Adaptação do NeonatoImediatamente após o
nascimento
• o neonato precisa assumir as funções vitais
realizadas pela placenta
• período crítico de 24 horas, ( transição)
• vida intra-uterina para a vida extra-uterina.
• 67% de todas as mortes infantis acontecem
durante o período neonatal
• estímulos externos.
• As condições que impedem uma adaptação bem
sucedida à vida extra-uterina impõem uma séria
ameaça ao Rn e a equipe de enfermagem.
5.
Características Biológicas daadaptação
• Ajustes fisiológicos cruciais ocorrem em todos os sistemas corporais
após o nascimento.
Sistema Cardiovascular
• acirculação fetal precisa se converter em circulação
neonatal
• A circulação fetal
• características anatômicas
• desviam a maior parte do sangue para fora do fígado e dos
pulmões.
• A placenta> órgão de troca> absorção de oxigênio,
nutrientes e excreção de resíduos
• O ducto venoso liga a veia cava inferior à veia umbilical, a
maior parte do sangue da placenta contorna o fígado.
• O forame oval e o ducto arterioso dirigem a maior parte
do sangue para fora do circuito pulmonar.
• pequena parte do sangue arterial entra no circuito
pulmonar
• o ducto arterioso desvia a maior parte para a aorta para
suprir o tronco e os membros inferiores de oxigênio e
nutrientes.
10.
Volume sanguíneo
• Ovolume sangüíneo do Rn a termo varia de
80 a 90 ml/kg
• o volume de sangue do Rn prematuro que
varia de 90 a 105 ml/kg.
• O volume depende da quantidade de sangue
transferida pela placenta após o parto.
• O clampeamento tardio do cordão aumenta
o volume em até 100 ml, possivelmente
aumentando a freqüência cardíaca a
freqüência respiratória e a pressão arterial
sistólica
11.
Sistema Respiratório
• Entreas semanas 24 a 30 de gestação,
• os pneumócitos II (células alveolares), começam a secreção limitada
de surfactante.
• O surfactante é um fosfolipídio que diminui a tensão superficial dos
fluidos pulmonares e evita o colapso alveolar ao final da expiração.
13.
• A reduçãoda tensão da superfície dos
alvéolos facilita as trocas gasosas,
• diminuindo as pressões de insuflação
necessárias para a abertura das vias
respiratórias,
• melhora a complacência pulmonar
• diminui o trabalho respiratório.
14.
Instalação da respiraçãoneonatal
• A medida que o tórax do Rn se
comprime através do canal vaginal, a
compressão força pra fora cerca de
1/3 do líquido pulmonar através do
nariz e boca.
• A circulação pulmonar e o sistema
linfático absorvem os 2/3 restantes
após o começo da respiração.
15.
Estímulo respiratório
• Emresposta a vários estímulos,
o Rn realiza a primeira
respiração dentro de 20
segundos após o parto.
• A asfixia é o estímulo mais
importante para a respiração do
neonato.
• estímulos bioquímicos também
entram em ação, bem como
vários fatores mecânicos,
térmicos e sensoriais.
16.
ESTÍMULO INICIAL ESTIMULAÇÃODO
RECEPTOR
RESPOSTA
Sensorial
Luzes brilhantes, toque, dor
Quimiorreceptores visuais,
auditivos e proprioceptivos
Estimulação do centro
respiratório medular
Bioquímico
Asfixia
Quimiorreceptores aórticos e
carotídeos
Impulsos nervosos
eferentes (via medula
espinhal)
Térmico
Perda de calor
Receptores térmicos Contração diafragmática
Mecânico
Compressão torácica,
retração elástica
Receptores de estiramento Respiração glossofaríngea
17.
Função respiratória neonatal
•A freqüência respiratória varia no primeiro dia, estabilizando-se nas
primeiras 24h após o nascimento
18.
Sistema Hematopoiético
As característicashematológicas que garantiram a
oxigenação tissular adequada intra-útero precisam ser
substituídas por alguns elementos mais maduros após o
nascimento.
No Embrião o fígado e o baço funcionam como
órgãos hemocitopoéticos temporários.
No segundo mês de vida intra-uterina, a formação
da medula óssea
19.
Sistema Hepático
• Éresponsável :
• liberação da bilirrubina,
• coagulação sangüínea,
• metabolismo dos carboidratos
• armazenamento de ferro
• – é imaturo.
20.
• Liberação dabilirrubina
• A bilirrubina
(pigmento biliar amarelo) é um
subproduto da degradação das
hemácias.
• A bilirrubina liga-se a albumina
plasmática e é insolúvel em água
• (bilirrubina indireta ou não
conjugada).
• A bilirrubina indireta precisa ser
conjugada convertida em
bilirrubina direta para ser
excretada.
• A conjugação ocorre no fígado.
22.
Icterícia
• Se abilirrubina não conjugada se acumular mais rapidamente do que o
fígado pode eliminá-la, o Rn pode desenvolver uma coloração amarela
conhecida como icterícia.
• A eliminação lenta ou ineficaz da bilirrubina
• 50% dos Rn a termo
• 90% dos recém-nascidos prematuros.
23.
• Fatores quepodem aumentar o risco de hiperbilirrubinemia não
conjugada:
• asfixia,
• estresse ao frio,
• hipoglicemia,
• ingestão materna de salicilatos.
