Goiaba
A CULTURA DA
GABRIEL BORGES
GABRIEL BORGES
JOÃO V. CASTEJON
JOÃO V. CASTEJON
MATHEUS FERREIRA
MATHEUS FERREIRA
PEDRO AUGUSTO
PEDRO AUGUSTO
RYAN RIBEIRO
RYAN RIBEIRO
THAMY MARCELLA
THAMY MARCELLA
AUTORES
AUTORES
Psidium guajava
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Myrtales
Família: Myrtaceae
Género: Psidium
Origem: América do Sul
Levadas por navegantes europeus para
colônias africanas e asiáticas
Dicotiledônea
Diploide (2n = 22 cromossomos)
Produção de Goiaba
Maiores Produtores de Goiaba do Brasil 2024
Pernambuco: 206 mil toneladas;
1.
São Paulo: 182 mil toneladas;
2.
Paraná: 47 mil toneladas;
3.
Bahia: 45 mil toneladas;
4.
Ceará: 21mil toneladas;
5.
7. Minas Gerais: 17,5 mil toneladas;
Mapa - Goiaba -
Valor da produção
(Mil Reais)
Índia é o maior produtor de
manga e goiaba do mundo, com
produção de 24.968.000
toneladas por ano.
Brasil, com 2.057.765 toneladas
de produção por ano está
classificado em 6.
ATLAS BIG
Produção mundial
Variedades
Grupo de mercado Formato Coloração da casca Textura da casca Coloração da polpa
Pedro Sato Oblongo a piriforme Verde a amarela Lisa a rugosa Vermelha
Paluma
Oblongo levemente
ovalado
Verde a amarela Rugosa Vermelha
Kumagai
Ovalado a
arredondado
Verde a amarela Lisa a rugosa Vermelha e branca
Cascuda de
pariquera-açu
Arredondado a
oblongo
Verde a amarela Rugosa Vermelha
Chinesa Oblongo Verde a amarela Rugosa Vermelha e branca
Sassaoka Achatado a globoso Verde a amarela Rugosa Vermelha e branca
Tailandesa Oblongo Verde a amarela Rugosa Vermelha
PEDRO SATO
PALUMA
KUMAGAI CASCUDA
CHINESA
SASSAOKA TAILANDESA
Morfologia e
Ecofisiologia
Morfologia
Porte da Árvore
Altura: Varia entre 3 e 10 metros.
Raiz: Superficial.
Tronco: Curto e ramificado.
Casca lisa, de coloração esverdeada
ou amarronzada, que se desprende em
finas camadas.
Galhos
Flexíveis e estendem-se em diversas
direções.
Folhas
Perenes, permanecem verdes
durante todo o ano.
Disposição: Simples e opostas.
Formato: Oval alongado.
Superfície: Brilhante, com coloração
verde-escura.
Margem: Lisa e, ocasionalmente,
levemente ondulada.
Presença de glândulas; exalam odor
característico quando esfregadas.
Flores
Hermafrodita, podendo ser isoladas ou
agrupadas em 2 a 3 flores.
Cálice: com pelos, persistente e formado
por 4 a 6 lobos.
Pétalas: Número: 4 ou 5; Brancas, obovadas
e côncavas.
Estames: Numerosos e organizados em
"ruas" no disco.
Ovário: Apresenta 4 ou 5 lóculos.
Polinização: Apis mellifera é o principal
agente polinizador.
Autofecundação é a principal forma de
fecundação, mas a fecundação cruzada
também ocorre.
Frutos (Goiabas)
Baga, circundada pelos lobos do
cálice.
Formato: Globoso, ovoide ou piriforme.
Tamanho: Diâmetro de 4 a 10 cm, com
peso entre 100 e 450 g.
Polpa: Carnuda, com espessura
variável, podendo ser branca,
amarela, vermelha ou rosa.
Sementes:
Numerosas.
Amareladas.
Reniforme, com embrião curvo.
Condições
climáticas
Climas tropicais e subtropicais, de 0 a 1.700 m de
altitude
Temperatura: entre 25 ºC e 28 ºC, tolera até 46 ºC,
mas não suporta geadas (abaixo de 12 ºC).
Precipitação: 800 mm e 1.000 mm anuais.
Evapotranspiração: Varia entre 4,5 mm/dia e 6,1
mm/dia (Moura, 2005).
UR: 50% e 80%, pode tolerar 30%-40%
Exigências de Solo
Solo areno-argiloso, profundo, bem
drenado e rico em matéria orgânica.
pH Ideal: Entre 5,0 e 6,5.
Evitar: Solos argilosos e mal drenados,
solos rasos e úmidos.
Salinidade: Moderadamente tolerante,
mas plantas jovens são sensíveis.
