XVI SEMANA CATEQUÉTICA
DINÂMICAS NA CATEQUESE
PARAGUAÇU - MG
O que é dinâmica de grupo?
 A expressão dinâmica surgiu pela 1ª vez em 1944:
RELACIONAR= TEORIA X PRÁTICA em Psicologia
Social.
 Dynamis é uma palvra grega que significa força,
energia, ação.
 Objetivo era o de ensinar às pessoas comportamentos
novos através de Dinâmica de Grupo;
 Questões para debate:
1 - Que importância o grupo dá para o uso de dinâmicas?
2 - Por que as dinâmicas facilitam o trabalho coletivo e superam
o individualismo?
3 - O que o grupo pode fazer para aproveitar melhor as
dinâmicas?
DESAFIOS PASTORAIS
Por que trabalhar com
dinâmicas de grupo?
As dinâmicas possibilitam vivências,
que ao serem refletidas e partilhadas
gestam um aprendizado pessoal e grupal
libertador, possibilitando,dentre outras
coisas:
 · Autoconhecimento com ser único e social;
 · Exercício de escuta e acolhida do outro
como ser diferente;
 · Experiência de abertura ao outro e
participação grupal;
 · Percepção do todo e das partes, tanto da
vida como da realidade que nos cerca;
 · Desenvolvimento da consciência crítica;
 · Confronto e avaliação da vida e da prática;
 · Tomada de decisão de modo consciente e
crítico;
 Sistematização de conteúdos, sentimentos e
experiências;
 · Construção coletiva do saber.
 Permite que as pessoas envolvidas passem
por um processo de ensino e aprendizagem
em que o trabalho coletivo é colocado como
um caminho para se interferir na realidade,
modificando-a.
 · Possibilitar um clima de espontaneidade
em que os participantes sintam-se livres e à
vontade para participar da experiência feita;
Para quem vai orientar a dinâmica É
fundamental:
 · Conhecer todos os passos da dinâmica para aplicá-la com
segurança;
 · Ter clareza de aonde se quer chegar, qual o objetivo e a função da
dinâmica dentro do processo a ser desenvolvido, entendendo-a
como um instrumento;
 Uma vez que a técnica da dinâmica não é um
fim, mas um meio - é APENAS uma ferramenta
a ser usada.
 Sua utilização deve responder a objetivos específicos de uma
determinada estratégia educativa, no sentido de estimular a
produção do conhecimento e a recriação deste conhecimento...
 Recomendações
 Em todo início de atividade (encontro) deve ser feito o “Contrato do Grupo”. Trata-se de uma
discussão da pauta proposta, definição de normas internas do grupo, formação de equipes de
trabalho e distribuição de tarefas. Quando se tratar de uma atividade menor, um debate por
exemplo, deve-se definir com o grupo o horário de terminar a atividade, o que será possível
realizar, o que já foi preestabelecido, o objetivo da atividade e a metodologia de abordagem.
 JOGOS, BRINCADEIRAS, DRAMATIZAÇÕES, OFICINAS,
REFLEXÕES...
 RELAÇÕES: EU X COMIGO
EU X OUTRO
EU X MUNDO
EU X DEUS
 Enfim, Dinâmica de Grupo é um
caminho para educar junto!
TEXTO: Lucas 2.8-11
OBJETIVO:evangelizar
MATERIAL: caixas decoradas
POTE
TEXTO:João 7:38
OBJETIVO:consagraçã
o e serviço.
MATERIAL:bambu,
galhos, jarra com água,
copos e balde.
TEXTO:Salmos19.14
OBJETIVO:vida cristã
MATERIAL:latas coloridas, lixo,
limão, cebola, sal, pimenta,
bombons...
TEXTO:João 1.29
OBJETIVO: evangelizar
MATERIAL:lápis, borracha e papel.
TEXTO:João 1:14
OBJETIVO: evangelizar
MATERIAL: um peixe ou outro pequeno animal.
TEXTO:Lucas 19:10
OBJETIVO: evangelizar
MATERIAL: figuras de profissões.
TEXTO:Lucas 11.13
OBJETIVO: doutrinar
MATERIAL: 2 celulares, chocolate, objetos,
sorvete, livro...
