Porque é o bom leitor que faz o bom
livro… Porque é o bom leitor que faz
o bom livro…Porque é o bom leitor
que faz o bom livro…Porque é o bom
leitor que faz o bom livro…Porque é o
bom leitor que faz o bom
livro…Porque é o bom leitor que faz o
bom livro… Porque é o bom leitor
que faz o bom livro… Porque é o bom
leitor que faz o bom livro… Porque é
o bom leitor que faz o bom livro…
Porque é o bom leitor que faz o bom
livro… Porque é o bom leitor que faz
o bom livro… Porque é o bom leitor
que faz o bom livro… Porque é o bom
leitor que faz o bom livro… Porque é
o bom leitor que faz o bom livro…
CATÁLOGO Nº7
Projecto livraria online ler.com.gosto
http://livrarialercomgosto.blogspot.pt/
MAIO DE 2012
LIVRARIA LER.COM.GOSTO
(porque é o bom leitor que faz o bom livro)
Prezados leitores e amigos temos a honra de apresentar as Vexas mais um catálogo de livros
raros, curiosos ou esgotados.
Com este catálogo damos continuidade ao projeto da livraria online ler.com.gosto, esperando
ir de encontro aos vossos interesses e expetativas.
O projeto ambiciona ser meio privilegiado de “distribuição” de saber, cultura, conhecimento,
simpatia, alegria, amizade, …. tudo o que um livro nos pode transmitir. Pretende também ser
um projeto de compra e venda do livro antigo.
As encomendas deverão ser efectuadas por email através do endereço
livraria.ler.com.gosto@gmail.com ou através dos nossos contactos telefónicos: 969888567 e
917925655.
Os livros encomendados serão enviados pelos correios. Ao preço apresentado acresce o dos
respectivos portes de envio. Poderão também ser levantados presencialmente em horário a
acertar.
Todos os livros encontram-se em bom estado de conservação. É sempre mencionado junto da
descrição do mesmo se o houver alguma imperfeição relevante.
Caso deseje informação adicional sobre as obras apresentadas poderá solicitar através do
email já referido ou para os contatos citados.
Torne-se nosso fã no facebook e saiba todas as novidades em 1ª mão:
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LIVRARIA LER.COM.GOSTO
COMPRA E VENDA DE LIVROS RAROS, CURIOSOS OU ESGOTADOS
1. PASSOS, Carlos de (1953) Vieira Portuense. Porto:
Portucalense editora. De 28,5x22cm. Com 117págs.
Profusamente ilustrado. Encadernação de capa dura
[com ligeiro desgaste] mantém sobrecapas.
Pintor português, nascido em 1765 e falecido em 1805,
ativo na segunda metade do século XVIII, representa o
culminar da estética neoclássica e anuncia a transição
para o romantismo, fruto da sua dupla formação inglesa e italiana. Dentre a sua
obra pictórica destacam-se as paisagens com figuras, significativamente
representadas pelos quadros Leda e o Cisne ou Cena Campestre. Um dos mais
importantes pintores da segunda metade do século XVIII, Francisco Vieira,
conhecido por Vieira Portuense, nasceu em 1765, no Porto e morreu em 1805, na
ilha da Madeira, vitimado por uma tuberculose.
[invulgar e muito apreciado estudo]
35€
2. VAN ZELLER, Rolando (1979) Estanhos Portugueses.
Barcelos: Livraria Civilização. 1ª Edição. Tiragem de 1000
exemplares. De . Com 303 págs. Profusamente ilustrado.
Encadernação original com gravada com ferros a seco.
Exemplar numerado e assinado.
Livro fundamental para o estudo do património artítico
português, “Estanhos Portugueses” dá atenção a um a das
formas de arte mais eminentemente populares. “Sendo
exaustiva a descrição técnica dos objectos apresentados.
Este trabalho apresenta um glossário com nomes de vasilhas
e objetos, datas e nomes de picheleiros portugueses portugueses.
Obra luxuosa de excelente apuro gráfico, enriquecida com excelente estampas
otográficas a negro e a cores.
39€
3. THOMAZ, Luís Filipe (1992) A Lenda de S. Tomé Apóstolo e a expansão portuguesa.
Lisboa: Ministério da Planeamento e da administração do território; Secretaria de
estado da ciência e tecnologia, Instituto de investigação científica tropical. De
30x22cm. Com 68 págs. Brochado.
5€
4. BRANCO, Pedro Soares (2005) Exército Português:
memória ilustrada. Lisboa: Quimera. De
31,5x23,5cm. Com 198 págs. Ilustrado.
Encadernação de capa dura com sobrecapa.
Ao Exército Português associa-se um valioso
conjunto de registos visuais. Tais registos
representam a face da instituição e dos que nela
serviram, em tempos de guerra ou de paz, de
ordem social ou de revolução. Para além do seu
inegável valor histórico, estes registos apresentam também grande valor estético,
fascinando não só investigadores e colecionadores mas também o público em geral.
Não é assim de estranhar o interesse gerado à volta das imagens de antigos
militares, do seu armamento e equipamento, dos seus aquartelamentos e veículos.
No entanto, o afã com que estes registos são recolhidos por entidades públicas e
privadas, traduz-se num inevitável fracionamento – e mesmo desconhecimento –
do conjunto.
Exército Português – Memória Ilustrada apoiado pelo Estado-maior do Exército,
apresenta uma perspetiva gráfica da história militar de Portugal ao longo do século
XIX e início do século XX, tendo reunindo para tal cerca de 250 documentos
provenientes de arquivos públicos e coleções privadas, designadamente pinturas,
gravuras, fotografias, postais ilustrados, cartazes, documentos e publicações, a
grande maioria dos quais inéditos.
15€
5. VASCONCELOS, DR. J. Leite de (1981) Filologia
Barranquenha: Apontamentos para o seu estudo. Lisboa:
Imprensa Nacional-Casa da Moeda. De 22.5x16.5cm. Com
217 págs. Brochado.
A base portuguesa deste linguema fica fortemente
maquilhada pelas características das falas espanholas
meridionais que o penetram. O mais característico desta
fala ao ouvido é a aspiração do 's' e do 'z' finais, como o estremenho e o andaluz:
'cruh' (cruz), 'buhcá' (procurar)… Às vezes pode faltar inclusive a aspiração: 'uma bê'
(uma vez). O 'j' e 'ge', 'gi' portuguesas pronunciam-se como as espanholas.
5€
6. PEREIRA, José Fernandes (1986) Arquitectura Barroca em Portugal. Lisboa: ICLP. De
19x11.5cm. Com 201 págs. Ilustrado. Brochado.
6€
7. VIZETELLY, Henry (1947) No País do Vinho do Porto.
Porto: Edição do Instituto do Vinho do Porto. 1ª Edição.
Tradução da obra In the Port Wine Country datada de
1880. Com 125 págs. De 25x17.5cm. Brochado.
Obra apresentada por Mário Bernardes Pereira. Desenhos
do texto extraídos do original da autoria de Vizetelly filho.
Desenhos do prólogo de J. Mirão.
Henry visitou as principais regiões vinícolas do mundo e registou as suas impressões
em crónicas detalhadas. Percorreu as mais notáveis terras produtoras e enriqueceu
as suas impressões visitando Portugal em 1877. Do Porto e da Madeira, em
destaque, absorvendo todo o título do livro tomam à sua conta 172 páginas do livro
(119 para o Porto e 53 para a Madeira) entre 15 páginas ocupadas pelas notas sobre
os vinhos colhidos em redor de Lisboa e 8 sobre os vinhos das Canárias.
Documentário curioso, espelho duma época que reaparece reconstituída neste
testemunho.
[muito invulgar]
19€
8. SOUSA, Luís de Saldanha Oliveira e (1951) Subsídios para o
estudo das águas subterrâneas portuguesas. Lisboa. De
25.5x18cm. Com 154 págs. Ilustrado. Brochado.
Obra constitui a dissertação apresentada no concurso para o
provimento do lugar de professor catedrático da cadeira de
Geologia e Paleontologia Portuguesa do Instituto superior técnico.
6€
9. OLIVEIRA, Fernando (1970) Três Ensaios sobre figuras
Medievais. Lisboa: Academia Portuguesa da História. De
25.5x19cm. Com 252 págs. Ilustrado. Brochado.
Ocupa-se de D. Pedro I de Portugal e D. Pedro I de Castela e da
Infanta D. Maria, Infanta de Portugal.
10€
10. NAZARÉ, J. Ranita da (1979) Música Tradicional Portuguesa – Cantares do Baixo
Alentejo. Lisboa: ICP. DE 19x11,5cm. Com 102 págs. Brochado.
Esta obra resulta do trabalho de investigação feito para a tese de douturamento
apresentado ao Instituto de Musicologia da Faculdade de Letras e Ciêncas Humanas
da Universidade de Paris.
7€
11. QUEIROZ, Vasco de Barros (1983) Touros de Morte e a
arte de Belmonte. Lisboa: Editorial Eva, Lda. De
21x14.5cm. Com 367 págs. Brochado (capa apresenta
pequena dobra).
[exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do
autor]
“Dr. Vasco de Barros Queiroz, notável aficionado,
advogado e cronista tauromáquico de muito mérito colaborou em diversos jornais
com artigos que se destacam pela maneira elevada com que os assuntos são
apresentados,…” da enciclopedia Tauromáquica
25€
12. SILVA, A. C. Correia da (1960) Um boticário na História da expansão portuguesa no
mundo. Porto. De 24x18cm. Com 24 págs. Brochado.
5€
13. CORREIA, General J. Santos (1962) O Nove de Abril e a
Primeira Grande Guerra. Lisboa: Liga dos Combatentes. De
24.5x17 cm. Com 47 págs + III ilustrações. Brochado.
8€
14. GAMA, Eurico; BRÁSIO, António; FREITAS, Eugénio da
Cunha e (1976) Roteiro dos Arquivos Municipais
Portugueses: Elvas, Viana do Castelo, Vila do Conde.
Lisboa: Academia Portuguesa da História. De 25.5x20cm.
Com 180 págs. Ilustrado. Brochado
8€
15. GONÇALVES, J. Cardoso (1929) O Lapidario Del Rey D.
Alfonso X El Sabio: Estudo deste Manuscrito iluminado do
século XIII. Lisboa. Tiragem de 350 exemplares. De
27.5x20cm. Com 68 págs. Brochado.
Exemplar numerado e rubricado pelo autor.
Do índice: Capítulo I: A miniatura francesa no século XIII. A
modalidade dos vidrais. A Arvore de Jessé. Fundos de ouro. Maneira como eram
preparados. Novas regras na arte de iluminura. O Sentimento da natureza. Os
anacronismos. Lecoy de la Marche. As fases da miniatura: 1ª fase hierática; 2ª fase
naturalista. Suas características; Capitulo II: Afonso X – O Sábio: A sua dedicação
aos estudos astronómicos. Os libros del Saber de Astronomia. D. Dinis, rei de
Portugal. Os descobrimentos e navegações dos portugueses. A tradução do
Lapidario. Descrição do Lapidario. A sua interpretação estética. Capítulo III: A
provável origem francesa das miniaturas do Lapidario.
8€
16. ROSA, Amorim (1960) De Tomar. Tomar: Edição da Comissão
Central das Comemorações. De 21x15cm. Com 83 págs. Com
ilustrações de Júlio Gil. Brochado.
5€
17. COSTA, Alexandre De Carvalho (1950) Respigos Toponímicos e
gentílicos: O Nome Portalegre: A origem dos nomes das
freguesias rurais do concelho. Portalegre: edição da comissão
executiva das comemorações do IV Centenário da cidade de
Portalegre. De 24x17cm. Com 62 págs. Brochado.
5€
18. PIMENTA, Alfredo (1940) Livro dos roubos q os franceses e
vassalos del rej de frança fezeram aos Moradores desta Vila
de Guimarães e seu Termo. Guimarães: Arquivo Municipal de
Guimarães.
Edição e prefácio de Alfredo Pimenta de um manuscrito que
relata as malfeitorias dos piratas franceses assaltando navios e
violentando populações do Norte de Portugal.
10€
19. SANTOS, Maria Emília Madeira; TORRÃO, Maria Manuel Ferraz
(1993) Missões Religiosas e poder colonial no século XIX.
Lisboa: Ministério da Planeamento e da administração do
território; Secretaria de estado da ciência e tecnologia,
Instituto de investigação cientifica tropical. De 30x22cm. Com
29 págs. Brochado.
Maria Emília Madeira Santos Licenciada em História,
Diretora do Centro de Estudos de História e Cartografia Antiga do Instituto de
Investigação Científica Tropical, Lisboa, Portugal. Com mais de 80 publicações sobre
a história das viagens portuguesas de exploração e de investigação em Angola.
5€
20. MOURÃO, Ramiro (1941) Um Economista Duriense do
século XVIII: Francisco Pereira Rebelo da Fonseca. Porto:
edição do instituto do vinho do Porto. De 25x18.5cm. Com
27 págs. Brochado.
[exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do
autor]
6€
21. GUEDES, Padre Baltazar (1951) Breve relação da fundação do
Colégio dos Meninos Orfãos de N. S.ª da Graça, sito fora da
Porta do Olival desta cidade do Porto, em a qual se contém
tudo o que na fundação dele sucedeu. Porto: Câmara
Municipal do Porto. De 25.5x19.5cm. Com 385 págs. Ilustrado.
Por abrir. Brochado (capa apresenta ligeiras lacunas).
13€
22. OLIVEIRA, Jorge de; SARANTOPOULOS, Panagiotis;
BALASTEROS, Carmen (1997) Antas-Capelas e Capelas junto a
antas no território Português. Lisboa: Edições Colibri. De
23x16cm. Com 58 págs. Ilustrado. Brochado. Obra esgotada.
Assumindo a intenção de reunirem um conjunto de
informações dispersas sobre antas transformadas em templos
cristãos e templos cristãos erigidos nas imediações de antas,
os autores propuseram-se atualizar os níveis do conhecimento sobre esta matéria e
descrever o estado em que se encontram os monumentos. A iniciativa é também
um alerta para a importância dos vestígios e para o seu estado de degradação.
6€
23. SANTOS, Maria Emília Madeira; TORRÃO, Maria Manuel
Ferraz (1989) Subsídios para a história geral de Cabo Verde:
A legitimidade da utilização de fontes escritas portuguesas
através da análise de um documento do início do século
XVI (Cabo Verde Ponto de Intercepção de dois circuitos
comerciais). Lisboa: Instituto de investigação científica
tropical. De 30x22cm. Com 29 págs. Brochado.
Maria Manuel Ferraz Torrão – Investigadora Auxiliar do Instituto de Investigação
Científica e tropical nas áreas de África atlântica; ilhas de Cabo Verde e costa da
Guiné; ligação Europa-África-América; tráfico de escravos Cabo Verde/América
Espanhola; história económica e social; história quantitativa; meios de pagamento e
técnicas financeiras; história da alimentação e estudos nutricionais; sécs. XVI-XVII.
5€
24. SILVA, Henrique Corrêa da (Paço d’ Arcos) (1931)
Memórias de Guerra no Mar. Coimbra: Imprensa da
Universidade. De 21.5x15cm. Com 287 págs. Brochado
(lombada com lacuna).
Do ìndice: Antes da campanha; Alto-Mar; Com a esquadra
Inglesa; Defesa de S. Vicente; Para o conselho de Guerra;
Caminho de Lisboa; Mar dos Açores; Monarquia do Norte.
6€
25. CASTELO-BRANCO, Fernando (S/D) Esculturas de Lisboa.
Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa. De 17x12cm. Com 99
págs. Brochado.
[exemplar com dedicatória e assinatura do autor]
7€
26. QUARESMA, António Martins (1988) Apontamento histórico
sobre Vila Nova de Milfontes. Vila Nova de Milfontes. De
23x16cm. Com 150 págs. Ilustrado. Brochado. [Possui
dedicatória de oferta].
6€
27. Boletim da Biblioteca Pública Municipal de Matosinhos.
Matosinhos: Papelaria e Tipografia Leixões. Nº 22 –
1978. De 24.5x18.5cm. Com 160 págs. Ilustrado.
Brochado.
Do índice: De Matosinhos à Indonésia pelo Dr. António
Silva Rego; Tribulações do Viajante nas Naus de
Quinhentos por Elaine Sanceau; Arte importada e
artistas estrangeiros nos portos entre Minho-e-Douro por Flávio Gonçalves;
Contribuição dos descobrimentos Marítimos portugueses para o experimentalismo
renascentista por Dr. Cruz Malpique; Certas Providências régias respeitantes à
guarda da Costa do reino e ao comércio ultramarino, no séc de quinhentos pelo Dr.
J. A. Pinto Ferreira; Os árabes e a nomenclatura Naval Portuguesa pelo Dr. José
Pedro Machado; Uma família de Nautas – Os Picões de Miragaia pelo Conde de
Campo-Bello; Algunas Creencias sobre el mar por Antonio Fraguas Fraguas;
Contribucion al estudio de los gremios brigantinos – Las danzas de labradores y
mareantes por Francisco Vales Villamarin; Os Camiños do Mara na historia da galicia
por Francisco Fernandez del Riego.
7€
28. PREVITÉ-ORTON, G. W. (1973) História da Idade
Média. Lisboa: Editorial Presença. 7 livros
encadernados em 4 vols. De 18.5x12 cm. Com 363 +
374 + 246 + 268 + 356 + 229 + 390 págs.
Encadernação com gravação na lombada.
30€
29. RODRIGUES, Vitor Luis Pinto Gaspar da Conceição (1989)
A Guiné nas Cartas de Perdão (1463-1500). Lisboa:
Instituto de investigação científica tropical. De 30x22cm.
Com 18 págs. Brochado.
Vítor Luís Pinto Gaspar da Conceição Rodrigues
Investigador Auxiliar c/ Agregação do Instituto de
Investigação Científica e tropical nas áreas de História da
Expansão Portuguesa; História Militar.
5€
30. ABECASSIS, Fernando (2007) Um Diplomata da
Regeneração: o 1º conde de villa Franca do Campo.
Lisboa: Tribuna. De 23x15cm. Com 277 págs. Ilustrado.
Brochado.
D. Pedro da Costa de Sousa de Macedo, 1.º conde de Villa
Franca do Campo, foi um cidadão influente no seu tempo.
Influente pela sua instrução, erudição e cultura; influente
pelos cargos políticos que ocupou, ainda muito novo,
quer como deputado quer como governador civil, sucessivamente de Faro, Ponta
Delgada e Porto, em condições particularmente difíceis numa época de constantes
conflitos civis e levantamentos populares; influente como diplomata de fino trato e
grande capacidade negocial; por fim, influente como escritor e investigador de
história. Mas, talvez a revelação mais interessante que surge desta pesquisa
biográfica e epistolar sobre o 1.º conde de Villa Franca do Campo seja a sua
extraordinária e praticamente desconhecida missão a Madrid, em 1870. O duque de
Saldanha, presidente do Conselho de Ministros da altura, tinha total confiança em
D. Pedro da Costa, e encarregou-o de uma missão especialíssima: levar ao trono de
Espanha o rei consorte e viúvo de Portugal, o príncipe Fernando de Saxe Coburgo
Gotha, D. Fernando II.
8€
31. ELOY, João (1938) Boémia Coimbra: A vida académica de Coimbra nos fins do
século passado. Vila Nova de Famalicão: Minerva. De 18.5x12cm. Com 146 págs.
Encadernado. Mantém capas de brochura.
Do índice: Ao correr da pena; à vidado caloiro; as aulas; a mesada e os varios
coeficientes de recomposição; A vida das repúblicas. A Caça ao feriado;
Indumentária. Actos. Recitas; Protecções. Troupes. Latadas. A Alta e a Baixa; O
Centenário da Sebenta; A manifestação a João de Deus. Visitas dos academicos. A
Campanha Ferrão; A Campanha do nível e da formiga branca. Tipos de Coimbra
antiga; O bom humor coimbrão de Lentes e estudantes.
17€
32. ROSA, Augusto (1915) Recordações da Scena e de fóra da Scena. Lisboa: Livraria
Ferreira. De 21x17cm. Com 363 págs. Encadernação inteira de pele com gravação a
seco na lombada e a dourado na lombada. Mantém capas de brochura.
Augusto Rosa, uma das figuras de maior relevo do teatro português, nasceu em 6 de
20€
Fevereiro de 1852 e estreou-se como actor, no teatro Baquet, do Porto, em 31 de
Janeiro de 1872 e, nesse mesmo ano, em 5 de Dezembro, em Lisboa, no teatro do
Gimnásio.
[invulgar]
33. DIAS, Joaquim Cardoso (org) (2007) Dez Cartas para Al
Berto. Dez Cartas de Al Berto. Vila Nova de Famalicão:
edições quasi. 1ª edição. De 23.5x13cm. Com 111
págs. . Brochado.
Contém o fac-símile e transcrição de dez cartas.
Entre as “quase duas centenas de cartas, postais,
poemas, textos, recados, convites, confidências,
desabafos, conselhos e tanta solidão”, o organizador
escolheu uma dezena de missivas, de modo a
apresentar “uma espécie de microbiografia” do autor, embora tendo o cuidado de
seleccionar textos que não revelassem ou expusessem “entidades, acontecimentos
ou situações susceptíveis de ferir ou desnudar atitudes, ressentimentos e interesses
que se referem à vida privada de pessoas que conviveram com Al Berto”. Convidou
ainda dez escritores (Alexandre Nave, Fernando Pinto do Amaral, Francisco José
Viegas, José Agostinho Baptista, José Luís Peixoto, Luís Quintais, Nuno Artur Silva,
Nuno Júdice, Tiago Torres Silva e Vasco Graça Moura) que aceitassem homenagear
o poeta, comentando ou escrevendo a partir de cada uma das cartas, os quais
produziram textos com género, intensidade e interesse muitos diferentes.
Quem deseje conhecer um pouco melhor a verdadeira face do poeta tem neste
livro documentos indispensáveis.
8.5€
34. BESSA-LUÍS, Agustina (1998) O Comum dos mortais.
Lisboa: Guimarães editores. 1ª Edição. De 20.5x14.5cm.
Com 366 págs. Brochado.
12€
35. BESSA-LUÍS, Agustina (2008) Camilo: Génio e Figura. Lisboa:
Casa das Letras. 1ª Edição. De 23x15cm. Com 182 págs.
Brochado.
Um dos grandes romancistas portugueses observado, com
extrema agudeza, pela maior escritora do nosso tempo. Há
uma curiosa intimidade de relações e influências entre
Camilo Castelo Branco e Agustina Bessa-Luís. Este livro é uma
prova disso.
Agustina Bessa-Luís tem uma devoção particular por Camilo Castelo Branco. A sua
escrita, senão mesmo a sua concepção romanesca, deriva da camiliana. E o seu
fascínio estende-se para além do romancista, indo ao encontro do homem: Camilo
teve uma vida atribulada, passional e impulsiva. Uma vida tipicamente romântica.
Ao vasto panorama das obras sobre o autor do Amor de Perdição, soma-se agora
este novo livro de Agustina Bessa-Luís.
Camilo como autor e Camilo como personagem, um dos grandes romancistas
portugueses observado, aliás com extrema agudeza, pela maior escritora do nosso
tempo. Camilo por Agustina.
8.5€
36. VERDON, Jean (1998) O Prazer na Idade Média. Lisboa: Difusão
cultural. De 23x15cm. Com 179 págs. Brochado.
7€
37. Thomaz, Luis Filipe (1989) Le Portugal et L’Afrique ao siècle: Les debuts de
l’Expansion. Lisboa: Instituto de investigação científica tropical. De 30x22cm. Com
101 págs. Brochado.
5€
38. TORGA, Miguel (1962) Câmara Ardente. Poemas. Coimbra:
edição de autor. 1ª Edição. De 19.5x14cm. Com 86 págs.
Brochado. Contém ex-libris colado.
Não sei quantos seremos,  mas qu'importa?!
um só que fosse e já valia a pena.
Aqui,no mundo, alguém que se condena A não ser conivente
Na farsa do presente  Posta em cena!
14€
39. TORGA, Miguel (1962) Camões. Coimbra. 1ª Edição. De
21x19.5cm. Com 19 págs. Brochado.
6€
40. Pélissier, René (1979) Le Naufrage des Caravelles:
Etudes sur la fin de L’Empire Portugais (1961 – 1975).
Orgeval: Pélissier. De 23.5x16cm Com 295 págs.
Encadernação de capa dura, mantém capas de brochura.
René Pélissier historiador francês, especialista de história
colonial e militar de Portugal. É um dos mais importantes
historiadores estrangeiros sobre a colonização
portuguesa.
13€
41. BRASIL, Américo (1986) Corrupção e incompetência no
cartório da Nobreza. Porto: Athena editora. De 23x16cm.
Com 97 págs. Ilustrado. Brochado.
[invulgar]
8€
42. RIBAS, Tomaz (2004) O Trajo regional em Portugal.
Lisboa: Edições Difel. De 29x25 cm. Com 245 págs.
Ilustrado. Encadernado com sobrecapa policromada.
[exemplar novo]
“Tratando-se de uma «viagem através dos modos
como o povo português outrora trajava» e de um
álbum de belíssimas imagens, O Trajo Regional em
Portugal é uma obra de consulta obrigatória para
quem procura descobrir, conhecer e amar um dos
mais aliciantes e originais aspetos da complexa
individualidade e poderosa personalidade do povo português.”
14€
43. LISBOA, Mário Eurico (2009) O Solar do Morgado
da Alagoa: Os irmãos Cruz e os significados de um
património construído segunda metade do século
XVIII. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16cm. Com
238 págs. Ilustrado. Brochado. [dissertação de
mestrado]
“Para o estudo deste imóvel é fundamental revelar
o passado dos seus fundadores, integrados numa
teia de relações familiares: a família Cruz. Será na
compreensão dos percursos e vivências desta
família que procuraremos os significados atribuíveis ao solar.
Dividido em três capítulos, este trabalho aborda a família Cruz sob duas
perspectivas - a esfera familiar - "de oficiais mecânicos a fidalgos da Casa Real",
tratando a sua genealogia e na esfera do público, político, económico e social,
referindo a participação nas Companhias Pombalinas, Junta do Comércio, Real
Fábrica das Sedas e Erário Régio e, finalmente, a formação da Quinta Nova ou
Quinta de Santo António, sua arquitectura, decoração e jardins envolventes.
8€
44. GUERRA, Maria Luísa (2003) Fado Alma de um Povo. Lisboa:
Imprensa Nacional-Casa da moeda. De 24x15cm. Com 192
págs. Brochado.
A numerosa bibliografia existente sobre a História do Fado foi
alargada com mais esta publicação com achegas para a
contextualização do conhecimento dos seus antecedentes e
características. A obra apresenta letras de numerosos fados.
9€
45. BILLÉ, Philippe; CASTRO, Xavier de (2006) Le Naufrage du
Santiago sur les «Banes de la Juive» (Bassas da India,
1585). Chandeigne. De 23x16cm. Com 189 págs.
Brochado.
5€
46. Almada: O Escritor, O ilustrador. Lisboa: Presidência do
Conselho de Ministros, Secretaria de Estado da Cultura,
Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, 1993. 1ª [e
única] edição. Tiragem de 1000 exemplares. De
23,5x16,5 cm. Com 352- [4] págs. Ilustrado. Brochado.
Retrata a presente obra com todo o rigor o escritor e
ilustrador que foi Almada Negreiros. Enriquecida com
textos de João Rui de Sousa, Maria Teresa Arsénio
Nunes, Vasco de Castro e António Pedro Vicente. A obra apresenta ainda
manuscritos do espólio de Almada na posse da sua família, as bibliografias passiva e
activa, um cartaz e dois desenhos únicos na posse da BNP. É também publicado
umpoema inédito" Aconteceu-me".
[já raro]
25€
47. LIMA, J. A. Pires de (1947) Ao correr do Tempo. Porto:
edição da revista actualidades literárias. De 19.5x13cm.
Com 252 págs. Brochado.
Exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do
autor.
Do índice: Cortejo fúnebre: António de Azevedo Maia;
Sousa Oliveira; João Monteiro de Meyra; Roberto Frias;
Maximiano Lemos; Ilídio do Vale; Tiago de Almeida; Ricardo Jorge; Leite de
Vasconcelos; José Caldas; Recordações: Froilano de Melo; Camilo e os médicos; No
centenário da Universidade de Coimbra; No congresso de Ciências da População; O
Santo Missionário João de Brito; A Ti’Maria Caldas; Troças académicas;
trabalhadores portugueses em França;
10€
48. CRUZ, Manuel Braga da (org) (2004) Correspondência de Santos Costa 1936-1982.
Lisboa: Verbo. De 23x15.5cm. Com 447 págs. Brochado.
Correspondência com Salazar, Marcelo Caetano, Humberto Delgado, Eisenhower,
Azeredo Perdigão, Gonçalves Cerejeira e muitas outras personalidades.
8€
O general Fernando Santos Costa foi um dos mais estreitos
colaboradores de Salazar e um dos mais longevos ministros
dos seus governos. Ao longo dos 22 anos em que esteve no
Governo, onde ocupou os cargos de subsecretário de
Estado da Guerra e de ministro da Guerra e da Defesa, foi a
figura mais importante do regime junto do Presidente do
Conselho de Ministros. A documentação que se reúne nesta
obra, com prefácio de Manuel Braga da Cruz, contribuirá
seguramente para uma maior compreensão da personalidade de Santos Costa e das
suas ideias e orientações políticas.
49. IBAÑEZ, V. Blasco (1969) Obras Completas. Madrid:
Aguilar. De 18x14cm. Com 1658 + 1778 + 1765 págs. 3
vols. Encadernação inteira de pele (editor). Edição de
papel bíblia.
[peça de coleção]
25€
50. RODRIGUES, Urbano Tavares [1967] Bastardos do Sol. Lisboa:
Livraria Bertrand. 2ª edição revista com um estudo de Luiz
Francisco Rebello. De 19x12.5cm. Com 163 págs. Brochado.
[exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do autor]
8€
51. KAZANTZAKI, Nikos (1957) Cristo Recrucificado. Lisboa: editora Ulisseia.
De 18.5x13cm. Com 450 págs. Encadernação meia francesa com
gravação na lombada.
Níkos Kazantzákis, (Iráklio, 8 de fevereiro de 1883 — Friburgo, 26 de
outubro de 1957) foi um escritor, poeta e pensador grego. Comumente
considerado o mais importante escritor e filósofo grego do século XX,
tornou-se mundialmente conhecido depois que, em 1964, Michael
Cacoyannis fez de sua novela Zorba, o Grego um filme. É também o
autor grego contemporâneo mais traduzido.
5€
52. TORRES, Amadeu (1982) Noese e Crise na
Epistolografia latina Goisiana. I As Cartas Latinas de
Damião de Góis. Introdução, Texto crítico e versão.
Prefácio de José V. de Pina Martins. II Damião de
Góis na Mundividência do Renascimento: Análise
Ideológica, estético-linguística, apêndice diplomática.
Paris: Fundação Calouste Gulbenkian; Centro Cultural
Português. De 25x23cm. Com 450 págs + 376 págs.
Brochado
20€
53. RIBEIRO, Deolinda Margarida (1947) Acção da rainha D. Leonor:
na vida portuguesa. Lisboa: Edições Gama. De 21.5x14cm. Com
151 págs. Brochado.
Do índice: A infanta; A mulher do principe Perfeito; A viúva do
príncipe Perfeito: Na assistência; nas letras; nas artes; […]
5€
54. BOURBON, Léon (1993) La Compagnie de Jésus et le
Japon 1547-1570. Paris: Centre Culturel Portugais; De
la Fondation Calouste Gulbenkian; Commission
Nationale Pour les Commemorations des decouvertes
portugaises. De. Com 723 págs. Texto em Francês.
Brochado com sobrecapa.
14€
55. MALHÃO-PEREIRA, Cristina (2007) Venturas e
aventuras em África: Bissau, Guiné 1969-1970;
Inhambane, Moçambique 1971-1975. Lisboa: Editora
civilização. De 23.5x15.5cm. Com 343 págs. Ilustrado.
Brochado.
Cristina Malhão-Pereira propõe uma viagem por Bissau,
na Guiné, e Inhambane, em Moçambique, narrando as
suas venturas e aventuras nas terras de África.
Cristina Malhão-Pereira nasceu em 1945. Apesar de ter leccionado em Inhambane -
9€
Moçambique - e Cascais, quando se lhe pergunta a profissão, responde, convicta,
MÃE, e, recentemente, AVÓ. Sendo casada com um oficial da Marinha, aproveitou
os quatro anos em que o marido comandou o navio-escola Sagres para visitar todos
os portos em que o barco acostou. O seu primeiro livro, Venturas e Aventuras da
Família de Um Marinheiro, suscitou elogiosas críticas, sendo mencionado por 39
revistas e jornais. Também por essa data, por quatro vezes, foi a autora
entrevistada em diferentes programas televisivos. Mas nada disso travou esta avó,
viajante intrépida, que, desde 2000, escreve uma média de duas crónicas mensais,
algumas de várias páginas, publicadas quer em Portugal, quer nos EUA. Cristina
Malhão-Pereira poderá ser classificada como uma turista profissional. Não só
porque adora viajar, como também, e isso é notório, porque o faz com paixão e de
uma forma quase científica. A autora tem uma forma peculiar de fazer as suas
descrições. Lê-la é ver fotografias dos locais mencionados.
