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CLASSIFICAÇÃO DECIMAL
   UNIVERSAL
   História e fundamentos




UFSCar
Disciplina: Representação Temática 2 - 2011
Raquel J. P. L. de Sousa
HISTÓRICO
 Paul Otlet e Henry La Fontaine (século
  XIX).
 Lista abrangente de todas as
  publicações, desde a invenção da
  prensa.
 Répertoire Bibliographique Universal.
 Lista em cartões, organizados
  sistematicamente.
 Decidiram adaptar a CDD, expandindo-
  a.
HISTÓRICO
   Características básicas da CDD:
    ◦ Linguagem universal dos algarismos
      arábicos.
    ◦ Representação da estrutura hierárquica.
   Incorporou-se outra característica:
    ◦ Conceito de relação, com representação
      através da síntese.
   Formação de notações compostas:
    novos assuntos não existentes no
    sistema.
HISTÓRICO
 Institut International de Bibliographie
  (Instituto de Bruxelas).
 Década de 20: dificuldades financeiras.
 1931: transferência para Haia (Holanda
  do Sul).
 1937: Fédération International de
  Documentation (FID).
 1991: direitos cedidos a várias
  organizações, em um consórcio
  conhecido como UDC Consortium.
Bruxelas (1868-1944).
             Advogado, empresári
             o e ativista da paz.




Paul Otlet
Bruxelas (1854-1943).
                    Jurista e político belg
                    a.




Henry La Fontaine
Paul Otlet e Henry
La fontaine em
frente ao Palais
Mondial, Jubileu
(Bruxelas).
Equipe de
bibliotecários.
HISTÓRICO
   Primeira edição completa: de 1905 a
    1907.
    ◦ Manuel du Répertoire Bibliographique
      Universal.
    ◦ 33.000 subdivisões em índice alfabético e
      38.000 entradas.
 Segunda edição:1927-1933.
 70.000 entradas.
 Base para edições e traduções
  posteriores.
HISTÓRICO
   Edição-padrão Internacional, conhecida
    como MRF – Master Reference File
    (Arquivo-mestre de Referência).
   Base para as edições médias a partir de
    1993.
   O MRF é mantido na sede da UDC
    Consortium (Biblioteca Real em Haia).
   68.000 classes.
   Atualizado uma vez por ano (dezembro /
    janeiro).
   Extensões e correções para a CDU.
NATUREZA DA
CLASSIFICAÇÃO
 Cobertura da totalidade do
  conhecimento humano.
 Classificação geral:
    ◦ Incorpora todos os campos do
      conhecimento.
    ◦ Aplica-se em coleções que cobrem todo o
      conhecimento.
 Universalidade: utilização em todo o
  mundo.
 Aplicação prática em diversos países.
CDU

CARACTERÍSTICAS
PRINCIPAIS
FUNDAMENTOS
 A CDU é baseada em classes: conjunto
  cujos membros mantêm semelhanças.
 Classe simples: subdivisão direta.
    ◦ Ex. : Botânica, em que cada uma das
      plantas seria uma classe.
   Classe composta: interseção de dois
    ou mais conceitos.
    ◦ Ex.: Fisiologia Botânica, Ecologia Botânica.
   Um fenômeno pode ocorrer em mais de
    uma classe.
    ◦ Ex.: Ovos
      (ornitologia, acasalamento, culinária).
CARACTERÍSTICAS
ESTRUTURAIS
 Decimalidade.
 Universalidade.
 Hierarquia.
 Síntese.