•
24.
Coagulação sanguínea
• Nosprimeiros dias após o nascimento, o
trato gastrintestinal não tem atividade
bacteriana para sintetizar vitamina K
suficiente.
• A vitamina K cataliza ativa os fatores de
coagulação.
• risco de hemorragia.
• Todos os neonatos recebem vitamina K logo
após o nascimento,
• Prevenção de hemorragia.
25.
Metabolismo dos carboidratos
•fonte de energia: primeiras 4 a 6
horas após o nascimento é a glicose
• que é armazenada no fígado como
glicogênio
• Aproximadamente 90% do
glicogênio hepático do Rn são
usados dentro das primeiras 3
horas de vida.
• Situações de estresse como
hipotermia, hipóxia e alimentação
retardada podem exaurir
rapidamente os depósitos de
glicogênio levando a hipoglicemia.
26.
Armazenamento de ferro
•Na gestação termo o fígado contém
ferro suficiente para produzir
hemácias até a idade de 5 meses,
desde que a mãe tenha ingerido
ferro suficiente durante a gravidez.
• Removido das hemácias destruídas,
o ferro é armazenado no fígado e
depois reciclado em novas hemácias.
• O neonato precisa ingerir uma dieta
com ferro suficiente para manter a
produção adequada de hemácias.
•
27.
Sistema Renal
• Osistema renal é imaturo
• suscetível a desidratação,.
• A taxa de filtração glomerular é baixa.
• Taxa de filtração glomerular em 24 h – 54 L
• Fabricação de urina em 24 h – 540 mL
• Fabricação de urina em 1 h – 22,5 mL
• a primeira urina de cor vermelho escuro e
nebulosa pela presença de uratos e muco –
mancha levemente vermelha.
28.
• Sistema Digestório
•funções digestivas previamente realizadas pela placenta.
• A capacidade gástrica do Rn é de 40 a 60 ml no primeiro dia após o
nascimento;
• aumentando com alimentações subseqüentes.
29.
• capacidade limitada,
•as necessidades de
nutrientes
• pequenas alimentações
mais freqüentes.
• O tempo de esvaziamento
gástrico em geral é de 2 a 4
horas –
• A peristalse é rápida
30.
Síntese de vitaminaK
• por meio da atividade bacteriana
• função gastrintestinal
• início estéril,
• colônia bacteriana normal dentro
da primeira semana
• síntese adequada de vitamina K.
31.
Iniciação da alimentação
•deve começar logo que o recém-
nascido esteja fisicamente estável
• reflexos de sucção e deglutição.
• demora pode esgotar as reservas
limitadas de glicogênio
• hipoglicemia,
• colocando em risco o cérebro que é
altamente dependente de glicose.
• .
32.
Fezes neonatais
• mecônio,
•uma substância fecal
espessa, verde-escura e
inodora
• consiste em líquido
amniótico, bile, células
epiteliais e cabelo.
• primeiro mecônio dentro de
24 horas após o nascimento
33.
Sistema Imunológico
• deficiente
•a exposição a substâncias
• ativa resposta
imunológica.
• O primeiro ano é o
período de maior
vulnerabilidade a
infecções graves.;
34.
Sistema Neurológico
• nãototalmente desenvolvido,
• funções complexas
• a adaptação do neonato
• estimular respirações ,
• manter o equilíbrio ácido-básico
• regular a temperatura corporal.
• controlada principalmente pelo tronco cerebral e pela medula
espinhal.
• O sistema nervoso autônomo e o tronco cerebral coordenam as
funções respiratória e cardíaca.
• Todos os nervos cranianos estão presentes ao nascimento.
35.
• O cérebronecessita de um suprimento
constante de glicose como fonte de energia e
de um nível relativamente alto de oxigênio
para manter um metabolismo celular
adequado.
• o estado de oxigenação do neonato e os níveis
de glicose devem ser avaliados e monitorados
cuidadosamente,
• Detecção de comprometimento das trocas
gasosas e sinais de hipoglicemia
36.
Sistema Endócrino eMetabólico
• anatomicamente maduro, mas
funcionalmente imaturo.
• suspensão do suprimento de oxigênio, de
nutrientes, de eletrólitos ...
• A retirada da glicose e do cálcio supridos
pela mãe implica alterações metabólicas
significativas e imediatas para garantir
uma adaptação neonatal bem-sucedida.
• Durante as primeiras horas após o
nascimento, os níveis de glicose e de
cálcio sérico mudam rapidamente
37.
Termorregulação
• A manutençãoda temperatura corporal
• essencial para uma adaptação extra-uterina bem sucedida
• interações complexas entre a temperatura ambiental e a perda e produção de
calor corporal.
• A compreensão e o uso adequado da termorregulação foram um dos primeiros
avanços da neonatologia.
• O neonato tem uma capacidade termorreguladora limitada,
• Quando o recém-nascido não pode mais manter a temperatura corporal, ocorre
resfriamento ou superaquecimento;
• a exaustão do mecanismo de termorregulação traz a morte.
•
38.
• a transiçãopara a vida extra-uterina,
• a temperatura central diminui em quantidades
que variam com a temperatura ambiental e a
condição do Rn.
• Inicialmente, a temperatura central do Rn a
termo cai cerca de 0,3ºC por minuto.