56. REI, António (2008) Memória de espaços e espaços de
memória: De Al-Râzi a D. Pedro de Barcelos. Lisboa:
Edições Colibri. De 23x15.5cm. Com 190 págs.
Brochado.
“Esta obra, em seu momento constituiu a nossa
Dissertação de Mestrado apresentada à FCSH da UNL,
em Julho de 2002. Após contacto de vários anos com
fontes geográficas árabes, levantaramse- nos muitas
dúvidas sobre se o que está no apartado geográfico das Crónicas medievais Crónica
do Mouro Rasis e Crónica Geral de Espanha de 1344 teria vindo de um texto de al-
Râzî, ou de outra fonte que não aquela. Quisemos também reconstituir o processo
histórico que levou a que aquela tradução tivesse tido lugar. E nesse processo foi de
vital importância o papel dos Senhores de Aboim-Portel, João Peres e Pêro Eanes.”
5€
57. LOIOLA, Santo Inácio de (1975) Constituições da Companhia de Jesus. Lisboa. De
20.5x13.5cm. Com 239 págs. Encadernado.
5€
58. MOTTA, Alfredo (1969) Um Poveiro na Biblioteca da Marinha: Francisco Gomes de
Amorim. Póvoa do Varzim. De 23.5x16.5cm. Com 15 págs. Brochado.
[valorizado com dedicatória e assinatura do autor]
5€
59. Revista de História das Ideias - A Cultura da
Nobreza. Lisboa: Instituto de História e Teoria das
Ideias; Faculdade de Letras da Universidade de
Coimbra. De 23x16cm. Com 611 págs. Brochado.
Do índice: Perspectivas actuais sobre a nobreza
medieval portuguesa por José Mattoso; Torres,
casas-torres ou casas-fortes: a concepção do espaço
de habitação da pequena e média nobreza na Baixa
Idade Média (séc. XII-XV) por Mário Jorge Barroca;
História de uma despossessão. A nobreza e os
primeiros textos em galego-português por António Resende De Oliveira;
Testamentária nobiliárquica (Séc. XIII). Morte e sobrevivência da linhagem por
Leontina Ventura; A nobreza no "Discurso medieval da Confissão" (Séc. XIII e XIV)
por José Antunes; Os nobres e o poder de Deus por Teresa Amado; A cultura militar
da nobreza cortesã portuguesa da primeira metade de quatrocentos. Fontes e
modelos literários por João Gouveia Monteiro; Cultura jurídica e poder social: a
estruturação linhagística da nobreza portuguesa pela manipulação dos
impedimentos canónicos de parentesco (1455-1520) por Maria De Lurdes Rosa;
Estratégias de distinção e poder social: a Casa de Bragança (1496-1640) por Mafalda
Soares da Cunha; A educação de príncipes e niños generosos . Um modelo
quinhentista peninsular por Ana Isabel Buescu; O "ethos" da aristocracia
portuguesa sob a dinastia de Bragança. Algumas notas sobre a Casa e o Serviço ao
Rei por Nuno Gonçalo Monteiro; Nobreza e arquétipo fidalgo. A propósito do livro
de matrículas de filhamentos (1641-1724) por Sérgio Cunha Soares; Breves
considerações sobre jograis e cultura urbana na Coimbra medieval por Saul A.
Gomes; Os historiadores, o mecenato e o clientelismo. Autonomia e dependência
(1700-1750) por Isabel Ferreira Mota; A Deputação Permanente e o Conselho de
Estado. Espanha (1812) e Portugal (1822) por Ema Batista; Constitucionalismo e
modernidade por António da Silva Pereira; O Grand Tour de um príncipe do século
XIX. As viagens de D. Pedro V à Europa em 1854 e 1855 por Filipa Vicente; A
contribuição portuguesa para a construção da sociedade brasileira por Ruth M.
Chittó Gauer; Jornadas de História das Ideias; José Sebastião da Silva Dias;…
10€
60. SEQUEIRA, Gustavo de Matos (1925) Relação de Vários
Casos Notáveis e Curiosos Sucedidos em tempo na
cidade de Lisboa e em outras terras de Portugal.
Coimbra: Imprensa da Universidade. De 23x17cm. Com
264 págs. Brochado. Por abrir. (com ligeira lacuna na
contracapa)
Índice: A devoção do Menino Jesus; Aeronautas e balões;
etreiros célebres; Cupido em Odivelas; A ilha Encoberta; Os Santos Mártires de
Lisboa; Os sinos de D. João V; Monstros e outras raridades; Freiras em armas.
[invulgar]
15€
61. LUZIA, Ângela; MAGALHÃES, Isabel; TORRES, Claúdio (1984)
Mantas Tradicionais do Baixo Alentejo. Mértola: Campo
Arqueológico de Mértola. Caderno nº 1. De 23x15.5cm. Com 62
págs. Ilustrado. Brochado.
6€
62. A companhia de Jesus e a Missionação no Oriente.
Lisboa: Fundação Oriente. Brotéria Revista de Cultura.
Tiragem de 750 exemplares. Com 478 págs. Brochado.
Capítulos: A fundação da Companhia de Jesus e o seu
enquadramento; Ensino e métodos missionários: uma
visão comparado; A vida económica na companhia de
Jesus e as suas relações institucionais com o poder
político; o papel da Companhia de Jesus no intercâmbio
científico entre a europa e o extremo Oriente; A companhia de Jesus e a arte; as
fontes jesuíticas.
10€
63. BANDEIRA, Luis Stubbs Saldanha Monteiro (1963) Panorâmicas
do Porto e da Foz na Armaria de Vila Viçosa. Lisboa: Gabinete
de estudos heráldicos e genealógicos. De 25x18cm. Ilustrado.
Brochado.
[tiragem numerada - exemplar nº 13]
8€
64. CASTRO, Eugénio de (1931) As capelas sepulcrais da Igreja do
Carmo, de Coimbra. Coimbra: Coimbra editora. De
26.5x19cm. Com 62 págs. Ilustrado. Brochado (capa
moderna). Possui assinatura de posse.
7€
65. PINTO, Sérgio da Silva (1968) Breves Notas sobre Presúrias
do Século IX na Terra Portugalense a respeito de Vímara
Peres. Porto. De 24.5x18.5cm. Com 21 págs. Ilustrado.
5€
66. AGUIAR, António de (1962). A genealogia iluminada do
Infante Dom Fernando por António de Holanda e Simão
Bening: um estudo histórico e crítico. Lisboa. De 30x23
cm. Com 218 págs. Brochado.
Profusamente ilustrado com fac-similes, diagramas
genealógicos e reproduções iconográficas. Obra sobre as
páginas finamente iluminadas por uma oficina flamenga
com o propósito inacabado de mostrar a união das Casas
Reais portuguesa e espanhola, na pessoa do Infante Dom Fernando antepassado de
D. Manuel e igualmente descendente do Conde Dom Henrique e de seu pai o Rei
Santo Estevão da Hungria. [já raro]
Tiragem de 450 exemplares numerados e assinado pelo autor. Exemplar nº 291
38€
67. LOPES, Luís (2000) Relação da Viagem do Socorro que o
mestre de Campo D. Diogo Lobo levantou nas ilhas dos
Açores (1639). Introdução, transição e notas por Isabel. Évora:
Direção Regional da Cultura dos Açores/Arquivo Distrital de
Évora. De 25x23cm. Com 165 págs. Brochado. Ilustrado.
Obra inédita do Padre Jesuíta Luís Lopes, aquando da travessia
do Atlântico rumo ao Brasil em 1639.
7€
68. FERREIRA, Luís Velloso (2000) Antigas casas e Famílias do
Concelho da Póvoa de Lanhoso: Subsídios histórico-
genealógicos I Casa das Agras (Ferreira de Melo). Porto:
Livraria Esquina. 1ª Edição. De 30x21cm. Com 52 págs. Edição
de esmerado apuro gráfico. Ilustrada. Brochado.
[tiragem de 300 exemplares. exemplar nº 172]
9€
69. FERREIRA, Luís Velloso (2001) Antigas casas e Famílias do
Concelho da Póvoa de Lanhoso: Subsídios histórico-
genealógicos II Casa do Penedo (Mota Vieira). Porto: Livraria
Esquina. 1ª Edição. De 30x21cm. Com 45 págs. Edição de
esmerado apuro gráfico. Ilustrada. Brochado.
[tiragem de 300 exemplares. exemplar nº 138]
9€
70. REYCEND, João Baptista (1781) O Sacrossanto, e ecuménico Concilio
de Trento em Latim, e portuguez. Lisboa: Na officina Patriarc. De
Francisco Luiz Ameno. 1ª Edição. 2 vols. De 15x10cm. Com 415 págs
+ 636 págs. Encadernação da época com gravação na lombada.
Possui duas assinaturas de posse e um de marca de posse.
Edicao bilingue, em Latim e Portugues de todas as sessoes de um dos
mais importantes Concilios Ecumenicos da historia da Igreja Catolica.
[muito invulgar]
49€
71. O Tripeiro: Do Porto pelo Porto. Revista de
divulgação e Cultura. Série V de 1945 a 1956.
11vols. De 32x23.5cm. Encadernação modesta
mas em bom estado.
«O Tripeiro», propriedade da Associação
Comercial do Porto, é uma revista de culto e
tradição, com preocupações de natureza literária e
que guarda a memória colectiva da nossa
comunidade. Cultivando a identidade Portuense, recorda-nos o Porto que fomos,
para que o preservemos, mostra-nos o Porto que somos, para que o sintamos, e
ajuda-nos a antever o Porto que seremos, para que o possamos prevenir.
110€
72. PIMENTEL, Alberto (1877) O Capote do SNR. Braz. Porto/Braga: Livraria
Internacional de Ernestro Chardron. Com 226 págs. De 19x12cm. 1ª
Edição. Encadernação inteira de sintético com gravação a ouro na
lombada. Mantém as capas de brochura.
16€
73. PÉLISSIER, René (1979) Africana: Bibliographies sur l’
afrique Luso-hispanophone (1800-1980). France: Editions
Pelissier. Com 255 págs. De 23.5x16cm. Brochado.
René Pélissier historiador francês, especialista de história
colonial e militar de Portugal. É um dos mais importantes
historiadores estrangeiros sobre a colonização portuguesa.
8€
74. RIBEIRO, Manuel (1925) A Catedral. Lisboa: Livraria
Renascença J. Cardoso. Edição Especial ilustrada por
Alfredo Candido. Com 533 págs. De 27x20cm. 5ª Edição.
Brochado. [com ligeiro desgaste exterior]
Tiragem especial limitada a 1000 exemplares numerados
e rubricados pelo autor cabendo a este exemplar o
número 926. Contém desenhos da Sé de Lisboa.
A Catedral foi primeiro dos volumes da conhecida trilogia social de Manuel Ribeiro
e atinge em 1923 nove mil exemplares de tiragem cifra exemplar tendo em conta o
número de leitores à época.
9€
75.
GONZAGA, Norberto (1965) Angola: pequena monografia.
Lisboa: AGU. Com 286 págs. De 22x15.5cm. Brochado. (quatro
páginas com manchas de acidez).
8€
76. PÉLISSIER, René (1979) Explorar. Voyages en Angola et
autres lieux incertains. France: Editions Pelissier. Com 255
págs. De 23.5x16cm. Encadernação de capa dura, mantém
sobrecapas.
René Pélissier historiador francês, especialista de história
colonial e militar de Portugal e na história dos países
latino-americanos e lusófonos da África, da Ásia e da
Oceania nos séculos XIX e XX. É um dos mais importantes historiadores estrangeiros
sobre a colonização portuguesa.
10€
77. RIBEIRO, Manuel (S/D) O Deserto. Lisboa: Guimarães &
C. - depositarios. 3ª Edição. Edição Especial ilustrada
por Alfredo Candido. Com 269 págs. De
27x20cm.Brochado (capa com assinatura). Por abrir.
Tiragem especial limitada a 1000 exemplares
numerados e rubricados pelo autor cabendo a este
exemplar o número 61. Contém fotografias do mosteiro
de Burgos, da Cartuxa de Évora,…
O segundo da trilogia social de Manuel Ribeiro, O Deserto, escrito entre Outubro de
1921 e Março de 1922, em menos de duas décadas atinge quatro edições,
totalizando quinze mil exemplares, cifra significativa se atender à natureza da obra
e ao universo dos leitores.
9€
78. RIBEIRO, Manuel (S/D) O Deserto. Lisboa: Guimarães &
C. - depositarios. 3ª Edição. Edição Especial ilustrada por
Alfredo Candido. Com 269 págs. De 27x20cm.Brochado
(capa com ligeiras manchas). Por abrir.
Tiragem especial limitada a 1000 exemplares
numerados e rubricados pelo autor cabendo a este
exemplar o número 146. Contém fotografias do
mosteiro de Burgos, da Cartuxa de Évora,…
8.5€
79. SANT’ANNA, Dionísio (1993) Guia de Portugal: tomo I: Beira:
Beira Litoral. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Com 624
págs. De 17x11.5cm.
Encadernação do editor com gravação na lombada e na pasta.
Excelente exemplar.
8€
80. SANT’ANNA, Dionísio (1994) Guia de Portugal: tomo 1: Entre
Douro e Minho: Douro Litoral. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian. Com 703 págs. De 17x11.5cm.
Encadernação do editor com gravação na lombada e na pasta.
Exemplar novo.
8€
81. BARBOSA, Jerónimo Soares (2005) Gramática
Filosófica da Língua portuguesa (1822) Edição
anastática, comentário e notas críticas de Amadeu
Torres. Com 515 págs. Brochado.
Pe. Jerônimo Soares Barbosa (1737-1816), filólogo
português educado no seminário episcopal de
Coimbra, ordenado presbítero em 1762, bacharelou-
se em Direito Canônico. Foi professor de Retórica e
Poética (Colégio das Artes da Universidade). O
modelo de descrição do português por ele apresentado foi considerado por João
Malaca Casteleiro como um dos melhores modelos de descrição gramatical
existentes sobre o português. (Casteleiro, 1980, p.103).
10€
82. DIAS, Pedro [dir.] (1990) A iluminura nos
descobrimentos. Porto; Lisboa: Figueirinhas. Tiragem
de 1000 exemplares. De 30x21cm. Com 50 págs.
Brochado. Ilustrado.
Contém: Breves considerações sobre a iluminura no
período dos descobrimentos por Francisco de
Macedo.
6€
83. Boletim da Biblioteca Pública Municipal de Matosinhos.
Matosinhos: Papelaria e Tipografia Leixões. Nº 23 –
1979. De 24.5x18.5cm. Com 202 págs. Ilustrado.
Brochado.
Do ìndice: Uniformes militares representados em Três
ex-votos do Santuário do Senhor de Matosinhos pelo Dr.
Carlos Manuel da Silva Lopes; Algunas cantigas del mar
por António Fraguas Fraguas; Portugal, iniciador da cultura atlântica e precursor da
cultura ecuménica pelo Dr. Cruz Malpique; Os Sabeler, uma família de pescadores
de Matosinhos pelo Dr. Agostinho Isidoro; Cuentos Marineros por Gustav
Heningsen; A Tiragem da areia na zona marítima de Labruje por Horário Marçal; Os
Caminhos do Mar, factores primordiais da civilização Ibérica por Mário Cardoso;
Aspectos populares da Antiga Romaria de S. Bartolomeu em Leça, Matosinhos e
Praias Nortenhas por Guilherme Felgueiras; O Mar e a saudade por Sebastián
Martinez-Risco Maciás; Vellas Artes de Pesca no rio Miño por Joaquin Lorenzo
Fernández; Gigantes de cortejo em Matosinhos por Arnaldo de Mariz Rozeira;…
7€
84.
RELVAS, Eunice; BRAGA, Pedro Bebiano (1991) Coretos em
Lisboa. Lisboa: Editorial Fragmentos. Com 174 págs. De
30x23.5cm. Encadernação do editor em tela. Com
sobrecapa.
Este estudo sobre os coretos é baseado numa investigação
histórica-artística exaustiva, trará ao leitor não só a história
dos coretos existentes, mas a surpresa da descoberta de
outros coretos – volantes, projetados e demolidos. Este livro é um contributo para a
preservação da memória/história da Cidade.
15€
85.
Voyage: Dans les deltas du gange et de l’irraquaddy 1521:
Presente et edite par Genevieve Bouchon et Luis Filipe
Thomaz. Paris: Fondation Calouste Gulbenkian/Centre
culturel Portugais. Com 472 págs. Brochado. Voyage: Dans les
deltas du gange et de l’irraquaddy 1521: Presente et edite
par Genevieve Bouchon et Luis Filipe Thomaz. Paris:
Fondation Calouste Gulbenkian/Centre culturel Portugais. Com 472 págs. Brochado.
5€
86.
GARCIA, José Manuel (Coord.) (2008) Lisboa do
século XVII. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa.
Tiragem de 1000 exemplares. Com 120 págs. De
23x25cm. Livro oblongo. Profusamente ilustrado.
Brochado.
Índice: O Padre António Vieira e Lisboa;
Iconografia da Lisboa seiscentista; Livros do século XVII sobre Lisboa; Cartografia de
Lisboa no século XVII.
13€
87. COSTA, M. Gonçalves Da (1977-1992)
História do Bispado e Cidade de Lamego.
Lamego: [s.n.] 6 Volumes. Com 683 + 633
+ 713 + 701 + 719 + 795 págs. De
24.5x16.5cm. Encadernação inteira de
pele com gravações a dourado nas pastas
e lombada. [vol. Nº II – encadernação
com ligeiro erro no dourado da
numeração e, miolo de cor diferente; vol. I – miolo cor diferente]
Vol. I – Idade Média: A Mitra e o Município; Vol. II – Idade Média: Paróquias e
Conventos; Vol. III – Renascimento (I); Vol. IV – Renascimento (II); Vol. V – Barroco
(I); Vol. VI – Barroco (II).
[tiragem muito limitada. Já rara].
95€
88. Boletim da Associação Cultural Amigos do Porto. Nº
5 segunda série 1975. Tiragem de 400 exemplares. De
23.5x18.5cm. Com 100 págs. Brochado.
Do índice: Perfil Literário e Histórico do Rio Douro por
Cruz Malpique; Os Sinos da Avé-Maria por Pinho da
Silva; Que é o Porto por Horácio Marçal; Sepulturas
Medievais da Sé do Porto por Eugénio de Andreia da
Cunha e Freitas; Dois portuenses reprovados em
Coimbra (Amadeu de Vasconcelos – António Nobre) Por António Gomes de Sousa;
[…]
5€
89. VEIGA, Estácio da (1996) Antiguidades de Mafra. Mafra:
Mar de Letras editora. De 26x19cm. Com 115 + 35 págs.
Ilustrado. Brochado.
Com estudo introdutório Victor Gonçalves e Ana Catarina
Sousa: Estácio da Veiga: um arqueólogo pioneiro; Estácio
da Veiga em Mafra; As antiguidades de Mafra no seu
tempo; o neolítico de Mafra segundo Estácio da Veiga; A
ocupação romana nas Antiguidades de Mafra; vestígios
medievais em Mafra; Arqueologia de Mafra.
Edição contém ainda a obra fac-similada “Antiguidades de Mafra ou relação
archeologica dos característicos relativos aos povos que senhorearam aquelle
território antes da instituição da monarchia portugueza,… de 1879”
6€
90. BESSA-LUÍS, Agustina (1982) Longos Dias Têm Cem Anos
Presença de Vieira da Silva. Lisboa: Imprensa Nacional
Casa da Moeda. 1ª Edição. De 23.5x17cm. Com 116 págs.
Ilustrado. Brochado.
Excerto
"A minha vida tem sido até hoje aparentemente simples.
Nunca tive verdadeiros conflitos interiores, mas só
dúvidas, hesitações. "Conhece o Arpad. Conhece os meus interiores de casa, o meu
vestir e andar, as palavras, os gatos. A Agustina, com a sua imaginação, poderá
descobrir, inventar, melhor do que eu lhe possa dizer, aquela que eu sou. "E depois,
entre todas as contradições, se houver alguma que não esteja certa, eu, então,
digo: Isso não. E a Agustina, com os restos de aquela que eu não sou, ainda pode
criar a irmã que não tive." (De uma carta de Vieira da Silva para Agustina Bessa-Luís)
16€
91. SOUSA, Ernesto de (texto) [1971] Maternidade - 26
desenhos de Almada Negreiros. Lisboa: Imprensa Nacional -
Casa da Moeda. De 23.5x17cm. Com 31 págs + ilustrações
extra-texto. Ilustrado com a reprodução de 26 desenhos de
Almada. Brochado.
[esgotado - procurado]
12€
92. SEGURADO, Jorge (1982) Mário Eloy: Pinturas e desenhos.
Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda. 1ª Edição. De
23.5x17cm. Com 79 págs + ilustrações extra-texto. Ilustrado
com a reprodução de 93 trabalhos do artista a negro e a
cores. Brochado.
9€
93. SOUZA-CARDOSO, Amadeu; FLAUBERT, Gustave
(2006) La Légende de Saint Julien L' Hospitalier.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. De 27x22cm.
Com 400 págs. Profusamente ilustrado.
Encadernação de capa dura. Edição de luxo.
O volume que agora se apresenta corresponde à
edição de luxo do livro "A Lenda de São Julião
Hospitaleiro". Para além das maiores dimensões e da
luxuosidade da encadernação, merece destaque o
ens aio da Doutora Maria Filomena Molder, maior e mais exaustivo relativamente à
versão apresentada na edição normal.
«Amadeo de Souza Cardoso copiou a pincel e ilustrou La Légende de Saint Julien
l’Hospitalier, na versão original, durante a sua estadia na Bretanha no Verão de
1912 (muito provavelmente concluído em Paris), ano de uma fertilidade imensa
para o pintor. Trata-se de um «exemplar único-original», o que Amadeo faz questão
de sublinhar na última página do pequeno álbum 12 Reproductions, publicado por
ocasião das suas exposições de 1916 no Porto e em Lisboa, onde essa referência à
obra figura ao lado do anúncio dos últimos exemplares disponíveis dos XX Dessins.»
20€
94. POMAR, Júlio (1986) Da Cegueira dos Pintores. Lisboa:
Imprensa Nacional - Casa da Moeda. De 23.5x17cm. Com
131 págs. Brochado.
Magnifico conjunto de ensaios sobre a arte e a crição, pelo
Mestre Júlio Pomar.
[esgotado]
9€
95. FERRAZ, Carlos Vale (2008) Nó Cego. Lisboa: Casa das
Letras. De 23x14cm. Com 378 págs. Brochado.
“Nó Cego é hoje um clássico da literatura portuguesa.
É objecto de estudo e de atenção nos meios
universitários, mas é, continua a ser, antes de tudo,
um grande e poderoso romance dos nossos dias.
É um romance essencial para as atuais gerações de
portugueses viverem o período crucial da nossa
História que foram os anos da guerra e o fim do
regime de ditadura, mas é-o também para conhecer
os dramas, as angústias, as alegrias e as tristezas duma geração que fez a guerra e
que a terminou, duma geração de portugueses que abriram Portugal à
modernidade. Nó Cego transformou-se num romance de culto duma geração que
esteve envolvida na guerra colonial e que, a partir dela, entrou em ruptura com o
regime português de ditadura.
Carlos Vaz Ferraz fez, nesta edição, uma profunda revisão. Mantendo a estrutura da
obra, tornou a narrativa mais intensa, com uma linguagem mais depurada, com as
situações mais definidas na sua complexidade. Um texto onde o leitor se sinta
melhor situado dentro da acção. E é assim que Nó Cego participa simultaneamente
do documento e do monumento, do poderoso testemunho e da excelente
literatura.”
9€
96. Dias, Maria Manuela Alves; Gaspar, Catarina Isabel
Sousa (2006) Catálogo das Inscrições Paleocristãs do
território Português. Lisboa: Centro de Estudos
Clássicos/faculdade de Letras de Lisboa. Com 303
págs. Brochado.
Trata-se da primeira publicação sistematizada e
organizada da epigrafia paleocristã do actual
território português. O livro contém a transcrição e
tradução de cada inscrição. As inscruições
paleocristãs do território português são em latim, naturalmente, mas também em
grego e em quantidade significativa.
9€
97. ARAÚJO, Noberto de (1992 – 1994) Peregrinações em
Lisboa. Lisboa: Veja. De 23x15cm. 15 vols. Brochado.
[obra Completa]
“A par da relevante carreira jornalística e da ampla obra
literária, Norberto de Sousa é conhecido hoje especialmente
como um olisipógrafo erudito, tendo-lhe concedido o
munícipio de Lisboa a medalha de ouro da cidade. Autor do
Inventário de Lisboa, 1944/1955 (concluído por D. Pires de Lima), das "Legendas de
Lisboa" e das "Peregrinações de Lisboa", esta obra é a mais consultada. É de
assinalar o extenso e profundo conhecimento que Norberto de Sousa tinha das
fontes e dos estudos esclarecedores do passado de Lisboa, que o dá ensejo a
descrições extensas das ruas, palácios e monumentos, templos, instituições e dos
mais diversos episódios da vida citadina lisboeta.”
59€
98. TEIXEIRA DE ARAGÃO. (A. C.) [1964].
Descripção Geral E Historica Das Moedas
Cunhadas Em Nome Dos Reis, Regentes E
Governadores De Portugal Por… *2ª edição fac-
simile]. Porto: Livraria Fernando Machado. 3
volumes. De 29x18 cm. Com 462-xxii (gravuras)-
468-lxii (gravuras)-643-xv (gravuras) pags.
Brochados. Ilustrado com gravuras
apresentando as colecções de moedas com
verso e anverso.
[trabalho exaustivo e fundamental da bibliografia numismática portuguesa]
“Augusto Carlos Teixeira de Aragão, ou sómente, Augusto Aragão nasceu em Lisboa
em 1823. Em 1849 apresentou a sua dissertação na Escola Médico-cirúrgica de
Lisboa, e a 29 de Novembro desse ano assentou praça, como médico-cirurgião; foi
sócio efectivo da Academia das Sciencias de Lisboa; da Sociedade de Geographia de
Lisboa, da Sociedade de Sciencias Médicas, da Associação dos Arquitectos e
Arqueólogos Portugueses; membro do Instituto Politécnico Português;, da
Sociedade Numismatica Belga, da Academia de Roma; do Instituto de Coimbra, da
Academia Real de la Historia, de Madrid; *…+. Faleceu a 29 de Abril de 1903.”
69€
99. MATOS, MARIA VITALINA Leal de (1981) O canto na poesia
épica e lírica de Camões. Paris: Fundação Calouste
Gulbenkian. 550 págs. Por abrir. Brochado.
Maria Vitalina Leal de Matos é professora catedrática
jubilada da Faculdade de Letras de Lisboa, onde, além de
outras cadeiras, lecionou Estudos Camonianos. Licenciou-se com uma tese sobre
Fernando Pessoa, e doutorou-se com uma dissertação sobre a poesia de Camões. É
autora de numerosos artigos e de diversos livros de conteúdo camoniano.
10€
100. COSTA, Lucília Verdelho da (2000) Cantarias de Lisboa.
Lisboa: Edições Inapa. Com prefácio de José Augusto-
França. Com 139 págs. De 30.5x24.5cm. Encadernação em
tela com gravação em relevo. Mantém sobrecapa
policromada. Profusamente ilustrada.
“As cantarias como emblema e caução artística para além
da repetição dos modelos, o saber e a habilidade dos seus
artistas e artesãos, de escopro seguro, formados em oficinas conceituadas, *…+,
empreiteiros que deram à escultura e arquitectura portuguesas nomes de boa e
justa fama. *…+ A cantaria, que bem mereceu este estudo e álbum, lhes dá
referência necessária, ajudando a esclarecer seus paradoxos, suas ilusões, suas
grandezas e miséria” José-Augusto França
15€
101. BELL, Aubrey F. G. (1971) A Literatura Portuguesa: História e Critica. Lisboa:
Imprensa Nacional. Com 504 págs. De 21.5x16cm. Encadernação de tela
com gravação na lombada.
9€
102. GIL HEITOR CORTESÃO - Pinturas/Paintings 2002-2010.
Lisboa: ADIAC/ Assírio Alvim, 2010. De 31.5x24cm. Com 203
págs. Edição de esmerado apuro gráfico. Cartonado.
Gil Heitor Cortesão — Pinturas 2002-2010» inclui
reproduções de obras realizadas pelo artista no decorrer do
referido período, bem como dois textos da autoria de Leonor
Nazaré e Jean-François Chougnet, que analisam em detalhe a obra do autor.
7€
103. MARCOS DE DIOS, Àngel (1983) Escritos de Unamuno sobre
Portugal. Estudio, recopilación y notas de... Paris: Fundação
Calouste Gulbekian, Centro Cultural de Paris, 1983. Com 307
págs. Brochado. Por abrir.
[muito procurado]
9€
104. SOARES, Luís Ribeiro (dir.) Panorama, Revista de Arte e
Turismo. Número 4, II série, 1952. Lisboa. De 30x22.5cm.
Com 85 págs. Ilustrado gravuras a negro e a cores.
Brochado. [número dedicado à cidade do Porto]
Do índice: Relance da História do Porto; O Porto
Monumental; Henrique Pousão no museu de Soares dos
Reis; O Porto Literário; Jardins do Porto; História Breve e
Pitoresca do Vinho do Porto; A Ourivesaria Portuense; O Porto Pitoresco; O Porto e
Arquitectura Moderna; O Enriquecimento do Património artístico Nacional;…
5€
105. GOMES, Telmo (1995) Navios portugueses: séculos XIV a
XIX. [Lisboa]: Inapa. Com 133 págs. De 31x24cm.
Encadernado com sobrecapa brochada (sobrecapa com
desgaste). Ilustrado.
Nesta obra encontra através de ilustrações uma amena e
instrutiva biografia de navios portugueses, dos séculos XIV
ao XIX. Contém estudos sobre as primeiras embarcações,
o período dos descobrimentos e da conquista, marinha nos séculos XVII e XVIII e a
Marinha no séc. XIX complementado por 54 ilustrações.
20€
106. AMARAL, J. Duarte (2001) O Livro do Chá. Lisboa: Temas e
Debates. De 29x22.5cm. Com 193 págs. Encadernação de
capa dura com sobrecapa.
Do índice: A descoberta do chá; o chá na poesia chinesa; Do
Celeste Império para o Império do Sol-Nascente; A história
do Chá no ocidente; Do gosto e do uso do chá; A arte de
beber chá; os utensilios do chá; Portugueses falam-nos do Chá…
9€
107. CAMACHO, Brito (1930). Gente Bóer: Aspectos d’África.
Lisboa: Livraria Guimarães & C.ª. 1ª Edição. De 20x10 cm.
Com 233 págs. Brochado. [por abrir].
Importante trabalho para o conhecimento aprofundado de
Moçambique no início do século XX, assim como, para
desvendar da posição mantida por Portugal durante a
Guerra Anglo-Bóer. O autor foi Alto-Comissário em
Moçambique no dealbar do século passado.
7€
108. Pereira, Isaías da Rosa (1980) Subsídios para a
história da Diocese de Lisboa do século XVIII.
Lisboa: Academia Portuguesa de História. Com 310
págs. Por abrir. Brochado.
13€
109. MARQUES, Carlos Eurico (2007) Nas Horas Vagas Da
Guerra. Contos de Caça vária (Angola 1961-1974).
Lisboa: Tribuna da História. De 24x16.5cm. Com 215
págs. Ilustrado. Brochado.
“Com “Nas Horas Vagas da Guerra” o leitor entra no
dia-a-dia da vida dos soldados que participaram na
Guerra de África. Nos momentos passados a caçar e
noutros momentos de ócio. Os homens e as mulheres
que participaram na guerra colonial já muito
escreveram, havendo já um número interessante de testemunhos. Mas, da sua
leitura fica um pouco a impressão de que lamberam as suas feridas. Com este livro
não se tem esse amargo de boca e isso é uma das coisas que o torna marcante.
Demasiadas vezes morreu o elefante sem que o seu penar se extinguisse. A partir
de agora cada leitor deste livro lhe prolongará o tormento. Contudo, ao fazê-lo,
recriará a vida que pulsou pela África que Portugal viveu.
9€
110. O reino, as ilhas e o mar oceano. Estudos de
homenagem a Artur Teodoro de Matos. Coordenação
de Freitas de Meneses; João Paulo Oliveira e Costa. 2
vols. Com 1032 págs. Brochado.
