Edivaldo Domingues Velini
Faculdade de Ciências Agronômicas / Unesp -Botucatu
Departamento de Produção e Melhoramento Vegetal
Professor Titular
Desafios para a inovação no Brasil:
A agricultura como exemplo de sucesso.
Ênfase dos currículos: Eficiência na Produção ou Prestação de Serviços
Conhecimentos menos trabalhados nas Universidades:
• Gestão da Inovação (Qualidade é o principal objetivo)
• Gestão da Qualidade (Sustentabilidade é o principal atributo)
• Sustentabilidade
• Logística
• Legislação (Atender regulamentos: 70% do custo da inovação)
• Responsabilidade Social
Habilidades / Atitudes:
• Empreendedorismo (Empresa, Fundação / Instituto ou Organização Social)
• Comunicação →
• Liderança (diferentes tipos de instituições)
• Networking
• Gestão de projetos
• Ecologia Humana
Competitividade / Efetividade de Instituições e Profissionais
Dinâmica ➔ Eficiência ➔ Segurança de Defensivos agrícolas
Dinâmica ➔ Eficiência ➔ Segurança de Defensivos agrícolas
Caracterização ➔ Diagnóstico ➔ Decisão ➔ Manejo
1 a 20ppb
~0,5 a 10g/ha
1ppb = 1mm/1.000km
Risco x Perigo
Análise de OGMs vs
Análise de Agrotóxicos
Relação Causa e Efeito
0,1 a 5ppb
~0,05 a 2,5g/ha
0,01 a 2ppb
~0,005 a 1g/ha
0,01 a 1ppb
~0,005 a 0,5g/ha
Agricutura = Agricultura + Pecuária + Produção Florestal
~1/4 do PIB
~1/3 dos empregos
É grande geradora de superávit comercial: US$726 Bilhões de 2008 a 2017
Demais setores em conjunto: US$-474 Bilhões de 2008 a 2017
O que produzimos: Alimentos, Fibras, Bioenergia, Conhecimento, Cultura, Estabilidade
Econômica e Social, empoderamento geopolítico...
66% de nossa vegetação natural está preservada e sem subsídios
Balanço Energético Nacional (BEN 2016)
Energias renováveis: Brasil - 43,5%; Mundo – 13,5%; OCDE – 9,4%
Cana-de-açúcar: 17,5%
Lenha e Carvão Vegetal: 8,0%
Soja (Biodiesel): 1,07%
Total de biomassas: 26,57%
Hidráulica: 12,6%
Petróleo: 36,5%
• De 2018 a 2050 o consumo mundial de alimentos aumentará em ~60%.
• Muitas das comodities agrícolas são utilizadas simultaneamente para a produção de alimentos,
fibras, bioenergia e serviços ecossistêmicos .
• Possivelmente, a produção das principais comodities agrícolas precisará aumentar muito mais
do que 60% entre 2018 e 2050.
• A área cultivada aumentará em apenas 2% de 2018 a 2050.
• O aumento de produção precisa ser sustentável e depende do aumento de produtividade.
• A sustentabilidade e o aumento de produtividade dependem de ciência, tecnologia e Inovação
Demanda por Alimentos
Fonte: FAO / Global Agriculture Towards 2050
População mundial / World total population
Fonte: ONU / Population Division
Ano População Total Idade Média
Year Total Population Average Age
2 018 7 648 504 32,4
2 050 9 708 595 37,9
Aumento 2 060 092 5,5
Increase
http://www.fao.org/worldfoodsituation/csdb/en//
FAO Cereal Supply and Demand Brief
• O estoque de cereais é suficiente para 111 dias de consumo.
http://www.fao.org/worldfoodsituation/wfs-home/foodpricesindex/en/
FAO Food Price Index
• Although Brazil is a major producer and exporter of food, domestic
prices have been rising steadily, following the trend of international
prices.
Disponibilidade de áreas
Land availability
Fonte: FAO / Global Agriculture Towards 2050
• The total cultivated area will increase only 2% from 2018 to 2050
• The most of the increase will take place in Brazil
• Crop yield will have to increase more than 68% from 2012 to 2050 and more than
60% from 2018 to 2050
Number of farms and land use in Brazil
Activity Number of farms Total area - há
Annual or perennial crops 2 670 302 108 965 107
Grasslands 2 277 211 204 442 681
Forests 200 993 15 176 681
Native forests 126 649 6 158 285
Cultivated forests 74 344 9 018 396
Total 5 175 489 329 941 393
Censo Agropecuário 2005 - 2006
Brazil is one of few countries that possesses technologies for crop and
livestock production and large areas of land that can be used to increase
production without the need for deforestation.
Brazil already has the best technology array for agricultural and livestock
production in tropical regions.
Arranjos de inovações disruptivas e inovações incrementais e extensão tecnológica na agricultura
brasileira
• Proteção do solo: Plantio direto; Cultivo mínimo; Cana sem queima da palha.
• Ajuste às condições climáticas / Previsão do tempo / segunda safra.
• Agricultura digital.
• Racionalização do uso de água, fertilizantes e defensivos agrícolas.
• Cadeias de produção de alimentos (animais e vegetais), fibras e bioenergia.
• Vários modelos de integração.
• Propagação vegetativa (cana, banana e eucalipto).
• Melhoramento animal e vegetal.
• Biotecnologia: 83% das tecnologias fundamentadas em OGMs aprovadas.
• Controle biológico e manejo integrado.
• Fixação simbiótica de Nitrogênio.
• Colhedoras (Ex.: café e cana)
Major vegetal and animal products exported in 2016 and 2017
O superávit do agronegócio é fundamental para a estabilidade econômica brasileira
The agribusiness trade surplus is fundamental for the Brazilian economic stability
Fonte / Source: SECEX/MDIC
Produtos de Origem Vegetal US$ FOB - Milhões US$ FOB - Milhões
2016 2017
Complexo Soja 25.464 31.795
Complexo Cana 11.433 12.326
Florestas e seus produtos 9.411 10.666
Complexo Café 5.472 5.273
Complexo Milho 3.682 4.594
Complexo Tabaco 2.123 2.092
Complexo Laranja 1.926 1.955
Complexo Algodão 1.405 1.503
Frutas e Hortaliças 882 991
Compexo Cacau 390 364
Arroz em grãos 252 245
Sucos em geral exceto Laranja 300 316
Produtos de Origem Animal US$ FOB - Milhões US$ FOB - Milhões
2016 2017
Frangos - Carnes e derivados 6.360 6.810
Bovinos - Carnes e derivados 5.130 5.841
Suínos - Carnes e derivados 1.349 1.465
Outras carnes** 1.622 1.720
Mel 92 121
Leite e derivados 127 64
** inclui peru, pato, peixe, camarões, lagostas e equinos
• Lidar com a comunicação, imagem e vigilância
• Disponibilidade de água e aquecimento global
• Produção em áreas marginais
• Fertilizantes
• Resistência
• Sustentabilidade (em diferentes escalas)
• Redução de deriva / volatilização / lixiviação / contaminações
• Preservação ambiental
• A sustentabilidade e o aumento de produtividade dependem de ciência, tecnologia e Inovação
• Soluções adaptadas a cada sistema de produção
Agricultura: Desafios
http://www.waterfootprint.org/?page=files/productgallery/
Food and Water Demand
• Several countries are saving their own water by importing Brazilian agricultural commodities.
• Brazil “exported” 227.993 cubic meters of water in 2012.
• This volume would be enough to supply 3.12 billion people with 200L/day for one year.
Some Brazilian Exports in 2012
Water footprint components - %
Product Mt in 2012 m³/t Mm³ in 2012 Green Blue Grey
Soybean 44,4 2145 95238 95 3 2
Corn 9,46 1220 11541 77 7 16
coffee 1,69 18900 31941 96 1 3
Sugarcane ethanol 3,05 2107 6426 66 27 6
Sugarcane sugar 24,3 1782 43303 66 27 6
Beef 1,24 15400 19096 94 4 3
Chicken meat 3,92 4330 16974 82 7 11
Pig meat 0,58 5990 3474 82 8 10
Total 227993 87 9 5
This ammount of water is enough to suply 3,12 bilion people for one year with 200L/day
Eficiência, Eficácia e Efetividade
Eficiência: Desempenhar bem as tarefas e usar racionalmente os meios
Eficácia: Eficiência + capacidade de alcançar os objetivos
Efetividade: Eficiência + Eficácia + Legitimidade
Ações Eficazes + Objetivos Legítimos
A comunicação eficaz ➔ objetivos legítimos
Informação: Unidirecional ➔ Comunicação: bidirecional➔
Exemplo de conflitos apenas aparentes: produção de alimentos e de bioenergia; ciência básica e ciência
aplicada; aumento da produção e preservação ambiental; antagonismo entre biotecnologia e
melhoramento convencional de plantas
Criação / Inovação
Informação
Articulação
Conhecimento, sabedoria
Imaginação / efetividade / diálogo
Criação / Inovação
Tipos de inovação:
▪ De produto
▪ De processo
▪ Organizacional
▪ Informação / Comunicação / Marketing
⚫ Evolução: aprender ➔ aprender a aprender ➔ desaprender para aprender
Eucalyptus grandis
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
200
220
0 1 10 100 1000
glyphosate rates (g / ha)
%
of
the
check
Root Weights
Leaf Weights
Stem Weights
Total Weights
Leaf Area
Velini et al (2008)
Calabrese & Baldwin (2003)
Hormesis ou efeito hormético
Calabrese e vários outros autores encontraram
mais de 9000 exemplos envolvendo
agrotóxicos, medicamentos e tratamentos com
radiação.
Curvas de
dose x resposta
Brain P and Cousens R. An equation to describe dose responses where there is stimulation of growth at
low doses. Weed Research 29:93–96 (1989).