 Junção dos Sistemas enumerativos do
  passado, aos poli-ierárquicos e
  multifacetados.
 Precedeu, mas também foi influenciada
  pelas ideias de
  Ranganathan/Classification Research
  Group.
DECIMALIDADE
 Conhecimento dividido em dez
  grandes classes.
 Cada classe é subdivisível em outras.
 Notação se amplia de acordo com o
  sistema decimal.
 Cada dígito é uma fração decimal.
 5 será seguido por 50 até 59.
 59 será seguido po 590 até 599.
 Entre 591 e 592 há subdivisões até
  591.9.
DECIMALIDADE
 O ponto facilita a leitura.
 Divide-se por pontos a cada três
  números (regra geral).
 Tamanho geralmente reflete o nível
  hierárquico.
 Conceitos de nível equivalente, em
  geral, têm notação de mesmo
  tamanho.
DECIMALIDADE

6          Ciências aplicadas.
62         Engenharia.
622        Mineração.
622.2      Operações de mineração.
622.23     Escavações de minas.
622.233    Perfuração para explosão.
622.233.   Perfuradores de martelo.
4
UNIVERSALIDADE
 Pretensão e capacidade de
  representar a totalidade do
  conhecimento.
 Previsão de espaço para acomodar
  novos conhecimento, isoladamente ou
  em suas relações.
 Usa símbolos (numéricos e não
  numéricos) de conhecimento e
  emprego unívocos em todo o planeta.
ESTRUTURA HIERÁQUICA
              Relações   genéricas.

             373    Tipos de escolas que
                    ministram educação geral.
Divisão em
       Renque




             373.3 Escola primária. Nível
cadeia




                    elementar.
       s




             373.5 Escola secundária.
             373.54 Escolas que levam ao
                    preenchimento dos requisitos
                    para ingresso numa
ESTRUTURA HIERÁQUICA
  Relações   partitivas.
(1-928)   Regiões físicas da América do
          Sul. América do Sul como
          região física.
(1-928.1) Andes setentrionais.
(1-928.2) Andes centrais.
(1-928. Andes subtropicais.
3)
(1-928.4) Andes da Patagônia.
SÍNTESE
 Classes compostas e complexas
  podem ser formadas por mecanismos
  de notação.
 Permite a combinação, sem depender
  dos geradores da classificação.
 Componentes principais:
    ◦ Termo: descrição da classe em linguagem
      natural.
    ◦ Notação: símbolo („número‟) de classe.
FLEXIBILIDADE
 Permite mudar a ordem de citação.
622+669      Mineração e metalurgia
669+622      Metalurgia e mineração
58(035)      Botânica (manuais)
(035)58      Manuais de botânica

 Grande especificidade.
 Adaptação a necessidades
  individuais.
ANALÍTICO-SINTÉTICO
 Análise: subdivisão em elementos
  simples.
 Síntese: combinação de elementos.
 União de uma parte da classificação
  com qualquer outra: classificação
  analítico-sintética.
 Classificação facetada:
    ◦ Exige a representação de conceitos por
      termos simples.
    ◦ Não permite a listagem de combinações
      na própria tabela.
FACETAS
“A CDU não é totalmente facetada, mas
os princípios da análise facetada são
inerentes   à   sua    estrutura  [...]”
(McILWAINE, 1998, p. 18).

“A CDU [...] é uma classificação por
aspectos, na qual um fenômeno é
classificado segundo o contexto ou
disciplina em que é considerado. Por isso
seus vários aspectos encontram-se em
ASPECTOS
 Exemplo:
 Carvão
    ◦   552.574: aspecto petrológico.
    ◦   553.94: aspecto da geologia econômica.
    ◦   622.23: aspecto da mineração.
    ◦   622.411.52: forma de pó.
    ◦   631.878: aspecto combustível.
    ◦   Etc.
NÚMERO DE
CLASSIFICAÇÃO
 Parte notacional da entrada de
  classe/conceito.
 Determina o local da classe dentro do
  esquema.
 Pode ser:
    ◦ Algarismo arábico único (nível mais alto).
    ◦ Sequência de algarismos.
    ◦ Algarismos e sinais próprios: notação
      mista.
TABELAS

APLICAÇÃO
TABELAS
   Tabelas principais ou sistemáticas:
    conhecimento arranjado em dez
    classes.
    ◦ Números simples (3, 5, 7) indicam maior
      extensão e são superordenados.
    ◦ Números de mesma extensão (33, 55 ou
      111, 333) são coordenados.
   Tabelas auxiliares: completa as
    tabelas principais, com o uso de sinais
    auxiliares.

