SlideShare uma empresa Scribd logo
A Física   em nosso mundo Paulo Toledo Soares Nicolau Gilberto Ferraro
Pergunta desafiadora Como a Física pode contribuir para nos ajudar a compreender, refletir e atuar como cidadãos para a sustentabilidade do mundo em que vivemos?
Alguns problemas do nosso mundo  O efeito estufa: benefícios e prejuízos O aquecimento global Ações humanas As alterações climáticas A camada de ozônio A poluição ambiental
O efeito estufa Fenômeno natural importante para a preservação da vida na Terra. A Terra recebe durante o dia a energia radiante do Sol e durante a noite irradia energia para o espaço. A presença de gás carbônico (CO 2 ), óxido nitroso (N 2 O), metano (CH 4 ) e de outros gases na atmosfera impede que a Terra perca, durante a noite, uma quantidade de calor exagerada para o espaço, absorvendo e reemitindo boa parte desta radiação para a Terra. É o  efeito estufa . Se ele não ocorresse a temperatura média de nosso planeta seria de -18 0 C.
Esquema do efeito estufa
O aquecimento global Ações humanas Por ação do ser humano, devido principalmente às indústrias a e aos veículos automotores, o efeito estufa está se intensificando, ocasionando  o aquecimento global.
Ações mais urgentes Estabelecimento de metas para diminuir as emissões de gases estufas na atmosfera. Esta idéia norteou a elaboração do protocolo de Kyoto e do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC).
Conseqüências do aquecimento global Alterações climáticas Menor número de dias frios e noites mais quentes Ondas de calor letais Chuvas pesadas Enchentes e secas devastadoras Aumento na força de tempestades e furacões Derretimento de geleiras Aumento do nível dos oceanos
Enchente após forte chuva e leito seco de um rio
Derretimento do gelo polar
A Camada de Ozônio O que é a camada de ozônio  ( O 3 )? Entre 20km a 30km, acima da superfície terrestre, numa região que faz parte da estratosfera, existe  em volta da Terra uma alta concentração de ozônio, constituindo a chamada  camada de ozônio . Qual é sua função? O ozônio filtra os raios ultravioleta, provenientes do Sol, deixando passar apenas pequena quantidade, o que é benéfico para a vida na Terra como, por exemplo, na fixação da vitamina D.
A Camada de Ozônio (continuação ) Destruição da camada de ozônio Cientistas detectaram a existência de um buraco na camada de ozônio no hemisfério sul, sobre a Antartida. Verificaram também que em outras regiões a camada de ozônio estava ficando menos espessa. Várias substâncias fabricadas pelo homem contribuem para a destruição da camada de ozônio. A mais destrutiva é o cloro-flúor-carbono (CFC).
A Camada de Ozônio (continuação) Os CFCs São compostos, conhecidos por  freons, formados pelos elementos cloro, flúor e carbono.  Um dos mais utilizados é o freon-12: CF 2 Cl 2  .   Os CFCs são empregados   nos aerossóis (como propelentes), em geladeiras, freezers e aparelhos de  ar-condicionado (como elementos de refrigeração) e na produção de espuma e isopor.
A Camada se Ozônio (continuação) Como age o CFC? Ao atingir a camada de ozônio, sob ação da radiação ultravioleta, cada partícula de CFC, libera um átomo livre de cloro. Considerando o CF 2 Cl 2 , tem-se as reações: CF 2 Cl 2  CF 2 Cl  + Cl O 3  + Cl  O 2  + ClO ClO + O 3  2O 2  + Cl As duas últimas reações se repetem e portanto um átomo de cloro livre destrói inúmeras moléculas de O 3 .
A Camada de Ozônio (continuação) Conseqüências Com a destruição da camada de ozônio os raios ultravioleta atingem mais intensamente a Terra. Esta radiação provoca câncer de pele, afeta o sistema imunológico, diminuindo a resistência do ser humano a doenças, sendo também nociva aos animais e ao meio ambiente.
A camada de Ozônio (continuação) A substituição do CFC Muitos países, inclusive o Brasil, já iniciaram a substituição do CFC por outras substâncias que não agridem a camada de ozônio e nem ocasionam o efeito estufa. A preocupação é com aparelhos antigos que usam CFC. No caso dos aerossóis, utiliza-se atualmente o propano e o butano O protocolo de Montreal É um acordo internacional, assinado em 16 de setembro de 1987, em que os países signatários se comprometem substituir as substâncias que destroem a camada de ozônio existente na estratosfera. Com isto, espera-se uma gradual diminuição do buraco de ozônio. Atualmente conta com a adesão de 180 nações. A ONU declarou o dia 16 de setembro como o  Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio.
A Camada de Ozônio (continuação) Fatores naturais Existem também fatores naturais que contribuem para a diminuição da espessura da camada de ozônio da atmosfera. É o caso das erupções vulcânicas que produzem óxidos de nitrogênio e da diminuição da intensidade do campo magnético terrestre. Devido a este fator partículas mais pesadas, provenientes do vento solar, atingem a camada de ozônio provocando sua destruição.
Poluição ambiental (Fonte: Física, Ciência e Tecnologia) Poluição do ar Poluição da água Poluição do solo Poluição sonora Poluição visual  Poluição radioativa
Poluição do ar Poluentes primários Óxidos de enxofre (SO 2  e SO 3 ), óxidos de nitrogênio (NO e NO 2 ), material particulado, dióxido de carbono (CO 2 ), monóxido de carbono (CO) e hidrocarbonetos (C x H y ): são substâncias lançadas no ar pelas chaminés das fábricas e pelos veículos automotores. Poluentes secundários Resultam da reação entre si de alguns poluentes primários ou de alguns poluentes primários com componentes  do ar.
Poluição do ar (cont.) Esquema das fontes  poluidoras do ar
Poluição do ar (cont.) Conseqüências da poluição do ar Alergias, doenças respiratórias, lesões em órgãos internos, crises cardíacas, destruição da vegetação. Chuvas ácidas O vapor de água da atmosfera reage com dióxido de enxofre, formando o ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ) e com óxidos de nitrogênio, formando ácido nítrico (HNO 3 ). As gotas de chuva absorvem estes ácidos e passam a apresentar alto índice de acidez. É a chamada  chuva ácida
Poluição do ar (cont.) Conseqüências das chuvas ácidas Destruição da cobertura vegetal, corrosão de metais e materiais com que são feitos monumentos e obras de arte, expostas ao ar livre. Medidas antipoluição Instalação de filtros nas fábricas e nos veículos automotivos (catalisadores).
Poluição do ar (cont.) Floresta afetada pela chuva ácida
Poluição do ar (cont.) Fachada corroída pela chuva ácida
Poluição do ar (cont.) Fábrica não dotada de filtros
Poluição da água Os poluentes Águas já usadas nas residências, contendo restos de comidas, sabões, detergentes, fezes humanas e urina, são despejadas nas águas de rios e lagos, diretamente ou pelas redes de esgoto. Em pequenas quantidades sofrem biodegradação pelos microorganismos decompositores. Em grandes quantidades e sem tratamento a população de microorganismos cresce e, ao respirarem, consomem oxigênio dissolvido na água. Como conseqüência os peixes podem morrer por asfixia.
Poluição da água(cont.) Outros poluentes Os adubos químicos que contêm nitrogênio e fósforo, levados pela chuva, atingem rios e lagos e junto com as águas usadas nas residências, nutrem as algas. Estas se proliferam e impedem a passagem da luz para a água. As plantas que vivem no fundo não podem realizar a fotossíntese e portanto não produzem oxigênio. Assim as plantas e os peixes, para os quais elas servem de alimentos, morrem.