DATA MODELING
Plant height (cm) Number of flower-heads / plant
Gomes (2014)
Conyza sumatrensis (Biotypes 1, 3 and 4 – Resistant to glyphosate)
Conyza bonariensis (Biotype 2 – Susceptible to glyphosate)
Biotype 4
Inovação
• A capacidade de inovar e a gestão da qualidade assumem papel central na
definição do sucesso ou insucesso de empresas, instituições ou nações.
• Inovar é gerar, produzir e explorar, economicamente e com sucesso, novas ideias e
conceitos.
• A inovação é demandada em todas as áreas do conhecimento e ramos de atividade.
• A inovação não pode se limitar à inovação tecnológica.
• Um dos maiores desafios para o mundo e, principalmente, para o Brasil, é a
produção de inovações sociais e inovações organizacionais nacionais ou globais.
• Qualidade e sustentabilidade vêm se tornando os principais objetivos.
Inovação
• Mais relevante a cada dia.
• Processo efetivo de inovação: aumenta competitividade.
• Fundamenta-se na efetividade: Objetivos legítimos e ações efetivas.
• O progresso está atrelado ao desenvolvimento e uso das inovações.
• Ao nível de nação, avaliar inovações, aprovar o que é seguro e evitar o que é inseguro é tão relevante
quanto desenvolver inovações.
• Sustentabilidade e qualidade vêm se tornando os principais objetivos da inovação.
• De modo coerente, a sustentabilidade é um atributo de qualidade com valorização crescente pelos
consumidores.
• Identificar o que é necessário (ou o que pode vir a ser necessário) é tão importante quanto a
capacidade de desenvolver tecnicamente a inovação.
• Não há inovação sem recursos humanos qualificados e liderança / Ambientes de inovação.
- Diagnóstico
- Prescrição
- Realização
- Avaliação e ajuste
Inovações Disruptivas ou Radicais:
• Fundamentadas nas tecnologias convergentes: Bits, Átomos, Neurônios e Genes – BANG.
• TIMPS – Tecnologias Inovadoras de Melhoramento de Precisão: RNAi / Edição Genômica / CRISPr.
• Nanotecnologia.
• Novos materiais, fármacos e defensivos agrícolas. Depende da química de síntese.
• Descoberta e caracterização de sítios de ação.
• Inteligência Artificial / Singularidade Tecnológica.
• GPS / Satélites / Sistemas Sensores / Agricultura Digital.
Inovações Disruptivas ou Radicais:
• São progressivamente mais complexas demandando equipes ou redes de inovação.
• Os custos de desregulamentação e gestão de propriedade intelectual em escala global crescem
exponencialmente. O acesso é altamente influenciado pela efetividade dos sistemas regulatórios.
• O tempo de utilização pode ser estendido por inovações incrementais.
• Vêm predominantemente do exterior.
• Podem promover grande vantagem competitiva para países ágeis na sua avaliação e disponibilização,
se consideradas seguras e eficazes.
• Necessidade crescente de convergência regulatória a partir da convergência técnica e científica.
• Os primeiros passos para a convergência regulatória já estão sendo dados. Exemplo: a substituição
das análises de periculosidade por análises de risco.
Emerging technologies
Tecnologias Convergentes / Emergentes
▪ Átomos
▪ Genes
▪ Neurônios
▪ Bits
▪ Nanotechnology
▪ Biotechnology
▪ Cognitive science
▪ Information technology
Interfaces: Nanotecnologia e Biotecnologia, TIMPS – Tecnologias Inovadoras de Melhoramento de Precisão (RN16 –
CTNBio), Bioinformática, DNA Bar codes, Psicologia Molecular (Epigenética e Comportamento), Bioengenharia, Terapia
Genética, Medicina Regenerativa, Controle Genético de pragas (pests), Inteligência Artificial, Agricultura Digital, Big Data,
Sistemas Sensores (em diferentes escalas e usos),...
- Diagnóstico
- Prescrição
- Realização
- Avaliação e ajuste
Inovações Incrementais:
• Conhecimento e otimização de processos e sistemas.
• Menos exigentes em termos de qualificação de recursos humanos.
• Ajuste local e reorganização do conhecimento existente.
• São mais simples e permitem a capitalização e treinamento necessários para
promover inovações radicais.
• Foco em sustentabilidade.
• Podem ser geradas localmente, com acesso menos dependente da efetividade
dos sistemas regulatórios.
• Otimizam e prolongam o uso de inovações disruptivas.
• Dependem das inovações disruptivas e não as substituem.
Lei 13.243/2016: Marco Legal de Ciência, Tecnologia e
Inovação
Alterações produzidas:
Lei no 10.973/04 – Lei de Inovação federal;
Lei no 6.815/80 - Situação jurídica do estrangeiro no Brasil;
Lei no 8.666/93 – Lei de Licitações;
Lei no 12.462/11 – Regime Diferenciado de Contratações Públicas - RDC
Lei no 8.745/93 - Contratação por tempo determinado
Lei no 8.958/94 – Relacionamento entre as instituições federais de ensino superior e de pesquisa
científica e tecnológica e as fundações de apoio
Lei no 8.010/90 - Importações de bens destinados à pesquisa científica e tecnológica
Lei no 8.032/90 - Dispõe sobre a isenção ou redução de impostos de importação
Lei no 12.772/12 – Regime de Trabalho do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal.
Dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à
capacitação científica e tecnológica e à inovação
Artigo 2º - XII - extensão tecnológica: atividade que auxilia no desenvolvimento, no aperfeiçoamento e na
difusão de soluções tecnológicas e na sua disponibilização à sociedade e ao mercado;
Inovação disruptiva, inovação incremental ou extensão
tecnológica: Qual a mais relevante?
• As três devem ser articuladas.
• Exemplos: Biotecnologias (inovação disruptiva) precisam ser integradas a germoplasmas
melhorados convencionalmente (inovação incremental).
• Um novo defensivo agrícola ou um fármaco é uma inovação disruptiva. A otimização do
seu uso em condições tropicais é uma inovação incremental.
• A busca de novos usos é inovação incremental. Exemplo: Aspirina.
• Associações de ingredientes ativos e ajustes de doses são inovações incrementais. Ex.:
combinação de ingredientes ativos no combate à AIDS.
Arranjos de inovações disruptivas e inovações incrementais e extensão tecnológica na agricultura
brasileira
• Proteção do solo: Plantio direto; Cultivo mínimo; Cana sem queima da palha.
• Ajuste às condições climáticas / Previsão do tempo / segunda safra.
• Agricultura digital.
• Racionalização do uso de água, fertilizantes e defensivos agrícolas.
• Cadeias de produção de alimentos (animais e vegetais), fibras e bioenergia.
• Vários modelos de integração.
• Propagação vegetativa (cana, banana e eucalipto).
• Melhoramento animal e vegetal.
• Biotecnologia: 83% das tecnologias fundamentadas em OGMs aprovadas.
• Controle biológico e manejo integrado.
• Fixação simbiótica de Nitrogênio.
• Colhedoras (Ex.: café e cana)
Articulação
Diálogo em vários
idiomas
Problemas
Demandas
Mercados
Recursos
Tecnologias
convergentes
Idiomas científicos
Idiomas comerciais / marketing / gestão
Idiomas legais ou normativos
Leis e Normas
Público / Privado / Terceiro Setor
Teoria e prática
Tecnologias convergentes
Massa Crítica
Exemplo: esfera de plutónio rodeada por blocos
refletores de carbeto de tungsténio.
Massa Crítica
Quantidade de um material fissionável necessária para manter
uma reação nuclear em cadeia autossustentada
Gastos Totais com P&D – Unesco (2013) : 1,477 (US$ trilhões em PPC)
http://stats.oecd.org/Index.aspx?DataSetCode=PERS_OCCUP#
Total Mundial (Unesco, 2013): 7.758.900
Total dos países citados: 6.221.184 (80,18%)
http://stats.oecd.org/Index.aspx?DataSetCode=PERS_OCCUP#
Total Mundial (Unesco, 2013): 108,33
Média dos países citados: 220,62
http://stats.oecd.org/Index.aspx?DataSetCode=PERS_OCCUP#
http://www.mctic.gov.br/mctic/opencms/indicadores/detalhe/Recursos_Humanos/RH_3.1.6.html
Agrárias: aproximadamente 10%
Qual o tamanho e o papel do Estado Brasileiro
Balanço do Setor Público Nacional – 2016 e 2017
Em 2015, 3.170 municípios (56,9% do total) tiveram como a principal atividade econômica a administração, defesa, educação e saúde
públicas e seguridade social. Excluindo o serviço público, em 3.129 municípios (56,2% do total) a Agropecuária foi a principal
atividade econômica. (https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/pt/2013-agencia-de-noticias/releases/18785-pib-dos-municipios-2015-capitais-perdem-participacao-no-pib-do-pais.html)
As ações e gastos públicos são:
Eficientes?
Eficazes?
Efetivos?
E os outros papéis do Estado?
Inovação Organizacional
Integração Público / Privada
Números de Engenheiros:
Brasil: Total de 600.000 sendo mais de 50% de Engenheiros civis
Formação anual:
Brasil: 40.000 Rússia: 190.000 Índia: 220.000 China: 650.000
Proporção:
EUA e Japão: 25 para cada 1.000 trabalhadores
Brasil: 6 para cada 1.000 trabalhadores
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=15360&sid=1206
Profissionais Plenos da Modalidade Agronomia: 106.720
Engenheiros Agrônomos: 88.482
Engenheiros Florestais: 12.982
Engenheiros Agrícolas: 2.873
Engenheiros de Pesca: 1.656
Meteorologista: 593
Engenheiros de Aquicultura: 134
Veterinários: 117.000
Zootecnistas: 14.000
Total das três áreas: ~ 238.000 profissionais
5.600.000 de propriedades que são empresas agrícolas
Cooperativas: 6.600 em 2016
Agropecuárias: 1.597; 180 mil cooperados; 48% da produção as envolve. Fonte: MAPA (2016)
Arranjos de inovações disruptivas e inovações incrementais e extensão tecnológica na agricultura
brasileira
• Proteção do solo: Plantio direto; Cultivo mínimo; Cana sem queima da palha.
