O documento analisa a região metropolitana de Campinas como um exemplo de urbanização dispersa e dialéticas espaciais contemporâneas, destacando sua evolução dentro da megalópole do sudeste do Brasil. A expansão industrial e as migrações contribuem para a formação de uma macro metrópole, que apresenta tanto riqueza quanto pobreza, refletindo desigualdades socioeconômicas. Campinas, em particular, apresenta características que a tornam um polo megalopolitano incompleto devido à sua proximidade com São Paulo.