Hepatite B – Esquema Vacinal 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira) Intervalos mínimos a serem observados: Para a segunda dose: um mês após a primeira Para a terceira dose: dois meses após a segunda, desde que o intervalo de tempo decorrido a partir da primeira dose seja, no mínimo de seis meses
Operacionalização do Esquema Primeira dose pode ser administrada ao nascer junto com a vacina BCG-ID Segunda dose aos dois meses com as vacinas poliomielite, DPT e a vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b  Terceira dose aos nove meses com a vacina contra sarampo e contra febre amarela
Contra-Indicação Pode ocorrer reação anafilática após aplicação da dose anterior
Vacina contra Hepatite B – Observações Para a vacina rotineira para menores de um ano, outros esquemas poderão ser utilizados, para permitir a coincidência com o emprego de outras vacinas Um, dois e nove meses de idade ou; Dois, quatro e nove meses de idade, juntamente com outras vacinas
Vacina contra Hepatite B –Observações Para prevenção de transmissão vertical, no caso de RN de mãe AgsHB+: é fundamental a administração precoce da imunoglobulina humana específica IgHB (0,5ml), preferencialmente nas primeiras 12 horas e a vacina contra hepatite B; receber a segunda dose da vacina após 30 dias da primeira dose
Vacina contra Hepatite B – Observações Pacientes imunodeprimidos como renais crônicos: recebem dose dupla para a idade (devido menor produção de anticorpos)
Vacina Hepatite B - Conservação Em temperatura entre 2 a 8 ºC Não deve ser congelada (perda de potência da vacina) Validade até o término do frasco
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dt e DT) Indicação 2 tipos: Dupla tipo infantil (DT) Dupla tipo adulto (dT)
Vacina contra Difteria e Tétano – Infantil (DT) Indicação Indicada para crianças até os seis anos e onze meses que tenham apresentado encefalopatia nos primeiros sete dias após a vacinação com a DTP Quando após a aplicação da DTP ocorrem convulsões nas primeiras 72 horas ou EHH nas primeiras 48 horas
Vacina contra Difteria e Tétano – adulto (dT) Indicação Indicada a partir dos 7 anos de idade para prevenção do tétano acidental e da difteria Mulheres em idade fértil (12 a 49 anos) Gestantes para prevenção do tétano neonatal Pessoas que não tenham recebido as vacinas DTP ou DT ou que tenham esquema incompleto dessas vacinas
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dt e DT) Composição São associações dos toxóides diftérico e tetânico Hidróxido ou fosfato de alumínio como adjuvante e o timerosal como preservativo
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dt e DT) Apresentação São apresentadas sob forma líquida e em frasco de dose única ou multidoses
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dt e DT) Via/Dosagem Via intramuscular profunda Dose correspondente é de 0,5 ml, podendo variar dependendo do laboratório produtor
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT) - Esquema Esquema básico da vacina dupla adulto corresponde a três doses com intervalos de 60 dias entre as doses O intervalo mínimo é de 30 dias Entre a segunda e a terceira dose o ideal é 180 dias (seis meses) Ao indicar a vacina dT, considerar as doses da vacina tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil (DT) recebidas anteriormente Reforço da dupla adulto é administrado de 10 em 10 anos
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (DT) - Esquema O esquema básico da dupla infantil (DT) corresponde a três doses, com intervalo de 60 dias entre as doses O intervalo mínimo é de 30 dias O reforço da dupla infantil (DT) é semelhante ao da tríplice (DTP), uma dose seis a doze meses depois da terceira dose, de preferência aos 15 meses de idade, simultaneamente com a vacina tríplice viral (SCR) e contra a poliomielite
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Contra-indicação Situações gerais referidas
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) - Conservação São conservadas numa temperatura entre +2 a +8 ºC Não podem ser congeladas devido desnaturação protéica e desagregação do adjuvante (com formação de grumos), causando perda da potência e aumento dos eventos como sinais flogísticos
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Observações No caso de contra-indicação formal ao componente  pertussis , a vacina dupla infantil (DT) só deve ser administrada quando não estiver disponível a vacina DTP acelular Ao indicar a vacinação duplas infantil e adulto (DT ou dT), considerar as doses administradas anteriormente
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Observações Para prevenção de tétano neonatal: deve considerar que toda mulher vacinada com, pelo menos, duas doses das vacinas DTP, DT ou dT, com intervalo mínimo de um mês entre as doses (antes ou durante a gravidez) terá seu RN protegido contra o tétano neonatal nos dois primeiros meses de vida
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Observações Essa proteção só é possível quando a segunda dose for administrada até 20 dias antes do parto que é o tempo mínimo necessário para que haja produção de anticorpos suficientes para transferir ao feto Para adequada proteção da gestante e para a prevenção do tétano neonatal em gestações futuras, é necessário a administração da terceira dose, seis meses após a segunda dose
Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Observações Os eventos associados à administração das vacinas duplas (DT e dT), apresentam-se, em geral sob forma de dor local, com vermelhidão, edema e enduração, febrícula e sensação de mal-estar com intensidade variável e duração passageira Usar compressa fria no caso de dor e vermelhidão Não usar compressa quente no local em que a vacina foi administrada
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) - Indicação  Indicada para menores de cinco anos, a a partir dos dois meses de idade Em outros grupos, de acordo com normas do Centro de Referência para Imunobiológicos: Crianças e adolescentes até 18 anos com asplenia anatômica ou funcional Crianças e adolescentes até 18 anos com imunodeficiência congênita ou adquirida Crianças menores de cinco anos com doença pulmonar ou cardiovascular crônica ou grave Transplantados de medula óssea de qualquer idade
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) - Composição É apresentada nas seguintes composições, de acordo com o laboratório produtor: HbOC: vacina constituída por fragmentos curtos do polissacarídeo (presente na cápsula da bactéria) chamado polirribosil-ribitol-fosfato (PRP), conjugada com a proteína CRM197, mutante, atóxica da vacina diftérica; contém timerosal
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) - Composição PRP-OMP: vacina constituída pelo PRP conjugado com proteínas da membrana externa do meningococo do grupo B; contém timerosal, lactose e sais de alumínio PRP-T: vacina constituída pelo PRP conjugado ao toxóide tetânico
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) - Apresentação Apresentada sob a forma liofilizada, acompanhada do diluente ou; Forma líquida em frascos de dose única ou múltiplas doses
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) – Via/Dosagem Deve ser administrada por via intramuscular profunda Crianças com menos de dois anos de idade, a injeção é feita no vasto lateral da coxa Maiores de dois anos, preferencialmente na região do deltóide, face externa superior do braço O volume correspondente da dose é de 0,5ml
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) - Esquema Corresponde a três doses no primeiro ano de vida com intervalo de 60 dias entre as doses O intervalo mínimo é de 30 dias As crianças entre 12 e 59 meses, quando não vacinadas ou quando apresentam esquema incompleto, devem receber uma única dose
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) – Esquema Especial Cç com idade entre 1 e 5 anos que apresentam doença pulmonar ou cardíaca crônica grave: se não completou o esquema administrar uma dose
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) – Esquema Especial Indivíduo imunocomprometido com idade  entre 12 meses e 18 anos, inclusive asplênicos, pacientes com hemoglobinopatias e com infecção assintomática pelo HIV:  Se completou o esquema básico da vacina Hib no primeiro ano de vida, administrar uma dose Se o esquema básico da vacina Hib no segundo ano de vida é inexistente ou incompleto, administrar duas doses com intervalo de dois meses entre as doses
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) – Esquema Especial Indivíduo menor de 18 anos que irá se submeter a esplenectomia eletiva, se não completou o esquema básico da vacina Hib, administrar uma dose, duas semanas ou mais antes da esplenectomia
Vacina contra  Haemophilus influenzae  tipo b (Hib) – Esquema Especial Indivíduo submetido a transplante de medula óssea, de qualquer idade: mesmo que o indivíduo tenha esquema básico completo da vacina Hib, administrar duas doses, sendo uma dose meses e outra 24 meses após transplante
Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) - Indicação Vacina tríplice bacteriana (DTP) é indicada para prevenir a difteria, tétano e coqueluche ( pertussis )  Administrada a partir dos 2 meses de idade até os 6 anos, 11 meses e 29 dias Considerar as doses administradas anteriormente e não reiniciar o esquema
Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) - Composição Associação dos toxóides diftérico e tetânico com a  Bordetella pertussis  inativada, tendo o hidróxido de alumínio ou fosfato de alumínio como adjuvante e o timerosal como preservativo
Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) - Apresentação Apresentada sob forma líquida, em ampola ou frasco de dose única, contendo 1,0 ml ou 0,5 ml ou em frascos de múltiplas doses
Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) – Via/ Dosagem Via intramuscular profunda Crianças menores de 2 anos a injeção é feita no vasto lateral da coxa  Em maiores de dois anos pode ser utilizada a região deltóide, na face externa superior do braço Dose correspondente é de 0,5 ml, podendo variar de acordo com laboratório produtor
Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) - Esquema Corresponde a três doses no primeiro ano de vida, com intervalo de 60 dias  O intervalo mínimo é de 30 dias Reforço e administrado 6 a 12 meses após terceira dose, de preferência aos 15 meses de idade, simultaneamente com a vacina tríplice viral (SCR) e a vacina contra a poliomielite
Vacina contra (DTP) – Contra-Indicação Situações gerais referidas Quadro neurológico em atividade Seguintes manifestações em dose anterior: Convulsões até 72 horas após a administração da vacina Colapso circulatório, com estado tipo choque Episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH) até 48 horas após administração da vacina Encefalopatia nos primeiros sete dias após administração da vacina