Poluição da água (cont.) Outros poluentes Cádmio, chumbo e mercúrio são despejados pelas indústrias nas águas dos rios. São solúveis na água e facilmente absorvidos pelos seres humanos. Provocam lesões no sistema nervoso, no fígado e nos rins. Vazamento de óleo de navios petroleiros: prejudicam a fauna e a flora.
Poluição da água (cont.) Medidas antipoluição Tratamento e ampliação da redes de esgoto. Tratamento das substâncias tóxicas produzidas pelas indústrias, tornando-as inofensivas. Construção de emissários submarinos nas cidades litorâneas. Campanhas educativas que esclareçam à população de que nossos rios, lagos, córregos, riachos,mananciais, mares etc, são fontes de vida
Poluição do solo Causas da poluição Deposição direta do lixo e outros dejetos humanos e animais, sem qualquer tipo de cuidado. Resíduos industriais levados pelo ar e pela água  e que podem ser absorvidos pelo solo. Utilização indiscriminada de inseticidas e adubos químicos altamente tóxicos.  Medidas antipoluição Campanhas educativas permanentes Destinação correta do lixo e dos esgotos, com o devido tratamento. Pesquisas visando evitar ou diminuir drasticamente o uso de inseticidas na lavoura
Poluição sonora O som também polui   Nossa civilização caracteriza-se pelo barulho. Vivemos num mundo em que o normal é o ruído, o barulho constante.  O silêncio é uma rara exceção . Fontes de poluição sonora Nos grandes centros urbanos uma das maiores fontes de poluição são os ruídos emitidos pelos veículos automotores.
Poluição sonora (cont.) Níveis Sonoros (NS) NS > 85dB, contínuos: causa lesões irreversíveis ao ouvido humano. NS > 110dB, em curta exposição: causa perda temporária de audição.  NS > 110dB,  em exposição prolongada: podem causar lesões aos nervos auditivos e conseqüente surdez definitiva. NS > 140dB, em curta exposição: pode provocar ruptura do tímpano. A poluição sonora interfere na comunicação entre pessoas, provoca fadiga e reduz a eficiência no trabalho.
Poluição sonora (cont.) Medidas antipoluição Campanhas de conscientização do público. Leis severas Inspeção veicular Fiscalização eficiente
Poluição visual A poluição visual decorre do excesso de faixas, placas, outdoors e pichações, tornando deprimente a paisagem urbana. Segundo estudos, a poluição visual causa problemas psicológicos e de estresses em muitos habitantes dos grandes centros.
Poluição radioativa A poluição radioativa ocorre quando há aumento no nível de radiação de elementos radioativos naturais ou artificiais A radioatividade apresenta inúmeras aplicações na medicina, na indústria e na produção de energia elétrica através da energia nuclear. Precauções devem ser tomadas visando a proteção de pessoas que, de alguma forma, ficam expostas a materiais radioativos, pois muitos problemas podem advir de descuidos, de manuseios errados e de desinformação.
As fontes de energia Fontes convencionais de energia: as usinas hidrelétricas,  termelétricas, os combustíveis fósseis Fontes alternativas de energia: energia solar, energia eólica, os biocombustíveis, energia das marés, energia geotérmica,.... As usinas nucleares
Fontes convencionais de energia Usinas hidrelétricas
A usina hidrelétrica e a preservação do meio ambiente A represa A formação do grande reservatório, a represa, altera o ecossistema da região: aumento da umidade relativa do ar, chuvas mais freqüentes e mais intensas, modificação da temperatura média do local Cuidados com a flora O desaparecimento da vegetação nativa impõe um reflorestamento criterioso
A preservação do meio ambiente ( cont. ) Cuidado com a fauna Coleta criteriosa dos animais que vivem na região Desmatamento da região Evitar que madeiras de boa qualidade sejam cobertas pela água A população humana Assentamento das pessoas que vivem na região, alterando minimamente a condição original de vida e até mesmo melhorando-a.
Usinas Termelétricas A queima do combustível ( por exemplo carvão) intensifica o efeito estufa, pois gera grandes quantidades de  CO 2 .
Os combustíveis fósseis São formados por compostos de carbono: petróleo, carvão e gás natural. Resultam da decomposição de plantas e animais, num processo que dura milhões de anos. Não são renováveis (em relação ao tempo de vida do homem). A queima destes combustíveis gera gases como o CO 2  que despejados na atmosfera prejudicam a qualidade do ar e produzem o efeito estufa. O gás natural é uma fonte de energia mais limpa do que o petróleo e o carvão, emitindo menor quantidade de poluente.
Fontes renováveis de energia  Energia eólica
Energia eólica (cont.) Pontos positivos Promissora fonte de geração de energia elétrica. Redução significativa do custo do equipamento, nas duas últimas décadas Não contribui para o efeito estufa. Não há consumo de combustível. Pontos negativos Alto investimento para a transmissão da energia elétrica gerada. Condições adequadas de vento. Impacto ambiental: sonoro ( ruído dos rotores ) e visuais. Interferências nos sistemas de comunicação  ( rádio e TV)
Fontes renováveis de energia (cont.)  Energia solar Coletores solares: utilizados para aquecimento da água. Células fotovoltaicas: convertem diretamente energia solar em energia elétrica.
Energia solar (cont.) Pontos positivos Instalação relativamente simples e com pequena manutenção. Não há resíduos e nem impactos ambientais. Não há consumo de combustível. Não há gastos suplementares, após a instalação. Pontos negativos Custo inicial elevado. Baixo rendimento na obtenção de energia elétrica. Necessidade de insolação adequada.
Fontes renováveis de energia ( cont.) Biomassa:  material de origem orgânica  (animal ou vegetal ) que pode ser usado para gerar energia. Biocombustível mais conhecido: álcool extraído da cana de açúcar. O biodiesel é um combustível biodegradável, produzido por diversas espécies de vegetais como mamona, girassol, soja, amendoim e dendê. Energia geotérmica Existem regiões onde a água aflora a superfície da Terra em temperaturas elevadas na forma de jatos (os gêiseres) ou na forma de lagos. A energia responsável pelo aquecimento da água tem origem vulcânica e é denominada energia geotérmica, sendo utilizada para aquecimento domiciliar e para obter energia elétrica.
Fontes renováveis de energia (cont.) Energia das marés
Energia Nuclear A produção de calor para movimentar as turbinas é proveniente da fissão nuclear
Energia Nuclear (cont.) Pontos positivos Abundância de matéria prima. Ausência de poluição atmosférica. Pontos negativos Custo elevado de instalação. Aquisição de tecnologia adequada. Lixo radioativo Possibilidade de acidentes
Conclusão A Física, permite-nos compreender os fenômenos naturais e os provocados pelo homem e suas conseqüências. Assim, podemos atuar no sentido de melhorar as condições de vida, tanto atualmente como no futuro, garantindo a sustentabilidade do mundo em que vivemos. Existem iniciativas a serem tomadas para enfrentar todos as situações adversas e dessas iniciativas todos devemos participar, pois só o esforço conjunto poderá levar a resultados positivos. Usando a metáfora do incêndio florestal, cada um de nós deve dar sua contribuição, como o passarinho levando água no bico para apagar o fogo da floresta.
Textos:  Prof. Nicolau Ferraro Fotos: Banco de Imagens – CID

