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Trabalho Orientado pela Dra. Sallydelândia Farias
Thiago Lemuel Almeida Bizerra
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Nosso exuberante planeta é um engenhoso maquinário cujas peças em coletividade
garantem a viabilidade da existência dos seres. Com certo ritmo a natureza se recria,
restaura-se dentro de um ciclo semelhante a reciclagem onde componentes que uma
hora serviu a certo ser vivo, volta à terra para servir uma vez mais, assegurando assim
a manutenção do meio ambiente.
Mas nesse trabalho chamaremos atenção para um ciclo em especial, o da água.É a
única substância que existe, em circunstâncias normais, em todos os três estados da
matéria (sólido, líquido e gasoso) na natureza. Essa característica exclusiva sugere que
existam mudanças contínuas de água de um estado para o outro.
É importante salientar que esse recurso cobre 70% da face do planeta, corresponde a
um volume de 1,5 milhões de km³ sendo 97% dessa massa presente nos oceanos 2 % é
sólida nas geleiras, restando-nos 1% para uso direto. Obrigando-nos a compreender da
melhor maneira possível como esse bem se renova na natureza e as formas racionais
para seu uso.
Todos têm a consciência de onde a usamos, segundo pesquisas feitas o consumo da
água se encontra em maiores escalas nas atividades agrícolas, comerciais e industriais,
o que resulta em uma necessidade maior e privilegiada por parte de tais atividades.
Diante disto chegamos em outro fator muito desconhecido, a questão da importância
da água para o desenvolvimento do Brasil e do planeta, de que apesar do Brasil possuir
12% da água doce (potável) considerada a maior parte do total encontrada no planeta,
ela se encontra má distribuída e em alguns pontos até em estado de escassez, o que
resulta em graves consequências que nos deparamos atualmente no dia-a-dia. Muitos
projetos e pesquisas estão sendo feitos para se ter ao menos um maior equilíbrio de
sua distribuição e resultando positivas soluções para o desenvolvimento do país e a
nossa sobrevivência, ficando claro aqui a necessidade de uma compreensão mais
acurada do processo de renovação desse bem.
A água é um bem público com valor econômico. Isso é o que determina a Lei das
águas, aprovada em 1997 pelo Congresso brasileiro, contudo, a água se faz necessária
e importante, para o meio ambiente, para os engenheiros, agricultores, enfim para a
toda a humanidade e que a utilizando adequadamente e sendo bem distribuída
teremos grandes impactos favoráveis no desenvolvimento geral do país e do mundo.
Como Funciona.
1 SOL
O ciclo começa com a irradiação solar que banha a face terrestre. Sem essa
irradiação não haveria a energia necessária para a agitação das moléculas de água, que
é o gatilho para as etapas seguintes do ciclo.
1 EVAPORAÇÃO
É a passagem da fase líquida para gasosa, ocorre lentamente na superfície dos
líquidos. Por volta de 85% do volume da evaporação é oriunda dos oceanos a outra
parcela que permeia os 15% vem do continente. Nos oceanos a evaporação máxima
ocorre nas áreas de alta pressão, áreas próximas as linhas dos trópicos. No continente
a evaporação é mais forte nas regiões próximas a linha equatorial, onde a irradiação
solar é mais intensa.Em miúdos evaporação é o processo pelo qual a água se
transforma de um estado liquido em um gás ou vapor. A evaporação é a forma
primária pela qual a água muda de liquida de volta para o ciclo da água como vapor de
água na atmosfera. Estudos têm mostrado que os oceanos, mares, lagos e rios
fornecem aproximadamente 90% da umidade de nossa atmosfera via evaporação, com
os remanescentes 10% vindo da transpiração das plantas. A evaporação é mais comum
sobre os oceanos do que a precipitação, enquanto que sobre a terra a precipitação
excede a evaporação. A maior parte da água que evapora dos oceanos cai de volta nos
oceanos como precipitação, somente aproximadamente 10% da água evaporada dos
oceanos é transportada por sobre a terra e cai como precipitação. Uma vez evaporada,
uma molécula de água gasta ao redor de 10 dias no ar.
