O documento aborda o período regencial no Brasil (1831-1840), destacando as disputas políticas entre partidos como restauradores, moderadores e exaltados, e as revoltas que ocorreram, como a cabanagem, malês, sabinada, balaiada e farroupilha. A regência foi marcada por um governo instável e reformas administrativas, além da luta pelo poder entre elites latifundiárias sem mudanças sociais significativas. O ato adicional de 1834 foi um ponto crucial, promovendo maior autonomia das províncias e divisões partidárias.