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Preview NOx_analysers
Preview NOx_analysersPreview NOx_analysers
Preview NOx_analysers
Santosh Sawant
 
Cement rotary kiln questions & answers
Cement rotary kiln questions & answersCement rotary kiln questions & answers
Cement rotary kiln questions & answers
Nael Shabana
 
Some radiological sig
Some radiological sigSome radiological sig
Some radiological sig
Ahmed Fayed
 
Causes Global Warming
Causes Global WarmingCauses Global Warming
Causes Global Warming
fafanull
 
Global Warming
Global WarmingGlobal Warming
Global Warming
Steven Heath
 
Air pollution and meteorology
Air pollution and meteorologyAir pollution and meteorology
Air pollution and meteorology
ECRD2015
 
Carbon Footprints and Carbon Credits
Carbon Footprints and Carbon CreditsCarbon Footprints and Carbon Credits
Carbon Footprints and Carbon Credits
munisharora
 
4.1.3 properties of coals
4.1.3 properties of coals4.1.3 properties of coals
4.1.3 properties of coals
rajdeepjain
 
Particulate matter
Particulate matterParticulate matter
Particulate matter
Antar Karmakar
 
Steam Methane Reformer
Steam Methane ReformerSteam Methane Reformer
Steam Methane Reformer
Soumya Ranjan
 
Indoor Air Pollution by IITD
Indoor Air Pollution by IITDIndoor Air Pollution by IITD
Indoor Air Pollution by IITD
Atlantic Training, LLC.
 
Perdidas de Combustión y eficiencia.pptx
Perdidas de Combustión y eficiencia.pptxPerdidas de Combustión y eficiencia.pptx
Perdidas de Combustión y eficiencia.pptx
JazminCastillo49
 
Global warming
Global warmingGlobal warming
Global warming
premdeshmane
 
Automobile pollution
Automobile pollution Automobile pollution
Automobile pollution
Prashant Katti
 
Air pollution
Air pollutionAir pollution
Air pollution
RITIMAMANHAS
 
Smog slide show
Smog slide showSmog slide show
Smog slide show
EmmaWinder25
 
Nox reduction by reburn and sncr
Nox reduction by reburn and sncrNox reduction by reburn and sncr
Nox reduction by reburn and sncr
Tom Lowes
 
Air pollution
Air pollutionAir pollution
Air pollution
munis25071982
 
11 air pollution dispersion
11 air pollution dispersion11 air pollution dispersion
11 air pollution dispersion
Gaurav Pahuja
 
Emission inventory of air pollution from vehicle fleet in phnom penh
Emission  inventory of air pollution from vehicle fleet in phnom penhEmission  inventory of air pollution from vehicle fleet in phnom penh
Emission inventory of air pollution from vehicle fleet in phnom penh
Visal Yoeung
 

Mais procurados (20)

Preview NOx_analysers
Preview NOx_analysersPreview NOx_analysers
Preview NOx_analysers
 
Cement rotary kiln questions & answers
Cement rotary kiln questions & answersCement rotary kiln questions & answers
Cement rotary kiln questions & answers
 
Some radiological sig
Some radiological sigSome radiological sig
Some radiological sig
 
Causes Global Warming
Causes Global WarmingCauses Global Warming
Causes Global Warming
 
Global Warming
Global WarmingGlobal Warming
Global Warming
 
Air pollution and meteorology
Air pollution and meteorologyAir pollution and meteorology
Air pollution and meteorology
 
Carbon Footprints and Carbon Credits
Carbon Footprints and Carbon CreditsCarbon Footprints and Carbon Credits
Carbon Footprints and Carbon Credits
 
4.1.3 properties of coals
4.1.3 properties of coals4.1.3 properties of coals
4.1.3 properties of coals
 
Particulate matter
Particulate matterParticulate matter
Particulate matter
 
Steam Methane Reformer
Steam Methane ReformerSteam Methane Reformer
Steam Methane Reformer
 
Indoor Air Pollution by IITD
Indoor Air Pollution by IITDIndoor Air Pollution by IITD
Indoor Air Pollution by IITD
 
Perdidas de Combustión y eficiencia.pptx
Perdidas de Combustión y eficiencia.pptxPerdidas de Combustión y eficiencia.pptx
Perdidas de Combustión y eficiencia.pptx
 
Global warming
Global warmingGlobal warming
Global warming
 
Automobile pollution
Automobile pollution Automobile pollution
Automobile pollution
 