14€
111.
SPÍNOLA, António de (1974) Portugal e o Futuro. Lisboa:
Arcádia. 1ª Edição. Com 243 págs. De 23x15cm. Brochado.
Neste livro, o ex-governador da Guiné-Bissau advogava,
após 13 anos de Guerra do Ultramar, uma solução política e
não militar como sendo a única saída para o conflito.
5€
112. CHAVES, José Joubert (1904) Illustração
Portuguesa. Maio a
Outubro de 1904. Edição
Semanal. Empreza do
Jornal o Século. De
39x29cm. Com 882 págs.
Profusamente ilustrada.
Encadernação da época
muito modesta com desgaste. Três páginas
apresentam-se com ligeira lacuna.
12€
113. DIOS, Angel Marcos de (1978) Epistolario Portugues de
Unamuno. Fundação Calouste Gulbenkian/ Centro
Cultural Portugues. Com 413 págs . Encadernação do
editor (capa dura).
8€
114. GUICHARD, François (1992) Porto, La Ville Dans Sa
Region - Contribution a l'etude de l'organisation de
l'espace dans le Portugal du nord. Paris: Fondation
Calouste Gulbenkian / Centre Culturel Portugais. 2vols. De
24x17cm. Com 492 + 661 págs. Brochado.
[Tese de doutoramento do ilustre geógrafo e historiador]
François Guichard geógrafo da Universidade de Bordéus,
eminente especialista que cultiva a história com grande
mestria, tem na sua dissertação de doutoramento (Porto, LaVille dans sa Region)
uma obra incontornável para a compreensão do Porto e do Norte de Portugal.
10€
115. ESPANCA, Túlio (1975) Inventário Artístico de Portugal:
Distrito de Évora; Concelhos de Arraiolos, Estremoz,
Montemor-o-Novo, Mora e Vendas Novas. I volume.
Lisboa: Academia Nacional de Belas-Artes. Com 521 págs.
De 29x23cm. Ilustrado. Brochado. Apresenta picos de
acidez na capa interior limpo.
O Inventário Artístico de Portugal é uma obra de
referência sobre o património nacional, publicada pela Academia Nacional de Belas-
Artes. Como refere Reinaldo dos Santos “O cadastro do património artístico foi
sempre aspiração de todas as Juntas, Sociedades e Comissões de Belas-Artes,
consignado como objectivo dos Conselhos de Arte e Arqueologia e da própria 6ª.
Secção da Junta Nacional de Educação.”
O Inventário Artístico do Distrito de Évora; Concelhos de Arraiolos, Estremoz,
Montemor-o-Novo, Mora e Vendas Novas., constitui uma contribuição essencial
para o cadastro do património artístico dum dos focos mais notáveis e originais da
história e da arte portuguesa através dos séculos.
25€
116.
FRANÇA, José Augusto (1973) Os quadros de “A Brasileira”. Lisboa:
Artis. Com 46 págs. De 23x19.5cm. Encadernação do editor em tela com
gravação a dourado sobre vinheta vermelha na lombada.
Contém ex-libris colado. [invulgar]
13€
117. O Século. Número extraordinário Comemorativo
do Duplo Centenário da Fundação e Restauração
de Portugal. Lisboa: Sociedade Nacional de
Tipografia, Junho de 1940. De 41x29 cm. Com 384
págs. Encadernação editorial cartonada.
Profusamente ilustrado com fotogravuras.
Impresso a cores
sobre papel da
Companhia do
Prado.
Colaboraram na obra J. M. Queiroz Velloso, Moses
Amzalak, Albino Forjaz Sampaio, Eduardo Brazão,
Luiz Vieira de Castro, Marcello Caetano e outros
autores. Contém fotogravuras (panorâmicas e
interiores) da Exposição do Mundo Português.
22€
118.
CAEIRO, Baltazar Matos (1991) Arcos e Arcadas de
Lisboa. Lisboa: Distri-Editora. Com 141 págs. De
29x21cm. Profusamente Ilustrado. Encadernação do
editor com sobrecapa.
Este estudo abrange todos os elementos arquitetónicos
característicos que serviram de passadiço, pórticos,
arcadas ou pátios. A obra é um inventário destes
elementos (existentes ou já desaparecidos).
12€
119. CAPELA, José Viriato. As Freguesias do Distrito de
Viana do Castelo nas Memórias Paroquiais de 1758.
Alto Minho: Memória, História e Património. Com 771
págs. De 22cmx30cm. Encadernação de capa dura.
Publicam-se no presente volume, as Memórias
Paroquiais de 1758, relativa às paróquias dos concelhos
atualmente integrados no território do Distrito de
Viana do Castelo.
45€
120. CRAVO, António. Os pauliteiros de Salselas. Salselas: Museu
Rural. De 25x17 cm. Com 117 págs. Ilustrado. Brochado.
[possui assinatura de posse].
Monografia muito completa, onde são abordados com rigor
acadêmico assuntos de índole histórico-etnográficos.
5€
121. GOUVEIA, d. Frei António de (1995) Trophea Lusitana.
Prefácio, leitura e notas de José Pereira da Costa. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian serviço de Educação.
Encadernação de capa dura com sobrecapa. Com 279 págs.
Brochado.
10€
122.
BARRETO, António; MÓNICA, Maria Filomena (1983)
Retrato da Lisboa Popular 1900. Lisboa: Editorial
Presença. Com 175 págs. De 27.5x23.5cm.
Encadernação do editor com gravação a dourado na
lombada e nas pastas. Profusamente ilustrada.
Obra apresenta o retrato dos moradores dos bairros
populares, comerciantes, artesãos e trabalhadores
industriais, desempregados, soldados, velhos, miúdos de rua, ciganos, saloios,
fadistas e vendedores de banha de cobra, a pequena burguesia, funcionários
públicos e empregados de escritório. As fotografias apresentadas ajudam a ter uma
ideia dos bairros, edifícios e ruas em que os lisboetas viviam.
18€
123. I Jornadas de História do direito Hispânico Actas.
Homenagem ao Académico de Mérito Prof. Doutor José
Manuel Pérrez-Prendes, Catedrático da Universidade
Complutense. Lisboa: Academia Portuguesa da História.
De 24.5x18cm. Com 364 págs. Brochado.
Alguns artigos: O regimento dos corregedores nos
primórdios da Idade Moderna; A reforma da saúde no reinado de D. Manuel; a
conservatória das companhias setecentistas portuguesas;….
8€
124. FONSECA, Álvaro Baltazar Moreira da (1996). As demarcações
Marianas do Douro vinhateiro. S/L: Instituto do Vinho do Porto.
1ª Edição. De 25x18 cm. Com 430 págs. Ilustrado. Brochado.
As demarcações marianas do douro vinhateiro, obra inédita do
Engenheiro Álvaro Fonseca, concebida ao longo dos anos
setenta, já na fase final da vida do autor, constitui um valioso contributo para o
conhecimento da região no periodo pós-pombalino. Obra enriquecida com a
transcrição integral de dezenas de documentos da época e com belissimas
fotografias da região
16€
125. GONÇALVES, A. Nogueira (1961). Certos aspectos do
hábito dos Cónegos regrantes da congregação de Santa
Cruz. Porto: Edições Marânus. De 25x18 cm. Com 14
págs. Ilustrado. Brochado.
“Visitamos recentemente a igreja do Mosteiro da Serra
do Pilar, *…+ e foram motivo principal da troca de
impressões as esculturas dos nichos da arquitetura
interna, *…+ e desviamo-nos naturalmente para os temas iconográficos e
consequentemente para o hábito dos cónegos regrantes.
Desparecidos na época do Cerco os retábulos e as imagens deste mosteiro, não
resta na urbe portuense outro em que facilmente se possam encontrar,
representações dos santos da ordem e daquele hábito monástico” Da introdução
4€
126.
SARMENTO, Francisco Xavier de Moraes (2001)
Famílias Transmontanas-Descendência de
Francisco de Moraes, Palmeirim – ligações
familiares e outras famílias de Trás-os-montes.
Ponte de Lima: Edições Carvalho de Basto. 2
vols. De 25.5x19cm. Com 1070 págs. Brochado.
[exemplar novo]
20€
127.
ALVELLOS, Conde de (1946) O Berço Exilado. Porto:
Imprensa Portuguesa. Com 340 págs. De 17.5x12.5cm.
Ilustrado. Brochado (capa plastificada).
Livro de homenagem a D. Duarte (Pai). Com fotografias
inéditas.
[livro raro, com tiragem muito reduzida]
Valorizado com dedicatória e assinatura do autor.
10€
128. BRANDÃO, Domingos de Pinho (1957). A congregação de
Nossa Senhora da Purificação do Porto e o seu altar
privativo na igreja dos Grilos. Porto: Edições Marânus. De
25x18 cm. Com 48 págs. Ilustrado com folhas à parte.
Brochado.
“No transepto da Igreja do Seminário Maior de Nossa
Senhora da Conceição do Porto, conhecida ainda hoje por Igreja dos Grilos, ergue-
se no topo do lado do Evangelho, com majestoso retábulo, o altar dedicado a Nossa
Senhora da Purificação. Este altar foi privativo da Congregação ou Confraria de
Nossa Senhora da Purificação do Porto. A congregação teve grande vitalidade nos
séculos XVII e XVIII. O retábulo grandioso, do século XVIII, em estilo barroco, tem
bastante interesse como obra de arte e testemunha o esplendor e a riqueza da
congregação na época em que foi construído. A imagem da Padroeira, Nossa
Senhora da Purificação – bela escultura em madeira dos fins do século XVII, é uma
das melhores que possuímos deste período, na cidade do Porto. Neste trabalho
faremos um pouco de história sobre a vida da congregação e tentaremos estudar o
seu altar, determinando pormenores de carácter histórico e salientando o seu valor
como obra de arte.” Da introdução.
9€
129. TATO, José Fernandes (1966). As cheias do rio Douro. Porto:
Edições Marânus. De 25x18 cm. Com 26 págs. Ilustrado.
Brochado.
“Não pode ser considerada tarefa fácil mencionar todas as
cheias do rio Douro, embora a partir de 1526, sabido que,
para além das mais importantes e de entre estas as de maior
7€
relevo, muitas houve de média e de fraca categoria, mas que não obstante
causarem dificuldades ao comércio e à industria, não foram de intensidade capaz da
arrancar os navios das suas amarrações e levá-los barra fora. Por isso só são
consideradas as cheias que alagaram os cais.
As maiores cheias que há memória foram, por ordem cronológica as de 1727, 1739,
*…+ 1909, 1962, todas causadoras de grandes prejuízos.”
130. NORTON, Manuel Artur (2004) A Heráldica em
Portugal. Raízes, Simbologias e Expressões
Histórico-Culturais. Lisboa: Dislivro. 2 vols. Com
1079 págs. De 24x17cm. Tiragem de 600
exemplares. Brochado.
[exemplares numerados e rubricados pelo autor]
Constitui esta obra o mais completo trabalho
elaborado sobre esta Ciência em Portugal e tem por
base a tese de doutoramento defendida pelo autor.
O estudo inicia-se com uma abordagem à proto-heráldica e aos primórdios
heráldicos no nosso país e aborda depois, entre outras matérias, a organização da
Heráldica em Portugal a partir dos reinados de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I,
a especificidade da Armaria portuguesa, a sua caracterização e os reflexos da
expansão ultramarina, a Heráldica Eclesiástica, etc., terminando com um completo
Armorial português de Família e uma referência aos copiadores desaparecidos do
Cartório da Nobreza.
[obra esgotada]
48€
131. MONIZ, Manuel de Carvalho (1967). O foral Afonsino de
Évora de 1166. Lisboa: Edições Brotéria. De 18 x 12 cm.
Com 19 págs. Brochado.
[Com dedicatória manuscrita do autor ao ilustre um
ilustre historiador e assinatura do punho do Carvalho
Moniz]
4€
132. DOMINGUES, Francisco Contente (2004) Os Navios
do mar oceano: Teoria e empírica na arquitectura
naval portuguesa dos séculos XVI e XVII. Lisboa:
Centro de História. Com 533 págs. Brochado.
Nesta obra pretende-se apresentar uma visão global
da documentação técnica portuguesa de arquitetura
naval, tornar a sua consulta acessível e caracterizar
os navios da época dos descobrimentos desde os
primeiros anos da década de 1420, altura em que o
Infante D. Henrique começou a enviar
sistematicamente navios para Sul com o objetivo de dobrar o Bojador, ao século
XVII.
6€
133. PEGADO, César (1940). A perda de Évora em 1663.
Coimbra: Separata do Boletim da Biblioteca da
Universidade. De 24x17 cm. Com 33 págs. Brochado.
[capa apresenta ligeiro desgaste. Interior limpo].
“O documento que publicamos, descreve com uma
precisão e minúcia impressionates não só todos os factos
relativos à tomada de Èvora [pelos castelhanos], com
alguns que lhe precederam e outros que se lhe seguiram.”
[Com dedicatória manuscrita do autor e assinatura pelo próprio punho]
6€
134. Cahen, Michel (2002) Le bandits un Historien au
Mozambique 1994. Paris: Centre Culturel Calouste
Gulbenkian. Com 350 págs. Ilustrado. Brochado.
6€
135. ALMEIDA GARRETT, J. B. (1840). Discurso do Sr. Deputado
pela Terceira na discusão da resposta ao discurso da Coroa,
pronunciado na sessão de 8 de Fevereiro de 1840. Lisboa:
Imprensa Nacional. 1ª Edição. De 20x12 cm. Com 36 págs.
Brochado. [exemplar por abrir e aparar].
[Exemplar raro, muito procurado]
23€
136. ALVES, Armando [Direcção gráfica] (1983). Porto. Projectar a Cidade. Porto:
Arquivo Histórico da Câmara Municipal do Porto. [Material Cartográfico]. Ilustrado.
De 36x28 cm. Contém: 1 album, 1 página de texto, 5 plantas. Tiragem reduzida a
1000 exemplares.
1 planta: "Planta do sitio dos laranjaes que tirou o Sarg. to mor de Infantr.a em exercisio de
engenhro FRancisco Xavier do Rego por ordem do Gov.os das Armas do partido do Porto,
p.a nelle se construir hum novo bairro que os moradores pretendem edificar com a
permissão da Camara desta cidade, 1761" .
2 planta: "Planta mostrando a convexidade da Praça Nova, lado sul, desde S.to Eloy até à
porta de Carros, por José Champalimaud de Nussane, 1790" .
3 planta: "Prespecto da Rua nova de S. Antonio, que principia do Obelisco p.a baixo, por
António Pinto de Miranda, 1794" .
4 planta: "Mapa geographico do Sitio de Fradélios, comprehendendo parte da rua de S.ta
Catharina, rua do Bolhão e Bomjardim; mostrando igualmente os becos, e vièllas, e mais
objectos que dentro desta circumferencia existem; os quais vão notádos com seus nomes
competentes, por Luís Inácio de Barros Lima, 1810" .
5 planta: "Plano ichnografico da Bibliotheca publica, no qual se mostra na parte banhada de
cor escura o que se acha construido, e na parte banhada de cor vermelha o que se deverá
faser para tornar o edifício regular e symetrico..., por Nogueira Júnior, 1848"
10€
137. ALVES, Armando [Direcção gráfica] (1987). Porto. Projectar a Cidade. Album
comemorativo do bicentenário da morte de João de Almada e Melo. Porto:
Arquivo Histórico da Câmara Municipal do Porto. [Material Cartográfico]. Ilustrado.
De 36x28 cm. Contém: 1 album, 3 páginas de texto, 11 páginas do fac-simile da Acta
da sessão de 30 de Agosto de 1784, presidida por João Almeida e Melo, onde foram
tomadas importantes decisões sobre a renovação urbanistica do Porto e 5 plantas.
10€
Tiragem reduzida a 1000 exemplares.
1 planta: “Alinhamento da rua de S. João. Praça da Ribeira mostrando os logares da porta e
chafariz. Anónimo, século XVIII”.
2 planta: “Planta de… huma pequena Praça pública, projectada por baixo de S. Domingos …
Outra planta de uma Praça projectada triangularmente, e de mayor tamanho, em que se
inclue a direcção da rua de S. João athe a exquina da Igreja da Misericordia…, pelo Consul
de Inglaterra *John Whitehed+, 1774”.
3 planta: Planta da frente da Praça de S.ta Ana, que faz frente à capela de S. Roque que o
Ilmº e Ex.mo Srº General e Governador da Justiças há por bem mandar executem os
donosdas propriedades, que compoem o lado da praça recebendo do Senado cada hum a
planta que lhe competir. Porto 7 de Outubro de 1771”.
4 planta: “Plano da traveça da rua de Almada a praça do Laranjal que ultimamente se
assentou dever ser na forma desta Planta. Porto 26 de Fevereiro de 1776 a qual se acha
rubricada por sua Exª *João de Almada Melo+, por Francisco Pinheiro da Cunha”.
5 planta: “Frente da Rua de Santa Catarina do lado do poente. Porto 15 de Janeiro de 1776,
por Francisco Pinheiro da Cunha, 1777. Alinhamento da rua de Santa Catarina do lado da
quinta do Capitão mor de Arouca, Porto 12 de Dezembro de 1774”.
138. ALVES, Armando [Direcção gráfica] (1988). Porto. Projectar a Cidade. Album
comemorativo do Mercado Ferreira Borges. Porto: Arquivo Histórico da Câmara
Municipal do Porto. [Material Cartográfico]. Ilustrado. De 36x28 cm. Contém: 1
album, 2 página de texto, 5 plantas. Tiragem reduzida a 1000 exemplares.
1 planta: “Ante-projecto do mercado que deve ser construido na rua Ferreira Borges. Planta
cotada do terreno, *Câmara Municipal do Porto+, s.d.”.
2 planta: “*Projecto do mercado Ferreira Borges, versão preliminar]: Alçado anterior,
Companhia Aliança, *c.1884+”.
3 planta: “*Projecto do mercado Ferreira Borges, versão preliminar+: Corte longitudinal,
Alçado do embasamento e grade, Companhia Aliança, *c. 1884+”.
4 planta: “*Projecto do mercado Ferreira Borges, versão preliminar]: detalhes, Companhia
Aliança, *c. 1884+”.
5 planta: “*Projecto do mercado Ferreira Borges, versão preliminar+: detalhes, Companhia
Aliança, *c. 1884+”.
10€
139. ALVES, Armando [Direcção gráfica] (1991-1992). Porto. Projectar a Cidade. Album
comemorativo do 1º centenário da Revolta de 31 de Janeiro de 1891 e da edição
topográfica do Porto de 1892. Porto: Arquivo Histórico da Câmara Municipal do
Porto. [Material Cartográfico]. Ilustrado. De 36x28 cm. Contém: 1 album, 4 páginas
de texto, 15 plantas. Tiragem reduzida a 1000 exemplares. [possui as 4 follhas de
texto, na margem, ligeira mancha de humidade, que não afecta o texto].
Carta topográfica de 1892. Redução das folhas 235-239, 256-260, 277-281.
Reprodução original as cores à escala 1.500.
10€
140. GÓIS, Damião (1978). Crónica de D. Manuel I. Lisboa:
Amigos do Livro. 2 Volumes. De 20x10 cm. Com 398 + 444
págs. Ilustrado. Encadernação do editor. [com introdução de
Frederico Alves].
Versão em português (quase corrente) por Frederico Alves.
12€
141. OLIVEIRA, Ernesto Veiga de; GALHANO, Fernando, co-
autor; (1977). Pisões portugueses: tecnologia
tradicional. Lisboa: Centro de Estudos de Etnologia. 1ª
Edição. De 20x12 cm. Com 72 págs. Ilustrado.
Brochado. [monografia profusamente ilustrada com
desenhos e fotografias, com expecial incidência na
região minhota].
“Na fase artesanal da industria das lãs, os tecidos
caseiros, feitos com fio fiado na roca e tecido em teares manuais, apresentam, à
saida do tear, um contextura frouxa, rala e pouco firme; o pano chama-se então a
«cherga», e requer uma operação especial de acabamento: ele deve ser
«enfortido» ou «pisoado», isto é fortemente batido em molhado e durante
bastante tempo, de modo a apertar a trama e até a teia, operando ao mesmo
tempo a málgama das fibras, que o transforma numa especie de paste feltrosa,
espessa e forte, tal é precisamente a função dos pisões, onde além disso, porem por
regr, os tecidos são lavados e desengurdorados da sugidade. *…+ O pisão a artezanal
que hoje se conhece é um engenho tosco, primitivo e pesado, geralmente todo em
madeira rudemente trabalhada, cujo princípio mecênico é muito simples *…+”
[monografia muito invulgar]
10€
142. MARTINS, Adolfo a. Silveira (2001) A arqueologia Naval
Portuguesa (séculos XIII-XVI) Uma aproximação ao seu
estudo ibérico. Lisboa: Universidade Autónoma de Lisboa.
Tiragem de 500 exemplares. De 24x16.5cm. Com 458 págs.
Brochado.
O presente estudo constitui a dissertação de douturamento
em História Moderno apresentada à Universidade de
Sevilha – Espanha, 1998.
Do índice: Capítulo I: A organização da investigação. As fontes: O estudo actual da
arqueologia Naval; Alguns problemas; A arquitectura Naval em arqueologia; fontes
textuais, iconograficas, arqueológicas, tradicionais e toponímicas; Capítulo II: Os
Portos; A navegação no litoral português; ribeiras, portos e ancoradouros; Litoral
norte: Caminha, Valença, Viana do Castelo, Esposende, Vila do Conde, Azurara e
Pindelo, Estuário do Douro, Aveiro; Litoral Centro e Estremadura: Buarcos,
Mondego, Foz do Liz e Vieira, portos de Alcobaça, Paredes, Atougia, Lourinhã,
Lisboa e estuário do Tejo, Estuário do sado e da Costa Alentejana, Costa Algarvia,
*…+; Capitulo III – O conhecimento:: A construção Naval portuguesa nos séculos XII a
XVI; a construção naval espanhola nos séculos Xv e Xvi; a evolução da técnica e
conhecimentos cientificos; a evolução do aparelho de vela, os livros de traça e
arquitectura naval; arte da guerra no mar; livro primeiro de arquitectura naval; *…+;
Capítulo IV – Os Navios: Tipos e caracterização do navio; Navio,nave e baixel, barco,
galé, fusta, bergantim, barca,barinel, burcardos, burcia, batel, coca e urca, pinaça
*…+; A origem e evolução da Caravela; Da caravela de pesca ao caravelão; A nau e
galeão; *…+; Capítulo V – Materias primas, equipamentos e aprovisionamentos:
Matérias e equipamentos de construção, madeiras para construção, pregadura, *…+;
Instrumentos nauticos: águlha de marear, o astrolábio, o quadrante, a
balestilha,*…+; O armamento; os aprovisionamentos; Capitulo VI – Os profissionais:
Os construtores; provedor das tercenas, carpinteiro, calafate e petintal,*…+os
homens do mar; Almirante e almirante-mor, alcaide, arrrais, espadeleiro e
proeiro,*…+; Capítulo VII – *…+ alimentação a bordo, cargas, aramamento, a higiene,
as doenças a bordo, a vida religiosa, as distrações, o teatro e o fantástico, os
acidentes;*…+ Capitulo VIII – A Arqueologia Naval e em meio aquático: técnicas de
prospecção de jazidas navais; a escavação em terra, no rio, em lagoas e no mar, *…+
13€
143. MAQUIAVEL, Nicolau (s/d). O Príncipe. A Arte da guerra. Lisboa: Amigos
do Livro. Duas obras em um volume. De 20x10 cm. Com 310 págs.
Ilustrado. Encadernação do editor.
O "Príncipe" é provavelmente o livro mais conhecido de Maquiavel e foi
completamente escrito em 1513, apesar de publicado postumamente,
em 1532. Teve origem com a união de Juliano de Médici e do Papa Leão
X, com a qual Maquiavel viu a possibilidade de um príncipe finalmente
unificar a Itália e defendê-la contra os estrangeiros, apesar de dedicar a
obra a Lourenço de Médici II, mais jovem, de forma a estimulá-lo a
realizar esta empreitada.
Em “A arte da guerra” Maquiavel, partindo da ideia de que um povo e
uma cidade livres são um povo e uma cidade armados, concebeu um dos mais
importantes tratados sobre estratégia militar. Escrito entre 1519 e 1520, A arte da
guerra forma, juntamente com O príncipe (1513) e Comentários sobre a primeira
década de Tito Lívio (1513-1521), a base do pensamento político do principal
filósofo da Renascença. Antes de Maquiavel, eram praticamente inexistentes
convenções de guerra hoje elementares, como organização dos exércitos,
hierarquia e código militares.
5€
144. AGOSTINHO, José (1914) À Roda de Portugal. Porto: Editor-
António Figueirinhas. 1ª Edição. De 19x12 cm. 2 Volumes.
Com 463 e 438 págs. Brochados.
Monografia invulgar, sem descorar outras regiões, dedica
longos e prestimosos capítulos às regiões Entre-Douro-e-
Minho e Trás-os-Montes.
20€
145. BARREIRA, João (1929). Portugal: A Escultura - Exposição
Portuguesa em Sevilha. Lisboa: Imprensa Nacional de Lisboa.
De 24,5 x 17,5 cm. Com 50 págs. Ilustrado. Brochado.
Livro ilustrado com fotos a negro. Interessante resenha sobre
a escultura em Portugal.
4€
146. Cocheril, Dom Maur (1972) Notes Sur L’ architecture et le
décor dans les abbayes cisterciennes du Portugal. Paris:
Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Português.
Com 246 págs. Ilustrado no texto e extra texto com
gravuras e plantas arquitetónicas desdobráveis.
Encadernação de capa dura. Com ligeiros picos de acidez.
13€
147. MONTEIRO, Campos (1929). Entre-Douro-e-Minho -
Exposição Portuguesa em Sevilha. Lisboa: Imprensa
Nacional de Lisboa. De 24,5 x 17,5 cm. Com 43 págs.
Ilustrado. Brochado.
Profusamente ilustrado com gravuras a negro. Interessante
e valioso estudo histórico-etnográfico sobre a região Entre-
Douro-e-Minho.
5€
148. CABRITA, Carlos Antunes (1954). Em terras de Luenas:
Breve estudo sobre usos e costumes da tribo Luena. Lisboa:
Agência Geral do Ultramar. De 22 x 16 cm. Com 195 págs.
Ilustrado com belissimas estampas estra-texto. Brochado.
Constam desta magnifica monografia os seguintes capitulos: Da
tribo Luena e dos territórios por ela ocupados; Origem provável
da tribo; Organização Social; Regime de terras. Culturas. Do
direito consuetudinário nas relações Civis entre os Luenas; Crimes
e Contravenções; Nascimento; Infância e Adolescência; Casamento; Divórcio; Adultério;
Velhice e Morte; Comércio e Industria; Manifestações artísticas.
[Invulgar e muito apreciado estudo]
13€
149. SANTOS, Eduardo Dos (1969) Religiões de Angola. Lisboa:
Junta de Investigações do Ultramar. 1ª Edição. De 24x18
cm. Com 536 págs. Brochado.
Apreciado estudo sobre as religiões de Angola desde a
chegada dos portugueses ao continente Africano até
meados do século XX. Desde o primeiros missionários
13€
portugueses e as Missões Católicas, passando pelos Metoditas, o Filafricanos, a
Junta Americana e Canadiana, as Missões Alemãs e Filandesas, nada é deixado ao
acaso. São támbem dedicados capitulos às religiões arcaicas e aos Teismos e
Deismos Angolanos. [Invulgar e apreciado estudo]
150. PINTO, P. António Vaz, S.J (2005). A Casa do Burgo.
Arouca: Real Irmandade, Edições. De 26x20 cm. Com 70
págs. Ilustrado. Brochado.
Esboço sobre a história da Família Vaz Pinto do Burgo –
Arouca.
O Pe. António Vaz Pinto, S.I., traça o roteiro da família
Vaz Pinto (desde o começo do uso da palavra Pinto como
sobrenome dos filhos de D. Egas Mendes de Gundar, procedente das Astúrias com o
conde D. Henrique de Borgonha), até aos tempos atuais.
9€
151. HERCULANO, Alexandre (1946). Cartas Inéditas
de Herculano. Lisboa: Edições Culturais. 1ª
Edição. De 23x17 cm. Com 181 págs. Ilustrado
extra texto com fac-simile de várias cartas e
outras gravuras. Brochado, com sobrecapa.
“As cartas ora publicadas são um testemunho
fiel da ética de Herculano e informam até, com
maior segurança do que «Solemnia verba» e a
«História da Inquisição», e outros escritos não
puramente técnicos, da natureza verdadeira do
pensamento do escritor. É evidente que o interesse das cartas será tanto maior
quanto menos se pensou na provável revelação ou publicação delas, um dia, e tanto
mais segura parecerá o informe que nos dão, quanto mais íntima for a pessoaa
quem se dirigem e mais abertamente nelas o autor tiver mostrado o seu modo real
de ser.” Da introdução
[Importante e valiosa edição, numerada, rubricada e Ilustrada ao longo do texto
com fac-simile de cartas e gravuras. Publicação e comentarios de Luís Silveira]
12€
152. Documentos e Memórias para a História do Pôrto.
Vereaçoens – Anos de 1390-1395. O mais antigo dos
livros de Vereações do Município do Porto existentes
no seu Arquivo. Comentários e notas de A. De
Magalhães Bastos. Porto: Publicações da Câmara
Municipal do Porto, 1938. 1ª Edição. De 24x19 cm. Com
498 págs. Ilustrado. Brochado (capa moderna).
“De todas as series de livros que constituem a riqueza inestimável do Arquivo da
Câmara Municipal do Porto, aquela que fornece mais variados interesses e valiosos
elementos para a História da mesma cidade é a dos livros de Actas – ou de
vereações, segundo a designação tradicional. Nas páginas copiosas desses livros, em
que, ao longo das idades, gerações sucessivas de escrivães foram registando as
deliberações mais importantes do governo citadino, palpitará sempre a vida
portuense de tempos idos. Ai encontra o investigador elementos de primeira
ordem, tam sugestivos como exactos e numerosos, para conhecimento da evolução
histórica do Porto.”
“O livro de Vereações de 1390-1395 é, por conseguinte, uma autêntica e preciosa
relíquia. Do seu alto interesse histórico, etnográfico, filológico, etc, falará por si, na
sua eloquência muda a reprodução rigorosamente diplomática.” Da Introdução
[Valioso e invulgar]
22€
153. COUTINHO, Xavier (1963). O Pintor Augusto Roquemont no
Porto. Porto: Câmara Municipal do Porto. De 23x18 cm. Com
23 + [8] págs. Ilustrações extra-texto em papel couché.
Brochado.
Estudo monográfico sobre Augusto Roquement e a sua obra
produzida no Porto. Roquemont, filho do Príncipe Auguste
de Hesse estudou em Itália viveu em Paris, na Alemanha, vindo posteriormente
para Portugal, establecendo-se no Porto a partir de 1828. Veio a falecer nesta
cidade em 1852 com apenas 48 anos. Roquemont realizou a sua obra séria já em
Portugal, nomeadamente no Porto, numa epoca perturbadíssima (1828-1852).
Consegui trabalhar e triunfar no meio das maiores apreensões e receios, legando-
nos uma obra vasta e valiosa que se pode apreciar no Museu Soares dos Reis.
6€
154. ROCHA MADAHIL, A. G. da (1947). Desenhos de Mestre
António Augusto Gonçalves para um projectado roteiro
do Porto. Porto: Edição da Câmara Municipal do Porto.
De 23x18 cm. Com 24 + XVII págs. Ilustrado com
belíssimos desenhos de António Gonçalves, de página
inteira impressos em papel couché. Brochado.
“… pretende este trabalho dar a conhecer os desenhos
inéditos do Mestre António Gonçalves, desenhos esses destinados a ilustrar um
roteiro da cidade do Porto, que nunca se chegou a publicar”
António Augusto Gonçalves nasceu em Coimbra em 1848 tendo aí vivido até 1932,
data da sua morte. Aos 30 anos fundou a Escola Livre das Arte do Desenho que
desempenharia uma ação marcante na vida artística da cidade de Coimbra e do
país, muito além do seu tempo.
Mais tarde foi conservador do Museu de Arte Industrial, de iniciativa camarária,
reorganizou o Museu de Antiguidades do Instituto de Coimbra e, finalmente,
fundou o Museu Machado de Castro que pôde inaugurar em 1913. Permaneceu na
direção do Museu até 1929. Verdadeiro apóstolo da educação pela arte, tornou-se
infatigável na busca e recolha de espécies ilustrativas da produção artística do país.
Espírito irrequieto, combativo e independente, elegeu a imprensa como arma
privilegiada de intervenção.
7€
155. Tavares, António Augusto (1990) Estudos Orientais.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1990, 5vols.
Com 246+288+330+304+312 págs. Brochado [1º vol.
