ASSÉDIO SEXUAL EOUTRAS FORMAS
DE VIOLÊNCIA DO ÂMBIENTE DO TRABALHO
Para a promoção de um
ambiente laboral sadio, seguro e
que favoreça a inserção e a
manutenção de mulheres no
mercado de trabalho, as
empresas com Comissão
Interna de Prevenção de
Acidentes e de Assédio (CIPA)
deverão medidas de prevenção
ao Assédio Sexual e Outras
Formas de Violência no
Ambiente do Trabalho.
3.
ASSÉDIO SEXUAL EOUTRAS FORMAS
DE VIOLÊNCIA DO ÂMBIENTE DO TRABALHO
I - inclusão de regras de conduta a respeito
do assédio sexual e de outras formas de
violência nas normas internas da empresa,
com ampla divulgação do seu conteúdo aos
empregados e às empregadas;
4.
ASSÉDIO SEXUAL EOUTRAS FORMAS
DE VIOLÊNCIA DO ÂMBIENTE DO TRABALHO
II - fixação de procedimentos para recebimento
e acompanhamento de denúncias, para
apuração dos fatos e, quando for o caso, para
aplicação de sanções administrativas aos
responsáveis diretos e indiretos pelos atos de
assédio sexual e de violência, garantido o
anonimato da pessoa denunciante, sem
prejuízo dos procedimentos jurídicos cabíveis.
5.
ASSÉDIO SEXUAL EOUTRAS FORMAS
DE VIOLÊNCIA DO ÂMBIENTE DO TRABALHO
II - inclusão de temas referentes à prevenção
e ao combate ao assédio sexual e a outras
formas de violência nas atividades e nas
práticas da Cipa; e
6.
ASSÉDIO SEXUAL EOUTRAS FORMAS
DE VIOLÊNCIA DO ÂMBIENTE DO TRABALHO
IV - realização, no mínimo a cada 12 (doze) meses, de
ações de capacitação, de orientação e de sensibilização
dos empregados e das empregadas de todos os níveis
hierárquicos da empresa sobre temas relacionados à
violência, ao assédio, à igualdade e à diversidade no âmbito
do trabalho, em formatos acessíveis, apropriados e que
apresentem máxima efetividade de tais ações.
7.
ACIDENTES DO TRABALHO
Conceito:
Legal: (de acordo com o art.19 da lei 8.213/1991)
Acidente do trabalho é o que ocorre pelo
exercício do trabalho a serviço de empresa ou
de empregador doméstico ou pelo exercício do
trabalho dos segurados, provocando lesão
corporal ou perturbação funcional que cause a
morte ou a perda ou redução, permanente ou
temporária, da capacidade para o trabalho .
8.
ACIDENTES DO TRABALHO
Tiposde Acidente:
Típico:
É aquele que ocorre quando o
empregado está no exercício de suas
atividades dentro ou fora da empresa.
9.
ACIDENTES DO TRABALHO
Tiposde Acidente:
Trajeto:
É aquele que ocorre no trajeto de
casa/trabalho ou trabalho/casa.
Conceito:
Lesão corporal:
Éum dano anatômico.
Exemplo: uma fratura, um machucado ou a perda de algum membro.
ACIDENTES DO TRABALHO
Perturbação Funcional:
É o prejuízo que ocorre ao funcionamento de qualquer órgão ou
sentido.
Exemplo: Prejuízo ao funcionamento de um órgão (pulmões etc.), pela
aspiração ou ingestão de elemento nocivo usado no trabalho.
12.
Os acidentes dotrabalho
Consequências dos acidentes de trabalho:
Para o funcionário:
• Morte;
• Lesões, fraturas;
• Dor e sofrimento físico e psicológicos;
• Desamparo à família;
• Perca da capacidade temporária e permanente ao trabalho;
• Discriminação no mercado de trabalho.
Para a empresa:
• Atrasos nas entregas do produto;
• Cliente insatisfeito;
• Perca de tempo;
• Quebra de mÁquinas e equipamentos;
• Gastos com o tratamento do acidentado.
Para o país:
• Perca de colaboradores produtivos;
• Custo com aposentadoria precoces;
• Pagamento com auxilio acidente e auxilio doença.
13.
Responsabilidade pelos acidentes
detrabalho
Quando é que a empresa é a culpada pelo acidente de trabalho?
A empresa é a culpada pelo acidente de trabalho quando é
omissa e negligente em relação à segurança do trabalho.
A empresa não fornece os equipamento de proteção individual
aos seus empregados;
A empresa fornece os equipamentos de proteção individual mas
não treina e nem obriga os empregados a usá – los;
A empresa não possui normas de segurança do trabalho O.S;
A empresa possui normas de segurança do trabalho mas não
fiscaliza o seu cumprimento;
A empresa não conscientiza seus empregados através de
palestra, treinamento, cartazes, etc.
14.
Responsabilidade pelos acidentesde
trabalho
Quando é que o empregado é o culpado pelo acidente de trabalho?
O empregado é culpado pelo acidente de trabalho quando, por
desobediência ou negligencia, deixa de cumprir alguma
norma da empresa.
O empregado se recusa a usar equipamento de proteção
individual;
O empregado executa suas atividades da forma que quer;
ignorando as normas de segurança do trabalho;
O empregado é desatento e displicente durante a realização de
suas atividades;
O empregado e desorganizado;
O empregado não desliga a maquina ou equipamento no
momento de realizar ajustes, limpeza, reparos ou manutenções.
15.
Os acidentes dotrabalho
Prevenção dos acidentes do trabalho:
• Levantamentos e correções das condições
inseguras;
• Conscientização e treinamentos dos
empregados;
• Fornecimento dos EPI’s (C/ registro da entrega);
• Fiscalização do uso dos EPI’s;
• Eliminação dos atos inseguros;
• Organização e limpeza
• Emissão da ordem de serviço O.S
16.
Responsabilidade pelos acidentes
detrabalho
Quando se trata de empresa
temos duas pessoas:
Pessoa Jurídica:
É a entidade abstrata com
existência e responsabilidade
jurídica como, por exemplo,
uma empresa, associação,
companhia e estabelecimento.
Penalidades para pessoas
jurídica:
• Indenização;
• Multa;
• Interdição ou fechamento.
17.
Responsabilidade pelos acidentes
detrabalho
Pessoa física:
É a pessoa natural, isto é, todo
indivíduo (homem ou mulher):
Presidente;
Diretores;
Administradores;
Técnico de Segurança;
Membros da CIPA.
Penalidades para pessoa física:
• Cassação da licença;
• Multa;
• Privação da liberdade.
18.
Conceito:
Doença Profissional:
Assimentendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do
trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva
relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência
Social (anexo II do Regulamento da Previdência Social).
Doenças Ocupacionais
19.
Conceito:
Doença doTrabalho:
Assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de
condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se
relacione diretamente, constante da relação das doenças do
trabalho.
Doenças Ocupacionais
20.
Conceito:
Considera-se pessoacom deficiência aquela que tem impedimento
de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o
qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua
participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de
condições com as demais pessoas.