• Assim, em condições normais de parto, ela pode
cair 3ºC antes que o Rn saia da sala de parto.
• A manutenção da temperatura corporal normal
no Rn pode contribuir significativamente para
uma adaptação bem-sucedida.
39.
Ambiente Térmico Neutro(ATN)
• requer a menor quantidade de energia para
manter uma temperatura central estável.
• o ATN varia de 32 a 34ºC.
• Dentro dessa faixa de temperatura, o consumo de
oxigênio e a produção de dióxido de carbono são
menores e a temperatura central é normal.
• Temperaturas ambientais acima ou abaixo do ATN
aumentam o consumo de oxigênio e aumentam a
taxa de metabolismo.
40.
Algumas características colocamo Rn
em desvantagem fisiológica para a
termorregulação, aumentando o risco
de hipotermia.
• Uma grande superfície corporal em
relação à massa;
• Deposição limitada de gordura
subcutânea para prover isolamento;
• Instabilidade vasomotora
• Capacidade metabólica limitada
41.
Mecanismos da perdade calor
• A perda de calor que
começa no parto, pode
ocorrer através de quatro
mecanismos
42.
Evaporação
• a perdade calor por evaporação
ocorre quando fluidos (água
insensível, perspiração visível e
fluidos pulmonares) se tornam
vapor no ar seco.
• A perda acentuada de calor por
evaporação que ocorre no parto
pode ser minimizada secando-se
imediatamente o Rn e
removendo-se os campos
molhados.
43.
Condução
• quando apele entra em
contato direto com um
objeto mais frio
•
• qualquer superfície metálica
sobre a qual o Rn será
colocado deve ser forrada.
44.
Radiação
• – Umasuperfície sólida mais fria sem
contato direto com o neonato pode
causar perda de calor através de
radiação.
• Fontes comuns de perda de calor
radiante incluem as paredes, e janelas
da incubadora.
• Ocorrendo mesmo a temperaturas
quentes, a perda de calor radiante
pode ser minimizada através do uso
de uma cobertura de calor
termoplástica
45.
Convecção
• A perdade calor da superfície
corporal para o ar circunjacente
mais frio
• Ela é maior em ambientes
resfriados.
• a sala de parto resfriada para o
conforto da equipe de saúde
pode causar perda significativa
de calor no Rn.
47.
Defesas contra hipotermia
•Em um ambiente frio
• circunstâncias estressantes,
• o Rn se defende contra a perda de calor
48.
Controle vasomotor
• conservao calor através da vasoconstrição periférica
• dissipa o calor através da vasodilatação periférica
49.
Isolamento térmico
• Fornecidopela gordura subcutânea
• o isolamento térmico protege contra
a perda rápida de calor.
• A quantidade de gordura
subcutânea determina o grau de
isolamento térmico.
50.
Atividade muscular
• Aatividade muscular aumenta a
produção de calor.
• o Rn reage ao ambiente frio com um
aumento dos movimentos
• (irritabilidade).
51.
Termogênese não espasmogênica
•produção de calor através da lipólise da gordura
marrom.
• É o mecanismo de produção de calor mais eficaz do Rn
porque aumenta minimamente a taxa metabólica.
• Um tipo de tecido adiposo, a gordura marrom responde
por até 1,5% do peso total do Rn a termo.
• a gordura marrom é depositada em torno do pescoço,
da cabeça, do coração, dos grandes vasos, dos rins, das
glândulas supra-renais, entre as escápulas; atrás do
esterno; e nas axilas.
• Em resposta a perda de calor há uma queima da
gordura marrom, levando a um aumento da produção
de calor.
• A produção de calor pela oxidação (queima) da gordura
marrom, é distribuída através do corpo pelo sangue,
que absorve o calor ao passar pelo tecido gorduroso
52.
Prevenção da perdade calor
• Parte importante dos cuidados neonatais de enfermagem.
53.
Perda de calorpor condução
• Preaqueça o berço e a roupa de cama do
berço aquecido.
• Aqueça o estetoscópio antes de usá-lo.
• Envolva o recém-nascido em uma manta
aquecida ou deixe a mãe segurá-lo para
utilizar o efeito de aquecimento do contato
de pele.
• Forre a balança com papel ou uma manta
pré-pesada, aquecida, quando for pesar o
recém-nascido.
• Verifique a temperatura de qualquer
superfície antes de colocar o recém-nascido
sobre ela.
54.
Perda de calorpor convecção
• Coloque o berço do recém-nascido fora
do alcance direto de uma janela aberta,
um ventilador ou um aparelho de ar
condicionado.
• Cubra o recém-nascido com uma manta
quando for removê-lo para outra área.
• Eleve os lados do berço aquecido para
prevenir a exposição do recém-nascido a
correntes de ar.
• Evite usar ventiladores na sala de parto
ou no berçário.
55.
Perda de calorpor evaporação
• Enxugue o recém-nascido imediatamente após o
parto.
• Quando o Rn não estiver em um berço aquecido,
mantenha-o seco e enrolado em mantas aquecidas.
• Retire do Rn roupas molhadas.
• Retarde o banho até que a temperatura do Rn esteja
estável.
• Durante o banho do Rn, exponha apenas uma parte
do corpo de cada vez; lave cada parte
completamente, secando-a imediatamente.