Apresenta ligeira mancha de humidade, que não
afeta o texto]
I Presenças Orientalizantes em Portugal: da Pré-
história ao período romano
II- O legado Cultural de Judeus e Mouros
III – O ocidente no oriente através dos documentos portugueses
IV – Os fenícios no território português
V- O Oriente. Hoje: do indico ao pacífico
25€
156. SOUSA, J.M (1903) Noticia descriptiva e historica de cidade
de Thomar. Thomar: Typ. Silva Magalhães. De 20x12 cm.
Com 255 págs. Ilustrado. Encadernado. [Reedição
facsimilada, 1991].
Ilustrado com 12 fotogravuras impressas no texto. Obra com
a história, reproduções epigráficas e descrição dos
conventos e capelas desta cidade, nomeadamente:
Anunciada, Senhora da Piedade, S. Francisco, Santa Maria, e Santa Rita. Contém
ainda um extenso capítulo sobre Nabância.
7€
157. ALMEIDA, Lúcia Machado de (1971). Passeio ao Alto Minho. São Paulo: Companhia
Editora Nacional. 1ª Edição. De 18x10 cm. Com 150 págs. Brochado. [capa com
ligeiro desgaste]
Nesse livro a autora, jornalista e escritora de renome, narra com delicadeza e
lirismo sua viagem pelas terras ao norte de Portugal entre o Lima e o Minho entre
os anos de 1964 e 1965. Através da sua narrativa conhece-se Viana do Castelo,
Monção, Valença, Barcelos, Ponte de Lima e outras localidades da região. Sempre
focando as belezas naturais e descrevendo com detalhes as igrejas e o casario das
cidades, ela fala ainda do carinho, simplicidade e fé das gentes que encontrava pelo
caminho.
A autora também relata as lendas e histórias de cada localidade e ainda brinda o
leitor com um pouco da história portuguesa, descrevendo os feitos dos nobres
fundadores deste país. Não se esquece de tecer comentários sobre as maravilhas da
comida, da doçaria e dos vinhos regionais, com destaque para os vinhos verdes, em
especial o Alvarinho.
8.5€
158. D’ALMEIDA, Fialho (1921). Aves Migradoras. Lisboa: Livraria
Clássica Editora. 1ª Edição [1º milhar]. De 19x11 cm. Com 333
págs. Brochado.
[invulgar]
6€
159. VEIGA, A. Botelho da Costa (1928). Breves palavras sobre a
Questão de Ourique. Coimbra: Imprensa da Universidade. De
25x14 cm. Com 18 págs. Brochado. [Com mancha de humidade
que não afeta a leitura do texto].
[Com dedicatória manuscrita a um ilustre General e assinatura
pelo punho do autor] Invulgar e muito apreciado estudo.
5€
160. CARVALHO, Teresa (2007). Solares de Portugal. Lisboa:
Edições Inapa. De 31x27 cm. Com 208 págs.
Profusamente ilustrado. Encadernado com sobrecapa
em brochura.
Através do olhar de António Homem Cardoso e pelas 208
páginas do livro, podemos visitar cerca de uma centena de
casas portuguesas - antigas, rústicas, quintas e herdades. Ao
mesmo tempo contam-se histórias que marcaram épocas e mentalidades, realçando as
suas particularidades enquanto património edificado, assim como as suas várias riquezas
naturais e artísticas, muitas vezes desconhecidas do grande público. Complementando a
descrição do património, oferece-se um conjunto de informações adicionais, úteis para
todos os que queiram usufruir do Turismo de Habitação em espaços históricos
inesquecíveis.
Maravilhosamente ilustrada, com a mestria única de António Homem Cardoso, esta obra
apresenta cerca de quinhentas imagens que permitem conhecer em pormenor os Solares
de Portugal, reflexo da riqueza da nossa cultura, da arte de viver, da vontade de viajar e
descobrir paraísos escondidos, das tradições e raízes e da hospitalidade e acolhimento
familiar das casas presentes no livro.
17€
161. SANCEAU, Elaine (1961). Castelos em África. Porto: Livraria
Civilização. 1ª Edição. De 21x12 cm. Com 440 págs. Ilustrado.
Brochado.
“Baseada nas melhores fontes diretas a Autora apresenta neste
livro, uma narrativa, cheia de movimento, da nossa presença nas
praças do Norte de África, desde a conquista de Ceuta até ao
desastre de Alcácer-Quibir. Em maneira simples e sugestiva, conta-
se o dia-a-dia nas fortalezas, os episódios, ora trágicos ora jocosos da vida das guarnições
dentro dos muros e fora deles. Uma cronologia, uma bibliografia e circunstanciados índices
alfabéticos completam a presente obra” Almeida Langhans [invulgar em 1ª edição]
9€
162. ABREU, Jorge (2010). O 5 de Outubro: A revolução
Portuguesa. Lisboa: Quadra edições. De 23x15 cm. Com
288 págs. Brochado. [exemplar novo].
De todos os relatos que vieram à tona da imprensa portuguesa
sobre episódios do movimento que implantou a Republica no
nosso país, conclui-se nitidamente esta coisa curiosa: raros
foram os pontos do programa revolucionário que se cumpriram à
risca. No entanto, o movimento triunfou. As longas horas de
expectativa dolorosa, que uns passaram a desafiar a morte e outros a contas com a
torturante ignorância da verdade, desfecharam na manha de 5 de Outubro em delirante
estralejar da vitória - alcançada simultaneamente pelo esforço heróico de meia dúzia de
patriotas e a inacção de centenas de descrentes. O movimento triunfou apesar de tudo: da
ausência, no momento supremo, de elementos de coordenação revolucionaria, do
desanimo que bem cedo invadiu quase a totalidade dos dirigentes da campanha, da falta
sensível de armamento destinado aos carbonários e outros civis.
6€
163. MARQUES, A.H. de Oliveira (1964). Guia do estudante de
História Medieval Portuguesa. Lisboa: Edições Cosmos.
1ª Edição. De 20x11 cm. Com 285 – XLI págs. Brochado.
“Há muito tempo que se reconhecia a necessidade de uma
obra de iniciação aos estudos de história medieval portuguesa.
Carecia o nosso estudante – e a palavra vai aqui empregada na
sua lata acepção – de uma manual acessível, que lhe desse
noticia das fontes e estudos publicados, o pusesse em face dos
problemas fundamentais a tentar resolver e o inicia-se nas fainas árduas e tão
aparentemente herméticas da investigação.” Do prefácio [Invulgar em 1ª edição]
8€
164. LINO, Raúl (1945). Quatro palavras sobre urbanização. Lisboa: Edição de Valentim
de Carvalho. 1ª Edição. De 22x16 cm. Com 40 págs. Brochado.
“Aceitando o honrosso convite do Exmo Presidente da Câmara Municipal de Viana do
Castelo, vali-me do ensejo para lançar um grito de alarme, da undécima hora, perante o
perigo eminente de perdermos de modo irremediável algumas das nossas mais
caracteristicas cidades e terras, quando sobre elas pende a ameaça de infelizes projectos da
chamada urbanização”
6€
165. PEREIRA, João Figueiredo e VICENTE, José Ferreira
(2006). O Valor do Livro Antigo em Portugal.
Lisboa: Suporgest. De 30x24 cm. Com 814 págs.
Profusamente ilustrado. Encadernado com
sobrecapa.
Volume I (e único publicado). Séculos XV e XVI,
Forais e Manuscritos. Leiloados em Portugal 1990
– 2003.
O Valor do Livro Antigo em Portugal é a primeira
publicação, a nível mundial, bilingue, onde é
apresentada a valorização do livro antigo de autores portugueses e estrangeiros
com publicações de interesse para Portugal. Contém também a mais completa
bibliografia dos mesmos autores, alguma vez publicada.
O volume I desta publicação apresenta os forais – os
documentos mais importantes manuscritos ate ao
final do século XVI – e os livros impressos dos autores
cuja primeira edição foi realizada até ao final do século
XVI, leiloados em Portugal de 1990 a 2003, assim como
a biografia e a bibliografia de cada autor. Os
documentos são apresentados incluindo a sua
descrição, o preço estimado e o preço de venda,
separados em duas áreas. A primeira corresponde aos
autores portugueses. A segunda refere-se aos leilões de livros de autores
estrangeiros com interesse para Portugal. Ambos seguem a ordem alfabética do
apelido do autor ou do autor do livro, quando o autor for desconhecido ou a
publicação seja institucional (ex. Ordenações Manuelinas). São incluídos os diversos
livros leiloados, com a descrição do respetivo frontispício, a caracterização do livro
(encadernação, condições de conservação, etc.), o preço estimado do leilão e o
preço de venda. É apresentada uma biografia de cada autor, nascido em Portugal,
seguida da sua bibliografia, também por ordem alfabética.
Este primeiro volume conta ainda com um prefácio de autoria do Prof. Dr. João José
Alves Dias.
35€
166. SARAIVA, José da Cunha (1927). António Ribeiro Saraiva na Universidade. Com
uma notícia genealógica sobre a sua família. Lisboa: Separata da Revista Nação
Portuguesa. De 24x17 cm. Com 42 págs. Ilustrado. Brochado.
“Nasceu em Sernancelhe, em 1800, e faleceu em Londres, em 1890. Foi lugar-
tenente de D. Miguel e embaixador em Londres. Realizou missões diplomáticas em
Inglaterra, França, Alemanha, Áustria, Itália, Rússia Espanha. Jornalista e poeta.
“Matriculando-se na Universidade, frequentou simultaneamente as duas faculdades
citadas, e depois também as de matemática e filosofia. Em Coimbra era geralmente
considerado como um poeta muito distinto fazendo parte da sociedade de rapazes
estudiosos cujo chefe era António Feliciano de Castilho, depois visconde de
Castilho, do qual foi íntimo amigo. Terminou os estudos da Universidade em 1823,
passando em seguida algum tempo em Lisboa, na casa de seu pai. Em 1826 tomou o
partido do infante D. Miguel. As tropas realistas do marquês de Chaves, não
podendo resistir às liberais e às forças inglesas, de Clinton, que as tinham vindo
socorrer, tiveram de emigrar para Espanha em Março de 1827, e Ribeiro Saraiva
emigrou também, regressando à pátria, só quando D. Miguel se aclamou rei de
Portugal, em 1828.”
“Desiludido da esperança de ver o seu partido vencedor, mas conservando-se
sempre fiel aos seus princípios políticos, desprezou propostas de seus amigos, e
continuou vivendo em Londres, obscuramente, tirando a sua magra subsistência de
traduções inglesas que escrevia para algumas chancelarias estrangeiras, e de uma
modestíssima percentagem de vinhos nacionais que alguns correligionários do
reino, por comiseração, o encarregavam de ir vendendo aos seus conhecidos…”
[Tiragem limitada a 150 exemplares numerados e rubricados pelo autor, dos quais
este tem o número 11]
7€
167. AVELAR, Henrique (1960). Do Restelo a Alcácer-Quibir. Luxo
e corrupção dos costumes no Portugal quinhentista. Porto:
Separata da revista Lusíada. De 26x19 cm. Com 15 págs.
Ilustrado. Brochado. [tiragem de 250 exemplares].
“A corrupção de costumes tem andado sempre ligada a
grandes acontecimentos históricos (especialmente de feição
económica). Com a expansão ultramarina, operou-se no seio da sociedade uma
5€
transformação radical; as classes dominantes embriagaram-se no luxo, na
ociosidade que uma situação económica mais desafogada lhes proporcionou. E,
esse mal foi extensivo a toda a população, que tendeu a imitar a qualquer modo a
classe que na escala social lhe ficava imediatamente acima”. Da introdução
[Com dedicatória e assinatura manuscrita pelo punho do autor]
168. MARQUES, A. H. de Oliveira (1959). A Moeda portuguesa
durante a Idade Média. Porto: Edições Maranus. De
24x18 cm. Com 36 pags. Ilustrado. Brochado.
“A história monetária de Portugal tem sido empreendida,
quase exclusivamente, sob o aspecto numismático. É
nosso objectivo nas páginas que se vão seguir, fazer
algumas considerações sobre a evolução da moeda em
Portugal, durante a Idade Média, encarada porém, debaixo do ponto de vista
económico-financeiro” Da introdução.
7€
169. CHICÓ, Mário Tavares (1946). A catedral de Évora na idade
média. Évora: Edições Nazareth. De 26x17 cm. Com 60 +
VIII págs. Ilustrado extra-texto em papel coché. Brochado.
Do Índice: Planta, dimensões e aspecto geral; A cabeceira actual
e o problema da recosntituição da antiga cabeceira gótica; O
transepto; Aspecto interior da torre lanterna; A nave central e as
naves laterais; O claustro e a capela do fundador; Concluões.
7€
170. MENDONÇA, Manuela (2000). Proença-a-Velha. Uma
Povoação com História. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16
cm. Com 130 págs. Ilustrado. Brochado.
“Com uma vida que ronda seguramente os mil anos,
Proença-a-Velha é uma das mais antigas povoações de Portugal,
havendo notícia da sua existência desde os alvores da
nacionalidade. Num crescimento inequívoco até ao século XVI, a
vitalidade de Proença viria progressivamente a decair até que,
em 1835, lhe foi retirado o estatuto de concelho. Este livro visa reconstituir não a história
ignorada, mas a história real de um povo cujas lides e canseiras, sonhos e ambições são
também responsáveis por oito séculos de História Portuguesa.”
5€
171. BARROS Jorge de, COSTA, Soledade Martinho (2002).
Festas e Tradições Portuguesas. Janeiro a Dezembro.
Lisboa: Circulo de leitores. 8 volumes. De 28x23 cm.
Em média com 270 págs por volume. Profusamente
ilustrado. Encadernação do editor.
Desenvolvido ao longo de quase duas décadas e meia,
este projeto teve por objetivo apresentar as mais
importantes festas e tradições do País, segundo o seu
ciclo anual e abrangendo todas as regiões.
“Festas e Tradições Portuguesas, de Jorge Barros, percorrendo os doze meses do
ano, com cerca de 2000 fotografias, é um trabalho rigoroso e exaustivo que retrata
o complexo festivo nas suas múltiplas expressividades, com finíssima sensibilidade
que não só capta o elemento em foco na sua plasticidade mais rica e expressiva,
como também na sua especificidade mais íntima.
Isto é uma condição rara num fotógrafo, que em geral segue os ditames estéticos e
não atende a essa dimensão antropológica que, numa obra destas, é de primordial
importância. As fotografias, reportadas às suas últimas décadas do século passado,
revelam uma enorme vitalidade e dinamismo dessas festividades.
O pulsar das sociedades tem altos e baixos. Nos anos sessenta houve um silenciar
significativo dessas tradições; porém, nas duas últimas décadas assistiu-se ao seu
pleno ressurgimento. E a agudeza do olhar de Jorge Barros mostra justamente esta
revisão, aquilo que elas traduzem de autêntico e significativo.” Bejamim Pereira
49€
172. Catálogo de leilão de pintura, antiguidades, obras de arte e
pratas. Lisboa: Edições Cabral Moncada. 2007. De 27x21 cm.
Com 219 págs. Profusamente ilustrado. Brochado.
Luxuoso catálogo, impresso em papel de elevada qualidade,
com gravuras policromadas de página inteira.
Dos objectos a leilão provenientes de várias coleções
particulares, será de realçar várias peças de arte sacra dos séculos XV e XVI,
mobiliário do século XVIII e diversa loiça armoriada dos séculos XVI a XVIII.
6€
173. FRANCO, José Eduardo; RITA, Annabela (2003) O Mito do
Marquês de Pombal: A Mitificação do Primeiro-Ministro de
D. José pela Maçonaria. Lisboa: Prefácio. De 25x17.5cm. Com
120 págs. Encadernação editorial com sobrecapa brochada.
Possui assinatura de Posse.
8€
174. BARATA, Manuel Temudo; TEIXEIRA, Nuno Severiano
(direcção); MATTOSO, José (coordenação) (2003)
Nova História Militar de Portugal. Lisboa: Círculo de
Leitores 5 Vols. Ilustrado. 1ª edição. Com 497 +
407+487+623+560 págs. De 27x19.5cm.
Encadernação editorial com gravação na pasta e
lombada. Mantém sobrecapa.
Editada em cinco volumes, a obra conta no seu
primeiro volume, com um prefácio de José Mattoso.
São as seguintes as colaborações verificadas:
- 1º volume: José Mattoso (coordenador e autor da introdução), Mário Jorge Barroca, João
Gouveia Monteiro e Luís Miguel Duarte.
- 2º volume: António Manuel Hespanha (assina a introdução e outros textos), Rui Bebiano,
Fernando Dores Costa, Nuno Gonçalo Monteiro, Francisco Contente Domingues, Vitor
Rodrigues, José Damião Rodrigues, Pedro Puntoni e Manuel Lobato.
- 3º volume: M. Themudo Barata (coordenação e assinatura de textos), António Ventura,
António Pires Nunes, Carlos Bessa, António José Telo.
- 4º volume: Nuno Severiano Teixeira (coordenação e assinatura de textos), Luís Salgado de
Matos, José Medeiros Ferreira, António José Telo, António Horta Fernandes.
- 5º volume: Nuno Severiano Teixeira (coordenação), J. Gouveia Monteiro, Vasco Jorge da
Silva, A. Pires Nunes, Isabel Pestana Marques, Carlos de Matos Gomes, Helena Carreiras,
Paulo Pereira, Vasco Graça Moura, Joaquim Vieira, João Mário Grilo, José Rodrigues dos
Santos, José Mariano Gago.
Na totalidade desta obra colaboram, como se pode ver, para além de historiadores,
indivíduos especializados noutras áreas, que dão o seu contributo naquele que é o olhar do
fenómeno da guerra, seu imaginário ou reflexos aos mais variados níveis: vida quotidiana,
papel das mulheres, arte, literatura, fotografia, cinema, "média" e ciência.
[obra de referência]
99€
175. CLETO, Joel (1995). Senhor de Matosinhos: lenda, história e património. Porto:
Câmara Municipal de Matosinhos. De 29x23 cm. Com 120 págs. Profusamente
ilustrado. Encadernação do editor. [possui carimbo de posse].
“É em Matosinhos que podemos contemplar aquela que para muitos é a mais
antiga imagem de Cristo crucificado existente em Portugal. Foi no ano 124 que,
segundo a lenda, as águas do oceano depositaram na praia desta localidade uma
belíssima imagem de Jesus na cruz esculpida, poucos anos antes, por Nicodemos,
testemunha privilegiada dos últimos momentos da vida de Cristo.
Objeto de fortíssima devoção desde a Idade Média, a imagem do Bom Jesus de
Matosinhos embora não seja tão antiga quanto insinua a lenda, não deixa de ser
efetivamente, aos olhos dos estudiosos, uma das mais antigas imagens de Cristo
crucificado que se podem contemplar no nosso país, datando do século XIII.
É uma imagem que só muito raramente sai do interior da sua igreja, tendo ocorrido
em 1944 e 1967 as únicas exceções das últimas décadas. No entanto, em momentos
de particular aflição, deslocou-se até ao Porto em procissão e grande fervor
religioso. Caso de 1526 na sequência de “apavorantes” calamidades naturais que
vinham atingindo a cidade, 1596 e 1644 por ocasião de grandes cheias, ou 1696 por
causa de uma “mortífera peste” que enchia os hospitais e “mergulhara a cidade
num imenso pavor”.
9€
176. PORTUGAL, António; REIS, Manuel Maria, (2010) Obras e projetos. Casal de
Cambra: Caleidoscópio. De 28x26 cm. Com 236 págs. Profusamente ilustrado.
Encadernação do editor.
“Esta edição consiste numa monografia do trabalho dos arquitetos António Portugal
e Manuel Maria Reis, através dos seus principais projetos e obras. Desde 1990, ano
de início da sua atividade, na cidade do Porto, esta dupla traçou um percurso
consistente e ambicioso nos vários planos da profissão de arquiteto. Não só sempre
perseguiu obsessivamente o apuro formal (daí sucessivas vitórias em concursos de
conceção), como sempre cultivou a resposta eficaz ao programa de cada projeto.
Muitas das obras realizadas têm relevância pública, como o Museu do Abade de
Baçal, em Bragança, a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre, a
Biblioteca e Arquivo Municipal de Amarante e a Reitoria e Museus da Universidade
do Porto, e mérito reconhecido através de prémios como a Silver Medal da Bienal
Miami-Beach 2005 ou a nomeação para o prémio Secil de Arquitetura Portugal,
9€
1998. O seu percurso, no entanto, tem sido até agora apenas divulgado
dispersamente em revistas de arquitetura.”
O livro apresenta 14 projetos e obras organizados cronologicamente, (dos quais 6
projetos até agora não publicados) com informação completa de imagens, desenhos
técnicos, textos e fichas técnicas. Dois ensaios críticos, da autoria de Hélio Piñon e
Nuno Grande, enquadram pela palavra o que os projetos transmitem.
177. DIAS, Jorge (1982). Os arados portugueses e as suas
prováveis origens. Lisboa: INCM. 1ª Edição. Prefácio de
Ernesto Veiga Oliveira. De 24x15 cm. Com 246 pags.
Ilustrado. Brochado.
O professor Jorge Dias revela-nos neste livro qualidades
excepcionais de etnógrafo, estudando com rigor científico
as remotas origens e evolução do arado como instrumento
agrícola e de civilização dos povos. Percorrendo todo o
Portugal investigando e analizando os vários tipos de arado pode dar consistencia e
desenvolvimento a trabalhos já realizados por outros autores, indo mais além do
qualquer um havia feito. [já raro]
12€
178. CARVALHO, Joaquim Barradas de A la recherche de la
specificite de la Renaissance portugaise : "Esmeraldo de
situ orbis" de Duarte Pacheco et la litterature Portugaise
de voyages a L’epoque des grandes decouvertes. Paris:
Fondation Calouste Gulbenkian. Avant-propos Pierre
Chaunu; Temoignage Fernand Braudel. 2vols. De 24x17cm.
Com 852 págs. Brochado.
Dissetação de doutoramento do autor apresentada à
Faculdade de Letras e Ciências Humanas da Universidade de Paris IV - Sorbonne.
10€
179. VIANA, Manuel Couto (1989-1990) Ferro-Velho. Viana do
Castelo: Câmara municipal de Viana do Castelo. 2 vols. De
23x16.5cm. Com 300 + 230 págs. Brochado.
10€
180.
BENSAÚDE, Joaquim. (1995) Opera Omnia. Edição
fac-similada. Impressa pela Academia Portuguesa da
História nas oficinas Gráficas de Barbosa & Xavier,
Limitada. Lisboa. 5 volumes. De 25x19 cm. Com 592,
518, 506, 528 e 486 págs. Brochados. Ilustrados.
[exemplares novos]
Vol. I
 SERRÃO, Joaquim Veríssimo, «Joaquim Bensaúde: introdução ao estudo da sua vida
e obra», pp. XV-LI
 RAU, Virgínia, «Elogio do Engenheiro Joaquim Bensaúde», pp. 15-32
 PINA, Luís de, «Joaquim Bensaúde : algumas notas para a História da História das
Ciências em Portugal», pp. 55-70
 BRÁSIO, António, «Bensaúde e o Plano Henriquino das Índias», pp. 71-83
 BROCHADO, I. da Costa, «Joaquim Bensaúde e o plano das Índias», pp. 85-93
 PERES, Damião, «Joaquim Bensaúde e os problemas dos Descobrimentos
Portugueses a Oeste», pp. 95-100
 SILVA, Luciano Pereira da, «As edições fac-similadas do sr. J. Bensaúde (notas
bibliográficas)», pp. 103-145
 BENSAÚDE, Joaquim, «L´ astronomie nautique au Portugal a l´époque des grandes
découvertes«, pp. 149-436
 BENSAÚDE, Joaquim, «L´ astronomie nautique au Portugal a l´époque des grandes
découvertes. Index des noms», Opera Omnia, 1º vol., Lisboa, Academia Portuguesa
da História, 1995, pp. 437-470
 BENSAÚDE, Joaquim, «Histoire de la science nautique portugaise. Résumé», Opera
Omnia, 1º vol., Lisboa, Academia Portuguesa da História, 1995, pp. 473-586
Vol. II
 BENSAÚDE, Joaquim, «Les légendes allemandes sur l´histoire des découvertes
maritimes portugaises. Réponse a M. Hermann Wagner Professeur à l´Université de
Göttingue (communication à l´Académie des Sciences de Lisbonne)«, pp. 7-148
 «Les légendes allemandes sur l´histoire des découvertes maritimes portugaises.
Deuxième Partie. Les Historiens Allemands et les Découvertes Portugaises«,pp.
149-282
 «Lacunes et Surprises de L’Histoire des Decouvertes Maritimes«,pp. 283-518
70€
Vol. III
 BENSAÚDE, Joaquim, «Les debuts de la grande époque », pp. 7-30
 «Réimpression de Critiques Étrangères sur l´Histoire da la Science Nautique
Portugaise”, pp. 31-95
 «Les Attaques Contre l´Histoire Maritime Portugaise », pp. 99-178
 «Luciano Pereira da Silva e a sua obra», pp. 181-214
 «A cruzada do Infante D. Henrique”, pp. 217-345
 «Origines du Plan des Indes », pp. 349-378
 «Estudos sobre D. João II», pp. 381-463
 «O Museu dos Descobrimentos [inédito]», pp. 467-479
 «A reconstrução histórica e o enigma das construções navais portuguesas dos
séculos XV e XVI», pp. 481-488
 «A prioridade da caravela latina na História dos Descobrimentos», pp. 489-496
 «Tópicos para trabalhos futuros», pp. 497-499
Vol. IV
 BENSAÚDE, Joaquim, «Regimento do estrolabio e do quadrante. Tractado da spera
do mundo [reproduction fac-similé du seul exemplaire connu appartenant à la
Bibliothèque de l´État de Munich]»,pp. 6-108
 «Tractado da spera do mundo : Regimento da Declinaçam do Sol [reproduction fac-
similé du seul exemplaire connu appartenant à la Bibliothèque d´Évora]», pp. 110-
184
 «Almanach perpetuum celestium motuum (radix 1473). Tabulae astronomicae Raby
Abraham Zacuti astronomi Johannis secundi et Emanuelis serenissimorum regum
Portugaliae in latinum translatae per magistrum Joseph Vizinum discipulum autoris
[reproduction fac-similé de l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque
d´Augsbourg. Édition 1496 Leiria (J.B. Obernetter – Munich, 1915)]», pp.186-523
Vol. V
 BENSAÚDE, Joaquim, «Tratado da esphera y del arte del marear compuesto por
Francisco Faleiro natural del Reyno de Portugal [reproduction fac-similé de
l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque Royale de Munich. Édition 1535 Séville
(J.B. Obernetter – Munich, 1915)]», pp. 6-110
 «Tratado da sphera com a theorica de sol e da lua e ho primeiro livro da
64elo64afia de Claudio Ptolomeu. Tratado que ho Doutor Pero Nunez fez em
Defensam da Carta de Marear. Tratado que ho Doutor Pero Nunez fez sobre Certas
Duvidas da Navegação [reproduction fac-similé de l´exemplaire appartenant à la
Bibliothèque du Duc de Brunswick à Wolfenbüttel. Édition 1537 Lisbonne (J.B.
Obernetter – Munich, 1915)]», pp. 112-294
 «Almanach perpetuum celestium motuum (radix 1473). Tabulae astronomicae Raby
Abraham Zacuti astronomi Johannis secundi et Emanuelis serenissimorum regum
Portugaliae. Canons en Espagnol. Traduction de Joseph Vizinho [reproduction fac-
similé de l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque d´Evora. Édition 1496
Leiria]», pp. 296-333
 «Reportorio dos tempos tresladado de castelhano em portuguez per Valentim
Fernandez com o Regimento da Declinação do Sol: a qual Declnação foy tirada
pontualmente do Zacuto pelo honrado Gaspar Nicolas Mestre Sufficiente nesta
Arte [reproduction fac-similé de l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque
Nationale de Lisbonne. Édition 1563]», pp. 336-482
181. CORREIA, Fernando da Silva (1960) A Vida, A obra, o
Estilo, As lições e o prestígio de Ricardo Jorge.
Compilação, Prefácio, Notas e conclusões de … Lisboa:
Edição do Instituto Superior de Higiene Dr. Ricardo
Jorge. De 25.5x17cm. Com 421 págs. Brochado. Por
Abrir.
Do índice: Primeira Parte – Porto de 1879 a 1899: *…+ a
cremação, criticas e reformas de instrução médica,
sanidade urbana (saneamento do Porto), Demografia e
Higiene da Cidade do Porto, A peste Bubónica no Porto *…+ Segunda parte – Lisboa
1900-1939: Câmara Pestana, o descanso dominical, cartas de ribeiro Sanches, A
Rainha D. Leonor (óbito de D. João II), História da Medicina, sobre os livros antigos
portugueses *…+; Ricardo Jorge apreciado pelos seus contemporâneos,*…+
14€
182. OLIVEIRA, Pedro Yglesias (2010) (Arte e
Lusitano.) Art of the lusitano. Edição de autor.
Edição bilingue. De 23.5x21.5cm. Com 140 págs.
Profusamente ilustrado. Encadernação de capa
dura.
“O cavalo Lusitano foi considerado no século
XVIII o melhor cavalo de sela do mundo. Este
livro faz uma ligação entre as gravuras da época
retiradas do livro Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavallaria de Manoel Carlos de
Andrade e a Escola Portuguesa de Arte Equestre que tão bem, tem mantido esta
equitação tradicional. *…+”
10€
As mais de sessenta fotografias deste álbum ímpar prestam a justa homenagem à
beleza e ao porte do cavalo lusitano, realçando tanto as suas glórias passadas
quanto os seus feitos presentes e futuros. Nesse sentido, ao longo da primeira parte
da obra, o leitor pode testemunhar uma reencenação contemporânea de inúmeras
gravuras setecentistas, publicadas, pela primeira vez, na célebre "Luz da Liberal e
Nobre Arte da Cavalaria", de Manuel Carlos de Andrade. Várias páginas mais tarde,
celebra-se a aceitação crescente que o cavalo lusitano tem vindo a conquistar em
competições internacionais de equitação desportiva: espécimes magníficos realizam
exercícios de "dressage", tendo painéis de arte moderna como pano de fundo. Os
textos bilingues e as reproduções únicas de azulejos oriundos de coleções privadas
apenas acentuam a qualidade de um livro que faz de um tesouro nacional - o cavalo
lusitano - o seu tema de eleição.
183. SARDINHA, José Alberto (2012) Danças Populares do
corpus Christi de Penafiel. Vila Verde: Tradisom. De
28x20cm. Com 256 págs. Profusamente ilustrado.
Encadernação de capa dura.
Do índice: A festividade; Danças de Penafiel –
apontamentos históricos; danças atuais – suas origens
e recuperação; Instrumentos Musicais; música e
textos poéticos, *…+.
É certo que, não sendo o Corpus Christi uma tradição gerada em Penafiel, é mais
que certo ser Penafiel a única cidade e concelho que mantem vivas, no contexto
nacional, tais manifestações religioso-populares que nasceram na longínqua idade
média. A par da revitalização dos bailes, também este livro se tornará num
importante documento para o conhecimento e compreensão da nossa História e
das nossas ricas tradições. Alberto Santos, Presidente da Câmara Municipal de
Penafiel, in Introdução
É do maior interesse e oportunidade o trabalho que o Dr. José Alberto Sardinha
agora dedica às festas do Corpo de Deus em Penafiel, na sequência do fecundo
labor com que tem valorizado o nosso património cultural popular. Escrevo
“popular” no sentido mais original e autêntico da palavra, referindo o que é de nós
todos, os portugueses, e daqueles que connosco vieram ou vêm conviver. Isto
mesmo se particulariza com as festas do Corpo de Deus em Penafiel, como foram,
9€
persistem e ressurgem. Sobrevêm duma Idade Média a vários títulos distante.
Éramos então um povo que esquecemos, mais visual do que conceptual, mais tátil
do que reflexivo, mais ouvinte do que lente. Também mais vizinho do que
aglomerado, mais rural do que urbano ou suburbano, mais familiar e grupal do que
individual e subjetivo. Nem melhor nem pior, éramos realmente diferentes. Do que
herdámos, usamos pouco, quase como das antigas arcas de quando havia sótãos. D.
Manuel Clemente, Bispo do Porto, in Prefácio.
184. MATOS, José da Costa (2003) Os Uniformes da
Artilharia Portuguesa. Lisboa: Edição da
Revista de Artilharia. De 23.5x17cm. Com 270
págs. Tiragem de 600 exemplares. Ilustrado a
negro e a cores. Brochado.
Do índice: O vestuário dos artilheiros do séc.