Profundidade do Solo: Sistema radicular
cresce até 1,2 m de profundidade.
Fertilidade e Análise de Solo
Amostragem: Coleta de 15 amostras a
0-20 cm de profundidade, três meses
antes do plantio.
Implementação
Implementação
Preparo do Solo
Realizar o preparo 2 a 3 meses
antes do transplantio das mudas.
Aração: Profunda, para evitar
compactação e facilitar o
enraizamento.
Gradagem: Uma ou duas
passagens, dependendo da
topografia, para nivelar o solo.
Demarcação e Arranjo Espacial
Arranjos:
Retangular: Usado em grandes áreas.
Quincôncio (losango): Melhor aproveitamento do
espaço aéreo, ideal para cultivos de maior
densidade.
Espaçamento
Comum: 6 m x 5 m, especialmente em áreas
irrigadas
4 m x 3 m, para colher a maior quantidade de
frutos até que a planta seja contaminada por
pragas
7 x 7 m, para a variedade Kumagai, que cresce
lateralmente
7 x 6 m, para as variedades Paluma e Rica
Abertura das Covas
Geralmente 60 cm x 60 cm x 60 cm.
Manual ou com trado
Transplante das Mudas
O ponto de enxertia deve ficar
ligeiramente acima do nível do solo
para evitar a emissão de raízes
indesejadas.
Tutoria: As mudas devem ser tutoradas
para evitar tombamento devido ao
vento ou irrigação.
Propagação
Sexuada: Utiliza sementes, sendo uma
opção para o cultivo de porta-
enxertos.
Enxertia: Inclui garfagem ou borbulhia;
é o método mais eficiente para
melhorar a uniformidade e a
produção.
Estaquia: Uso de estacas de ramos
novos para enraizamento, sendo uma
alternativa mais simples para
propagação.
Enxertia - Garfagem
Enxertia - Borbulhia
Estaquia
Irrigação
Microaspersão: Mais indicado para
irrigação, mas o gotejamento também é
viável.
Tubogotejadores: vazão de emissores entre
1,5 e 2,6 litros por hora, espaçados a cada
100 centímetros.
Pesquisas mostram que o consumo diário
máximo foi 6,5 mm (82,0 L/planta) no
florescimento; 5,8 mm (73,2 L/planta) na
colheita e 4,9 mm (62,0 L/planta) durante
o crescimento dos frutos
Período de Plantio
Regiões tropicais: Início do período
chuvoso
Minas Gerais:
Áreas com chuvas bem
distribuídas: idealmente em
outubro
Áreas com clima seco ou má
distribuição de chuvas:
Necessidade de irrigação, podendo
ser feito entre abril e junho
Tratos culturais
Poda de Formação
Orientar a planta para uma copa bem
distribuída e arejada.
Conduzir a planta em haste única até 50-60
cm.
Eliminar a gema terminal.
Deixar 3-4 pernadas bem distribuídas nos
pontos cardeais.
Remover ramos para baixo (altura mínima de
40-50 cm).
Rebaixar galhos vigorosos que dificultam a
colheita.
Poda de Frutificação
Escalonamento da produção de frutos.
Em qualquer época do ano,
preferencialmente com irrigação.
Evitar poda durante o período de inibição
de brotação (maio a julho).
Poda contínua ou drástica.
Poda contínua: Produção o ano inteiro.
Poda drástica: Preferível para maior
qualidade e controle fitossanitário.
Princípios Fisiológicos
Ramos verticais: Devem ser
eliminados por serem improdutivos.
Ramos horizontais: Mais propensos à
frutificação.
Poda à coroa: Encurtamento radical
do ramo.
Poda a esporão: Encurtamento para
4-6 cm com 2-3 gemas.
Poda em vara: Encurtamento de 10-20
cm, deixando o máximo de gemas.
Raleio de Frutos
Uniformidade no tamanho, cor,
firmeza e peso.
Eliminar frutos danificados e
infestados por
pragas/doenças.
Controlar a quantidade de
frutos por planta para garantir
qualidade.
Desbaste de Ramos Secundários
Melhorar o vigor do ramo principal.
Reduzir a competição por nutrientes.
Aumentar a qualidade dos frutos.
Antes da brotação das gemas frutíferas,
durante o crescimento ativo da planta.
Remover ramos fracos ou mal
posicionados.
Melhor distribuição de energia para os
ramos produtivos.
Ensacamento de Frutos
Controla mosca-das-frutas, gorgulho
e ataques de besouros e morcegos.
Proporciona maturação uniforme e
melhor coloração da casca.
Sacos de papel manteiga (15 x 12 cm)
ou sacos de polietileno branco (20 x 15
cm).
Sacos são presos ao pedúnculo ou
ramo que sustenta o fruto.