• Quando estiver avaliando o Rn, descubra apenas a
área específica a ser avaliada.
• Coloque um gorro na cabeça do Rn na sala de parto.
56.
Perda de calorpor radiação
• Use um berço aquecido para
estabilização inicial pós parto.
• Coloque o Rn em uma incubadora
de paredes duplas.
• Mantenha o Rn longe de áreas de
superfícies frias.
57.
Sistema Tegumentar
• Orecém-nascido saudável é
úmido e quente ao toque.
• Lanugem, um cabelo fino e
felpudo, pode existir sobre as
costas e os ombros.
• a pele dos Rn serve como a
primeira linha de defesa
contra infecções.
58.
Sistema Musculoesquelético
• Aossificação (desenvolvimento ósseo é
incompleta ao nascer, mas prossegue
rapidamente a partir daí.
• O esqueleto do Rn consiste
principalmente em osso.
• Os músculos são anatomicamente
completos no nascimento a termo.
• Com a idade a massa, a força e o
tamanho muscular aumentam.
59.
Sistema Reprodutor
• Osistema reprodutor é anatômica e funcionalmente imaturo ao
nascer.
60.
CARACTERÍSTICAS COMPORTAMENTAIS DAADAPTAÇÃO
O recém-nascido percebe o ambiente,
tenta controlá-lo através do seu comportamento.
Capaz de ver, ouvir e distinguir entre gostos e
cheiros,
o Rn responde ao toque e aos movimentos,
se defende de estímulos
dá sinais que, quando interpretados por um
cuidador atento, podem satisfazer às suas
necessidades
Visão
• Podem verobjetos cerca de 23 a 30,
5 cm de distância.
• Prefere o padrão de cores branco-e-
preto.
• Sensível à luz.
• Pode seguir os pais com o olhar.
• Coordenação muscular.
Paladar
• começa adesenvolver-se antes do nascimento.
• Prefere doce ao amargo ou azedo.
65.
Tato
• Pode sentirpressão, dor e toque,
imediatamente ou logo após o
nascimento.
• Sensível ao ser acariciado.
66.
Olfato
• Depois queo muco e o líquido
amniótico são limpos das vias
nasais, pode diferenciar os
odores agradáveis dos
desagradáveis.
• Pode diferenciar o cheiro do
absorvente de mama úmido da
própria mãe do de outra mãe,
uma semana após o nascimento.
67.
AVALIAÇÃO DA IDADEGESTACIONAL
• determina a maturidade física e neuromuscular do Rn,
• ajudando a provedores de cuidados de saúde antecipar problemas
perinatais
• prétermo ou pós-termo.
68.
Pré-termo (PT)
• criançasnascidas vivas, antes da 38º semana,
• ou seja, até 37 semanas e seis dias.
Achados
físicos
Pré – TermoTermo Pós - Termo
Formas das orelhas
Começa a curvatura
superior ou achatada e
disforme.
Curvatura bem definida de
todo pavilhão.
Curvatura bem definida de
todo pavilhão.
76.
Achados
físicos
Pré – TermoTermo Pós - Termo
Pregas plantares Anterior 2/3 da sola Pregas até o calcanhar Sulcos em toda a sola
77.
Achados
físicos
Pré – TermoTermo Pós - Termo
Pele
Lisa mais espessa sem
edema.
Unhas até a ponta dos
dedos.
Rósea, poucas veias e
alguma descamação
pálido-rósea.
Unha até a ponta dos
dedos.
Grossa, pálida, descamação.
Unhas se estendem além
das pontas dos dedos.
78.
Achados
físicos
Pré – TermoTermo Pós - Termo
Cabelo Finos, aparência de lã. Sedosos, margem única.
Linha do cabelo anteriorizada.
Queda de cabelo, fino e curto.
Achados
físicos
Pré – TermoTermo Pós - Termo
Genitália
Testículos no alto do escroto.
Escroto com menos rugas.
Grandes lábios quase cobre o
clitóris.
Testículos no escroto.
Escroto com rugas completas.
Pequenos lábios e clitóris
coberto.
Testículos no escroto.
Escroto pendentes
Pequenos lábios e clitóris
coberto.
81.
Achados
físicos
Pré – TermoTermo Pós - Termo
Consistência do
crânio
Elástico junto à
fontanela.
Ossos endurecidos,
suturas deslocáveis.
Ossos endurecidos, não
podem se deslocar.
82.
Achados
físicos
Pré – TermoTermo Pós - Termo
Postura em repouso
Como sapo Flexão dos membros
inferiores
Hipertônico
83.
• AVALIAÇÃO EEXAME DO RN
• Alguns minutos depois do nascimento o
exame físico é feito pelo pediatra.
• É uma avaliação de rotina do estado físico do
bebê.
• O exame físico e neurológico mais
aprofundado é realizado depois, no berçário
ou Uti neonatal,
• O exame consiste em avaliar que tipo de
pessoa esta criança é, como ela reage aos
estímulos à sua volta e qual sua capacidade
de se ajustar ao novo meio ambiente
Freqüência respiratória
• contagemdas respirações por 60 segundos,
• antes de determinar a freqüência cardíaca apical,
• enquanto o recém-nascido está calmo;
• a freqüência normal é de 30 a 60 respirações por minuto
87.