XIV; O traje dos bombardeiros do séc. XV; O
vestuário dos bombardeiros da nómina no
séc. XVI; O vestuário artilheiro dos séc. XVII e
XVIII até 1721; Os uniformes entre 1721 e 1762; A regulamentação sobre os
uniformes de 1764; Plano de uniformes de 1806 a 1994; *…+
13€
185. AMEAL, João (1949) História de Portugal. Porto: Livraria
Tavares Martins. De 24x17cm. Com 750 págs. Encadernação
inteira de pele com dourado na lombada e nas pastas.
Mantém capas de Brochura.
Historiador, escritor e político, João Francisco de Sande
Barbosa de Azevedo e Bourbon Aires de Campos (2.º Visconde
e 3.º Conde do Ameal), mais conhecido pelo pseudónimo
literário de João Ameal. Licenciado em Direito pela
Universidade de Lisboa, João Ameal consagrou-se como
historiador, escritor e político.
Em 1941 obteve o Prémio Alexandre Herculano pela sua História de Portugal,
compilação em que o autor revela a sua conceção da História como ética e arte,
ideário.
30€
186. FREIRE, Anselmo Braamcamp (1996) Critica e Historia:
Estudos. Reedição facsimilidada do I Volume e primeira
edição do II com estudo Introdutório de José V. De Pina
Martins. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. De
23x16.5cm. Com 414 + 196 págs (no mesmo volume).
Encadernação do Editor.
Do índice: Anselmo Braamcamp Feire, Investigador e
historiador por José V. de Pina Martins; Os Condes de Viana – D. Duarte e D. Isabel;
A ordem de Santiago, Raparigas do cancioneiro, Garcia de Resende, A Rainha D.
Leonor, Transladações da Batalha, Descendência de D. João II, Livros, *…+;
Genealogistas, Farias, Representante de Afonso de Albuquerque, Armadas,
Condado de Borba, O Castelo de Alvito, São Marcos a par de Coimbra, Rui de Pina,
Sintra Antiga, Gil Vicente, *…+
12€
187. Távora, M. Teresa (1999) Um Passeio pela casa da
Carreira. Braga: do autor. De 23x16.5cm. Com 85 págs.
Ilustrado. Tiragem de 500 exemplares. Brochado.
Do índice: Breve história da família; passeio pela casa;
sala de jantar, sala de música ou do piano, sala de visitas,
sala de entrada, sala dos livros, capela, quartos, *…+, Os
Távoras de Viana do Castelo, O conde da Carreira, Árvore
Genealógica.
5€
188. Portugaliae Monumenta Historica A Saeculo
octavo post Christum usque ad
quintumdecimum iussu academiae scientiarum
olisiponensis edita. Nova série Volume I Livros
Velhos de Linhagens edição crítica por Joseph
Piel e José mattoso. Vol. II/1 Vol.II/2 – Livro
de Linhagens do Conde D. Pedro edição crítica
por José Mattoso. Lisboa: Academia das
Ciências. 3 vols. De 25.5x19.5cm. Com 370 +
493 + 397 págs. Brochado.
40€
189. MIRANDA, Gil (1992) Jorge Croner de
Vasconcellos: Vida e obra musical. Lisboa:
Musicoteca. Edição especial de 77 exemplares.
Assinado. De 23x16cm. Com 276 págs. Edição de
esmerado apuro gráfico. Ilustrado. Brochado.
Gil Miranda (Lisboa, 1931), formado em Direito
pela Universidade de Lisboa e em Composição
pelo Conservatório Nacional, tendo-se depois
aperfeiçoado em Paris com Nadia Boulanger,
dedicou o grosso da sua carreira ao ensino da música em universidades dos EUA.
Jorge Croner de Vasconcelos constituiu com Fernando Lopes-Graça, Armando José
Fernandes e Pedro do Prado um grupo de jovens e alunos do Conservatório
Nacional de Lisboa conhecido como o "Grupo dos Quatro", que influenciou a música
neoclássica portuguesa na década de 1930
7€
190. ESPÍRITO SANTO, Moisés (s/d) O brasonário Português e a
Cultura Hebraica. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa. De
24x17 cm. Com 297 págs. Ilustrado. Brochado.
“Depois de uma breve história da heráldica e duma
sociologia do brasão, faz-se referência ao que se disse na
Peninsula desde a Idade Média até ao século XIX sobre a
origem dos brasões, isto é, que a Heráldica tem origem na
Biblia…”
[A tese defendida pelo autor suscitou e ainda suscita hoje grande controversia e
critica, expecialmente, nos meios académicos, o que tornou este livro bastante
procurado, e por consequência esgotou rapidamente]
9€
191. THOMÁS, Pedro Fernandes [1913, outrossim 2006] Velhas
canções e romances populares portuguêses. Coimbra: F.
França Amado Editor. De 21x13 cm. Com 190 págs.
Ilustrado. Brochado. Introdução por António Arroyo.
[edição facsimilada de Arquimedes Livros, 2006]. Tiragem
limitada a 80 exemplares.
9€
192. FRAGA, Luís Alves (2003) Guerra & Marginalidade. O
comportamento das tropas portuguesas em França –
1917-1918. Lisboa: Editora Prefácio. De 24x17 cm. Com
126 págs. Brochado.
“Na bibliografia recente sobre a participação de Portugal na
Primeira Grande Guerra entre 1917 e 1918 é de assinalar a
obra aqui apresentada, que em grande parte se baseia em
relatórios oficiais e depoimentos de outras proveniências.
O autor assinala para o período de Janeiro a 9 de Abril de 1918 duas insubordinações
colectivas de soldados portugueses: a primeira resultante da associação de duas ou várias
motivações que passaram pelo sentido de justiça e do exagero de certas ordens, bem como
a coesão de grupo e pelo desprezo pela vida; uma segunda revolta deu-se pelo apego à vida
que os soldados demonstram, estando exaustos. Do conjunto de insubordinações ocorridas
depois da batalha do Lys, entre Setembro e Outubro de 1918 no CEP, verifica-se que
resultaram o afastamento dos militares do seu papel sociológico.
O autor tem ainda em consideração as deserções e os furtos no sector português, que são
explicados no quadro das condições de vida na frente de batalha, tendo em conta a
organização do C.E.P. e a sua área de actuação.
A estatística da brutal violência do conflito revela que dos 55 164 militares portugueses que
foram destacados para a Flandres, 2 086 morreram, tendo ficado prisioneiros ou
desaparecidos 7 234, enquanto 5 354 ficaram feridos, o que corresponde a um total de
baixas 14 674 homens, ou seja, 26,6% do total de efectivos. Este número é bem mais
pesado do que o dos 423 mortos que tombaram na Batalha de La Lys no dia 9 de Abril de
1918, que corresponde à famosa ofensiva alemã que derrotou as forças portugueses na
frente de batalha, na qual ficaram prisioneiros mais de seis mil portugueses.” José Manuel
Garcia da FCG
9€
193. THOMÁS, Pedro Fernandes [1896, outrossim 2009] Canções
Populares da Beira. Figueira: Imprensa Lusitana. De 21x13
cm. Com 221 págs. Ilustrado. Brochado. Com introdução de
Leite de Vasconcellos. [edição facsimilada de Arquimedes
Livros, 2009].
Canções populares da Beira, acompanhadas de 52 melodias
recolhidas directamente da tradição oral, e arranjadas para
piano. Tiragem limitada a 80 exemplares.
9€
194. Estudos de Arte e História. Homenagem a Artur Nobre
Gusmão. Lisboa: Edições Vega. 1ª Edição. 1995. De 28x22
cm. Com 460 págs. Ilustrado. Brochado.
O livro de homenagem a Artur Nobre Gusmão, é
composto por um conjunto de estudos científicos dos mais
diversos e reputados especialistas de História de Arte,
História e Arqueologia, nacionais e estrangeiros,
constituindo ao mesmo tempo um trabalho de inegável interesse.
Efectivamente, para além de se tratar de uma obra de preito e admiração inclui
textos subscritos por nomes relevantes, como por exemplo Jose Mattoso, Maria
Ângela Beirante, Vitor Serrão, Nuno Portas, A. H. de Oliveira Marques, Fernando
Alvarenga, Justino Maciel, Rafael Moreira…
Um conjunto, em suma, de estudos, testemunhos e depoimentos, da maoir
pertinência sobre temas tão importantes e diversificados como, além de outros, O
culto dos mortos no fim do século XI, O património urbano da Ordem de Cristo,
Paço Real de Sintra, A arte impressionista em Alberto Caeiro, A representação do
Sagrado nos «Registos dos Santos», O Missal de Lorvão, A Colegiada de São
Cristovão de Coimbra, A Iluminura em Alcobaça…
18€
195. PINHEIRO, J.E. Moreirinhas (2009) Inventário de livros
raros e desconhecidos. Memória da Escola Portuguesa
(do séc. XVIII ao séc. XX). Lisboa: Edições Colibri. De 23x16
cm. Com 128 págs. Ilustrado. Brochado.
Este livro revela-nos o valioso espólio bibliográfico e
arquivístico, pouco conhecido ou mesmo ignorado,
existente na Secção de Reservados da Escola Superior de
Educação de Lisboa.
Organizado e catalogado pelo autor, este património, que o presente livro nos dá a
conhecer, é constituído por fontes manuscritas, impressas, obras de autores
portugueses e estrangeiros, principalmente francesas, datadas do século XVIII ao
século XX. Entre as preciosidades reveladas figura o Dicionário Universal de
Educação e Ensino, de 1886, traduzido por Camilo Castelo Branco.
Ilustrações de página inteira de numerosos fronstispicios.
6€
196. REIS, Maria de Fátima (2005) Santarém no tempo de D.
João V. Administração, Sociedade e Cultura. Lisboa:
Edições Colibri. De 23x16 cm. Com 790 págs. Ilustrado.
Brochado. [dissertação de doutoramento].
“Pela primeira vez se realizou uma pesquisa larga e
fecunda, no campo da história escalabitana da primeira
metade do século XVIII, no que respeita às festas e
celebrações. Juntam-se às manifestações públicas
periódicas, as que tiveram uma ocorrência casual. Erguendo uma reconstituição da
história social, a autora teve em consideração as formas ou tipos de mentalidade de
uma terra que era ainda considerada uma das mais valiosas do reino.” Joaquim
Verissimo Serrão
9€
197.
Carlos M. P. Santos – Arquitecto. Casal de Cambra: Edições Caleidoscópio. 2012. De
29x25 cm. Com 128 págs. Ilustrado. Encadernação do editor.
O livro “Carlos M. P. Santos – Arquiteto” retrata obras de habitação, serviços e
equipamentos, assinalando um percurso arquitetónico assente na região norte,
nomeadamente Porto, Vila Nova de Gaia, Caminha, Murça e Penafiel.
Carlos Manuel Pereira Santos, nasceu em Cascais, a 25 de março de 1964, licenciado
em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP) em
1988. A obra das Instalações Paroquiais de Margaride – Felgueiras, foi distinguida
na categoria de 1.ªs obras com a menção honrosa nos “Prémios Nacionais de
Arquitetura”, A.A.P./1993; no Prémio “MEPAT – 3 As de Arquitetura” - Bienal de
Arquitetura de Monsaraz (1998), foi-lhe atribuído o 2º. Prémio com a obra da Casa
da Cultura de Paredes.
Participou em diversas exposições de arquitetura, nomeadamente, no Museu dos
Transportes, no Porto, no Centro Cultural de Belém, na FIL e na sede da Ordem dos
Arquitetos em Lisboa. Tem publicado os seus trabalhos em revistas da
especialidade, como a Architécti, Arquitetura Ibérica, Jornal dos Arquitetos e Jornal
O Público.
9.5€
198. ROCHA, Clara Crabbé [organização] (2011)
Doença e medicina na literatura portuguesa. A
caneta que escreve e a que prescreve. Lisboa:
Verbo. De 23x16 cm. Com 375 págs.
Encadernação do editor.
A presente antologia propõe ao leitor uma
seleção de textos literários sobre doença e
Medicina, reunindo excertos representativos
das diferentes épocas da literatura portuguesa,
dos seus autores e das suas obras mais
relevantes, ou de obras especialmente
dedicadas a temas médicos. Na sua historicidade, mas também no todo orgânico
que formam, estes textos mostram como a representação da doença, enquanto
expressão ligada à própria vida, acompanhou a produção literária ao longo dos
séculos, e como a escrita, nas modulações do testemunho, do exemplo, do trabalho
catártico ou do exercício (re)estruturante, configura e questiona a condição de
desamparo e de fragilidade provocada pelo sofrimento físico ou anímico.
A realização da antologia implicou um exaustivo trabalho de investigação,
percorrendo um arco temporal que vai do século XIII até à atualidade, abrangendo
praticamente todos os géneros literários (poesia lírica, romance, conto, teatro,
autobiografia, diário) e os mais diversos modos ou registos, desde o mais sério,
pungente ou trágico até ao mais circunstancial, lúdico, anedótico ou mesmo
satírico. Tudo conduzindo a uma surpreendentemente rica e estimulante variedade
de autores, épocas, temas e estilos. Do prefácio de Emílio Rui Vilar (FCG)
12€
199. MARVÃO, Padre António (1997) Estudos sobre o
alentejano. Lisboa:Inatel. De 26x20 cm. Com 205 págs.
Brochado. [exemplar novo].
“expressão oral de uma das províncias mais ricas da
tradição polifónica portuguesa – da qual existem hoje
assinaláveis exemplos gravados – o “cante alentejano”
ganha, com esta obra, uma nova dimensão e
possibilidade de divulgação…”
10€
200. MENDES, Manuel (1964) Douro: Roteiro Sentimental.
Lisboa: Sociedade de Expansão Cultural. 1ª Edição. De
19x12 cm. Com 190 págs. Brochado.
Escritas entre 1961 e 1963, estas crónicas de viagem
constituem o testemunho de uma época em que o
Douro mantinha ainda a uma imagem fortemente
marcada pela tradicionalidade.
"Manuel Mendes foi um excelente escritor, hoje bastante esquecido, infelizmente.
Foi uma personalidade fascinante, de uma imensa riqueza humana, político e
conspirador intemerato contra a ditadura, amador de artes plásticas, escultor nas
horas vagas, extraordinário contador de histórias divertidas, de humor
simultaneamente enternecido e sarcástico, que passou a vida, desde rapaz,
condenado a um completo ostracismo político, embora cercado de amigos e
admiradores. (…) Por isso o seu livro sobre o Douro tem tanto significado:
representa uma homenagem de reconhecimento a alguém que amou este rio e as
suas margens desinteressadamente. E sobre ele escreveu páginas inesquecíveis,
deixando-nos um livro precioso de informações e referências, humaníssimo, e que
traduz uma visão integrada da Região Duriense, tão bela e singular no todo
português." Mário Soares (do Prefácio da 2ª edição)
[Invulgar, justamente apreciado]
9.5€
201. RITA, Maria da Conceição de Melo, VIEIRA, Joaquim
(2007) Os meus 35 anos com Salazar. Lisboa: Esfera
dos livros. 1ª Edição. De 24x16 cm. Com 200 págs.
Ilustrado. Encadernação do editor.
«Salazar entrou devagar na minha vida, sem eu dar
por isso, ainda na minha infância. Quiseram logo a
seguir separar as nossas vidas, mas revoltei-me e não
deixei. Acompanhei-o assim até ao fim da vida dele.»
Durante 35 anos, Maria da Conceição Rita privou com
António de Oliveira Salazar. Nenhum laço familiar os unia, mas com apenas seis
anos, Micas, como Salazar carinhosamente a chamava, foi viver para a residência do
«Senhor Doutor», por intermédio da sua familiar (por afinidade) Maria de Jesus
9€
Freire, a governanta de Salazar. Na primeira pessoa, a pupila de Salazar conta-nos
os gostos gastronómicos do seu «protector», descreve o seu quotidiano até agora
desconhecido, evoca as fábulas que o Presidente do Conselho lhe contava ao
adormecer, recorda tanto as lições de tabuada e História como as raras confissões
políticas que ele lhe fazia em passeios nocturnos pelos jardins de São Bento, explica
a forma como a economia doméstica de São Bento era dirigida.
202. OLIVEIRA, Pedro Yglésias, COSTA, Emília Celestino (2012)
Da real picaria do século XVIII à escola portuguesa
d’arte equestre. Lisboa: Xenophon Press. De 27x20 cm.
Com 128 págs. Ilustrado. Encadernação do editor. [edição
bilingue português/inglês].
“Desde tempos imemoriais que em Portugal se cultiva o
gosto especial pelo cavalo e pela sua utilização. A nossa
raça de cavalos, nasceu para o combate – mantendo as mesmas qualidades e
características no decorrer dos tempos através da tauromaquia e, por outro lado,
dada a sua beleza e equilíbrio natural, nasceu para a expressão artística da Arte
Equestre” da introdução
9.5€
203. CORREIA, Vergílio (1920) Arte e Arqueologia. Lisboa:
[Tipografia do Anuário Comercial]. De 22x15 cm. Com
114 págs. Brochado.
Reunem-se neste tomo estudos, impressões e criticas
disperas por jornais e revistas temáticas, dos quais se
salienta: Mosaicos romanos em Portugal, Estradas de
Coimbra, Caminho de Montemór, A Igreja de Santa Iria,
O cêrco do mosteiro de Celas, …
[obra rara e justamente apreciada]
7€
204. FREIRE, João Paulo (1926) Lôas e Cirios no Conselho de Mafra.
O cirio de todos os Santos e o cirio da Senhora da Nazareth.
Porto: Companhia Portuguesa Editora. De 24x19 cm. Com 34
págs. Ilustrado. Brochado.
[opusculo raro]
7€
205. CABRAL, A.A. Dinis (1963) História da cidade de Calábria
em Almendra – subsídios. Porto: Edição da Casa da Beira
Alta. De 23x16 cm. Com 70 págs. Ilustrado. Brochado.
“Ainda que subsistam algumas dúvidas é normalmente
aceite como certa a localização da antiga Caliábria nas
imediações de Almendra. Tal facto leva-nos a acreditar
que aqui existiria uma das mais antigas comunidades
cristãs. A Caliábria era, em 569, paróquia ela diocese de Viseu. Nos alvores do
século VII, durante o período visigótico, constituiu-se um bispado que virá pouco
depois com as invasões árabes a desaparecer, tendo passado a sua cadeira
episcopal a Ciudad Rodrigo”.
7.5€
206. LUCENA, Armando de (1946) D. Carlos de Bragança na
arte portuguesa. Lisboa: Fundação da Casa de Bragança.
De 26x19 cm. Com 32 págs. Brochado.
O Rei D. Carlos foi um pintor reconhecido que desde cedo
se interessou pelo desenho e pela pintura, tendo sido
discípulo do espanhol Enrique Casanova e de Miguel
Ângelo Lupi. A sua produção centrou-se em marinhas e
cenas pitorescas, de costumes e tipos, registadas sobretudo a aguarela e pastel.
Participou na Exposição Industrial de Lisboa (1888), nos salões do Grémio Artístico
(medalha de honra, 1897) e na Sociedade Nacional de Belas-Artes (1901-06). As suas obras
figuraram também na Exposição Universal de Paris (1900, medalha de prata), na Exposição
Internacional de St. Louis, EUA (1904), Exposição de Internacional de Barcelona (1907) e
Exposição Internacional do Rio de Janeiro (1908), obtendo diversas medalhas.
5€
207. SOUTO, A. Meyrelles do (1967) Portugal e Marrocos (Fastos
e notícias). Lisboa: Agência-Geral do Ultramar. De 23x16 cm.
Com 117 págs. Ilustrado. Brochado.
“Foi esta, a nossa intenção: recordar o passado, mostrar os
vestígios ainda visíveis na nossa grandeza, do nosso poderio,
do esforço lusitano pelas terras rifenhas de Mafoma”da
introdução
[invulgar]
9€
208. PINTO DE CARVALHO [Tinop] (1903) História do Fado.
Lisboa: Empresa da História de Portugal. De 20x13 cm.
Com 270 págs. Ilustrado. Brochado. [facsimile da 1ª
edição, 2010].
“É pelas canções populares que um país traduz mais
lidimamente o seu carácter nacional e os seus costumes.
A música, a necessidade de cantar, de dizer alto a sua
alegria aos homens e às coisas, é uma questão de
latitude, uma questão de sol. Quanto mais para o sul, mais se ouve cantar.” É assim
que começa a História do Fado de Pinto de Carvalho (Tinop), publicada pela
primeira vez há mais de cem anos e que permanece como uma das mais sólidas
referências bibliográficas sobre o género que foi imortalizado pela Severa, Amália e
Marceneiro.
Defensor da origem marítima do fado, Tinop recusa em absoluto a raiz árabe que
Teófilo Braga lhe atribui. E justifica-se com factos, afirmando que, se assim fosse, “o
fado, pela sua diuturna existência, ter-se-ia espalhado por todo o país, ao passo que
só modernissimamente chegou ao Porto e se canta nas duas Beiras”. E também
existiria no Algarve e no sul de Espanha, nos lugares onde a cultura árabe
permaneceu por mais tempo na Península Ibérica – acrescenta.
Para este autor, o fado surge como a consequência de uma expressão musical com
origem marinheira, mescla das “toadas plangentes” de que falava Oliveira Martins,
“cantigas monótonas como o ruído do mar”, que se ouviam “por toda a costa do
ocidente”. Só em 1840 aparece referenciado em Lisboa: “Até então, o único fado
que existia era o fado do marinheiro, cantava-se à proa das embarcações, onde
andava de mistura com as cantigas de levantar ferro, a canção do degredado e
outras cantilenas undívagas”, diz Pinto de Carvalho.
Um documento que se mantém atual e válido, e que está na origem de todos os
mais sérios estudos sobre o género que se escreveram nos últimos anos, desde A
Mitologia Fadista de António Osório aos ensaios de Rui Viera Nery, passando até
pelas entrevistas de Baptista Bastos que integram a História do fado publicada pelo
Ediclube em 1999.
[Tiragem limitada a 80 exemplares]
10€
209. PINTO, Augusto Cardoso (1930) O 2º Visconde de
Santarém genealogista. Lisboa: Centro tipográfico colonial.
De 23x17 cm. Com 16 págs. Brochado.
Tiragem de 66 exemplares fora de mercado em papel K,
todos numerados e rubricados pelo autor, cabendo a este
exemplar o n.º 54. Possui o presente exemplar uma
dedicatória autografada pelo punho de Cardoso Pinto.
7€
210. FREITAS, Jordão de (1913) Onde nasceu o 2º Visconde de
Santarém? Lisboa: Imp. Libanio da Silva. De 23x17 cm. Com
26 págs. Ilustrado. Brochado.
Memória publicada pelo 3º Visconde de Santarém (Jordão
Freitas).
[exemplar com dedicatória autografada pelo punho do
autor, a uma ilustre personalidade portuguesa dos finais sec. XIX inicios do XX]
6€
211. PESTANA, Manuel Inácio (1982) Celeiros comuns da
antiga Casa de Bragança. Portalegre: Edição da
Assembleia Distrital de Portalegre. De 21x16 cm. Com 116
págs. Ilustrado. Brochado.
Do índice: Breve história dos celeiros em Portugal; Como
surgem os celeiros comuns; Os celeiros comuns nos
domínios da Casa de Bragança (Chaves, Valpaços; Eixo,
Ourém, Minde, Porto de Mós, Alter do Chão, Monforte, Sousel, Estremoz, Vila
Viçosa, Portel etc.); Documentos do Arquivo da Casa de Bragança sobre celeiros –
descrição dos documentos… [invulgar]
7.5€
212. Acordos e Vreacoes da Câmara de Braga no Senhorio de D. Frei Bartolomeu dos
Mártires – 1566 - 1568. Porto: Arquivo Histórico Dominicano Português. 1979. De
30x23 cm. Com 118 págs. Ilustrado. Brochado. [possui assinatura de posse].
O período abrangido pelo presente estudo incide em tempo de assinalada história,
pois então se reuniu e conclui o IV Concílio Provincial Bracarense (IV e até hoje,
último Concílio de Braga).
7€
213. CRUZ, António (1948) Notícias da necrópole de São Tiago
de Arados descoberta no séc. XVIII. Porto: Imprensa
Portuguesa. De 23x16 cm. Com 28 págs. Brochado.
Implantado num outeiro sobranceiro ao rio Douro e ao rio
Tâmega, este povoado possui três linhas de muralhas
edificadas com dois paramentos paralelos preenchidos
com pedra miúda, que chegam a atingir cerca de 6 m de
altura, perfazendo um recinto fechado elipsoidal. No seu
interior, são ainda visíveis resquícios de diversas construções habitacionais de
planta predominantemente circular e retangular, embora algumas tivessem sido
bastante destruídas, nomeadamente devido ao derrube de certas zonas
muralhadas.
Durante o século XVIII terá sido descoberta uma necrópole no sopé do outeiro com
cerca de doze sepulturas escavadas no solo, delineadas com lajes e cobertas com
lousas, que forneceram diverso espólio móvel associado, do qual faziam parte
recipientes cerâmicos, pregos e moedas romanas atribuídas ao Alto e Baixo-
império.
5€
214. TORGA, Miguel (1981) Antologia Poética. Coimbra:
Edição do autor. 1ª Edição. De 14x21 cm. Com 468 págs.
Brochado.
“E aqui tens o florilégio, assim dubitativamente
concebido e quase que passivamente consumado. Tu
dirás da tua justiça, com a objectividade de quem
observa o jogo de fora. Pelo que me respeita, apenas
desejo acrescentar que, tanto em relação às criações
desenvoltas da juventude como às menos sumárias da
anciania, a minha única certeza è a de que nada mais posso fazer por elas.
Pudessem elas em contrapartida, fazer alguma coisa por mim…” Miguel Torga
[invulgar, e justamente apreciada]
22€
215. ESTERMANN, Padre Carlos (1961) Etnografia do
Sudoeste de Angola. Grupo Étnico Herero. Lisboa:
Junta de Investigações do Ultramar. De 25x19 cm.
Com 247 págs. Ilustrado. Brochado. [capa apresenta
ligeiro desgaste].
O grupo étnico Hereros terá chegado ao atual
território de Angola por volta do século XV. Faziam
parte da expansão Bantu de cultura pastoril, iniciada
muitos séculos antes, a partir do Leste do continente.
Os hereros ocupam cerca de metade da província do Namibe e continuam a manter
traços culturais bastante característicos, como a criação de gado, a limagem dos
dentes, a recusa de comer peixe ou o sistema das classes de idade 'kula’s.
[Ilustrado no texto com desenhos e esboços etnográficos; e em extra texto com
fotogravuras sobre papel couché]
10€
216. PIMENTA, Joana (coordenação) (2010)
Terminal de Cruzeiros de Lisboa. Lisboa:
Edição do Porto de Lisboa/Caleidoscópio. De
26x26 cm. Com 197 págs. Profusamente
Ilustrado. Encadernação do editor.
Obra que reúne todos os projectos que
estiveram a concurso para a construção da
obra do novo Terminal de Cruzeiros de
Lisboa, localizado em Santa Apolónia, concurso este promovido pela APL –
Administração do Porto de Lisboa.
Este concurso foi ganho pela proposta apresentada por João Luís Carrilho da Graça
mas contou com outras propostas também muito interessantes como as de Gonçalo
Byrne + Manuel Aires Mateus, Guillermo Vazquez Consuegra e Zaha Hadid, entre
outros.
O livro apresenta o estudo de cada proposta elaborada por cada atelier.
9€
217.
POLANAH, Luís (1987) Comunidades camponesas no Parque Nacional da Peneda-
Gerês. Lisboa: SNPRCN. Com 187 págs. De 21x14.5cm. Profusamente ilustrado.
Brochado.
7€
O livro aborda a realidade de Castro Laboreiro na sua
organização social e familiar, a comunidade agrícula do
Soajo e das suas construções típicas, e termina com um
capítulo dedicado aos transportes agrículas dentro da
Peneda-Gerês.
Índice: Aspectos da organização social e vida do camponês
de Castro Laboreiro; Economia familiar e estretégia do
casamento em Castro Laboreiro; Do uso e significado das
alcunhas em Castro Laboreiro; Notas sobre a comunidade camponesa do Soajo;
Alguns tipos de construções pastoris no Soajo; O carro de bois na área do Parque
Nacional da Peneda-Gerês
218. SANCHES, José Dias (1970) Os Sanches de Vila Viçosa.
Lisboa: Edição do Autor. De 23x16 cm. Com 168 págs.
Ilustrado. Brochado.
Interessante conjunto de apontamentos genealógicos
referentes à famíla Sanches, oriunda de Vila Viçosa, com
ascendência espanhola. Estudo que conclui a descendência
desta casa, por bastardia, a partir dos reis de Portugal e dos
reis das Astúrias e de Leão, e da qual descendem algumas das primeiras casas de
Portugal.
Ilustrado com reproduções de quadros e gravuras impressas sobre papel couché e
intercaladas em extra-texto. Obra contendo, entre outras, a genealogia dos
Marqueses de Sanches de Baêna.
[invulgar]
12€
219. GOMES, Rita Costa (1987) A Guarda Medieval 1200-1500. Lisboa: Livraria Sá da
Costa. 1ª Edição. De 23x15 cm. Com 223 págs. Ilustrado. Brochado. [dissertação de
mestrado em História Medieval]
6€
220. BAÊNA, Luís Sanches (2006) Fuzileiros. Factos e feitos na guerra de África 1961-
1974. Lisboa: Comissão Cultural da Marinha Edições Inapa. 4 vols. 1ª Edição. De
24x18 cm. Com 300+250+280+250 págs. Ilustrados. Brochados. [exemplares
impecáveis]
35€
Conjunto de 4 volumes, profusamente
ilustrados com fotos a preto e branco e
a cores, e bem assim como
reproduções de muitos esboços de
operações, onde o leitor pode seguir a
história deste corpo de elite das Forças
Armadas Portuguesas, no período em
apreço, o da última guerra que
Portugal travou em África.
A leitura é fácil e muito agradável, porque
o comandante Baêna conseguiu articular
aspectos gerais da política nacional nessa época e o respectivo enquadramento
internacional com os factos especificamente relativos aos fuzileiros, sendo estes não só
suportados em documentos oficiais como em muitos relatos pessoais bem vivos e que
chegam ao ínfimo detalhe.
E a verdade é que se está perante não só a História dos Fuzileiros como de muitas das
componentes da Marinha que com eles operaram. O esforço de guerra daquilo que na obra
se refere como sendo conhecido à época por “poeira naval” (fica o desafio da leitura para
descodificar!), está também - talvez pela primeira vez - bem retratado neste trabalho.
O I volume é dedicado ao processo de “renascimento” do fuzileiros em 1961 e a questões
introdutórias e gerais como a organização, o armamento utilizado, as insígnias, a instrução
e muitos outros aspectos, permitem ao leitor introduzir-se na temática deste trabalho.
Parte importante destas primeiras 300 páginas são dedicadas não só à listagem dos
fuzileiros mortos em campanha como aos condecorados e ainda à listagem nominal de
todos os militares que integraram as Unidades de Fuzileiros (Destacamentos de Fuzileiros
Especiais; Companhias de Fuzileiros; Pelotões Independentes e de Reforço).
Um dos aliciantes da obra é a reprodução de documentos classificados desses tempos
(desclassificados para esta finalidade), muitos inéditos e certamente julgados por muitos
desaparecidos na voragem dos acontecimentos quer em África quer em Portugal
Continental. Um exemplo entre muitos, o Plano de Operações “Cordão Umbilical” (Secreto)
relativo à última missão que as Forças Armadas Portuguesas cumpriram em Angola, em
1975, no fundo a segurança à cerimónia de arrear da Bandeira Nacional na Fortaleza de S.
Miguel e à evacuação das últimas forças portuguesas em 10 de Novembro de 1975. Como
apontamento curioso lê-se no último parágrafo deste documento histórico: “…Após a
cerimónia um Oficial Pára-quedista, a designar, fechará a porta da fortaleza.”
O II volume, com 250 páginas, reporta-se à guerra nesta antiga província desde que os
Fuzileiros ali chegaram em 1961 até ao dia que antecedeu a Independência em 1975, não
descurando uma introdução histórica e uma visão sobre o meio físico, a população e as
religiões, a divisão administrativa e muitos dados relativos à subversão e aos movimentos
que combateram contra a permanência de Portugal em Angola. São capítulos principais: “A
Frente Fluvial do Zaire”; “O Inimigo”; “A Frente Leste”; “A Rota Agostinho Neto”; “Nas
Terras do Fim do Mundo”; “O Desabar do Império”.
O volume III, com 280 páginas, além da introdução relativa à Natureza, às Etnias e ao
“terrorismo”, mais uma vez o esforço de fuzileiros e marinheiros está aqui bem retratado.
