O documento discute a filosofia da diferença de acordo com pensadores como Henri Lefèbvre. A diferença é apresentada como uma forma de ressuscitar o espaço eliminado pela identidade, e como uma crítica ao modelo ocidental de pensar a identidade. O movimento de maio de 1968 na França é descrito como um desdobramento de questões propostas por filósofos da diferença que criticavam a homogeneização.