Controle de Plantas Invasoras
Capina Manual: durante todo o ciclo da
cultura, principalmente até 4-5 meses após o
plantio.
Capina Mecanizada: grades de discos ou
roçadeiras, com restrições para evitar danos
as raízes superficiais.
Capina Química: Herbicidas pré-emergentes
nas linhas de plantio, e pós-emergentes em
casos extremos.
Manejo da Vegetação Natural: Manutenção de
vegetação entre as fileiras e roçada
mecanizada.
Culturas Intercalares
Exige análise cuidadosa para avaliar
impacto no fitossanitário e manejo
cultural.
A cultura da goiabeira pode ser consorciada
até o 2º ano com leguminosas de pequeno
porte (ex: feijão)
Não há consenso sobre a viabilidade
econômica do consórcio em comparação ao
monocultivo.
Adubação
5° APROXIMAÇÃO
Métodos e Correções
Produtividade esperada: 6.000
kg/ha
Calagem: Aplicar o calcário na
quantidade indicada pelo critério do
Al3+ e do Ca2+ + Mg2+, X = 3 e mt = 5
%, ou para elevar a saturação por
bases a 70 %
Adubação de plantio e de pós-plantio
Recomenda-se aplicar também, misturados
à terra de enchimento da cova e aos
fertilizantes, 20 L de esterco de curral, ou 5 L
de esterco de galinha, ou 2 L de torta de
mamona, 60 dias antes do plantio
Sugere-se usar metade de dose de P2O5 na
forma de fosfato solúvel em água e metade
na forma de fosfato natural reativo
A primeira adubação em cobertura deve ser
feita após o pegamento das mudas.
Adubação de crescimento e formação
1º ano Pós-plantio
Adubação de crescimento e formação
2º ano Pós-plantio
Adubação de produção
3º ano Pós-plantio
A cada três anos, usar adubo
orgânico.
Encontrando pela análise de solo,
disponibilidade de P ou de K em teores
baixos, usar o total da adubação
estabelecida; se em teores médios,
aplicar dois terços da adubação, e, se
em teores bons, adicionar um terço
da adubação recomendada nas
tabelas
Deficiencias nutricionais
Nitrogênio (N)
Folhas com coloração citrina uniforme.
Nervação ligeiramente amarelada.
Face inferior das folhas com coloração verde menos intensa que a superior.
Fósforo (P)
Coloração escarlate na face superior das folhas.
Nervuras secundárias claras, com vênulas extremas ligeiramente arroxeadas.
Folha apresenta coloração roxa no final do estádio de deficiência.
Potássio (K)
Manchas marrons pequenas e aglomeradas no limbo.
Manchas se concentram na porção mediana superior.
Progressão para áreas maiores e mais escuras, com sinais de necrose.
Deficiencias nutricionais
Cálcio (Ca)
Bordos das folhas crestados.
Faixas marrons que se estendem para a nervura principal.
Enrolamento das folhas no ápice.
Magnésio (Mg)
Manchas amarelas paralelas à nervura principal.
Face inferior com sintomas menos nítidos, nervura principal verde-claro.
Enxofre (S)
Manchas necróticas na porção mediana inferior do limbo.
Coloração arroxeada nas nervuras principais e secundárias.
Face inferior com manchas cloróticas, mais nítidas nas nervuras secundárias.
Pragas e Doenças
Oviposição em frutos imaturos causa podridão,
maturação precoce e queda da qualidade.
Controle: Índice MAD < 1; ensacamento, coleta de
frutos caídos, iscas tóxicas, e uso de parasitóides
(Doryctobracon areolatus).
Pragas
Mosca-das-frutas (Anastrepha
spp. e Ceratitis capitata)
(Diptera: Tephritidae) Perda de botões florais e frutos "empedrados"
Controle: Inseticidas fosforados não-
sistêmicos.
Percevejos
Sugam seiva, causando lesões prateadas e
ferruginosas com excrementos escuros.
Controle: Controle biológico com larvas de
crisopídeos; inseticidas.
Pragas
Tripes (Selenothrips rubrocinctus)
Abertura de galerias em troncos, enfraquecendo os
tecidos condutores.
Controle: Retirada de ramos atacados, esmagamento
de larvas e controle químico.
Coleobroca (Trachyderes thoracicus)
Galerias em troncos e ramos, causando
secamento e morte de partes da planta.
Controle: Raspagem do tronco, vedação das
galerias e controle químico.
Pragas
Broca-da-goiabeira (Timocratica albella)
Oviposição e alimentação destroem sementes e
polpa, causando quedas precoces.
Controle: Ensacamento de frutos, coleta e destruição
de frutos atacados, e inseticidas.