Nas difíceis condições daquela província, quer no respeitante ao meio físico quer ao
inimigo, os Fuzileiros, operando em diferentes épocas sob diferentes “filosofias de
emprego” de acordo com a “visão” dos comandantes-chefes em presença, fizeram aquilo
para que foram formados: combateram. Aqui Sanches Baêna não deixa de abordar os
infelizes acontecimentos que opuseram “fuzos” a “páras” e resultaram na morte de dois
“boinas verdes” mas também o ronco da captura do oficial cubano Peralta pelas Tropas
Pára-quedistas. Os principais capítulos neste volume são: “A Guerra”; “O PAIGC”; “O
Dispositivo de Contrapenetração”; “A Operação Mar Verde”; “Os Anos do Fim”.
Termina esta obra com o volume IV, mais 250 páginas, que inclui as referências à História
da Província, à Natureza, Etnias, Religião e aspectos da subversão, todos eles sem dúvida
importantes sobretudo para quem já não estuda estes aspectos nos bancos da Escola,
segundo depois para: “A Guerra”; “A Frente do Niassa”; “O Inimigo”; “O Alastrar da Guerra
- Os Aldeamentos”; “A Frente de Tete”; “A Retirada”.
Outro aspecto de realçar nestes quatro volumes, mas sobretudo nos respeitantes à guerra,
é o facto, pouco habitual, de serem abordados sem complexos aspectos negativos da
actuação quer de fuzileiros quer de outros actores no conflito. O comandante Baêna deu
sem dúvida à obra um cunho patriótico mas não esconde erros e enganos, falhas e
injustiças. O que é muito raro num trabalho de carácter oficial, ontem como hoje.
FNIS LAUS-DEO

Catálogo nº7

  • 1.
    Porque é obom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro…Porque é o bom leitor que faz o bom livro…Porque é o bom leitor que faz o bom livro…Porque é o bom leitor que faz o bom livro…Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… CATÁLOGO Nº7 Projecto livraria online ler.com.gosto http://livrarialercomgosto.blogspot.pt/ MAIO DE 2012
  • 2.
    LIVRARIA LER.COM.GOSTO (porque éo bom leitor que faz o bom livro) Prezados leitores e amigos temos a honra de apresentar as Vexas mais um catálogo de livros raros, curiosos ou esgotados. Com este catálogo damos continuidade ao projeto da livraria online ler.com.gosto, esperando ir de encontro aos vossos interesses e expetativas. O projeto ambiciona ser meio privilegiado de “distribuição” de saber, cultura, conhecimento, simpatia, alegria, amizade, …. tudo o que um livro nos pode transmitir. Pretende também ser um projeto de compra e venda do livro antigo. As encomendas deverão ser efectuadas por email através do endereço livraria.ler.com.gosto@gmail.com ou através dos nossos contactos telefónicos: 969888567 e 917925655. Os livros encomendados serão enviados pelos correios. Ao preço apresentado acresce o dos respectivos portes de envio. Poderão também ser levantados presencialmente em horário a acertar. Todos os livros encontram-se em bom estado de conservação. É sempre mencionado junto da descrição do mesmo se o houver alguma imperfeição relevante. Caso deseje informação adicional sobre as obras apresentadas poderá solicitar através do email já referido ou para os contatos citados. Torne-se nosso fã no facebook e saiba todas as novidades em 1ª mão: http://www.facebook.com/pages/livrarialercomgosto/190385551013892?sk=wall LIVRARIA LER.COM.GOSTO COMPRA E VENDA DE LIVROS RAROS, CURIOSOS OU ESGOTADOS
  • 3.
    1. PASSOS, Carlosde (1953) Vieira Portuense. Porto: Portucalense editora. De 28,5x22cm. Com 117págs. Profusamente ilustrado. Encadernação de capa dura [com ligeiro desgaste] mantém sobrecapas. Pintor português, nascido em 1765 e falecido em 1805, ativo na segunda metade do século XVIII, representa o culminar da estética neoclássica e anuncia a transição para o romantismo, fruto da sua dupla formação inglesa e italiana. Dentre a sua obra pictórica destacam-se as paisagens com figuras, significativamente representadas pelos quadros Leda e o Cisne ou Cena Campestre. Um dos mais importantes pintores da segunda metade do século XVIII, Francisco Vieira, conhecido por Vieira Portuense, nasceu em 1765, no Porto e morreu em 1805, na ilha da Madeira, vitimado por uma tuberculose. [invulgar e muito apreciado estudo] 35€ 2. VAN ZELLER, Rolando (1979) Estanhos Portugueses. Barcelos: Livraria Civilização. 1ª Edição. Tiragem de 1000 exemplares. De . Com 303 págs. Profusamente ilustrado. Encadernação original com gravada com ferros a seco. Exemplar numerado e assinado. Livro fundamental para o estudo do património artítico português, “Estanhos Portugueses” dá atenção a um a das formas de arte mais eminentemente populares. “Sendo exaustiva a descrição técnica dos objectos apresentados. Este trabalho apresenta um glossário com nomes de vasilhas e objetos, datas e nomes de picheleiros portugueses portugueses. Obra luxuosa de excelente apuro gráfico, enriquecida com excelente estampas otográficas a negro e a cores. 39€ 3. THOMAZ, Luís Filipe (1992) A Lenda de S. Tomé Apóstolo e a expansão portuguesa. Lisboa: Ministério da Planeamento e da administração do território; Secretaria de estado da ciência e tecnologia, Instituto de investigação científica tropical. De 30x22cm. Com 68 págs. Brochado. 5€
  • 4.
    4. BRANCO, PedroSoares (2005) Exército Português: memória ilustrada. Lisboa: Quimera. De 31,5x23,5cm. Com 198 págs. Ilustrado. Encadernação de capa dura com sobrecapa. Ao Exército Português associa-se um valioso conjunto de registos visuais. Tais registos representam a face da instituição e dos que nela serviram, em tempos de guerra ou de paz, de ordem social ou de revolução. Para além do seu inegável valor histórico, estes registos apresentam também grande valor estético, fascinando não só investigadores e colecionadores mas também o público em geral. Não é assim de estranhar o interesse gerado à volta das imagens de antigos militares, do seu armamento e equipamento, dos seus aquartelamentos e veículos. No entanto, o afã com que estes registos são recolhidos por entidades públicas e privadas, traduz-se num inevitável fracionamento – e mesmo desconhecimento – do conjunto. Exército Português – Memória Ilustrada apoiado pelo Estado-maior do Exército, apresenta uma perspetiva gráfica da história militar de Portugal ao longo do século XIX e início do século XX, tendo reunindo para tal cerca de 250 documentos provenientes de arquivos públicos e coleções privadas, designadamente pinturas, gravuras, fotografias, postais ilustrados, cartazes, documentos e publicações, a grande maioria dos quais inéditos. 15€ 5. VASCONCELOS, DR. J. Leite de (1981) Filologia Barranquenha: Apontamentos para o seu estudo. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda. De 22.5x16.5cm. Com 217 págs. Brochado. A base portuguesa deste linguema fica fortemente maquilhada pelas características das falas espanholas meridionais que o penetram. O mais característico desta fala ao ouvido é a aspiração do 's' e do 'z' finais, como o estremenho e o andaluz: 'cruh' (cruz), 'buhcá' (procurar)… Às vezes pode faltar inclusive a aspiração: 'uma bê' (uma vez). O 'j' e 'ge', 'gi' portuguesas pronunciam-se como as espanholas. 5€
  • 5.
    6. PEREIRA, JoséFernandes (1986) Arquitectura Barroca em Portugal. Lisboa: ICLP. De 19x11.5cm. Com 201 págs. Ilustrado. Brochado. 6€ 7. VIZETELLY, Henry (1947) No País do Vinho do Porto. Porto: Edição do Instituto do Vinho do Porto. 1ª Edição. Tradução da obra In the Port Wine Country datada de 1880. Com 125 págs. De 25x17.5cm. Brochado. Obra apresentada por Mário Bernardes Pereira. Desenhos do texto extraídos do original da autoria de Vizetelly filho. Desenhos do prólogo de J. Mirão. Henry visitou as principais regiões vinícolas do mundo e registou as suas impressões em crónicas detalhadas. Percorreu as mais notáveis terras produtoras e enriqueceu as suas impressões visitando Portugal em 1877. Do Porto e da Madeira, em destaque, absorvendo todo o título do livro tomam à sua conta 172 páginas do livro (119 para o Porto e 53 para a Madeira) entre 15 páginas ocupadas pelas notas sobre os vinhos colhidos em redor de Lisboa e 8 sobre os vinhos das Canárias. Documentário curioso, espelho duma época que reaparece reconstituída neste testemunho. [muito invulgar] 19€ 8. SOUSA, Luís de Saldanha Oliveira e (1951) Subsídios para o estudo das águas subterrâneas portuguesas. Lisboa. De 25.5x18cm. Com 154 págs. Ilustrado. Brochado. Obra constitui a dissertação apresentada no concurso para o provimento do lugar de professor catedrático da cadeira de Geologia e Paleontologia Portuguesa do Instituto superior técnico. 6€ 9. OLIVEIRA, Fernando (1970) Três Ensaios sobre figuras Medievais. Lisboa: Academia Portuguesa da História. De 25.5x19cm. Com 252 págs. Ilustrado. Brochado. Ocupa-se de D. Pedro I de Portugal e D. Pedro I de Castela e da Infanta D. Maria, Infanta de Portugal. 10€
  • 6.
    10. NAZARÉ, J.Ranita da (1979) Música Tradicional Portuguesa – Cantares do Baixo Alentejo. Lisboa: ICP. DE 19x11,5cm. Com 102 págs. Brochado. Esta obra resulta do trabalho de investigação feito para a tese de douturamento apresentado ao Instituto de Musicologia da Faculdade de Letras e Ciêncas Humanas da Universidade de Paris. 7€ 11. QUEIROZ, Vasco de Barros (1983) Touros de Morte e a arte de Belmonte. Lisboa: Editorial Eva, Lda. De 21x14.5cm. Com 367 págs. Brochado (capa apresenta pequena dobra). [exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do autor] “Dr. Vasco de Barros Queiroz, notável aficionado, advogado e cronista tauromáquico de muito mérito colaborou em diversos jornais com artigos que se destacam pela maneira elevada com que os assuntos são apresentados,…” da enciclopedia Tauromáquica 25€ 12. SILVA, A. C. Correia da (1960) Um boticário na História da expansão portuguesa no mundo. Porto. De 24x18cm. Com 24 págs. Brochado. 5€ 13. CORREIA, General J. Santos (1962) O Nove de Abril e a Primeira Grande Guerra. Lisboa: Liga dos Combatentes. De 24.5x17 cm. Com 47 págs + III ilustrações. Brochado. 8€ 14. GAMA, Eurico; BRÁSIO, António; FREITAS, Eugénio da Cunha e (1976) Roteiro dos Arquivos Municipais Portugueses: Elvas, Viana do Castelo, Vila do Conde. Lisboa: Academia Portuguesa da História. De 25.5x20cm. Com 180 págs. Ilustrado. Brochado 8€
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    15. GONÇALVES, J.Cardoso (1929) O Lapidario Del Rey D. Alfonso X El Sabio: Estudo deste Manuscrito iluminado do século XIII. Lisboa. Tiragem de 350 exemplares. De 27.5x20cm. Com 68 págs. Brochado. Exemplar numerado e rubricado pelo autor. Do índice: Capítulo I: A miniatura francesa no século XIII. A modalidade dos vidrais. A Arvore de Jessé. Fundos de ouro. Maneira como eram preparados. Novas regras na arte de iluminura. O Sentimento da natureza. Os anacronismos. Lecoy de la Marche. As fases da miniatura: 1ª fase hierática; 2ª fase naturalista. Suas características; Capitulo II: Afonso X – O Sábio: A sua dedicação aos estudos astronómicos. Os libros del Saber de Astronomia. D. Dinis, rei de Portugal. Os descobrimentos e navegações dos portugueses. A tradução do Lapidario. Descrição do Lapidario. A sua interpretação estética. Capítulo III: A provável origem francesa das miniaturas do Lapidario. 8€ 16. ROSA, Amorim (1960) De Tomar. Tomar: Edição da Comissão Central das Comemorações. De 21x15cm. Com 83 págs. Com ilustrações de Júlio Gil. Brochado. 5€ 17. COSTA, Alexandre De Carvalho (1950) Respigos Toponímicos e gentílicos: O Nome Portalegre: A origem dos nomes das freguesias rurais do concelho. Portalegre: edição da comissão executiva das comemorações do IV Centenário da cidade de Portalegre. De 24x17cm. Com 62 págs. Brochado. 5€ 18. PIMENTA, Alfredo (1940) Livro dos roubos q os franceses e vassalos del rej de frança fezeram aos Moradores desta Vila de Guimarães e seu Termo. Guimarães: Arquivo Municipal de Guimarães. Edição e prefácio de Alfredo Pimenta de um manuscrito que relata as malfeitorias dos piratas franceses assaltando navios e violentando populações do Norte de Portugal. 10€
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    19. SANTOS, MariaEmília Madeira; TORRÃO, Maria Manuel Ferraz (1993) Missões Religiosas e poder colonial no século XIX. Lisboa: Ministério da Planeamento e da administração do território; Secretaria de estado da ciência e tecnologia, Instituto de investigação cientifica tropical. De 30x22cm. Com 29 págs. Brochado. Maria Emília Madeira Santos Licenciada em História, Diretora do Centro de Estudos de História e Cartografia Antiga do Instituto de Investigação Científica Tropical, Lisboa, Portugal. Com mais de 80 publicações sobre a história das viagens portuguesas de exploração e de investigação em Angola. 5€ 20. MOURÃO, Ramiro (1941) Um Economista Duriense do século XVIII: Francisco Pereira Rebelo da Fonseca. Porto: edição do instituto do vinho do Porto. De 25x18.5cm. Com 27 págs. Brochado. [exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do autor] 6€ 21. GUEDES, Padre Baltazar (1951) Breve relação da fundação do Colégio dos Meninos Orfãos de N. S.ª da Graça, sito fora da Porta do Olival desta cidade do Porto, em a qual se contém tudo o que na fundação dele sucedeu. Porto: Câmara Municipal do Porto. De 25.5x19.5cm. Com 385 págs. Ilustrado. Por abrir. Brochado (capa apresenta ligeiras lacunas). 13€ 22. OLIVEIRA, Jorge de; SARANTOPOULOS, Panagiotis; BALASTEROS, Carmen (1997) Antas-Capelas e Capelas junto a antas no território Português. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16cm. Com 58 págs. Ilustrado. Brochado. Obra esgotada. Assumindo a intenção de reunirem um conjunto de informações dispersas sobre antas transformadas em templos cristãos e templos cristãos erigidos nas imediações de antas, os autores propuseram-se atualizar os níveis do conhecimento sobre esta matéria e descrever o estado em que se encontram os monumentos. A iniciativa é também um alerta para a importância dos vestígios e para o seu estado de degradação. 6€
  • 9.
    23. SANTOS, MariaEmília Madeira; TORRÃO, Maria Manuel Ferraz (1989) Subsídios para a história geral de Cabo Verde: A legitimidade da utilização de fontes escritas portuguesas através da análise de um documento do início do século XVI (Cabo Verde Ponto de Intercepção de dois circuitos comerciais). Lisboa: Instituto de investigação científica tropical. De 30x22cm. Com 29 págs. Brochado. Maria Manuel Ferraz Torrão – Investigadora Auxiliar do Instituto de Investigação Científica e tropical nas áreas de África atlântica; ilhas de Cabo Verde e costa da Guiné; ligação Europa-África-América; tráfico de escravos Cabo Verde/América Espanhola; história económica e social; história quantitativa; meios de pagamento e técnicas financeiras; história da alimentação e estudos nutricionais; sécs. XVI-XVII. 5€ 24. SILVA, Henrique Corrêa da (Paço d’ Arcos) (1931) Memórias de Guerra no Mar. Coimbra: Imprensa da Universidade. De 21.5x15cm. Com 287 págs. Brochado (lombada com lacuna). Do ìndice: Antes da campanha; Alto-Mar; Com a esquadra Inglesa; Defesa de S. Vicente; Para o conselho de Guerra; Caminho de Lisboa; Mar dos Açores; Monarquia do Norte. 6€ 25. CASTELO-BRANCO, Fernando (S/D) Esculturas de Lisboa. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa. De 17x12cm. Com 99 págs. Brochado. [exemplar com dedicatória e assinatura do autor] 7€ 26. QUARESMA, António Martins (1988) Apontamento histórico sobre Vila Nova de Milfontes. Vila Nova de Milfontes. De 23x16cm. Com 150 págs. Ilustrado. Brochado. [Possui dedicatória de oferta]. 6€
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    27. Boletim daBiblioteca Pública Municipal de Matosinhos. Matosinhos: Papelaria e Tipografia Leixões. Nº 22 – 1978. De 24.5x18.5cm. Com 160 págs. Ilustrado. Brochado. Do índice: De Matosinhos à Indonésia pelo Dr. António Silva Rego; Tribulações do Viajante nas Naus de Quinhentos por Elaine Sanceau; Arte importada e artistas estrangeiros nos portos entre Minho-e-Douro por Flávio Gonçalves; Contribuição dos descobrimentos Marítimos portugueses para o experimentalismo renascentista por Dr. Cruz Malpique; Certas Providências régias respeitantes à guarda da Costa do reino e ao comércio ultramarino, no séc de quinhentos pelo Dr. J. A. Pinto Ferreira; Os árabes e a nomenclatura Naval Portuguesa pelo Dr. José Pedro Machado; Uma família de Nautas – Os Picões de Miragaia pelo Conde de Campo-Bello; Algunas Creencias sobre el mar por Antonio Fraguas Fraguas; Contribucion al estudio de los gremios brigantinos – Las danzas de labradores y mareantes por Francisco Vales Villamarin; Os Camiños do Mara na historia da galicia por Francisco Fernandez del Riego. 7€ 28. PREVITÉ-ORTON, G. W. (1973) História da Idade Média. Lisboa: Editorial Presença. 7 livros encadernados em 4 vols. De 18.5x12 cm. Com 363 + 374 + 246 + 268 + 356 + 229 + 390 págs. Encadernação com gravação na lombada. 30€ 29. RODRIGUES, Vitor Luis Pinto Gaspar da Conceição (1989) A Guiné nas Cartas de Perdão (1463-1500). Lisboa: Instituto de investigação científica tropical. De 30x22cm. Com 18 págs. Brochado. Vítor Luís Pinto Gaspar da Conceição Rodrigues Investigador Auxiliar c/ Agregação do Instituto de Investigação Científica e tropical nas áreas de História da Expansão Portuguesa; História Militar. 5€
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    30. ABECASSIS, Fernando(2007) Um Diplomata da Regeneração: o 1º conde de villa Franca do Campo. Lisboa: Tribuna. De 23x15cm. Com 277 págs. Ilustrado. Brochado. D. Pedro da Costa de Sousa de Macedo, 1.º conde de Villa Franca do Campo, foi um cidadão influente no seu tempo. Influente pela sua instrução, erudição e cultura; influente pelos cargos políticos que ocupou, ainda muito novo, quer como deputado quer como governador civil, sucessivamente de Faro, Ponta Delgada e Porto, em condições particularmente difíceis numa época de constantes conflitos civis e levantamentos populares; influente como diplomata de fino trato e grande capacidade negocial; por fim, influente como escritor e investigador de história. Mas, talvez a revelação mais interessante que surge desta pesquisa biográfica e epistolar sobre o 1.º conde de Villa Franca do Campo seja a sua extraordinária e praticamente desconhecida missão a Madrid, em 1870. O duque de Saldanha, presidente do Conselho de Ministros da altura, tinha total confiança em D. Pedro da Costa, e encarregou-o de uma missão especialíssima: levar ao trono de Espanha o rei consorte e viúvo de Portugal, o príncipe Fernando de Saxe Coburgo Gotha, D. Fernando II. 8€ 31. ELOY, João (1938) Boémia Coimbra: A vida académica de Coimbra nos fins do século passado. Vila Nova de Famalicão: Minerva. De 18.5x12cm. Com 146 págs. Encadernado. Mantém capas de brochura. Do índice: Ao correr da pena; à vidado caloiro; as aulas; a mesada e os varios coeficientes de recomposição; A vida das repúblicas. A Caça ao feriado; Indumentária. Actos. Recitas; Protecções. Troupes. Latadas. A Alta e a Baixa; O Centenário da Sebenta; A manifestação a João de Deus. Visitas dos academicos. A Campanha Ferrão; A Campanha do nível e da formiga branca. Tipos de Coimbra antiga; O bom humor coimbrão de Lentes e estudantes. 17€ 32. ROSA, Augusto (1915) Recordações da Scena e de fóra da Scena. Lisboa: Livraria Ferreira. De 21x17cm. Com 363 págs. Encadernação inteira de pele com gravação a seco na lombada e a dourado na lombada. Mantém capas de brochura. Augusto Rosa, uma das figuras de maior relevo do teatro português, nasceu em 6 de 20€
  • 12.
    Fevereiro de 1852e estreou-se como actor, no teatro Baquet, do Porto, em 31 de Janeiro de 1872 e, nesse mesmo ano, em 5 de Dezembro, em Lisboa, no teatro do Gimnásio. [invulgar] 33. DIAS, Joaquim Cardoso (org) (2007) Dez Cartas para Al Berto. Dez Cartas de Al Berto. Vila Nova de Famalicão: edições quasi. 1ª edição. De 23.5x13cm. Com 111 págs. . Brochado. Contém o fac-símile e transcrição de dez cartas. Entre as “quase duas centenas de cartas, postais, poemas, textos, recados, convites, confidências, desabafos, conselhos e tanta solidão”, o organizador escolheu uma dezena de missivas, de modo a apresentar “uma espécie de microbiografia” do autor, embora tendo o cuidado de seleccionar textos que não revelassem ou expusessem “entidades, acontecimentos ou situações susceptíveis de ferir ou desnudar atitudes, ressentimentos e interesses que se referem à vida privada de pessoas que conviveram com Al Berto”. Convidou ainda dez escritores (Alexandre Nave, Fernando Pinto do Amaral, Francisco José Viegas, José Agostinho Baptista, José Luís Peixoto, Luís Quintais, Nuno Artur Silva, Nuno Júdice, Tiago Torres Silva e Vasco Graça Moura) que aceitassem homenagear o poeta, comentando ou escrevendo a partir de cada uma das cartas, os quais produziram textos com género, intensidade e interesse muitos diferentes. Quem deseje conhecer um pouco melhor a verdadeira face do poeta tem neste livro documentos indispensáveis. 8.5€ 34. BESSA-LUÍS, Agustina (1998) O Comum dos mortais. Lisboa: Guimarães editores. 1ª Edição. De 20.5x14.5cm. Com 366 págs. Brochado. 12€
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    35. BESSA-LUÍS, Agustina(2008) Camilo: Génio e Figura. Lisboa: Casa das Letras. 1ª Edição. De 23x15cm. Com 182 págs. Brochado. Um dos grandes romancistas portugueses observado, com extrema agudeza, pela maior escritora do nosso tempo. Há uma curiosa intimidade de relações e influências entre Camilo Castelo Branco e Agustina Bessa-Luís. Este livro é uma prova disso. Agustina Bessa-Luís tem uma devoção particular por Camilo Castelo Branco. A sua escrita, senão mesmo a sua concepção romanesca, deriva da camiliana. E o seu fascínio estende-se para além do romancista, indo ao encontro do homem: Camilo teve uma vida atribulada, passional e impulsiva. Uma vida tipicamente romântica. Ao vasto panorama das obras sobre o autor do Amor de Perdição, soma-se agora este novo livro de Agustina Bessa-Luís. Camilo como autor e Camilo como personagem, um dos grandes romancistas portugueses observado, aliás com extrema agudeza, pela maior escritora do nosso tempo. Camilo por Agustina. 8.5€ 36. VERDON, Jean (1998) O Prazer na Idade Média. Lisboa: Difusão cultural. De 23x15cm. Com 179 págs. Brochado. 7€ 37. Thomaz, Luis Filipe (1989) Le Portugal et L’Afrique ao siècle: Les debuts de l’Expansion. Lisboa: Instituto de investigação científica tropical. De 30x22cm. Com 101 págs. Brochado. 5€ 38. TORGA, Miguel (1962) Câmara Ardente. Poemas. Coimbra: edição de autor. 1ª Edição. De 19.5x14cm. Com 86 págs. Brochado. Contém ex-libris colado. Não sei quantos seremos, mas qu'importa?! um só que fosse e já valia a pena. Aqui,no mundo, alguém que se condena A não ser conivente Na farsa do presente Posta em cena! 14€
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    39. TORGA, Miguel(1962) Camões. Coimbra. 1ª Edição. De 21x19.5cm. Com 19 págs. Brochado. 6€ 40. Pélissier, René (1979) Le Naufrage des Caravelles: Etudes sur la fin de L’Empire Portugais (1961 – 1975). Orgeval: Pélissier. De 23.5x16cm Com 295 págs. Encadernação de capa dura, mantém capas de brochura. René Pélissier historiador francês, especialista de história colonial e militar de Portugal. É um dos mais importantes historiadores estrangeiros sobre a colonização portuguesa. 13€ 41. BRASIL, Américo (1986) Corrupção e incompetência no cartório da Nobreza. Porto: Athena editora. De 23x16cm. Com 97 págs. Ilustrado. Brochado. [invulgar] 8€ 42. RIBAS, Tomaz (2004) O Trajo regional em Portugal. Lisboa: Edições Difel. De 29x25 cm. Com 245 págs. Ilustrado. Encadernado com sobrecapa policromada. [exemplar novo] “Tratando-se de uma «viagem através dos modos como o povo português outrora trajava» e de um álbum de belíssimas imagens, O Trajo Regional em Portugal é uma obra de consulta obrigatória para quem procura descobrir, conhecer e amar um dos mais aliciantes e originais aspetos da complexa individualidade e poderosa personalidade do povo português.” 14€
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    43. LISBOA, MárioEurico (2009) O Solar do Morgado da Alagoa: Os irmãos Cruz e os significados de um património construído segunda metade do século XVIII. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16cm. Com 238 págs. Ilustrado. Brochado. [dissertação de mestrado] “Para o estudo deste imóvel é fundamental revelar o passado dos seus fundadores, integrados numa teia de relações familiares: a família Cruz. Será na compreensão dos percursos e vivências desta família que procuraremos os significados atribuíveis ao solar. Dividido em três capítulos, este trabalho aborda a família Cruz sob duas perspectivas - a esfera familiar - "de oficiais mecânicos a fidalgos da Casa Real", tratando a sua genealogia e na esfera do público, político, económico e social, referindo a participação nas Companhias Pombalinas, Junta do Comércio, Real Fábrica das Sedas e Erário Régio e, finalmente, a formação da Quinta Nova ou Quinta de Santo António, sua arquitectura, decoração e jardins envolventes. 8€ 44. GUERRA, Maria Luísa (2003) Fado Alma de um Povo. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da moeda. De 24x15cm. Com 192 págs. Brochado. A numerosa bibliografia existente sobre a História do Fado foi alargada com mais esta publicação com achegas para a contextualização do conhecimento dos seus antecedentes e características. A obra apresenta letras de numerosos fados. 9€ 45. BILLÉ, Philippe; CASTRO, Xavier de (2006) Le Naufrage du Santiago sur les «Banes de la Juive» (Bassas da India, 1585). Chandeigne. De 23x16cm. Com 189 págs. Brochado. 5€
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    46. Almada: OEscritor, O ilustrador. Lisboa: Presidência do Conselho de Ministros, Secretaria de Estado da Cultura, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, 1993. 1ª [e única] edição. Tiragem de 1000 exemplares. De 23,5x16,5 cm. Com 352- [4] págs. Ilustrado. Brochado. Retrata a presente obra com todo o rigor o escritor e ilustrador que foi Almada Negreiros. Enriquecida com textos de João Rui de Sousa, Maria Teresa Arsénio Nunes, Vasco de Castro e António Pedro Vicente. A obra apresenta ainda manuscritos do espólio de Almada na posse da sua família, as bibliografias passiva e activa, um cartaz e dois desenhos únicos na posse da BNP. É também publicado umpoema inédito" Aconteceu-me". [já raro] 25€ 47. LIMA, J. A. Pires de (1947) Ao correr do Tempo. Porto: edição da revista actualidades literárias. De 19.5x13cm. Com 252 págs. Brochado. Exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do autor. Do índice: Cortejo fúnebre: António de Azevedo Maia; Sousa Oliveira; João Monteiro de Meyra; Roberto Frias; Maximiano Lemos; Ilídio do Vale; Tiago de Almeida; Ricardo Jorge; Leite de Vasconcelos; José Caldas; Recordações: Froilano de Melo; Camilo e os médicos; No centenário da Universidade de Coimbra; No congresso de Ciências da População; O Santo Missionário João de Brito; A Ti’Maria Caldas; Troças académicas; trabalhadores portugueses em França; 10€ 48. CRUZ, Manuel Braga da (org) (2004) Correspondência de Santos Costa 1936-1982. Lisboa: Verbo. De 23x15.5cm. Com 447 págs. Brochado. Correspondência com Salazar, Marcelo Caetano, Humberto Delgado, Eisenhower, Azeredo Perdigão, Gonçalves Cerejeira e muitas outras personalidades. 8€
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    O general FernandoSantos Costa foi um dos mais estreitos colaboradores de Salazar e um dos mais longevos ministros dos seus governos. Ao longo dos 22 anos em que esteve no Governo, onde ocupou os cargos de subsecretário de Estado da Guerra e de ministro da Guerra e da Defesa, foi a figura mais importante do regime junto do Presidente do Conselho de Ministros. A documentação que se reúne nesta obra, com prefácio de Manuel Braga da Cruz, contribuirá seguramente para uma maior compreensão da personalidade de Santos Costa e das suas ideias e orientações políticas. 49. IBAÑEZ, V. Blasco (1969) Obras Completas. Madrid: Aguilar. De 18x14cm. Com 1658 + 1778 + 1765 págs. 3 vols. Encadernação inteira de pele (editor). Edição de papel bíblia. [peça de coleção] 25€ 50. RODRIGUES, Urbano Tavares [1967] Bastardos do Sol. Lisboa: Livraria Bertrand. 2ª edição revista com um estudo de Luiz Francisco Rebello. De 19x12.5cm. Com 163 págs. Brochado. [exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do autor] 8€ 51. KAZANTZAKI, Nikos (1957) Cristo Recrucificado. Lisboa: editora Ulisseia. De 18.5x13cm. Com 450 págs. Encadernação meia francesa com gravação na lombada. Níkos Kazantzákis, (Iráklio, 8 de fevereiro de 1883 — Friburgo, 26 de outubro de 1957) foi um escritor, poeta e pensador grego. Comumente considerado o mais importante escritor e filósofo grego do século XX, tornou-se mundialmente conhecido depois que, em 1964, Michael Cacoyannis fez de sua novela Zorba, o Grego um filme. É também o autor grego contemporâneo mais traduzido. 5€
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    52. TORRES, Amadeu(1982) Noese e Crise na Epistolografia latina Goisiana. I As Cartas Latinas de Damião de Góis. Introdução, Texto crítico e versão. Prefácio de José V. de Pina Martins. II Damião de Góis na Mundividência do Renascimento: Análise Ideológica, estético-linguística, apêndice diplomática. Paris: Fundação Calouste Gulbenkian; Centro Cultural Português. De 25x23cm. Com 450 págs + 376 págs. Brochado 20€ 53. RIBEIRO, Deolinda Margarida (1947) Acção da rainha D. Leonor: na vida portuguesa. Lisboa: Edições Gama. De 21.5x14cm. Com 151 págs. Brochado. Do índice: A infanta; A mulher do principe Perfeito; A viúva do príncipe Perfeito: Na assistência; nas letras; nas artes; […] 5€ 54. BOURBON, Léon (1993) La Compagnie de Jésus et le Japon 1547-1570. Paris: Centre Culturel Portugais; De la Fondation Calouste Gulbenkian; Commission Nationale Pour les Commemorations des decouvertes portugaises. De. Com 723 págs. Texto em Francês. Brochado com sobrecapa. 14€ 55. MALHÃO-PEREIRA, Cristina (2007) Venturas e aventuras em África: Bissau, Guiné 1969-1970; Inhambane, Moçambique 1971-1975. Lisboa: Editora civilização. De 23.5x15.5cm. Com 343 págs. Ilustrado. Brochado. Cristina Malhão-Pereira propõe uma viagem por Bissau, na Guiné, e Inhambane, em Moçambique, narrando as suas venturas e aventuras nas terras de África. Cristina Malhão-Pereira nasceu em 1945. Apesar de ter leccionado em Inhambane - 9€
