O documento discute os desafios profissionais enfrentados pelo Serviço Social e Psicologia durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985). A ditadura trouxe transformações para ambas as profissões, com ênfase em abordagens individualistas e apoio a ideologias desenvolvimentistas. O Serviço Social inicialmente reproduzia ideologias conservadoras, mas nos anos 1970 alguns assistentes sociais passaram a adotar uma crítica marxista. Embora com diferenças, as duas áreas promovem o diálogo interdisciplinar para melhor compreender