A evapotranspiração se refere a dois processos simultâneos: a perda de água do solo
através da evaporação e a perda de água da planta pela transpiração. Tecnicamente, é
impossível diferenciar o vapor d’água gerado pela evaporação do solo e da
transpiração das plantas, portanto, considera-se o vapor d’água nessas condições de
maneira conjunta.
É um processo simultâneo que transfere a água para a atmosfera a partir do solo
(evaporação) e das plantas úmidas (transpiração). A evapotranspiração aglutina as
palavras evaporação e transpiração, e sua taxa é medida em milímetros (mm) por
unidade de tempo.
A taxa simboliza a quantidade de água que se retirou do solo cultivado considerando a
profundidade de água, o tempo pode ser considerado por hora, dia, mês, ano, década
ou ciclos completos de determinada cultura. As taxas de evapotranspiração são
medidas por meio de equações e lisímetros.
Sabemos que o solo armazena água proveniente das chuvas, e retornam à atmosfera
através da evaporação direta do solo ou a partir da transpiração das plantas. As
plantas, por sua vez, absorvem águas e nutrientes do solo por meio de sua raiz, água
utilizada no processo de fotossíntese e nos demais processos metabólicos.
O transporte do vapor d’água expelido para a atmosfera ocorre por difusão molecular
e, pelo movimento do ar, o vento. Quando não há turbulência do ar, a diferença da
pressão do vapor diminui, eliminando o processo de evaporação.
A evapotranspiração é similar à transpiração verificada no corpo humano. Em dias de
maior incidência de ventos, as plantas transpiram mais rápido para regulagem de suas
temperaturas, num processo similar ao suor dos animais.
2 TRANSPIRAÇÃO
Ocorre da transpiração das plantas e dos animais. A transpiração é a eliminação de
água no estado de vapor. Todos os órgãos aéreos da planta transpiram: folhas, caules,
flores e frutos. Mas o mais importante órgão de transpiração é a folha. A quantidade
de água que as plantas transpiram varia grandemente e geograficamente e no tempo.
Existem muitos fatores que determinam as taxas de transpiração:
- Temperatura: A taxa de transpiração se eleva com a temperatura, especialmente
durante a estação do crescimento, quando o ar está mais quente e o crescimento das
plantas está ativo.
- Umidade relativa: Conforme a umidade relativa do ar que rodeia as plantas se eleva a
taxa de transpiração cai. É mais fácil para a água se evaporar em ar mais seco que em
um ar mais saturado.
- Vento e movimento do ar: Um movimento aumentado do ar que cerca a planta
resultará em uma transpiração mais alta.
- Tipo de planta: As plantas transpiram a taxas diferentes. Algumas plantas que
crescem em regiões áridas, tais como os cactos, conservam a água preciosa
transpirando menos que as outras plantas.
3 SUBLIMAÇÃO
É semelhante a evaporação, porém a água vai para a fase gasosa partindo da sólida,
água das geleiras é um exemplo. Ocorre com exclusividade nas geleiras presentes nas
altas cadeias montanhosas como a do Himalaia, e nas regiões polares.
4 CONDENSAÇÃO
Esses três processos citados anteriormente, foram os vapores que são levados pelas
massas de ar para as regiões mais altas e frias da atmosfera, com essa baixa de
temperatura, o processo que tornou a água líquida em vapor é revertido, e uma vez
mais ela se torna líquida (liquefação). É nessa fase que se formam as nuvens.
5 PRECIPITAÇÃO
Quando as nuvens se tornam densas demais pelo largo volume de liquefação ela se
torna muito pesada, e literalmente cai, banhando a crosta terrestre. A precipitação
pode banhar a crosta de três formas através de chuva, granizo, ou neve, entrando ai os
fatores climáticos como determinantes. A precipitação é mais intensa nas regiões
equatoriais, e mais sutis nas regiões polares e desérticas.