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    Moçambique - eCascais, quando se lhe pergunta a profissão, responde, convicta, MÃE, e, recentemente, AVÓ. Sendo casada com um oficial da Marinha, aproveitou os quatro anos em que o marido comandou o navio-escola Sagres para visitar todos os portos em que o barco acostou. O seu primeiro livro, Venturas e Aventuras da Família de Um Marinheiro, suscitou elogiosas críticas, sendo mencionado por 39 revistas e jornais. Também por essa data, por quatro vezes, foi a autora entrevistada em diferentes programas televisivos. Mas nada disso travou esta avó, viajante intrépida, que, desde 2000, escreve uma média de duas crónicas mensais, algumas de várias páginas, publicadas quer em Portugal, quer nos EUA. Cristina Malhão-Pereira poderá ser classificada como uma turista profissional. Não só porque adora viajar, como também, e isso é notório, porque o faz com paixão e de uma forma quase científica. A autora tem uma forma peculiar de fazer as suas descrições. Lê-la é ver fotografias dos locais mencionados. 56. REI, António (2008) Memória de espaços e espaços de memória: De Al-Râzi a D. Pedro de Barcelos. Lisboa: Edições Colibri. De 23x15.5cm. Com 190 págs. Brochado. “Esta obra, em seu momento constituiu a nossa Dissertação de Mestrado apresentada à FCSH da UNL, em Julho de 2002. Após contacto de vários anos com fontes geográficas árabes, levantaramse- nos muitas dúvidas sobre se o que está no apartado geográfico das Crónicas medievais Crónica do Mouro Rasis e Crónica Geral de Espanha de 1344 teria vindo de um texto de al- Râzî, ou de outra fonte que não aquela. Quisemos também reconstituir o processo histórico que levou a que aquela tradução tivesse tido lugar. E nesse processo foi de vital importância o papel dos Senhores de Aboim-Portel, João Peres e Pêro Eanes.” 5€ 57. LOIOLA, Santo Inácio de (1975) Constituições da Companhia de Jesus. Lisboa. De 20.5x13.5cm. Com 239 págs. Encadernado. 5€ 58. MOTTA, Alfredo (1969) Um Poveiro na Biblioteca da Marinha: Francisco Gomes de Amorim. Póvoa do Varzim. De 23.5x16.5cm. Com 15 págs. Brochado. [valorizado com dedicatória e assinatura do autor] 5€
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    59. Revista deHistória das Ideias - A Cultura da Nobreza. Lisboa: Instituto de História e Teoria das Ideias; Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. De 23x16cm. Com 611 págs. Brochado. Do índice: Perspectivas actuais sobre a nobreza medieval portuguesa por José Mattoso; Torres, casas-torres ou casas-fortes: a concepção do espaço de habitação da pequena e média nobreza na Baixa Idade Média (séc. XII-XV) por Mário Jorge Barroca; História de uma despossessão. A nobreza e os primeiros textos em galego-português por António Resende De Oliveira; Testamentária nobiliárquica (Séc. XIII). Morte e sobrevivência da linhagem por Leontina Ventura; A nobreza no "Discurso medieval da Confissão" (Séc. XIII e XIV) por José Antunes; Os nobres e o poder de Deus por Teresa Amado; A cultura militar da nobreza cortesã portuguesa da primeira metade de quatrocentos. Fontes e modelos literários por João Gouveia Monteiro; Cultura jurídica e poder social: a estruturação linhagística da nobreza portuguesa pela manipulação dos impedimentos canónicos de parentesco (1455-1520) por Maria De Lurdes Rosa; Estratégias de distinção e poder social: a Casa de Bragança (1496-1640) por Mafalda Soares da Cunha; A educação de príncipes e niños generosos . Um modelo quinhentista peninsular por Ana Isabel Buescu; O "ethos" da aristocracia portuguesa sob a dinastia de Bragança. Algumas notas sobre a Casa e o Serviço ao Rei por Nuno Gonçalo Monteiro; Nobreza e arquétipo fidalgo. A propósito do livro de matrículas de filhamentos (1641-1724) por Sérgio Cunha Soares; Breves considerações sobre jograis e cultura urbana na Coimbra medieval por Saul A. Gomes; Os historiadores, o mecenato e o clientelismo. Autonomia e dependência (1700-1750) por Isabel Ferreira Mota; A Deputação Permanente e o Conselho de Estado. Espanha (1812) e Portugal (1822) por Ema Batista; Constitucionalismo e modernidade por António da Silva Pereira; O Grand Tour de um príncipe do século XIX. As viagens de D. Pedro V à Europa em 1854 e 1855 por Filipa Vicente; A contribuição portuguesa para a construção da sociedade brasileira por Ruth M. Chittó Gauer; Jornadas de História das Ideias; José Sebastião da Silva Dias;… 10€
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    60. SEQUEIRA, Gustavode Matos (1925) Relação de Vários Casos Notáveis e Curiosos Sucedidos em tempo na cidade de Lisboa e em outras terras de Portugal. Coimbra: Imprensa da Universidade. De 23x17cm. Com 264 págs. Brochado. Por abrir. (com ligeira lacuna na contracapa) Índice: A devoção do Menino Jesus; Aeronautas e balões; etreiros célebres; Cupido em Odivelas; A ilha Encoberta; Os Santos Mártires de Lisboa; Os sinos de D. João V; Monstros e outras raridades; Freiras em armas. [invulgar] 15€ 61. LUZIA, Ângela; MAGALHÃES, Isabel; TORRES, Claúdio (1984) Mantas Tradicionais do Baixo Alentejo. Mértola: Campo Arqueológico de Mértola. Caderno nº 1. De 23x15.5cm. Com 62 págs. Ilustrado. Brochado. 6€ 62. A companhia de Jesus e a Missionação no Oriente. Lisboa: Fundação Oriente. Brotéria Revista de Cultura. Tiragem de 750 exemplares. Com 478 págs. Brochado. Capítulos: A fundação da Companhia de Jesus e o seu enquadramento; Ensino e métodos missionários: uma visão comparado; A vida económica na companhia de Jesus e as suas relações institucionais com o poder político; o papel da Companhia de Jesus no intercâmbio científico entre a europa e o extremo Oriente; A companhia de Jesus e a arte; as fontes jesuíticas. 10€ 63. BANDEIRA, Luis Stubbs Saldanha Monteiro (1963) Panorâmicas do Porto e da Foz na Armaria de Vila Viçosa. Lisboa: Gabinete de estudos heráldicos e genealógicos. De 25x18cm. Ilustrado. Brochado. [tiragem numerada - exemplar nº 13] 8€
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    64. CASTRO, Eugéniode (1931) As capelas sepulcrais da Igreja do Carmo, de Coimbra. Coimbra: Coimbra editora. De 26.5x19cm. Com 62 págs. Ilustrado. Brochado (capa moderna). Possui assinatura de posse. 7€ 65. PINTO, Sérgio da Silva (1968) Breves Notas sobre Presúrias do Século IX na Terra Portugalense a respeito de Vímara Peres. Porto. De 24.5x18.5cm. Com 21 págs. Ilustrado. 5€ 66. AGUIAR, António de (1962). A genealogia iluminada do Infante Dom Fernando por António de Holanda e Simão Bening: um estudo histórico e crítico. Lisboa. De 30x23 cm. Com 218 págs. Brochado. Profusamente ilustrado com fac-similes, diagramas genealógicos e reproduções iconográficas. Obra sobre as páginas finamente iluminadas por uma oficina flamenga com o propósito inacabado de mostrar a união das Casas Reais portuguesa e espanhola, na pessoa do Infante Dom Fernando antepassado de D. Manuel e igualmente descendente do Conde Dom Henrique e de seu pai o Rei Santo Estevão da Hungria. [já raro] Tiragem de 450 exemplares numerados e assinado pelo autor. Exemplar nº 291 38€ 67. LOPES, Luís (2000) Relação da Viagem do Socorro que o mestre de Campo D. Diogo Lobo levantou nas ilhas dos Açores (1639). Introdução, transição e notas por Isabel. Évora: Direção Regional da Cultura dos Açores/Arquivo Distrital de Évora. De 25x23cm. Com 165 págs. Brochado. Ilustrado. Obra inédita do Padre Jesuíta Luís Lopes, aquando da travessia do Atlântico rumo ao Brasil em 1639. 7€
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    68. FERREIRA, LuísVelloso (2000) Antigas casas e Famílias do Concelho da Póvoa de Lanhoso: Subsídios histórico- genealógicos I Casa das Agras (Ferreira de Melo). Porto: Livraria Esquina. 1ª Edição. De 30x21cm. Com 52 págs. Edição de esmerado apuro gráfico. Ilustrada. Brochado. [tiragem de 300 exemplares. exemplar nº 172] 9€ 69. FERREIRA, Luís Velloso (2001) Antigas casas e Famílias do Concelho da Póvoa de Lanhoso: Subsídios histórico- genealógicos II Casa do Penedo (Mota Vieira). Porto: Livraria Esquina. 1ª Edição. De 30x21cm. Com 45 págs. Edição de esmerado apuro gráfico. Ilustrada. Brochado. [tiragem de 300 exemplares. exemplar nº 138] 9€ 70. REYCEND, João Baptista (1781) O Sacrossanto, e ecuménico Concilio de Trento em Latim, e portuguez. Lisboa: Na officina Patriarc. De Francisco Luiz Ameno. 1ª Edição. 2 vols. De 15x10cm. Com 415 págs + 636 págs. Encadernação da época com gravação na lombada. Possui duas assinaturas de posse e um de marca de posse. Edicao bilingue, em Latim e Portugues de todas as sessoes de um dos mais importantes Concilios Ecumenicos da historia da Igreja Catolica. [muito invulgar] 49€ 71. O Tripeiro: Do Porto pelo Porto. Revista de divulgação e Cultura. Série V de 1945 a 1956. 11vols. De 32x23.5cm. Encadernação modesta mas em bom estado. «O Tripeiro», propriedade da Associação Comercial do Porto, é uma revista de culto e tradição, com preocupações de natureza literária e que guarda a memória colectiva da nossa comunidade. Cultivando a identidade Portuense, recorda-nos o Porto que fomos, para que o preservemos, mostra-nos o Porto que somos, para que o sintamos, e ajuda-nos a antever o Porto que seremos, para que o possamos prevenir. 110€
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    72. PIMENTEL, Alberto(1877) O Capote do SNR. Braz. Porto/Braga: Livraria Internacional de Ernestro Chardron. Com 226 págs. De 19x12cm. 1ª Edição. Encadernação inteira de sintético com gravação a ouro na lombada. Mantém as capas de brochura. 16€ 73. PÉLISSIER, René (1979) Africana: Bibliographies sur l’ afrique Luso-hispanophone (1800-1980). France: Editions Pelissier. Com 255 págs. De 23.5x16cm. Brochado. René Pélissier historiador francês, especialista de história colonial e militar de Portugal. É um dos mais importantes historiadores estrangeiros sobre a colonização portuguesa. 8€ 74. RIBEIRO, Manuel (1925) A Catedral. Lisboa: Livraria Renascença J. Cardoso. Edição Especial ilustrada por Alfredo Candido. Com 533 págs. De 27x20cm. 5ª Edição. Brochado. [com ligeiro desgaste exterior] Tiragem especial limitada a 1000 exemplares numerados e rubricados pelo autor cabendo a este exemplar o número 926. Contém desenhos da Sé de Lisboa. A Catedral foi primeiro dos volumes da conhecida trilogia social de Manuel Ribeiro e atinge em 1923 nove mil exemplares de tiragem cifra exemplar tendo em conta o número de leitores à época. 9€ 75. GONZAGA, Norberto (1965) Angola: pequena monografia. Lisboa: AGU. Com 286 págs. De 22x15.5cm. Brochado. (quatro páginas com manchas de acidez). 8€
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    76. PÉLISSIER, René(1979) Explorar. Voyages en Angola et autres lieux incertains. France: Editions Pelissier. Com 255 págs. De 23.5x16cm. Encadernação de capa dura, mantém sobrecapas. René Pélissier historiador francês, especialista de história colonial e militar de Portugal e na história dos países latino-americanos e lusófonos da África, da Ásia e da Oceania nos séculos XIX e XX. É um dos mais importantes historiadores estrangeiros sobre a colonização portuguesa. 10€ 77. RIBEIRO, Manuel (S/D) O Deserto. Lisboa: Guimarães & C. - depositarios. 3ª Edição. Edição Especial ilustrada por Alfredo Candido. Com 269 págs. De 27x20cm.Brochado (capa com assinatura). Por abrir. Tiragem especial limitada a 1000 exemplares numerados e rubricados pelo autor cabendo a este exemplar o número 61. Contém fotografias do mosteiro de Burgos, da Cartuxa de Évora,… O segundo da trilogia social de Manuel Ribeiro, O Deserto, escrito entre Outubro de 1921 e Março de 1922, em menos de duas décadas atinge quatro edições, totalizando quinze mil exemplares, cifra significativa se atender à natureza da obra e ao universo dos leitores. 9€ 78. RIBEIRO, Manuel (S/D) O Deserto. Lisboa: Guimarães & C. - depositarios. 3ª Edição. Edição Especial ilustrada por Alfredo Candido. Com 269 págs. De 27x20cm.Brochado (capa com ligeiras manchas). Por abrir. Tiragem especial limitada a 1000 exemplares numerados e rubricados pelo autor cabendo a este exemplar o número 146. Contém fotografias do mosteiro de Burgos, da Cartuxa de Évora,… 8.5€
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    79. SANT’ANNA, Dionísio(1993) Guia de Portugal: tomo I: Beira: Beira Litoral. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Com 624 págs. De 17x11.5cm. Encadernação do editor com gravação na lombada e na pasta. Excelente exemplar. 8€ 80. SANT’ANNA, Dionísio (1994) Guia de Portugal: tomo 1: Entre Douro e Minho: Douro Litoral. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Com 703 págs. De 17x11.5cm. Encadernação do editor com gravação na lombada e na pasta. Exemplar novo. 8€ 81. BARBOSA, Jerónimo Soares (2005) Gramática Filosófica da Língua portuguesa (1822) Edição anastática, comentário e notas críticas de Amadeu Torres. Com 515 págs. Brochado. Pe. Jerônimo Soares Barbosa (1737-1816), filólogo português educado no seminário episcopal de Coimbra, ordenado presbítero em 1762, bacharelou- se em Direito Canônico. Foi professor de Retórica e Poética (Colégio das Artes da Universidade). O modelo de descrição do português por ele apresentado foi considerado por João Malaca Casteleiro como um dos melhores modelos de descrição gramatical existentes sobre o português. (Casteleiro, 1980, p.103). 10€ 82. DIAS, Pedro [dir.] (1990) A iluminura nos descobrimentos. Porto; Lisboa: Figueirinhas. Tiragem de 1000 exemplares. De 30x21cm. Com 50 págs. Brochado. Ilustrado. Contém: Breves considerações sobre a iluminura no período dos descobrimentos por Francisco de Macedo. 6€
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    83. Boletim daBiblioteca Pública Municipal de Matosinhos. Matosinhos: Papelaria e Tipografia Leixões. Nº 23 – 1979. De 24.5x18.5cm. Com 202 págs. Ilustrado. Brochado. Do ìndice: Uniformes militares representados em Três ex-votos do Santuário do Senhor de Matosinhos pelo Dr. Carlos Manuel da Silva Lopes; Algunas cantigas del mar por António Fraguas Fraguas; Portugal, iniciador da cultura atlântica e precursor da cultura ecuménica pelo Dr. Cruz Malpique; Os Sabeler, uma família de pescadores de Matosinhos pelo Dr. Agostinho Isidoro; Cuentos Marineros por Gustav Heningsen; A Tiragem da areia na zona marítima de Labruje por Horário Marçal; Os Caminhos do Mar, factores primordiais da civilização Ibérica por Mário Cardoso; Aspectos populares da Antiga Romaria de S. Bartolomeu em Leça, Matosinhos e Praias Nortenhas por Guilherme Felgueiras; O Mar e a saudade por Sebastián Martinez-Risco Maciás; Vellas Artes de Pesca no rio Miño por Joaquin Lorenzo Fernández; Gigantes de cortejo em Matosinhos por Arnaldo de Mariz Rozeira;… 7€ 84. RELVAS, Eunice; BRAGA, Pedro Bebiano (1991) Coretos em Lisboa. Lisboa: Editorial Fragmentos. Com 174 págs. De 30x23.5cm. Encadernação do editor em tela. Com sobrecapa. Este estudo sobre os coretos é baseado numa investigação histórica-artística exaustiva, trará ao leitor não só a história dos coretos existentes, mas a surpresa da descoberta de outros coretos – volantes, projetados e demolidos. Este livro é um contributo para a preservação da memória/história da Cidade. 15€ 85. Voyage: Dans les deltas du gange et de l’irraquaddy 1521: Presente et edite par Genevieve Bouchon et Luis Filipe Thomaz. Paris: Fondation Calouste Gulbenkian/Centre culturel Portugais. Com 472 págs. Brochado. Voyage: Dans les deltas du gange et de l’irraquaddy 1521: Presente et edite par Genevieve Bouchon et Luis Filipe Thomaz. Paris: Fondation Calouste Gulbenkian/Centre culturel Portugais. Com 472 págs. Brochado. 5€
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    86. GARCIA, José Manuel(Coord.) (2008) Lisboa do século XVII. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa. Tiragem de 1000 exemplares. Com 120 págs. De 23x25cm. Livro oblongo. Profusamente ilustrado. Brochado. Índice: O Padre António Vieira e Lisboa; Iconografia da Lisboa seiscentista; Livros do século XVII sobre Lisboa; Cartografia de Lisboa no século XVII. 13€ 87. COSTA, M. Gonçalves Da (1977-1992) História do Bispado e Cidade de Lamego. Lamego: [s.n.] 6 Volumes. Com 683 + 633 + 713 + 701 + 719 + 795 págs. De 24.5x16.5cm. Encadernação inteira de pele com gravações a dourado nas pastas e lombada. [vol. Nº II – encadernação com ligeiro erro no dourado da numeração e, miolo de cor diferente; vol. I – miolo cor diferente] Vol. I – Idade Média: A Mitra e o Município; Vol. II – Idade Média: Paróquias e Conventos; Vol. III – Renascimento (I); Vol. IV – Renascimento (II); Vol. V – Barroco (I); Vol. VI – Barroco (II). [tiragem muito limitada. Já rara]. 95€ 88. Boletim da Associação Cultural Amigos do Porto. Nº 5 segunda série 1975. Tiragem de 400 exemplares. De 23.5x18.5cm. Com 100 págs. Brochado. Do índice: Perfil Literário e Histórico do Rio Douro por Cruz Malpique; Os Sinos da Avé-Maria por Pinho da Silva; Que é o Porto por Horácio Marçal; Sepulturas Medievais da Sé do Porto por Eugénio de Andreia da Cunha e Freitas; Dois portuenses reprovados em Coimbra (Amadeu de Vasconcelos – António Nobre) Por António Gomes de Sousa; […] 5€
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    89. VEIGA, Estácioda (1996) Antiguidades de Mafra. Mafra: Mar de Letras editora. De 26x19cm. Com 115 + 35 págs. Ilustrado. Brochado. Com estudo introdutório Victor Gonçalves e Ana Catarina Sousa: Estácio da Veiga: um arqueólogo pioneiro; Estácio da Veiga em Mafra; As antiguidades de Mafra no seu tempo; o neolítico de Mafra segundo Estácio da Veiga; A ocupação romana nas Antiguidades de Mafra; vestígios medievais em Mafra; Arqueologia de Mafra. Edição contém ainda a obra fac-similada “Antiguidades de Mafra ou relação archeologica dos característicos relativos aos povos que senhorearam aquelle território antes da instituição da monarchia portugueza,… de 1879” 6€ 90. BESSA-LUÍS, Agustina (1982) Longos Dias Têm Cem Anos Presença de Vieira da Silva. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda. 1ª Edição. De 23.5x17cm. Com 116 págs. Ilustrado. Brochado. Excerto "A minha vida tem sido até hoje aparentemente simples. Nunca tive verdadeiros conflitos interiores, mas só dúvidas, hesitações. "Conhece o Arpad. Conhece os meus interiores de casa, o meu vestir e andar, as palavras, os gatos. A Agustina, com a sua imaginação, poderá descobrir, inventar, melhor do que eu lhe possa dizer, aquela que eu sou. "E depois, entre todas as contradições, se houver alguma que não esteja certa, eu, então, digo: Isso não. E a Agustina, com os restos de aquela que eu não sou, ainda pode criar a irmã que não tive." (De uma carta de Vieira da Silva para Agustina Bessa-Luís) 16€ 91. SOUSA, Ernesto de (texto) [1971] Maternidade - 26 desenhos de Almada Negreiros. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda. De 23.5x17cm. Com 31 págs + ilustrações extra-texto. Ilustrado com a reprodução de 26 desenhos de Almada. Brochado. [esgotado - procurado] 12€
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    92. SEGURADO, Jorge(1982) Mário Eloy: Pinturas e desenhos. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda. 1ª Edição. De 23.5x17cm. Com 79 págs + ilustrações extra-texto. Ilustrado com a reprodução de 93 trabalhos do artista a negro e a cores. Brochado. 9€ 93. SOUZA-CARDOSO, Amadeu; FLAUBERT, Gustave (2006) La Légende de Saint Julien L' Hospitalier. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. De 27x22cm. Com 400 págs. Profusamente ilustrado. Encadernação de capa dura. Edição de luxo. O volume que agora se apresenta corresponde à edição de luxo do livro "A Lenda de São Julião Hospitaleiro". Para além das maiores dimensões e da luxuosidade da encadernação, merece destaque o ens aio da Doutora Maria Filomena Molder, maior e mais exaustivo relativamente à versão apresentada na edição normal. «Amadeo de Souza Cardoso copiou a pincel e ilustrou La Légende de Saint Julien l’Hospitalier, na versão original, durante a sua estadia na Bretanha no Verão de 1912 (muito provavelmente concluído em Paris), ano de uma fertilidade imensa para o pintor. Trata-se de um «exemplar único-original», o que Amadeo faz questão de sublinhar na última página do pequeno álbum 12 Reproductions, publicado por ocasião das suas exposições de 1916 no Porto e em Lisboa, onde essa referência à obra figura ao lado do anúncio dos últimos exemplares disponíveis dos XX Dessins.» 20€ 94. POMAR, Júlio (1986) Da Cegueira dos Pintores. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda. De 23.5x17cm. Com 131 págs. Brochado. Magnifico conjunto de ensaios sobre a arte e a crição, pelo Mestre Júlio Pomar. [esgotado] 9€
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    95. FERRAZ, CarlosVale (2008) Nó Cego. Lisboa: Casa das Letras. De 23x14cm. Com 378 págs. Brochado. “Nó Cego é hoje um clássico da literatura portuguesa. É objecto de estudo e de atenção nos meios universitários, mas é, continua a ser, antes de tudo, um grande e poderoso romance dos nossos dias. É um romance essencial para as atuais gerações de portugueses viverem o período crucial da nossa História que foram os anos da guerra e o fim do regime de ditadura, mas é-o também para conhecer os dramas, as angústias, as alegrias e as tristezas duma geração que fez a guerra e que a terminou, duma geração de portugueses que abriram Portugal à modernidade. Nó Cego transformou-se num romance de culto duma geração que esteve envolvida na guerra colonial e que, a partir dela, entrou em ruptura com o regime português de ditadura. Carlos Vaz Ferraz fez, nesta edição, uma profunda revisão. Mantendo a estrutura da obra, tornou a narrativa mais intensa, com uma linguagem mais depurada, com as situações mais definidas na sua complexidade. Um texto onde o leitor se sinta melhor situado dentro da acção. E é assim que Nó Cego participa simultaneamente do documento e do monumento, do poderoso testemunho e da excelente literatura.” 9€ 96. Dias, Maria Manuela Alves; Gaspar, Catarina Isabel Sousa (2006) Catálogo das Inscrições Paleocristãs do território Português. Lisboa: Centro de Estudos Clássicos/faculdade de Letras de Lisboa. Com 303 págs. Brochado. Trata-se da primeira publicação sistematizada e organizada da epigrafia paleocristã do actual território português. O livro contém a transcrição e tradução de cada inscrição. As inscruições paleocristãs do território português são em latim, naturalmente, mas também em grego e em quantidade significativa. 9€
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    97. ARAÚJO, Nobertode (1992 – 1994) Peregrinações em Lisboa. Lisboa: Veja. De 23x15cm. 15 vols. Brochado. [obra Completa] “A par da relevante carreira jornalística e da ampla obra literária, Norberto de Sousa é conhecido hoje especialmente como um olisipógrafo erudito, tendo-lhe concedido o munícipio de Lisboa a medalha de ouro da cidade. Autor do Inventário de Lisboa, 1944/1955 (concluído por D. Pires de Lima), das "Legendas de Lisboa" e das "Peregrinações de Lisboa", esta obra é a mais consultada. É de assinalar o extenso e profundo conhecimento que Norberto de Sousa tinha das fontes e dos estudos esclarecedores do passado de Lisboa, que o dá ensejo a descrições extensas das ruas, palácios e monumentos, templos, instituições e dos mais diversos episódios da vida citadina lisboeta.” 59€ 98. TEIXEIRA DE ARAGÃO. (A. C.) [1964]. Descripção Geral E Historica Das Moedas Cunhadas Em Nome Dos Reis, Regentes E Governadores De Portugal Por… *2ª edição fac- simile]. Porto: Livraria Fernando Machado. 3 volumes. De 29x18 cm. Com 462-xxii (gravuras)- 468-lxii (gravuras)-643-xv (gravuras) pags. Brochados. Ilustrado com gravuras apresentando as colecções de moedas com verso e anverso. [trabalho exaustivo e fundamental da bibliografia numismática portuguesa] “Augusto Carlos Teixeira de Aragão, ou sómente, Augusto Aragão nasceu em Lisboa em 1823. Em 1849 apresentou a sua dissertação na Escola Médico-cirúrgica de Lisboa, e a 29 de Novembro desse ano assentou praça, como médico-cirurgião; foi sócio efectivo da Academia das Sciencias de Lisboa; da Sociedade de Geographia de Lisboa, da Sociedade de Sciencias Médicas, da Associação dos Arquitectos e Arqueólogos Portugueses; membro do Instituto Politécnico Português;, da Sociedade Numismatica Belga, da Academia de Roma; do Instituto de Coimbra, da Academia Real de la Historia, de Madrid; *…+. Faleceu a 29 de Abril de 1903.” 69€
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    99. MATOS, MARIAVITALINA Leal de (1981) O canto na poesia épica e lírica de Camões. Paris: Fundação Calouste Gulbenkian. 550 págs. Por abrir. Brochado. Maria Vitalina Leal de Matos é professora catedrática jubilada da Faculdade de Letras de Lisboa, onde, além de outras cadeiras, lecionou Estudos Camonianos. Licenciou-se com uma tese sobre Fernando Pessoa, e doutorou-se com uma dissertação sobre a poesia de Camões. É autora de numerosos artigos e de diversos livros de conteúdo camoniano. 10€ 100. COSTA, Lucília Verdelho da (2000) Cantarias de Lisboa. Lisboa: Edições Inapa. Com prefácio de José Augusto- França. Com 139 págs. De 30.5x24.5cm. Encadernação em tela com gravação em relevo. Mantém sobrecapa policromada. Profusamente ilustrada. “As cantarias como emblema e caução artística para além da repetição dos modelos, o saber e a habilidade dos seus artistas e artesãos, de escopro seguro, formados em oficinas conceituadas, *…+, empreiteiros que deram à escultura e arquitectura portuguesas nomes de boa e justa fama. *…+ A cantaria, que bem mereceu este estudo e álbum, lhes dá referência necessária, ajudando a esclarecer seus paradoxos, suas ilusões, suas grandezas e miséria” José-Augusto França 15€ 101. BELL, Aubrey F. G. (1971) A Literatura Portuguesa: História e Critica. Lisboa: Imprensa Nacional. Com 504 págs. De 21.5x16cm. Encadernação de tela com gravação na lombada. 9€ 102. GIL HEITOR CORTESÃO - Pinturas/Paintings 2002-2010. Lisboa: ADIAC/ Assírio Alvim, 2010. De 31.5x24cm. Com 203 págs. Edição de esmerado apuro gráfico. Cartonado. Gil Heitor Cortesão — Pinturas 2002-2010» inclui reproduções de obras realizadas pelo artista no decorrer do referido período, bem como dois textos da autoria de Leonor Nazaré e Jean-François Chougnet, que analisam em detalhe a obra do autor. 7€
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    103. MARCOS DEDIOS, Àngel (1983) Escritos de Unamuno sobre Portugal. Estudio, recopilación y notas de... Paris: Fundação Calouste Gulbekian, Centro Cultural de Paris, 1983. Com 307 págs. Brochado. Por abrir. [muito procurado] 9€ 104. SOARES, Luís Ribeiro (dir.) Panorama, Revista de Arte e Turismo. Número 4, II série, 1952. Lisboa. De 30x22.5cm. Com 85 págs. Ilustrado gravuras a negro e a cores. Brochado. [número dedicado à cidade do Porto] Do índice: Relance da História do Porto; O Porto Monumental; Henrique Pousão no museu de Soares dos Reis; O Porto Literário; Jardins do Porto; História Breve e Pitoresca do Vinho do Porto; A Ourivesaria Portuense; O Porto Pitoresco; O Porto e Arquitectura Moderna; O Enriquecimento do Património artístico Nacional;… 5€ 105. GOMES, Telmo (1995) Navios portugueses: séculos XIV a XIX. [Lisboa]: Inapa. Com 133 págs. De 31x24cm. Encadernado com sobrecapa brochada (sobrecapa com desgaste). Ilustrado. Nesta obra encontra através de ilustrações uma amena e instrutiva biografia de navios portugueses, dos séculos XIV ao XIX. Contém estudos sobre as primeiras embarcações, o período dos descobrimentos e da conquista, marinha nos séculos XVII e XVIII e a Marinha no séc. XIX complementado por 54 ilustrações. 20€ 106. AMARAL, J. Duarte (2001) O Livro do Chá. Lisboa: Temas e Debates. De 29x22.5cm. Com 193 págs. Encadernação de capa dura com sobrecapa. Do índice: A descoberta do chá; o chá na poesia chinesa; Do Celeste Império para o Império do Sol-Nascente; A história do Chá no ocidente; Do gosto e do uso do chá; A arte de beber chá; os utensilios do chá; Portugueses falam-nos do Chá… 9€
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    107. CAMACHO, Brito(1930). Gente Bóer: Aspectos d’África. Lisboa: Livraria Guimarães & C.ª. 1ª Edição. De 20x10 cm. Com 233 págs. Brochado. [por abrir]. Importante trabalho para o conhecimento aprofundado de Moçambique no início do século XX, assim como, para desvendar da posição mantida por Portugal durante a Guerra Anglo-Bóer. O autor foi Alto-Comissário em Moçambique no dealbar do século passado. 7€ 108. Pereira, Isaías da Rosa (1980) Subsídios para a história da Diocese de Lisboa do século XVIII. Lisboa: Academia Portuguesa de História. Com 310 págs. Por abrir. Brochado. 13€ 109. MARQUES, Carlos Eurico (2007) Nas Horas Vagas Da Guerra. Contos de Caça vária (Angola 1961-1974). Lisboa: Tribuna da História. De 24x16.5cm. Com 215 págs. Ilustrado. Brochado. “Com “Nas Horas Vagas da Guerra” o leitor entra no dia-a-dia da vida dos soldados que participaram na Guerra de África. Nos momentos passados a caçar e noutros momentos de ócio. Os homens e as mulheres que participaram na guerra colonial já muito escreveram, havendo já um número interessante de testemunhos. Mas, da sua leitura fica um pouco a impressão de que lamberam as suas feridas. Com este livro não se tem esse amargo de boca e isso é uma das coisas que o torna marcante. Demasiadas vezes morreu o elefante sem que o seu penar se extinguisse. A partir de agora cada leitor deste livro lhe prolongará o tormento. Contudo, ao fazê-lo, recriará a vida que pulsou pela África que Portugal viveu. 9€
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    110. O reino,as ilhas e o mar oceano. Estudos de homenagem a Artur Teodoro de Matos. Coordenação de Freitas de Meneses; João Paulo Oliveira e Costa. 2 vols. Com 1032 págs. Brochado. 14€ 111. SPÍNOLA, António de (1974) Portugal e o Futuro. Lisboa: Arcádia. 1ª Edição. Com 243 págs. De 23x15cm. Brochado. Neste livro, o ex-governador da Guiné-Bissau advogava, após 13 anos de Guerra do Ultramar, uma solução política e não militar como sendo a única saída para o conflito. 5€ 112. CHAVES, José Joubert (1904) Illustração Portuguesa. Maio a Outubro de 1904. Edição Semanal. Empreza do Jornal o Século. De 39x29cm. Com 882 págs. Profusamente ilustrada. Encadernação da época muito modesta com desgaste. Três páginas apresentam-se com ligeira lacuna. 12€ 113. DIOS, Angel Marcos de (1978) Epistolario Portugues de Unamuno. Fundação Calouste Gulbenkian/ Centro Cultural Portugues. Com 413 págs . Encadernação do editor (capa dura). 8€