   Índice.
TABELA SISTEMÁTICA
0 Generalidades: o Conhecimento, a Cultura, a
  Ciência, o Saber, a Escrita, etc.
1 Filosofia. Psicologia.
2 Religião. Teologia.
3 Ciências Sociais.
4 (Vaga).
5 Ciências matemáticas, físicas e naturais.
  Ecologia.
6 Ciências aplicadas. Tecnologia.
7 Artes. Divertimentos. Lazer. Esportes.
8 Línguas. Linguística. Filologia. Literatura.
9 Geografia. Biografia. História e ciências
  auxiliares.
SÍMBOLOS
 +           adição
 /           barra inclinada
 :           dois pontos
 ::          dois pontos duplos
 []          colchetes
 =           igual
 (0...)      parênteses zero
 (1/9)       parênteses um barra nove
 (=...)      parênteses igual
 "..."       aspas
 *           asterisco
 A/Z         a barra z (ou extensão alfabética)
 .00                   ponto zero zero
 -03 e -05   hífen zero três e hífen zero cinco
 -1/-9       hífen um a hífen nove
 .0          ponto zero
 '           apóstrofo
 ...1/...9   reticências um barra reticências nove
TABELAS AUXILIARES
COMUNS
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1a
Seção I: adição, coordenação +
 Liga dois ou mais números.
 Indica assunto composto para o qual
  não existe número simples.
 Não exige relação mútua entre os
  assuntos.

53+913        Física e Geografia
622+669       Mineração e metalurgia
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1a
Seção 2: extensão consecutiva /
 Liga o primeiro e todos os demais
  números até o último, em uma série.
 Forma conceito mais abrangente.


592/599       Zoologia sistemática
546.32/.35         Metais alcalinos de
 potássio               a rubídio
OBSERVAÇÃO
 Se o número depois da barra tem
  mais de 3 dígitos e repete o mesmo
  grupo de números do
  precedente, pode-se omitir os dígitos
  comuns.
 Deve-se manter o ponto, para indicar
  a subdivisão.

546.32 a 546.35= 546.32/.35
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1b
Seção 1: relação simples :
 Liga dois ou mais números, indicando
  relação mútua.
 Relações A:B ou B:A têm o mesmo
  valor.
 Restringe os assuntos.


17:7     Ética em relação à arte
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1b
Seção 2: subagrupamento [ ]
 Necessário quando um assunto
  indicado por dois ou mais números
  ligados por símbolos (+, /, :) se
  relaciona a um outro número através de
  :.

783:[283/289] Música de igreja
 protestante
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1b
Seção 3: ordenação ::
 Indica que o conceito após :: tem uma
  relação subordinada ao conceito
  anterior.
 Irreversível: fixa a ordem dos assuntos.


77.044::355 Fotografia de guerra
025.45CDU::027.021     A CDU e seu
 uso nas                   Bibliotecas
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1c
Auxiliares comuns de língua =
 Indica língua ou forma linguística do
  documento.


784.64=111     Canções infantis em inglês
AUXILIARES COMUNS
    TABELA 1c
   Documentos multilíngues: =00 ou pelos
    auxiliares das línguas.
53(035)=00        Manuais multilíngues de física
53(035)=111=112.2=133.1 Manuais de física em
 IN,                   GER, FR
   Os documentos traduzidos trazem o símbolo
    =03 (traduzido do)
002=40       A documentação em língua francesa
002=03.40 A documentação traduzida do francês
AUXILIAR DE LÍNGUA
 Entra com 811 para compor línguas
  como objeto de estudo, seguida de .,
  mas sem =.
811.131.1            Estudo da língua
  italiana
811.161.1            Estudo da língua
  russa
 Entra com 821 para compor literatura
  específica , seguida de ., mas sem =.
821.131.1            Literatura italiana
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1d
• Auxiliares comuns de forma: (0...)
• Indicam a forma documentária.