Vacina contra (DTP) – Contra-Indicação Em convulsões e colapsos circulatórios: administrar a vacina tríplice bacteriana acelular (DTP acelular) ou, quando não disponível, a dupla tipo infantil (DT) Em casos de encefalopatia está contra-indicada qualquer dose subsequente, seja tríplice bacteriana ou acelular
Vacina contra (DTP) – Conservação Entre +2 a +8 ºC Não pode ser congelada O congelamento provoca desnaturação protéica e a desagregação do adjuvante (grumos), com perda da potência e aumento de efeitos adversos locais (sinais flogísticos) Uma vez aberto, pode ser usado até o vencimento do prazo de validade, desde que mantido sob temperatura adequada +2 a +8 ºC
Vacina contra (DTP) - Observações Quando a criança estiver com esquema vacinal incompleto, faltando uma ou duas doses, dar continuidade ao mesmo considerando as doses administradas anteriormente
Vacina Tetravalente – DTP+Hib - Composição Vacina conjugada contra  Haemophilus influenzae  do tipo B (Hib): 10  µg capsular poliribosil-ribitol fosfato purificado do  Haemophilus influenzae  do tipo B conjugado com aproximadamente 30 mg do toxóide tetânico Vacina tríplice DTP: toxóide diftérico suficiente para 2 UI de antitoxina em cobaia; toxóide tetânico suficiente para indução de 2 UI de antitoxina em cobaia e vacina pertussis (coqueluche) equivalente a 4 UI para indução individual Expicientes: hidróxido de alumínio, timerosal e solução fisiológica
Vacina Tetravalente – Apresentação Frasco do componente Hib (forma liofilizada) e frasco do componente DTP (forma líquida) Cada frasco após reconstituição contém 5 doses (vacina tetravalente)
Vacina Tetravalente – Via de Administração e Dose A administração da tetravalente deverá ser realizada por via intramuscular profunda, preferencialmente no vasto lateral da coxa (crianças menores de 1 ano) Cada dose reconstituída corresponde a 0,5ml
Vacina Tetravalente – Esquema Vacinal Vacinação básica: aplicação de 3 doses com intervalos de 60 dias (mínimo de 30 dias), a partir de dois meses de idade Após os 12 meses de idade todas as doses necessárias de DTP ou Hib para início ou complementação do esquema básico ou reforços, serão utilizados com as apresentações tradicionais (em separado) Crianças maiores de 1 ano de idade que não receberam o esquema completo antes do primeiro ano de vida (3 doses), recomenda-se aplicação de uma dose
Vacina Tetravalente – Contra-Indicações Doenças neurológicas em atividade Crianças que tenham apresentado em aplicação de dose anterior: Convulsão nas primeiras 72 horas Encefalopatia nos primeiros sete dias Colapso circulatório com estado tipo choque Episódio hipotônico-hiporresponsiva (EHH), até 48 horas após administração da vacina Reação anafilática
Vacina Tetravalente – Conservação +2 a +8 ºC
Vacina Tetravalente – Observações Não deverá ser aplicada em indivíduos com reação anafilática após aplicação da dose anterior de qualquer de seus componentes Considerando que a vacina contém componentes pertussis de células inteiras ela está contra indicada nos mesmos casos da DTP
Vacina Tetravalente – Observações Nos casos de convulsão e EHH, preencher ficha de notificação e solicitar DPTa (acelular) Nos casos de encefalopatia, está contra-indicada qualquer dose subsequente, seja com a tríplice bacteriana de células inteiras ou acelular, preencher ficha de notificação e solicitar a dupla infantil DT
Vacina Tetravalente – Precauções e Situações de Adiamento A vacina tetravalente, assim como a vacina DTP e Hib, não devem ser administradas antes dos seis meses de idade, pelo risco de induzir a tolerância imunológica, ou seja, o sistema imune pode deixar de responder a estes antígenos em aplicações posteriores Não aplicar a vacina até 3 meses após tratamento com imunossupressores ou com corticóides em doses elevadas Não aplicar a vacina durante a evolução de doenças febris graves
Vacina Tetravalente – Vacinação Simultânea A vacina tetravalente pode ser administrada simultaneamente com qualquer outra vacina do Programa Nacional de Imunizações
Vacina Tetravalente – Eventos Adversos Convulsão nas primeiras 72 horas Encefalopatia nos primeiros 7 dias Colapso circulatório, com estado tipo choque ou episódio hipotônico-hiporresponsiva (EHH), até 48 horas após administração da vacina Reação anafilática
Via Subcutânea - SCR Geralmente empregada para as vacinas de vírus vivo atenuado Devem ser evitados locais em que as estruturas ósseas estejam mais próximas das camadas subcutâneas, como as protuberâncias ósseas A coxa costuma ser mais dolorida Tradicionalmente, por padronização e facilidade de aplicação, as vacinas de uso subcutâneo são aplicadas na região posterior do braço
Tríplice Viral (SCR) - Indicação Indicada para prevenir sarampo, a caxumba e a rubéola Sua administração é feita a partir dos 12 meses de idade
Tríplice Viral (SCR) - Composição É uma combinação de vírus vivos atenuados de sarampo, caxumba e rubéola O conservante utilizado é a neomicina e os estabilizantes são a gelatina hidrolizada e o sorbitol ou a albumina humana O corante é o vermelho fenol
Tríplice Viral (SCR) - Apresentação Apresentada sob forma liofilizada em frasco de dose única ou múltiplas doses, acompanhado com respectivo diluente Cada frasco após a reconstituição contém 10 doses
Tríplice Viral (SCR) –Via/Dosagem Administrada por via subcutânea, de preferência, na região do deltóide, na face externa superior do braço ou na face ântero-lateral externa do antebraço Pode ser administrada na região do glúteo, no quadrante superior externo A dose corresponde a 0,5 ml, podendo ter variação de acordo com laboratório produtor
Tríplice Viral (SCR) – Esquema Corresponde a uma dose, a partir dos 12 meses preferencialmente aos 15 meses, por ocasião do reforço da vacina tríplice bacteriana (DTP) e da vacina contra a poliomielite
Tríplice Viral (SCR) – Contra-Indicação Contra-indicada em situações gerais referidas na introdução e para pessoas com história de reação anafilática após ingestão de ovo
Tríplice Viral (SCR) – Adiamento Pessoas que estão fazendo uso de imunoglobulina, sangue total ou plasma no momento da vacinação ou que fizeram uso nos últimos 3 meses ou, ainda vão fazer uso destes produtos nos próximos 15 dias a partir do recebimento da vacina
Tríplice Viral (SCR) – Conservação e Validade +2 a +8 ºC Utilizar até 8 horas após reconstituição
Tríplice Viral (SCR) – Observações O adiamento tem como justificativa a possibilidade de não ocorrer resposta imunogênica, pela interferência de anticorpos existentes nestes produtos
Tríplice Viral (SCR) – Observações Os eventos associados após administração da vacina tríplice viral, quando ocorrem geralmente são benignos: -5% a 15% apresentam hipertermia, entre o 5º e 12º dia -5% apresentam discreto exantema, após 7º e o 10º dia e, -1% pode apresentar parotidite após segunda semana
Vacina contra Sarampo - Indicação Indicada para prevenir o sarampo, sendo administrada a partir dos nove meses de idade Até essa idade a criança tem no sangue os anticorpos específicos contra o sarampo, recebidos da mãe, o que interfere na eficácia da vacina Situações epidemiológicas podem justificar a vacinação a partir dos seis meses de idade ou após 5 anos de idade
Vacina contra Sarampo - Composição  A vacina contém o vírus do sarampo, atenuado, cultivado, geralmente, em substrato celular de fibroblasto de embrião de galinha e, com menor frequencia, em células diplóides humanas O conservante utilizado é a neomicina ou a kanamicina ou a eritromicina, tendo como corante o vermelho fenol e como estabilizante o glutamato de sódio
Vacina contra Sarampo – Via/Dosagem Administrada por via subcutânea, de preferência na região do deltóide, na face externa da parte superior do braço, ou na face ântero-lateral externa do antebraço, podendo ser administrada na região glútea, QSE O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml podendo ter variações de acordo com laboratório produtor
Vacina contra Sarampo - Esquema Corresponde a uma dose, aos nove meses. Como nesta idade a criança ainda pode ter anticorpos maternos pode haver interferência na eficácia da vacina em 15% a 20% dos vacinados Uma dose adicional da vacina é administrada após os 12 meses, com a finalidade de proteger aquele percentual de crianças que não respondeu à vacinação aos nove meses Aos 12 meses os anticorpos maternos não estão mais presentes
Vacina contra Sarampo - Esquema Por ocasião da administração dessa dose adicional, utilizar, quando disponível, a vacina tríplice viral Essa dose pode ser administrada aos 15 meses, quando o reforço da tríplice bacteriana (DTP) e da vacina contra poliomielite
Vacina contra Sarampo – Contra-Indicação Os mesmos citados para a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR)
Vacina contra Sarampo – Conservação 2 a +8 ºC Utilizar até 8 horas após reconstituição
Vacina contra Sarampo – Observações Os efeitos adversos após administração da vacina contra o sarampo, quando ocorrem, são geralmente benignos: 5% a 15% dos vacinados apresentam hipertermia, entre o 5º e 12º dia 5% apresentam discreto exantema, após 10º dia
Vacina contra Rubéola - Indicação Indicada para prevenir a rubéola com a finalidade de controlar a ocorrência da síndrome da rubéola congênita Administrada a partir dos 12 meses até os 11 anos de idade, na forma monovalente, ou combinada com a vacina contra o sarampo (dupla viral) ou, preferencialmente, na forma combinada com as vacinas contra sarampo e a caxumba (tríplice viral) Na população feminina em idade fértil (12 a 49 anos) na forma monovalente ou, preferencialmente, combinada com a vacina contra o sarampo (dupla viral)
Vacina contra Rubéola – Composição A vacina contém o vírus da rubéola, atenuado, cultivado em células diplóides humanas O conservante é a neomicina
Vacina contra Rubéola – Apresentação É apresentada sob forma liofilizada, em frasco de dose única ou multidoses
Vacina contra Rubéola – Via/Dosagem É administrada por via subcutânea, de preferência, na região deltóide, na face externa superior do braço, ou na face ântero-lateral do antebraço, podendo ser administrada na região glútea, no QSE O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml
Vacina contra Rubéola – Esquema  O esquema básico da vacina contra rubéola corresponde a uma dose
Vacina contra Rubéola – Adiamento Pessoas que estão fazendo uso de imunoglobulina, sangue total ou plasma no momento da vacinação ou que fizeram uso nos últimos 3 meses ou, ainda vão fazer uso destes produtos nos próximos 15 dias a partir do recebimento da vacina
Vacina contra Rubéola – Contra-Indicações Contra-indicado em situações gerais descritas Mulheres grávidas não devem receber a vacina contra rubéola
Vacina contra Rubéola – Observações A administração inadvertida durante a gestação não indica a interrupção da gravidez. A vigilância ativa em vários países desenvolvidos não encontrou nenhum caso de SRC seguindo-se à vacinação inadvertida pouco antes ou durante a gestação
Vacina contra Rubéola – Conservação 2 a +8 ºC Utilizar até 8 horas após reconstituição