Air pollution
Air pollutionAir pollution
Air pollution
 
Smog slide show
Smog slide showSmog slide show
Smog slide show
 
Nox reduction by reburn and sncr
Nox reduction by reburn and sncrNox reduction by reburn and sncr
Nox reduction by reburn and sncr
 
Air pollution
Air pollutionAir pollution
Air pollution
 
11 air pollution dispersion
11 air pollution dispersion11 air pollution dispersion
11 air pollution dispersion
 
Emission inventory of air pollution from vehicle fleet in phnom penh
Emission  inventory of air pollution from vehicle fleet in phnom penhEmission  inventory of air pollution from vehicle fleet in phnom penh
Emission inventory of air pollution from vehicle fleet in phnom penh
 

Semelhante a Fisica nosso mundo

fisica_nosso_mundo.ppt - A física em nosso mundo
fisica_nosso_mundo.ppt - A física em nosso mundofisica_nosso_mundo.ppt - A física em nosso mundo
fisica_nosso_mundo.ppt - A física em nosso mundo
DboraAlvim1
 
fisica_nosso_mundo.ppt
fisica_nosso_mundo.pptfisica_nosso_mundo.ppt
fisica_nosso_mundo.ppt
AntonioMarcos839221
 
fisica_nosso_mundo.ppt
fisica_nosso_mundo.pptfisica_nosso_mundo.ppt
fisica_nosso_mundo.ppt
mariabonfim11
 
A FISICA NO NOSSO MUNDO - APRESENTACAO AULA
A FISICA NO NOSSO MUNDO - APRESENTACAO AULAA FISICA NO NOSSO MUNDO - APRESENTACAO AULA
A FISICA NO NOSSO MUNDO - APRESENTACAO AULA
DEIVID57
 
fisica_nosso_mundo.ppt - slide que é sob
fisica_nosso_mundo.ppt - slide que é sobfisica_nosso_mundo.ppt - slide que é sob
fisica_nosso_mundo.ppt - slide que é sob
THAYZRODRIGUESENEDIN
 
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
Leonor Vaz Pereira
 
Aula da 5ª série efeito estufa 2008
Aula da 5ª série efeito estufa 2008Aula da 5ª série efeito estufa 2008
Aula da 5ª série efeito estufa 2008
Lusiane Carvalho da Silva
 
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERAProf(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
CarlaRosario
 
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERAProf(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
CarlaRosario
 
Influência da atividade humana na temperatura e no clima
Influência da atividade humana na temperatura e no climaInfluência da atividade humana na temperatura e no clima
Influência da atividade humana na temperatura e no clima
henriquemsg
 
Power Point Pinto
Power  Point  PintoPower  Point  Pinto
Power Point Pinto
elvira.sequeira
 
Pol. Do Ar
Pol. Do ArPol. Do Ar
Pol. Do Ar
guest13903fa1
 
Poluição do ar
Poluição do arPoluição do ar
Poluição do ar
guest1481536
 
Processos Produtivos I UD II
Processos Produtivos I   UD IIProcessos Produtivos I   UD II
Processos Produtivos I UD II
Paulo Santos
 
Alterações na atmosfera e suas implicações
Alterações na atmosfera e suas implicaçõesAlterações na atmosfera e suas implicações
Alterações na atmosfera e suas implicações
guest3eaec9
 
Sustentabilidade e meio ambiente
Sustentabilidade e meio ambienteSustentabilidade e meio ambiente
Sustentabilidade e meio ambiente
Marcus Corradini
 
Problemas Atmosféricos e Geopolítica da Água
Problemas Atmosféricos e Geopolítica da ÁguaProblemas Atmosféricos e Geopolítica da Água
Problemas Atmosféricos e Geopolítica da Água
Rogério Bartilotti
 
E.A. PoluiçãO AtmosféRica
E.A. PoluiçãO AtmosféRicaE.A. PoluiçãO AtmosféRica
E.A. PoluiçãO AtmosféRica
EliteRock's Unforgiven
 
a importancia do ar para os seres vivos.pptx
a importancia do ar para os seres vivos.pptxa importancia do ar para os seres vivos.pptx
a importancia do ar para os seres vivos.pptx
MariaCandidaSantos1
 
Pp tozono2
Pp tozono2Pp tozono2
Pp tozono2
Carlos Jorge
 

Semelhante a Fisica nosso mundo (20)

fisica_nosso_mundo.ppt - A física em nosso mundo
fisica_nosso_mundo.ppt - A física em nosso mundofisica_nosso_mundo.ppt - A física em nosso mundo
fisica_nosso_mundo.ppt - A física em nosso mundo
 
fisica_nosso_mundo.ppt
fisica_nosso_mundo.pptfisica_nosso_mundo.ppt
fisica_nosso_mundo.ppt
 
fisica_nosso_mundo.ppt
fisica_nosso_mundo.pptfisica_nosso_mundo.ppt
fisica_nosso_mundo.ppt
 
A FISICA NO NOSSO MUNDO - APRESENTACAO AULA
A FISICA NO NOSSO MUNDO - APRESENTACAO AULAA FISICA NO NOSSO MUNDO - APRESENTACAO AULA
A FISICA NO NOSSO MUNDO - APRESENTACAO AULA
 
fisica_nosso_mundo.ppt - slide que é sob
fisica_nosso_mundo.ppt - slide que é sobfisica_nosso_mundo.ppt - slide que é sob
fisica_nosso_mundo.ppt - slide que é sob
 
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
51.2.poluição e degradação de recursos2013.pol atmosférica
 
Aula da 5ª série efeito estufa 2008
Aula da 5ª série efeito estufa 2008Aula da 5ª série efeito estufa 2008
Aula da 5ª série efeito estufa 2008
 
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERAProf(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
 
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERAProf(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
Prof(a) Luis Carlos / ATMOSFERA
 
Influência da atividade humana na temperatura e no clima
Influência da atividade humana na temperatura e no climaInfluência da atividade humana na temperatura e no clima
Influência da atividade humana na temperatura e no clima
 
Power Point Pinto
Power  Point  PintoPower  Point  Pinto
Power Point Pinto
 
Pol. Do Ar
Pol. Do ArPol. Do Ar
Pol. Do Ar
 
Poluição do ar
Poluição do arPoluição do ar
Poluição do ar
 
Processos Produtivos I UD II
Processos Produtivos I   UD IIProcessos Produtivos I   UD II
Processos Produtivos I UD II
 
Alterações na atmosfera e suas implicações
Alterações na atmosfera e suas implicaçõesAlterações na atmosfera e suas implicações
Alterações na atmosfera e suas implicações
 