58(035) Manuais de botânica
54(038) Dicionários química
(038) 54 Dicionário química
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1e
• Auxiliares comuns de lugar: (1/9)
• Indicam o âmbito
  geográfico, localização ou outro
  aspecto espacial de um assunto
  indicado por um número principal.

339.5(73:81) Comércio entre EUA e
 Brasil
338.47(81)   Economia dos transportes
AUX. COMUNS DE LUGAR
 Não constitui mais a base para formar
  a história e a geografia dos lugares.
 História: acrescenta-se o local a 94.
94(44)          História da França
94(160.27)      História dos polos

Geografia: acrescenta-se o local a
 913.
913(44)       Geografia da França
913(160.27) Geografia dos polos
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1f
• Auxiliares comuns de grupos étnicos
  e nacionalidade: (=...)
• Indicam os aspectos étnicos ou a
  nacionalidade de um assunto
  representado por um número principal.

159.0(=581)   Psicologia do povo chinês
39(=97)       Folclore ameríndio do
 norte
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1g
• Auxiliares comuns de tempo: “...”
• Indicam data, ponto no tempo ou período.
• Abrange tempos cronológico e
  fenomenológico.
• Não indica data de publicação do
  documento.

34“198”   O direito na década de 80 do séc.
 XX
AUXILIARES COMUNS
TEMPO
Período anterior à era cristã:
 precedido pelo sinal -.
94“-0033”(37) História de Roma no ano
                   33 a.C.

 Datas são indicadas pela ordem:
  ano, mês, dia, hora, minuto e
  segundo.
“2008.12.31.23.50.05”
 23:50:05 de 31/12/2008
AUXILIARES COMUNS
TEMPO
Séculos
“19”    Século XX

“07”    Século VIII

“04/14” do século V ao século XV

“14+16” Século XV e século XVII
AUXILIARES COMUNS
TABELA 1h
• Notação de fontes que não
  pertencem à CDU: *
• Introduz número não autorizado pela
  CDU.
• Introduz palavra, símbolo ou número de
  uma fonte diferente.

546.42.027*90Estrôncio 90 (nº da massa
                  atômica)
Obs.: aconselhável explicar a fonte em
AUXILIARES COMUNS
 TABELA 1h
• Especificação alfabética direta: A/Z
• Introduz nomes, abreviaturas e
  acrônimos.
• Adiciona-se diretamente.

025.45CDU          Class. Decimal
 Universal
929NAPOLEÃO I      Biografia de Napoleão
 I
AUXILIARES COMUNS
  TABELA 1i
• Auxiliares comuns de ponto de vista:
  .00
• Indica pontos de vista mais gerais que os
  assuntos podem ser considerados.

681.32.002.6 Computadores como
 produto
681.32.004   Computadores como
 agentes
AUXILIARES COMUNS
  TABELA 1k
• Auxiliar comum de material: -03
• Indicam os materiais de que são feitos
  ou de que são constituídos os objetos ou
  produtos.

732.2-034.3 Medalhas de cobre
732.2-034.22 Medalhas de prata
732.2-034.3‟22   Medalhas de cobre e
 prata
AUXILIARES COMUNS
 TABELA 1k
• Auxiliar comum de pessoas e
  características pessoais: -05
• Indicam as pessoas e suas
  características.

294.3    Budismo
294.3-05 Budistas
OBSERVAÇÃO
 Número com menos de três
  dígitos, acrescido de Subdivisões Auxiliares
  com .00 ou com .0:
 Não há alteração, basta justapor a
  Subdivisão Auxiliar ao número principal.
 7       Arte
001.5 Ponto de Vista da pesquisa
7.001.5 Pesquisa sobre Arte

72      Arquitetura
.01     Estética. Teoria
72.01   Estética em Arquitetura. Teoria da
              Arquitetura
REFERÊNCIAS
McILWAINE, I. C. Guia para utilização da CDU: um
guia introdutório para o uso e aplicação da
Classificação Decimal Universal. Tradução de
Gercina A. B. Lima. Brasília: MCT; CNPq;
IBICT, 1998.
SOUZA, S. CDU: como entender e utilizar a edição-
padrão internacional em língua portuguesa. 2. ed.
Brasília: Thesaurus, 2010.
UDC CONSORTIUM. Classificação Decimal
Universal: edição-pradrão em língua portuguesa.
Tradução do original inglês de Francisco F. L. de
Albuquerque e Maria T. G. F. de Albuquerque.
Revisão de Antonio A. B. de Lemos. Brasília:
IBICT, 1997.