Inclusão de PCD e Reabilitados
21.
Conceito:
É vedadarestrição ao trabalho da pessoa com deficiência e qualquer
discriminação em razão de sua condição, inclusive nas etapas de
recrutamento, seleção, contratação, admissão, exames admissional e
periódico, permanência no emprego, ascensão profissional e
reabilitação profissional, bem como exigência de aptidão plena.
Inclusão de PCD e Reabilitados
22.
Conceito:
Constitui modode inclusão da pessoa com deficiência no trabalho a
colocação competitiva, em igualdade de oportunidades com as demais
pessoas, nos termos da legislação trabalhista e previdenciária, na
qual devem ser atendidas as regras de acessibilidade, o fornecimento
de recursos de tecnologia assistiva e a adaptação razoável no
ambiente de trabalho.
Inclusão de PCD e Reabilitados
Legislação Previdenciária
Oart. 21 da Lei nº 8.213/91 equipara ainda a acidente
de trabalho:
I - o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido
a causa única, haja contribuído diretamente para a morte do
segurado, para redução ou perda da sua capacidade para o
trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a
sua recuperação.
25.
Legislação Previdenciária
Oacidente sofrido pelo segurado no local e no horário
do trabalho, em consequência de:
ato de agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por
terceiro ou companheiro de trabalho;
ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de
disputa relacionada ao trabalho;
ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de
terceiro ou de companheiro de trabalho.
26.
Legislação Previdenciária
Oacidente sofrido pelo segurado no local e no horário
do trabalho, em consequência de:
ato de pessoa privada do uso da razão;
desabamento, inundação, incêndio e outros casos fortuitos
ou decorrentes de força maior.
Legislação Previdenciária
Oacidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local
e horário de trabalho:
na execução de ordem ou na realização de serviço sob a
autoridade da empresa;
na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa
para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito;
em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo
quando financiada por esta dentro de seus planos para melhor
capacitação da mão-de-obra, independentemente do meio de
locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do
segurado.
29.
Legislação Previdenciária
Oacidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local
e horário de trabalho:
no percurso da residência para o local de trabalho ou deste
para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive
veículo de propriedade do segurado.
30.
Legislação Previdenciária
Oacidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local
e horário de trabalho:
Nos períodos destinados a refeição ou descanso, ou por
ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas, no
local do trabalho ou durante este, o empregado é considerado
no exercício do trabalho.
Atos inseguros
É todoato praticado pelo homem (em geral consiste no que esta fazendo),
em desobediência pré-estabelecidas. É comportamental.
São responsáveis por 80% dos acidentes de trabalho.
33.
Atos inseguros
Manutenção
Ao efetuarqualquer serviço de manutenção mecânica
ou elétrica devemos sempre, primeiramente, parar a
máquina e desligar a chave geral no painel elétrico, a
fim de garantir, que nenhum outro colega ligará a
máquina, acarretando algum acidente. Interrompa a
alimentação de energia elétrica e desative todos os
sistemas hidráulicos e pneumáticos da máquina. É
necessário colocar um aviso na porta do painel elétrico
geral, com os seguintes dizeres:
Não ligue esta chave ou Máquina em Manutenção, ou
ainda, pode-se travar a porta.
34.
Atos inseguros
Inspeção deDispositivos de Segurança da Máquina/Equipamento
A inspeção de dispositivos de segurança na máquina / equipamento, quando
rigorosamente realizada, constitui em um dos meios mais eficiente na prevenção
de acidentes do trabalho. As inspeções de sensores, botões “parar”, válvulas e
interruptores de emergências (cabos de aço), devem ser feitos freqüentemente, pois
podem apresentar defeitos em seus comandos, provocando graves acidentes.
35.
Atos inseguros
Orientação paraos operadores de máquinas
A falta de orientação, aos colegas que trabalham em uma determinada máquina, é
um dos fatores que fatalmente contribuem para a ocorrência de acidentes. Essas
orientações devem ser fornecidas aos operadores, antes de iniciarem os
trabalhos nas mesmas, e podem ser transmitidas por meio da comunicação
verbal, escrita ou visual.
36.
Atos inseguros
Equipamentos deProteção Individual (EPIs)
Os acidentes/lesões podem ser eliminados ou
amenizados, se você utilizar todos os
Equipamentos de Proteção Individual (E.P.Is.)
recomendados, conforme seu trabalho. Quando
existir qualquer dúvida a respeito do uso,
manuseio, conservação e limpeza dos E.P.Is.,
devemos sempre consultar a chefia para os
esclarecimentos necessários.
37.
Atos inseguros
Roupas folgadase adornos
As roupas folgadas, os anéis, jóias, correntinhas,
pendentes e relógios são extremamente perigosos,
para quem trabalha em máquinas, podendo enroscar
em qualquer saliência e com isso levá-lo a
movimentos bruscos ou ser arrastado contra os
cilindros/peças em movimento. Outras causas que
podem acarretar o mesmo tipo de acidente, são os
panos para limpeza, ferramentas e outros materiais,
que são colocados nos bolsos e cintura. Os
operadores de máquinas não devem usar as mangas
longas ou folgadas nos punhos, como também as
sobras da camisa na cintura.
38.
Atos inseguros
Ferramentas edispositivos manuais
Todas as ferramentas e dispositivos manuais, se desgastam com o constante
manuseio e para tanto, devem ser inspecionados freqüentemente verificando o
desgaste e defeitos. Caso necessário, deverá trocá-los imediatamente. Qualquer
tipo de improvisação no uso de suas ferramentas e dispositivos manuais, podem
se tornar perigosos, se as mesmas forem utilizadas para outras finalidades a que
elas se destinam. Por isso, certifique-se que está usando a ferramenta correta.
Por exemplo, não use alicate como
martelo ou como chave fixa, chave
de fenda como alavanca, etc.
39.
Atos inseguros
Orientação paraos operadores de máquinas
A cortesia, o respeito e a colaboração aos colegas de
trabalho, contribuem para o bom andamento do
serviço e prevenção de acidentes. As brincadeiras,
durante o trabalho, são muito perigosas, pois
podem provocar acidentes graves, além de brigas e
discussões entre os colegas. Portanto, como regra
geral, deve-se evitar qualquer tipo de brincadeira no
ambiente de trabalho.
Também deve-se evitar a ingestão de bebidas
alcoólicas, antes e durante a jornada de trabalho,
pois altera os seus reflexos, predispondo-o a
acidentes.
Condições Inseguras
São falhas,defeitos, irregularidades técnicas e carência de dispositivos de
segurança que põem em risco a integridade física e/ou saúde das pessoas e a
segurança das instalações e equipamentos.
Aproximadamente são responsáveis por 20% dos acidente de trabalho.
46.
Condições inseguras
Ordem, organizaçãoe limpeza
Um fator muito importante na Prevenção de
Acidentes é a manutenção do nosso local de trabalho
na mais perfeita Ordem, Organização e Limpeza,
que representam a base de segurança. O trabalho será
mais fácil e seguro se o ambiente estiver em ordem.
