ESTRUTURANDO A JORNADA DE
APRENDIZAGEM
Com o Professor Wandré de Lisbôa
Marabá, PA, dias 12 e 13 de setembro de 2024.
PAUTA DO DIA
 Credenciamento (organizado pela Regional).
 Abertura da Formação.
 Apresentação dos objetivos da formação presencial, ingresso na
comunidade de WhatsApp, resgate do momento Pré-Formação
(Ava Cefor), informações sobre a Pós-Formação e a certificação
dos participantes.
 Planejamento Reverso: apresentação do planejamento reverso.
 Breve retomada da Matriz Saeb: descritores, o que são e como
utilizá-los na prática em sala de aula.
 Matriz Prepara e Plano de Intervenção: habilidades prioritárias da
Rede (analisar os descritores e planejar o processo de
intervenção)
Objetivos
1. Compreender a metodologia “Compreensão por design”.
2. Discutir sobre o planejamento reverso e aplica-lo à prática
pedagógica;
3. Relembrar e utilizar a matriz SAEB na prática pedagógica;
4. Implementar estratégias baseadas na matriz de recomposição do
Prepara Pará;
5. Analisar o Plano de Intervenção para atuar nas necessidades
específicas dos alunos;
6. Conhecer e aplicar o modelo AST do planejamento reverso como
possibilidade para a prática pedagógica.
7. Compreender e aplicar a Taxonomia de Bloom no planejamento e
na prática pedagógica;
Percurso da Formação
Pré formação e Pós Formação
Compreensão por Design
Understanding by Design
(UbD): metodologia de ensino
 A tese defendida pelo livro é
a de é preciso conduzir o
planejamento docente de
forma estratégica, começando
pelos resultados que se quer
alcançar:
O objetivo final é pensar retrospectivamente,
concentrando-se no panorama geral dos objetivos de
aprendizagem: no final de uma unidade, qual é a
pergunta importante que os seus alunos devem ser
capazes de responder?
https://www.storyboardthat.com/pt/articles/e/o-que-%C3%A9-ubd-compreens%C3%A3o-por-projeto#
Compreensão por Design ou Planejamento para a Compreensão
A ideia dos autores do livro é a de que
é possível alinhar Currículo, Avaliação
e Ensino, por Meio da Prática do
Planejamento Reverso.
Compreensão por Design: bases
 Pensar a partir do fim: O foco está no que
os alunos devem ser capazes de responder
ou fazer ao final de uma unidade de ensino.
A ideia é começar pelo “fim”, ou seja, pelos
objetivos/expectativas de aprendizagem.
 Questões essenciais: Os professores devem
formular uma pergunta principal, que
resume o que os alunos precisam entender
profundamente.
Compreensão por Design
Três passos: o UbD envolve:
1. Definir os objetivos de aprendizagem de
forma clara.
2. Criar avaliações que realmente mostrem se
os alunos compreenderam o objeto do
conhecimento.
3. Planejar atividades que engajem os alunos,
permitindo que eles sejam protagonistas do
seu aprendizado.
Compreensão: o objetivo central
Compreensão como Construção Mental:
 A compreensão vai além de memorizar ou repetir.
Ela envolve dar significado aos fatos.
Desafios na Avaliação da Compreensão:
 Não é suficiente saber como fazer algo; é preciso
saber por que está fazendo.
 A compreensão verdadeira é demonstrada quando o
aluno pode aplicar o que aprendeu em diferentes
situações – isso é chamado de transferência.
Como avaliar a compreensão?
 Avaliações que envolvem apenas a execução correta
de uma tarefa não garantem compreensão profunda.
 Deve-se buscar evidências em diferentes formas de
trabalho dos alunos, como discussões e entrevistas,
que podem revelar se eles realmente entenderam ou
têm mal-entendidos.
O papel da transferência:
 Avaliar se os alunos podem usar o conhecimento e as
habilidades adquiridas em novos contextos é
essencial para garantir que houve compreensão.