Freqüência cardíaca
• contagemda freqüência apical por 60 segundos,
• acima do ápice cardíaco;
• a freqüência normal é de 120 a 160 batimentos por minuto.
88.
Temperatura
• - verificara temperatura axilar com termômetro firme à dobra axilar
por 3 minutos;
• a temperatura no recém-nascido normal varia 36,4ºC a 37,2ºC..
Peso
• - pesaro recém-nascido no mesmo horário diariamente,
• antes da alimentação;
• 95% dos recém-nascidos a termo pesam de 2500 a 4250g.
91.
Comprimento
• - colocaro recém-nascido em uma superfície rígida com as pernas
totalmente estendidas antes de medir.
• O recém-nascido apresenta ao termo uma estatura média de 50 cm
(sexo masculino) ou 49 cm (sexo feminino) .
92.
Perímetro torácico
apresentam perímetrotorácico em média de 32 cm.
Medido colocando-se a fita métrica acima dos mamilos e cruzar o
bordo superior da escápula
93.
Perímetro cefálico
• Aonascimento o perímetro cefálico é 1 a 2 cm maior que o torácico.
• perímetro cefálico de cerca de 34 cm,
• medido em uma linha que passa pela protuberância occipital e pela
região mais proeminente da fronte.
94.
Cabeça
• Tamanho dacabeça em relação ao corpo é de normalmente cerca de
25% do tamanho total.
95.
• Verificar presençade deformações
moldadas:
• bossa serossangüínea
(aumento de espessura do couro
cabeludo, geralmente difuso,
constituído de líquido plasmático
extravasado que se coleciona no
subcutâneo)
• cefalematoma
( massa mais bem delimitada, já que é
formada por sangue represado entre o
osso e o periósteo, que é fortemente
aderente na linha de sutura).
96.
• Verificar presençade cranioestenose
• soldadura precoce de sutura entre ossos do crânio
• RN apresenta PC anormalmente pequenos.
• Observar presençade craniotabes
• zona de tábua óssea depressível, com
consistência classicamente comparada à
de uma bola de pingue-pongue
encontrada com freqüência em RN
normais.
• Situa-se em geral nos parietais, nos
limites com o occipital.
• Em criança de mais de 3 meses é, em
geral, patológica e significa, na maior
parte dos casos, presença de
raquitismo.
99.
Fontanela anterior
• formade diamante,
• 3 a 4 cm de comprimento
• 2 a 3 cm de largura
• Fecha-se com mais ou menos 18 meses.
• fontanela tensa,abaulada
• pode indicar aumento da
pressão intracraniana.
• fontanela deprimida
• desidratação
102.
Olhos
• Observar simetria.
• Permanecem fechados a maior parte do tempo
nos primeiros dias.
• Abrem-se mais facilmente em resposta a um
movimento de “balanço” do que pela força.
103.
• hipertelorismo ocular
•espaço amplo entre os olhos
• distância de mais de 3 cm entre os
cantos internos dos olhos
104.
• As escleróticassão azuladas devido
à sua delgadez.
• As conjuntivas são sede de
pequenas hemorragias, sem
significado clínico.
105.
• O sinaldo “sol poente”
• “fenômeno dos olhos de boneca”
• pode ser visto quando a cabeça é virada e os olhos movimentam-se
tardiamente para trás.
• É mais freqüente em hidrocéfalos, em encefalopatia bilirrubínica e em
lesões do tronco cerebral.
106.
• Estrabismo
• comumem recém-nascidos normais
• pode persistir até cerca de três a
seis meses,
• quando se desenvolve coordenação
dos movimentos oculares.
107.
• As pupilasreagem normalmente à luz,
• podendo haver anisocoria em lesões
obstétricas extensas do plexo braquial.
108.
Orelhas
• Os pavilhões,nos RN, são muito moles
e moldáveis.
• No prematuro, freqüentemente
permanece dobrado o pavilhão sobre o
qual repousa a criança em decúbito
lateral.
•
109.
• A inserçãodas orelhas pode ser
anormal.
• É baixa, em geral, na agenesia renal
bilateral, na síndrome de Down e em
anomalias do primeiro arco braquial
• proeminentes e com pontas afiladas
na síndrome de Marfan.
110.
• A audiçãoé normalmente bem
desenvolvida
• se a tuba auditiva estiver
limpa.
111.
Nariz
• É geralmenteachatado na sua base e situado mais alto na face.
• Sua ponta é arredondada.
112.
• Obstrução intensae constante
das vias aéreas superiores no
recém-nascido deve fazer pensar
na possibilidade de oclusão
congênita das coanas,
• pesquisada pela oclusão da boca
e de cada narina, separadamente,
• de preferência à passagem de
cateter pelas narinas.
113.
• Coriza intensapode ser
encontrada em recém-
nascidos de mães tratadas
com Reserpina.
• Coriza mucossanguinolenta
sugere sífilis congênita
114.
Boca, faringe emandíbula
• A visualização da orofaringe é difícil mas muito importante, pela
necessidade de se detectar eventual malformação.
115.
A salivação doRN é
normalmente pobre.
Um excesso de saliva ou muco na
boca impõe a pesquisa de atresia
do esôfago.
116.