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Classificação Decimal Universal 1

  • 1. CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL História e fundamentos UFSCar Disciplina: Representação Temática 2 - 2011 Raquel J. P. L. de Sousa
  • 2. HISTÓRICO  Paul Otlet e Henry La Fontaine (século XIX).  Lista abrangente de todas as publicações, desde a invenção da prensa.  Répertoire Bibliographique Universal.  Lista em cartões, organizados sistematicamente.  Decidiram adaptar a CDD, expandindo- a.
  • 3. HISTÓRICO  Características básicas da CDD: ◦ Linguagem universal dos algarismos arábicos. ◦ Representação da estrutura hierárquica.  Incorporou-se outra característica: ◦ Conceito de relação, com representação através da síntese.  Formação de notações compostas: novos assuntos não existentes no sistema.
  • 4. HISTÓRICO  Institut International de Bibliographie (Instituto de Bruxelas).  Década de 20: dificuldades financeiras.  1931: transferência para Haia (Holanda do Sul).  1937: Fédération International de Documentation (FID).  1991: direitos cedidos a várias organizações, em um consórcio conhecido como UDC Consortium.
  • 5. Bruxelas (1868-1944). Advogado, empresári o e ativista da paz. Paul Otlet
  • 6. Bruxelas (1854-1943). Jurista e político belg a. Henry La Fontaine
  • 7. Paul Otlet e Henry La fontaine em frente ao Palais Mondial, Jubileu (Bruxelas).
  • 9. HISTÓRICO  Primeira edição completa: de 1905 a 1907. ◦ Manuel du Répertoire Bibliographique Universal. ◦ 33.000 subdivisões em índice alfabético e 38.000 entradas.  Segunda edição:1927-1933.  70.000 entradas.  Base para edições e traduções posteriores.
  • 10. HISTÓRICO  Edição-padrão Internacional, conhecida como MRF – Master Reference File (Arquivo-mestre de Referência).  Base para as edições médias a partir de 1993.  O MRF é mantido na sede da UDC Consortium (Biblioteca Real em Haia).  68.000 classes.  Atualizado uma vez por ano (dezembro / janeiro).  Extensões e correções para a CDU.
  • 11. NATUREZA DA CLASSIFICAÇÃO  Cobertura da totalidade do conhecimento humano.  Classificação geral: ◦ Incorpora todos os campos do conhecimento. ◦ Aplica-se em coleções que cobrem todo o conhecimento.  Universalidade: utilização em todo o mundo.  Aplicação prática em diversos países.
  • 13. FUNDAMENTOS  A CDU é baseada em classes: conjunto cujos membros mantêm semelhanças.  Classe simples: subdivisão direta. ◦ Ex. : Botânica, em que cada uma das plantas seria uma classe.  Classe composta: interseção de dois ou mais conceitos. ◦ Ex.: Fisiologia Botânica, Ecologia Botânica.  Um fenômeno pode ocorrer em mais de uma classe. ◦ Ex.: Ovos (ornitologia, acasalamento, culinária).
  • 14. CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS  Decimalidade.  Universalidade.  Hierarquia.  Síntese.  Junção dos Sistemas enumerativos do passado, aos poli-ierárquicos e multifacetados.  Precedeu, mas também foi influenciada pelas ideias de Ranganathan/Classification Research Group.
  • 15. DECIMALIDADE  Conhecimento dividido em dez grandes classes.  Cada classe é subdivisível em outras.  Notação se amplia de acordo com o sistema decimal.  Cada dígito é uma fração decimal.  5 será seguido por 50 até 59.  59 será seguido po 590 até 599.  Entre 591 e 592 há subdivisões até 591.9.