• Ajuste às condições climáticas / Previsão do tempo / segunda safra.
• Agricultura digital.
• Racionalização do uso de água, fertilizantes e defensivos agrícolas.
• Cadeias de produção de alimentos (animais e vegetais), fibras e bioenergia.
• Vários modelos de integração.
• Propagação vegetativa (cana, banana e eucalipto).
• Melhoramento animal e vegetal.
• Biotecnologia: 83% das tecnologias fundamentadas em OGMs aprovadas.
• Controle biológico e manejo integrado.
• Fixação simbiótica de Nitrogênio.
• Colhedoras (Ex.: café e cana)
Criação / Inovação
Informação
Articulação
Conhecimento, sabedoria
Imaginação / efetividade / diálogo
Criação / Inovação
Tipos de inovação:
▪ De produto
▪ De processo
▪ Organizacional
▪ Informação / Comunicação / Marketing
⚫ Evolução: aprender ➔ aprender a aprender ➔ desaprender para aprender
Ética e Inovação
• A produção de novas tecnologias torna-se mais rápida a cada dia e,
por outro lado, a avaliação da utilidade e segurança das mesmas se
torna mais complexa, onerosa e extensa no tempo.
• Para se decidir sobre a utilidade e segurança de novas tecnologias, as
informações não podem mais ser tratadas individualmente, sendo
necessário construir redes de informações interligadas, redundantes,
abrangentes, multidisciplinares e, sobretudo, confiáveis.
Ética e Inovação
• Evitar o que é inseguro.
• Dar acesso ao que é seguro.
• Decidir com rapidez e correção.
• Decisão caso a caso e à luz do conhecimento técnico e científico são
bons critérios.
• Monitorar e possibilidade de rever decisões ajuda a construir
sistemas decisórios mais rápidos e seguros.
• Invenção do telescópio (1600 – 1610). Em 1609 a partir das suas observações ao telescópio,
Galileu inventou a ciência. Ou melhor, a validação empírica, que é a base da ciência
contemporânea.
• Galileu: “Não se deixem enganar pela autoridade de alguém. Façam os experimentos, confirmem
os fatos. Pensem! Não obedeçam cegamente ao que outros dizem só por terem a fama de sábios”.
A lei 11.105/2005 tornou o marco regulatório previsível e funcional
contribuindo para um ambiente juridicamente seguro, o que resultou em
maiores investimentos e inovação em biotecnologia.
Brazilian regulatory framework on biotechnology and biosafety
Laws
11.105/2005
11.460/2007
Decrees
5.591/2005
6.925/2009
Ordinances
CTNBio: 146 e 373
MAPA: Plantio de
Algodão
CNBS
Normative
Resolutions
CTNBio
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
Normative
Resolutions
CNBS
1
2
3
4
Communication
CTNBio
1
2
3
4
5
6
7
Normative
Instructions
CTNBio
2
4
8
9
13
17
18
19
Últimas Resoluções CTNBio
• RN16: Normatiza processo de consulta sobre TIMPS –
Tecnologias Inovadoras de Melhoramento de Precisão
• RN18: Normatiza a classificação de riscos de OGMs e atividades
em contenção
• RN20: Altera a redação do parágrafo 4º da RN 05 que trata de
eventos combinados
• RN21: Normatiza as atividades experimentais e comerciais com
microrganismos geneticamente modificados
FAO (2019): FAOSTATbeta - http://www.fao.org/faostat/en/#data/QC (2019)
Eficiência no uso da terra
0
200
400
600
800
1000
1200
0
20
40
60
80
100
120
2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018
Produção
(milhõs
de
toneladas)
Área
Plantada
(milhões
de
ha)
Anos
milhões de hectares milhões de toneladas
A partir de 2006, a grande evolução do superávit comercial agrícola é acompanhada do colapso da balança comercial dos demais setores até 2014.
A partir de 2014 os demais setores se tornam menos deficitários em decorrência da desvalorização do Real.
O superávit da agricultura tem sido fundamental para a estabilidade brasileira.
Fonte / Source: SECEX/MDIC
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Ingrediente Ativo Ingrediente Ativo Unidades de EIQ.ha Unidades de EIQ.ha
Tipo de Evento Diferença em Mkg Diferença em % Variação em Milhões Variação em porcentagem
Soja Tolerante a Herbicidas 15,3 0,5 -8.112 -13,9
Soja Tolerante a Herbicidas e
Resistente a Insetos -3,6 -1,4 -348 -4,3
Milho Tolerante a Herbicidas -226,0 -8,4 -7.315 -12,7
Milho Resistente a Insetos -87,1 -53,3 -3.891 -57,7
Algodão Tolerante a Herbicidas -25,1 -7,6 -629 -10,2
Algodão Resistentes a Insetos -268,7 -29,1 -11.949 -31,5
Total -595,2 -32.244
Média -16,6 -21,7
BROOKES, G.; BARFOOT, P. GM crops: global socio-economic and environmental impacts
1996-2015. Dorchester: PG Economics, 2017. 201 p.
Impacto do uso de diferentes classes de OGMs no consumo de agrotóxicos e
no produto das unidades de EIQ pelo número de hectares cultivados no
período de 1996 a 2015.
EIQ: Consumo versus Risco
⚫ Valor da prestação mensal pode ser mais decisivo para a compra do que o preço total
⚫ Garantia em veículos: a extensão do período aumenta o número de revisões em agências
da marca
⚫ Impressora barata e cartucho caro
⚫ Preço âncora: Máquinas de fazer pão de 279 e 479 dólares. Explicação construída em 1974 pelos psicólogos Amos Tversky e Daniel Kahneman (acabou
recebendo o Prémio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel, designado por vezes como o Prémio Nobel da Economia).
Tipos de inovação:
▪ De produto
▪ De processo
▪ Organizacional
▪ Informação / Comunicação / Marketing
https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/03/23/rastros-digitais-tudo-que-voce-faz-na-internet-pode-ser-usado-contra-voce.htm
2012: Michal Kosinski (Universidade Stanford) demonstrou um modelo no qual:
A.70 curtidas no Facebook permitem conhecer alguém mais do que seus amigos;
B.150 curtidas no Facebook são suficientes para conhecer alguém mais do que seus pais;
C. 300 curtidas no Facebook eram suficientes para conhecer alguém mais do que o seu cônjuge;
D.Acima disso, é possível conhecer mais a pessoa do que ela própria.
Tipos de inovação:
▪ De produto
▪ De processo
▪ Organizacional
▪ Informação / Comunicação / Marketing
Qual a forma correta de comparar o uso de
agrotóxicos?
Por valor total?
Por quantidade total?
Faz sentido comparar quantidades totais de
agrotóxicos (em valor ou toneladas) utilizadas no
Brasil e Japão, por exemplo?
Em outras áreas do conhecimento, questões similares já foram solucionadas.
Exemplos:
Número de crimes, acidentes e incidência de enfermidades passaram a ser expressos por
1.000 ou 100.000 habitantes.
Para comparar a renda e desenvolvimento de países, cidades ou estados é preciso
considerar o PIB total e, também, o PIB per capita.
O próprio conceito de produtividade agrícola (t/ha) é indispensável para comparar a
eficiência agrícola de países, regiões produtoras, culturas ou sistemas de produção.
Do mesmo modo, os custos da produção agrícola só podem ser comparados se expressos
por unidade de área (ha) ou unidade de produção (t).
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Os defensivos agrícolas são commodities internacionais e o valor do consumo (em US$) tem alta
correlação e é indicador da quantidade consumida (em t)
Qual é melhor forma de comparar o uso de defensivos agrícolas?
Phillips McDougall (2018): Industry Overview – 2017 Market
2013: O Brasil ocupava
a mesma posição
Uso total 2013:
10013 (US$ - milhões)
-12,5%
8763
8191
5999
3140
2708
2375
1845 1828 1748
1209
956 951 916 742 670 611 610 533 506 502
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
8000
9000
10000
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Uso total de defensivos agrícolas em 2017 (US$ - milhões)
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Brasil
china
EUA
França
India
y = 0,9874x
R² = 0,9568
0
2000
4000
6000
8000
10000
12000
0 2000 4000 6000 8000 10000 12000
US$
-
milhões(2017)
US$ - milhões (2013)
Phillips McDougall (2018): Industry
Overview – 2017 Market
O uso vem aumentando?
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Uso de defensivos agrícolas expresso por área cultivada
455,0
238,5
210,0
175,2 174,0
152,4
111,2
79,9
71,8
60,7 60,0
48,6 45,0 37,7 37,6 32,1
24,1 19,3 15,3 13,3
0,0
50,0
100,0
150,0
200,0
250,0
300,0
350,0
400,0
450,0
500,0
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Uso de defensivos agrícolas em 2017 (US$/ha)
Phillips McDougall (2018): Industry Overview – 2017 Market
FAO (2018): FAOSTATbeta - http://faostat.fao.org/beta/en/#data/QC
2013: O Brasil
ocupava a mesma
posição
Uso por área 2013:
138,6 US$/há
-19,7%
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Uso de defensivos agrícolas expresso por tonelada
de produtos agrícolas
Phillips McDougall (2018): Industry Overview – 2017 Market
FAO (2018): FAOSTATbeta - http://faostat.fao.org/beta/en/#data/QC
2013: O Brasil
ocupava a mesma
posição
Uso por área 2013:
9,6 US$/t
-15,6%
95,4
47,0
22,6
18,4 18,0 17,8
15,1 14,6
11,3 10,2 9,1 8,8 8,1
5,3 4,8 3,9 3,7 3,3 2,7 2,4
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
90,0
100,0
110,0
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Uso de defensivos agrícolas em 2017 (US$/t de Produtos Agrícolas)
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
UK
França
Alemanha
Coreia
Brazil
Itália
Japão
0
2
4
6
8
10
12
14
16
0 100 200 300 400 500
Produtividade
Média
em
2017
(t/ha)
-
Apenas
Agricultura
Consumo de Defensivos agrícolas (US$/ha)
Média de Produtividade (t/ha) em função do uso de
defensivos agrícolas (US$/ha) - 2017
Fontes: Phillips McDougall (2018):
Industry Overview – 2017 Market
FAO (2018): FAOSTATbeta -
http://faostat.fao.org/beta/en/#d
ata/QC
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Evaluation of the Changes in Pesticide Risk – Executive
Summary
http://www.omafra.gov.on.ca/english/crops/facts/pesticide-use-
exec.htm
New York State Integrated Pest Management Program.
