XVI CONGRESSO BRASILEIRODE QUALIDADE E
PRODUTIVIDADE - UBQES
GESTÃO DO CONHECIMENTO E DA
INFORMAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES
PROFESSOR: HEITOR JOSÉ PEREIRA
(Doutor em Administração – EAESP/FGV/
PRESIDENTE DA SBGC)
2.
ONDAS DE TRANSFORMAÇÃO
Até1750 DC 1970
Revolução
Agrícola
Revolução
Industrial
Revolução da
Informação
PARADIGMAS DO PODER POLÍTICO E ECONÔMICO
Posse da terra/
território
Capital
financeiro
Conhecimento
3.
O CENÁRIO AMBIENTALDA EVOLUÇÃO DOS MODELOS DE GESTÃO
I -ONDAS DE TRANSFORMAÇÃO ( MACROAMBIENTE SOCIO-ECONÔMICO )
Revolução
Agrícola
Até 1750 DC
Revolução
Industrial
Revolução da
Informação
1970
II -ERAS EMPRESARIAIS (AMBIENTE ORGANIZACIONAL)
Era da Produção
em massa
1920
Era da Eficiência
1950
Era da
Competitividade
1990
Era...
2000
Era da Qualidade
1970
. Administração
científica
.Administração
das relações
humanas
. Administração
burocrática
. Outros
modelos
tradicionais da
Administração
Modelos tradicionais
de gestão
. Administração holística
Novos modelos de Gestão
. Administração japonesa
. Administração participativa
. Administração empreendedora
Prof. Heitor José Pereira
. Empresa virtual
Modelos
emergentes
. Gestão do
Conhecimento
. Modelos biológicos/
quânticos/teoria do
caos/complexidade
4.
CARACTERÍSTICAS DAS ERASEMPRESARIAIS
ERA DA
COMPETITIVIDADE
(1990-...)
RELAÇÃO
EMPRESA/
CLIENTE
RELAÇÀO
EMPRESA/
EMPREGADO
ESTILO
GERENCIAL
RELAÇÃO INTER-
EMPRESARIAL
Atender o
mercado quanto
à quantidade
O homem é uma
extensão da
máquina
Relação de
capatazia
Ênfase na
verticalização
do processo
ERA
DESCRIÇÃO
ERA DA PRODUÇÃO
EM MASSA
(1920-1949)
ERA DA
EFICIÊNCIA
(1950-1969)
ERA DA
QUALIDADE
(1970-1989)
Produzir e
vender
As pessoas devem
ser controladas e
avaliadas
Relação
Chefe/Subordinado
Repasse de
algumas atividades
para Fornecedores
e distribuidores
Satisfazer o
cliente
Recursos humanos
são a chave da
Qualidade
Superar a
expectativa do
cliente
As inovações
dependem das
pessoas
(Talentos Humanos)
Ênfase no
Trabalho de
Equipe
Busca de
Terceirização
(Relação Contratual)
Relação de
parceria Empresa-
Empregados
Busca de
Parcerias, visando
competir juntas no
mercado
Prof. Heitor José Pereira
GESTÃO DO CONHECIMENTO- CONDICIONANTES DOS
AMBIENTES EXTERNO/INTERNO E PRINCIPAIS PRÁTICAS
GESTÃO
DO
CONHECIMENTO
APRENDIZAGEM
ORGANIZACIONAL
GESTÃO DE
COMPETÊNCIAS
EDUCAÇÃO
CORPORATIVA
GESTÃO DO CAPI-
TAL INTELECTUAL
INTELIGÊNCIA
EMPRESARIAL
AMBIENTE INTERNO PRÁTICAS DE GC
CULTURA
ORGANIZA-
CIONAL
ESTRATÉGIAS
CORPORA-
TIVAS
LIDERANÇA TECNOLOGIAS
DE INFOR-
MAÇÃO
AMBIENTE
EXTERNO
. SOCIEDADE DO
CONHECIMENTO
. GLOBALIZAÇÃO
. COMPETITIVIDADE
. VALOR PARA O
CLIENTE
. MUDANÇA/
TRANSFORMAÇÃO/
INOVAÇÃO
APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
É oprocesso pelo qual uma organização exercita a sua
competência e inteligência coletiva para responder
ao seu ambiente interno e externo
É o processo contínuo de detectar e corrigir erros.
Erro é qualquer tipo de conhecimento ou saber que
iniba o aprendizado.
Portanto, é o processo heurístico de tentativa, erro e
contínua correção de rumo.
Fonte: Argyris, C. Enfrentando defesas empresariais. RJ, Campus, 1992.
9.
GESTÃO DE COMPETÊNCIAS
Entendera Organização como um conjunto de competências
institucionais (da empresa) e individuais (de cada
colaborador).
Competências Institucionais: sobre processos; técnicas; fluxos
da organização; produtos e serviços; e sociais.
Competências Individuais: um saber agir responsável e
reconhecido, que implica mobilizar, integrar, transferir
conhecimentos, recursos e habilidades, que agreguem valor
econômico à organização e valor social ao indivíduo.
10.