• Devido asua delgadez, a
mucosa gengival no RN
apresenta-se clara em
certas áreas, quase branca
principalmente nas regiões
correspondentes aos
molares.
• A borda livre da gengiva
pode ser serrilhada.
117.
•
• “pérolas deEpstein”
• pequenas formações esbranquiçadas do tamanho de uma cabeça de
alfinete
• devido ao acúmulo de células epiteliais, que desaparecem em dias ou
semanas.
118.
Orofaringe
• nos primeirosdias de vida, pode apresentar-se normalmente
avermelhada.
• As amígdalas palatinas não são visíveis e irão hipertrofiar-se somente
após o contato com microorganismos.
• A úvula deve ser sempre visualizada, pois pode ser sede de
malformações
119.
Língua
• apresenta-se relativamentelisa
sendo as papilas pouco
desenvolvidas.
• Em relação ao tamanho da boca
e da face, a língua é
relativamente maior nos RN que
em outras idades.
• Macroglossia pode sugerir
hipotireoidismo ou Síndrome de
Beckwith.
120.
• O maxilarinferior é geralmente pouco
desenvolvido no RN.
• Um grau pronunciado de hipoplasia
de mandíbula recebe o nome de
micrognatia.
• Esse achado se acompanha
freqüentemente de glossoptose.
• A associação desses dois sinais e
fissura palatina recebe o nome de
síndrome de Pierre Robin.
121.
A criança podenascer com
dentes,
em geral, mal formados.
Se bem formados, podem
criar problemas para o
aleitamento ao seio,
requerendo a extração.
O perigo de aspiração de
dentes prestes a cair faz com
que a extração seja urgente
122.
Pescoço
• O RNapresenta pescoço curto,
• difícil reconhecer anomalias
• cretinismo,
• anomalias congênitas do desenvolvimento
da clavícula, etc.
• fibroma do esternocleidomastóideo
• (massa dura encontrada no corpo do
músculo e que algumas vezes pode
perturbar a movimentação do pescoço),
normalmente é pós trauma.
123.
Tórax
• O tóraxdo RN é de forma
cilíndrica e o ângulo costal é
de quase 90°.
Uma assimetria pode
determinar por malformações
de coração, pulmões, coluna
ou arcabouço costal.
124.
• O tiporespiratório é
caracteristicamente
abdominal.
• O componente torácico
quando presente, deve fazer
pensar em problema pulmonar.
125.
No RN, podeencontrar-se
ingurgitamento das mamas, tanto
em meninos quanto em meninas.
Esse aumento de volume pode
persistir por várias semanas e
mesmo meses, e pode haver
passagem de um fluxo de secreção
semelhante ao colostro.
Nas crianças nascidas de termo,
esse fato é comum e, em
prematuro, geralmente não ocorre
126.
Abdome
• O abdomedo RN em decúbito dorsal
está aproximadamente no mesmo nível
do tórax.
• Abdome abaulado nas primeiras horas
pode sugerir obstrução intestinal,
enquanto abdome escavado sugere
hérnia diafragmática.
•
127.
• O cordãoumbilical
• branco-gelatinoso
• duas artérias e uma veia
• amarelo-esverdeado
• eritroblastose fetal.
• A presença de artéria umbilical única
sugere a presença de mal formações
congênitas associadas
128.
• O umbigomumifica-se durante a primeira semana
• destaca-se entre 8 e 10 dias,
• assepsia da base de implantação.
129.
• Hérnia umbilicalou
inguinal,
• agenesia de músculos da
parede
• podem estar presentes ao
exame físico do recém-
nascido.
• Ruídos hidroaérios são
normalmente audíveis
quando o RN está relaxado.
130.
Reto e ânus
•Verificar a permeabilidade do
intróito anal.
• Verificar presença de
malformações
131.
Região sacrococcígena
Coluna normalmenteplana,
levemente arredondada.
Presença de manchas.
Presença de massas tumorais sugere
a possibilidade de malignidade
(teratoma sacrococcígeo).
Nessa região (sacro) podem
encontrar meningoceles
132.
Genitália feminina
• Grandeslábios normalmente
cobrem pequenos lábios.
• O clitóris normalmente é
proeminente.
• Pode aparecer nos primeiros dias
uma secreção vaginal
esbranquiçada, translúcida e no
fim da primeira semana pode
aparecer sangue vaginal.
• Pesquisar imperfuração himenal
e aderência de pequenos lábios.
133.
Genitália masculina
• Abolsa escrotal normalmente é
contraída
• hidroceles são freqüentes.
• Há presença dos dois testículos na
bolsa ou nos canais inguinais.
• Geralmente o pênis apresenta um
prepúcio com orifício muito
estreito
• aderências entre a pele do
prepúcio e a glande,
134.
• No pêniso meato urinário
localiza-se normalmente na
ponta da glande.
• Meato urinário na superfície
dorsal da glande – epispádia;
• Meato urinário na superfície
ventral da glande –
hipospádia.
135.
Membros
• Verificar flexão,extensão e movimentos;
tônus e força muscular;
• reflexos de preensão palmar e plantar;
• os pulsos braquial e femoral de ambos os
lados.
• Verificar os dedos – presença de
polidactilias, simdactilias, malformações
ungueais.
136.
• Verificar obom estado das
articulações coxofemorais
• “manobra de Ortolani” - pela
abdução das coxas, tendo as
pernas fletidas.