Vacina contra Febre Amarela - Indicação Indicada para prevenir a febre amarela, sendo administrada a partir dos seis meses de idade Para facilitar os procedimentos operacionais administrar aos nove meses, simultaneamente com a vacina contra o sarampo
Vacina contra Febre Amarela - Indicação Para o país como um todo, é prioritária a vacinação em menores de um ano Nas áreas endêmicas e regiões limítrofes dessas áreas, a vacina é administrada em 100% da população rural e urbana Os viajantes que se deslocam para essas áreas também devem receber a vacina contra febre amarela A finalidade da vacinação é imunizar determinado número de pessoas, de forma a constituir uma barreira de proteção que se oponha à propagação geográfica da doença
Vacina contra Febre Amarela - Composição É uma preparação de vírus vivo da febre amarela, da cepa 17D de virulência atenuada
Vacina contra Febre Amarela – Apresentação  Apresentada em forma liofilizada, em frascos multidoses
Vacina contra Febre Amarela – Via/Dosagem É administrada por via subcutânea, preferencialmente na região do deltóide, na face externa superior do braço ou na face ântero-lateral externa do antebraço, podendo também ser administrada na região do glúteo, no QSE O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml
Vacina contra Febre Amarela - Esquema O esquema básico da vacina contra a febre amarela corresponde a uma dose  a partir dos seis meses de idade O Regulamento Sanitário Internacional exige uma dose de reforço a cada dez anos
Vacina contra Febre Amarela – Contra-Indicações Situações gerais descritas e para pessoas com história de reação anafilática após ingestão de ovo
Vacina contra Febre Amarela - Conservação +2 a +8 ºC Após a diluição, pode ser utilizado até, no máximo, quatro horas, desde que mantido, preferencialmente, em temperatura de +2ºC a +8ºC, adotados de cuidados que evitem contaminação
Vacina contra Febre Amarela - Observações A administração da vacina nos menores de seis meses, especialmente nos menores de quatro meses, apresenta maior risco de complicações neurológicas Em situações de epidemia considerar a necessidade de vacinar a partir dos quatro meses
Vacina contra Febre Amarela - Observações Os eventos adversos após administração da vacina contra febre amarela, quando ocorrem, são geralmente benignos As reações mais comuns são dor local da administração, febre e cefaléia
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C - Indicação Ou vacina contra meningite C é indicada para prevenir as meningites causadas pelo meningococo do sorogrupo C Sua eficácia é alta em adultos (90%) mas não é satisfatória em crianças com menos de 2 anos Duração da imunidade é relativamente curta (1 a 2 anos) e a vacina, por ser de sorogrupo específico, não induz imunidade cruzada
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C - Indicação Utilizada somente em situações epidêmicas, após a comprovação de que o agente etiológico predominante é o meningococo do sorogrupo C Essa decisão é conjunta das três esferas de gestão: Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e o Centro Nacional de Epidemiologia (Cenepi/FUNASA)
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Composição A vacina é constituída pelos polissacarídeos capsulares purificados da  Neisseria meningitis  do sorogrupo C
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Apresentação É apresentada sob forma liofilizada, em frascos multidoses, acompanhado da ampola do diluente
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Via/Dosagem É administrada por via intramuscular, podendo ser usada por via subcutânea O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Esquema O esquema básico da vacina contra infecção pelo meningococo C corresponde a uma dose
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Contra-Indicação Contra-indicada apenas nas situações gerais descritas na introdução
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Conservação É conservada entre +2 a +8ºC Após constituição pode ser utilizado até, no máximo, oito horas, desde que a temperatura adequada e adotados os cuidados que evitem a sua contaminação
Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Observações Os efeitos adversos da vacina contra meningite C são leves e pouco frequentes, consistindo, principalmente, de manifestações locais por um ou dois dias e febre baixa
Vacina contra Raiva – uso Humano Indicação Indicada para profilaxia da raiva humana em indivíduos expostos ao vírus da doença, em decorrência de mordedura, lambedura de mucosa ou arranhadura, provocadas por animais transmissores da raiva É complementada, se necessário, com a administração do soro anti-rábico
Vacina contra Raiva – uso Humano Indicação O procedimento de limpeza rigorosa de qualquer ferimento produzido por animal é importante mecanismo para evitar a raiva humana Indicada também para profilaxia preeexposição ao vírus da raiva em pessoas que, por força de suas atividades, estão permanentemente expostas ao risco da infecção pelo vírus tais como médicos veterinários, biólogos, profissionais e auxiliares de laboratórios de virologia e anatomopatologia para raiva
Vacina contra Raiva – Composição Em redes de serviços de saúde é do tipo Fluenzalida & Palacios É uma solução de vírus rábicos inativados por raio ultravioleta ou betapropiolactona e preservada em timerosal e fenol, no qual é obtido por meio da inoculação em tecido nervoso de camundongo recém-nascido
Vacina contra Raiva – Apresentação Apresentada em ampolas contendo uma dose de 1,0 ml
Vacina contra Raiva – Via/Dosagem É administrada por via intramuscular, de preferência na região do deltóide, na face externa do braço Em crianças até 2 anos de idade pode ser utilizada a face lateral da coxa Não recomendada na região do glúteo, pois muitas vezes a vacina não é inoculada no interior do músculo e sim no tecido adiposo, diminuindo a resposta ao imunológico A dose corresponde a 1,0 ml, independente da idade ou do peso da pessoa a ser vacinada
Vacina contra Raiva – Esquema O esquema de administração da vacina contra a raiva é diferenciado para pós-exposição, para reexposição e para preexposição Na pós-exposição, o esquema depende da natureza da agressão e das condições do animal agressor, podendo corresponder a 7 doses e 2 reforços ou 10 doses e 3 reforços
Vacina contra Raiva – Esquema Contato indireto como manipulação de utensílios contaminados e lambedura de pele íntegra, cujo animal está clinicamente sadio: lavar com água e sabão e não tratar Contato indireto como manipulação de utensílios contaminados e lambedura de pele íntegra, cujo animal raivoso, suspeito, desaparecido, silvestre e outros: lavar com água e sabão e não tratar
Vacina contra Raiva – Esquema Em casos de acidentes leves como arranhadura, lambedura em pele lesada e/ou mordedura única e superficial no tronco ou nos membros (com exceção das mãos) por animal clinicamente sadio: observar o animal durante 10 dias após exposição Se o animal permanecer sadio, encerrar o caso Se o animal adoecer, morrer ou desaparecer durante observação: uma dose diária da vacina até completar uma série de 7 doses e; Mais duas doses de reforço, sendo a 1ª no 10º dia e a 2ª no 20º dia
Vacina contra Raiva – Esquema Em casos de acidentes leves como arranhadura, lambedura em pele lesada e/ou mordedura única e superficial no tronco ou nos membros (com exceção das mãos) por animal clinicamente suspeito, desaparecido, silvestre e outros: Iniciar o tratamento com uma dose diária até completar uma série de 7 doses Mais duas doses de reforço, sendo a 1ª no 10º dia e a 2ª no 20º dia
Vacina contra Raiva – Esquema Acidentes graves como lambedura de mucosa, mordedura na cabeça, pescoço e mãos; mordedura múltipla e/ou profunda em qualquer parte do corpo; arranhadura profunda provocada por gato, em animal clinicamente sadio: iniciar o tratamento o mais precocemente possível com:  Uma dose da vacina no dia zero, no 2º dia e no 4º dia (se o animal estiver sadio, no 5º dia interromper o tratamento e continuar a observação do animal até o 10º dia da exposição. Se o animal permanecer sadio encerrar o caso) Se o animal adoecer, morrer ou desaparecer durante observação: aplicar o soro e completar a vacinação para uma série de 10 doses e mais três doses de reforço no 10º, 20º e 30º dia após a última dose da série
Vacina contra Raiva – Esquema Acidentes graves como lambedura de mucosa, mordedura na cabeça, pescoço e mãos; mordedura múltipla e/ou profunda em qualquer parte do corpo; arranhadura profunda provocada por gato, em animal clinicamente raivoso, suspeito, desaparecido, silvestre e outros: uma dose diária de vacina até completar uma série de 10 doses Mais três doses de reforço, no 10º, 20º e 30º dia após aplicação da última dose da série
Vacina contra Raiva – Contra-Indicações Não tem contra-indicação, seja por gravidez, doença intercorrente ou outros tratamentos A vigência de tratamento com corticóides e imunossupressores, deve ser administrada a vacina contra a raiva de vírus inativados, obtidos em cultura diplóide humana
Vacina contra Raiva – Conservação É conservada entre +2 e +8 ºC
Vacina contra Raiva – Observações Nas agressões por morcegos, administrar soro e vacina até completar uma série de 10 doses e mais 3 doses de reforço
Vacina contra Raiva – Observações O esquema de vacinação contra a raiva deve ser seguido rigorosamente em função da letalidade da doença que é de 100% Importantíssimo a orientação da continuidade do tratamento
Vacina contra Raiva – Profilaxia Preexposição O esquema é de 4 doses, com intervalo de dois dias entre a primeira e a segunda dose e entre a segunda e a terceira dose A quarta dose é feita no 28º dia após início do esquema
Uso de Luvas Uma polêmica estéril! No geral o uso de luvas não é necessário quanto à aplicação das vacinas  exceto : Quando o profissional tenha lesões nas mãos ou em contato com fluídos corporais  potencialmente infectante do paciente
Rotina após Aplicação Descarte adequado dos insumos Descarte adequado de sobras ou vacinas inutilizadas Registro das vacinas aplicadas no dia, por faixa etária, para devidos relatórios Arquivamento adequado
Referências Bibliográficas Manual de Procedimentos para Vacinação / elaboração de Clelia Maria Sarmento de Souza Aranda et al. 4. ed. - Brasília : Ministério da Saúde : Fundação Nacional de Saúde ; 2001 316 p. il. 1. Imunização I. Aranda, Clelia Maria Sarmento II. Brasil. Ministério da Saúde III. Brasil. Fundação Nacional de Saúde. Capacitação de pessoal em sala de vacinação - manual do treinando.Organizado pela Coordenação do Programa Nacional de Imunizações. 2a ed. rev. e ampl. – Brasília : Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde, 2001. 154 p. : il. 1. Imunização. 2. Recursos humanos para a saúde. 3. Capacitação de pessoal. I.Brasil. Ministério da Saúde. II. Brasil. Fundação Nacional de Saúde. III. Brasil. Coordenação do Programa Nacional de Imunizações.
