PARA QUEM ACREDITA
E SE IMPORTA
INCLUSÃO: CONCEITO
É O PROCESSO QUE PROMOVE A
ESCOLARIZAÇÃO DE PESSOAS COM
NECESSIDADES EDUCATIVAS
ESPECIAIS, OU, QUE POR OUTRAS
RAZÕES ESTEJAM AFASTADAS
(TEMPORÁRIA OU
PERMANENTEMENTE) DA ESCOLA
BÍBLICA DOMINICAL
INCLUSÃO: JUSTIFICATIVA
 O Projeto de Inclusão na EBD se Justifica pela
exclusão dos seguintes grupos de pessoas:
- Enfermos
- Anciãos
- Presos
- Profissionais
- Estudantes
- Pessoas com Necessidades Educacionais
Especiais
INCLUSÃO: POSSIBILIDADE
 O Projeto de Inclusão na EBD é possível na
medida que:
- Acontece uma tomada de consciência pela
liderança da igreja, liderança da EBD,
professores, alunos e irmãos em geral;
- Um levantamento da realidade excludente é
realizado;
- Um Plano de Ação é Estabelecido;
- Especialistas e leigos são envolvidos
INCLUSÃO: BARREIRAS
 As principais barreiras na implantação de
um projeto inclusivo na EBD são:
- A resistência às mudanças (é inovação);
- O comodismo (é mais trabalho);
- O pessimismo (é tempo e causa perdidos);
- O miopismo (é desnecessário);
- A indiferença (tanto faz)
EDUCAÇÃO ESPECIAL: CONCEITO
 A Educação Especial é definida como uma
modalidade de educação escolar
direcionada para as “pessoas com
necessidades educacionais especiais”
(Declaração de Salamanca/1994). Todas
as faixas etárias e níveis de ensino são
contemplados nesta modalidade de
educação (LDBEN 9394/96).
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIAL NA EBD
 O Atendimento Educacional Especial pela
Escola Dominical pode acontecer em:
- Classes comuns;
- Classes especiais;
- Fora do espaço escolar (onde houver
pessoas com necessidades educacionais
especiais)
OS PORTADORES DE
NECESSIDADES EDUCACIONAIS
ESPECIAIS
 Os PNEE são aqueles que apresentam:
- Distúrbios de Aprendizagem (dislexia, discalculia, disgrafia);
- Distúrbios da Comunicação (fala e linguagem);
- Deficiência Intelectual (retardo mental e síndromes);
- Superdotação ou Altas habilidades;
- Distúrbios Emocionais ou Comportamentais (agressividade,
hiperatividade, retração, TDAH)
- Deficiência Física (monoplegia, diplegia, triplegia, tetraplegia,
paraplegia);
- Doenças Crônicas (asma, fibrose cística, diabete, câncer
infantil, hemofilia, anemia)
- Doenças Infecciosas (AIDS)
OS PORTADORES DE
NECESSIDADES EDUCACIONAIS
ESPECIAIS
- Deficiência Física (monoplegia, diplegia, triplegia, tetraplegia,
paraplegia);
- Doenças Crônicas (asma, fibrose cística, diabete, câncer
infantil, hemofilia, anemia)
- Doenças Infecciosas (AIDS)
- Surdez e Deficiência Auditiva;
- Baixa Visão e Cegueira;
- Transtornos do Espectro Autístico (transtorno autístico,
transtorno desintegrativo, transtorno de Asperger, Transtorno
de Rett);
- Deficiências Múltiplas (surdocegueira, traumatismo
cranioencefálico)
INCLUSÃO E EDUCAÇÃO ESPECIAL:
VÍDEO
AUTISMO: VÍDEO
REFLEXÃO: SER ESPECIAL
Ser especial não é ser menos, é ser tanto quanto
Ser especial não é ser incapaz, é ser possível
Ser especial não é ser imperfeito, é ser humano
Ser especial não é ser coisa, é ser gente
REFLEXÃO: SER ESPECIAL
Gente que ri e que chora
Gente que sente e deseja
Gente que perde e conquista
Gente que ama e é amado
Simplesmente, apaixonadamente,
maravilhosamente gente.