As seis facetas da compreensão
1. Explicação
Os alunos devem ser capazes de explicar as questões e
desenvolver suas próprias respostas.
O foco está em sustentar suas ideias com raciocínios
claros e coerentes.
2. Interpretação
Envolve o uso de histórias, metáforas ou analogias
para dissecar e compreender o significado.
Os alunos devem ser capazes de interpretar conteúdos e
conectar com suas próprias vivências.
3. Aplicação
A compreensão é demonstrada quando os alunos
conseguem aplicar o conhecimento adquirido em
situações práticas e novas.
A ênfase está no uso funcional do que foi aprendido.
4. Perspectiva
Exige que os alunos sejam capazes de entender
diferentes pontos de vista.
Inclui a confrontação de ideias alternativas, ajudando
a ampliar a compreensão e evitar pensamentos
limitados.
5. Empatia
Refere-se à habilidade de compreender as emoções
e pontos de vista de outras pessoas.
O aluno deve ser capaz de “calçar os sapatos” de
outra pessoa, compreendendo suas emoções e
perspectivas.
6. Autoconhecimento
Pede que os alunos desenvolvam uma compreensão
de suas próprias falhas e limitações.
Incentiva o desenvolvimento de uma consciência
crítica sobre si mesmos e suas ações.
1. Quais dessas facetas são mais evidentes no seu
contexto de ensino?
2. Como podemos criar atividades que promovam a
prática de cada uma dessas facetas em sala de aula?
Para refletirmos
MÃO NA MASSA
’
Perguntas essenciais: portas para a
compreensão
As perguntas essenciais orientam o planejamento,
focando no aprendizado profundo e intencional.
Evitam a simples cobertura de conteúdo e promovem
uma pesquisa intencional e significativa.
Ajudam a organizar a aula e permitem que os alunos
encontrem um significado personalizado no que estão
aprendendo.
’
Perguntas para o Professor
Essas perguntas guiam o planejamento pedagógico e a reflexão
docente:
1. O que você quer que os estudantes aprendam?
 Qual é o resultado esperado ao final da unidade?
2. Como você vai saber que eles aprenderam?
 Quais evidências você usará para avaliar a compreensão?
3. Como você vai ajudá-los a aprender?
 Que estratégias e atividades você vai implementar para
garantir o aprendizado?
4. O que é fundamental que os alunos sejam capazes de fazer e
entender?
 Quais habilidades e conhecimentos são essenciais?
Perguntas para os alunos
Essas perguntas incentivam a reflexão e o protagonismo dos
alunos no processo de aprendizagem:
1. O que você está fazendo?
 Ajuda os alunos a refletirem sobre suas ações e seu foco de aprendizado.
2. Por que você está sendo solicitado a fazer isso?
 Incentiva a compreensão do propósito por trás das atividades.
3. O que pode te ajudar a melhorar?
 Promove a autoavaliação e o desenvolvimento contínuo.
4. Como isso se relaciona com o que você fez anteriormente?
 Conecta o aprendizado atual ao que foi aprendido antes, promovendo
continuidade.
5. Como você pode mostrar que aprendeu isso?
 Incentiva os alunos a demonstrar a compreensão de maneira prática e
tangível.
O planejamento reverso ou design reverso
Ideia principal
 Iniciar o planejamento definindo os resultados de
aprendizagem desejados, ao invés de começar pelas
atividades ou conteúdo.
Etapas do Planejamento Reverso
Definir os resultados de aprendizagem: O que os alunos
precisam aprender e compreender ao final da unidade?
Planejar as avaliações: Como será possível medir se os alunos
atingiram esses resultados?
Desenvolver as atividades de ensino: Quais experiências de
aprendizagem ajudarão os alunos a alcançar os objetivos
estabelecidos?
Matriz
SAEB
MATRIZ DE REFERÊNCIA SAEB
O que são os descritores da matriz do SAEB?