 

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  • 1. SAÚDE COLETIVA IMUNIZAÇÃO Enfº Eduardo Gomes da Silva – COREN 001790 Enfª Juliana Lopes Figueiredo – COREN 99792
  • 2. Vacina Produto que contém antígenos (vírus ou bactérias tratadas que perderam seu poder de virulência, mas que conseguem produzir imunidade), destinado a conferir ou reforçar a imunidade dos hospedeiros a quem é administrado Estão entre os produtos biológicos mais eficazes e seguros
  • 3. Vacinas A ocorrência de um evento após uma imunização, não é prova suficiente da associação causal
  • 4. Programa Nacional de Imunização É responsabilidade do Ministério da Saúde definir as vacinas de caráter obrigatório em todo território nacional Variável com comportamento epidemiológico das doenças preveníveis por vacinação Tem caráter legal no artigo 26, do Decreto nº. 78.231, de 12/08/1976
  • 5. Programa Nacional de Imunização Organiza e disciplina as ações de vacinação, executadas em todo território nacional
  • 6. Programa Nacional de Imunização Vacina oral contra poliomielite Vacina tríplice bacteriana (DPT) – difteria, tétano e pertussis (coqueluche) Vacina contra sarampo Vacina contra tuberculose (BCG-ID) Vacina contra hepatite B Vacina contra haemophilus influenzae tipo b Vacina contra febre amarela
  • 7. Programa Nacional de Imunização Também é prioridade do programa: Administração da vacina tríplice viral (SCR) contra sarampo, caxumba e rubéola em crianças a partir dos 12 meses de idade, preferencialmente aos 15 meses Administração da vacina contra rubéola imediatamente após o parto e após o aborto, bem como todas as mulheres em idade fértil entre 12 e 49 anos
  • 8. Programa Nacional de Imunização É preconizado para as gestantes a administração da vacina dupla adulto (dt) para controlar o tétano neonatal A dupla adulto também é preconizada para grupos de riscos (escolares, trabalhadores rurais, da construção civil, agricultores, aposentados e outros) objetivando o controle do tétano acidental e da difteria
  • 9. Programa Nacional de Imunização Vacina contra cólera: não faz parte do programa devido não constituir recurso de valor significativo para controle da doença OMS: não considera a vacinação contra a cólera como requisito para entrada em nenhum país de pessoas procedentes de áreas infectadas Varíola: erradicação mundial; no Brasil a vacina não é administrada desde 1980
  • 10. Contra-Indicações Gerais à Vacinação Ocorrência de hipersensibilidade após recebimento a qualquer dose Hipersensibilidade a qualquer um dos produtos Presença de imunodeficiência congênita ou adquirida Presença de neoplasia maligna Tratamento de corticosteróides em dose imunossupressora (predinisona na dose de 2mg/kg/dia para criança, ou de 20mg/dia para adulto, por mais de uma semana Terapêuticas imunossupressoras (quimioterapia antineoplásica, radioterapia) Gravidez exceto em alto risco de exposição a algumas doenças virais como febre amarela e poliomielite
  • 11. Situações Gerais de Adiamento Situações muito específicas: tratamento com imunossupressores ou com corticóides em dose imunossupressora. Agendar a vacinação para 3 meses depois do final do tratamento Evolução de doenças agudas febris graves
  • 12. Justificativa Para as vacinas de vírus vivos há possível risco de disseminação do vírus vacinal Para vacinas de componentes mortos ou inativados, há a possibilidade de não ocorrer a resposta imunogênica
  • 13. Observações A ocorrência de febre após a administração de uma vacina não constitui contra-indicação à dose subsequente Quando ocorrer febre administrar o antitérmico comumente utilizado Crianças infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana HIV pode receber todas as vacinas previstas no esquema básico de vacinação
  • 14. Constitução As vacinas são constituídas por agentes infecciosos atenuados, inativados, ou por algum de seus produtos ou componentes como antibiótico, timerosal, hidróxido de alumínio) que podem induzir eventos adversos
  • 15. Apresentação São usualmente apresentadas em frascos de uma única dose ou frascos com múltiplas doses As vantagens dos frascos de múltiplas doses representam termos de custos e menor volume para armazenagem Em saúde pública são os mais frequentemente empregados
  • 16. Eventos Adversos A incidência de reações indesejáveis provocadas pelas vacinas varia de acordo com as características do produto utilizado, peculiaridade da pessoa que recebe e técnica ao aplicar a vacina
  • 17. Fatores Relacionados à Vacina Incluem o tipo ou cepa, o número e o meio de cultura dos microorganismos Processos de inativação ou atenuação Adjuvantes, estabilizadores ou substâncias conservadores
  • 18. Fatores Relacionados aos Vacinados Idade Sexo Doses prévias de vacinas Deficiência imunitária Doenças concomitantes
  • 19. Fatores Relacionados à Administração Técnica de aplicação Tipo de seringa e agulha Ponto e via de inoculação (ID,SC,IM)
  • 20. Vias de Administração - Oral Vacina contra poliomielite Vacina contra rotavírus
  • 21. Vacina contra Poliomielite -Indicação Indicada para prevenir a poliomielite, sendo recomendada a partir dos dois meses de idade Situações epidemiológicas podem indicar vacinação a partir do nascimento
  • 22. Vacina contra Poliomielite - Campanhas Realizadas no Brasil desde 1980, a vacina contra a poliomielite tem sido administrada no grupo de zero a quatro anos, independente do estado vacinal prévio Visam estabelecer proteção coletiva nas comunidades, mediante a substituição do vírus selvagem circulante pelo vírus vacinal
  • 23. Vacina contra Poliomielite - Composição Vacina de vírus atenuados, trivalente com poliovírus 1,2 e 3, cultivados em células de rim de macaco Componentes como cloreto de magnésio, sacarose, neomicina, estreptomicina ou a eritromicina são utilizados como estabilizantes Vermelho de amarante ou roxo de fenol são utilizados como corante indicador de pH
  • 24. Vacina contra Poliomielite - Apresentação Forma líquida em frascos de vidro ou bisnagas conta-gotas com múltiplas doses
  • 25. Vacina contra Poliomielite – Via de Administração e Dosagem Administrada por via oral Cada dose, corresponde a duas gotas, podendo variar conforme especificações do laboratório produtor Caso a criança cuspir, regurgitar ou vomitar (até uma hora após administração) repetir a dose
  • 26. Vacina contra Poliomielite - Esquema Esquema básico: 3 doses com intervalos de 60 dias (mínimo de 30 dias) Reforço: 6 a 12 meses depois da 3ª dose do esquema básico de preferência no 15º mês
  • 27. Vacina contra Poliomielite – Contra-Indicação e Adiamento Apenas nas contra-indicações gerais para vacinas de vírus vivos atenuados Adiar a administração da vacina no caso da pessoa estar com diarréia severa ou vômitos intensos (melhor aproveitamento da dose) Não considerar adiamento não deve ser consideradas nas campanhas ou em bloqueios
  • 28. Vacina contra Poliomielite - Conservação +0 a +8 ºC Pode ser congelada
  • 29. Vacina contra Rotavírus - Indicação Vírus da família reoviridae que causa diarreia grave e frequentemente acompanhada de febre e vômitos Considerado um dos maiores agentes causadores de gastroenterites e óbitos em crianças menores de cinco anos em todo mundo
  • 30. Rotavírus A maioria das crianças se infecta nos primeiros anos de vida, porém os casos mais graves ocorrem principalmente em crianças até dois anos de idade
  • 31. Epidemiologia - Rotavírus Mundo: 125 milhões de vítimas acometidas pelo rotavírus a cada ano com 600 a 870 mil óbitos/ano Brasil: a taxa média de surtos de diarreia em crianças menores de 3 anos de idade é de 2 a 3 por criança/ano, dos quais 10% estão associados ao rotavírus São Paulo (CVE): Rio Claro e Guarulhos no período de 17 de fevereiro de 2004 à 16 de fevereiro de 2005 ocorreram 22 a 55 mil casos de rotavírus, entre as quais 300 mil diarreias agudas por diversas etiologias e que o vírus é responsável por cerca de 26 mil a 70 mil consultas médicas/ano em ambulatórios, serviços de emergência e hospitais
  • 32. Vacina contra Rotavírus – Composição É uma vacina oral, atenuada, monovalente (G1P1A[8]), cepa RIX4414 Frasco com pó liofilizado: no mínimo 106,0CCID50 da cepa vacinal sacarose 9mg, dextrana 18mg, sorbitol 13,5 mg, aminoácidos 9mg e meio Eagle modificado por Dulbecco (DMEM) 3,7mg
  • 33. Vacina Rotarix - Apresentação Aplicador com diluente: carbonato de cálcio 80mg, goma de xantana 3,5mg, água para injeção 1,3 ml. Após a reconstituição cada dose corresponde a 1ml
  • 34. Vacina Rotarix – Via de Administração EXCLUSIVAMENTE ORAL!
  • 35. Vacina Rotarix – Esquema Vacinal Duas doses, aos 2 e 4 meses de idade, simultaneamente com as vacinas Tetravalente (DTP/Hib) e Sabin. O intervalo mínimo entre as duas doses é de 4 semanas.
  • 36. Vacina Rotarix – Restrições Para a aplicação da 1ª dose: - deve ser aplicada aos 2 meses de idade - Idade mínima 1 mês e 15 dias de vida - Idade máxima 3 meses e 7 dias de vida Para a aplicação da 2ª dose: - deve ser aplicada aos 4 meses de idade - Idade mínima 3 meses e 15 dias de vida - Idade máxima 5 meses e 15 dias de vida
  • 37. ATENÇÃO!! NÃO DEVE SER ADMINISTRADA FORA DO PERÍODO RECOMENDADO!!
  • 38. Efeitos Adversos Estudos realizados com as novas vacinas contra rotavírus, considerando-se o risco aumentado de invaginação intestinal em relação à idade de aplicação da vacina RotaShield®, como precaução, não devem ser aplicadas em situações fora das faixas etárias estabelecidas.