Gorgulho-da-goiabeira (Conotrachelus
psidii)
Rendilhamento das folhas, reduzindo
fotossíntese e produtividade.
Controle: Controle biológico e químico.
Pragas
Besouro-da-goiabeira (Costalimaita ferruginea)
Enrolamento e necrose das folhas.
Controle: Controle biológico com joaninhas e
inseticidas.
Psilídeo (Triozoida sp.)
Pontuações amareladas evoluem para manchas
necróticas; frutos mumificados e deformados.
Controle: Podas, arejamento, controle de plantas
daninhas, espaçamento adequado, aplicação de
fungicidas.
Principal doença no Cerrado, com perdas de até
85%.
Murchamento e secamento de ramos, coloração
pardo-avermelhada em folhas e nervuras.
Controle: Uso de mudas sadias, podas em dias
quentes, desinfecção de ferramentas, condução de
taça aberta, evitar irrigação por aspersão e excesso
de adubação nitrogenada.
Doenças
Bacteriose (Erwinia psidii) Ferrugem (Puccinia psidii)
Perdas de até 100% em frutos deformados.
Manchas aquosas que evoluem para tecido
endurecido nos frutos.
Controle: Fungicidas e podas de limpeza.
Afeta florescimento e maturação, inutiliza frutos
para mercado fresco.
Lesões circulares e escuras em folhas, ramos e
frutos; podridão nos frutos.
Controle: Eliminar ramos infectados, podas para
arejamento, pulverização com fungicidas.
Doenças
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) Verrugose
Danos em flores e frutos, mumificação.
Controle: Fungicidas à base de mancozebe
ou cobre.
Amarelamento e queda das folhas, podridão
no sistema radicular.
Controle: Evitar solos mal drenados e excesso
de umidade.
Doenças
Podridão-das-Raízes (Phytophthora sp.)
Podridão-Parda (Dothiorella dominicana)
Danos menores; manchas necróticas em
folhas e lesões escuras em frutos.
Controle: Seguir medidas para outras
doenças.
Antracnose Maculada (Sphaceloma psidii)
Colheita
Agroindústria: estádio 5 de maturação (máx teor
de sólidos solúveis e baixa acidez).
Consumo in natura: antecipada para preservar
integridade
Período: 150 e 200 dias após a poda, variando
conforme a cultivar e região.
Método de colheita: Manual, com tesouras
apropriadas, preferencialmente nas horas frescas
do dia. Pedúnculo cortado a 1 cm da fruta.
Frequência: Colheita parcelada (2 a 3 vezes por
semana) devido à floração irregular, com
duração de até 30 dias.
Operações Pós-colheita
Lavagem: Retirada de resíduos com água
potável e sanitizantes legais.
Seleção: Descarte de frutas com defeitos
acima da tolerância do mercado.
Classificação: Padrões de tamanho
(diâmetro entre 5 cm e 10 cm) e
categorias (Extra, I, II e III).
Embalagem: Uso de caixas padrão de
papelão ou embalagens a vácuo
Armazenamento
Temperatura entre 8 °C e 10 °C, umidade
de 85% a 95%, com conservação de até 21
dias.
Riscos: Danos pelo frio em temperaturas
inferiores (manchas, depressões e perda
de amadurecimento).
Técnicas complementares: Uso de
sacolas plásticas ou filmes de PVC, ceras
para redução de perda de água e
melhoria da aparência.
Sazonalidade
Padrão mínimo de qualidade
Defeitos não permitidos
Produtos e Subprodutos gerados
Produtos Diretos
Fruta in natura
Polpa de goiaba
Sucos (frescos, pasteurizados ou concentrados)
Produtos Processados
Goiabada (cremosa e cascão)
Geleias
Compotas
Sorvetes e picolés
Néctares e smoothies
Sidras e licores
Destilados e fermentados artesanais
Conservas (em calda ou cristalizadas)
Farinha de goiaba
Subprodutos
Resíduos para alimentação animal
(cascas e sementes)
Ingredientes para cosméticos
(óleos essenciais e extratos)
Corantes naturais (extraídos da
polpa ou casca)
Compostos bioativos (licopeno,
vitamina C e fibras)
Compostagem e adubação
orgânica (resíduos pós-
processamento
Obrigado!
a n o t e a s p e r g u n t a s p a r a o C h a t G P T !
REFERÊNCIAS
https://ceagesp.gov.br/hortiescolha/hortipedia/goiaba/
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/214991/1/Cap25-
EvolucaoProducaoGoiaba.pdf
https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/876249/a-cultura-da-goiaba
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/118976/1/Luiz.pdf
https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1029524/goiabeira-psidium-
guajava-l
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/162024/1/A-cultura-da-goiaba.pdf
https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/1489398/goiaba-esta-pronta-para-ser-
consumida
https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1128050/1/Doc-297-Goiabeira.pdf
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/211812/1/VARIEDADES0001.pdf
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/159302/1/Sistemas-de-Producao-22-
web.pdf
https://www.conab.gov.br/info-agro/safras

GOIABA - CARACTERISTICAS E PRODUÇÃO PDF.