 Os descritores são indicadores claros das habilidades que os
alunos precisam dominar em cada área do conhecimento.
 Eles são usados para orientar as avaliações e garantir que os
alunos estejam sendo avaliados em competências essenciais.
Para que servem?
 Servem como ferramentas de planejamento tanto para o
ensino quanto para a avaliação, ajudando a direcionar o foco
das aulas para as habilidades prioritárias.
 São a base para a formulação de provas padronizadas, como o
SAEB, garantindo que as questões avaliem compreensões e
habilidades concretas.
Reconhecer Analisar Avaliar Produzir
Leitura
Análise
Linguística
semiótica
Produção
De texto
Eixo do
Conheci
mento
Conhecimentos
escolares que
são solicitados
ou mobilizados
diante de uma
demanda
cognitiva.
Esse Eixo
engloba e
categoriza os
objetos de
conhecimento e
temáticas que
são foco do
componente
Língua
Portuguesa na
BNCC.
Matriz Saeb
Língua Portuguesa
Matriz Prepara Pará
BNCC + SAEB
’
O que os indicadores
avaliativos nos respondem?
Quais diretrizes e ações
devem ser revistos?
MÃO NA MASSA
Análise e produção
pedagógica dos resultados
Elabore um Mapa Mental
Retorno: 14h
Matriz
SAEB
TURNO DA TARDE
Matriz
SAEB
PLANO DE INTERVENÇÃO
 Avaliação de Entrada 2O24
 4º e 5º anos
 8º e 9º anos
 2ª e 3ª séries
 Destaque nos descritoresprioritários
 Prepara Pará
Considerações adicionais
Plano de ação com páginas para
apoiar as habilidades defasadas
Foco de desenvolvimento
Descritor avaliado e sua
posição na avaliação
Identificar os
resultados
desejados
Determinar
evidências
aceitáveis
Planejar
experiências de
aprendizagem
e ensino
Planejamento em 3 etapas:
MÃO NA MASSA
Produção de intervenções pedagógicas a
partir dos resultados da Avaliação
Diagnóstica
https://forms.gle/qFsfzPXKqax53u7
39
Avaliação

EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO EDUCAÇAÕ

  • 1.
    ESTRUTURANDO A JORNADADE APRENDIZAGEM Com o Professor Wandré de Lisbôa Marabá, PA, dias 12 e 13 de setembro de 2024.
  • 2.
    PAUTA DO DIA Credenciamento (organizado pela Regional).  Abertura da Formação.  Apresentação dos objetivos da formação presencial, ingresso na comunidade de WhatsApp, resgate do momento Pré-Formação (Ava Cefor), informações sobre a Pós-Formação e a certificação dos participantes.  Planejamento Reverso: apresentação do planejamento reverso.  Breve retomada da Matriz Saeb: descritores, o que são e como utilizá-los na prática em sala de aula.  Matriz Prepara e Plano de Intervenção: habilidades prioritárias da Rede (analisar os descritores e planejar o processo de intervenção)
  • 3.
    Objetivos 1. Compreender ametodologia “Compreensão por design”. 2. Discutir sobre o planejamento reverso e aplica-lo à prática pedagógica; 3. Relembrar e utilizar a matriz SAEB na prática pedagógica; 4. Implementar estratégias baseadas na matriz de recomposição do Prepara Pará; 5. Analisar o Plano de Intervenção para atuar nas necessidades específicas dos alunos; 6. Conhecer e aplicar o modelo AST do planejamento reverso como possibilidade para a prática pedagógica. 7. Compreender e aplicar a Taxonomia de Bloom no planejamento e na prática pedagógica;
  • 4.
    Percurso da Formação Préformação e Pós Formação
  • 5.
    Compreensão por Design Understandingby Design (UbD): metodologia de ensino  A tese defendida pelo livro é a de é preciso conduzir o planejamento docente de forma estratégica, começando pelos resultados que se quer alcançar:
  • 6.
