Este documento resume a cena da peça "Auto da Barca do Inferno" de Gil Vicente, onde a personagem Brísida Vaz tenta embarcar na barca do Anjo após a morte. Brísida foi acusada de prostituição durante a vida, mas defendeu-se dizendo ter salvo raparigas e convertido-as à religião. No final, ela não consegue embarcar na barca do Anjo e acaba indo para o inferno, criticando a hipocrisia da personagem e da sociedade da época.