  • 1.
    Goiaba A CULTURA DA GABRIELBORGES GABRIEL BORGES JOÃO V. CASTEJON JOÃO V. CASTEJON MATHEUS FERREIRA MATHEUS FERREIRA PEDRO AUGUSTO PEDRO AUGUSTO RYAN RIBEIRO RYAN RIBEIRO THAMY MARCELLA THAMY MARCELLA AUTORES AUTORES
  • 2.
    Psidium guajava Classe: Magnoliopsida Ordem:Myrtales Família: Myrtaceae Género: Psidium Origem: América do Sul Levadas por navegantes europeus para colônias africanas e asiáticas Dicotiledônea Diploide (2n = 22 cromossomos)
  • 3.
    Produção de Goiaba MaioresProdutores de Goiaba do Brasil 2024 Pernambuco: 206 mil toneladas; 1. São Paulo: 182 mil toneladas; 2. Paraná: 47 mil toneladas; 3. Bahia: 45 mil toneladas; 4. Ceará: 21mil toneladas; 5. 7. Minas Gerais: 17,5 mil toneladas;
  • 4.
    Mapa - Goiaba- Valor da produção (Mil Reais)
  • 5.
    Índia é omaior produtor de manga e goiaba do mundo, com produção de 24.968.000 toneladas por ano. Brasil, com 2.057.765 toneladas de produção por ano está classificado em 6. ATLAS BIG Produção mundial
  • 6.
  • 7.
    Grupo de mercadoFormato Coloração da casca Textura da casca Coloração da polpa Pedro Sato Oblongo a piriforme Verde a amarela Lisa a rugosa Vermelha Paluma Oblongo levemente ovalado Verde a amarela Rugosa Vermelha Kumagai Ovalado a arredondado Verde a amarela Lisa a rugosa Vermelha e branca Cascuda de pariquera-açu Arredondado a oblongo Verde a amarela Rugosa Vermelha Chinesa Oblongo Verde a amarela Rugosa Vermelha e branca Sassaoka Achatado a globoso Verde a amarela Rugosa Vermelha e branca Tailandesa Oblongo Verde a amarela Rugosa Vermelha
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    Morfologia Porte da Árvore Altura:Varia entre 3 e 10 metros. Raiz: Superficial. Tronco: Curto e ramificado. Casca lisa, de coloração esverdeada ou amarronzada, que se desprende em finas camadas. Galhos Flexíveis e estendem-se em diversas direções.
  • 12.
    Folhas Perenes, permanecem verdes durantetodo o ano. Disposição: Simples e opostas. Formato: Oval alongado. Superfície: Brilhante, com coloração verde-escura. Margem: Lisa e, ocasionalmente, levemente ondulada. Presença de glândulas; exalam odor característico quando esfregadas.
  • 13.
    Flores Hermafrodita, podendo serisoladas ou agrupadas em 2 a 3 flores. Cálice: com pelos, persistente e formado por 4 a 6 lobos. Pétalas: Número: 4 ou 5; Brancas, obovadas e côncavas. Estames: Numerosos e organizados em "ruas" no disco. Ovário: Apresenta 4 ou 5 lóculos. Polinização: Apis mellifera é o principal agente polinizador. Autofecundação é a principal forma de fecundação, mas a fecundação cruzada também ocorre.
  • 14.
    Frutos (Goiabas) Baga, circundadapelos lobos do cálice. Formato: Globoso, ovoide ou piriforme. Tamanho: Diâmetro de 4 a 10 cm, com peso entre 100 e 450 g. Polpa: Carnuda, com espessura variável, podendo ser branca, amarela, vermelha ou rosa. Sementes: Numerosas. Amareladas. Reniforme, com embrião curvo.
  • 15.
    Condições climáticas Climas tropicais esubtropicais, de 0 a 1.700 m de altitude Temperatura: entre 25 ºC e 28 ºC, tolera até 46 ºC, mas não suporta geadas (abaixo de 12 ºC). Precipitação: 800 mm e 1.000 mm anuais. Evapotranspiração: Varia entre 4,5 mm/dia e 6,1 mm/dia (Moura, 2005). UR: 50% e 80%, pode tolerar 30%-40%
  • 16.
    Exigências de Solo Soloareno-argiloso, profundo, bem drenado e rico em matéria orgânica. pH Ideal: Entre 5,0 e 6,5. Evitar: Solos argilosos e mal drenados, solos rasos e úmidos. Salinidade: Moderadamente tolerante, mas plantas jovens são sensíveis. Profundidade do Solo: Sistema radicular cresce até 1,2 m de profundidade.