  • 39. Efeitos Adversos Reação alérgica sistêmica grave (até 2 horas após aplicação da vacina) Presença de sangue nas fezes até 42 dias após vacinação Internação por abdome agudo obstrutivo até 42 dias após aplicação
  • 40. Contra-Indicações Imunodeficiência congênita ou adquirida Uso de corticosteróides em doses elevadas (equivalente a 2mg/kg/dia ou mais por mais de duas semanas), ou submetidas a outras terapêuticas imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia) Reação alérgica grave a um dos componentes da vacina ou em dose anterior (urticária disseminada, broncoespasmo, laringoespasmo, choque anafilático) até duas horas após aplicação da vacina História de doença intestinal crônica Mal formação congênita do trato digestivo História prévia de invaginação intestinal
  • 41. Invaginação Intestinal Forma de obstrução intestinal na qual um segmento de intestino invagina sobre outro segmento, localizado mais distalmente, causando obstrução intestinal e compressão vascular e da alça invaginada
  • 43. Invaginação Intestinal Tem maior ocorrência entre 4 e 9 meses de idade, sendo uma das causas mais frequentes de abdome agudo nesta faixa etária Sinais e sintomas: náuseas, vômitos, dor abdominal e fezes com presença de sangue e muco (geléia de morango) Tratamento: conservador podendo em alguns casos, indicação cirúrgica
  • 44. Vacina Rotarix – Forma de Conservação O fraco com o produto liofilizado e o aplicador com o diluente, devem ser conservados entre +2°C e +8°C A VACINA NÃO DEVE SER CONGELADA Após a reconstituição, a vacina deve ser aplicada de imediato, caso contrário, a solução poderá ser utilizada até 24 horas, desde que esteja sob conservação entre 2 e 8°C e não haja contaminação. Recomenda-se, para melhor acondicionamento nesta situação, manter a solução no aplicador com a tampa de borracha NÃO ESQUECER de homogeneizar a solução novamente antes da administração.
  • 45. Vias de Administração - Intradérmica Classicamente indicada para vacina BCG e antivariólica, sendo esta última em desuso
  • 46. Vacina BCG - Indicação Prevenir as formas graves de tuberculose (miliar e meníngea), em crianças menores de 5 anos Vacinação/revacinação de grupos especiais: mães HIV positivas Vacinação de comunicantes de hanseníase
  • 47. Vacina BCG - Composição BCG – B acilo de C almette & G uérin liofilizado obtido por atenuação do Mycobacterium bovis com glutamato de sódio
  • 48. Vacina BCG - Apresentação Forma liofilizada em ampola com múltiplas doses, acompanhada da ampola do diluente específico para a vacina
  • 49. Vacina BCG – Dosagem e Volume Uma dose, cujo volume correspondente é de 0,1 ml, rigorosamente. Reforço é administrado na idade escolar (seis aos dez anos), considerando o aumento da incidência de meningocefalite em maiores de cinco anos, como também aumento das formas disseminadas da tuberculose, relacionada à epidemia de AIDS
  • 50. Vacina BCG – Idade de Aplicação A partir do nascimento, o mais precocemente possível Se necessário pode ser administrada com tetravalente e Sabin Pessoas em qualquer idade pode ser vacinadas
  • 51. Vacina BCG - Via de Administração Rigorosamente intradérmica MSD, na altura da inserção do músculo deltóide
  • 52. Vacina BCG - Via de Administração O uso do braço direito tem por finalidade facilitar a identificação da cicatriz em avaliações da atividade da vacinação Quando essa recomendação não puder ser seguida, registrar o local da administração no Cartão da Criança
  • 53. Vacina BCG - Esquema Uma dose o mais precocemente possível Reforço: discutível; SP se necessário entre 12 e 14 anos PPD é dispensável Ausência de cicatriz vacinal: revacinar seis meses após a primeira dose
  • 54. Vacina BCG - Evolução da Reação Vacinal pápula nódulo pústula crosta úlcera cicatriz Com duração média de seis a doze semanas, resolvendo-se habitualmente em pequena cicatriz, podendo haver secreção na fase de ulceração
  • 55. Vacina BCG - Evolução da Reação Vacinal Enfartamento ganglionar não supurado axilar é normal O enfartamento aparece, geralmente, de três a seis semanas após a vacinação, podendo permanecer estacionário de um a três meses, desaparecendo sem tratamento A úlcera que resulta da evolução normal da lesão, não deve ser coberta, não sendo necessário colocar qualquer medicamento ou adotar qualquer cuidado especial, nem realizar curativo
  • 56. Evolução da Reação Vacinal - Pápula
  • 57. Evolução da Reação Vacinal - Pústula
  • 58. Evolução da Reação Vacinal - Úlcera
  • 59. Vacina BCG - Contra-Indicações/Adiamento Imunodeficiência congênita ou adquirida, incluindo crianças afetadas pelo HIV fase sintomática Adiar em casos de RN com peso < que 2000g (escassez do tecido cutâneo) Presença de afecções dermatológicas extensas (adiar)
  • 60. Conservação e Validade +O a +8 ºC Inativa na presença de raios solares Utilizar em 6 horas após reconstituição
  • 61. Vacinação de Comunicantes de Hanseníase Administradas nos contatos intradomiciliares dos pacientes de hanseníase para aumentar a proteção deste grupo de risco Não é necessário prova tuberculínica prévia Dose é de 0,1 ml, intradérmica MSD na altura da inserção inferior do músculo deltóide Duas doses, com intervalo entre as doses de seis meses a um ano
  • 62. Via Intramuscular Vacina contra hepatite B Vacina combinada tetravalente: DPT (difteria, pertussis, tétano); vacina contra Hib ( Haemophilus influenzae tipo B) Vacina dupla adulto dT (difteria, tétano) Vacina dupla infantil DT (difteria e tétano) Vacina contra raiva
  • 63. Via Intramuscular Período mais recente, a maioria dos manuais oficiais de vacinação tem seguido a tendência norte-americana de contra-indicar a região glútea em favor a face lateral da coxa (músculos vasto lateral e quadríceps) Essa recomendação foi incluída no Manual de Procedimentos para Vacinação publicado pelo Ministério da Saúde do Brasil A origem dessa recomendação se baseia em estudos anatômicos que mostram risco de lesão do nervo ciático e no fato de que, crianças que ainda não andam, a musculatura glútea não é desenvolvida, sendo a região constituída essencialmente de tecido adiposo, o que levaria uma absorção inadequada como a vacina contra hepatite B
  • 64. Vacina contra Hepatite B - Indicação Indicada para prevenir hepatite B Em menores de um ano de idade, a partir do nascimento, se possível, nas primeiras doze horas após o parto Na faixa de um a 14 anos, em áreas de alta endemicidade Doadores regulares de sangue para mantê-los em tal condição
  • 65. Vacina contra Hepatite B - Indicação Grupos de risco: usuários de hemodiálise, politransfundidos, hemofílicos, talassêmicos, profissionais de saúde, populações indígenas, comunicantes domiciliares de portadores do vírus da hepatite B, pessoas portadores do HIV (sintomáticas e assintomáticas), pessoal das forças armadas e reclusos (presídios, hospitais psiquiátricos), homossexuais e profissionais do sexo
  • 66. Vacina contra Hepatite B - Composição Contém antígeno da superfície do vírus da Hepatite B (AgsHB) purificado, obtido pos engenharia genética e hidróxido de alumínio como adjuvante e o timerosal como preservativo
  • 67. Vacina contra Hepatite B - Composição A de primeira geração contém partículas virais inativadas pelo formol, obtidas do plasma de portadores do vírus A de segunda geração que é preparada por método da engenharia genética e obtida mediante tecnologia de recombinação do ADN
  • 68. Vacina contra Hepatite B - Apresentação Forma líquida em frasco de única ou múltiplas doses
  • 69. Vacina contra Hepatite B – Via de Administração Intramuscular no vasto lateral da coxa em crianças menores de dois anos de idade Acima desta idade, administrar no deltóide, na face externa superior do braço Não aplicar na região glútea! (diminui sensivelmente a resposta imunológica devido tecido adiposo) Pacientes hemofílicos: aplicação subcutânea ou, caso se utilize a via intramuscular, a aplicação deverá ser seguida de compressão com gelo
  • 70. Vacina contra Hepatite B - Idade de Aplicação A partir do nascimento
  • 71. Vacina contra Hepatite B – Doses Dependem do laboratório do produtor Para menores de 20 anos: 5 ou 10 µg (0,5ml) Idade igual ou maior de 20 anos: 10 ou 20 µg (1,0ml)
  • 72. Vacina contra Hepatite B – Esquema Vacinal 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira) Intervalos mínimos a serem observados: Para a segunda dose: um mês após a primeira Para a terceira dose: dois meses após a segunda, desde que o intervalo de tempo decorrido a partir da primeira dose seja, no mínimo de seis meses
  • 73. Operacionalização do Esquema Primeira dose pode ser administrada ao nascer junto com a vacina BCG-ID Segunda dose aos dois meses com as vacinas poliomielite, DPT e a vacina contra Haemophilus influenzae tipo b Terceira dose aos nove meses com a vacina contra sarampo e contra febre amarela
  • 74. Contra-Indicação Pode ocorrer reação anafilática após aplicação da dose anterior
  • 75. Vacina contra Hepatite B – Observações Para a vacina rotineira para menores de um ano, outros esquemas poderão ser utilizados, para permitir a coincidência com o emprego de outras vacinas Um, dois e nove meses de idade ou; Dois, quatro e nove meses de idade, juntamente com outras vacinas
  • 76. Vacina contra Hepatite B –Observações Para prevenção de transmissão vertical, no caso de RN de mãe AgsHB+: é fundamental a administração precoce da imunoglobulina humana específica IgHB (0,5ml), preferencialmente nas primeiras 12 horas e a vacina contra hepatite B; receber a segunda dose da vacina após 30 dias da primeira dose
  • 77. Vacina contra Hepatite B – Observações Pacientes imunodeprimidos como renais crônicos: recebem dose dupla para a idade (devido menor produção de anticorpos)
  • 78. Vacina Hepatite B - Conservação Em temperatura entre 2 a 8 ºC Não deve ser congelada (perda de potência da vacina) Validade até o término do frasco
  • 79. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dt e DT) Indicação 2 tipos: Dupla tipo infantil (DT) Dupla tipo adulto (dT)
  • 80. Vacina contra Difteria e Tétano – Infantil (DT) Indicação Indicada para crianças até os seis anos e onze meses que tenham apresentado encefalopatia nos primeiros sete dias após a vacinação com a DTP Quando após a aplicação da DTP ocorrem convulsões nas primeiras 72 horas ou EHH nas primeiras 48 horas
  • 81. Vacina contra Difteria e Tétano – adulto (dT) Indicação Indicada a partir dos 7 anos de idade para prevenção do tétano acidental e da difteria Mulheres em idade fértil (12 a 49 anos) Gestantes para prevenção do tétano neonatal Pessoas que não tenham recebido as vacinas DTP ou DT ou que tenham esquema incompleto dessas vacinas