6 ESCOAMENTO
Aqui vamos tratar ao destino tomado pelas águas uma vez que ela tenha tocado o
solo. Um dos seus destino são diretamente os reservatórios de água, rios, lagos e
oceanos. Outra parcela cai no solo, tomando dois caminhos distintos, parte escoa para
rios, lagos e riachos que por sua vez desaguam no mar, outra parte é absorvida pelo
solo, entrando por suas fissuras alimentando os lençóis freáticos. O escoamento
superficial tem origem, fundamentalmente, nas precipitações. Ao chegar ao solo, parte
da água se infiltra, parte é retirada pelas depressões do terreno e parte se escoa pela
superfície. Inicialmente a água se infiltra; tão logo a intensidade da chuva exceda a
capacidade de infiltração do terreno, a água é coletada pelas pequenas depressões.
Quando o nível à montante se eleva e superpõe o obstáculo (ou o destrói), o fluxo se
inicia, seguindo as linhas de maior declive, formando sucessivamente as enxurradas,
córregos, ribeirões, rios e reservatórios de acumulação. É, possivelmente, das fases
básicas do ciclo hidrológico, a de maior importância para o engenheiro, pois a maioria
dos estudos hidrológicos está ligada ao aproveitamento da água superficial e à
proteção contra os efeitos causados pelo seu deslocamento. A água, uma vez
precipitada sobre o solo, pode seguir três caminhos básicos para atingir o curso
d’água: o escoamento superficial, o escoamento sub-superficial (hipodérmico) e o
escoamento subterrâneo, sendo as duas últimas modalidades sob velocidades mais
baixas. Os principais fatores que influenciam na quantidade de água que escoa são:
- Intensidade da chuva;
- Capacidade de infiltração do solo.
- Infiltração
A infiltração é o processo pelo qual a água penetra nas camadas superficiais do solo, se
move para baixo através dos vazios pela ação da gravidade, até atingir uma camada
impermeável, formando um lençol d’água. Ao juntar-se à massa de água subterrânea,
a água infiltrada move-se através dos poros do material do subsolo, podendo
reaparecer na superfície, em nível inferior ao que penetrou no lençol aquífero. A água
subterrânea sai naturalmente em tais lugares em forma de vertente, que mantém o
fluxo dos cursos ou coleções de água em período de estiagem. Os cursos, carreando as
águas do escoamento superficial e a descarga natural da água subterrânea, fazem-nas
retornar ao oceano. Aquífero freático, ou livre, ou lençol freático, é aquele em que a
água se encontra livre, com sua superfície sob atuação direta da pressão atmosférica.
Aquífero artesiano, ou confinado, ou lençol artesiano, é aquele em que a água nele
contida se encontra confinada entre camadas impermeáveis e sujeita a uma pressão
maior que a pressão atmosférica. Conforme a precipitação infiltra no subsolo, ela
usualmente forma uma zona não saturada e uma zona saturada. Na zona não
saturada, existe um pouco de água presente nas aberturas das rochas do subsolo, mas
o terreno não está saturado. A parte superior da zona não saturada é a zona do solo. A
zona do solo tem espaços criados pelas raízes das plantas que permitem que a
precipitação se infiltre. A água nesta zona do solo é usada pelas plantas. Abaixo da
zona não saturada está a zona saturada onde a água preenche completamente os
espaços entre as rochas e as partículas de solo. As pessoas podem furar poços nesta
zona para bombear água.
A superfície livre do lençol freático (superfície superior do aquífero) não é estacionária:
move-se periodicamente para cima e para baixo, conforme seja o período das águas
ou da estiagem.
Quando um poço é perfurado através da camada superior confinante, atingindo o
lençol artesiano, a água se eleva no poço; o nível da água atinge assim uma cota
superior à da camada aquífera; neste caso, se a água se elevar acima da superfície do
solo, resulta um poço artesiano jorrante ou surgente. “Em caso contrário o poço é
artesiano não jorrante.