  • 17.
    Fertilidade e Análisede Solo Amostragem: Coleta de 15 amostras a 0-20 cm de profundidade, três meses antes do plantio.
  • 18.
  • 19.
    Implementação Preparo do Solo Realizaro preparo 2 a 3 meses antes do transplantio das mudas. Aração: Profunda, para evitar compactação e facilitar o enraizamento. Gradagem: Uma ou duas passagens, dependendo da topografia, para nivelar o solo.
  • 20.
    Demarcação e ArranjoEspacial Arranjos: Retangular: Usado em grandes áreas. Quincôncio (losango): Melhor aproveitamento do espaço aéreo, ideal para cultivos de maior densidade. Espaçamento Comum: 6 m x 5 m, especialmente em áreas irrigadas 4 m x 3 m, para colher a maior quantidade de frutos até que a planta seja contaminada por pragas 7 x 7 m, para a variedade Kumagai, que cresce lateralmente 7 x 6 m, para as variedades Paluma e Rica
  • 21.
    Abertura das Covas Geralmente60 cm x 60 cm x 60 cm. Manual ou com trado Transplante das Mudas O ponto de enxertia deve ficar ligeiramente acima do nível do solo para evitar a emissão de raízes indesejadas. Tutoria: As mudas devem ser tutoradas para evitar tombamento devido ao vento ou irrigação.
  • 22.
    Propagação Sexuada: Utiliza sementes,sendo uma opção para o cultivo de porta- enxertos. Enxertia: Inclui garfagem ou borbulhia; é o método mais eficiente para melhorar a uniformidade e a produção. Estaquia: Uso de estacas de ramos novos para enraizamento, sendo uma alternativa mais simples para propagação.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    Irrigação Microaspersão: Mais indicadopara irrigação, mas o gotejamento também é viável. Tubogotejadores: vazão de emissores entre 1,5 e 2,6 litros por hora, espaçados a cada 100 centímetros. Pesquisas mostram que o consumo diário máximo foi 6,5 mm (82,0 L/planta) no florescimento; 5,8 mm (73,2 L/planta) na colheita e 4,9 mm (62,0 L/planta) durante o crescimento dos frutos
  • 27.
    Período de Plantio Regiõestropicais: Início do período chuvoso Minas Gerais: Áreas com chuvas bem distribuídas: idealmente em outubro Áreas com clima seco ou má distribuição de chuvas: Necessidade de irrigação, podendo ser feito entre abril e junho
  • 28.
  • 29.
    Poda de Formação Orientara planta para uma copa bem distribuída e arejada. Conduzir a planta em haste única até 50-60 cm. Eliminar a gema terminal. Deixar 3-4 pernadas bem distribuídas nos pontos cardeais. Remover ramos para baixo (altura mínima de 40-50 cm). Rebaixar galhos vigorosos que dificultam a colheita.
  • 30.
    Poda de Frutificação Escalonamentoda produção de frutos. Em qualquer época do ano, preferencialmente com irrigação. Evitar poda durante o período de inibição de brotação (maio a julho). Poda contínua ou drástica. Poda contínua: Produção o ano inteiro. Poda drástica: Preferível para maior qualidade e controle fitossanitário.
  • 31.
    Princípios Fisiológicos Ramos verticais:Devem ser eliminados por serem improdutivos. Ramos horizontais: Mais propensos à frutificação. Poda à coroa: Encurtamento radical do ramo. Poda a esporão: Encurtamento para 4-6 cm com 2-3 gemas. Poda em vara: Encurtamento de 10-20 cm, deixando o máximo de gemas.
  • 32.
    Raleio de Frutos Uniformidadeno tamanho, cor, firmeza e peso. Eliminar frutos danificados e infestados por pragas/doenças. Controlar a quantidade de frutos por planta para garantir qualidade.
  • 33.
    Desbaste de RamosSecundários Melhorar o vigor do ramo principal. Reduzir a competição por nutrientes. Aumentar a qualidade dos frutos. Antes da brotação das gemas frutíferas, durante o crescimento ativo da planta. Remover ramos fracos ou mal posicionados. Melhor distribuição de energia para os ramos produtivos.
  • 34.
    Ensacamento de Frutos Controlamosca-das-frutas, gorgulho e ataques de besouros e morcegos. Proporciona maturação uniforme e melhor coloração da casca. Sacos de papel manteiga (15 x 12 cm) ou sacos de polietileno branco (20 x 15 cm). Sacos são presos ao pedúnculo ou ramo que sustenta o fruto.
  • 35.
