República Federal Democrática da Etiópia Elaborado por: Beatriz, 9ºC/ nº 1 Margarida, 9ºC/nº 3
História da Etiópia República parlamentarista. País encaixado no Chifre de África, é um dos países mais antigos do mundo.
História da Etiópia Quando o continente africano foi dividido entre as potências europeias, na Conferência de Berlim, a Etiópia foi um dos dois únicos países que mantiveram a sua independência. No período após o derrube da monarquia (1980), a Etiópia transformou-se num dos países mais pobres do mundo. Somos obrigadas a sublinhar que este país deixou de ser uma colónia italiana aquando da participação desta na II Guerra Mundial. O país está hoje entre os cinco mais pobres do planeta, fornecendo ao mundo as mais terríveis imagens da fome.
A Etiópia não é um país desenvolvido porque...?
Descolonização.  Aquando da 2ª Grande Guerra Mundial, na qual a Itália (metrópole deste país) participou, esta foi obrigada a abandoná-lo, devido aos capitais, matéria-prima e outros bens que tinha de enviar à Etiópia e que faziam falta para a defesa do país dos inimigos. Catástrofes Naturais . O país é frequentemente vítima de secas e tem de se submeter a longos períodos sem água potável.
População em excesso.  A população tem vindo a aumentar gradualmente. Torna-se, assim, mais difícil responder às necessidades básicas de cada cidadão, com a agravante de que se investe muito pouco nos sectores da saúde e educação. É ainda conveniente acrescentar que a Etiópia é a segunda nação mais populosa de África e apenas a 10ª em termos de território.
Conflitos armados.  Já esteve envolvido numa guerra com uma província sua vizinha, a Eritréia. Neste momento, enfrenta guerrilhas com essa mesma província e também com Tigre. Também explode uma guerra com a Somália, a fim do domínio de uma província . A guerra com a Eritréia foi a mais prejudicial, não só em termos do número de mortos e feridos, mas também porque, antes desta, a Etiópia acolhia mais de 60% das exportações  desse país e usava o seu porto marítimo, no Mar Vermelho.  Pode concluir-se que, com estas guerras, a Etiópia teve de enfrentar perdas, não só humanas (diminuição do nº de trabalhadores  e economia mais atrasada), mas também monetárias, bem como um recuo acentuado no já ínfimo desenvolvimento do país.
Multinacionais:   “São mais poderosas que muitos Estados. As empresas multinacionais impõem as suas regras, sobretudo junto dos países pobres, escolhem os de mão-de-obra barata para montar as suas fábricas, poluem e exploram trabalhadores à medida dos seus interesses, sempre na lógica do lucro. E, cúmulo dos cúmulos, ainda se permitem algumas vezes exigir indemnizações a países que têm milhões de habitantes ameaçados de fome...”
A Etiópia alberga multinacionais como a Nestlé, marca suíça que, tal como muitas outras, se aproveita da mão-de-obra barata do país, bem como das suas “fragilidades”. Prova disso, para além do trabalho escravo exercido sobre o povo etíope, é o facto de esta empresa ter processado este país por uma nacionalização que remonta a 1975, exigindo-lhe uma indemnização de quantia exorbitante. Para além disso, a degradação dos termos de troca, ou seja, o facto de os países pobres venderem as matérias-primas aos países ricos, e estes, por sua vez, lhes venderem os produtos já transformados a preços muito mais elevados, e consequentemente, o aumento da dívida externa do país, são também outros dos factores que explicam o porquê do sub-desenvolvimento em que o país se encontra, de ano para ano.
A Etiópia concentra a sua maioritária actividade agrícola na produção de café, leguminosas e cana-de-açúcar. Finalmente, o facto de este país se concentrar apenas na produção de uma cultura, também dificulta a sua situação económica, já que, se o interesse por parte dos países ricos nesse produto, um dia esmorecer, o país pobre ficará sem base de economia .
Economia/Comércio:  Comparativamente ao normal investimento de um país desenvolvido no sector primário, com o da Etiópia, o deste segundo país é quase nulo, para além de a maioria da sua população sobreviver através deste. Estamos, portanto, perante a prática de uma agricultura de subsistência.
Dívida externa
Indicadores de Desenvolvimento
IDH (dados 2009):  0,414 (desenvolvimento reduzido) PIB/ per capita(dados 2009):  700 dólares
Esperança média de vida à nascença:  52.9 anos A EMV tem mantido valores constantes, com subidas praticamente  imperceptíveis. O mesmo se passa com a Taxa de alfabetização de adultos. Taxa de Alfabetização de Adultos : 42,7%
Taxa de Mortalidade Infantil : 95,32/ por mil
Soluções para o desenvolvimento do país Propomos um maior investimento nos sectores da saúde e educação, como por exemplo, a criação de hospitais e centros de saúde e um maior apoio hospitalar no que concerne a grávidas, bem como a criação de escolas, respectivamente. Para evitar situações de sobre-endividamento, a criação de fábricas, de modo a produzir mais, pelo menos um número suficiente de produtos, de modo a diminuir a dívida externa. Por fim, um menor (ou nenhum) investimento em armamento, bem como o fim das sucessivas guerrilhas que atormentam o país.

Etiópia

  • 1.
