Esta dissertação analisa as relações entre o movimento de mulheres negras no Brasil e a questão da saúde reprodutiva entre 1975 e 1996, tendo como foco a importância da saúde reprodutiva para o ativismo das feministas negras. O trabalho aborda a história do feminismo negro no país e como as denúncias de esterilização cirúrgica de mulheres negras na década de 1980 impulsionaram a formação desse movimento.