Ordem - arrumar todos os seus materiais, de maneira que quando precise seja de
fácil localização.
Organização - separar os materiais importantes e eliminar / transferir os
desnecessários.
Limpeza - manter tudo sempre limpo, eliminando os lixos e sujeiras.
47.
Condições inseguras
Líquidos inflamáveis
Oarmazenamento de líquidos inflamáveis,
como tintas e solventes, devem ficar em áreas
totalmente isoladas de outros, com materiais
diferentes e em tambores fechados. Nas áreas de
manutenção, todos os panos/estopas com
resíduos de solventes, devem ser mantidos em
latas metálicas, com tampas, a fim de se evitar a
evaporação de solventes para o ambiente.
Quando se encontrar exposto aos líquidos
inflamáveis, deve-se tomar todos os cuidados
necessários, usando os Equipamentos de
Proteção Individual (E.P.I.) exigidos e proibir o
fumo nesses locais.
48.
Condições inseguras
Iluminação
A iluminaçãofraca pode provocar acidentes,
deficiências em sua visão e ainda problemas de
qualidade nos serviços executados. Um nível de
iluminação forte, também pode causar problemas
visuais e ofuscamentos. Quaisquer reflexos ou
sombras que incomodam e que possam aparecer
durante os seus trabalhos, devem ser comunicados a sua
chefia, para as devidas correções.
49.
Condições inseguras
Ruído
O ruídopode provocar perdas auditivas. Quando não
conseguimos reduzir os níveis de ruído, devemos utilizar
Protetores Auriculares, de inserção tipos Plug ou externo
tipo Concha. Outro ponto importante é a higienização
dos Protetores Auriculares, que deve ser feita
diariamente e sempre utilizando um sabão neutro.
Energia Elétrica
A maioria das máquinas de uma empresa, são alimentadas por
tensões com valores elevados de 220V; 380V e 440V. No caso
de choque elétrico, pode acarretar graves lesões ou até a morte.
Todos os reparos elétricos e as manutenções dos equipamentos
devem ser executadas por pessoas especializadas e nunca
por curiosos.
Resumo Geral
Segurança Máxima
Adquirao hábito e a consciência de
trabalhar com a máxima segurança
em qualquer local onde se encontre;
Regras
Todas as regras de segurança devem
ser lidas, entendidas e obedecidas;
Atenção
Adquira o hábito de ficar atento, para
qualquer anormalidade que encontre
no seu local de trabalho;
57.
Resumo Geral
Sinalização
Obedeça todasas placas de sinalização e
advertência.
Dúvidas
Quando tiver qualquer dúvida sobre a execução
do seu trabalho com segurança, procure a sua
chefia.
58.
Para que essesacidentes não aconteçam
pratique o
OBSERVAR
PLANEJAR
AGIR
60.
Em casode acidente a empresa deverá:
Comunicar o acidente ao INSS por meio da CAT até o 1º dia
útil seguinte;
Em caso de morte, de imediato a autoridade competente, sob
pena de multa.
61.
Deverão ser comunicadasao INSS as seguintes
ocorrências :
Ocorrências:
Tipos de
CAT:
a)
a) irá se referir a acidente de trabalho típico, trajeto, doença
profissional, do trabalho ou óbito imediato
CAT inicial;
CAT inicial;
b)
b) será utilizada para casos de afastamento por agravamento
de lesão de acidente do trabalho ou de doença profissional ou
do trabalho.
CAT
CAT
reabertura;
reabertura;
c)
c) será emitida exclusivamente para casos de falecimento
decorrente de acidente ou doença profissional ou do
trabalho, após o registro da CAT inicial
CAT
CAT
comunicação
comunicação
de óbito.
de óbito.
62.
A CATserá preenchidas em 04 (quatro) vias:
1ª via – ao INSS;
4ª via – à empresa.
2ª via – ao segurado ou dependente;
3ª via – ao sindicato da classe;
Procura das causasdo acidente
Investigar um acidente é fazer a sua análise, após a sua ocorrência, com
o objetivo de descobrir as causas e tomar providências corretivas para
evitar a repetição de casos semelhantes.
Quando um acidente ocorre, seja grave ou não, os componentes da CIPA
devem analisá-lo profundamente.
Faz se necessário lembrar que a finalidade da investigação não é a de
procurar um culpado ou um responsável, mas encontrar as causas que
contribuíram direta ou indiretamente para a ocorrência do acidente.
Investigação de acidentes
69.
Investigação de acidentes
Sempreque for investigar qualquer tipo de acidente deve-se levar em
consideração
O agente causador da lesão
É o local, o ambiente, o ato, enfim, o que possa ser o causador da lesão. Os
agentes podem ser os ácidos e outros produtos químicos, uma ferramenta,
parte de um máquina, materiais incandescentes e ou excessivamente quentes,
arestas cortantes, corrente elétrica, superfícies abrasivas, etc.
Fator pessoal de insegurança
Causa relativa ao comportamento humano, que pode levar à ocorrência do
acidente ou a pratica do ato inseguro. As pessoas, pelo seu modo de agir, como
indivíduos ou profissionais, cometem atos inseguros e ou criam condições
inseguras, ou colaboram para que elas continuem existindo. Devem ser apurados e
anotados no relatório de acidente os fatores pessoais que estiveram presentes no
momento em que ele ocorreu.
70.
Investigação de acidentes
Naturezada lesão
Expressão que identifica a lesão, segundo suas características principais.
Localização da lesão
A localização da lesão merece análise cuidadosa.
Condições inseguras
Defeito da máquina, no equipamento, na edificação, etc.
Atos inseguros
Atos inseguros de terceiros
Tipo do acidente
Acidente de trajeto, Acidente típico.
Inspeção de segurança
Oque e?
Nada mais e que vocês andar na
Empresa com o objetivo de
identificar e Controlar possíveis
risco que possa originar um acidente
de trabalho, tomando possíveis
medidas corretivas.
PREVENIR O ACIDENTE!
73.
Inspeção de segurança
Tiposde inspeção
Geral – envolve todos os setores da empresa em todos os problemas relativos a
segurança;
Parcial – quando é feitos em alguns setores da empresa, certos tipos de trabalho,
certos equipamentos ou certas máquinas;
Periódica – efetuada em intervalos regulares, programada previamente e que visa
apontar riscos previstos, como os desgastes, fadigas, superesforço e exposição a certas
agressividades do ambiente a que são submetidas máquinas, ferramentas, instalações,
etc;
Oficial – efetuada pelos órgãos governamentais do trabalho ou securitários. Para
este caso, é muito importante que os serviços de segurança mantenham controle de tudo
que ocorre e do andamento de tudo o que estiver pendente relativamente à segurança e
que estejam em condições de atender e informar devidamente a fiscalização;
Especial – é a que requer conhecimentos e ou aparelhos especializados. Inclui-se
aqui a inspeção de caldeira, elevadores, medição de nível de ruídos, de iluminação, etc.
Consideram-se riscosocupacionais os agentes físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes existentes
nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza,
concentração ou intensidade e tempo de exposição, são
capazes de causar danos à saúde do trabalhador.