    República Federal Democráticada Etiópia Elaborado por: Beatriz, 9ºC/ nº 1 Margarida, 9ºC/nº 3
  • 2.
    História da EtiópiaRepública parlamentarista. País encaixado no Chifre de África, é um dos países mais antigos do mundo.
  • 3.
    História da EtiópiaQuando o continente africano foi dividido entre as potências europeias, na Conferência de Berlim, a Etiópia foi um dos dois únicos países que mantiveram a sua independência. No período após o derrube da monarquia (1980), a Etiópia transformou-se num dos países mais pobres do mundo. Somos obrigadas a sublinhar que este país deixou de ser uma colónia italiana aquando da participação desta na II Guerra Mundial. O país está hoje entre os cinco mais pobres do planeta, fornecendo ao mundo as mais terríveis imagens da fome.
  • 4.
    A Etiópia nãoé um país desenvolvido porque...?
  • 5.
    Descolonização. Aquandoda 2ª Grande Guerra Mundial, na qual a Itália (metrópole deste país) participou, esta foi obrigada a abandoná-lo, devido aos capitais, matéria-prima e outros bens que tinha de enviar à Etiópia e que faziam falta para a defesa do país dos inimigos. Catástrofes Naturais . O país é frequentemente vítima de secas e tem de se submeter a longos períodos sem água potável.
  • 6.
    População em excesso. A população tem vindo a aumentar gradualmente. Torna-se, assim, mais difícil responder às necessidades básicas de cada cidadão, com a agravante de que se investe muito pouco nos sectores da saúde e educação. É ainda conveniente acrescentar que a Etiópia é a segunda nação mais populosa de África e apenas a 10ª em termos de território.
  • 7.
    Conflitos armados. Já esteve envolvido numa guerra com uma província sua vizinha, a Eritréia. Neste momento, enfrenta guerrilhas com essa mesma província e também com Tigre. Também explode uma guerra com a Somália, a fim do domínio de uma província . A guerra com a Eritréia foi a mais prejudicial, não só em termos do número de mortos e feridos, mas também porque, antes desta, a Etiópia acolhia mais de 60% das exportações desse país e usava o seu porto marítimo, no Mar Vermelho. Pode concluir-se que, com estas guerras, a Etiópia teve de enfrentar perdas, não só humanas (diminuição do nº de trabalhadores e economia mais atrasada), mas também monetárias, bem como um recuo acentuado no já ínfimo desenvolvimento do país.
  • 8.
    Multinacionais: “São mais poderosas que muitos Estados. As empresas multinacionais impõem as suas regras, sobretudo junto dos países pobres, escolhem os de mão-de-obra barata para montar as suas fábricas, poluem e exploram trabalhadores à medida dos seus interesses, sempre na lógica do lucro. E, cúmulo dos cúmulos, ainda se permitem algumas vezes exigir indemnizações a países que têm milhões de habitantes ameaçados de fome...”
  • 9.
    A Etiópia albergamultinacionais como a Nestlé, marca suíça que, tal como muitas outras, se aproveita da mão-de-obra barata do país, bem como das suas “fragilidades”. Prova disso, para além do trabalho escravo exercido sobre o povo etíope, é o facto de esta empresa ter processado este país por uma nacionalização que remonta a 1975, exigindo-lhe uma indemnização de quantia exorbitante. Para além disso, a degradação dos termos de troca, ou seja, o facto de os países pobres venderem as matérias-primas aos países ricos, e estes, por sua vez, lhes venderem os produtos já transformados a preços muito mais elevados, e consequentemente, o aumento da dívida externa do país, são também outros dos factores que explicam o porquê do sub-desenvolvimento em que o país se encontra, de ano para ano.
  • 10.
    A Etiópia concentraa sua maioritária actividade agrícola na produção de café, leguminosas e cana-de-açúcar. Finalmente, o facto de este país se concentrar apenas na produção de uma cultura, também dificulta a sua situação económica, já que, se o interesse por parte dos países ricos nesse produto, um dia esmorecer, o país pobre ficará sem base de economia .
  • 11.
    Economia/Comércio: Comparativamenteao normal investimento de um país desenvolvido no sector primário, com o da Etiópia, o deste segundo país é quase nulo, para além de a maioria da sua população sobreviver através deste. Estamos, portanto, perante a prática de uma agricultura de subsistência.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    IDH (dados 2009): 0,414 (desenvolvimento reduzido) PIB/ per capita(dados 2009): 700 dólares
  • 15.
    Esperança média devida à nascença: 52.9 anos A EMV tem mantido valores constantes, com subidas praticamente imperceptíveis. O mesmo se passa com a Taxa de alfabetização de adultos. Taxa de Alfabetização de Adultos : 42,7%
  • 16.
    Taxa de MortalidadeInfantil : 95,32/ por mil
  • 17.
    Soluções para odesenvolvimento do país Propomos um maior investimento nos sectores da saúde e educação, como por exemplo, a criação de hospitais e centros de saúde e um maior apoio hospitalar no que concerne a grávidas, bem como a criação de escolas, respectivamente. Para evitar situações de sobre-endividamento, a criação de fábricas, de modo a produzir mais, pelo menos um número suficiente de produtos, de modo a diminuir a dívida externa. Por fim, um menor (ou nenhum) investimento em armamento, bem como o fim das sucessivas guerrilhas que atormentam o país.