TEXTO:1 Coríntios 12.12-26
OBJETIVO: doutrinar
MATERIAL: mensagem, quebra-cabeça
BINGO DE JESUS
 CARTELAS, LÁPIS;
 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE UM TEMA;
 PERGUNTAS EM TIRAS DENTRO DE UMA CAIXA;
 CARTELAS COM RESPOSTAS ALTERNADAS;
 LEIA UMA PERGUNTA, QUEM TIVER A RESPOSTA
NA CARTELA MARQUE-A;
 QUEM CONSEGUIR MARCAR 5 SEGUIDOS, GRITA
BINGO DE JESUS;
 CONFERIR EM VOZ ALTA E DÊ UM PRESENTINHO
PARA O VENCEDOR.
JOGO DA VELHA
 PERGUNTAS E RESPOSTAS RELACIONADAS AO TEMA
TRABALHADO;
 RISQUE O QUADRO A BASE DO JOGO;
 CADA GRUPO TERÁ UMA MARCA( X, 0, NÚMERO...)
 A RESPOSTA CERTA DARÁ O DIREITO DE COLOCAR A
SUA MARCA;
 O GRUPO QUE CONSEGUIR COMPLETAR UMA
HORIZONTAL , DIAGONAL OU VERTICAL VENCERÁ;
 CASO O GRUPO NÃO SAIBA A RESPOSTA, PASSA A VEZ
PARA O OUTRO GRUPO.
TEXTO:Efésios 6.1-2
OBJETIVO: doutrinar
MATERIAL: pipa
 A CERCA
 Era uma vez um menino com temperamento muito forte. Seu pai deu-lhe um saco de pregos,
dizendo-lhe que cada vez que ele ficasse enraivecido pregasse um prego na cerca do fundo da
casa.
No primeiro dia o garoto pregou 37 pregos, mas gradualmente ele foi se acalmando. Descobriu
que era mais fácil "segurar" seu temperamento do que pregar os pregos na cerca.
Finalmente chegou o dia em que o garoto não se enfureceu nenhuma vez. Contou ao pai o que
havia sucedido e pai sugeriu-lhe que, de agora em diante por cada dia que conseguisse segurar
seu temperamento retirasse um dos 37 pregos.
Passou-se o tempo e o garoto finalmente pode dizer ao pai que tinha retirado todos os pregos.
O pai tomou o filho pela mão e levou-o até a cerca dizendo-lhe:
- Você fez muito bem meu filho, mas a cerca nunca mais será a mesma. Quando você diz
coisas quando está furioso, elas deixam uma cicatriz assim como as marcas da cerca. Você
pode fincar e retirar uma faca em um homem.
Não importa quantas vezes você possa dizer; "desculpe", a ferida mesmo assim permanecerá.
Uma ferida verbal é tão dolorosa quanto uma ferida física.
Amigos são jóias raras. Eles fazem você sorrir e estimulam você a ter sucesso. Eles emprestam
um ouvido amigo, repartem uma palavra de elogio, eles querem sempre abrir seus corações
para nós."
Mostre a seus amigos o quanto você se importa com eles.
 Autor desconhecido
 Como consertar o mundo
Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar
meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas
dúvidas.
 Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O
cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que
seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o
objetivo de distrair sua atenção. De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que
procurava!
 Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita
adesiva, entregou-o ao filho dizendo:
 - Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo
todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.
 Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas, depois, ouviu a voz
do filho que o chamava calmamente:
- Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!
 A princípio o pai não deu crédito as palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter
conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos
de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o
mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.
 Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?
 - Você não sabia como era o mundo, meu filho, então como conseguiu?
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar,
eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para
consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e
comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem,
virei a folha e vi que havia consertado o mundo.
 Sinal de Deus
Um homem sussurrou: Deus fale comigo.
E um rouxinol começou a cantar
Mas o homem não ouviu.
Então o homem repetiu:
Deus fale comigo!
E um trovão ecoou nos céus
Mas o homem foi incapaz de ouvir.
O Homem olhou em volta e disse:
Deus deixe-me vê-lo
E uma estrela brilhou no céu
Mas o homem não a notou.