A presença de produtos ou agentes nocivos nos locais
de trabalho não quer dizer necessariamente que existe
perigo ou risco ao trabalhador. Vai depender muito da
concentração e o tempo de exposição que o trabalhador
vai estar exposto.
Exemplo: Quanto maior o nível de ruído, menor deverá ser o
tempo de exposição ocupacional.
Riscos Profissionais
77.
Riscos Físicos
São consideradosriscos físicos:
Ruídos;
Vibrações;
Radiações ionizantes / não ionizantes;
Frio, Calor;
Pressões anormais;
Umidade.
São riscos que, podem a curto, médio e longo prazo provocar sérios
prejuízos à saúde do trabalhador. Dependendo do tempo de exposição e da
concentração.
78.
Limite de tolerânciapara ruído contínuo ou intermitente NR-15
Nível de ruído dB (A) Máxima exposição diária permissível
85 8 horas
86 7 horas
87 6 horas
88 5 horas
89 4 horas e 30 minutos
90 4 horas
91 3 horas e 30 minutos
92 3 horas
93 2 horas e 40 minutos
94 2 horas e 40 minutos
95 2 horas
96 1 hora e 45 minutos
Riscos Físicos
79.
Consequência do Ruído
Oruído pode agir diretamente
sobre o sistema nervoso;
Fadiga nervosa;
Perda da memória;
Dificuldade de coordenar idéias;
Hipertensão;
Diminuição da visão noturna;
Perca auditiva.
Riscos Físicos
80.
Medidas de Controle
Medida de Proteção Coletiva:
Enclauzuramento de maquinas
produtoras de ruído.
Medida de Proteção Individual:
Fornecer os EPI’S (Protetor
Auricular tipo Plug ou tipo Concha.
Riscos Físicos
81.
Consequência das Vibrações
Problemas nas articulações das mãos e braços;
Lesões na coluna vertebral e dores lombares.
Medida de Controle
Para diminuir as consequências deste risco podemos fazer o
revezamento dos trabalhadores expostos a este risco.
Riscos Físicos
82.
Desidratação;
ProblemasCardiovasculares;
Insolação.
Consequência do Calor
Medida de Controle
Beber muita água;
Usar vestimentas para proteção do corpo contra o sol
(roupas, camisa de manga comprida);
Usar protetor solar.
Riscos Físicos
83.
Consideram-se agentes químicosas substâncias,
compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela
via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas,
gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição,
possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da
pele ou por ingestão.
Riscos Químicos
84.
Consequências dos produtosquímicos
Doenças pulmonares;
Intoxicação;
Irritação das vias aéreas;
Náuseas;
Sonolências;
Dependendo da quantidade de produto a ser
absorvido pelo funcionário pode levar ate a morte.
Riscos Químicos
85.
Medidas de Controle
Medida de Proteção Coletiva:
Ventilação e exaustão dos setores
Redução do tempo de exposição.
Medida de Proteção Individual:
Fornecer os EPI’S (mascara de proteção
respiratória, luvas de borracha, nitrilica ou
PVC e outros EPI’s se necessário.
Riscos Químicos
86.
Riscos Biológicos
São consideradosriscos biológicos: vírus, bactérias, protozoários, fungos
parasitas e bacilos.
Os riscos biológicos ocorrem por meio de microorganismos que, em contato
com o homem, podem provocar inúmeras doenças. Muitas atividades
profissionais favorecem o contato com tais riscos. É o caso de hospitais,
limpeza pública (coleta de lixo), laboratórios, Almoxarifado e etc.
87.
Hepatite B;
Hepatite C;
HIV;
COVID-19.
Consequência dos Riscos Biológicos
Medida de Controle
Uso de EPI’S;
Higiene Pessoal e do Ambiente de
Trabalho;
Treinamentos.
Riscos Biológicos
88.
Riscos Ergonômicos
São consideradosriscos ergonômicos: esforço físico intenso, levantamento
e transporte manual de peso, exigência de postura inadequada, controle rígido
de produtividade, imposição de ritmos excessivos, trabalho em turno e
noturno, jornada de trabalho prolongadas, monotonia e repetitividade, outras
situações causadoras de stress físico e/ou psíquico
Cansaço Físico;
Dores musculares;
Dores de Coluna;
LER/DORT.
Consequência dos Riscos Ergonômico
Medida de Controle
A fim de evitar que os riscos ergonômicos comprometam a saúde
do trabalhador, devemos fazer alguns reajustes entre o ambiente de
trabalho e o trabalhador: Modernização das maquinas e
equipamentos, ferramentas adequadas, postura adequada.
Riscos Ergonômicos
Riscos de Acidentes
Sãoconsiderados como riscos geradores de acidentes: arranjo físico
inadequado, maquinas e equipamentos sem proteção, ferramentas inadequadas
ou defeituosas, iluminação inadequada, eletricidade, probabilidade de incêndio
ou explosão, armazenamento inadequado, animais peçonhentos outras
situações que poderão contribuir para ocorrência de acidentes.
O que éo Mapa de Risco ?
É uma representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos
locais de trabalho, por meio de círculos de diferentes cores e tamanhos.
Finalidade
Os mapas de risco têm como finalidade: reunir as informações necessárias
para estabelecer o diagnostico da situação de segurança e saúde no trabalho
na empresa; possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de
informações entre os trabalhadores, bem como estimular sua participação
nas atividades de prevenção
Legislação
Portaria nº 25, de 29 de dezembro de 1994 anexo IV, instituiu
obrigatoriedade de elaboração do Mapa de Riscos pela Comissão Interna
de Prevenção de Acidentes.
97.
Confecção do Mapade Risco
Os riscos ocupacionais classificam se por diferentes cores:
QUÍMICO
ERGONOMICO
ACIDENTE
FÍSICO
BIOLÓGICO
98.
Tabela de gravidade
Grande
Médio
Pequeno
Omapa deve ser colocado em um local visível para alertar aos trabalhadores
sobre os perigos existentes naquela área. Os riscos serão simbolizados por
círculos de três tamanhos distintos: Grande, Médio e Pequeno.
99.
Etapas de elaboraçãodo Mapa de Riscos
1º) PASSO: conhecer o processo de trabalho do local analisado:
-os trabalhadores: numero, sexo idade, treinamentos profissionais e de
segurança e saúde, jornada;
-as instrumentos e materiais de trabalho;
-as atividades exercidas;
-o ambiente.
NÃO FAÇA JULGAMENTOS PRECIPITADOS,
PEQUENAS QUEIXAS PODEM ESCONDER GRANDES PROBLEMAS
100.
Etapas de elaboraçãodo Mapa de Riscos
2º) PASSO: identificar os riscos existentes no local de trabalho
analisado.
3º) PASSO: identificar as medidas de prevenção existentes e sua
eficácia:
-medidas de proteção coletiva;
-medidas de organização do trabalho;
-medidas de proteção individual;
-medidas de higiene e conforto: banheiro, lavatórios, vestiários, armários,
bebedouro, refeitório, área de lazer.