7 ESQUEMA DO CLICO
8 CONCLUSÃO
A suas permanentes mudanças de estado (sólido, líquido ou gasoso) ou de posição
(superficial, subterrânea ou atmosférica) em relação à superfície da Terra, denominou-
se de Ciclo Hidrológico. Por definição, então, Ciclo Hidrológico é a sequência fechada
de fenômenos pelos quais a água passa do globo terrestre para a atmosfera, na fase de
vapor, e regressa àquele, nas fases líquida e sólida. Esse movimento é mantido pela
energia radiante de origem solar e pela atração da gravidade terrestre. Nesse ciclo,
distinguem-se os seguintes mecanismos de transferência de água: Precipitação,
Escoamento superficial, Infiltração, Evaporação, Transpiração e evapotranspiração.
O Ciclo da água é vital para a renovação deste recurso sobre a terra. Para que ele se
mantenha equilibrado temos que conservar as florestas e mananciais, ao Engenheiro
Agrícola uma nota em especial, 70% da água potável do mundo é gasta nas atividades
agrícolas e pecuárias, cabendo ao engenheiro otimizar esse uso.
9 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
http://www.ebc.com.br/noticias/internacional/2013/03/agricultura-e-quem-mais-gasta-agua-no-brasil-
e-no-mundo
http://www.mma.gov.br/agua/recursos-hidricos/aguas-subterraneas/ciclo-hidrologico
http://www.ufrrj.br/institutos/it/deng/leonardo/downloads/APOSTILA/HIDRO-Cap2-CH.pdf
http://www.meioambiente.pro.br/agua/guia/ociclo.htm
http://www.mma.gov.br/agua/recursos-hidricos/aguas-subterraneas/ciclo-hidrologico
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/5033/open/file/index.html
http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/agua.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo_hidrol%C3%B3gico
http://ecologiatocolando.blogspot.com.br/2012/01/agua-ameacas-ao-ciclo-hidrologico.html
http://biogilmendes.blogspot.com.br/2012/04/interferencia-humana-no-ciclo.html
http://ambientes.ambientebrasil.com.br/saneamento/abastecimento_de_agua/o_ciclo_hidrologico.ht
ml
http://potyguar.com.br/index.php/planeta-agua/item/112-o-ciclo-da-%C3%A1gua
http://ga.water.usgs.gov/edu/watercycleportuguese.html
http://www.ambsc.com.br/saiba_ciclo.htm

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Ciclo Hidrologico

  • 1. Universidade Federal de Campina Grande Microbiologia Trabalho Orientado pela Dra. Sallydelândia Farias Thiago Lemuel Almeida Bizerra Chryslanne Lucas Lucena Mariana Caio Água da Ciclo
  • 2. Ciclo Hidrológico VISÃO GERAL Nosso exuberante planeta é um engenhoso maquinário cujas peças em coletividade garantem a viabilidade da existência dos seres. Com certo ritmo a natureza se recria, restaura-se dentro de um ciclo semelhante a reciclagem onde componentes que uma hora serviu a certo ser vivo, volta à terra para servir uma vez mais, assegurando assim a manutenção do meio ambiente. Mas nesse trabalho chamaremos atenção para um ciclo em especial, o da água.É a única substância que existe, em circunstâncias normais, em todos os três estados da matéria (sólido, líquido e gasoso) na natureza. Essa característica exclusiva sugere que existam mudanças contínuas de água de um estado para o outro. É importante salientar que esse recurso cobre 70% da face do planeta, corresponde a um volume de 1,5 milhões de km³ sendo 97% dessa massa presente nos oceanos 2 % é sólida nas geleiras, restando-nos 1% para uso direto. Obrigando-nos a compreender da melhor maneira possível como esse bem se renova na natureza e as formas racionais para seu uso. Todos têm a consciência de onde a usamos, segundo pesquisas feitas o consumo da água se encontra em maiores escalas nas atividades agrícolas, comerciais e industriais, o que resulta em uma necessidade maior e privilegiada por parte de tais atividades. Diante disto chegamos em outro fator muito desconhecido, a questão da importância da água para o desenvolvimento do Brasil e do planeta, de que apesar do Brasil possuir 12% da água doce (potável) considerada a maior parte do total encontrada no planeta, ela se encontra má distribuída e em alguns pontos até em estado de escassez, o que resulta em graves consequências que nos deparamos atualmente no dia-a-dia. Muitos projetos e pesquisas estão sendo feitos para se ter ao menos um maior equilíbrio de sua distribuição e resultando positivas soluções para o desenvolvimento do país e a nossa sobrevivência, ficando claro aqui a necessidade de uma compreensão mais acurada do processo de renovação desse bem. A água é um bem público com valor econômico. Isso é o que determina a Lei das águas, aprovada em 1997 pelo Congresso brasileiro, contudo, a água se faz necessária e importante, para o meio ambiente, para os engenheiros, agricultores, enfim para a toda a humanidade e que a utilizando adequadamente e sendo bem distribuída teremos grandes impactos favoráveis no desenvolvimento geral do país e do mundo.
