IDADE MODERNA - 
MODERNISMO 
Enryco Rigatti, Leandro Caldeira, Liliana Scottá e Lucas Fracasso
 A Idade Moderna é o momento da história do século XV até XVIII e 
que está localizado temporalmente entre a Idade Média e a Idade 
Contemporânea. Podemos afirmar seguramente que esse período foi 
considerado de intensas mudanças e caracterizou-se por uma fase de 
grandes transformações, revoluções e mudanças na mentalidade ocidental, 
mudanças essas de ordem econômica, científica, social e religiosa, que 
balizaram o sistema capitalista.
POLÍTICA 
 No período moderno a filosofia passou a ter uma divisão melhor de seu foco de 
estudo. No início ainda era comum vermos questões no que dizia respeito a provar a 
existência de Deus e a imortalidade da alma, principalmente em textos de René 
Descartes e George Berkeley, em suas obras as Meditações e o Tratado, de autoria dos 
dois, respectivamente. Porém, muitos filósofos deste período pareciam estar usando a 
filosofia para abrir caminhos que pudessem ajudar a fundamentar algum tipo de 
concepção, de ideia. Era como se tentassem encontrar uma forma de provar aquilo que 
tentavam passar. 
 Podemos citar alguns desses filósofos e seus problemas filosóficos como exemplo:
 Descartes: Buscava conseguir algum fundamento para explicar uma determinada concepção 
científica; 
 John Locke: Buscava preparar o território para que fosse mais fácil a ciência tomar um rumo e agir 
de maneira mais direta; 
 Berkeley: Buscava competir com alguma conclusão científica, contrapondo-se aos métodos 
utilizados pela ciência. 
 Com o passar dos tempos a filosofia moderna foi sofrendo algumas alterações, deixando de ter seu 
foco diretamente relacionado ao conhecimento material e a descoberta de todas as verdade, deixando 
esse papel para que as ciências buscassem descobrir, como também deixando um pouco de lado as 
questões de tentar justificar as crenças religiosas, tão abordadas no período filosófico anterior.
RACIONALISMO 
 O racionalismo é a corrente filosófica que iniciou com a 
definição do raciocínio que é a operação mental, discursiva e lógica. Este 
usa uma ou mais proposições para extrair conclusões se uma ou outra 
proposição é verdadeira, falsa ou provável. Essa era a ideia central comum 
ao conjunto de doutrinas conhecidas tradicionalmente como racionalismo.
RENASCIMENTO 
 Inspirou-se no humanismo, que foi um movimento feito por homens 
inteligentes que defendiam o estudo da cultura dos gregos e dos romanos, e 
a volta aos princípios que eles acreditavam, como: a razão e a liberdade. 
 O Renascimento trouxe uma mentalidade racionalista, ou seja, não 
acreditar apenas na fé (no que não se pode ver), mas também ver o mundo 
de um ponto científico.
 Escolhemos a ciência como a estratégia mais segura e consequente de 
obtenção da verdade. Nesse horizonte, quaisquer tentativas de 
incompatibilizar ciência e ética, tais como as entendemos neste momento, 
parecem fadadas ao fracasso. À medida que desfrute de plena autonomia, 
talvez o conhecimento nos conduza a um beco sem saída. Escolhendo o 
cultivo da curiosidade como o mais alto dos valores, a nossa destruição 
pode vir a ser o preço a pagar. Entretanto, escolhendo uma impossível 
contenção, não estaríamos com a salvação garantida.

Idade moderna modernismo

  • 1.
    IDADE MODERNA - MODERNISMO Enryco Rigatti, Leandro Caldeira, Liliana Scottá e Lucas Fracasso
  • 2.
     A IdadeModerna é o momento da história do século XV até XVIII e que está localizado temporalmente entre a Idade Média e a Idade Contemporânea. Podemos afirmar seguramente que esse período foi considerado de intensas mudanças e caracterizou-se por uma fase de grandes transformações, revoluções e mudanças na mentalidade ocidental, mudanças essas de ordem econômica, científica, social e religiosa, que balizaram o sistema capitalista.
  • 3.
    POLÍTICA  Noperíodo moderno a filosofia passou a ter uma divisão melhor de seu foco de estudo. No início ainda era comum vermos questões no que dizia respeito a provar a existência de Deus e a imortalidade da alma, principalmente em textos de René Descartes e George Berkeley, em suas obras as Meditações e o Tratado, de autoria dos dois, respectivamente. Porém, muitos filósofos deste período pareciam estar usando a filosofia para abrir caminhos que pudessem ajudar a fundamentar algum tipo de concepção, de ideia. Era como se tentassem encontrar uma forma de provar aquilo que tentavam passar.  Podemos citar alguns desses filósofos e seus problemas filosóficos como exemplo:
  • 4.
     Descartes: Buscavaconseguir algum fundamento para explicar uma determinada concepção científica;  John Locke: Buscava preparar o território para que fosse mais fácil a ciência tomar um rumo e agir de maneira mais direta;  Berkeley: Buscava competir com alguma conclusão científica, contrapondo-se aos métodos utilizados pela ciência.  Com o passar dos tempos a filosofia moderna foi sofrendo algumas alterações, deixando de ter seu foco diretamente relacionado ao conhecimento material e a descoberta de todas as verdade, deixando esse papel para que as ciências buscassem descobrir, como também deixando um pouco de lado as questões de tentar justificar as crenças religiosas, tão abordadas no período filosófico anterior.
  • 5.
    RACIONALISMO  Oracionalismo é a corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio que é a operação mental, discursiva e lógica. Este usa uma ou mais proposições para extrair conclusões se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável. Essa era a ideia central comum ao conjunto de doutrinas conhecidas tradicionalmente como racionalismo.
  • 6.
    RENASCIMENTO  Inspirou-seno humanismo, que foi um movimento feito por homens inteligentes que defendiam o estudo da cultura dos gregos e dos romanos, e a volta aos princípios que eles acreditavam, como: a razão e a liberdade.  O Renascimento trouxe uma mentalidade racionalista, ou seja, não acreditar apenas na fé (no que não se pode ver), mas também ver o mundo de um ponto científico.
  • 7.
     Escolhemos aciência como a estratégia mais segura e consequente de obtenção da verdade. Nesse horizonte, quaisquer tentativas de incompatibilizar ciência e ética, tais como as entendemos neste momento, parecem fadadas ao fracasso. À medida que desfrute de plena autonomia, talvez o conhecimento nos conduza a um beco sem saída. Escolhendo o cultivo da curiosidade como o mais alto dos valores, a nossa destruição pode vir a ser o preço a pagar. Entretanto, escolhendo uma impossível contenção, não estaríamos com a salvação garantida.