  • 82. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dt e DT) Composição São associações dos toxóides diftérico e tetânico Hidróxido ou fosfato de alumínio como adjuvante e o timerosal como preservativo
  • 83. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dt e DT) Apresentação São apresentadas sob forma líquida e em frasco de dose única ou multidoses
  • 84. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dt e DT) Via/Dosagem Via intramuscular profunda Dose correspondente é de 0,5 ml, podendo variar dependendo do laboratório produtor
  • 85. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT) - Esquema Esquema básico da vacina dupla adulto corresponde a três doses com intervalos de 60 dias entre as doses O intervalo mínimo é de 30 dias Entre a segunda e a terceira dose o ideal é 180 dias (seis meses) Ao indicar a vacina dT, considerar as doses da vacina tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil (DT) recebidas anteriormente Reforço da dupla adulto é administrado de 10 em 10 anos
  • 86. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (DT) - Esquema O esquema básico da dupla infantil (DT) corresponde a três doses, com intervalo de 60 dias entre as doses O intervalo mínimo é de 30 dias O reforço da dupla infantil (DT) é semelhante ao da tríplice (DTP), uma dose seis a doze meses depois da terceira dose, de preferência aos 15 meses de idade, simultaneamente com a vacina tríplice viral (SCR) e contra a poliomielite
  • 87. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Contra-indicação Situações gerais referidas
  • 88. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) - Conservação São conservadas numa temperatura entre +2 a +8 ºC Não podem ser congeladas devido desnaturação protéica e desagregação do adjuvante (com formação de grumos), causando perda da potência e aumento dos eventos como sinais flogísticos
  • 89. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Observações No caso de contra-indicação formal ao componente pertussis , a vacina dupla infantil (DT) só deve ser administrada quando não estiver disponível a vacina DTP acelular Ao indicar a vacinação duplas infantil e adulto (DT ou dT), considerar as doses administradas anteriormente
  • 90. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Observações Para prevenção de tétano neonatal: deve considerar que toda mulher vacinada com, pelo menos, duas doses das vacinas DTP, DT ou dT, com intervalo mínimo de um mês entre as doses (antes ou durante a gravidez) terá seu RN protegido contra o tétano neonatal nos dois primeiros meses de vida
  • 91. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Observações Essa proteção só é possível quando a segunda dose for administrada até 20 dias antes do parto que é o tempo mínimo necessário para que haja produção de anticorpos suficientes para transferir ao feto Para adequada proteção da gestante e para a prevenção do tétano neonatal em gestações futuras, é necessário a administração da terceira dose, seis meses após a segunda dose
  • 92. Vacina contra Difteria e Tétano – Dupla (dT e DT) Observações Os eventos associados à administração das vacinas duplas (DT e dT), apresentam-se, em geral sob forma de dor local, com vermelhidão, edema e enduração, febrícula e sensação de mal-estar com intensidade variável e duração passageira Usar compressa fria no caso de dor e vermelhidão Não usar compressa quente no local em que a vacina foi administrada
  • 93. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) - Indicação Indicada para menores de cinco anos, a a partir dos dois meses de idade Em outros grupos, de acordo com normas do Centro de Referência para Imunobiológicos: Crianças e adolescentes até 18 anos com asplenia anatômica ou funcional Crianças e adolescentes até 18 anos com imunodeficiência congênita ou adquirida Crianças menores de cinco anos com doença pulmonar ou cardiovascular crônica ou grave Transplantados de medula óssea de qualquer idade
  • 94. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) - Composição É apresentada nas seguintes composições, de acordo com o laboratório produtor: HbOC: vacina constituída por fragmentos curtos do polissacarídeo (presente na cápsula da bactéria) chamado polirribosil-ribitol-fosfato (PRP), conjugada com a proteína CRM197, mutante, atóxica da vacina diftérica; contém timerosal
  • 95. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) - Composição PRP-OMP: vacina constituída pelo PRP conjugado com proteínas da membrana externa do meningococo do grupo B; contém timerosal, lactose e sais de alumínio PRP-T: vacina constituída pelo PRP conjugado ao toxóide tetânico
  • 96. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) - Apresentação Apresentada sob a forma liofilizada, acompanhada do diluente ou; Forma líquida em frascos de dose única ou múltiplas doses
  • 97. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – Via/Dosagem Deve ser administrada por via intramuscular profunda Crianças com menos de dois anos de idade, a injeção é feita no vasto lateral da coxa Maiores de dois anos, preferencialmente na região do deltóide, face externa superior do braço O volume correspondente da dose é de 0,5ml
  • 98. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) - Esquema Corresponde a três doses no primeiro ano de vida com intervalo de 60 dias entre as doses O intervalo mínimo é de 30 dias As crianças entre 12 e 59 meses, quando não vacinadas ou quando apresentam esquema incompleto, devem receber uma única dose
  • 99. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – Esquema Especial Cç com idade entre 1 e 5 anos que apresentam doença pulmonar ou cardíaca crônica grave: se não completou o esquema administrar uma dose
  • 100. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – Esquema Especial Indivíduo imunocomprometido com idade entre 12 meses e 18 anos, inclusive asplênicos, pacientes com hemoglobinopatias e com infecção assintomática pelo HIV: Se completou o esquema básico da vacina Hib no primeiro ano de vida, administrar uma dose Se o esquema básico da vacina Hib no segundo ano de vida é inexistente ou incompleto, administrar duas doses com intervalo de dois meses entre as doses
  • 101. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – Esquema Especial Indivíduo menor de 18 anos que irá se submeter a esplenectomia eletiva, se não completou o esquema básico da vacina Hib, administrar uma dose, duas semanas ou mais antes da esplenectomia
  • 102. Vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – Esquema Especial Indivíduo submetido a transplante de medula óssea, de qualquer idade: mesmo que o indivíduo tenha esquema básico completo da vacina Hib, administrar duas doses, sendo uma dose meses e outra 24 meses após transplante
  • 103. Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) - Indicação Vacina tríplice bacteriana (DTP) é indicada para prevenir a difteria, tétano e coqueluche ( pertussis ) Administrada a partir dos 2 meses de idade até os 6 anos, 11 meses e 29 dias Considerar as doses administradas anteriormente e não reiniciar o esquema
  • 104. Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) - Composição Associação dos toxóides diftérico e tetânico com a Bordetella pertussis inativada, tendo o hidróxido de alumínio ou fosfato de alumínio como adjuvante e o timerosal como preservativo
  • 105. Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) - Apresentação Apresentada sob forma líquida, em ampola ou frasco de dose única, contendo 1,0 ml ou 0,5 ml ou em frascos de múltiplas doses
  • 106. Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) – Via/ Dosagem Via intramuscular profunda Crianças menores de 2 anos a injeção é feita no vasto lateral da coxa Em maiores de dois anos pode ser utilizada a região deltóide, na face externa superior do braço Dose correspondente é de 0,5 ml, podendo variar de acordo com laboratório produtor
  • 107. Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP) - Esquema Corresponde a três doses no primeiro ano de vida, com intervalo de 60 dias O intervalo mínimo é de 30 dias Reforço e administrado 6 a 12 meses após terceira dose, de preferência aos 15 meses de idade, simultaneamente com a vacina tríplice viral (SCR) e a vacina contra a poliomielite
  • 108. Vacina contra (DTP) – Contra-Indicação Situações gerais referidas Quadro neurológico em atividade Seguintes manifestações em dose anterior: Convulsões até 72 horas após a administração da vacina Colapso circulatório, com estado tipo choque Episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH) até 48 horas após administração da vacina Encefalopatia nos primeiros sete dias após administração da vacina
  • 109. Vacina contra (DTP) – Contra-Indicação Em convulsões e colapsos circulatórios: administrar a vacina tríplice bacteriana acelular (DTP acelular) ou, quando não disponível, a dupla tipo infantil (DT) Em casos de encefalopatia está contra-indicada qualquer dose subsequente, seja tríplice bacteriana ou acelular
  • 110. Vacina contra (DTP) – Conservação Entre +2 a +8 ºC Não pode ser congelada O congelamento provoca desnaturação protéica e a desagregação do adjuvante (grumos), com perda da potência e aumento de efeitos adversos locais (sinais flogísticos) Uma vez aberto, pode ser usado até o vencimento do prazo de validade, desde que mantido sob temperatura adequada +2 a +8 ºC
  • 111. Vacina contra (DTP) - Observações Quando a criança estiver com esquema vacinal incompleto, faltando uma ou duas doses, dar continuidade ao mesmo considerando as doses administradas anteriormente
  • 112. Vacina Tetravalente – DTP+Hib - Composição Vacina conjugada contra Haemophilus influenzae do tipo B (Hib): 10 µg capsular poliribosil-ribitol fosfato purificado do Haemophilus influenzae do tipo B conjugado com aproximadamente 30 mg do toxóide tetânico Vacina tríplice DTP: toxóide diftérico suficiente para 2 UI de antitoxina em cobaia; toxóide tetânico suficiente para indução de 2 UI de antitoxina em cobaia e vacina pertussis (coqueluche) equivalente a 4 UI para indução individual Expicientes: hidróxido de alumínio, timerosal e solução fisiológica
  • 113. Vacina Tetravalente – Apresentação Frasco do componente Hib (forma liofilizada) e frasco do componente DTP (forma líquida) Cada frasco após reconstituição contém 5 doses (vacina tetravalente)