NÃO FAÇA JULGAMENTOS PRECIPITADOS,
PEQUENAS QUEIXAS PODEM ESCONDER GRANDES PROBLEMAS
101.
Etapas de elaboraçãodo Mapa de Riscos
4º) PASSO: identificar os indicadores de saúde:
-queixas mais frequentes e comuns entre os trabalhadores expostos ao
mesmo risco;
-acidentes de trabalho ocorridos;
-doenças profissionais diagnosticadas;
-causar mais frequentes de ausência ao trabalho.
NÃO FAÇA JULGAMENTOS PRECIPITADOS,
PEQUENAS QUEIXAS PODEM ESCONDER GRANDES PROBLEMAS
102.
Etapas de elaboraçãodo Mapa de Riscos
5º) PASSO: conhecer os levantamentos ambientais já realizados no
local.
6º) PASSO: após discutido e aprovado na CIPA, o Mapa de Riscos,
completo ou setorial, deverá ser afixado em cada local analisado, de
forma claramente visível e de fácil acesso para os trabalhadores.
NÃO FAÇA JULGAMENTOS PRECIPITADOS,
PEQUENAS QUEIXAS PODEM ESCONDER GRANDES PROBLEMAS
103.
MAPA DE RISCOAMBIENTAL
Local:
Produção: Esmalte
RISCO ERGONÔMICO – Trabalho em pé/sentado e outras
situações causadora do stress físico e/ou psíquico.
RISCO DE ACIDENTE – Situações de risco que poderão
contribuir para a ocorrência de acidentes.
RISCO QUÍMICO – Acetato, corantes e produtos acabados
(esmalte).
PEQUENO
RISCO
FÍSICO
RISCO
QUÍMICO
RISCO DE
ACIDENTE
RISCO
ERGÔNOMICO
RISCO
BIOLOGICO
PEQUENO
MEDIO
GRANDE
Nº de funcionários expostos
Masc. Fem. Total
CIPA – Comissão Interna
De Prevenção de Acidentes.
GESTÃO 2010/2011
PRESIDENTE: JOÃO PIMENTA
EMPRESA TARARA TARARA
LTDA
00 02 02
105.
Aspectos que dificultama prevenção:
“Isso não vai acontecer comigo”
“Sempre trabalhei desse jeito”
“Sou muito experiente”
“Autoconfiança”
106.
O que éEPI?
É um dispositivo de uso individual, usado
para proteger o trabalhador contra riscos
existentes no ambiente de trabalho.
OBS: A empresa é obrigada a fornecer EPI
com o “CA – Certificado de Aprovação”.
E.P.I
107.
O equipamentode proteção individual, de fabricação nacional
ou importado, só poderá ser posto a venda ou utilizado com a
indicação do CA, expedido pelo órgão nacional competente em
matéria de segurança e saúde no trabalho do ministério do
trabalho e emprego;
A empresa é obrigada a fornecer aos empregados,
gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de
conservação e funcionamento.
E.P.I
108.
Cabe ao empregadorquanto ao EPI :
adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade;
exigir seu uso;
fornecer ao trabalhador somente EPI aprovado pelo órgão
nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho;
orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e
conservação;
substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;
comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.
E.P.I
109.
Cabe ao empregadoquanto ao EPI:
usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que
se destina;
responsabilizar-se pela guarda e conservação;
comunicar ao empregador qualquer alteração
que o torne impróprio para uso;
cumprir as determinações do empregador sobre
o uso adequado.
E.P.I
INTRODUÇÃO
O objetivo destetreinamento é orientar o
trabalhador, de como combater um principio de
incêndio com eficiência, e orientar também
como usar o extintor adequado a combater um
material, ou seja, (CLASSE DE INCÊNDIO) que
esteja pegando fogo.
124.
Principio básico deprevenção de incêndio
Conceito básico de fogo:
É uma reação química (combustão), que desprende luz e calor devido à
combustão de materiais diversos.
Elementos que compõem o fogo:
COMBUSTIVEL
COMBURENTE (Oxigênio)
CALOR
125.
Principio básico deprevenção de incêndio
Conceito básico de incêndio:
Fenômeno que ocorre quando o fogo foge ao controle do homem,
tornando-se grande destruidor de vidas e bens.
126.
Principio básico deprevenção de incêndio
Métodos para a propagação do incêndio
Condução - Nesse método o fogo passa
de um local a outro através dos átomos
dos corpos que, uma vez aquecidos, vão
aquecendo os átomos ao seu lado que
aquecem os que estiverem a seu lado
assim consecutivamente.
127.
Principio básico deprevenção de incêndio
Métodos para a propagação do incêndio
Convecção - É a transferência de
calor de um ambiente para outro
através do ar ou de líquidos, neste
caso geralmente o fogo transfere-se
para cima, afinal o ar quente sobe,
enquanto o ar frio desce, por tanto,
caso esteja dentro de um prédio no
qual esteja ocorrendo um incêndio vá
sempre para o mais baixo possível.
128.
Principio básico deprevenção de incêndio
Métodos para a propagação do incêndio
Irradiação – A transferência de
calor nesse caso é por raios de
calor. Pois um incêndio emite raios
de calor que se propagam pelo ar,
inclusive os raios de calor podem
ser aumentados de intensidade com
o auxílio de vidros e lentes, como é
o caso de se acender um cigarro com
uma lente de aumento, ao transferir
o calor do sol para o cigarro.
Principio básico deprevenção de incêndio
Classes de fogo
Classe A - denomina-se Fogo Classe A aqueles matérias
sólidos como: tecidos, madeira, papel, fibras, estofados, etc.
Classe B - denomina-se Fogo Classe B quando o fogo ocorre
em produtos inflamáveis como: óleo, graxas, vernizes, tintas,
gasolina, parafinas, etc.
Classe C - denomina-se Fogo Classe C quando o fogo ocorre
em equipamentos elétricos energizados como motores,
transformadores, quadros de distribuição, fios, etc.
OBS: Caracterisca dos materiais da Classe A, e que eles queimam em
superfície e em profundidade deixando resíduos ou seja deixando cinzas.
OBS: Caracterisca dos materiais da Classe B, e que eles queimam só em superfície e não deixam
resíduos.
131.
Principio básico deprevenção de incêndio
Classes de fogo
Classe D - denomina-se Fogo Classe D quando o fogo ocorre
em elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio,
entre outros.
Agentes extintores - É preciso conhecer, identificar bem o incêndio que
se vai combater, antes de escolher o agente extintor ou equipamento de
combate ao fogo.
Extintor: são aparelhos de fácil manuseio, destinados a combater
princípios de incêndio.
OBS:
132.
Recomendações
Instalar o extintorem local visível e sinalizado;
O extintor não deverá ser instalado em escadas,
portas e rotas de fuga;
Os locais onde estão instalados os extintores,
não devem ser obstruídos;
O extintor deverá ser instalado na parede ou
colocado em suportes de piso;
O lacre não poderá estar rompido;
Os extintores não deverão ter sua parte superior
a mais de 1,60 m acima do piso;
Devera ser pintada de vermelho uma larga área
do piso embaixo do extintor de 1m (metro)
133.
