Este documento discute as operações urbanas consorciadas no Brasil. Apresenta argumentos de que as leis no Brasil frequentemente não são aplicadas de forma igualitária, beneficiando as elites, e que modelos importados do exterior muitas vezes ignoram a realidade brasileira. Também analisa como as operações urbanas consorciadas em São Paulo priorizaram lucros do setor imobiliário em vez de melhorias sociais, questionando se este instrumento pode realmente promover desenvolvimento urbano inclusivo.