EIQ Calculator.
http://www.nysipm.cornell.edu/EIQCalc/input.php?cat=0
A Method to Measure the Environmental Impact of
Pesticides
http://www.nysipm.cornell.edu/publications/eiq/equation.asp#table2
http://www.nysipm.cornell.edu/publications/eiq/files/EIQ_values_201
2entire.pdf
Kovach, J., C. Petzoldt. J. Degni, and J. Tette. 1992. A
method to measure the environmental impact of
pesticides. N.Y. Food Life Sci. Bull. 139.
FAO, 2008. IPM Impact Assessment Series. Guidance
Document No 2: Guidance on the Use of
Environmental Impact Quotient in IPM Impact
Assessment.
FAO (2008): Guidance Document No 2: Guidance on the Use of
Environmental Impact Quotient in IPM Impact Assessment.
Uso do EIQ para estimar o risco do uso de Agrotóxicos – Literatura
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Uso do EIQ para estimar o risco do uso de Agrotóxicos – Literatura
FAO (2008): Guidance Document No 2: Guidance on the Use of
Environmental Impact Quotient in IPM Impact Assessment.
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
glyphosate
FIGURE 2. Annual loss of GM HT environmental
benefits as measured by EIQ indicator, if glypho- sate
use no longer allowed: by country: total 1.13 billion
EIQ/ha field units. Source: Derived from Brookes G
and Barfoot P
Impacto de 1.13 billion de unidades de EIQ/ha
(aumento de 12,4%)
+762.000 ha adicionais
+ emissão de CO2: 11,77 mi de carros adicionais
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
EIQs Consumidor, Trabalhador, Ambiental, Total: Valor médio para
Soja, Milho, Algodão e Cana-de-Açúcar
0
1
2
3
4
5
2
0
0
0
2
0
0
2
2
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0
4
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0
6
2
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1
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2
0
1
2
2
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1
4
2
0
1
6
EIQ
Trabalhador
EIQ Trabalhador Médio / ha de área aplicada
0
2
4
6
8
10
12
14
2
0
0
0
2
0
0
2
2
0
0
4
2
0
0
6
2
0
0
8
2
0
1
0
2
0
1
2
2
0
1
4
2
0
1
6
EIQ
Ecológico
EIQ Ecológico Médio / ha de área aplicada
0
1
2
3
4
5
6
7
2
0
0
0
2
0
0
2
2
0
0
4
2
0
0
6
2
0
0
8
2
0
1
0
2
0
1
2
2
0
1
4
2
0
1
6
EIQ
Campo
EIQ Campo Médio / ha de área aplicada
0
0,5
1
1,5
2
2,5
2
0
0
0
2
0
0
2
2
0
0
4
2
0
0
6
2
0
0
8
2
0
1
0
2
0
1
2
2
0
1
4
2
0
1
6
EIQ
Consumidor
EIQ Consumidor Médio / ha de área aplicada
Reduções de EIQ Médio por hectare
de área aplicada de 2002 a 2015*:
- Trabalhador: -51,91%
- Consumidor: -36,88%
- Ambiental: -33,72%
- Campo (Total):-37,91
*Combina redução do risco médio
dos produtos e redução da dose
média aplicada por ha.
Os valores de EIQ foram calculados utilizando-se o banco
de dados de consumo de agrotóxico nas culturas da soja,
milho, algodão e cana. Considerou-se todos os ingredientes
ativos utilizados nessas culturas durante os anos de 2002 a
2015
Intoxicações provocados pelo uso agrícola dos agrotóxicos
Fontes: Produção de grãos: IBGE, ABRASCO, MAPA e Mídia; Intoxicações e óbitos: Sinitox – Tabelas 6 e 11.
Óbitos provocados pelo uso agrícola dos agrotóxicos
Fontes: Produção de grãos: IBGE, ABRASCO, MAPA e Mídia; Intoxicações e óbitos: Sinitox – Tabelas 6 e 11.
O que o Brasil tem feito de notável?
Fonte: IBGE
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Avanços tecnológicos – melhor conhecimento e maior
especificidade dos defensivos com os sítios de ação
Foram considerados todos os defensivos agrícolas em uso no
Brasil e o ano de lançamento de cada defensivo agrícola
Fonte Figuras: Mario D. Garcia, Amanda Nouwens, Thierry G. Lonhienne, and Luke W.
Guddat. Comprehensive understanding of acetohydroxyacid synthase inhibition by different
herbicide families. PNAS first published January 30, 2017
https://doi.org/10.1073/pnas.1616142114
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
Avanços tecnológicos – melhor conhecimento e maior
especificidade dos defensivos com os sítios de ação
Foram calculados os EIQs de
todos os defensivos agrícolas
em uso no Brasil e o ano de
lançamento de cada
defensivo agrícola
Slide elaborado por Caio Antonio Carbonari (2019)
-42,9%
-15,2%
-21,1%
-53,5%
0,00
1,00
2,00
3,00
4,00
5,00
6,00
7,00
8,00
9,00
10,00
11,00
12,00
EIQ Campo EIQ Consumidor EIQ Trabalhador EIQ Ecológico
EIQ
por
ha
aplicado
Média (Soja, Cana, Milho e Algodão - 2002 a 2014)
Aguardando Registro (13 de 14 prioridades)
Comparação dos EIQs de produtos comerciais e dos
que estão na lista de prioridades
Foram calculados os EIQs de
13 dos 14 defensivos agrícolas
aguardando registro e
incluídos na lista de
prioridades do MAPA.
Obs: Para um dos defensivos
da lista não foi possível
encontrar na literatura
disponível todas as variáveis
necessários para o cálculo do
EIQ.
▪ Nanotechnology
▪ Biotechnology
▪ Cognitive science
▪ Information technology
Interfaces: Nanotecnologia e Biotecnologia, TIMPS – Tecnologias Inovadoras de Melhoramento de Precisão (RN16 – CTNBio),
Indução de Apomixia, Bioinformática, DNA Bar codes, Psicologia Molecular (Epigenética e Comportamento), Bioengenharia, Terapia
Genética, Medicina Regenerativa, Controle Genético de Plantas Daninhas, Inteligência Artificial, Agricultura Digital, Big Data,
Sistemas Sensores (em diferentes escalas e usos),...
Emerging technologies
Tecnologias Convergentes / Emergentes
▪ Átomos
▪ Genes
▪ Neurônios
▪ Bits
Uma visão simples sobre o
potencial de uso do RNAi
Trait
Target Gene Host Application
Enhanced
nutrient contente
Lyc Tomato Increased concentration of lycopene (carotenoid
antioxidant)
DET1 Tomato Higher flavonoid and b-carotene contents
SBEII Wheat, Sweet potato, Maize Increased levels of amylose for glycemic
management and digestive health
FAD2 Canola, Peanut, Cotton Increased oleic acid content
SAD1 Cotton Increased stearic acid content
ZLKR/SDH Maize Lysine-fortified maize
Reduced alkaloid production CaMXMT1 Coffee Decaffeinated coffee
COR Opium poppy Production of non-narcotic alkaloid, instead of
morphine
CYP82E4 Tobacco Reduced levels of the carcinogen nornicotine in
cured leaves
Heavy metal
accumulation
ACR2 Arabidopsis Arsenic hyperaccumulation for phytoremediation
Reduced polyphenol
production
s-cadinene synthase gene Cotton Lower gossypol levels in cottonseeds, for safe
consumption
Ethylene
sensitivity
LeETR4 Tomato Early ripening tomatoes
ACC oxidase gene Tomato Longer shelf life because of slow ripening
Reduced
allergenicity
Arah2 Peanut Allergen-free peanuts
Lolp1, Lolp2 Ryegrass Hypo-allergenic ryegrass
Reduced production of
lachrymatory factor synthase
lachrymatory factor synthase
gene
Onion "Tearless" onion
http://www.monsanto.com/products/pages/biodirect.as
BioDirect Insect Control: Colorado Potato Beetle – This is a biological topical solution with
broad applications potentially protecting crops from Colorado potato beetle infestations. In
January 2015, this project advanced to Phase II of R&D.
BioDirect Bee Health – Aims to control Varroa mites and multiple viruses to improve health
and colony survival in honey bees. The project is in Phase I of R&D.
BioDirect Virus Control: Tospovirus Control – This would be the first application in the world to
improve plant health by protecting crops, such as tomatoes and peppers, against the tomato
spotted wilt virus. The project is in Phase I of R&D.
BioDirect Weed Control Palmer Amaranth + Waterhemp – This is a product designed to target
glyphosate-resistant weeds and provide a more effective spectrum of control. The project is in
Phase I of R&D. Beyond this, we are looking at using biologicals with other existing herbicides
to create new value through improved weed control.
Using our understanding and expertise of plant and pest genomes, we are exploring ways to
use BioDirect technology to precisely target pests that impact agriculture and
farmers. BioDirect technology is specific for the intended target. Our research has
demonstrated that the application of ribonucleic acids (RNAs) can create very specific results
in plants or pests. The Nobel Prize-winning discovery of RNA interference, or RNAi, is one of
the most important advances in the life sciences field in decades, and it has enormous
potential to help people in areas ranging from medicine to agriculture.
Amaranthus palmeri
Projetos com RNAi com síntese industrial e aplicação externa
Proposta de três universidades para desenvolver Gene Drives
Agradeço pela atenção
Edivaldo.velini@unesp.br

edivaldo velini abertura

  • 1.