O homem começou a gritar:
Deus mostre-me um milagre
E uma criança nasceu
Mas o homem não sentiu o pulsar da vida.
Então o homem começou a chorar e a se desesperar:
Deus toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo...
E uma borboleta pousou suavemente
Em seu ombro
O homem espantou a borboleta com a mão e desiludido
Continuou o seu caminho triste, sozinho e com medo.
Até quando teremos que sofrer para compreendermos
que Deus está sempre aonde está a vida?
Até quando manteremos nossos olhos e nossos
corações fechados para o milagre da vida que se apresentas
diante de nós em todos os momentos?
A parábola do Pote
 Um sábio mestre agarrou num pote de barro e chamou o seu discípulo. Colocou algumas
pedras muito grandes dentro do pote e perguntou-lhe: “ O pote está cheio? E o discípulo
respondeu: “Sim”!
O mestre agarrou num saco cheia de pedrinhas pequenas e as despejou dentro do pote, e
tornou a perguntar ao seu discípulo: “E agora, o pote está cheio ?” E ele respondeu: “Sim,
mestre. Desta vez o pote está totalmente cheio”.
O sábio, então, agarrou numa lata de areia e a derramou dentro do pote. A areia preencheu
os espaços entre as pedras grandes e as pedrinhas pequenas. Num impulso, o discípulo se
adiantou: “Pronto! Agora acabou, mestre. Não é possível colocar mais nada dentro desse
pote!”.
O mestre respondeu-lhe com um sorriso e virou uma jarra d’água dentro do pote, que,
encharcando a areia, desapareceu.
Depois disso, o sábio agarrou noutro pote de barro e pediu que o discípulo repetisse a
experiência, mas na ordem inversa. No momento de colocar as pedras grandes, estas não
couberam no vaso, pois parte dele já havia sido preenchido por coisas menores.
Diante disso, o mestre concluiu a lição: “O pote de barro é a nossa vida; a nossa
disponibilidade de tempo é o que cabia no pote. As pedras grandes são as coisas realmente
importantes da vida: o seu crescimento pessoal e espiritual e seu relacionamento com a
família e amigos. Se você der prioridade a isso e se mantiver aberto para o novo, o restante
se ajustará por si: os seus afazeres diários, bens e direitos materiais, lazer e todas as
restantes actividades menores que completam a vida. No entanto, se você preencher sua vida
com coisas pequenas, as coisas realmente importantes nunca terão espaço suficiente na sua
vida”.
Autor desconhecido

Dinâmicas na catequese

  • 1.
    XVI SEMANA CATEQUÉTICA DINÂMICASNA CATEQUESE PARAGUAÇU - MG
  • 2.
    O que édinâmica de grupo?  A expressão dinâmica surgiu pela 1ª vez em 1944: RELACIONAR= TEORIA X PRÁTICA em Psicologia Social.  Dynamis é uma palvra grega que significa força, energia, ação.  Objetivo era o de ensinar às pessoas comportamentos novos através de Dinâmica de Grupo;  Questões para debate: 1 - Que importância o grupo dá para o uso de dinâmicas? 2 - Por que as dinâmicas facilitam o trabalho coletivo e superam o individualismo? 3 - O que o grupo pode fazer para aproveitar melhor as dinâmicas? DESAFIOS PASTORAIS
  • 3.
    Por que trabalharcom dinâmicas de grupo? As dinâmicas possibilitam vivências, que ao serem refletidas e partilhadas gestam um aprendizado pessoal e grupal libertador, possibilitando,dentre outras coisas:  · Autoconhecimento com ser único e social;  · Exercício de escuta e acolhida do outro como ser diferente;  · Experiência de abertura ao outro e participação grupal;  · Percepção do todo e das partes, tanto da vida como da realidade que nos cerca;
  • 4.
     · Desenvolvimentoda consciência crítica;  · Confronto e avaliação da vida e da prática;  · Tomada de decisão de modo consciente e crítico;  Sistematização de conteúdos, sentimentos e experiências;  · Construção coletiva do saber.  Permite que as pessoas envolvidas passem por um processo de ensino e aprendizagem em que o trabalho coletivo é colocado como um caminho para se interferir na realidade, modificando-a.  · Possibilitar um clima de espontaneidade em que os participantes sintam-se livres e à vontade para participar da experiência feita;
  • 5.