  • 114. Vacina Tetravalente – Via de Administração e Dose A administração da tetravalente deverá ser realizada por via intramuscular profunda, preferencialmente no vasto lateral da coxa (crianças menores de 1 ano) Cada dose reconstituída corresponde a 0,5ml
  • 115. Vacina Tetravalente – Esquema Vacinal Vacinação básica: aplicação de 3 doses com intervalos de 60 dias (mínimo de 30 dias), a partir de dois meses de idade Após os 12 meses de idade todas as doses necessárias de DTP ou Hib para início ou complementação do esquema básico ou reforços, serão utilizados com as apresentações tradicionais (em separado) Crianças maiores de 1 ano de idade que não receberam o esquema completo antes do primeiro ano de vida (3 doses), recomenda-se aplicação de uma dose
  • 116. Vacina Tetravalente – Contra-Indicações Doenças neurológicas em atividade Crianças que tenham apresentado em aplicação de dose anterior: Convulsão nas primeiras 72 horas Encefalopatia nos primeiros sete dias Colapso circulatório com estado tipo choque Episódio hipotônico-hiporresponsiva (EHH), até 48 horas após administração da vacina Reação anafilática
  • 117. Vacina Tetravalente – Conservação +2 a +8 ºC
  • 118. Vacina Tetravalente – Observações Não deverá ser aplicada em indivíduos com reação anafilática após aplicação da dose anterior de qualquer de seus componentes Considerando que a vacina contém componentes pertussis de células inteiras ela está contra indicada nos mesmos casos da DTP
  • 119. Vacina Tetravalente – Observações Nos casos de convulsão e EHH, preencher ficha de notificação e solicitar DPTa (acelular) Nos casos de encefalopatia, está contra-indicada qualquer dose subsequente, seja com a tríplice bacteriana de células inteiras ou acelular, preencher ficha de notificação e solicitar a dupla infantil DT
  • 120. Vacina Tetravalente – Precauções e Situações de Adiamento A vacina tetravalente, assim como a vacina DTP e Hib, não devem ser administradas antes dos seis meses de idade, pelo risco de induzir a tolerância imunológica, ou seja, o sistema imune pode deixar de responder a estes antígenos em aplicações posteriores Não aplicar a vacina até 3 meses após tratamento com imunossupressores ou com corticóides em doses elevadas Não aplicar a vacina durante a evolução de doenças febris graves
  • 121. Vacina Tetravalente – Vacinação Simultânea A vacina tetravalente pode ser administrada simultaneamente com qualquer outra vacina do Programa Nacional de Imunizações
  • 122. Vacina Tetravalente – Eventos Adversos Convulsão nas primeiras 72 horas Encefalopatia nos primeiros 7 dias Colapso circulatório, com estado tipo choque ou episódio hipotônico-hiporresponsiva (EHH), até 48 horas após administração da vacina Reação anafilática
  • 123. Via Subcutânea - SCR Geralmente empregada para as vacinas de vírus vivo atenuado Devem ser evitados locais em que as estruturas ósseas estejam mais próximas das camadas subcutâneas, como as protuberâncias ósseas A coxa costuma ser mais dolorida Tradicionalmente, por padronização e facilidade de aplicação, as vacinas de uso subcutâneo são aplicadas na região posterior do braço
  • 124. Tríplice Viral (SCR) - Indicação Indicada para prevenir sarampo, a caxumba e a rubéola Sua administração é feita a partir dos 12 meses de idade
  • 125. Tríplice Viral (SCR) - Composição É uma combinação de vírus vivos atenuados de sarampo, caxumba e rubéola O conservante utilizado é a neomicina e os estabilizantes são a gelatina hidrolizada e o sorbitol ou a albumina humana O corante é o vermelho fenol
  • 126. Tríplice Viral (SCR) - Apresentação Apresentada sob forma liofilizada em frasco de dose única ou múltiplas doses, acompanhado com respectivo diluente Cada frasco após a reconstituição contém 10 doses
  • 127. Tríplice Viral (SCR) –Via/Dosagem Administrada por via subcutânea, de preferência, na região do deltóide, na face externa superior do braço ou na face ântero-lateral externa do antebraço Pode ser administrada na região do glúteo, no quadrante superior externo A dose corresponde a 0,5 ml, podendo ter variação de acordo com laboratório produtor
  • 128. Tríplice Viral (SCR) – Esquema Corresponde a uma dose, a partir dos 12 meses preferencialmente aos 15 meses, por ocasião do reforço da vacina tríplice bacteriana (DTP) e da vacina contra a poliomielite
  • 129. Tríplice Viral (SCR) – Contra-Indicação Contra-indicada em situações gerais referidas na introdução e para pessoas com história de reação anafilática após ingestão de ovo
  • 130. Tríplice Viral (SCR) – Adiamento Pessoas que estão fazendo uso de imunoglobulina, sangue total ou plasma no momento da vacinação ou que fizeram uso nos últimos 3 meses ou, ainda vão fazer uso destes produtos nos próximos 15 dias a partir do recebimento da vacina
  • 131. Tríplice Viral (SCR) – Conservação e Validade +2 a +8 ºC Utilizar até 8 horas após reconstituição
  • 132. Tríplice Viral (SCR) – Observações O adiamento tem como justificativa a possibilidade de não ocorrer resposta imunogênica, pela interferência de anticorpos existentes nestes produtos
  • 133. Tríplice Viral (SCR) – Observações Os eventos associados após administração da vacina tríplice viral, quando ocorrem geralmente são benignos: -5% a 15% apresentam hipertermia, entre o 5º e 12º dia -5% apresentam discreto exantema, após 7º e o 10º dia e, -1% pode apresentar parotidite após segunda semana
  • 134. Vacina contra Sarampo - Indicação Indicada para prevenir o sarampo, sendo administrada a partir dos nove meses de idade Até essa idade a criança tem no sangue os anticorpos específicos contra o sarampo, recebidos da mãe, o que interfere na eficácia da vacina Situações epidemiológicas podem justificar a vacinação a partir dos seis meses de idade ou após 5 anos de idade
  • 135. Vacina contra Sarampo - Composição A vacina contém o vírus do sarampo, atenuado, cultivado, geralmente, em substrato celular de fibroblasto de embrião de galinha e, com menor frequencia, em células diplóides humanas O conservante utilizado é a neomicina ou a kanamicina ou a eritromicina, tendo como corante o vermelho fenol e como estabilizante o glutamato de sódio
  • 136. Vacina contra Sarampo – Via/Dosagem Administrada por via subcutânea, de preferência na região do deltóide, na face externa da parte superior do braço, ou na face ântero-lateral externa do antebraço, podendo ser administrada na região glútea, QSE O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml podendo ter variações de acordo com laboratório produtor
  • 137. Vacina contra Sarampo - Esquema Corresponde a uma dose, aos nove meses. Como nesta idade a criança ainda pode ter anticorpos maternos pode haver interferência na eficácia da vacina em 15% a 20% dos vacinados Uma dose adicional da vacina é administrada após os 12 meses, com a finalidade de proteger aquele percentual de crianças que não respondeu à vacinação aos nove meses Aos 12 meses os anticorpos maternos não estão mais presentes
  • 138. Vacina contra Sarampo - Esquema Por ocasião da administração dessa dose adicional, utilizar, quando disponível, a vacina tríplice viral Essa dose pode ser administrada aos 15 meses, quando o reforço da tríplice bacteriana (DTP) e da vacina contra poliomielite
  • 139. Vacina contra Sarampo – Contra-Indicação Os mesmos citados para a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR)
  • 140. Vacina contra Sarampo – Conservação 2 a +8 ºC Utilizar até 8 horas após reconstituição
  • 141. Vacina contra Sarampo – Observações Os efeitos adversos após administração da vacina contra o sarampo, quando ocorrem, são geralmente benignos: 5% a 15% dos vacinados apresentam hipertermia, entre o 5º e 12º dia 5% apresentam discreto exantema, após 10º dia
  • 142. Vacina contra Rubéola - Indicação Indicada para prevenir a rubéola com a finalidade de controlar a ocorrência da síndrome da rubéola congênita Administrada a partir dos 12 meses até os 11 anos de idade, na forma monovalente, ou combinada com a vacina contra o sarampo (dupla viral) ou, preferencialmente, na forma combinada com as vacinas contra sarampo e a caxumba (tríplice viral) Na população feminina em idade fértil (12 a 49 anos) na forma monovalente ou, preferencialmente, combinada com a vacina contra o sarampo (dupla viral)
  • 143. Vacina contra Rubéola – Composição A vacina contém o vírus da rubéola, atenuado, cultivado em células diplóides humanas O conservante é a neomicina
  • 144. Vacina contra Rubéola – Apresentação É apresentada sob forma liofilizada, em frasco de dose única ou multidoses
  • 145. Vacina contra Rubéola – Via/Dosagem É administrada por via subcutânea, de preferência, na região deltóide, na face externa superior do braço, ou na face ântero-lateral do antebraço, podendo ser administrada na região glútea, no QSE O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml
  • 146. Vacina contra Rubéola – Esquema O esquema básico da vacina contra rubéola corresponde a uma dose
  • 147. Vacina contra Rubéola – Adiamento Pessoas que estão fazendo uso de imunoglobulina, sangue total ou plasma no momento da vacinação ou que fizeram uso nos últimos 3 meses ou, ainda vão fazer uso destes produtos nos próximos 15 dias a partir do recebimento da vacina
  • 148. Vacina contra Rubéola – Contra-Indicações Contra-indicado em situações gerais descritas Mulheres grávidas não devem receber a vacina contra rubéola
  • 149. Vacina contra Rubéola – Observações A administração inadvertida durante a gestação não indica a interrupção da gravidez. A vigilância ativa em vários países desenvolvidos não encontrou nenhum caso de SRC seguindo-se à vacinação inadvertida pouco antes ou durante a gestação
  • 150. Vacina contra Rubéola – Conservação 2 a +8 ºC Utilizar até 8 horas após reconstituição
  • 151. Vacina contra Febre Amarela - Indicação Indicada para prevenir a febre amarela, sendo administrada a partir dos seis meses de idade Para facilitar os procedimentos operacionais administrar aos nove meses, simultaneamente com a vacina contra o sarampo
  • 152. Vacina contra Febre Amarela - Indicação Para o país como um todo, é prioritária a vacinação em menores de um ano Nas áreas endêmicas e regiões limítrofes dessas áreas, a vacina é administrada em 100% da população rural e urbana Os viajantes que se deslocam para essas áreas também devem receber a vacina contra febre amarela A finalidade da vacinação é imunizar determinado número de pessoas, de forma a constituir uma barreira de proteção que se oponha à propagação geográfica da doença