  • 3. Como Funciona. 1 SOL O ciclo começa com a irradiação solar que banha a face terrestre. Sem essa irradiação não haveria a energia necessária para a agitação das moléculas de água, que é o gatilho para as etapas seguintes do ciclo. 1 EVAPORAÇÃO É a passagem da fase líquida para gasosa, ocorre lentamente na superfície dos líquidos. Por volta de 85% do volume da evaporação é oriunda dos oceanos a outra parcela que permeia os 15% vem do continente. Nos oceanos a evaporação máxima ocorre nas áreas de alta pressão, áreas próximas as linhas dos trópicos. No continente a evaporação é mais forte nas regiões próximas a linha equatorial, onde a irradiação solar é mais intensa.Em miúdos evaporação é o processo pelo qual a água se transforma de um estado liquido em um gás ou vapor. A evaporação é a forma primária pela qual a água muda de liquida de volta para o ciclo da água como vapor de água na atmosfera. Estudos têm mostrado que os oceanos, mares, lagos e rios fornecem aproximadamente 90% da umidade de nossa atmosfera via evaporação, com os remanescentes 10% vindo da transpiração das plantas. A evaporação é mais comum
  • 4. sobre os oceanos do que a precipitação, enquanto que sobre a terra a precipitação excede a evaporação. A maior parte da água que evapora dos oceanos cai de volta nos oceanos como precipitação, somente aproximadamente 10% da água evaporada dos oceanos é transportada por sobre a terra e cai como precipitação. Uma vez evaporada, uma molécula de água gasta ao redor de 10 dias no ar. A evapotranspiração se refere a dois processos simultâneos: a perda de água do solo através da evaporação e a perda de água da planta pela transpiração. Tecnicamente, é impossível diferenciar o vapor d’água gerado pela evaporação do solo e da transpiração das plantas, portanto, considera-se o vapor d’água nessas condições de maneira conjunta. É um processo simultâneo que transfere a água para a atmosfera a partir do solo (evaporação) e das plantas úmidas (transpiração). A evapotranspiração aglutina as palavras evaporação e transpiração, e sua taxa é medida em milímetros (mm) por unidade de tempo. A taxa simboliza a quantidade de água que se retirou do solo cultivado considerando a profundidade de água, o tempo pode ser considerado por hora, dia, mês, ano, década ou ciclos completos de determinada cultura. As taxas de evapotranspiração são medidas por meio de equações e lisímetros. Sabemos que o solo armazena água proveniente das chuvas, e retornam à atmosfera através da evaporação direta do solo ou a partir da transpiração das plantas. As plantas, por sua vez, absorvem águas e nutrientes do solo por meio de sua raiz, água utilizada no processo de fotossíntese e nos demais processos metabólicos. O transporte do vapor d’água expelido para a atmosfera ocorre por difusão molecular e, pelo movimento do ar, o vento. Quando não há turbulência do ar, a diferença da pressão do vapor diminui, eliminando o processo de evaporação. A evapotranspiração é similar à transpiração verificada no corpo humano. Em dias de maior incidência de ventos, as plantas transpiram mais rápido para regulagem de suas temperaturas, num processo similar ao suor dos animais. 2 TRANSPIRAÇÃO Ocorre da transpiração das plantas e dos animais. A transpiração é a eliminação de água no estado de vapor. Todos os órgãos aéreos da planta transpiram: folhas, caules, flores e frutos. Mas o mais importante órgão de transpiração é a folha. A quantidade de água que as plantas transpiram varia grandemente e geograficamente e no tempo. Existem muitos fatores que determinam as taxas de transpiração:
