O documento analisa a concentração de terras no Brasil, destacando a desigualdade histórica na distribuição de terras que favoreceu grandes proprietários em detrimento de trabalhadores rurais. Com base em dados de 2007, demonstra que a maioria das pequenas propriedades é responsável por uma fração mínima da área agrícola total, enquanto grandes propriedades dominam a maioria da terra cultivável. O texto também menciona práticas como grilagem e exploração da mão-de-obra, que perpetuam as condições adversas no campo.