Sustentabilidade e meio ambiente
Sustentabilidade e meio ambienteSustentabilidade e meio ambiente
Sustentabilidade e meio ambiente
 
Problemas Atmosféricos e Geopolítica da Água
Problemas Atmosféricos e Geopolítica da ÁguaProblemas Atmosféricos e Geopolítica da Água
Problemas Atmosféricos e Geopolítica da Água
 
E.A. PoluiçãO AtmosféRica
E.A. PoluiçãO AtmosféRicaE.A. PoluiçãO AtmosféRica
E.A. PoluiçãO AtmosféRica
 
a importancia do ar para os seres vivos.pptx
a importancia do ar para os seres vivos.pptxa importancia do ar para os seres vivos.pptx
a importancia do ar para os seres vivos.pptx
 
Pp tozono2
Pp tozono2Pp tozono2
Pp tozono2
 

Mais de Editora Moderna

JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
Editora Moderna
 
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
Editora Moderna
 
“Educação para a Cidadania Global – Desafios no Brasil” - Maria Rehder campa...
“Educação para a Cidadania Global – Desafios no Brasil” -  Maria Rehder campa...“Educação para a Cidadania Global – Desafios no Brasil” -  Maria Rehder campa...
“Educação para a Cidadania Global – Desafios no Brasil” - Maria Rehder campa...
Editora Moderna
 
“Base Nacional Comum: Desafios e Perspectivas” - Alice Ribeiro
“Base Nacional Comum: Desafios e Perspectivas” - Alice Ribeiro“Base Nacional Comum: Desafios e Perspectivas” - Alice Ribeiro
“Base Nacional Comum: Desafios e Perspectivas” - Alice Ribeiro
Editora Moderna
 
“Educação para a Cidadania Global – A experiência do Todos Pela Educação” - P...
“Educação para a Cidadania Global – A experiência do Todos Pela Educação” - P...“Educação para a Cidadania Global – A experiência do Todos Pela Educação” - P...
“Educação para a Cidadania Global – A experiência do Todos Pela Educação” - P...
Editora Moderna
 
“Por que ETI – Escolas em Tempo Integral?” - David Saad
“Por que ETI – Escolas em Tempo Integral?” - David Saad“Por que ETI – Escolas em Tempo Integral?” - David Saad
“Por que ETI – Escolas em Tempo Integral?” - David Saad
Editora Moderna
 
“Educação socioemocional em sala de aula: o que é, como fazer e em que medida...
“Educação socioemocional em sala de aula: o que é, como fazer e em que medida...“Educação socioemocional em sala de aula: o que é, como fazer e em que medida...
“Educação socioemocional em sala de aula: o que é, como fazer e em que medida...
Editora Moderna
 
“Propostas para um Ensino Médio que forme um cidadão global” - Hélio Queiroz ...
“Propostas para um Ensino Médio que forme um cidadão global” - Hélio Queiroz ...“Propostas para um Ensino Médio que forme um cidadão global” - Hélio Queiroz ...
“Propostas para um Ensino Médio que forme um cidadão global” - Hélio Queiroz ...
Editora Moderna
 
“A cidadania global no contexto haitiano” - Jun Morohashi
“A cidadania global no contexto haitiano” - Jun Morohashi“A cidadania global no contexto haitiano” - Jun Morohashi
“A cidadania global no contexto haitiano” - Jun Morohashi
Editora Moderna
 
“Desafios da implementação de políticas para a educação cidadã” - Alessio Costa
“Desafios da implementação de políticas para a educação cidadã” - Alessio Costa“Desafios da implementação de políticas para a educação cidadã” - Alessio Costa
“Desafios da implementação de políticas para a educação cidadã” - Alessio Costa
Editora Moderna
 
“Educação para a Cidadania Global” - Cecilia Barbieri
“Educação para a Cidadania Global” - Cecilia Barbieri“Educação para a Cidadania Global” - Cecilia Barbieri
“Educação para a Cidadania Global” - Cecilia Barbieri
Editora Moderna
 
Palestra "Nossos alunos e as competências socioemocionais" - Ciclo de eventos...
Palestra "Nossos alunos e as competências socioemocionais" - Ciclo de eventos...Palestra "Nossos alunos e as competências socioemocionais" - Ciclo de eventos...
Palestra "Nossos alunos e as competências socioemocionais" - Ciclo de eventos...
Editora Moderna
 
Lançamento Projeto Araribá
Lançamento Projeto Araribá Lançamento Projeto Araribá
Lançamento Projeto Araribá
Editora Moderna
 
Amabis e Martho: 40 anos de Biologia
Amabis e Martho: 40 anos de BiologiaAmabis e Martho: 40 anos de Biologia
Amabis e Martho: 40 anos de Biologia
Editora Moderna
 
Revista Educatrix - Ed.05
Revista Educatrix - Ed.05Revista Educatrix - Ed.05
Revista Educatrix - Ed.05
Editora Moderna
 
Escola 3.0 – Reinventando a escola
Escola 3.0 – Reinventando a escola  Escola 3.0 – Reinventando a escola
Escola 3.0 – Reinventando a escola
Editora Moderna
 
Blended Learning - Romero Tori
Blended Learning - Romero Tori Blended Learning - Romero Tori
Blended Learning - Romero Tori
Editora Moderna
 
Revista Educatrix - Ed.05
Revista Educatrix - Ed.05Revista Educatrix - Ed.05
Revista Educatrix - Ed.05
Editora Moderna
 
Revista Educatrix - Ed.02
Revista Educatrix - Ed.02Revista Educatrix - Ed.02
Revista Educatrix - Ed.02
Editora Moderna
 
Revista Educatrix - Ed.04
Revista Educatrix - Ed.04Revista Educatrix - Ed.04
Revista Educatrix - Ed.04
Editora Moderna
 

Mais de Editora Moderna (20)

JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
 
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
JORNADA DIGITAL #2 | Mudanças físicas no ambiente escolar e saúde pública: de...
 
“Educação para a Cidadania Global – Desafios no Brasil” - Maria Rehder campa...
“Educação para a Cidadania Global – Desafios no Brasil” -  Maria Rehder campa...“Educação para a Cidadania Global – Desafios no Brasil” -  Maria Rehder campa...
“Educação para a Cidadania Global – Desafios no Brasil” - Maria Rehder campa...
 