    Controle de PlantasInvasoras Capina Manual: durante todo o ciclo da cultura, principalmente até 4-5 meses após o plantio. Capina Mecanizada: grades de discos ou roçadeiras, com restrições para evitar danos as raízes superficiais. Capina Química: Herbicidas pré-emergentes nas linhas de plantio, e pós-emergentes em casos extremos. Manejo da Vegetação Natural: Manutenção de vegetação entre as fileiras e roçada mecanizada.
  • 36.
    Culturas Intercalares Exige análisecuidadosa para avaliar impacto no fitossanitário e manejo cultural. A cultura da goiabeira pode ser consorciada até o 2º ano com leguminosas de pequeno porte (ex: feijão) Não há consenso sobre a viabilidade econômica do consórcio em comparação ao monocultivo.
  • 37.
  • 38.
    5° APROXIMAÇÃO Métodos eCorreções Produtividade esperada: 6.000 kg/ha Calagem: Aplicar o calcário na quantidade indicada pelo critério do Al3+ e do Ca2+ + Mg2+, X = 3 e mt = 5 %, ou para elevar a saturação por bases a 70 %
  • 39.
    Adubação de plantioe de pós-plantio
  • 40.
    Recomenda-se aplicar também,misturados à terra de enchimento da cova e aos fertilizantes, 20 L de esterco de curral, ou 5 L de esterco de galinha, ou 2 L de torta de mamona, 60 dias antes do plantio Sugere-se usar metade de dose de P2O5 na forma de fosfato solúvel em água e metade na forma de fosfato natural reativo A primeira adubação em cobertura deve ser feita após o pegamento das mudas.
  • 41.
    Adubação de crescimentoe formação 1º ano Pós-plantio
  • 42.
    Adubação de crescimentoe formação 2º ano Pós-plantio
  • 43.
  • 44.
    A cada trêsanos, usar adubo orgânico. Encontrando pela análise de solo, disponibilidade de P ou de K em teores baixos, usar o total da adubação estabelecida; se em teores médios, aplicar dois terços da adubação, e, se em teores bons, adicionar um terço da adubação recomendada nas tabelas
  • 45.
    Deficiencias nutricionais Nitrogênio (N) Folhascom coloração citrina uniforme. Nervação ligeiramente amarelada. Face inferior das folhas com coloração verde menos intensa que a superior. Fósforo (P) Coloração escarlate na face superior das folhas. Nervuras secundárias claras, com vênulas extremas ligeiramente arroxeadas. Folha apresenta coloração roxa no final do estádio de deficiência. Potássio (K) Manchas marrons pequenas e aglomeradas no limbo. Manchas se concentram na porção mediana superior. Progressão para áreas maiores e mais escuras, com sinais de necrose.
  • 46.
    Deficiencias nutricionais Cálcio (Ca) Bordosdas folhas crestados. Faixas marrons que se estendem para a nervura principal. Enrolamento das folhas no ápice. Magnésio (Mg) Manchas amarelas paralelas à nervura principal. Face inferior com sintomas menos nítidos, nervura principal verde-claro. Enxofre (S) Manchas necróticas na porção mediana inferior do limbo. Coloração arroxeada nas nervuras principais e secundárias. Face inferior com manchas cloróticas, mais nítidas nas nervuras secundárias.
  • 47.
  • 48.
    Oviposição em frutosimaturos causa podridão, maturação precoce e queda da qualidade. Controle: Índice MAD < 1; ensacamento, coleta de frutos caídos, iscas tóxicas, e uso de parasitóides (Doryctobracon areolatus). Pragas Mosca-das-frutas (Anastrepha spp. e Ceratitis capitata) (Diptera: Tephritidae) Perda de botões florais e frutos "empedrados" Controle: Inseticidas fosforados não- sistêmicos. Percevejos
  • 49.
    Sugam seiva, causandolesões prateadas e ferruginosas com excrementos escuros. Controle: Controle biológico com larvas de crisopídeos; inseticidas. Pragas Tripes (Selenothrips rubrocinctus) Abertura de galerias em troncos, enfraquecendo os tecidos condutores. Controle: Retirada de ramos atacados, esmagamento de larvas e controle químico. Coleobroca (Trachyderes thoracicus)
  • 50.
    Galerias em troncose ramos, causando secamento e morte de partes da planta. Controle: Raspagem do tronco, vedação das galerias e controle químico. Pragas Broca-da-goiabeira (Timocratica albella) Oviposição e alimentação destroem sementes e polpa, causando quedas precoces. Controle: Ensacamento de frutos, coleta e destruição de frutos atacados, e inseticidas. Gorgulho-da-goiabeira (Conotrachelus psidii)
  • 51.