    O objetivo finalé pensar retrospectivamente, concentrando-se no panorama geral dos objetivos de aprendizagem: no final de uma unidade, qual é a pergunta importante que os seus alunos devem ser capazes de responder? https://www.storyboardthat.com/pt/articles/e/o-que-%C3%A9-ubd-compreens%C3%A3o-por-projeto# Compreensão por Design ou Planejamento para a Compreensão
  • 7.
    A ideia dosautores do livro é a de que é possível alinhar Currículo, Avaliação e Ensino, por Meio da Prática do Planejamento Reverso.
  • 8.
    Compreensão por Design:bases  Pensar a partir do fim: O foco está no que os alunos devem ser capazes de responder ou fazer ao final de uma unidade de ensino. A ideia é começar pelo “fim”, ou seja, pelos objetivos/expectativas de aprendizagem.  Questões essenciais: Os professores devem formular uma pergunta principal, que resume o que os alunos precisam entender profundamente.
  • 9.
    Compreensão por Design Trêspassos: o UbD envolve: 1. Definir os objetivos de aprendizagem de forma clara. 2. Criar avaliações que realmente mostrem se os alunos compreenderam o objeto do conhecimento. 3. Planejar atividades que engajem os alunos, permitindo que eles sejam protagonistas do seu aprendizado.
  • 10.
    Compreensão: o objetivocentral Compreensão como Construção Mental:  A compreensão vai além de memorizar ou repetir. Ela envolve dar significado aos fatos. Desafios na Avaliação da Compreensão:  Não é suficiente saber como fazer algo; é preciso saber por que está fazendo.  A compreensão verdadeira é demonstrada quando o aluno pode aplicar o que aprendeu em diferentes situações – isso é chamado de transferência.
  • 11.
    Como avaliar acompreensão?  Avaliações que envolvem apenas a execução correta de uma tarefa não garantem compreensão profunda.  Deve-se buscar evidências em diferentes formas de trabalho dos alunos, como discussões e entrevistas, que podem revelar se eles realmente entenderam ou têm mal-entendidos. O papel da transferência:  Avaliar se os alunos podem usar o conhecimento e as habilidades adquiridas em novos contextos é essencial para garantir que houve compreensão.
  • 12.
    As seis facetasda compreensão 1. Explicação Os alunos devem ser capazes de explicar as questões e desenvolver suas próprias respostas. O foco está em sustentar suas ideias com raciocínios claros e coerentes. 2. Interpretação Envolve o uso de histórias, metáforas ou analogias para dissecar e compreender o significado. Os alunos devem ser capazes de interpretar conteúdos e conectar com suas próprias vivências.
  • 13.
    3. Aplicação A compreensãoé demonstrada quando os alunos conseguem aplicar o conhecimento adquirido em situações práticas e novas. A ênfase está no uso funcional do que foi aprendido. 4. Perspectiva Exige que os alunos sejam capazes de entender diferentes pontos de vista. Inclui a confrontação de ideias alternativas, ajudando a ampliar a compreensão e evitar pensamentos limitados.
  • 14.
    5. Empatia Refere-se àhabilidade de compreender as emoções e pontos de vista de outras pessoas. O aluno deve ser capaz de “calçar os sapatos” de outra pessoa, compreendendo suas emoções e perspectivas. 6. Autoconhecimento Pede que os alunos desenvolvam uma compreensão de suas próprias falhas e limitações. Incentiva o desenvolvimento de uma consciência crítica sobre si mesmos e suas ações.
  • 15.
    1. Quais dessasfacetas são mais evidentes no seu contexto de ensino? 2. Como podemos criar atividades que promovam a prática de cada uma dessas facetas em sala de aula? Para refletirmos MÃO NA MASSA
  • 16.