“Base Nacional Comum: Desafios e Perspectivas” - Alice Ribeiro
“Base Nacional Comum: Desafios e Perspectivas” - Alice Ribeiro“Base Nacional Comum: Desafios e Perspectivas” - Alice Ribeiro
“Base Nacional Comum: Desafios e Perspectivas” - Alice Ribeiro
 
“Educação para a Cidadania Global – A experiência do Todos Pela Educação” - P...
“Educação para a Cidadania Global – A experiência do Todos Pela Educação” - P...“Educação para a Cidadania Global – A experiência do Todos Pela Educação” - P...
“Educação para a Cidadania Global – A experiência do Todos Pela Educação” - P...
 
“Por que ETI – Escolas em Tempo Integral?” - David Saad
“Por que ETI – Escolas em Tempo Integral?” - David Saad“Por que ETI – Escolas em Tempo Integral?” - David Saad
“Por que ETI – Escolas em Tempo Integral?” - David Saad
 
“Educação socioemocional em sala de aula: o que é, como fazer e em que medida...
“Educação socioemocional em sala de aula: o que é, como fazer e em que medida...“Educação socioemocional em sala de aula: o que é, como fazer e em que medida...
“Educação socioemocional em sala de aula: o que é, como fazer e em que medida...
 
“Propostas para um Ensino Médio que forme um cidadão global” - Hélio Queiroz ...
“Propostas para um Ensino Médio que forme um cidadão global” - Hélio Queiroz ...“Propostas para um Ensino Médio que forme um cidadão global” - Hélio Queiroz ...
“Propostas para um Ensino Médio que forme um cidadão global” - Hélio Queiroz ...
 
“A cidadania global no contexto haitiano” - Jun Morohashi
“A cidadania global no contexto haitiano” - Jun Morohashi“A cidadania global no contexto haitiano” - Jun Morohashi
“A cidadania global no contexto haitiano” - Jun Morohashi
 
“Desafios da implementação de políticas para a educação cidadã” - Alessio Costa
“Desafios da implementação de políticas para a educação cidadã” - Alessio Costa“Desafios da implementação de políticas para a educação cidadã” - Alessio Costa
“Desafios da implementação de políticas para a educação cidadã” - Alessio Costa
 
“Educação para a Cidadania Global” - Cecilia Barbieri
“Educação para a Cidadania Global” - Cecilia Barbieri“Educação para a Cidadania Global” - Cecilia Barbieri
“Educação para a Cidadania Global” - Cecilia Barbieri
 
Palestra "Nossos alunos e as competências socioemocionais" - Ciclo de eventos...
Palestra "Nossos alunos e as competências socioemocionais" - Ciclo de eventos...Palestra "Nossos alunos e as competências socioemocionais" - Ciclo de eventos...
Palestra "Nossos alunos e as competências socioemocionais" - Ciclo de eventos...
 
Lançamento Projeto Araribá
Lançamento Projeto Araribá Lançamento Projeto Araribá
Lançamento Projeto Araribá
 
Amabis e Martho: 40 anos de Biologia
Amabis e Martho: 40 anos de BiologiaAmabis e Martho: 40 anos de Biologia
Amabis e Martho: 40 anos de Biologia
 
Revista Educatrix - Ed.05
Revista Educatrix - Ed.05Revista Educatrix - Ed.05
Revista Educatrix - Ed.05
 
Escola 3.0 – Reinventando a escola
Escola 3.0 – Reinventando a escola  Escola 3.0 – Reinventando a escola
Escola 3.0 – Reinventando a escola
 
Blended Learning - Romero Tori
Blended Learning - Romero Tori Blended Learning - Romero Tori
Blended Learning - Romero Tori
 
Revista Educatrix - Ed.05
Revista Educatrix - Ed.05Revista Educatrix - Ed.05
Revista Educatrix - Ed.05
 
Revista Educatrix - Ed.02
Revista Educatrix - Ed.02Revista Educatrix - Ed.02
Revista Educatrix - Ed.02
 
Revista Educatrix - Ed.04
Revista Educatrix - Ed.04Revista Educatrix - Ed.04
Revista Educatrix - Ed.04
 