  • 16. DECIMALIDADE  O ponto facilita a leitura.  Divide-se por pontos a cada três números (regra geral).  Tamanho geralmente reflete o nível hierárquico.  Conceitos de nível equivalente, em geral, têm notação de mesmo tamanho.
  • 17. DECIMALIDADE 6 Ciências aplicadas. 62 Engenharia. 622 Mineração. 622.2 Operações de mineração. 622.23 Escavações de minas. 622.233 Perfuração para explosão. 622.233. Perfuradores de martelo. 4
  • 18. UNIVERSALIDADE  Pretensão e capacidade de representar a totalidade do conhecimento.  Previsão de espaço para acomodar novos conhecimento, isoladamente ou em suas relações.  Usa símbolos (numéricos e não numéricos) de conhecimento e emprego unívocos em todo o planeta.
  • 19. ESTRUTURA HIERÁQUICA  Relações genéricas. 373 Tipos de escolas que ministram educação geral. Divisão em Renque 373.3 Escola primária. Nível cadeia elementar. s 373.5 Escola secundária. 373.54 Escolas que levam ao preenchimento dos requisitos para ingresso numa
  • 20. ESTRUTURA HIERÁQUICA  Relações partitivas. (1-928) Regiões físicas da América do Sul. América do Sul como região física. (1-928.1) Andes setentrionais. (1-928.2) Andes centrais. (1-928. Andes subtropicais. 3) (1-928.4) Andes da Patagônia.
  • 21. SÍNTESE  Classes compostas e complexas podem ser formadas por mecanismos de notação.  Permite a combinação, sem depender dos geradores da classificação.  Componentes principais: ◦ Termo: descrição da classe em linguagem natural. ◦ Notação: símbolo („número‟) de classe.
  • 22. FLEXIBILIDADE  Permite mudar a ordem de citação. 622+669 Mineração e metalurgia 669+622 Metalurgia e mineração 58(035) Botânica (manuais) (035)58 Manuais de botânica  Grande especificidade.  Adaptação a necessidades individuais.
  • 23. ANALÍTICO-SINTÉTICO  Análise: subdivisão em elementos simples.  Síntese: combinação de elementos.  União de uma parte da classificação com qualquer outra: classificação analítico-sintética.  Classificação facetada: ◦ Exige a representação de conceitos por termos simples. ◦ Não permite a listagem de combinações na própria tabela.
  • 24. FACETAS “A CDU não é totalmente facetada, mas os princípios da análise facetada são inerentes à sua estrutura [...]” (McILWAINE, 1998, p. 18). “A CDU [...] é uma classificação por aspectos, na qual um fenômeno é classificado segundo o contexto ou disciplina em que é considerado. Por isso seus vários aspectos encontram-se em
  • 25. ASPECTOS  Exemplo:  Carvão ◦ 552.574: aspecto petrológico. ◦ 553.94: aspecto da geologia econômica. ◦ 622.23: aspecto da mineração. ◦ 622.411.52: forma de pó. ◦ 631.878: aspecto combustível. ◦ Etc.
  • 26. NÚMERO DE CLASSIFICAÇÃO  Parte notacional da entrada de classe/conceito.  Determina o local da classe dentro do esquema.  Pode ser: ◦ Algarismo arábico único (nível mais alto). ◦ Sequência de algarismos. ◦ Algarismos e sinais próprios: notação mista.
  • 28. TABELAS  Tabelas principais ou sistemáticas: conhecimento arranjado em dez classes. ◦ Números simples (3, 5, 7) indicam maior extensão e são superordenados. ◦ Números de mesma extensão (33, 55 ou 111, 333) são coordenados.  Tabelas auxiliares: completa as tabelas principais, com o uso de sinais auxiliares.  Índice.