    Edivaldo Domingues Velini Faculdadede Ciências Agronômicas / Unesp -Botucatu Departamento de Produção e Melhoramento Vegetal Professor Titular Desafios para a inovação no Brasil: A agricultura como exemplo de sucesso.
  • 2.
    Ênfase dos currículos:Eficiência na Produção ou Prestação de Serviços Conhecimentos menos trabalhados nas Universidades: • Gestão da Inovação (Qualidade é o principal objetivo) • Gestão da Qualidade (Sustentabilidade é o principal atributo) • Sustentabilidade • Logística • Legislação (Atender regulamentos: 70% do custo da inovação) • Responsabilidade Social Habilidades / Atitudes: • Empreendedorismo (Empresa, Fundação / Instituto ou Organização Social) • Comunicação → • Liderança (diferentes tipos de instituições) • Networking • Gestão de projetos • Ecologia Humana Competitividade / Efetividade de Instituições e Profissionais
  • 3.
    Dinâmica ➔ Eficiência➔ Segurança de Defensivos agrícolas
  • 4.
    Dinâmica ➔ Eficiência➔ Segurança de Defensivos agrícolas Caracterização ➔ Diagnóstico ➔ Decisão ➔ Manejo
  • 5.
    1 a 20ppb ~0,5a 10g/ha 1ppb = 1mm/1.000km Risco x Perigo Análise de OGMs vs Análise de Agrotóxicos Relação Causa e Efeito 0,1 a 5ppb ~0,05 a 2,5g/ha 0,01 a 2ppb ~0,005 a 1g/ha 0,01 a 1ppb ~0,005 a 0,5g/ha
  • 6.
    Agricutura = Agricultura+ Pecuária + Produção Florestal ~1/4 do PIB ~1/3 dos empregos É grande geradora de superávit comercial: US$726 Bilhões de 2008 a 2017 Demais setores em conjunto: US$-474 Bilhões de 2008 a 2017 O que produzimos: Alimentos, Fibras, Bioenergia, Conhecimento, Cultura, Estabilidade Econômica e Social, empoderamento geopolítico... 66% de nossa vegetação natural está preservada e sem subsídios
  • 7.
    Balanço Energético Nacional(BEN 2016) Energias renováveis: Brasil - 43,5%; Mundo – 13,5%; OCDE – 9,4% Cana-de-açúcar: 17,5% Lenha e Carvão Vegetal: 8,0% Soja (Biodiesel): 1,07% Total de biomassas: 26,57% Hidráulica: 12,6% Petróleo: 36,5%
  • 8.
    • De 2018a 2050 o consumo mundial de alimentos aumentará em ~60%. • Muitas das comodities agrícolas são utilizadas simultaneamente para a produção de alimentos, fibras, bioenergia e serviços ecossistêmicos . • Possivelmente, a produção das principais comodities agrícolas precisará aumentar muito mais do que 60% entre 2018 e 2050. • A área cultivada aumentará em apenas 2% de 2018 a 2050. • O aumento de produção precisa ser sustentável e depende do aumento de produtividade. • A sustentabilidade e o aumento de produtividade dependem de ciência, tecnologia e Inovação Demanda por Alimentos Fonte: FAO / Global Agriculture Towards 2050
  • 9.
    População mundial /World total population Fonte: ONU / Population Division Ano População Total Idade Média Year Total Population Average Age 2 018 7 648 504 32,4 2 050 9 708 595 37,9 Aumento 2 060 092 5,5 Increase
  • 10.
    http://www.fao.org/worldfoodsituation/csdb/en// FAO Cereal Supplyand Demand Brief • O estoque de cereais é suficiente para 111 dias de consumo.
  • 11.
    http://www.fao.org/worldfoodsituation/wfs-home/foodpricesindex/en/ FAO Food PriceIndex • Although Brazil is a major producer and exporter of food, domestic prices have been rising steadily, following the trend of international prices.
  • 12.
    Disponibilidade de áreas Landavailability Fonte: FAO / Global Agriculture Towards 2050 • The total cultivated area will increase only 2% from 2018 to 2050 • The most of the increase will take place in Brazil • Crop yield will have to increase more than 68% from 2012 to 2050 and more than 60% from 2018 to 2050
  • 13.
    Number of farmsand land use in Brazil Activity Number of farms Total area - há Annual or perennial crops 2 670 302 108 965 107 Grasslands 2 277 211 204 442 681 Forests 200 993 15 176 681 Native forests 126 649 6 158 285 Cultivated forests 74 344 9 018 396 Total 5 175 489 329 941 393 Censo Agropecuário 2005 - 2006 Brazil is one of few countries that possesses technologies for crop and livestock production and large areas of land that can be used to increase production without the need for deforestation. Brazil already has the best technology array for agricultural and livestock production in tropical regions.
  • 14.
    Arranjos de inovaçõesdisruptivas e inovações incrementais e extensão tecnológica na agricultura brasileira • Proteção do solo: Plantio direto; Cultivo mínimo; Cana sem queima da palha. • Ajuste às condições climáticas / Previsão do tempo / segunda safra. • Agricultura digital. • Racionalização do uso de água, fertilizantes e defensivos agrícolas. • Cadeias de produção de alimentos (animais e vegetais), fibras e bioenergia. • Vários modelos de integração. • Propagação vegetativa (cana, banana e eucalipto). • Melhoramento animal e vegetal. • Biotecnologia: 83% das tecnologias fundamentadas em OGMs aprovadas. • Controle biológico e manejo integrado. • Fixação simbiótica de Nitrogênio. • Colhedoras (Ex.: café e cana)
  • 15.
    Major vegetal andanimal products exported in 2016 and 2017 O superávit do agronegócio é fundamental para a estabilidade econômica brasileira The agribusiness trade surplus is fundamental for the Brazilian economic stability Fonte / Source: SECEX/MDIC Produtos de Origem Vegetal US$ FOB - Milhões US$ FOB - Milhões 2016 2017 Complexo Soja 25.464 31.795 Complexo Cana 11.433 12.326 Florestas e seus produtos 9.411 10.666 Complexo Café 5.472 5.273 Complexo Milho 3.682 4.594 Complexo Tabaco 2.123 2.092 Complexo Laranja 1.926 1.955 Complexo Algodão 1.405 1.503 Frutas e Hortaliças 882 991 Compexo Cacau 390 364 Arroz em grãos 252 245 Sucos em geral exceto Laranja 300 316 Produtos de Origem Animal US$ FOB - Milhões US$ FOB - Milhões 2016 2017 Frangos - Carnes e derivados 6.360 6.810 Bovinos - Carnes e derivados 5.130 5.841 Suínos - Carnes e derivados 1.349 1.465 Outras carnes** 1.622 1.720 Mel 92 121 Leite e derivados 127 64 ** inclui peru, pato, peixe, camarões, lagostas e equinos
  • 16.
    • Lidar coma comunicação, imagem e vigilância • Disponibilidade de água e aquecimento global • Produção em áreas marginais • Fertilizantes • Resistência • Sustentabilidade (em diferentes escalas) • Redução de deriva / volatilização / lixiviação / contaminações • Preservação ambiental • A sustentabilidade e o aumento de produtividade dependem de ciência, tecnologia e Inovação • Soluções adaptadas a cada sistema de produção Agricultura: Desafios
  • 17.
    http://www.waterfootprint.org/?page=files/productgallery/ Food and WaterDemand • Several countries are saving their own water by importing Brazilian agricultural commodities. • Brazil “exported” 227.993 cubic meters of water in 2012. • This volume would be enough to supply 3.12 billion people with 200L/day for one year. Some Brazilian Exports in 2012 Water footprint components - % Product Mt in 2012 m³/t Mm³ in 2012 Green Blue Grey Soybean 44,4 2145 95238 95 3 2 Corn 9,46 1220 11541 77 7 16 coffee 1,69 18900 31941 96 1 3 Sugarcane ethanol 3,05 2107 6426 66 27 6 Sugarcane sugar 24,3 1782 43303 66 27 6 Beef 1,24 15400 19096 94 4 3 Chicken meat 3,92 4330 16974 82 7 11 Pig meat 0,58 5990 3474 82 8 10 Total 227993 87 9 5 This ammount of water is enough to suply 3,12 bilion people for one year with 200L/day
  • 18.
    Eficiência, Eficácia eEfetividade Eficiência: Desempenhar bem as tarefas e usar racionalmente os meios Eficácia: Eficiência + capacidade de alcançar os objetivos Efetividade: Eficiência + Eficácia + Legitimidade Ações Eficazes + Objetivos Legítimos A comunicação eficaz ➔ objetivos legítimos Informação: Unidirecional ➔ Comunicação: bidirecional➔ Exemplo de conflitos apenas aparentes: produção de alimentos e de bioenergia; ciência básica e ciência aplicada; aumento da produção e preservação ambiental; antagonismo entre biotecnologia e melhoramento convencional de plantas
  • 19.
    Criação / Inovação Informação Articulação Conhecimento,sabedoria Imaginação / efetividade / diálogo Criação / Inovação Tipos de inovação: ▪ De produto ▪ De processo ▪ Organizacional ▪ Informação / Comunicação / Marketing ⚫ Evolução: aprender ➔ aprender a aprender ➔ desaprender para aprender
  • 20.
    Eucalyptus grandis 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 0 110 100 1000 glyphosate rates (g / ha) % of the check Root Weights Leaf Weights Stem Weights Total Weights Leaf Area Velini et al (2008)
  • 21.
    Calabrese & Baldwin(2003) Hormesis ou efeito hormético Calabrese e vários outros autores encontraram mais de 9000 exemplos envolvendo agrotóxicos, medicamentos e tratamentos com radiação. Curvas de dose x resposta
  • 22.
    Brain P andCousens R. An equation to describe dose responses where there is stimulation of growth at low doses. Weed Research 29:93–96 (1989). DATA MODELING
  • 23.