• Paralisias obstétricas de vários
tipos incidem nos membros,
especialmente nos superiores
Búsqueda ou sucção
•RESPOSTA NORMAL
• O bebê gira a cabeça na direção do estímulo,
abre a boca e começa a sugar quando a
bochecha, os lábios ou o canto da boca são
tocados com o dedo ou mamilo.
• RESPOSTA ANORMAL
• Fraca ou ausente ocorre na prematuridade, no
déficit neurológico ou trauma, ou na depressão
do sistema nervoso central (SNC) secundário à
ingestão de droga pela mãe (p.ex. narcóticos).
139.
Deglutição
• Resposta Normal
•O bebê deglute de forma coordenada com a sucção quando o líquido é
colocado na parte posterior da língua.
• Resposta Anormal
• Engasga, tosse ou regurgita líquidos possivelmente associada a cianose
secundária à prematuridade, déficit neurológico, ou trauma; tipicamente
vista após laringoscopia
• .
140.
Extrusão
• Resposta normal
•O bebê empurra a língua para fora
quando sua ponta é tocada pelo
dedo ou mamilo.
• Resposta Anormal
• Extrusão contínua da língua ou
com movimentos repetitivos
ocorre com anomalias do SNC e
convulsões.
141.
Moro
• Resposta normal
•Extensão simétrica bilateral e abdução das extremidades, enquanto o polegar e o
indicador formam um “c” característico, são seguidas pela adução das extremidades e
pelo retorno à posição de flexão relaxada quando o bebê muda de posição
repentinamente ou quando ele é colocado com o dorso numa superfície plana.
• Resposta Anormal
• Resposta assimétrica pode ser observada com lesões de nervo periférico (com plexo
braquial) ou fratura da clavícula ou da perna. Ausência de respostas em casos de
lesões graves do SNC
142.
Marcha
• Resposta normal
•O bebê esboça movimentos de marcha
alternando os pés quando um deles toca
uma superfície plana.
• Resposta Anormal
• Resposta assimétrica pode ser observada
com lesão do SNC ou de nervo periférico
ou com fratura do osso longo da perna.
143.
Rastejamento
Resposta normal
O bebêtentará rastejar para frente com
ambos os braços e as pernas quando
colocando com o abdômen em contrato
com uma superfície plana.
Resposta Anormal
Resposta assimétrica pode ser
observada com lesão de SNC ou de
nervo periférico ou com fratura do osso
longo da perna.
144.
Tônico do pescoço
•Resposta normal
• As extremidades no lado para o qual a cabeça
é girada serão estendidas, e as extremidades
opostas serão flexionadas quando se vira a
cabeça do bebê para o lado, enquanto ele está
em repouso à resposta pode estar ausente ou
incompleta imediatamente após o
nascimento.
• Resposta Anormal
Resposta persistente após o quarto mês pode
indicar lesão neurológica.
• Ausência persistente pode ser vista em casos
de lesão do SNC e distúrbios neurológicos.
145.
Susto
Resposta normal
O bebêabduz e flexiona as extremidades e
pode começar a chorar quando é exposto a
movimento repentino ou barulho.
Resposta Anormal
Ausência de resposta pode indicar déficit
neurológico ou trauma. Ausência completa ou
consistente de resposta aos ruídos intensos
pode indicar surdez. A resposta pode estar
ausente ou reduzido durante o sono
profundo.
146.
Extensão cruzada
• Respostanormal
• A perna oposta do bebê se flexionará e
depois se estenderá rapidamente como se
tornasse dissipar o estímulo para o outro
pé.
• Resposta Anormal
• Resposta enfraquecida ou ausente pode
ser vista com lesão de nervo periférico ou
fratura de osso longo.
147.
Piscadela globular
• Respostanormal
• O bebê piscará 4 a 5 vezes em resposta a toques leves na
ponte nasal enquanto os olhos estão abertos.
• Resposta Anormal
• O planejamento persistente e a dificuldade de parar depois
que o estimulo é suspenso indicam déficit neurológico.
148.
Preensão palmar
• Respostanormal
• Os dedos do bebê irão apreender o objeto e segurá-lo momentaneamente
quando este toca a palma de sua mão.
• Resposta Anormal
• A resposta diminui com a prematuridade. Ocorre assimetria com o dano ao
nervo periférico (plexo braquial) ou fratura de úmero. Ocorre diminuição da
resposta com déficit neurológico grave.
149.
Preensão plantar
• Respostanormal
• Os dedos do pé irão apreender o dedo do examinador quando este é
pressionado contra a base dos dedos.
• Resposta Anormal
• Ocorre diminuição da resposta com a prematuridade. Ocorre ausência de
resposta com déficit neurológico.
150.
Babinski
• Resposta normal
•Os dedos do pé do bebê se hiperestende e afastam-se devido a dorsiflexão do
hálux quando um lado do pé é “riscado” partido-se do calcanhar e cruzando a
parte mais elevada sola do pé.
• Resposta Anormal Ocorre ausência de resposta com o déficit neurológico.
151.
ATENDIMENTO AO RNNA SALA DE PARTO
• pode ser realizado na própria sala de parto,
• sala anexa
• pessoal especializado (médicos, enfermagem),
• Sala confortável, ampla, com boa iluminação, aquecida ,
comunicação fácil e direta com a sala de admissão do RN
na unidade neonatal.