EDUCAÇÃO CORPORATIVA
Conjunto desoluções de aprendizagem de
funcionários, clientes e fornecedores, com o
objetivo de atender às estratégias empresariais de
uma organização
Benefícios para a empresa: maior domínio sobre
conhecimentos tácitos e explícitos relacionados
ao negócio, com foco no “core business”
Benefícios para os funcionários: empregabilidade
e/ou ocupacionalidade vitalícia
11.
GESTÃO DO CAPITALINTELECTUAL
Capital Humano inclui os valores, cultura e filosofia da empresa,
além da capacidade individual de seus funcionários em combinar
conhecimentos e habilidades para inovar e realizar suas tarefas.
Esse capital não pode ser negociado.
Capital Cliente inclui o conhecimento decorrente das transações
econômicas – ou seja, o conhecimento sendo o que compramos e
o que vendemos – ele é o principal ingrediente do capital. O
conhecimento dos clientes são os mais valiosos. O
compartilhamento é a forma máxima desse capital.
Capital Estrutural inclui todo o hardware, software, bases de
dados, patentes, marcas e demais ativos de mesma natureza da
empresa. O capital estrutural é, claramente, propriedade da
empresa, podendo ser, por isso mesmo, objeto de transação
econômica.
12.
INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL
Programa sistemáticopara a obtenção e análise
de informação sobre as atividades dos
competidores e sobre as tendências gerais dos
negócios, com a finalidade de alcançar os
objetivos estratégicos da empresa.
13.
Plano Estratégico Organizacional
Planoestratégico de Gestão do Conhecimento
Incorporar práticas de Gestão do Conhecimento nos processos
Melhores Práticas
Banco de projetos
Mapeamento de
competências
Portal Corporativo
Mapeamento de
conhecimento
Comunidades de
prática
Banco de Talentos
Memória
Organizacional
...
Avaliação de resultados
Políticas, diretrizes, indicadores e metas
Pensar GC de
forma estratégica
Fonte: Elisabeth Gomes e Eduardo Lapa - 2004
14.
BENEFÍCIOS DA GESTÃODO CONHECIMENTO
BENEFÍCIOS INTERNOS:
Melhoria no desempenho dos profissionais
Melhoria nos fluxos e processos de trabalho
Melhoria no processo de tomada de decisão
BENEFÍCIOS NO ATENDIMENTO:
Melhoria na adequação dos serviços às
necessidades do público alvo
Melhoria na agilidade do atendimento
Melhoria na qualidade do atendimento
15.
BENEFÍCIOS EXTERNOS:
Aumentoda adesão do público alvo
Melhoria na satisfação do público
alvo
Melhoria no reconhecimento do
programa pelas org. comunitárias e
instituições parceiras
Incluir quadros e gráficos principais dos resultados
16.
O Governo Federal:
-instituiuo GCIE – Comitê Técnico de Gestão do
Conhecimento e Informação Estratégica, que tem como um
de seus objetivos definir o modelo de gestão do
conhecimento a ser adotado pelos órgãos do Governo.
-inseriu o tema no Plano Plurianual 2004-2007, no que diz
respeito ao fortalecimento da capacitação dos trabalhadores
e das atividades nacionais de inovação, para maior
integração entre empresas, universidades e institutos de
pesquisa.
- Mapeou as práticas de GC nos Ministérios e principais
Estatais
- Trabalha para elaborar as políticas públicas de GC até 2006.
GC no Governo Federal
17.
MODELOS DE GESTÃOX PRÁTICAS DE GESTÃO
DO CONHECIMENTO
MODELOS DE
GESTÃO
PRINCIPAIS PRÁTICAS
PRÁTICAS DE GESTÃO DO
CONHECIMENTO
GESTÃO
JAPONESA
.Trabalho em Equipes
. Melhoria Contínua (Kaisen)
. Cultura Corporativa( comprometimento
individual com resultados)
. Aprendizado coletivo
. Aprendizagem organizacional
. De Conhecimento Tácito (ind.) para
Conhecimento Explícito (org.)
GESTÃO
PARTICIPATIVA
. Trabalho em equipe
. Liderança
. Empowerment (energização de equipe)
. Aprendizado coletivo
. Educação Corporativa
. Gestão de competências
GESTÃO
EMPREENDEDORA
. Estrutura: Unidades de Negócios
. Inovação focada no cliente
. Intrapreneurship
. Foco em resultados estratégicos
. Parcerias e Alianças estratégicas
. Inteligência Empresarial
. Aprendizagem Organizacional
. Conhecimento Tácito
. Gestão de Competências
. Benchmarking/ Educação Corporativa
EMPRESA
VIRTUAL
. Equipes virtuais
. Redes de negócios (Internet/Intranet/B2B
. Conhecimento Tácito/ Aprendizado
coletivo
. Benchmarking/ Educação Corporativa/
Inteligência Empresarial
GESTÃO
HOLÍSTICA
. Visão do todo
. Rodízio de funções
. Carreira não especializada
. Inteligência Empresarial
. Educação corporativa
. Gestão de Competências
Prof. Heitor José Pereira