    Plant height (cm)Number of flower-heads / plant Gomes (2014) Conyza sumatrensis (Biotypes 1, 3 and 4 – Resistant to glyphosate) Conyza bonariensis (Biotype 2 – Susceptible to glyphosate) Biotype 4
  • 24.
    Inovação • A capacidadede inovar e a gestão da qualidade assumem papel central na definição do sucesso ou insucesso de empresas, instituições ou nações. • Inovar é gerar, produzir e explorar, economicamente e com sucesso, novas ideias e conceitos. • A inovação é demandada em todas as áreas do conhecimento e ramos de atividade. • A inovação não pode se limitar à inovação tecnológica. • Um dos maiores desafios para o mundo e, principalmente, para o Brasil, é a produção de inovações sociais e inovações organizacionais nacionais ou globais. • Qualidade e sustentabilidade vêm se tornando os principais objetivos.
  • 25.
    Inovação • Mais relevantea cada dia. • Processo efetivo de inovação: aumenta competitividade. • Fundamenta-se na efetividade: Objetivos legítimos e ações efetivas. • O progresso está atrelado ao desenvolvimento e uso das inovações. • Ao nível de nação, avaliar inovações, aprovar o que é seguro e evitar o que é inseguro é tão relevante quanto desenvolver inovações. • Sustentabilidade e qualidade vêm se tornando os principais objetivos da inovação. • De modo coerente, a sustentabilidade é um atributo de qualidade com valorização crescente pelos consumidores. • Identificar o que é necessário (ou o que pode vir a ser necessário) é tão importante quanto a capacidade de desenvolver tecnicamente a inovação. • Não há inovação sem recursos humanos qualificados e liderança / Ambientes de inovação. - Diagnóstico - Prescrição - Realização - Avaliação e ajuste
  • 26.
    Inovações Disruptivas ouRadicais: • Fundamentadas nas tecnologias convergentes: Bits, Átomos, Neurônios e Genes – BANG. • TIMPS – Tecnologias Inovadoras de Melhoramento de Precisão: RNAi / Edição Genômica / CRISPr. • Nanotecnologia. • Novos materiais, fármacos e defensivos agrícolas. Depende da química de síntese. • Descoberta e caracterização de sítios de ação. • Inteligência Artificial / Singularidade Tecnológica. • GPS / Satélites / Sistemas Sensores / Agricultura Digital.
  • 27.
    Inovações Disruptivas ouRadicais: • São progressivamente mais complexas demandando equipes ou redes de inovação. • Os custos de desregulamentação e gestão de propriedade intelectual em escala global crescem exponencialmente. O acesso é altamente influenciado pela efetividade dos sistemas regulatórios. • O tempo de utilização pode ser estendido por inovações incrementais. • Vêm predominantemente do exterior. • Podem promover grande vantagem competitiva para países ágeis na sua avaliação e disponibilização, se consideradas seguras e eficazes. • Necessidade crescente de convergência regulatória a partir da convergência técnica e científica. • Os primeiros passos para a convergência regulatória já estão sendo dados. Exemplo: a substituição das análises de periculosidade por análises de risco.
  • 28.
    Emerging technologies Tecnologias Convergentes/ Emergentes ▪ Átomos ▪ Genes ▪ Neurônios ▪ Bits ▪ Nanotechnology ▪ Biotechnology ▪ Cognitive science ▪ Information technology Interfaces: Nanotecnologia e Biotecnologia, TIMPS – Tecnologias Inovadoras de Melhoramento de Precisão (RN16 – CTNBio), Bioinformática, DNA Bar codes, Psicologia Molecular (Epigenética e Comportamento), Bioengenharia, Terapia Genética, Medicina Regenerativa, Controle Genético de pragas (pests), Inteligência Artificial, Agricultura Digital, Big Data, Sistemas Sensores (em diferentes escalas e usos),... - Diagnóstico - Prescrição - Realização - Avaliação e ajuste
  • 29.
    Inovações Incrementais: • Conhecimentoe otimização de processos e sistemas. • Menos exigentes em termos de qualificação de recursos humanos. • Ajuste local e reorganização do conhecimento existente. • São mais simples e permitem a capitalização e treinamento necessários para promover inovações radicais. • Foco em sustentabilidade. • Podem ser geradas localmente, com acesso menos dependente da efetividade dos sistemas regulatórios. • Otimizam e prolongam o uso de inovações disruptivas. • Dependem das inovações disruptivas e não as substituem.
  • 31.
    Lei 13.243/2016: MarcoLegal de Ciência, Tecnologia e Inovação Alterações produzidas: Lei no 10.973/04 – Lei de Inovação federal; Lei no 6.815/80 - Situação jurídica do estrangeiro no Brasil; Lei no 8.666/93 – Lei de Licitações; Lei no 12.462/11 – Regime Diferenciado de Contratações Públicas - RDC Lei no 8.745/93 - Contratação por tempo determinado Lei no 8.958/94 – Relacionamento entre as instituições federais de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica e as fundações de apoio Lei no 8.010/90 - Importações de bens destinados à pesquisa científica e tecnológica Lei no 8.032/90 - Dispõe sobre a isenção ou redução de impostos de importação Lei no 12.772/12 – Regime de Trabalho do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal. Dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação Artigo 2º - XII - extensão tecnológica: atividade que auxilia no desenvolvimento, no aperfeiçoamento e na difusão de soluções tecnológicas e na sua disponibilização à sociedade e ao mercado;
  • 32.
    Inovação disruptiva, inovaçãoincremental ou extensão tecnológica: Qual a mais relevante? • As três devem ser articuladas. • Exemplos: Biotecnologias (inovação disruptiva) precisam ser integradas a germoplasmas melhorados convencionalmente (inovação incremental). • Um novo defensivo agrícola ou um fármaco é uma inovação disruptiva. A otimização do seu uso em condições tropicais é uma inovação incremental. • A busca de novos usos é inovação incremental. Exemplo: Aspirina. • Associações de ingredientes ativos e ajustes de doses são inovações incrementais. Ex.: combinação de ingredientes ativos no combate à AIDS.
  • 33.
    Arranjos de inovaçõesdisruptivas e inovações incrementais e extensão tecnológica na agricultura brasileira • Proteção do solo: Plantio direto; Cultivo mínimo; Cana sem queima da palha. • Ajuste às condições climáticas / Previsão do tempo / segunda safra. • Agricultura digital. • Racionalização do uso de água, fertilizantes e defensivos agrícolas. • Cadeias de produção de alimentos (animais e vegetais), fibras e bioenergia. • Vários modelos de integração. • Propagação vegetativa (cana, banana e eucalipto). • Melhoramento animal e vegetal. • Biotecnologia: 83% das tecnologias fundamentadas em OGMs aprovadas. • Controle biológico e manejo integrado. • Fixação simbiótica de Nitrogênio. • Colhedoras (Ex.: café e cana)
  • 34.
    Articulação Diálogo em vários idiomas Problemas Demandas Mercados Recursos Tecnologias convergentes Idiomascientíficos Idiomas comerciais / marketing / gestão Idiomas legais ou normativos Leis e Normas Público / Privado / Terceiro Setor Teoria e prática Tecnologias convergentes
  • 35.
    Massa Crítica Exemplo: esferade plutónio rodeada por blocos refletores de carbeto de tungsténio. Massa Crítica Quantidade de um material fissionável necessária para manter uma reação nuclear em cadeia autossustentada
  • 36.
    Gastos Totais comP&D – Unesco (2013) : 1,477 (US$ trilhões em PPC) http://stats.oecd.org/Index.aspx?DataSetCode=PERS_OCCUP#
  • 37.
    Total Mundial (Unesco,2013): 7.758.900 Total dos países citados: 6.221.184 (80,18%) http://stats.oecd.org/Index.aspx?DataSetCode=PERS_OCCUP#
  • 38.
    Total Mundial (Unesco,2013): 108,33 Média dos países citados: 220,62 http://stats.oecd.org/Index.aspx?DataSetCode=PERS_OCCUP#
  • 39.
  • 40.
    Qual o tamanhoe o papel do Estado Brasileiro Balanço do Setor Público Nacional – 2016 e 2017 Em 2015, 3.170 municípios (56,9% do total) tiveram como a principal atividade econômica a administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social. Excluindo o serviço público, em 3.129 municípios (56,2% do total) a Agropecuária foi a principal atividade econômica. (https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/pt/2013-agencia-de-noticias/releases/18785-pib-dos-municipios-2015-capitais-perdem-participacao-no-pib-do-pais.html) As ações e gastos públicos são: Eficientes? Eficazes? Efetivos? E os outros papéis do Estado?
  • 41.
  • 42.
    Números de Engenheiros: Brasil:Total de 600.000 sendo mais de 50% de Engenheiros civis Formação anual: Brasil: 40.000 Rússia: 190.000 Índia: 220.000 China: 650.000 Proporção: EUA e Japão: 25 para cada 1.000 trabalhadores Brasil: 6 para cada 1.000 trabalhadores http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=15360&sid=1206
  • 43.
    Profissionais Plenos daModalidade Agronomia: 106.720 Engenheiros Agrônomos: 88.482 Engenheiros Florestais: 12.982 Engenheiros Agrícolas: 2.873 Engenheiros de Pesca: 1.656 Meteorologista: 593 Engenheiros de Aquicultura: 134 Veterinários: 117.000 Zootecnistas: 14.000 Total das três áreas: ~ 238.000 profissionais 5.600.000 de propriedades que são empresas agrícolas Cooperativas: 6.600 em 2016 Agropecuárias: 1.597; 180 mil cooperados; 48% da produção as envolve. Fonte: MAPA (2016)
  • 44.