  • 5. - Temperatura: A taxa de transpiração se eleva com a temperatura, especialmente durante a estação do crescimento, quando o ar está mais quente e o crescimento das plantas está ativo. - Umidade relativa: Conforme a umidade relativa do ar que rodeia as plantas se eleva a taxa de transpiração cai. É mais fácil para a água se evaporar em ar mais seco que em um ar mais saturado. - Vento e movimento do ar: Um movimento aumentado do ar que cerca a planta resultará em uma transpiração mais alta. - Tipo de planta: As plantas transpiram a taxas diferentes. Algumas plantas que crescem em regiões áridas, tais como os cactos, conservam a água preciosa transpirando menos que as outras plantas. 3 SUBLIMAÇÃO É semelhante a evaporação, porém a água vai para a fase gasosa partindo da sólida, água das geleiras é um exemplo. Ocorre com exclusividade nas geleiras presentes nas altas cadeias montanhosas como a do Himalaia, e nas regiões polares. 4 CONDENSAÇÃO Esses três processos citados anteriormente, foram os vapores que são levados pelas massas de ar para as regiões mais altas e frias da atmosfera, com essa baixa de
  • 6. temperatura, o processo que tornou a água líquida em vapor é revertido, e uma vez mais ela se torna líquida (liquefação). É nessa fase que se formam as nuvens. 5 PRECIPITAÇÃO Quando as nuvens se tornam densas demais pelo largo volume de liquefação ela se torna muito pesada, e literalmente cai, banhando a crosta terrestre. A precipitação pode banhar a crosta de três formas através de chuva, granizo, ou neve, entrando ai os fatores climáticos como determinantes. A precipitação é mais intensa nas regiões equatoriais, e mais sutis nas regiões polares e desérticas. 6 ESCOAMENTO Aqui vamos tratar ao destino tomado pelas águas uma vez que ela tenha tocado o solo. Um dos seus destino são diretamente os reservatórios de água, rios, lagos e oceanos. Outra parcela cai no solo, tomando dois caminhos distintos, parte escoa para rios, lagos e riachos que por sua vez desaguam no mar, outra parte é absorvida pelo solo, entrando por suas fissuras alimentando os lençóis freáticos. O escoamento superficial tem origem, fundamentalmente, nas precipitações. Ao chegar ao solo, parte da água se infiltra, parte é retirada pelas depressões do terreno e parte se escoa pela superfície. Inicialmente a água se infiltra; tão logo a intensidade da chuva exceda a capacidade de infiltração do terreno, a água é coletada pelas pequenas depressões. Quando o nível à montante se eleva e superpõe o obstáculo (ou o destrói), o fluxo se inicia, seguindo as linhas de maior declive, formando sucessivamente as enxurradas, córregos, ribeirões, rios e reservatórios de acumulação. É, possivelmente, das fases básicas do ciclo hidrológico, a de maior importância para o engenheiro, pois a maioria dos estudos hidrológicos está ligada ao aproveitamento da água superficial e à proteção contra os efeitos causados pelo seu deslocamento. A água, uma vez precipitada sobre o solo, pode seguir três caminhos básicos para atingir o curso d’água: o escoamento superficial, o escoamento sub-superficial (hipodérmico) e o escoamento subterrâneo, sendo as duas últimas modalidades sob velocidades mais
  • 7. baixas. Os principais fatores que influenciam na quantidade de água que escoa são: - Intensidade da chuva; - Capacidade de infiltração do solo. - Infiltração A infiltração é o processo pelo qual a água penetra nas camadas superficiais do solo, se move para baixo através dos vazios pela ação da gravidade, até atingir uma camada impermeável, formando um lençol d’água. Ao juntar-se à massa de água subterrânea, a água infiltrada move-se através dos poros do material do subsolo, podendo reaparecer na superfície, em nível inferior ao que penetrou no lençol aquífero. A água subterrânea sai naturalmente em tais lugares em forma de