    Para quem vaiorientar a dinâmica É fundamental:  · Conhecer todos os passos da dinâmica para aplicá-la com segurança;  · Ter clareza de aonde se quer chegar, qual o objetivo e a função da dinâmica dentro do processo a ser desenvolvido, entendendo-a como um instrumento;  Uma vez que a técnica da dinâmica não é um fim, mas um meio - é APENAS uma ferramenta a ser usada.  Sua utilização deve responder a objetivos específicos de uma determinada estratégia educativa, no sentido de estimular a produção do conhecimento e a recriação deste conhecimento...  Recomendações  Em todo início de atividade (encontro) deve ser feito o “Contrato do Grupo”. Trata-se de uma discussão da pauta proposta, definição de normas internas do grupo, formação de equipes de trabalho e distribuição de tarefas. Quando se tratar de uma atividade menor, um debate por exemplo, deve-se definir com o grupo o horário de terminar a atividade, o que será possível realizar, o que já foi preestabelecido, o objetivo da atividade e a metodologia de abordagem.
  • 6.
     JOGOS, BRINCADEIRAS,DRAMATIZAÇÕES, OFICINAS, REFLEXÕES...  RELAÇÕES: EU X COMIGO EU X OUTRO EU X MUNDO EU X DEUS  Enfim, Dinâmica de Grupo é um caminho para educar junto!
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    TEXTO:João 7:38 OBJETIVO:consagraçã o eserviço. MATERIAL:bambu, galhos, jarra com água, copos e balde.
  • 11.
    TEXTO:Salmos19.14 OBJETIVO:vida cristã MATERIAL:latas coloridas,lixo, limão, cebola, sal, pimenta, bombons...
  • 12.
  • 13.
    TEXTO:João 1:14 OBJETIVO: evangelizar MATERIAL:um peixe ou outro pequeno animal.
  • 14.
  • 15.
    TEXTO:Lucas 11.13 OBJETIVO: doutrinar MATERIAL:2 celulares, chocolate, objetos, sorvete, livro...
  • 16.
    TEXTO:1 Coríntios 12.12-26 OBJETIVO:doutrinar MATERIAL: mensagem, quebra-cabeça
  • 17.
    BINGO DE JESUS CARTELAS, LÁPIS;  PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE UM TEMA;  PERGUNTAS EM TIRAS DENTRO DE UMA CAIXA;  CARTELAS COM RESPOSTAS ALTERNADAS;  LEIA UMA PERGUNTA, QUEM TIVER A RESPOSTA NA CARTELA MARQUE-A;  QUEM CONSEGUIR MARCAR 5 SEGUIDOS, GRITA BINGO DE JESUS;  CONFERIR EM VOZ ALTA E DÊ UM PRESENTINHO PARA O VENCEDOR.
  • 19.
    JOGO DA VELHA PERGUNTAS E RESPOSTAS RELACIONADAS AO TEMA TRABALHADO;  RISQUE O QUADRO A BASE DO JOGO;  CADA GRUPO TERÁ UMA MARCA( X, 0, NÚMERO...)  A RESPOSTA CERTA DARÁ O DIREITO DE COLOCAR A SUA MARCA;  O GRUPO QUE CONSEGUIR COMPLETAR UMA HORIZONTAL , DIAGONAL OU VERTICAL VENCERÁ;  CASO O GRUPO NÃO SAIBA A RESPOSTA, PASSA A VEZ PARA O OUTRO GRUPO.
  • 21.
  • 22.
