FERNANDO PESSOA Nasce em 1888,em Lisboa; · Infância de influência Anglo-Saxónica (África do Sul); · 1914 Explosão dos heterónimos; · 1934 Publicação da  Mensagem; · Existência dominada pelo tédio e pela melancolia; · 1935, ano da sua morte. · Na carta que escreveu a Adolfo Casais Monteiro, Pessoa diz  que, por volta de1912, terá uma tendência inata para criação de personagens fictícias.  Pessoa transformou-se instintivamente e inconscientemente nos seus múltiplos, sendo  os de maior relevo Alberto Caeeiro; Ricardo Reis e Álvaro de Campos (sujeitos poéticos que existem e vivem através da escrita). · Almada Negreiros diz que não conheceu exemplo igual ao de Fernando Pessoa .
Alberto Caeiro “ mestre” dos outros paganista existencial poeta da Natureza e da simplicidade interpreta o mundo a partir dos sentidos interessa-lhe a realidade imediata e o real objectivo que as sensações lhe oferecem nega a utilidade do pensamento, é antimetafísico Ricardo Reis epicurismo:  carpe diem  e disciplina estóica Indiferença céptica, ataraxia semipaganismo, classicismo vive o drama da fugacidade da vida e da fatalidade da morte Pessoa Ortónimo tensão sinceridade/fingimento, consciência/inconsciência, sentir/pensar intelectualização dos sentimentos interseccionismo entre o material e o sonho, a realidade e a idealidade uma explicação através do ocultismo Álvaro de Campos decadentismo – o tédio, o cansaço e a necessidade de novas sensações futurismo e sensacionismo – exaltação da força, da violência, do excesso; apologia da civilização industrial; intensidade e velocidade (a euforia desmedida) intimismo – a depressão, o cansaço e a melancolia perante a incapacidade das realizações; as saudades da infância FERNANDO PESSOA Ser múltiplo sem deixar de ser um Dissimulação Fragmentação Fingimento Despersonalização
Ortónimo Fernando Pessoa (ele próprio). «O meu coração é um pórtico partido.» Heterónimo Diferença entre Heterónimo e Ortónimo   Outro nome. Corresponde a um outro eu, uma personalidade literária completa e autónoma que se concretiza através da escrita.
Tensão; Sinceridade/fingimento, consciência/inconsciência; Sentir/pensar; Intelectualização dos sentimentos;; Intervencionismo entre o material e o sonho, a realidade e a idealidade; Uma explicação através do ocultismo; Pessoa Ortónimo
Alberto Caeiro  mestre” dos outros Paganista existencial; Poeta da Natureza e da simplicidade; Interpreta o mundo a partir dos sentidos; Interessa-lhe a realidade imediata e o real objectivo que as sensações lhe oferecem; Nega a utilidade do pensamento, é antimetafísico .
Ricardo Reis Ricardo Reis epicurismo:  carpe diem  e disciplina estóica; Indiferença céptica, ataraxia; semipaganismo, classicismo; vive o drama da fugacidade da vida e da fatalidade da morte;
Decadentismo – o tédio, o cansaço e a necessidade de novas sensações; Futurismo e sensacionismo – exaltação da força, da violência, do excesso; apologia da civilização industrial; intensidade e velocidade (a euforia desmedida); Intimismo – a depressão, o cansaço e a melancolia perante a incapacidade das realizações; As saudades da infância. Álvaro de Campos

Fernando pessoa1

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    FERNANDO PESSOA Nasceem 1888,em Lisboa; · Infância de influência Anglo-Saxónica (África do Sul); · 1914 Explosão dos heterónimos; · 1934 Publicação da Mensagem; · Existência dominada pelo tédio e pela melancolia; · 1935, ano da sua morte. · Na carta que escreveu a Adolfo Casais Monteiro, Pessoa diz que, por volta de1912, terá uma tendência inata para criação de personagens fictícias. Pessoa transformou-se instintivamente e inconscientemente nos seus múltiplos, sendo os de maior relevo Alberto Caeeiro; Ricardo Reis e Álvaro de Campos (sujeitos poéticos que existem e vivem através da escrita). · Almada Negreiros diz que não conheceu exemplo igual ao de Fernando Pessoa .
  • 2.
    Alberto Caeiro “mestre” dos outros paganista existencial poeta da Natureza e da simplicidade interpreta o mundo a partir dos sentidos interessa-lhe a realidade imediata e o real objectivo que as sensações lhe oferecem nega a utilidade do pensamento, é antimetafísico Ricardo Reis epicurismo: carpe diem e disciplina estóica Indiferença céptica, ataraxia semipaganismo, classicismo vive o drama da fugacidade da vida e da fatalidade da morte Pessoa Ortónimo tensão sinceridade/fingimento, consciência/inconsciência, sentir/pensar intelectualização dos sentimentos interseccionismo entre o material e o sonho, a realidade e a idealidade uma explicação através do ocultismo Álvaro de Campos decadentismo – o tédio, o cansaço e a necessidade de novas sensações futurismo e sensacionismo – exaltação da força, da violência, do excesso; apologia da civilização industrial; intensidade e velocidade (a euforia desmedida) intimismo – a depressão, o cansaço e a melancolia perante a incapacidade das realizações; as saudades da infância FERNANDO PESSOA Ser múltiplo sem deixar de ser um Dissimulação Fragmentação Fingimento Despersonalização
  • 3.
    Ortónimo Fernando Pessoa(ele próprio). «O meu coração é um pórtico partido.» Heterónimo Diferença entre Heterónimo e Ortónimo Outro nome. Corresponde a um outro eu, uma personalidade literária completa e autónoma que se concretiza através da escrita.
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    Tensão; Sinceridade/fingimento, consciência/inconsciência;Sentir/pensar; Intelectualização dos sentimentos;; Intervencionismo entre o material e o sonho, a realidade e a idealidade; Uma explicação através do ocultismo; Pessoa Ortónimo
  • 5.
    Alberto Caeiro mestre” dos outros Paganista existencial; Poeta da Natureza e da simplicidade; Interpreta o mundo a partir dos sentidos; Interessa-lhe a realidade imediata e o real objectivo que as sensações lhe oferecem; Nega a utilidade do pensamento, é antimetafísico .
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    Ricardo Reis RicardoReis epicurismo: carpe diem e disciplina estóica; Indiferença céptica, ataraxia; semipaganismo, classicismo; vive o drama da fugacidade da vida e da fatalidade da morte;
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    Decadentismo – otédio, o cansaço e a necessidade de novas sensações; Futurismo e sensacionismo – exaltação da força, da violência, do excesso; apologia da civilização industrial; intensidade e velocidade (a euforia desmedida); Intimismo – a depressão, o cansaço e a melancolia perante a incapacidade das realizações; As saudades da infância. Álvaro de Campos

Notas do Editor