O poema descreve o eu lírico como alguém que oscila entre o começo e o fim, entre encontros e desencontros em um mundo intemporal. Ele se vê como uma molécula perdida em busca de outro ser, representando o amor, o ciúme, o perfume de uma flor. O eu lírico também é descrito como um mito de amor idolatrado por Vênus.