Getúlio Vargas retornou à presidência em 1951 após um período como senador. Seu governo enfrentou tensões entre liberais e nacionalistas sobre a economia e o papel do Estado. Vargas cometeu ações polêmicas como apoiar aumentos salariais de 100% e convocar João Goulart, gerando oposições. Em 1954, Vargas se suicidou em meio a pressões de grupos internos e externos, como denunciou em carta, sendo depois celebrado como herói nacional.