  • 29. TABELA SISTEMÁTICA 0 Generalidades: o Conhecimento, a Cultura, a Ciência, o Saber, a Escrita, etc. 1 Filosofia. Psicologia. 2 Religião. Teologia. 3 Ciências Sociais. 4 (Vaga). 5 Ciências matemáticas, físicas e naturais. Ecologia. 6 Ciências aplicadas. Tecnologia. 7 Artes. Divertimentos. Lazer. Esportes. 8 Línguas. Linguística. Filologia. Literatura. 9 Geografia. Biografia. História e ciências auxiliares.
  • 30. SÍMBOLOS + adição / barra inclinada : dois pontos :: dois pontos duplos [] colchetes = igual (0...) parênteses zero (1/9) parênteses um barra nove (=...) parênteses igual "..." aspas * asterisco A/Z a barra z (ou extensão alfabética) .00 ponto zero zero -03 e -05 hífen zero três e hífen zero cinco -1/-9 hífen um a hífen nove .0 ponto zero ' apóstrofo ...1/...9 reticências um barra reticências nove
  • 32. AUXILIARES COMUNS TABELA 1a Seção I: adição, coordenação +  Liga dois ou mais números.  Indica assunto composto para o qual não existe número simples.  Não exige relação mútua entre os assuntos. 53+913 Física e Geografia 622+669 Mineração e metalurgia
  • 33. AUXILIARES COMUNS TABELA 1a Seção 2: extensão consecutiva /  Liga o primeiro e todos os demais números até o último, em uma série.  Forma conceito mais abrangente. 592/599 Zoologia sistemática 546.32/.35 Metais alcalinos de potássio a rubídio
  • 34. OBSERVAÇÃO  Se o número depois da barra tem mais de 3 dígitos e repete o mesmo grupo de números do precedente, pode-se omitir os dígitos comuns.  Deve-se manter o ponto, para indicar a subdivisão. 546.32 a 546.35= 546.32/.35
  • 35. AUXILIARES COMUNS TABELA 1b Seção 1: relação simples :  Liga dois ou mais números, indicando relação mútua.  Relações A:B ou B:A têm o mesmo valor.  Restringe os assuntos. 17:7 Ética em relação à arte
  • 36. AUXILIARES COMUNS TABELA 1b Seção 2: subagrupamento [ ]  Necessário quando um assunto indicado por dois ou mais números ligados por símbolos (+, /, :) se relaciona a um outro número através de :. 783:[283/289] Música de igreja protestante
  • 37. AUXILIARES COMUNS TABELA 1b Seção 3: ordenação ::  Indica que o conceito após :: tem uma relação subordinada ao conceito anterior.  Irreversível: fixa a ordem dos assuntos. 77.044::355 Fotografia de guerra 025.45CDU::027.021 A CDU e seu uso nas Bibliotecas
  • 38. AUXILIARES COMUNS TABELA 1c Auxiliares comuns de língua =  Indica língua ou forma linguística do documento. 784.64=111 Canções infantis em inglês
  • 39. AUXILIARES COMUNS TABELA 1c  Documentos multilíngues: =00 ou pelos auxiliares das línguas. 53(035)=00 Manuais multilíngues de física 53(035)=111=112.2=133.1 Manuais de física em IN, GER, FR  Os documentos traduzidos trazem o símbolo =03 (traduzido do) 002=40 A documentação em língua francesa 002=03.40 A documentação traduzida do francês
  • 40. AUXILIAR DE LÍNGUA  Entra com 811 para compor línguas como objeto de estudo, seguida de ., mas sem =. 811.131.1 Estudo da língua italiana 811.161.1 Estudo da língua russa  Entra com 821 para compor literatura específica , seguida de ., mas sem =. 821.131.1 Literatura italiana
  • 41. AUXILIARES COMUNS TABELA 1d • Auxiliares comuns de forma: (0...) • Indicam a forma documentária. 58(035) Manuais de botânica 54(038) Dicionários química (038) 54 Dicionário química
  • 42. AUXILIARES COMUNS TABELA 1e • Auxiliares comuns de lugar: (1/9) • Indicam o âmbito geográfico, localização ou outro aspecto espacial de um assunto indicado por um número principal. 339.5(73:81) Comércio entre EUA e Brasil 338.47(81) Economia dos transportes