    Rendilhamento das folhas,reduzindo fotossíntese e produtividade. Controle: Controle biológico e químico. Pragas Besouro-da-goiabeira (Costalimaita ferruginea) Enrolamento e necrose das folhas. Controle: Controle biológico com joaninhas e inseticidas. Psilídeo (Triozoida sp.)
  • 52.
    Pontuações amareladas evoluempara manchas necróticas; frutos mumificados e deformados. Controle: Podas, arejamento, controle de plantas daninhas, espaçamento adequado, aplicação de fungicidas. Principal doença no Cerrado, com perdas de até 85%. Murchamento e secamento de ramos, coloração pardo-avermelhada em folhas e nervuras. Controle: Uso de mudas sadias, podas em dias quentes, desinfecção de ferramentas, condução de taça aberta, evitar irrigação por aspersão e excesso de adubação nitrogenada. Doenças Bacteriose (Erwinia psidii) Ferrugem (Puccinia psidii)
  • 53.
    Perdas de até100% em frutos deformados. Manchas aquosas que evoluem para tecido endurecido nos frutos. Controle: Fungicidas e podas de limpeza. Afeta florescimento e maturação, inutiliza frutos para mercado fresco. Lesões circulares e escuras em folhas, ramos e frutos; podridão nos frutos. Controle: Eliminar ramos infectados, podas para arejamento, pulverização com fungicidas. Doenças Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) Verrugose
  • 54.
    Danos em florese frutos, mumificação. Controle: Fungicidas à base de mancozebe ou cobre. Amarelamento e queda das folhas, podridão no sistema radicular. Controle: Evitar solos mal drenados e excesso de umidade. Doenças Podridão-das-Raízes (Phytophthora sp.) Podridão-Parda (Dothiorella dominicana) Danos menores; manchas necróticas em folhas e lesões escuras em frutos. Controle: Seguir medidas para outras doenças. Antracnose Maculada (Sphaceloma psidii)
  • 55.
  • 56.
    Agroindústria: estádio 5de maturação (máx teor de sólidos solúveis e baixa acidez). Consumo in natura: antecipada para preservar integridade Período: 150 e 200 dias após a poda, variando conforme a cultivar e região. Método de colheita: Manual, com tesouras apropriadas, preferencialmente nas horas frescas do dia. Pedúnculo cortado a 1 cm da fruta. Frequência: Colheita parcelada (2 a 3 vezes por semana) devido à floração irregular, com duração de até 30 dias.
  • 57.
    Operações Pós-colheita Lavagem: Retiradade resíduos com água potável e sanitizantes legais. Seleção: Descarte de frutas com defeitos acima da tolerância do mercado. Classificação: Padrões de tamanho (diâmetro entre 5 cm e 10 cm) e categorias (Extra, I, II e III). Embalagem: Uso de caixas padrão de papelão ou embalagens a vácuo
  • 58.
    Armazenamento Temperatura entre 8°C e 10 °C, umidade de 85% a 95%, com conservação de até 21 dias. Riscos: Danos pelo frio em temperaturas inferiores (manchas, depressões e perda de amadurecimento). Técnicas complementares: Uso de sacolas plásticas ou filmes de PVC, ceras para redução de perda de água e melhoria da aparência.
  • 59.
  • 60.
    Padrão mínimo dequalidade Defeitos não permitidos
  • 61.
    Produtos e Subprodutosgerados Produtos Diretos Fruta in natura Polpa de goiaba Sucos (frescos, pasteurizados ou concentrados) Produtos Processados Goiabada (cremosa e cascão) Geleias Compotas Sorvetes e picolés Néctares e smoothies Sidras e licores Destilados e fermentados artesanais Conservas (em calda ou cristalizadas) Farinha de goiaba Subprodutos Resíduos para alimentação animal (cascas e sementes) Ingredientes para cosméticos (óleos essenciais e extratos) Corantes naturais (extraídos da polpa ou casca) Compostos bioativos (licopeno, vitamina C e fibras) Compostagem e adubação orgânica (resíduos pós- processamento
  • 63.
    Obrigado! a n ot e a s p e r g u n t a s p a r a o C h a t G P T !
  • 64.
    REFERÊNCIAS https://ceagesp.gov.br/hortiescolha/hortipedia/goiaba/ https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/214991/1/Cap25- EvolucaoProducaoGoiaba.pdf https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/876249/a-cultura-da-goiaba https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/118976/1/Luiz.pdf https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1029524/goiabeira-psidium- guajava-l https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/162024/1/A-cultura-da-goiaba.pdf https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/1489398/goiaba-esta-pronta-para-ser- consumida https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1128050/1/Doc-297-Goiabeira.pdf https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/211812/1/VARIEDADES0001.pdf https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/159302/1/Sistemas-de-Producao-22- web.pdf https://www.conab.gov.br/info-agro/safras