Principio básico deprevenção de incêndio
Os principais agentes extintores são:
Extintor de água
Capacidade: 10 Lt
Aplicação: CLASSE A
Age por: resfriamento
134.
Principio básico deprevenção de incêndio
Extintor de PQS
Capacidade: 2, 6, 8, 12 kg
Aplicação: CLASSE B C
Age por: abafamento
135.
Principio básico deprevenção de incêndio
Extintor de Gás Carbônico CO2
Capacidade: 2, 4, 6kg
Aplicação: CLASSE B C
Age por: abafamento
136.
Principio básico deprevenção de incêndio
Extintor de Espuma Mecânica
Capacidade: 10 Lt
Aplicação: CLASSE A B
Age por: resfriamento e /ou
abafamento
137.
Principio básico deprevenção de incêndio
Conhecendo as partes de um Extintor de Incêndio
Gatilho
Válvula
Manômetro
Ar comprimido
Água
Sifão ou Pescador
Cilindro
Alça de transporte
Cabeçote
Mangueira
Bico de jato
138.
ATENÇÃO Srs. COLABORADORES
Verifiquesempre os extintores Manômetro e Vencimento
Se o ponteiro de pressão do
manômetro estiver no
VERMELHO, procure o
setor responsável pela
manutenção do extintor.
Verifique também o
vencimento dos extintores.
139.
Principio básico deprevenção de incêndio
Quando devo retirar um extintor de seu local?
COMBATER UM PRINCÍPIO DE INCÊNDIO;
FISCALIZAÇÃO (MENSAL);
TREINAMENTO(PALESTRAS,CURSOS,DEMONSTRAÇÕES);
MANUTENÇÃO (RECARGA, TROCA DE ALGUM DISPOSITIVO
DANIFICADO).
INTRODUÇAO
Quando acontece umacidente ou sinistro,
com alguns conhecimentos em primeiros
socorros podemos minimizar a dor e o
sofrimento ou ate salvar a vida daquela
pessoa que esta precisando do atendimento;
Os primeiros socorros quando bem
aplicados podem fazer a diferença entre a
vida e a morte.
142.
PRIMEIRO SOCORROS
O queé?
E o tratamento imediato e provisório ministrado
a uma vitima de trauma ou mal súbito, fora do
ambiente hospitalar, com objetivo de
prioritariamente de evitar o agravamento das
lesões ou ate mesmo a morte desta vitima, até a
chegada de atendimento médico especializado
ou seja o CORPO DE BOMBEIROS ou SAMU.
143.
EM CASO DEACIDENTES OU SINISTROS:
1º - Manter a calma!
Os 10 Mandamentos Do
Socorrista:
144.
2º Tenha emmente a seguinte ordem de segurança quando você estiver prestando
socorro:
PRIMEIRO EU (o socorrista)
DEPOIS MINHA EQUIPE (Incluindo os transeuntes)
E POR ÚLTIMO A VÍTIMA
3º Ao prestar socorro, é fundamental ligar ao atendimento pré-hospital de imediato ao
chegar no local do acidente;
4 º Sempre verifique se há riscos no local, para você e sua equipe, antes de agir no
acidente;
5º Mantenha sempre o bom senso;
6º Mantenha o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos;
7º Distribua tarefas, assim os transeuntes que poderiam atrapalhar lhe ajudarão e se
sentirão mais úteis;
8º Evite manobras intempestivas(realizadas de forma imprudente, com pressa);
9º Em caso de múltiplas vítimas dê preferência àquelas que correm maior risco de
vida como;
10º Seja socorrista e não herói (lembre-se do 2o mandamento);
145.
Imobilização da colunacervical
Desobstrução das vias aéreas
Hiper-extensão do pescoço
Tração da mandíbula
EXAME DO ACIDENTADO
ABORGEM INICIAL: visa checar os sinais vitais do acidentado e
tratar as condições que o colocam em risco eminente de morte.
Para melhor avaliação adota-se uma sequência alfabética (ABCDE)
146.
Abordagem da vítimano ABCDE
Verificar respiração
• Ver, ouvir e sentir
• Se preciso iniciar reanimação ventilatória
(Ambú ou boca a boca)
• Ver movimentos do tórax
• Ouvir sons da respiração
• Sentir o ar da respiração na pele
147.
Abordagem da vítimano ABCDE
Atuação Se a vítima não ventila efetue 02 (duas) insuflações, e
verifique a circulação;
Se a vítima estiver com pulso e não ventilar, efetue 01
(uma) insuflação a cada 05 segundos (adulto), 01 (uma)
insuflação a cada 04 segundos em crianças com idade
entre 01 e 08 anos e 01 (uma) insuflação cada 03
segundos em bebes entre 0 e 01 ano.
Recomendações:
Se ao ventilar o ar não entrar, verifique a Hiper-extensão do pescoço;
Se após ter corrigido a Hiper-extensão do pescoço e o ar não entrar,
considere a obstrução da via aérea, que pode ser por:
Edema
Fluídos (sangue ou outro)
Dentes partidos
Pesquise novamente a cavidade bucal e aspire se necessário.
148.
Abordagem da vítimano ABCDE
Circulação
Verificar circulação nos pontos de pulso;
•Carotídeo;
•Radial;
•Braquial;
•Se necessário iniciar reanimação cardíaca;
•Efetuar controle de hemorragias;
•Prevenir o estado de choque;
•Realizar 30 compressões no tórax da vitima e 02
Insuflações( verificar pulso após 05 ciclos de
compressões e insuflações)
149.
Recomendações
Se estiver aexecutar as manobras de R.C.P. verifique a
eficácia da mesma após 05 ciclos completo;
Controle as hemorragias utilizando umas das técnicas ou
em conjunto:
Compressão direta
Elevação do membro;
Curativo compressivo;
Garrote/torniquete: usar somente em amputados ou
esmagamentos e quando todas as outras técnicas
falharem;
Ao efetuar a elevação dos membros inferiores não
ultrapasse os 45º.
150.
Abordagem da vítimano ABCDE
Avaliação neurológica
O exame neurológico deve ser feito avaliando:
Nível de consciência
Habitualmente é classificado segundo a Escala de Coma de Glasgow que descreve a resposta
ocular, verbal e motora a estímulos verbais e dolorosos. Trata-se de uma escala utilizada por
equipes médicas. Para o Tripulante de Ambulância recomenda-se a quantificação da resposta
da doente de acordo com a nomenclatura A-V-D-N,:
A – ALERTA – Neste caso o doente apresenta-se consciente, no entanto é necessário verificar
se está orientado no tempo e no espaço, se o discurso que apresenta é compreensível, etc..,
Caso esteja inconsciente passe a fase seguinte;
V – Responde a estímulos VERBAIS – O doente encontra-se inconsciente, neste caso chame
pela vítima e verifique se esta reage, e se sim, que tipo de reacção obtém ao estímulo verbal,
se abre espontaneamente os olhos ou outro tipo de reação;
D – Responde a estimulação DOLOROSA – Não se obteve qualquer estimulo à voz, neste caso
vai-se provocar dor ao doente, verificando se este reage a dor e se sim que tipo de reacção
obtemos, se este localiza a dor ou se apresenta um movimento de fuga a dor;
151.