  • 43. AUX. COMUNS DE LUGAR  Não constitui mais a base para formar a história e a geografia dos lugares.  História: acrescenta-se o local a 94. 94(44) História da França 94(160.27) História dos polos Geografia: acrescenta-se o local a 913. 913(44) Geografia da França 913(160.27) Geografia dos polos
  • 44. AUXILIARES COMUNS TABELA 1f • Auxiliares comuns de grupos étnicos e nacionalidade: (=...) • Indicam os aspectos étnicos ou a nacionalidade de um assunto representado por um número principal. 159.0(=581) Psicologia do povo chinês 39(=97) Folclore ameríndio do norte
  • 45. AUXILIARES COMUNS TABELA 1g • Auxiliares comuns de tempo: “...” • Indicam data, ponto no tempo ou período. • Abrange tempos cronológico e fenomenológico. • Não indica data de publicação do documento. 34“198” O direito na década de 80 do séc. XX
  • 46. AUXILIARES COMUNS TEMPO Período anterior à era cristã: precedido pelo sinal -. 94“-0033”(37) História de Roma no ano 33 a.C.  Datas são indicadas pela ordem: ano, mês, dia, hora, minuto e segundo. “2008.12.31.23.50.05” 23:50:05 de 31/12/2008
  • 47. AUXILIARES COMUNS TEMPO Séculos “19” Século XX “07” Século VIII “04/14” do século V ao século XV “14+16” Século XV e século XVII
  • 48. AUXILIARES COMUNS TABELA 1h • Notação de fontes que não pertencem à CDU: * • Introduz número não autorizado pela CDU. • Introduz palavra, símbolo ou número de uma fonte diferente. 546.42.027*90Estrôncio 90 (nº da massa atômica) Obs.: aconselhável explicar a fonte em
  • 49. AUXILIARES COMUNS TABELA 1h • Especificação alfabética direta: A/Z • Introduz nomes, abreviaturas e acrônimos. • Adiciona-se diretamente. 025.45CDU Class. Decimal Universal 929NAPOLEÃO I Biografia de Napoleão I
  • 50. AUXILIARES COMUNS TABELA 1i • Auxiliares comuns de ponto de vista: .00 • Indica pontos de vista mais gerais que os assuntos podem ser considerados. 681.32.002.6 Computadores como produto 681.32.004 Computadores como agentes
  • 51. AUXILIARES COMUNS TABELA 1k • Auxiliar comum de material: -03 • Indicam os materiais de que são feitos ou de que são constituídos os objetos ou produtos. 732.2-034.3 Medalhas de cobre 732.2-034.22 Medalhas de prata 732.2-034.3‟22 Medalhas de cobre e prata
  • 52. AUXILIARES COMUNS TABELA 1k • Auxiliar comum de pessoas e características pessoais: -05 • Indicam as pessoas e suas características. 294.3 Budismo 294.3-05 Budistas
  • 53. OBSERVAÇÃO  Número com menos de três dígitos, acrescido de Subdivisões Auxiliares com .00 ou com .0:  Não há alteração, basta justapor a Subdivisão Auxiliar ao número principal. 7 Arte 001.5 Ponto de Vista da pesquisa 7.001.5 Pesquisa sobre Arte 72 Arquitetura .01 Estética. Teoria 72.01 Estética em Arquitetura. Teoria da Arquitetura
  • 54. REFERÊNCIAS McILWAINE, I. C. Guia para utilização da CDU: um guia introdutório para o uso e aplicação da Classificação Decimal Universal. Tradução de Gercina A. B. Lima. Brasília: MCT; CNPq; IBICT, 1998. SOUZA, S. CDU: como entender e utilizar a edição- padrão internacional em língua portuguesa. 2. ed. Brasília: Thesaurus, 2010. UDC CONSORTIUM. Classificação Decimal Universal: edição-pradrão em língua portuguesa. Tradução do original inglês de Francisco F. L. de Albuquerque e Maria T. G. F. de Albuquerque. Revisão de Antonio A. B. de Lemos. Brasília: IBICT, 1997.