(Por Altair Germano)
BLOG
www.escoladominicalinclusiva.com

Escoladominicalinclusivaapresentao 090801155302-phpapp01

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    INCLUSÃO: CONCEITO É OPROCESSO QUE PROMOVE A ESCOLARIZAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS, OU, QUE POR OUTRAS RAZÕES ESTEJAM AFASTADAS (TEMPORÁRIA OU PERMANENTEMENTE) DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
  • 3.
    INCLUSÃO: JUSTIFICATIVA  OProjeto de Inclusão na EBD se Justifica pela exclusão dos seguintes grupos de pessoas: - Enfermos - Anciãos - Presos - Profissionais - Estudantes - Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais
  • 4.
    INCLUSÃO: POSSIBILIDADE  OProjeto de Inclusão na EBD é possível na medida que: - Acontece uma tomada de consciência pela liderança da igreja, liderança da EBD, professores, alunos e irmãos em geral; - Um levantamento da realidade excludente é realizado; - Um Plano de Ação é Estabelecido; - Especialistas e leigos são envolvidos
  • 5.
    INCLUSÃO: BARREIRAS  Asprincipais barreiras na implantação de um projeto inclusivo na EBD são: - A resistência às mudanças (é inovação); - O comodismo (é mais trabalho); - O pessimismo (é tempo e causa perdidos); - O miopismo (é desnecessário); - A indiferença (tanto faz)
  • 6.
    EDUCAÇÃO ESPECIAL: CONCEITO A Educação Especial é definida como uma modalidade de educação escolar direcionada para as “pessoas com necessidades educacionais especiais” (Declaração de Salamanca/1994). Todas as faixas etárias e níveis de ensino são contemplados nesta modalidade de educação (LDBEN 9394/96).
  • 7.
    O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALNA EBD  O Atendimento Educacional Especial pela Escola Dominical pode acontecer em: - Classes comuns; - Classes especiais; - Fora do espaço escolar (onde houver pessoas com necessidades educacionais especiais)
  • 8.
    OS PORTADORES DE NECESSIDADESEDUCACIONAIS ESPECIAIS  Os PNEE são aqueles que apresentam: - Distúrbios de Aprendizagem (dislexia, discalculia, disgrafia); - Distúrbios da Comunicação (fala e linguagem); - Deficiência Intelectual (retardo mental e síndromes); - Superdotação ou Altas habilidades; - Distúrbios Emocionais ou Comportamentais (agressividade, hiperatividade, retração, TDAH) - Deficiência Física (monoplegia, diplegia, triplegia, tetraplegia, paraplegia); - Doenças Crônicas (asma, fibrose cística, diabete, câncer infantil, hemofilia, anemia) - Doenças Infecciosas (AIDS)
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    OS PORTADORES DE NECESSIDADESEDUCACIONAIS ESPECIAIS - Deficiência Física (monoplegia, diplegia, triplegia, tetraplegia, paraplegia); - Doenças Crônicas (asma, fibrose cística, diabete, câncer infantil, hemofilia, anemia) - Doenças Infecciosas (AIDS) - Surdez e Deficiência Auditiva; - Baixa Visão e Cegueira; - Transtornos do Espectro Autístico (transtorno autístico, transtorno desintegrativo, transtorno de Asperger, Transtorno de Rett); - Deficiências Múltiplas (surdocegueira, traumatismo cranioencefálico)
  • 10.
    INCLUSÃO E EDUCAÇÃOESPECIAL: VÍDEO
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  • 12.
    REFLEXÃO: SER ESPECIAL Serespecial não é ser menos, é ser tanto quanto Ser especial não é ser incapaz, é ser possível Ser especial não é ser imperfeito, é ser humano Ser especial não é ser coisa, é ser gente
  • 13.
    REFLEXÃO: SER ESPECIAL Genteque ri e que chora Gente que sente e deseja Gente que perde e conquista Gente que ama e é amado Simplesmente, apaixonadamente, maravilhosamente gente. (Por Altair Germano)
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