Abordagem da vítimano ABCDE
N – Sem resposta verbal: a vitima não reage a nenhum estímulo, quer verbal quer doloroso, no
entanto é necessário verificar se este apresenta algum movimento de flexão ou extensão
anormal, ou outro tipo de movimentos que possam surgir;
Exposição das vitima
Procure expor as vestes da vítima em locais mais fáceis
para o atendimento pré hospitalar e tomando o cuidado
com a hipotemia.
OBS: Evite exposição desnecessárias evitando constrangimentos.
Primeiros Socorros
Hemorragia
Perda desangue excessiva devido ao rompimento de um vaso sanguíneo, veia ou artéria.
OBS: NÃO PERCA TEMPO.
Hemorragia Interna
Nos casos de hemorragia interna devemos nos proceder da seguinte forma:
• Manter o paciente deitado e calmo;
• Providenciar transporte urgente, pois só em hospital se pode estancar a hemorragia
interna.
157.
Hemorragia Externa
Primeiros Socorros
Deveser visível ao exame primário do paciente, para que possa controlada pela pressão direta
sobre o local do sangramento.
Nos casos de hemorragia externa devemos nos proceder da seguinte
forma:
• Deitar a Vitima;
• Cobrir o ferimento com gaze ou pano limpo;
• Pressionar o local com firmeza;
• Se o ferimento for nos membros inferiores, elevar o membro ferido (45° graus);
• Transportar a vitima para o hospital.
QUEIMADURAS
DEFINIÇÃO
Queimaduras são lesõesda pele, provocadas pelo calor, radiação,
produtos químicos ou certos animais e vegetais, que causam dores fortes e
podem levar a infecções ou até mesmo a morte.
TIPOS DE QUEIMADURAS
Temperatura: vapor, objetos aquecidos, água quente, chama, etc.;
Eletricidade: corrente elétrica, raio, etc.;
Radiação: sol, aparelhos de raios X, raios ultra-violetas, nucleares, etc.
160.
QUEIMADURAS
Produtos químicos: ácidos,bases, álcool, gasolina, etc. e
Animais: lagarta-de-fogo, água-viva, medusa, etc. e vegetais: o látex de
certas plantas, urtiga, etc.
PROFUNDIDADE OU GRAU DA QUEIMADURA
Queimadura de 1º Gral: só
atinge a pele (causando dor e
vermelhidão)
161.
QUEIMADURAS
PROFUNDIDADE OU GRAUDA QUEIMADURA
Queimadura de 2º gral:
atinge toda a pele
epiderme e parte da
derme (causa muita dor
vermelhidão e forma
bolhas).
162.
QUEIMADURAS
PROFUNDIDADE OU GRAUDA QUEIMADURA
Queimadura de 3º gral: atinge toda a pele, epiderme, a derme e outros
tecidos mais profundos, podendo chegar até os ossos. Surge a cor preta,
devido a carbonização dos tecidos.
163.
QUEIMADURAS
REGRAS GERAIS
1. Irrigara área queimada com água limpa, na temperatura ambiente,
para eliminar o calor e cessar a dor no local da queimadura;
2. Remover as vestes que ainda não foram queimadas;
3. Remover imediatamente adornos (anéis,pulseira,etc.) da área que
não foi atingida;
4. Cobrir o ferimento com compressa de gaze estéril ou plástico
estéril;
5. Prevenir a hipotermia nas grandes queimaduras;
6. Nuca furar bolhas;
7. Não remova as vestes que já foram queimadas;
8. Nuca passe sobre a queimadura quaisquer tipos de substâncias;
9. Não utilizar gelo sobre a queimadura;
10. Não de líquidos para a vítima beber.
Fraturas
Fratura
É a quebrade um osso causado por uma pancada muito forte,
uma queda ou esmagamento.
OBS:As fraturas expostas exigem cuidados especiais
Interna
Externa
166.
O que nãose deve fazer
• Não movimente a vítima até imobilizar o local atingido;
• Não dê qualquer alimento ao ferido, nem mesmo água.
O que fazer
• Solicite assistência médica, enquanto isso, mantenha a
pessoa calma e aquecida;
• Verifique se o ferimento não interrompeu a circulação
sangüínea;
• Imobilize o osso ou articulação atingido com uma tala;
167.
Improvise
Improvise uma tala
•Com uma tábua, revista dobrada, vassoura ou outro objeto
qualquer;
• Use tiras de pano, ataduras ou cintos, sem apertar muito
para não dificultar a circulação sanguínea.
Improvise uma tipóia
• Utilize um pedaço grande de tecido com as pontas presas ao
redor do pescoço;
•sustentar um braço em casos de fratura de punho, antebraço,
cotovelo, costelas ou clavícula.
OBS: Só use a tipóia se o braço ferido puder ser
flexionado.
Estado de choque
Éuma diminuição do fluxo Sanguíneo devido
à perfusão dos tecidos, ocasionando prejuízo
às funções do organismo.
Sinais e sintomas
• Inconsciência profunda;
• Pulso fraco e rápido;
• Aumento da frequência respiratória;
• Pele fria e unhas arroxeadas;
• Tremores de frio.
170.
Estado de choque
Primeirossocorros
• Colocar a pessoa em local seguro;
• Manter a vítima aquecida;
• Lateralizar a cabeça em casos de vômitos;
• Aquecer a vitima com lençol ou cobertor;
• Em caso de hemorragia estancar o sangramento;
• Chamar o socorro de imediato.
São doenças infecciosas,transmitidas através da relação sexuais (oral,
vaginal e anal).
Principais sintomas: tanto nos homens quanto nas mulheres, podem ser o
aparecimento de verrugas, corrimentos, feridas nos órgãos genitais, dor
nas relações sexuais e/ou ao urinar. As vezes não parecem sintomas
Infecções Sexualmente Transmissíveis
173.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
Sífilis
•É uma infecção causada por bactéria,
os primeiros sinais e sintomas são
feridas indolores no pênis, no ânus ou
na vulva que, se não forem tratadas,
desaparecem de forma espontânea e
retornam depois de semanas, meses,
a anos, nas suas formas secundaria
ou terciaria.
174.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
SífilisPrimaria
• O principal sintoma da sífilis primária é o
cancro duro, caracterizado por um pequeno
caroço rosado que evolui para uma
úlcera avermelhada, com bordas endurecidas
e fundo liso, coberto por uma secreção
transparente.
• Esta úlcera é indolor e costuma surgir no local
da infecção, geralmente, nos órgãos genitais,
mas também pode surgir na região anal,
boca, língua, mamas ou dedos.
175.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
SífilisSecundaria
• As novas lesões são caracterizadas como
manchas rosadas, chamadas de roséola
sifilítica, ou pequenos caroços acastanhados
que surgem na pele, na boca, no nariz, nas
palmas das mãos e nas plantas dos pés,
podendo haver algumas vezes também
descamação intensa da pele.