vertente, que mantém o fluxo dos cursos ou coleções de água em período de estiagem. Os cursos, carreando as águas do escoamento superficial e a descarga natural da água subterrânea, fazem-nas retornar ao oceano. Aquífero freático, ou livre, ou lençol freático, é aquele em que a água se encontra livre, com sua superfície sob atuação direta da pressão atmosférica. Aquífero artesiano, ou confinado, ou lençol artesiano, é aquele em que a água nele contida se encontra confinada entre camadas impermeáveis e sujeita a uma pressão maior que a pressão atmosférica. Conforme a precipitação infiltra no subsolo, ela usualmente forma uma zona não saturada e uma zona saturada. Na zona não saturada, existe um pouco de água presente nas aberturas das rochas do subsolo, mas o terreno não está saturado. A parte superior da zona não saturada é a zona do solo. A zona do solo tem espaços criados pelas raízes das plantas que permitem que a precipitação se infiltre. A água nesta zona do solo é usada pelas plantas. Abaixo da zona não saturada está a zona saturada onde a água preenche completamente os espaços entre as rochas e as partículas de solo. As pessoas podem furar poços nesta zona para bombear água. A superfície livre do lençol freático (superfície superior do aquífero) não é estacionária: move-se periodicamente para cima e para baixo, conforme seja o período das águas ou da estiagem. Quando um poço é perfurado através da camada superior confinante, atingindo o lençol artesiano, a água se eleva no poço; o nível da água atinge assim uma cota superior à da camada aquífera; neste caso, se a água se elevar acima da superfície do solo, resulta um poço artesiano jorrante ou surgente. “Em caso contrário o poço é artesiano não jorrante.
  • 8. 7 ESQUEMA DO CLICO 8 CONCLUSÃO A suas permanentes mudanças de estado (sólido, líquido ou gasoso) ou de posição (superficial, subterrânea ou atmosférica) em relação à superfície da Terra, denominou- se de Ciclo Hidrológico. Por definição, então, Ciclo Hidrológico é a sequência fechada de fenômenos pelos quais a água passa do globo terrestre para a atmosfera, na fase de vapor, e regressa àquele, nas fases líquida e sólida. Esse movimento é mantido pela energia radiante de origem solar e pela atração da gravidade terrestre. Nesse ciclo, distinguem-se os seguintes mecanismos de transferência de água: Precipitação, Escoamento superficial, Infiltração, Evaporação, Transpiração e evapotranspiração. O Ciclo da água é vital para a renovação deste recurso sobre a terra. Para que ele se mantenha equilibrado temos que conservar as florestas e mananciais, ao Engenheiro Agrícola uma nota em especial, 70% da água potável do mundo é gasta nas atividades agrícolas e pecuárias, cabendo ao engenheiro otimizar esse uso.
  • 9. 9 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA http://www.ebc.com.br/noticias/internacional/2013/03/agricultura-e-quem-mais-gasta-agua-no-brasil- e-no-mundo http://www.mma.gov.br/agua/recursos-hidricos/aguas-subterraneas/ciclo-hidrologico http://www.ufrrj.br/institutos/it/deng/leonardo/downloads/APOSTILA/HIDRO-Cap2-CH.pdf http://www.meioambiente.pro.br/agua/guia/ociclo.htm http://www.mma.gov.br/agua/recursos-hidricos/aguas-subterraneas/ciclo-hidrologico http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/5033/open/file/index.html http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/agua.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo_hidrol%C3%B3gico http://ecologiatocolando.blogspot.com.br/2012/01/agua-ameacas-ao-ciclo-hidrologico.html http://biogilmendes.blogspot.com.br/2012/04/interferencia-humana-no-ciclo.html http://ambientes.ambientebrasil.com.br/saneamento/abastecimento_de_agua/o_ciclo_hidrologico.ht ml