O documento discute a filosofia como questionamento do pensamento e das certezas, por meio da criação de conceitos e da indagação. Apresenta o método socrático de questionamento simulando não saber, para que o interlocutor expresse suas opiniões e perceba suas ilusões. Conclui que Sócrates não detém um saber pronto, mas guia-se pela perplexidade para iniciar a interrogação de tudo que parece óbvio.