• Outros sintomas que podem surgir são:
ínguas espalhadas pelo corpo; dor de cabeça;
dor de garganta; dor muscular; dor nas
articulações; mal-estar; febre; perda do
apetite; emagrecimento.
176.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
SífilisTerciária
• Após a sífilis secundária, algumas pessoas
passam para o terceiro estágio da doença,
que é caracterizado por lesões maiores na
pele, boca e nariz que são endurecidas e
infiltrativas, além de sérios problemas
cardíacos, no sistema nervoso, nos ossos,
nos músculos e no fígado.
• Alguns dos sintomas mais graves são:
doenças psiquiátricas; alterações neurológicas;
e insuficiência do coração ou aneurisma e
regurgitação da aorta, principal vaso
sanguíneo do corpo.
177.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
Sífilis– Tratamento
• O tratamento para a sífilis é feito com o uso de antibióticos como a
Penicilina, e a dose e a duração dependendo da gravidade e do
tempo de contaminação da doença.
178.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
CodilomaAcuminado “HPV”
• Refere se a um vírus comum que afeta a pele
e o revestimento interno dos órgãos de
mulheres e homens.
• Existem diferentes tipos de HPV, que pode
ser dividido em dois grandes grupos, um
relacionado ao desenvolvimento de verrugas
e outro mais perigoso, que pode causar
cânceres.
NA MULHER NO HOMEM
Colo do Útero
Vagina
Vulva
Ânus
179.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
CodilomaAcuminado “HPV”
• Nem sempre a infecção por HPV causa sintomas. A maioria das pessoas elimina
o vírus espontaneamente. Entretanto, em algumas pessoas o vírus permanece no
corpo de forma silenciosa por muitos anos e pode causar câncer.
• Apesar de a principal via de contagio ser a sexual, o HPV pode ser transmitido
esporadicamente por meio de simples contato com a mão, pele e objetos
contaminados.
180.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
CodilomaAcuminado “HPV” - Tratamento
• Não há tratamento específico para
eliminar o vírus.
• O tratamento das verrugas genitais deve
ser individualizado, dependendo da
extensão, quantidade e localização das
lesões. Podem ser usados laser,
eletrocauterização, ácido tricloroacético
(ATA) e medicamentos que melhoram o
sistema de defesa do organismo.
181.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
HerpesGenital
• Se pega através do contato íntimo,
ao entrar em contato direto com as
bolhas ou úlceras com líquido nos
genitais, coxas ou ânus e que
causa sintomas como ardência,
coceira, dor e desconforto.
182.
Infecções Sexualmente Transmissíveis
HerpesGenital
• Os principais sintomas do
herpes genital que geralmente
surgem, são:
• Pequenos agrupamentos de bolhas e
feridas;
• Coceira e desconforto;
• Ardor ao urinar caso as bolhas estejam
perto da uretra;
• Dor;
• Ardor e dor ao defecar, caso as bolhas
estejam próximas do ânus;
• Ínguas na virilha;
Infecções Sexualmente Transmissíveis
Gonorréia
PeríodoIncubação que varia de 2 a 10 dias do contato sexual;
Secreção amarelada e viscosa na uretra (canal do pênis), seguida de ardência e dor
ao urinar.
Antibiótico;
Usar camisinha e higienização.
186.
História do surgimento
•A luta contra a AIDS começou em 1981;
• Provavelmente começou no ano 1930 na África;
• Contraído por caçadores africanos de símios
que provavelmente se feriram e, ao carregar o
animal, sujaram a ferida com sangue infectado
deste.
187.
Síndrome da ImunodeficiênciaAdquirida
AIDS
AIDS é uma doença causada pelo vírus HIV, que destrói os mecanismos de
defesa do corpo humano, provocando a perda da imunidade (resistência)
natural que as pessoas possuem e permitindo o aparecimento de várias
outras doenças, chamadas doenças oportunistas.
A "abreviatura" Aids vem da denominação em inglês da doença. Nos países
de língua latina (Portugal, Espanha, França) costuma-se usar a sigla SIDA.
No Brasil, é conhecida como AIDS.
AIDS significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.
188.
Os primeiros sintomasda AIDS são:
Suor intenso, frequentemente a noite;
Febre diária, que pode não ser muito alta (até 38 graus);
Sensação constante de cansaço, mesmo estando em repouso;
Diarréia que não para com nada, e pode durar muito tempo;
Ínguas embaixo do braço, no pescoço e na virilha, que podem durar muito
tempo.
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
189.
O vírus daAIDS pode ser transmitido através do:
- sangue, líquido seminal, esperma, secreção vaginal e leite materno.
As formas de transmissão do vírus HIV são :
- relações sexuais com pessoas contaminadas sem uso do preservativo
(camisinha);
- transfusão de sangue contaminado;
- uso de agulhas, seringas e objetos perfuro-cortantes contaminados;
- da mãe para o filho durante a gravidez, parto ou amamentação.
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
190.
O vírus HIVnão se transmite:
- Num abraço, beijo no rosto, beijo na boca, espirro, tosse, carinho,
carícia, aperto de mão, lágrimas, suor, saliva;
- Em assentos públicos, picadas de insetos, pias, piscinas, saunas,
ônibus, elevadores;
- Dormindo no mesmo quarto, na mesma cama, usando as mesmas
roupas e lençóis, batom, toalhas e sabonetes;
- Trabalhando no mesmo ambiente, frequentando a mesma sala de aula,
teatro, cinema, academia de ginástica, restaurante;
- Doando sangue, utilizando material descartável.
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
191.
Síndrome da ImunodeficiênciaAdquirida
PREVENÇÃO
A camisinha (preservativo) é a maneira mais fácil e eficiente de impedir o
contato com o sangue, esperma e secreção vaginal, evitando a transmissão de
Infecções Sexualmente Transmissíveis (DST), como a AIDS. Use sempre
camisinha, desde o começo de todas as relações sexuais.
Abra a embalagem com cuidado - nunca com os
dentes - para não furar a camisinha. Coloque a
camisinha somente quando o pênis estiver ereto.
192.
Síndrome da ImunodeficiênciaAdquirida
PREVENÇÃO
Desenrole a camisinha até a base do
pênis, mas antes aperte a ponta para
retirar o ar. Só use lubrificantes à
base de água, evite vaselina e outros
lubrificantes à base de óleo.
193.
Síndrome da ImunodeficiênciaAdquirida
PREVENÇÃO
Após a ejaculação, retire a
camisinha com o pênis ainda duro,
fechando com a mão a abertura
para evitar que o esperma vaze da
camisinha.
194.
Síndrome da ImunodeficiênciaAdquirida
Dê um nó no meio da camisinha e
jogue-a no lixo. Nunca use a camisinha
mais de uma vez. Usar a camisinha
duas vezes não previne contra doenças
e gravidez.
PREVENÇÃO
195.
A melhor prevençãoainda
A melhor prevenção ainda
é a consciência então
é a consciência então
seja consciente e
seja consciente e
PREVINA-SE
PREVINA-SE