    ’ Perguntas essenciais: portaspara a compreensão As perguntas essenciais orientam o planejamento, focando no aprendizado profundo e intencional. Evitam a simples cobertura de conteúdo e promovem uma pesquisa intencional e significativa. Ajudam a organizar a aula e permitem que os alunos encontrem um significado personalizado no que estão aprendendo.
  • 17.
    ’ Perguntas para oProfessor Essas perguntas guiam o planejamento pedagógico e a reflexão docente: 1. O que você quer que os estudantes aprendam?  Qual é o resultado esperado ao final da unidade? 2. Como você vai saber que eles aprenderam?  Quais evidências você usará para avaliar a compreensão? 3. Como você vai ajudá-los a aprender?  Que estratégias e atividades você vai implementar para garantir o aprendizado? 4. O que é fundamental que os alunos sejam capazes de fazer e entender?  Quais habilidades e conhecimentos são essenciais?
  • 18.
    Perguntas para osalunos Essas perguntas incentivam a reflexão e o protagonismo dos alunos no processo de aprendizagem: 1. O que você está fazendo?  Ajuda os alunos a refletirem sobre suas ações e seu foco de aprendizado. 2. Por que você está sendo solicitado a fazer isso?  Incentiva a compreensão do propósito por trás das atividades. 3. O que pode te ajudar a melhorar?  Promove a autoavaliação e o desenvolvimento contínuo. 4. Como isso se relaciona com o que você fez anteriormente?  Conecta o aprendizado atual ao que foi aprendido antes, promovendo continuidade. 5. Como você pode mostrar que aprendeu isso?  Incentiva os alunos a demonstrar a compreensão de maneira prática e tangível.
  • 19.
    O planejamento reversoou design reverso Ideia principal  Iniciar o planejamento definindo os resultados de aprendizagem desejados, ao invés de começar pelas atividades ou conteúdo. Etapas do Planejamento Reverso Definir os resultados de aprendizagem: O que os alunos precisam aprender e compreender ao final da unidade? Planejar as avaliações: Como será possível medir se os alunos atingiram esses resultados? Desenvolver as atividades de ensino: Quais experiências de aprendizagem ajudarão os alunos a alcançar os objetivos estabelecidos?
  • 20.
    Matriz SAEB MATRIZ DE REFERÊNCIASAEB O que são os descritores da matriz do SAEB?  Os descritores são indicadores claros das habilidades que os alunos precisam dominar em cada área do conhecimento.  Eles são usados para orientar as avaliações e garantir que os alunos estejam sendo avaliados em competências essenciais. Para que servem?  Servem como ferramentas de planejamento tanto para o ensino quanto para a avaliação, ajudando a direcionar o foco das aulas para as habilidades prioritárias.  São a base para a formulação de provas padronizadas, como o SAEB, garantindo que as questões avaliem compreensões e habilidades concretas.
  • 21.
    Reconhecer Analisar AvaliarProduzir Leitura Análise Linguística semiótica Produção De texto Eixo do Conheci mento Conhecimentos escolares que são solicitados ou mobilizados diante de uma demanda cognitiva. Esse Eixo engloba e categoriza os objetos de conhecimento e temáticas que são foco do componente Língua Portuguesa na BNCC. Matriz Saeb Língua Portuguesa
  • 22.
  • 23.
    ’ O que osindicadores avaliativos nos respondem? Quais diretrizes e ações devem ser revistos? MÃO NA MASSA Análise e produção pedagógica dos resultados Elabore um Mapa Mental
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    Matriz SAEB PLANO DE INTERVENÇÃO Avaliação de Entrada 2O24  4º e 5º anos  8º e 9º anos  2ª e 3ª séries  Destaque nos descritoresprioritários  Prepara Pará
  • 27.
    Considerações adicionais Plano deação com páginas para apoiar as habilidades defasadas Foco de desenvolvimento Descritor avaliado e sua posição na avaliação
  • 28.
  • 29.
    MÃO NA MASSA Produçãode intervenções pedagógicas a partir dos resultados da Avaliação Diagnóstica
  • 30.