• Considerada área estéril,
• uso de máscara, gorro e pró-pés.
• lavagem prévia e cuidadosa das mãos com solução
desinfetante.
152.
Medicamentos da salade reanimação
• SG a 5% e a 10%.
• Água destilada – ampolas.
• Adrenalina (1:1.000).
• Bicarbonato de sódio (3,0%, 5,0%, 8,4%, 10%).
• Expansores de volume – soro fisiológico,
albumina a 5%, Ringer-lactato.
• Naloxona (Narcan) – ampola = 1ml = 0,4mg.
• Dopamina (Revivan) – ampola = 10ml =50mg.
• Dobutamina (Dobutrex) – ampola = 20ml =
250mg
• Atropina – sulfato (ampolas = 25mg/ml).
153.
• As medicaçõese os expansores de volume são administrados durante os
procedimentos da reanimação para:
• Estimular o coração
• Aumentar a perfusão tecidual
• Restaurar o equilíbrio ácido-básico
• O uso de medicações pode ser necessário em recém-nascidos que não
respondem à ventilação com O2 a 100% e à massagem cardíaca.
154.
Indicações do usodas medicações
• A maioria dos recém-nascidos submetidos à
reanimação responde à ventilação com oxigênio a
100%, se esta é realizada de maneira rápida e efetiva.
• Alguns Rn necessitam também da massagem
cardíaca.
• Poucos Rn não melhoram com a ventilação e
massagem cardíaca.
• Nesses pacientes o uso de medicações é indicado.
• Se uma criança não apresenta qualquer batimento
cardíaco detectável, as drogas podem ser
administradas imediatamente, de maneira
simultânea ao início da ventilação com pressão
positiva e da massagem cardíaca.
155.
• A administraçãodas drogas deve ser iniciada quando:
• A F.C. do recém-nascido permanece abaixo de 60 batimentos/minuto, apesar
da ventilação com pressão positiva,
• O2 a 100% e da massagem cardíaca por, no mínimo, 30 segundos.
• A freqüência cardíaca é igual a zero.
156.
ADRENALINA
• epinefrina, éum estimulante do coração.
• aumenta a força e a freqüência das contrações
cardíacas.
• vaso contrição periférica -> aumento do fluxo
sangüíneo coronariano e cerebral.
• Administração Dose – 0,1 a 0,3 ml/kg da solução a
1:10.000 UI
• Via – Endovenosa (EV) ou através da cânula traqueal
(ET)
157.
EXPANSORES DE VOLUME
•combater os efeitos da hipovolemia, aumentando o volume vascular
e, subseqüentemente, a perfusão tecidual.
• A hipovolemia deve ser considerada em qualquer criança que
necessite de reanimação.
•
158.
Tipos de expansoresde volume
• Sangue total: o negativo com teste cruzado
com o sangue da mãe
• Albumina a 5%: diluída em soro fisiológico
ou outro substituto do plasma
• Soro fisiológico a 0,9%
• Ringer lactato
159.
BICARBONATO DE SÓDIO
•Durante a asfixia prolongada há uma diminuição da oxigenação tecidual,
• resultando em acidose metabólica e aumento de dióxido de carbono
Administação
• Dose – 2 mEq/ml x peso em kg
• Via – Endovenosa (EV)
160.
CLORIDRATO DE NALOXONE
Narcan®,
revertea depressão respiratória. (uso de opióide da mãe)
• Administração
•
• Dose – 0,1mg/kg ou 0,25ml/kg
• Via – Endovenosa (EV) e Endotraqueal (ET)– vias
preferenciais, IM e SC (aceitáveis embora haja demora
para o início do efeito da medicação)
• Velocidade – injetar rapidamente, “em bolus”.
161.
MATERIAL NECESSÁRIO NASALA DE PARTO
Todo material necessário para reanimação deve estar PREPARADO, TESTADO E
DISPONÍVEL EM LOCAL DE FÁCIL ACESSO, antes do nascimento de qualquer recém-
nascido.
VENTILAÇÃO COM PRESSÃO POSITIVA
• Balão auto-inflável com capacidade máxima de 750ml, com válvula de escape ou manômetro e
reservatório de oxigênio.
Máscara para RN a termo e pré-termo
162.
MEDICAÇÕES
•Adrenalina 1:10.000
•Albumina 5%ou soro fisiológico ou Ringer Lactato
•Bicarbonato de sódio 2,5% ou 4,2%
•Dopamina – Revivan
•Naloxone – Narcan
•Ampolas de água destilada
163.
CATETERISMO UMBILICAL
Pinças: 1Kelly reta (14 cm)
e 1 Adson c/ dentes (12 cm)
1 tesoura íris reta (10,5 cm)
1 cabo para bisturi nº 3 com lâmina
1 porta agulhas de 11 cm
Fio agulhado mononylon 3-0
Sonda traqueal nº 5 ou
Catéter umbilical n º 5 ou 8
1 campo estéril fenestrado
1 cadarço de 15 cm
OUTRAS
Luvas e compressas estéreis
Óculos para proteção
Estetoscópio neonatal
Seringas (20/10/5 e 1cc)
Agulhas 20x32