Fisica nosso mundo

  • 1. A Física em nosso mundo Paulo Toledo Soares Nicolau Gilberto Ferraro
  • 2. Pergunta desafiadora Como a Física pode contribuir para nos ajudar a compreender, refletir e atuar como cidadãos para a sustentabilidade do mundo em que vivemos?
  • 3. Alguns problemas do nosso mundo O efeito estufa: benefícios e prejuízos O aquecimento global Ações humanas As alterações climáticas A camada de ozônio A poluição ambiental
  • 4. O efeito estufa Fenômeno natural importante para a preservação da vida na Terra. A Terra recebe durante o dia a energia radiante do Sol e durante a noite irradia energia para o espaço. A presença de gás carbônico (CO 2 ), óxido nitroso (N 2 O), metano (CH 4 ) e de outros gases na atmosfera impede que a Terra perca, durante a noite, uma quantidade de calor exagerada para o espaço, absorvendo e reemitindo boa parte desta radiação para a Terra. É o efeito estufa . Se ele não ocorresse a temperatura média de nosso planeta seria de -18 0 C.
  • 6. O aquecimento global Ações humanas Por ação do ser humano, devido principalmente às indústrias a e aos veículos automotores, o efeito estufa está se intensificando, ocasionando o aquecimento global.
  • 7. Ações mais urgentes Estabelecimento de metas para diminuir as emissões de gases estufas na atmosfera. Esta idéia norteou a elaboração do protocolo de Kyoto e do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC).
  • 8. Conseqüências do aquecimento global Alterações climáticas Menor número de dias frios e noites mais quentes Ondas de calor letais Chuvas pesadas Enchentes e secas devastadoras Aumento na força de tempestades e furacões Derretimento de geleiras Aumento do nível dos oceanos
  • 9. Enchente após forte chuva e leito seco de um rio
  • 11. A Camada de Ozônio O que é a camada de ozônio ( O 3 )? Entre 20km a 30km, acima da superfície terrestre, numa região que faz parte da estratosfera, existe em volta da Terra uma alta concentração de ozônio, constituindo a chamada camada de ozônio . Qual é sua função? O ozônio filtra os raios ultravioleta, provenientes do Sol, deixando passar apenas pequena quantidade, o que é benéfico para a vida na Terra como, por exemplo, na fixação da vitamina D.
  • 12. A Camada de Ozônio (continuação ) Destruição da camada de ozônio Cientistas detectaram a existência de um buraco na camada de ozônio no hemisfério sul, sobre a Antartida. Verificaram também que em outras regiões a camada de ozônio estava ficando menos espessa. Várias substâncias fabricadas pelo homem contribuem para a destruição da camada de ozônio. A mais destrutiva é o cloro-flúor-carbono (CFC).
  • 13. A Camada de Ozônio (continuação) Os CFCs São compostos, conhecidos por freons, formados pelos elementos cloro, flúor e carbono. Um dos mais utilizados é o freon-12: CF 2 Cl 2 . Os CFCs são empregados nos aerossóis (como propelentes), em geladeiras, freezers e aparelhos de ar-condicionado (como elementos de refrigeração) e na produção de espuma e isopor.
  • 14. A Camada se Ozônio (continuação) Como age o CFC? Ao atingir a camada de ozônio, sob ação da radiação ultravioleta, cada partícula de CFC, libera um átomo livre de cloro. Considerando o CF 2 Cl 2 , tem-se as reações: CF 2 Cl 2 CF 2 Cl + Cl O 3 + Cl O 2 + ClO ClO + O 3 2O 2 + Cl As duas últimas reações se repetem e portanto um átomo de cloro livre destrói inúmeras moléculas de O 3 .
  • 15. A Camada de Ozônio (continuação) Conseqüências Com a destruição da camada de ozônio os raios ultravioleta atingem mais intensamente a Terra. Esta radiação provoca câncer de pele, afeta o sistema imunológico, diminuindo a resistência do ser humano a doenças, sendo também nociva aos animais e ao meio ambiente.
  • 16. A camada de Ozônio (continuação) A substituição do CFC Muitos países, inclusive o Brasil, já iniciaram a substituição do CFC por outras substâncias que não agridem a camada de ozônio e nem ocasionam o efeito estufa. A preocupação é com aparelhos antigos que usam CFC. No caso dos aerossóis, utiliza-se atualmente o propano e o butano O protocolo de Montreal É um acordo internacional, assinado em 16 de setembro de 1987, em que os países signatários se comprometem substituir as substâncias que destroem a camada de ozônio existente na estratosfera. Com isto, espera-se uma gradual diminuição do buraco de ozônio. Atualmente conta com a adesão de 180 nações. A ONU declarou o dia 16 de setembro como o Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio.
  • 17. A Camada de Ozônio (continuação) Fatores naturais Existem também fatores naturais que contribuem para a diminuição da espessura da camada de ozônio da atmosfera. É o caso das erupções vulcânicas que produzem óxidos de nitrogênio e da diminuição da intensidade do campo magnético terrestre. Devido a este fator partículas mais pesadas, provenientes do vento solar, atingem a camada de ozônio provocando sua destruição.
  • 18. Poluição ambiental (Fonte: Física, Ciência e Tecnologia) Poluição do ar Poluição da água Poluição do solo Poluição sonora Poluição visual Poluição radioativa
  • 19. Poluição do ar Poluentes primários Óxidos de enxofre (SO 2 e SO 3 ), óxidos de nitrogênio (NO e NO 2 ), material particulado, dióxido de carbono (CO 2 ), monóxido de carbono (CO) e hidrocarbonetos (C x H y ): são substâncias lançadas no ar pelas chaminés das fábricas e pelos veículos automotores. Poluentes secundários Resultam da reação entre si de alguns poluentes primários ou de alguns poluentes primários com componentes do ar.
  • 20. Poluição do ar (cont.) Esquema das fontes poluidoras do ar
  • 21. Poluição do ar (cont.) Conseqüências da poluição do ar Alergias, doenças respiratórias, lesões em órgãos internos, crises cardíacas, destruição da vegetação. Chuvas ácidas O vapor de água da atmosfera reage com dióxido de enxofre, formando o ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ) e com óxidos de nitrogênio, formando ácido nítrico (HNO 3 ). As gotas de chuva absorvem estes ácidos e passam a apresentar alto índice de acidez. É a chamada chuva ácida
  • 22. Poluição do ar (cont.) Conseqüências das chuvas ácidas Destruição da cobertura vegetal, corrosão de metais e materiais com que são feitos monumentos e obras de arte, expostas ao ar livre. Medidas antipoluição Instalação de filtros nas fábricas e nos veículos automotivos (catalisadores).
  • 23. Poluição do ar (cont.) Floresta afetada pela chuva ácida
  • 24. Poluição do ar (cont.) Fachada corroída pela chuva ácida
  • 25. Poluição do ar (cont.) Fábrica não dotada de filtros
  • 26. Poluição da água Os poluentes Águas já usadas nas residências, contendo restos de comidas, sabões, detergentes, fezes humanas e urina, são despejadas nas águas de rios e lagos, diretamente ou pelas redes de esgoto. Em pequenas quantidades sofrem biodegradação pelos microorganismos decompositores. Em grandes quantidades e sem tratamento a população de microorganismos cresce e, ao respirarem, consomem oxigênio dissolvido na água. Como conseqüência os peixes podem morrer por asfixia.
  • 27. Poluição da água(cont.) Outros poluentes Os adubos químicos que contêm nitrogênio e fósforo, levados pela chuva, atingem rios e lagos e junto com as águas usadas nas residências, nutrem as algas. Estas se proliferam e impedem a passagem da luz para a água. As plantas que vivem no fundo não podem realizar a fotossíntese e portanto não produzem oxigênio. Assim as plantas e os peixes, para os quais elas servem de alimentos, morrem.