  • 153. Vacina contra Febre Amarela - Composição É uma preparação de vírus vivo da febre amarela, da cepa 17D de virulência atenuada
  • 154. Vacina contra Febre Amarela – Apresentação Apresentada em forma liofilizada, em frascos multidoses
  • 155. Vacina contra Febre Amarela – Via/Dosagem É administrada por via subcutânea, preferencialmente na região do deltóide, na face externa superior do braço ou na face ântero-lateral externa do antebraço, podendo também ser administrada na região do glúteo, no QSE O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml
  • 156. Vacina contra Febre Amarela - Esquema O esquema básico da vacina contra a febre amarela corresponde a uma dose a partir dos seis meses de idade O Regulamento Sanitário Internacional exige uma dose de reforço a cada dez anos
  • 157. Vacina contra Febre Amarela – Contra-Indicações Situações gerais descritas e para pessoas com história de reação anafilática após ingestão de ovo
  • 158. Vacina contra Febre Amarela - Conservação +2 a +8 ºC Após a diluição, pode ser utilizado até, no máximo, quatro horas, desde que mantido, preferencialmente, em temperatura de +2ºC a +8ºC, adotados de cuidados que evitem contaminação
  • 159. Vacina contra Febre Amarela - Observações A administração da vacina nos menores de seis meses, especialmente nos menores de quatro meses, apresenta maior risco de complicações neurológicas Em situações de epidemia considerar a necessidade de vacinar a partir dos quatro meses
  • 160. Vacina contra Febre Amarela - Observações Os eventos adversos após administração da vacina contra febre amarela, quando ocorrem, são geralmente benignos As reações mais comuns são dor local da administração, febre e cefaléia
  • 161. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C - Indicação Ou vacina contra meningite C é indicada para prevenir as meningites causadas pelo meningococo do sorogrupo C Sua eficácia é alta em adultos (90%) mas não é satisfatória em crianças com menos de 2 anos Duração da imunidade é relativamente curta (1 a 2 anos) e a vacina, por ser de sorogrupo específico, não induz imunidade cruzada
  • 162. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C - Indicação Utilizada somente em situações epidêmicas, após a comprovação de que o agente etiológico predominante é o meningococo do sorogrupo C Essa decisão é conjunta das três esferas de gestão: Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e o Centro Nacional de Epidemiologia (Cenepi/FUNASA)
  • 163. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Composição A vacina é constituída pelos polissacarídeos capsulares purificados da Neisseria meningitis do sorogrupo C
  • 164. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Apresentação É apresentada sob forma liofilizada, em frascos multidoses, acompanhado da ampola do diluente
  • 165. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Via/Dosagem É administrada por via intramuscular, podendo ser usada por via subcutânea O volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml
  • 166. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Esquema O esquema básico da vacina contra infecção pelo meningococo C corresponde a uma dose
  • 167. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Contra-Indicação Contra-indicada apenas nas situações gerais descritas na introdução
  • 168. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Conservação É conservada entre +2 a +8ºC Após constituição pode ser utilizado até, no máximo, oito horas, desde que a temperatura adequada e adotados os cuidados que evitem a sua contaminação
  • 169. Vacina contra Infecção pelo Meningococo C – Observações Os efeitos adversos da vacina contra meningite C são leves e pouco frequentes, consistindo, principalmente, de manifestações locais por um ou dois dias e febre baixa
  • 170. Vacina contra Raiva – uso Humano Indicação Indicada para profilaxia da raiva humana em indivíduos expostos ao vírus da doença, em decorrência de mordedura, lambedura de mucosa ou arranhadura, provocadas por animais transmissores da raiva É complementada, se necessário, com a administração do soro anti-rábico
  • 171. Vacina contra Raiva – uso Humano Indicação O procedimento de limpeza rigorosa de qualquer ferimento produzido por animal é importante mecanismo para evitar a raiva humana Indicada também para profilaxia preeexposição ao vírus da raiva em pessoas que, por força de suas atividades, estão permanentemente expostas ao risco da infecção pelo vírus tais como médicos veterinários, biólogos, profissionais e auxiliares de laboratórios de virologia e anatomopatologia para raiva
  • 172. Vacina contra Raiva – Composição Em redes de serviços de saúde é do tipo Fluenzalida & Palacios É uma solução de vírus rábicos inativados por raio ultravioleta ou betapropiolactona e preservada em timerosal e fenol, no qual é obtido por meio da inoculação em tecido nervoso de camundongo recém-nascido
  • 173. Vacina contra Raiva – Apresentação Apresentada em ampolas contendo uma dose de 1,0 ml
  • 174. Vacina contra Raiva – Via/Dosagem É administrada por via intramuscular, de preferência na região do deltóide, na face externa do braço Em crianças até 2 anos de idade pode ser utilizada a face lateral da coxa Não recomendada na região do glúteo, pois muitas vezes a vacina não é inoculada no interior do músculo e sim no tecido adiposo, diminuindo a resposta ao imunológico A dose corresponde a 1,0 ml, independente da idade ou do peso da pessoa a ser vacinada
  • 175. Vacina contra Raiva – Esquema O esquema de administração da vacina contra a raiva é diferenciado para pós-exposição, para reexposição e para preexposição Na pós-exposição, o esquema depende da natureza da agressão e das condições do animal agressor, podendo corresponder a 7 doses e 2 reforços ou 10 doses e 3 reforços
  • 176. Vacina contra Raiva – Esquema Contato indireto como manipulação de utensílios contaminados e lambedura de pele íntegra, cujo animal está clinicamente sadio: lavar com água e sabão e não tratar Contato indireto como manipulação de utensílios contaminados e lambedura de pele íntegra, cujo animal raivoso, suspeito, desaparecido, silvestre e outros: lavar com água e sabão e não tratar
  • 177. Vacina contra Raiva – Esquema Em casos de acidentes leves como arranhadura, lambedura em pele lesada e/ou mordedura única e superficial no tronco ou nos membros (com exceção das mãos) por animal clinicamente sadio: observar o animal durante 10 dias após exposição Se o animal permanecer sadio, encerrar o caso Se o animal adoecer, morrer ou desaparecer durante observação: uma dose diária da vacina até completar uma série de 7 doses e; Mais duas doses de reforço, sendo a 1ª no 10º dia e a 2ª no 20º dia
  • 178. Vacina contra Raiva – Esquema Em casos de acidentes leves como arranhadura, lambedura em pele lesada e/ou mordedura única e superficial no tronco ou nos membros (com exceção das mãos) por animal clinicamente suspeito, desaparecido, silvestre e outros: Iniciar o tratamento com uma dose diária até completar uma série de 7 doses Mais duas doses de reforço, sendo a 1ª no 10º dia e a 2ª no 20º dia
  • 179. Vacina contra Raiva – Esquema Acidentes graves como lambedura de mucosa, mordedura na cabeça, pescoço e mãos; mordedura múltipla e/ou profunda em qualquer parte do corpo; arranhadura profunda provocada por gato, em animal clinicamente sadio: iniciar o tratamento o mais precocemente possível com: Uma dose da vacina no dia zero, no 2º dia e no 4º dia (se o animal estiver sadio, no 5º dia interromper o tratamento e continuar a observação do animal até o 10º dia da exposição. Se o animal permanecer sadio encerrar o caso) Se o animal adoecer, morrer ou desaparecer durante observação: aplicar o soro e completar a vacinação para uma série de 10 doses e mais três doses de reforço no 10º, 20º e 30º dia após a última dose da série
  • 180. Vacina contra Raiva – Esquema Acidentes graves como lambedura de mucosa, mordedura na cabeça, pescoço e mãos; mordedura múltipla e/ou profunda em qualquer parte do corpo; arranhadura profunda provocada por gato, em animal clinicamente raivoso, suspeito, desaparecido, silvestre e outros: uma dose diária de vacina até completar uma série de 10 doses Mais três doses de reforço, no 10º, 20º e 30º dia após aplicação da última dose da série
  • 181. Vacina contra Raiva – Contra-Indicações Não tem contra-indicação, seja por gravidez, doença intercorrente ou outros tratamentos A vigência de tratamento com corticóides e imunossupressores, deve ser administrada a vacina contra a raiva de vírus inativados, obtidos em cultura diplóide humana
  • 182. Vacina contra Raiva – Conservação É conservada entre +2 e +8 ºC
  • 183. Vacina contra Raiva – Observações Nas agressões por morcegos, administrar soro e vacina até completar uma série de 10 doses e mais 3 doses de reforço
  • 184. Vacina contra Raiva – Observações O esquema de vacinação contra a raiva deve ser seguido rigorosamente em função da letalidade da doença que é de 100% Importantíssimo a orientação da continuidade do tratamento
  • 185. Vacina contra Raiva – Profilaxia Preexposição O esquema é de 4 doses, com intervalo de dois dias entre a primeira e a segunda dose e entre a segunda e a terceira dose A quarta dose é feita no 28º dia após início do esquema
  • 186. Uso de Luvas Uma polêmica estéril! No geral o uso de luvas não é necessário quanto à aplicação das vacinas exceto : Quando o profissional tenha lesões nas mãos ou em contato com fluídos corporais potencialmente infectante do paciente
  • 187. Rotina após Aplicação Descarte adequado dos insumos Descarte adequado de sobras ou vacinas inutilizadas Registro das vacinas aplicadas no dia, por faixa etária, para devidos relatórios Arquivamento adequado
  • 188. Referências Bibliográficas Manual de Procedimentos para Vacinação / elaboração de Clelia Maria Sarmento de Souza Aranda et al. 4. ed. - Brasília : Ministério da Saúde : Fundação Nacional de Saúde ; 2001 316 p. il. 1. Imunização I. Aranda, Clelia Maria Sarmento II. Brasil. Ministério da Saúde III. Brasil. Fundação Nacional de Saúde. Capacitação de pessoal em sala de vacinação - manual do treinando.Organizado pela Coordenação do Programa Nacional de Imunizações. 2a ed. rev. e ampl. – Brasília : Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde, 2001. 154 p. : il. 1. Imunização. 2. Recursos humanos para a saúde. 3. Capacitação de pessoal. I.Brasil. Ministério da Saúde. II. Brasil. Fundação Nacional de Saúde. III. Brasil. Coordenação do Programa Nacional de Imunizações.
  • 189.