    Arranjos de inovaçõesdisruptivas e inovações incrementais e extensão tecnológica na agricultura brasileira • Proteção do solo: Plantio direto; Cultivo mínimo; Cana sem queima da palha. • Ajuste às condições climáticas / Previsão do tempo / segunda safra. • Agricultura digital. • Racionalização do uso de água, fertilizantes e defensivos agrícolas. • Cadeias de produção de alimentos (animais e vegetais), fibras e bioenergia. • Vários modelos de integração. • Propagação vegetativa (cana, banana e eucalipto). • Melhoramento animal e vegetal. • Biotecnologia: 83% das tecnologias fundamentadas em OGMs aprovadas. • Controle biológico e manejo integrado. • Fixação simbiótica de Nitrogênio. • Colhedoras (Ex.: café e cana)
  • 45.
    Criação / Inovação Informação Articulação Conhecimento,sabedoria Imaginação / efetividade / diálogo Criação / Inovação Tipos de inovação: ▪ De produto ▪ De processo ▪ Organizacional ▪ Informação / Comunicação / Marketing ⚫ Evolução: aprender ➔ aprender a aprender ➔ desaprender para aprender
  • 46.
    Ética e Inovação •A produção de novas tecnologias torna-se mais rápida a cada dia e, por outro lado, a avaliação da utilidade e segurança das mesmas se torna mais complexa, onerosa e extensa no tempo. • Para se decidir sobre a utilidade e segurança de novas tecnologias, as informações não podem mais ser tratadas individualmente, sendo necessário construir redes de informações interligadas, redundantes, abrangentes, multidisciplinares e, sobretudo, confiáveis.
  • 47.
    Ética e Inovação •Evitar o que é inseguro. • Dar acesso ao que é seguro. • Decidir com rapidez e correção. • Decisão caso a caso e à luz do conhecimento técnico e científico são bons critérios. • Monitorar e possibilidade de rever decisões ajuda a construir sistemas decisórios mais rápidos e seguros.
  • 48.
    • Invenção dotelescópio (1600 – 1610). Em 1609 a partir das suas observações ao telescópio, Galileu inventou a ciência. Ou melhor, a validação empírica, que é a base da ciência contemporânea. • Galileu: “Não se deixem enganar pela autoridade de alguém. Façam os experimentos, confirmem os fatos. Pensem! Não obedeçam cegamente ao que outros dizem só por terem a fama de sábios”.
  • 49.
    A lei 11.105/2005tornou o marco regulatório previsível e funcional contribuindo para um ambiente juridicamente seguro, o que resultou em maiores investimentos e inovação em biotecnologia.
  • 50.
    Brazilian regulatory frameworkon biotechnology and biosafety Laws 11.105/2005 11.460/2007 Decrees 5.591/2005 6.925/2009 Ordinances CTNBio: 146 e 373 MAPA: Plantio de Algodão CNBS Normative Resolutions CTNBio 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Normative Resolutions CNBS 1 2 3 4 Communication CTNBio 1 2 3 4 5 6 7 Normative Instructions CTNBio 2 4 8 9 13 17 18 19
  • 51.
    Últimas Resoluções CTNBio •RN16: Normatiza processo de consulta sobre TIMPS – Tecnologias Inovadoras de Melhoramento de Precisão • RN18: Normatiza a classificação de riscos de OGMs e atividades em contenção • RN20: Altera a redação do parágrafo 4º da RN 05 que trata de eventos combinados • RN21: Normatiza as atividades experimentais e comerciais com microrganismos geneticamente modificados
  • 56.
    FAO (2019): FAOSTATbeta- http://www.fao.org/faostat/en/#data/QC (2019) Eficiência no uso da terra 0 200 400 600 800 1000 1200 0 20 40 60 80 100 120 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018 Produção (milhõs de toneladas) Área Plantada (milhões de ha) Anos milhões de hectares milhões de toneladas
  • 57.
    A partir de2006, a grande evolução do superávit comercial agrícola é acompanhada do colapso da balança comercial dos demais setores até 2014. A partir de 2014 os demais setores se tornam menos deficitários em decorrência da desvalorização do Real. O superávit da agricultura tem sido fundamental para a estabilidade brasileira. Fonte / Source: SECEX/MDIC
  • 58.
    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Ingrediente Ativo Ingrediente Ativo Unidades de EIQ.ha Unidades de EIQ.ha Tipo de Evento Diferença em Mkg Diferença em % Variação em Milhões Variação em porcentagem Soja Tolerante a Herbicidas 15,3 0,5 -8.112 -13,9 Soja Tolerante a Herbicidas e Resistente a Insetos -3,6 -1,4 -348 -4,3 Milho Tolerante a Herbicidas -226,0 -8,4 -7.315 -12,7 Milho Resistente a Insetos -87,1 -53,3 -3.891 -57,7 Algodão Tolerante a Herbicidas -25,1 -7,6 -629 -10,2 Algodão Resistentes a Insetos -268,7 -29,1 -11.949 -31,5 Total -595,2 -32.244 Média -16,6 -21,7 BROOKES, G.; BARFOOT, P. GM crops: global socio-economic and environmental impacts 1996-2015. Dorchester: PG Economics, 2017. 201 p. Impacto do uso de diferentes classes de OGMs no consumo de agrotóxicos e no produto das unidades de EIQ pelo número de hectares cultivados no período de 1996 a 2015. EIQ: Consumo versus Risco
  • 59.
    ⚫ Valor daprestação mensal pode ser mais decisivo para a compra do que o preço total ⚫ Garantia em veículos: a extensão do período aumenta o número de revisões em agências da marca ⚫ Impressora barata e cartucho caro ⚫ Preço âncora: Máquinas de fazer pão de 279 e 479 dólares. Explicação construída em 1974 pelos psicólogos Amos Tversky e Daniel Kahneman (acabou recebendo o Prémio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel, designado por vezes como o Prémio Nobel da Economia). Tipos de inovação: ▪ De produto ▪ De processo ▪ Organizacional ▪ Informação / Comunicação / Marketing
  • 60.
    https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/03/23/rastros-digitais-tudo-que-voce-faz-na-internet-pode-ser-usado-contra-voce.htm 2012: Michal Kosinski(Universidade Stanford) demonstrou um modelo no qual: A.70 curtidas no Facebook permitem conhecer alguém mais do que seus amigos; B.150 curtidas no Facebook são suficientes para conhecer alguém mais do que seus pais; C. 300 curtidas no Facebook eram suficientes para conhecer alguém mais do que o seu cônjuge; D.Acima disso, é possível conhecer mais a pessoa do que ela própria. Tipos de inovação: ▪ De produto ▪ De processo ▪ Organizacional ▪ Informação / Comunicação / Marketing
  • 61.
    Qual a formacorreta de comparar o uso de agrotóxicos? Por valor total? Por quantidade total? Faz sentido comparar quantidades totais de agrotóxicos (em valor ou toneladas) utilizadas no Brasil e Japão, por exemplo?
  • 62.
    Em outras áreasdo conhecimento, questões similares já foram solucionadas. Exemplos: Número de crimes, acidentes e incidência de enfermidades passaram a ser expressos por 1.000 ou 100.000 habitantes. Para comparar a renda e desenvolvimento de países, cidades ou estados é preciso considerar o PIB total e, também, o PIB per capita. O próprio conceito de produtividade agrícola (t/ha) é indispensável para comparar a eficiência agrícola de países, regiões produtoras, culturas ou sistemas de produção. Do mesmo modo, os custos da produção agrícola só podem ser comparados se expressos por unidade de área (ha) ou unidade de produção (t).
  • 63.
    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Os defensivos agrícolas são commodities internacionais e o valor do consumo (em US$) tem alta correlação e é indicador da quantidade consumida (em t) Qual é melhor forma de comparar o uso de defensivos agrícolas? Phillips McDougall (2018): Industry Overview – 2017 Market 2013: O Brasil ocupava a mesma posição Uso total 2013: 10013 (US$ - milhões) -12,5% 8763 8191 5999 3140 2708 2375 1845 1828 1748 1209 956 951 916 742 670 611 610 533 506 502 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 9000 10000 B r a s i l E U A C h i n a J a p ã o I n d i a F r a n ç a A l e m a n h a C a n a d a A r g e n t i n a I t a l i a R u s s i a A u s t r a l i a E s p a n h a M e x i c o R e i n o U n i d o C o r e i a P o l o n i a V i e t n a n T a i l a n d i a U c r a n i a Uso total de defensivos agrícolas em 2017 (US$ - milhões)
  • 64.
    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Brasil china EUA França India y = 0,9874x R² = 0,9568 0 2000 4000 6000 8000 10000 12000 0 2000 4000 6000 8000 10000 12000 US$ - milhões(2017) US$ - milhões (2013) Phillips McDougall (2018): Industry Overview – 2017 Market O uso vem aumentando?
  • 65.
    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Uso de defensivos agrícolas expresso por área cultivada 455,0 238,5 210,0 175,2 174,0 152,4 111,2 79,9 71,8 60,7 60,0 48,6 45,0 37,7 37,6 32,1 24,1 19,3 15,3 13,3 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 350,0 400,0 450,0 500,0 J a p ã o C o r e i a A l e m a n h a I t a l i a F r a n ç a R e i n o U n i d o B r a s i l E U A E s p a n h a P o l o n i a C a n a d a A r g e n t i n a M e x i c o V i e t n a n A u s t r a l i a C h i n a T a i l a n d i a U c r a n i a R u s s i a I n d i a Uso de defensivos agrícolas em 2017 (US$/ha) Phillips McDougall (2018): Industry Overview – 2017 Market FAO (2018): FAOSTATbeta - http://faostat.fao.org/beta/en/#data/QC 2013: O Brasil ocupava a mesma posição Uso por área 2013: 138,6 US$/há -19,7%
  • 66.
    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Uso de defensivos agrícolas expresso por tonelada de produtos agrícolas Phillips McDougall (2018): Industry Overview – 2017 Market FAO (2018): FAOSTATbeta - http://faostat.fao.org/beta/en/#data/QC 2013: O Brasil ocupava a mesma posição Uso por área 2013: 9,6 US$/t -15,6% 95,4 47,0 22,6 18,4 18,0 17,8 15,1 14,6 11,3 10,2 9,1 8,8 8,1 5,3 4,8 3,9 3,7 3,3 2,7 2,4 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 110,0 J a p ã o C o r e i a I t a l i a F r a n ç a A l e m a n h a C a n a d a R e i n o U n i d o E s p a n h a E U A A r g e n t i n a A u s t r a l i a P o l o n i a B r a s i l M e x i c o V i e t n a n U c r a n i a R u s s i a C h i n a I n d i a T a i l a n d i a Uso de defensivos agrícolas em 2017 (US$/t de Produtos Agrícolas)
  • 67.