  • 28. Poluição da água (cont.) Outros poluentes Cádmio, chumbo e mercúrio são despejados pelas indústrias nas águas dos rios. São solúveis na água e facilmente absorvidos pelos seres humanos. Provocam lesões no sistema nervoso, no fígado e nos rins. Vazamento de óleo de navios petroleiros: prejudicam a fauna e a flora.
  • 29. Poluição da água (cont.) Medidas antipoluição Tratamento e ampliação da redes de esgoto. Tratamento das substâncias tóxicas produzidas pelas indústrias, tornando-as inofensivas. Construção de emissários submarinos nas cidades litorâneas. Campanhas educativas que esclareçam à população de que nossos rios, lagos, córregos, riachos,mananciais, mares etc, são fontes de vida
  • 30. Poluição do solo Causas da poluição Deposição direta do lixo e outros dejetos humanos e animais, sem qualquer tipo de cuidado. Resíduos industriais levados pelo ar e pela água e que podem ser absorvidos pelo solo. Utilização indiscriminada de inseticidas e adubos químicos altamente tóxicos. Medidas antipoluição Campanhas educativas permanentes Destinação correta do lixo e dos esgotos, com o devido tratamento. Pesquisas visando evitar ou diminuir drasticamente o uso de inseticidas na lavoura
  • 31. Poluição sonora O som também polui Nossa civilização caracteriza-se pelo barulho. Vivemos num mundo em que o normal é o ruído, o barulho constante. O silêncio é uma rara exceção . Fontes de poluição sonora Nos grandes centros urbanos uma das maiores fontes de poluição são os ruídos emitidos pelos veículos automotores.
  • 32. Poluição sonora (cont.) Níveis Sonoros (NS) NS > 85dB, contínuos: causa lesões irreversíveis ao ouvido humano. NS > 110dB, em curta exposição: causa perda temporária de audição. NS > 110dB, em exposição prolongada: podem causar lesões aos nervos auditivos e conseqüente surdez definitiva. NS > 140dB, em curta exposição: pode provocar ruptura do tímpano. A poluição sonora interfere na comunicação entre pessoas, provoca fadiga e reduz a eficiência no trabalho.
  • 33. Poluição sonora (cont.) Medidas antipoluição Campanhas de conscientização do público. Leis severas Inspeção veicular Fiscalização eficiente
  • 34. Poluição visual A poluição visual decorre do excesso de faixas, placas, outdoors e pichações, tornando deprimente a paisagem urbana. Segundo estudos, a poluição visual causa problemas psicológicos e de estresses em muitos habitantes dos grandes centros.
  • 35. Poluição radioativa A poluição radioativa ocorre quando há aumento no nível de radiação de elementos radioativos naturais ou artificiais A radioatividade apresenta inúmeras aplicações na medicina, na indústria e na produção de energia elétrica através da energia nuclear. Precauções devem ser tomadas visando a proteção de pessoas que, de alguma forma, ficam expostas a materiais radioativos, pois muitos problemas podem advir de descuidos, de manuseios errados e de desinformação.
  • 36. As fontes de energia Fontes convencionais de energia: as usinas hidrelétricas, termelétricas, os combustíveis fósseis Fontes alternativas de energia: energia solar, energia eólica, os biocombustíveis, energia das marés, energia geotérmica,.... As usinas nucleares
  • 37. Fontes convencionais de energia Usinas hidrelétricas
  • 38. A usina hidrelétrica e a preservação do meio ambiente A represa A formação do grande reservatório, a represa, altera o ecossistema da região: aumento da umidade relativa do ar, chuvas mais freqüentes e mais intensas, modificação da temperatura média do local Cuidados com a flora O desaparecimento da vegetação nativa impõe um reflorestamento criterioso
  • 39. A preservação do meio ambiente ( cont. ) Cuidado com a fauna Coleta criteriosa dos animais que vivem na região Desmatamento da região Evitar que madeiras de boa qualidade sejam cobertas pela água A população humana Assentamento das pessoas que vivem na região, alterando minimamente a condição original de vida e até mesmo melhorando-a.
  • 40. Usinas Termelétricas A queima do combustível ( por exemplo carvão) intensifica o efeito estufa, pois gera grandes quantidades de CO 2 .
  • 41. Os combustíveis fósseis São formados por compostos de carbono: petróleo, carvão e gás natural. Resultam da decomposição de plantas e animais, num processo que dura milhões de anos. Não são renováveis (em relação ao tempo de vida do homem). A queima destes combustíveis gera gases como o CO 2 que despejados na atmosfera prejudicam a qualidade do ar e produzem o efeito estufa. O gás natural é uma fonte de energia mais limpa do que o petróleo e o carvão, emitindo menor quantidade de poluente.
  • 42. Fontes renováveis de energia Energia eólica
  • 43. Energia eólica (cont.) Pontos positivos Promissora fonte de geração de energia elétrica. Redução significativa do custo do equipamento, nas duas últimas décadas Não contribui para o efeito estufa. Não há consumo de combustível. Pontos negativos Alto investimento para a transmissão da energia elétrica gerada. Condições adequadas de vento. Impacto ambiental: sonoro ( ruído dos rotores ) e visuais. Interferências nos sistemas de comunicação ( rádio e TV)
  • 44. Fontes renováveis de energia (cont.) Energia solar Coletores solares: utilizados para aquecimento da água. Células fotovoltaicas: convertem diretamente energia solar em energia elétrica.
  • 45. Energia solar (cont.) Pontos positivos Instalação relativamente simples e com pequena manutenção. Não há resíduos e nem impactos ambientais. Não há consumo de combustível. Não há gastos suplementares, após a instalação. Pontos negativos Custo inicial elevado. Baixo rendimento na obtenção de energia elétrica. Necessidade de insolação adequada.
  • 46. Fontes renováveis de energia ( cont.) Biomassa: material de origem orgânica (animal ou vegetal ) que pode ser usado para gerar energia. Biocombustível mais conhecido: álcool extraído da cana de açúcar. O biodiesel é um combustível biodegradável, produzido por diversas espécies de vegetais como mamona, girassol, soja, amendoim e dendê. Energia geotérmica Existem regiões onde a água aflora a superfície da Terra em temperaturas elevadas na forma de jatos (os gêiseres) ou na forma de lagos. A energia responsável pelo aquecimento da água tem origem vulcânica e é denominada energia geotérmica, sendo utilizada para aquecimento domiciliar e para obter energia elétrica.
  • 47. Fontes renováveis de energia (cont.) Energia das marés
  • 48. Energia Nuclear A produção de calor para movimentar as turbinas é proveniente da fissão nuclear
  • 49. Energia Nuclear (cont.) Pontos positivos Abundância de matéria prima. Ausência de poluição atmosférica. Pontos negativos Custo elevado de instalação. Aquisição de tecnologia adequada. Lixo radioativo Possibilidade de acidentes
  • 50. Conclusão A Física, permite-nos compreender os fenômenos naturais e os provocados pelo homem e suas conseqüências. Assim, podemos atuar no sentido de melhorar as condições de vida, tanto atualmente como no futuro, garantindo a sustentabilidade do mundo em que vivemos. Existem iniciativas a serem tomadas para enfrentar todos as situações adversas e dessas iniciativas todos devemos participar, pois só o esforço conjunto poderá levar a resultados positivos. Usando a metáfora do incêndio florestal, cada um de nós deve dar sua contribuição, como o passarinho levando água no bico para apagar o fogo da floresta.
  • 51. Textos: Prof. Nicolau Ferraro Fotos: Banco de Imagens – CID