     A CERCA Era uma vez um menino com temperamento muito forte. Seu pai deu-lhe um saco de pregos, dizendo-lhe que cada vez que ele ficasse enraivecido pregasse um prego na cerca do fundo da casa. No primeiro dia o garoto pregou 37 pregos, mas gradualmente ele foi se acalmando. Descobriu que era mais fácil "segurar" seu temperamento do que pregar os pregos na cerca. Finalmente chegou o dia em que o garoto não se enfureceu nenhuma vez. Contou ao pai o que havia sucedido e pai sugeriu-lhe que, de agora em diante por cada dia que conseguisse segurar seu temperamento retirasse um dos 37 pregos. Passou-se o tempo e o garoto finalmente pode dizer ao pai que tinha retirado todos os pregos. O pai tomou o filho pela mão e levou-o até a cerca dizendo-lhe: - Você fez muito bem meu filho, mas a cerca nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas quando está furioso, elas deixam uma cicatriz assim como as marcas da cerca. Você pode fincar e retirar uma faca em um homem. Não importa quantas vezes você possa dizer; "desculpe", a ferida mesmo assim permanecerá. Uma ferida verbal é tão dolorosa quanto uma ferida física. Amigos são jóias raras. Eles fazem você sorrir e estimulam você a ter sucesso. Eles emprestam um ouvido amigo, repartem uma palavra de elogio, eles querem sempre abrir seus corações para nós." Mostre a seus amigos o quanto você se importa com eles.  Autor desconhecido
  • 23.
     Como consertaro mundo Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.  Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava!  Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou-o ao filho dizendo:  - Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.  Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas, depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente: - Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!  A princípio o pai não deu crédito as palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.  Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?  - Você não sabia como era o mundo, meu filho, então como conseguiu? - Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.
  • 24.
     Sinal deDeus Um homem sussurrou: Deus fale comigo. E um rouxinol começou a cantar Mas o homem não ouviu. Então o homem repetiu: Deus fale comigo! E um trovão ecoou nos céus Mas o homem foi incapaz de ouvir. O Homem olhou em volta e disse: Deus deixe-me vê-lo E uma estrela brilhou no céu Mas o homem não a notou. O homem começou a gritar: Deus mostre-me um milagre E uma criança nasceu Mas o homem não sentiu o pulsar da vida. Então o homem começou a chorar e a se desesperar: Deus toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo... E uma borboleta pousou suavemente Em seu ombro O homem espantou a borboleta com a mão e desiludido Continuou o seu caminho triste, sozinho e com medo. Até quando teremos que sofrer para compreendermos que Deus está sempre aonde está a vida? Até quando manteremos nossos olhos e nossos corações fechados para o milagre da vida que se apresentas diante de nós em todos os momentos?
  • 25.
    A parábola doPote  Um sábio mestre agarrou num pote de barro e chamou o seu discípulo. Colocou algumas pedras muito grandes dentro do pote e perguntou-lhe: “ O pote está cheio? E o discípulo respondeu: “Sim”! O mestre agarrou num saco cheia de pedrinhas pequenas e as despejou dentro do pote, e tornou a perguntar ao seu discípulo: “E agora, o pote está cheio ?” E ele respondeu: “Sim, mestre. Desta vez o pote está totalmente cheio”. O sábio, então, agarrou numa lata de areia e a derramou dentro do pote. A areia preencheu os espaços entre as pedras grandes e as pedrinhas pequenas. Num impulso, o discípulo se adiantou: “Pronto! Agora acabou, mestre. Não é possível colocar mais nada dentro desse pote!”. O mestre respondeu-lhe com um sorriso e virou uma jarra d’água dentro do pote, que, encharcando a areia, desapareceu. Depois disso, o sábio agarrou noutro pote de barro e pediu que o discípulo repetisse a experiência, mas na ordem inversa. No momento de colocar as pedras grandes, estas não couberam no vaso, pois parte dele já havia sido preenchido por coisas menores. Diante disso, o mestre concluiu a lição: “O pote de barro é a nossa vida; a nossa disponibilidade de tempo é o que cabia no pote. As pedras grandes são as coisas realmente importantes da vida: o seu crescimento pessoal e espiritual e seu relacionamento com a família e amigos. Se você der prioridade a isso e se mantiver aberto para o novo, o restante se ajustará por si: os seus afazeres diários, bens e direitos materiais, lazer e todas as restantes actividades menores que completam a vida. No entanto, se você preencher sua vida com coisas pequenas, as coisas realmente importantes nunca terão espaço suficiente na sua vida”. Autor desconhecido