    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) UK França Alemanha Coreia Brazil Itália Japão 0 2 4 6 8 10 12 14 16 0 100 200 300 400 500 Produtividade Média em 2017 (t/ha) - Apenas Agricultura Consumo de Defensivos agrícolas (US$/ha) Média de Produtividade (t/ha) em função do uso de defensivos agrícolas (US$/ha) - 2017 Fontes: Phillips McDougall (2018): Industry Overview – 2017 Market FAO (2018): FAOSTATbeta - http://faostat.fao.org/beta/en/#d ata/QC
  • 68.
    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Evaluation of the Changes in Pesticide Risk – Executive Summary http://www.omafra.gov.on.ca/english/crops/facts/pesticide-use- exec.htm New York State Integrated Pest Management Program. EIQ Calculator. http://www.nysipm.cornell.edu/EIQCalc/input.php?cat=0 A Method to Measure the Environmental Impact of Pesticides http://www.nysipm.cornell.edu/publications/eiq/equation.asp#table2 http://www.nysipm.cornell.edu/publications/eiq/files/EIQ_values_201 2entire.pdf Kovach, J., C. Petzoldt. J. Degni, and J. Tette. 1992. A method to measure the environmental impact of pesticides. N.Y. Food Life Sci. Bull. 139. FAO, 2008. IPM Impact Assessment Series. Guidance Document No 2: Guidance on the Use of Environmental Impact Quotient in IPM Impact Assessment. FAO (2008): Guidance Document No 2: Guidance on the Use of Environmental Impact Quotient in IPM Impact Assessment. Uso do EIQ para estimar o risco do uso de Agrotóxicos – Literatura
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    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Uso do EIQ para estimar o risco do uso de Agrotóxicos – Literatura FAO (2008): Guidance Document No 2: Guidance on the Use of Environmental Impact Quotient in IPM Impact Assessment.
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    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) glyphosate FIGURE 2. Annual loss of GM HT environmental benefits as measured by EIQ indicator, if glypho- sate use no longer allowed: by country: total 1.13 billion EIQ/ha field units. Source: Derived from Brookes G and Barfoot P Impacto de 1.13 billion de unidades de EIQ/ha (aumento de 12,4%) +762.000 ha adicionais + emissão de CO2: 11,77 mi de carros adicionais
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    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) EIQs Consumidor, Trabalhador, Ambiental, Total: Valor médio para Soja, Milho, Algodão e Cana-de-Açúcar 0 1 2 3 4 5 2 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 4 2 0 0 6 2 0 0 8 2 0 1 0 2 0 1 2 2 0 1 4 2 0 1 6 EIQ Trabalhador EIQ Trabalhador Médio / ha de área aplicada 0 2 4 6 8 10 12 14 2 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 4 2 0 0 6 2 0 0 8 2 0 1 0 2 0 1 2 2 0 1 4 2 0 1 6 EIQ Ecológico EIQ Ecológico Médio / ha de área aplicada 0 1 2 3 4 5 6 7 2 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 4 2 0 0 6 2 0 0 8 2 0 1 0 2 0 1 2 2 0 1 4 2 0 1 6 EIQ Campo EIQ Campo Médio / ha de área aplicada 0 0,5 1 1,5 2 2,5 2 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 4 2 0 0 6 2 0 0 8 2 0 1 0 2 0 1 2 2 0 1 4 2 0 1 6 EIQ Consumidor EIQ Consumidor Médio / ha de área aplicada Reduções de EIQ Médio por hectare de área aplicada de 2002 a 2015*: - Trabalhador: -51,91% - Consumidor: -36,88% - Ambiental: -33,72% - Campo (Total):-37,91 *Combina redução do risco médio dos produtos e redução da dose média aplicada por ha. Os valores de EIQ foram calculados utilizando-se o banco de dados de consumo de agrotóxico nas culturas da soja, milho, algodão e cana. Considerou-se todos os ingredientes ativos utilizados nessas culturas durante os anos de 2002 a 2015
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    Intoxicações provocados pelouso agrícola dos agrotóxicos Fontes: Produção de grãos: IBGE, ABRASCO, MAPA e Mídia; Intoxicações e óbitos: Sinitox – Tabelas 6 e 11.
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    Óbitos provocados pelouso agrícola dos agrotóxicos Fontes: Produção de grãos: IBGE, ABRASCO, MAPA e Mídia; Intoxicações e óbitos: Sinitox – Tabelas 6 e 11.
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    O que oBrasil tem feito de notável? Fonte: IBGE
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    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Avanços tecnológicos – melhor conhecimento e maior especificidade dos defensivos com os sítios de ação Foram considerados todos os defensivos agrícolas em uso no Brasil e o ano de lançamento de cada defensivo agrícola Fonte Figuras: Mario D. Garcia, Amanda Nouwens, Thierry G. Lonhienne, and Luke W. Guddat. Comprehensive understanding of acetohydroxyacid synthase inhibition by different herbicide families. PNAS first published January 30, 2017 https://doi.org/10.1073/pnas.1616142114
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    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) Avanços tecnológicos – melhor conhecimento e maior especificidade dos defensivos com os sítios de ação Foram calculados os EIQs de todos os defensivos agrícolas em uso no Brasil e o ano de lançamento de cada defensivo agrícola
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    Slide elaborado porCaio Antonio Carbonari (2019) -42,9% -15,2% -21,1% -53,5% 0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00 10,00 11,00 12,00 EIQ Campo EIQ Consumidor EIQ Trabalhador EIQ Ecológico EIQ por ha aplicado Média (Soja, Cana, Milho e Algodão - 2002 a 2014) Aguardando Registro (13 de 14 prioridades) Comparação dos EIQs de produtos comerciais e dos que estão na lista de prioridades Foram calculados os EIQs de 13 dos 14 defensivos agrícolas aguardando registro e incluídos na lista de prioridades do MAPA. Obs: Para um dos defensivos da lista não foi possível encontrar na literatura disponível todas as variáveis necessários para o cálculo do EIQ.
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    ▪ Nanotechnology ▪ Biotechnology ▪Cognitive science ▪ Information technology Interfaces: Nanotecnologia e Biotecnologia, TIMPS – Tecnologias Inovadoras de Melhoramento de Precisão (RN16 – CTNBio), Indução de Apomixia, Bioinformática, DNA Bar codes, Psicologia Molecular (Epigenética e Comportamento), Bioengenharia, Terapia Genética, Medicina Regenerativa, Controle Genético de Plantas Daninhas, Inteligência Artificial, Agricultura Digital, Big Data, Sistemas Sensores (em diferentes escalas e usos),... Emerging technologies Tecnologias Convergentes / Emergentes ▪ Átomos ▪ Genes ▪ Neurônios ▪ Bits
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    Uma visão simplessobre o potencial de uso do RNAi
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    Trait Target Gene HostApplication Enhanced nutrient contente Lyc Tomato Increased concentration of lycopene (carotenoid antioxidant) DET1 Tomato Higher flavonoid and b-carotene contents SBEII Wheat, Sweet potato, Maize Increased levels of amylose for glycemic management and digestive health FAD2 Canola, Peanut, Cotton Increased oleic acid content SAD1 Cotton Increased stearic acid content ZLKR/SDH Maize Lysine-fortified maize Reduced alkaloid production CaMXMT1 Coffee Decaffeinated coffee COR Opium poppy Production of non-narcotic alkaloid, instead of morphine CYP82E4 Tobacco Reduced levels of the carcinogen nornicotine in cured leaves Heavy metal accumulation ACR2 Arabidopsis Arsenic hyperaccumulation for phytoremediation Reduced polyphenol production s-cadinene synthase gene Cotton Lower gossypol levels in cottonseeds, for safe consumption Ethylene sensitivity LeETR4 Tomato Early ripening tomatoes ACC oxidase gene Tomato Longer shelf life because of slow ripening Reduced allergenicity Arah2 Peanut Allergen-free peanuts Lolp1, Lolp2 Ryegrass Hypo-allergenic ryegrass Reduced production of lachrymatory factor synthase lachrymatory factor synthase gene Onion "Tearless" onion
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    http://www.monsanto.com/products/pages/biodirect.as BioDirect Insect Control:Colorado Potato Beetle – This is a biological topical solution with broad applications potentially protecting crops from Colorado potato beetle infestations. In January 2015, this project advanced to Phase II of R&D. BioDirect Bee Health – Aims to control Varroa mites and multiple viruses to improve health and colony survival in honey bees. The project is in Phase I of R&D. BioDirect Virus Control: Tospovirus Control – This would be the first application in the world to improve plant health by protecting crops, such as tomatoes and peppers, against the tomato spotted wilt virus. The project is in Phase I of R&D. BioDirect Weed Control Palmer Amaranth + Waterhemp – This is a product designed to target glyphosate-resistant weeds and provide a more effective spectrum of control. The project is in Phase I of R&D. Beyond this, we are looking at using biologicals with other existing herbicides to create new value through improved weed control. Using our understanding and expertise of plant and pest genomes, we are exploring ways to use BioDirect technology to precisely target pests that impact agriculture and farmers. BioDirect technology is specific for the intended target. Our research has demonstrated that the application of ribonucleic acids (RNAs) can create very specific results in plants or pests. The Nobel Prize-winning discovery of RNA interference, or RNAi, is one of the most important advances in the life sciences field in decades, and it has enormous potential to help people in areas ranging from medicine to agriculture.
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    Amaranthus palmeri Projetos comRNAi com síntese industrial e aplicação externa Proposta de três universidades para desenvolver Gene Drives
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