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    114. GUICHARD, François(1992) Porto, La Ville Dans Sa Region - Contribution a l'etude de l'organisation de l'espace dans le Portugal du nord. Paris: Fondation Calouste Gulbenkian / Centre Culturel Portugais. 2vols. De 24x17cm. Com 492 + 661 págs. Brochado. [Tese de doutoramento do ilustre geógrafo e historiador] François Guichard geógrafo da Universidade de Bordéus, eminente especialista que cultiva a história com grande mestria, tem na sua dissertação de doutoramento (Porto, LaVille dans sa Region) uma obra incontornável para a compreensão do Porto e do Norte de Portugal. 10€ 115. ESPANCA, Túlio (1975) Inventário Artístico de Portugal: Distrito de Évora; Concelhos de Arraiolos, Estremoz, Montemor-o-Novo, Mora e Vendas Novas. I volume. Lisboa: Academia Nacional de Belas-Artes. Com 521 págs. De 29x23cm. Ilustrado. Brochado. Apresenta picos de acidez na capa interior limpo. O Inventário Artístico de Portugal é uma obra de referência sobre o património nacional, publicada pela Academia Nacional de Belas- Artes. Como refere Reinaldo dos Santos “O cadastro do património artístico foi sempre aspiração de todas as Juntas, Sociedades e Comissões de Belas-Artes, consignado como objectivo dos Conselhos de Arte e Arqueologia e da própria 6ª. Secção da Junta Nacional de Educação.” O Inventário Artístico do Distrito de Évora; Concelhos de Arraiolos, Estremoz, Montemor-o-Novo, Mora e Vendas Novas., constitui uma contribuição essencial para o cadastro do património artístico dum dos focos mais notáveis e originais da história e da arte portuguesa através dos séculos. 25€ 116. FRANÇA, José Augusto (1973) Os quadros de “A Brasileira”. Lisboa: Artis. Com 46 págs. De 23x19.5cm. Encadernação do editor em tela com gravação a dourado sobre vinheta vermelha na lombada. Contém ex-libris colado. [invulgar] 13€
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    117. O Século.Número extraordinário Comemorativo do Duplo Centenário da Fundação e Restauração de Portugal. Lisboa: Sociedade Nacional de Tipografia, Junho de 1940. De 41x29 cm. Com 384 págs. Encadernação editorial cartonada. Profusamente ilustrado com fotogravuras. Impresso a cores sobre papel da Companhia do Prado. Colaboraram na obra J. M. Queiroz Velloso, Moses Amzalak, Albino Forjaz Sampaio, Eduardo Brazão, Luiz Vieira de Castro, Marcello Caetano e outros autores. Contém fotogravuras (panorâmicas e interiores) da Exposição do Mundo Português. 22€ 118. CAEIRO, Baltazar Matos (1991) Arcos e Arcadas de Lisboa. Lisboa: Distri-Editora. Com 141 págs. De 29x21cm. Profusamente Ilustrado. Encadernação do editor com sobrecapa. Este estudo abrange todos os elementos arquitetónicos característicos que serviram de passadiço, pórticos, arcadas ou pátios. A obra é um inventário destes elementos (existentes ou já desaparecidos). 12€ 119. CAPELA, José Viriato. As Freguesias do Distrito de Viana do Castelo nas Memórias Paroquiais de 1758. Alto Minho: Memória, História e Património. Com 771 págs. De 22cmx30cm. Encadernação de capa dura. Publicam-se no presente volume, as Memórias Paroquiais de 1758, relativa às paróquias dos concelhos atualmente integrados no território do Distrito de Viana do Castelo. 45€
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    120. CRAVO, António.Os pauliteiros de Salselas. Salselas: Museu Rural. De 25x17 cm. Com 117 págs. Ilustrado. Brochado. [possui assinatura de posse]. Monografia muito completa, onde são abordados com rigor acadêmico assuntos de índole histórico-etnográficos. 5€ 121. GOUVEIA, d. Frei António de (1995) Trophea Lusitana. Prefácio, leitura e notas de José Pereira da Costa. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian serviço de Educação. Encadernação de capa dura com sobrecapa. Com 279 págs. Brochado. 10€ 122. BARRETO, António; MÓNICA, Maria Filomena (1983) Retrato da Lisboa Popular 1900. Lisboa: Editorial Presença. Com 175 págs. De 27.5x23.5cm. Encadernação do editor com gravação a dourado na lombada e nas pastas. Profusamente ilustrada. Obra apresenta o retrato dos moradores dos bairros populares, comerciantes, artesãos e trabalhadores industriais, desempregados, soldados, velhos, miúdos de rua, ciganos, saloios, fadistas e vendedores de banha de cobra, a pequena burguesia, funcionários públicos e empregados de escritório. As fotografias apresentadas ajudam a ter uma ideia dos bairros, edifícios e ruas em que os lisboetas viviam. 18€ 123. I Jornadas de História do direito Hispânico Actas. Homenagem ao Académico de Mérito Prof. Doutor José Manuel Pérrez-Prendes, Catedrático da Universidade Complutense. Lisboa: Academia Portuguesa da História. De 24.5x18cm. Com 364 págs. Brochado. Alguns artigos: O regimento dos corregedores nos primórdios da Idade Moderna; A reforma da saúde no reinado de D. Manuel; a conservatória das companhias setecentistas portuguesas;…. 8€
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    124. FONSECA, ÁlvaroBaltazar Moreira da (1996). As demarcações Marianas do Douro vinhateiro. S/L: Instituto do Vinho do Porto. 1ª Edição. De 25x18 cm. Com 430 págs. Ilustrado. Brochado. As demarcações marianas do douro vinhateiro, obra inédita do Engenheiro Álvaro Fonseca, concebida ao longo dos anos setenta, já na fase final da vida do autor, constitui um valioso contributo para o conhecimento da região no periodo pós-pombalino. Obra enriquecida com a transcrição integral de dezenas de documentos da época e com belissimas fotografias da região 16€ 125. GONÇALVES, A. Nogueira (1961). Certos aspectos do hábito dos Cónegos regrantes da congregação de Santa Cruz. Porto: Edições Marânus. De 25x18 cm. Com 14 págs. Ilustrado. Brochado. “Visitamos recentemente a igreja do Mosteiro da Serra do Pilar, *…+ e foram motivo principal da troca de impressões as esculturas dos nichos da arquitetura interna, *…+ e desviamo-nos naturalmente para os temas iconográficos e consequentemente para o hábito dos cónegos regrantes. Desparecidos na época do Cerco os retábulos e as imagens deste mosteiro, não resta na urbe portuense outro em que facilmente se possam encontrar, representações dos santos da ordem e daquele hábito monástico” Da introdução 4€ 126. SARMENTO, Francisco Xavier de Moraes (2001) Famílias Transmontanas-Descendência de Francisco de Moraes, Palmeirim – ligações familiares e outras famílias de Trás-os-montes. Ponte de Lima: Edições Carvalho de Basto. 2 vols. De 25.5x19cm. Com 1070 págs. Brochado. [exemplar novo] 20€
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    127. ALVELLOS, Conde de(1946) O Berço Exilado. Porto: Imprensa Portuguesa. Com 340 págs. De 17.5x12.5cm. Ilustrado. Brochado (capa plastificada). Livro de homenagem a D. Duarte (Pai). Com fotografias inéditas. [livro raro, com tiragem muito reduzida] Valorizado com dedicatória e assinatura do autor. 10€ 128. BRANDÃO, Domingos de Pinho (1957). A congregação de Nossa Senhora da Purificação do Porto e o seu altar privativo na igreja dos Grilos. Porto: Edições Marânus. De 25x18 cm. Com 48 págs. Ilustrado com folhas à parte. Brochado. “No transepto da Igreja do Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição do Porto, conhecida ainda hoje por Igreja dos Grilos, ergue- se no topo do lado do Evangelho, com majestoso retábulo, o altar dedicado a Nossa Senhora da Purificação. Este altar foi privativo da Congregação ou Confraria de Nossa Senhora da Purificação do Porto. A congregação teve grande vitalidade nos séculos XVII e XVIII. O retábulo grandioso, do século XVIII, em estilo barroco, tem bastante interesse como obra de arte e testemunha o esplendor e a riqueza da congregação na época em que foi construído. A imagem da Padroeira, Nossa Senhora da Purificação – bela escultura em madeira dos fins do século XVII, é uma das melhores que possuímos deste período, na cidade do Porto. Neste trabalho faremos um pouco de história sobre a vida da congregação e tentaremos estudar o seu altar, determinando pormenores de carácter histórico e salientando o seu valor como obra de arte.” Da introdução. 9€ 129. TATO, José Fernandes (1966). As cheias do rio Douro. Porto: Edições Marânus. De 25x18 cm. Com 26 págs. Ilustrado. Brochado. “Não pode ser considerada tarefa fácil mencionar todas as cheias do rio Douro, embora a partir de 1526, sabido que, para além das mais importantes e de entre estas as de maior 7€
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    relevo, muitas houvede média e de fraca categoria, mas que não obstante causarem dificuldades ao comércio e à industria, não foram de intensidade capaz da arrancar os navios das suas amarrações e levá-los barra fora. Por isso só são consideradas as cheias que alagaram os cais. As maiores cheias que há memória foram, por ordem cronológica as de 1727, 1739, *…+ 1909, 1962, todas causadoras de grandes prejuízos.” 130. NORTON, Manuel Artur (2004) A Heráldica em Portugal. Raízes, Simbologias e Expressões Histórico-Culturais. Lisboa: Dislivro. 2 vols. Com 1079 págs. De 24x17cm. Tiragem de 600 exemplares. Brochado. [exemplares numerados e rubricados pelo autor] Constitui esta obra o mais completo trabalho elaborado sobre esta Ciência em Portugal e tem por base a tese de doutoramento defendida pelo autor. O estudo inicia-se com uma abordagem à proto-heráldica e aos primórdios heráldicos no nosso país e aborda depois, entre outras matérias, a organização da Heráldica em Portugal a partir dos reinados de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I, a especificidade da Armaria portuguesa, a sua caracterização e os reflexos da expansão ultramarina, a Heráldica Eclesiástica, etc., terminando com um completo Armorial português de Família e uma referência aos copiadores desaparecidos do Cartório da Nobreza. [obra esgotada] 48€ 131. MONIZ, Manuel de Carvalho (1967). O foral Afonsino de Évora de 1166. Lisboa: Edições Brotéria. De 18 x 12 cm. Com 19 págs. Brochado. [Com dedicatória manuscrita do autor ao ilustre um ilustre historiador e assinatura do punho do Carvalho Moniz] 4€
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    132. DOMINGUES, FranciscoContente (2004) Os Navios do mar oceano: Teoria e empírica na arquitectura naval portuguesa dos séculos XVI e XVII. Lisboa: Centro de História. Com 533 págs. Brochado. Nesta obra pretende-se apresentar uma visão global da documentação técnica portuguesa de arquitetura naval, tornar a sua consulta acessível e caracterizar os navios da época dos descobrimentos desde os primeiros anos da década de 1420, altura em que o Infante D. Henrique começou a enviar sistematicamente navios para Sul com o objetivo de dobrar o Bojador, ao século XVII. 6€ 133. PEGADO, César (1940). A perda de Évora em 1663. Coimbra: Separata do Boletim da Biblioteca da Universidade. De 24x17 cm. Com 33 págs. Brochado. [capa apresenta ligeiro desgaste. Interior limpo]. “O documento que publicamos, descreve com uma precisão e minúcia impressionates não só todos os factos relativos à tomada de Èvora [pelos castelhanos], com alguns que lhe precederam e outros que se lhe seguiram.” [Com dedicatória manuscrita do autor e assinatura pelo próprio punho] 6€ 134. Cahen, Michel (2002) Le bandits un Historien au Mozambique 1994. Paris: Centre Culturel Calouste Gulbenkian. Com 350 págs. Ilustrado. Brochado. 6€
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    135. ALMEIDA GARRETT,J. B. (1840). Discurso do Sr. Deputado pela Terceira na discusão da resposta ao discurso da Coroa, pronunciado na sessão de 8 de Fevereiro de 1840. Lisboa: Imprensa Nacional. 1ª Edição. De 20x12 cm. Com 36 págs. Brochado. [exemplar por abrir e aparar]. [Exemplar raro, muito procurado] 23€ 136. ALVES, Armando [Direcção gráfica] (1983). Porto. Projectar a Cidade. Porto: Arquivo Histórico da Câmara Municipal do Porto. [Material Cartográfico]. Ilustrado. De 36x28 cm. Contém: 1 album, 1 página de texto, 5 plantas. Tiragem reduzida a 1000 exemplares. 1 planta: "Planta do sitio dos laranjaes que tirou o Sarg. to mor de Infantr.a em exercisio de engenhro FRancisco Xavier do Rego por ordem do Gov.os das Armas do partido do Porto, p.a nelle se construir hum novo bairro que os moradores pretendem edificar com a permissão da Camara desta cidade, 1761" . 2 planta: "Planta mostrando a convexidade da Praça Nova, lado sul, desde S.to Eloy até à porta de Carros, por José Champalimaud de Nussane, 1790" . 3 planta: "Prespecto da Rua nova de S. Antonio, que principia do Obelisco p.a baixo, por António Pinto de Miranda, 1794" . 4 planta: "Mapa geographico do Sitio de Fradélios, comprehendendo parte da rua de S.ta Catharina, rua do Bolhão e Bomjardim; mostrando igualmente os becos, e vièllas, e mais objectos que dentro desta circumferencia existem; os quais vão notádos com seus nomes competentes, por Luís Inácio de Barros Lima, 1810" . 5 planta: "Plano ichnografico da Bibliotheca publica, no qual se mostra na parte banhada de cor escura o que se acha construido, e na parte banhada de cor vermelha o que se deverá faser para tornar o edifício regular e symetrico..., por Nogueira Júnior, 1848" 10€ 137. ALVES, Armando [Direcção gráfica] (1987). Porto. Projectar a Cidade. Album comemorativo do bicentenário da morte de João de Almada e Melo. Porto: Arquivo Histórico da Câmara Municipal do Porto. [Material Cartográfico]. Ilustrado. De 36x28 cm. Contém: 1 album, 3 páginas de texto, 11 páginas do fac-simile da Acta da sessão de 30 de Agosto de 1784, presidida por João Almeida e Melo, onde foram tomadas importantes decisões sobre a renovação urbanistica do Porto e 5 plantas. 10€
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    Tiragem reduzida a1000 exemplares. 1 planta: “Alinhamento da rua de S. João. Praça da Ribeira mostrando os logares da porta e chafariz. Anónimo, século XVIII”. 2 planta: “Planta de… huma pequena Praça pública, projectada por baixo de S. Domingos … Outra planta de uma Praça projectada triangularmente, e de mayor tamanho, em que se inclue a direcção da rua de S. João athe a exquina da Igreja da Misericordia…, pelo Consul de Inglaterra *John Whitehed+, 1774”. 3 planta: Planta da frente da Praça de S.ta Ana, que faz frente à capela de S. Roque que o Ilmº e Ex.mo Srº General e Governador da Justiças há por bem mandar executem os donosdas propriedades, que compoem o lado da praça recebendo do Senado cada hum a planta que lhe competir. Porto 7 de Outubro de 1771”. 4 planta: “Plano da traveça da rua de Almada a praça do Laranjal que ultimamente se assentou dever ser na forma desta Planta. Porto 26 de Fevereiro de 1776 a qual se acha rubricada por sua Exª *João de Almada Melo+, por Francisco Pinheiro da Cunha”. 5 planta: “Frente da Rua de Santa Catarina do lado do poente. Porto 15 de Janeiro de 1776, por Francisco Pinheiro da Cunha, 1777. Alinhamento da rua de Santa Catarina do lado da quinta do Capitão mor de Arouca, Porto 12 de Dezembro de 1774”. 138. ALVES, Armando [Direcção gráfica] (1988). Porto. Projectar a Cidade. Album comemorativo do Mercado Ferreira Borges. Porto: Arquivo Histórico da Câmara Municipal do Porto. [Material Cartográfico]. Ilustrado. De 36x28 cm. Contém: 1 album, 2 página de texto, 5 plantas. Tiragem reduzida a 1000 exemplares. 1 planta: “Ante-projecto do mercado que deve ser construido na rua Ferreira Borges. Planta cotada do terreno, *Câmara Municipal do Porto+, s.d.”. 2 planta: “*Projecto do mercado Ferreira Borges, versão preliminar]: Alçado anterior, Companhia Aliança, *c.1884+”. 3 planta: “*Projecto do mercado Ferreira Borges, versão preliminar+: Corte longitudinal, Alçado do embasamento e grade, Companhia Aliança, *c. 1884+”. 4 planta: “*Projecto do mercado Ferreira Borges, versão preliminar]: detalhes, Companhia Aliança, *c. 1884+”. 5 planta: “*Projecto do mercado Ferreira Borges, versão preliminar+: detalhes, Companhia Aliança, *c. 1884+”. 10€
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    139. ALVES, Armando[Direcção gráfica] (1991-1992). Porto. Projectar a Cidade. Album comemorativo do 1º centenário da Revolta de 31 de Janeiro de 1891 e da edição topográfica do Porto de 1892. Porto: Arquivo Histórico da Câmara Municipal do Porto. [Material Cartográfico]. Ilustrado. De 36x28 cm. Contém: 1 album, 4 páginas de texto, 15 plantas. Tiragem reduzida a 1000 exemplares. [possui as 4 follhas de texto, na margem, ligeira mancha de humidade, que não afecta o texto]. Carta topográfica de 1892. Redução das folhas 235-239, 256-260, 277-281. Reprodução original as cores à escala 1.500. 10€ 140. GÓIS, Damião (1978). Crónica de D. Manuel I. Lisboa: Amigos do Livro. 2 Volumes. De 20x10 cm. Com 398 + 444 págs. Ilustrado. Encadernação do editor. [com introdução de Frederico Alves]. Versão em português (quase corrente) por Frederico Alves. 12€ 141. OLIVEIRA, Ernesto Veiga de; GALHANO, Fernando, co- autor; (1977). Pisões portugueses: tecnologia tradicional. Lisboa: Centro de Estudos de Etnologia. 1ª Edição. De 20x12 cm. Com 72 págs. Ilustrado. Brochado. [monografia profusamente ilustrada com desenhos e fotografias, com expecial incidência na região minhota]. “Na fase artesanal da industria das lãs, os tecidos caseiros, feitos com fio fiado na roca e tecido em teares manuais, apresentam, à saida do tear, um contextura frouxa, rala e pouco firme; o pano chama-se então a «cherga», e requer uma operação especial de acabamento: ele deve ser «enfortido» ou «pisoado», isto é fortemente batido em molhado e durante bastante tempo, de modo a apertar a trama e até a teia, operando ao mesmo tempo a málgama das fibras, que o transforma numa especie de paste feltrosa, espessa e forte, tal é precisamente a função dos pisões, onde além disso, porem por regr, os tecidos são lavados e desengurdorados da sugidade. *…+ O pisão a artezanal que hoje se conhece é um engenho tosco, primitivo e pesado, geralmente todo em madeira rudemente trabalhada, cujo princípio mecênico é muito simples *…+” [monografia muito invulgar] 10€
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    142. MARTINS, Adolfoa. Silveira (2001) A arqueologia Naval Portuguesa (séculos XIII-XVI) Uma aproximação ao seu estudo ibérico. Lisboa: Universidade Autónoma de Lisboa. Tiragem de 500 exemplares. De 24x16.5cm. Com 458 págs. Brochado. O presente estudo constitui a dissertação de douturamento em História Moderno apresentada à Universidade de Sevilha – Espanha, 1998. Do índice: Capítulo I: A organização da investigação. As fontes: O estudo actual da arqueologia Naval; Alguns problemas; A arquitectura Naval em arqueologia; fontes textuais, iconograficas, arqueológicas, tradicionais e toponímicas; Capítulo II: Os Portos; A navegação no litoral português; ribeiras, portos e ancoradouros; Litoral norte: Caminha, Valença, Viana do Castelo, Esposende, Vila do Conde, Azurara e Pindelo, Estuário do Douro, Aveiro; Litoral Centro e Estremadura: Buarcos, Mondego, Foz do Liz e Vieira, portos de Alcobaça, Paredes, Atougia, Lourinhã, Lisboa e estuário do Tejo, Estuário do sado e da Costa Alentejana, Costa Algarvia, *…+; Capitulo III – O conhecimento:: A construção Naval portuguesa nos séculos XII a XVI; a construção naval espanhola nos séculos Xv e Xvi; a evolução da técnica e conhecimentos cientificos; a evolução do aparelho de vela, os livros de traça e arquitectura naval; arte da guerra no mar; livro primeiro de arquitectura naval; *…+; Capítulo IV – Os Navios: Tipos e caracterização do navio; Navio,nave e baixel, barco, galé, fusta, bergantim, barca,barinel, burcardos, burcia, batel, coca e urca, pinaça *…+; A origem e evolução da Caravela; Da caravela de pesca ao caravelão; A nau e galeão; *…+; Capítulo V – Materias primas, equipamentos e aprovisionamentos: Matérias e equipamentos de construção, madeiras para construção, pregadura, *…+; Instrumentos nauticos: águlha de marear, o astrolábio, o quadrante, a balestilha,*…+; O armamento; os aprovisionamentos; Capitulo VI – Os profissionais: Os construtores; provedor das tercenas, carpinteiro, calafate e petintal,*…+os homens do mar; Almirante e almirante-mor, alcaide, arrrais, espadeleiro e proeiro,*…+; Capítulo VII – *…+ alimentação a bordo, cargas, aramamento, a higiene, as doenças a bordo, a vida religiosa, as distrações, o teatro e o fantástico, os acidentes;*…+ Capitulo VIII – A Arqueologia Naval e em meio aquático: técnicas de prospecção de jazidas navais; a escavação em terra, no rio, em lagoas e no mar, *…+ 13€
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    143. MAQUIAVEL, Nicolau(s/d). O Príncipe. A Arte da guerra. Lisboa: Amigos do Livro. Duas obras em um volume. De 20x10 cm. Com 310 págs. Ilustrado. Encadernação do editor. O "Príncipe" é provavelmente o livro mais conhecido de Maquiavel e foi completamente escrito em 1513, apesar de publicado postumamente, em 1532. Teve origem com a união de Juliano de Médici e do Papa Leão X, com a qual Maquiavel viu a possibilidade de um príncipe finalmente unificar a Itália e defendê-la contra os estrangeiros, apesar de dedicar a obra a Lourenço de Médici II, mais jovem, de forma a estimulá-lo a realizar esta empreitada. Em “A arte da guerra” Maquiavel, partindo da ideia de que um povo e uma cidade livres são um povo e uma cidade armados, concebeu um dos mais importantes tratados sobre estratégia militar. Escrito entre 1519 e 1520, A arte da guerra forma, juntamente com O príncipe (1513) e Comentários sobre a primeira década de Tito Lívio (1513-1521), a base do pensamento político do principal filósofo da Renascença. Antes de Maquiavel, eram praticamente inexistentes convenções de guerra hoje elementares, como organização dos exércitos, hierarquia e código militares. 5€ 144. AGOSTINHO, José (1914) À Roda de Portugal. Porto: Editor- António Figueirinhas. 1ª Edição. De 19x12 cm. 2 Volumes. Com 463 e 438 págs. Brochados. Monografia invulgar, sem descorar outras regiões, dedica longos e prestimosos capítulos às regiões Entre-Douro-e- Minho e Trás-os-Montes. 20€ 145. BARREIRA, João (1929). Portugal: A Escultura - Exposição Portuguesa em Sevilha. Lisboa: Imprensa Nacional de Lisboa. De 24,5 x 17,5 cm. Com 50 págs. Ilustrado. Brochado. Livro ilustrado com fotos a negro. Interessante resenha sobre a escultura em Portugal. 4€
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    146. Cocheril, DomMaur (1972) Notes Sur L’ architecture et le décor dans les abbayes cisterciennes du Portugal. Paris: Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Português. Com 246 págs. Ilustrado no texto e extra texto com gravuras e plantas arquitetónicas desdobráveis. Encadernação de capa dura. Com ligeiros picos de acidez. 13€ 147. MONTEIRO, Campos (1929). Entre-Douro-e-Minho - Exposição Portuguesa em Sevilha. Lisboa: Imprensa Nacional de Lisboa. De 24,5 x 17,5 cm. Com 43 págs. Ilustrado. Brochado. Profusamente ilustrado com gravuras a negro. Interessante e valioso estudo histórico-etnográfico sobre a região Entre- Douro-e-Minho. 5€ 148. CABRITA, Carlos Antunes (1954). Em terras de Luenas: Breve estudo sobre usos e costumes da tribo Luena. Lisboa: Agência Geral do Ultramar. De 22 x 16 cm. Com 195 págs. Ilustrado com belissimas estampas estra-texto. Brochado. Constam desta magnifica monografia os seguintes capitulos: Da tribo Luena e dos territórios por ela ocupados; Origem provável da tribo; Organização Social; Regime de terras. Culturas. Do direito consuetudinário nas relações Civis entre os Luenas; Crimes e Contravenções; Nascimento; Infância e Adolescência; Casamento; Divórcio; Adultério; Velhice e Morte; Comércio e Industria; Manifestações artísticas. [Invulgar e muito apreciado estudo] 13€ 149. SANTOS, Eduardo Dos (1969) Religiões de Angola. Lisboa: Junta de Investigações do Ultramar. 1ª Edição. De 24x18 cm. Com 536 págs. Brochado. Apreciado estudo sobre as religiões de Angola desde a chegada dos portugueses ao continente Africano até meados do século XX. Desde o primeiros missionários 13€
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    portugueses e asMissões Católicas, passando pelos Metoditas, o Filafricanos, a Junta Americana e Canadiana, as Missões Alemãs e Filandesas, nada é deixado ao acaso. São támbem dedicados capitulos às religiões arcaicas e aos Teismos e Deismos Angolanos. [Invulgar e apreciado estudo] 150. PINTO, P. António Vaz, S.J (2005). A Casa do Burgo. Arouca: Real Irmandade, Edições. De 26x20 cm. Com 70 págs. Ilustrado. Brochado. Esboço sobre a história da Família Vaz Pinto do Burgo – Arouca. O Pe. António Vaz Pinto, S.I., traça o roteiro da família Vaz Pinto (desde o começo do uso da palavra Pinto como sobrenome dos filhos de D. Egas Mendes de Gundar, procedente das Astúrias com o conde D. Henrique de Borgonha), até aos tempos atuais. 9€ 151. HERCULANO, Alexandre (1946). Cartas Inéditas de Herculano. Lisboa: Edições Culturais. 1ª Edição. De 23x17 cm. Com 181 págs. Ilustrado extra texto com fac-simile de várias cartas e outras gravuras. Brochado, com sobrecapa. “As cartas ora publicadas são um testemunho fiel da ética de Herculano e informam até, com maior segurança do que «Solemnia verba» e a «História da Inquisição», e outros escritos não puramente técnicos, da natureza verdadeira do pensamento do escritor. É evidente que o interesse das cartas será tanto maior quanto menos se pensou na provável revelação ou publicação delas, um dia, e tanto mais segura parecerá o informe que nos dão, quanto mais íntima for a pessoaa quem se dirigem e mais abertamente nelas o autor tiver mostrado o seu modo real de ser.” Da introdução [Importante e valiosa edição, numerada, rubricada e Ilustrada ao longo do texto com fac-simile de cartas e gravuras. Publicação e comentarios de Luís Silveira] 12€
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    152. Documentos eMemórias para a História do Pôrto. Vereaçoens – Anos de 1390-1395. O mais antigo dos livros de Vereações do Município do Porto existentes no seu Arquivo. Comentários e notas de A. De Magalhães Bastos. Porto: Publicações da Câmara Municipal do Porto, 1938. 1ª Edição. De 24x19 cm. Com 498 págs. Ilustrado. Brochado (capa moderna). “De todas as series de livros que constituem a riqueza inestimável do Arquivo da Câmara Municipal do Porto, aquela que fornece mais variados interesses e valiosos elementos para a História da mesma cidade é a dos livros de Actas – ou de vereações, segundo a designação tradicional. Nas páginas copiosas desses livros, em que, ao longo das idades, gerações sucessivas de escrivães foram registando as deliberações mais importantes do governo citadino, palpitará sempre a vida portuense de tempos idos. Ai encontra o investigador elementos de primeira ordem, tam sugestivos como exactos e numerosos, para conhecimento da evolução histórica do Porto.” “O livro de Vereações de 1390-1395 é, por conseguinte, uma autêntica e preciosa relíquia. Do seu alto interesse histórico, etnográfico, filológico, etc, falará por si, na sua eloquência muda a reprodução rigorosamente diplomática.” Da Introdução [Valioso e invulgar] 22€ 153. COUTINHO, Xavier (1963). O Pintor Augusto Roquemont no Porto. Porto: Câmara Municipal do Porto. De 23x18 cm. Com 23 + [8] págs. Ilustrações extra-texto em papel couché. Brochado. Estudo monográfico sobre Augusto Roquement e a sua obra produzida no Porto. Roquemont, filho do Príncipe Auguste de Hesse estudou em Itália viveu em Paris, na Alemanha, vindo posteriormente para Portugal, establecendo-se no Porto a partir de 1828. Veio a falecer nesta cidade em 1852 com apenas 48 anos. Roquemont realizou a sua obra séria já em Portugal, nomeadamente no Porto, numa epoca perturbadíssima (1828-1852). Consegui trabalhar e triunfar no meio das maiores apreensões e receios, legando- nos uma obra vasta e valiosa que se pode apreciar no Museu Soares dos Reis. 6€
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    154. ROCHA MADAHIL,A. G. da (1947). Desenhos de Mestre António Augusto Gonçalves para um projectado roteiro do Porto. Porto: Edição da Câmara Municipal do Porto. De 23x18 cm. Com 24 + XVII págs. Ilustrado com belíssimos desenhos de António Gonçalves, de página inteira impressos em papel couché. Brochado. “… pretende este trabalho dar a conhecer os desenhos inéditos do Mestre António Gonçalves, desenhos esses destinados a ilustrar um roteiro da cidade do Porto, que nunca se chegou a publicar” António Augusto Gonçalves nasceu em Coimbra em 1848 tendo aí vivido até 1932, data da sua morte. Aos 30 anos fundou a Escola Livre das Arte do Desenho que desempenharia uma ação marcante na vida artística da cidade de Coimbra e do país, muito além do seu tempo. Mais tarde foi conservador do Museu de Arte Industrial, de iniciativa camarária, reorganizou o Museu de Antiguidades do Instituto de Coimbra e, finalmente, fundou o Museu Machado de Castro que pôde inaugurar em 1913. Permaneceu na direção do Museu até 1929. Verdadeiro apóstolo da educação pela arte, tornou-se infatigável na busca e recolha de espécies ilustrativas da produção artística do país. Espírito irrequieto, combativo e independente, elegeu a imprensa como arma privilegiada de intervenção. 7€ 155. Tavares, António Augusto (1990) Estudos Orientais. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1990, 5vols. Com 246+288+330+304+312 págs. Brochado [1º vol. Apresenta ligeira mancha de humidade, que não afeta o texto] I Presenças Orientalizantes em Portugal: da Pré- história ao período romano II- O legado Cultural de Judeus e Mouros III – O ocidente no oriente através dos documentos portugueses IV – Os fenícios no território português V- O Oriente. Hoje: do indico ao pacífico 25€
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    156. SOUSA, J.M(1903) Noticia descriptiva e historica de cidade de Thomar. Thomar: Typ. Silva Magalhães. De 20x12 cm. Com 255 págs. Ilustrado. Encadernado. [Reedição facsimilada, 1991]. Ilustrado com 12 fotogravuras impressas no texto. Obra com a história, reproduções epigráficas e descrição dos conventos e capelas desta cidade, nomeadamente: Anunciada, Senhora da Piedade, S. Francisco, Santa Maria, e Santa Rita. Contém ainda um extenso capítulo sobre Nabância. 7€ 157. ALMEIDA, Lúcia Machado de (1971). Passeio ao Alto Minho. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 1ª Edição. De 18x10 cm. Com 150 págs. Brochado. [capa com ligeiro desgaste] Nesse livro a autora, jornalista e escritora de renome, narra com delicadeza e lirismo sua viagem pelas terras ao norte de Portugal entre o Lima e o Minho entre os anos de 1964 e 1965. Através da sua narrativa conhece-se Viana do Castelo, Monção, Valença, Barcelos, Ponte de Lima e outras localidades da região. Sempre focando as belezas naturais e descrevendo com detalhes as igrejas e o casario das cidades, ela fala ainda do carinho, simplicidade e fé das gentes que encontrava pelo caminho. A autora também relata as lendas e histórias de cada localidade e ainda brinda o leitor com um pouco da história portuguesa, descrevendo os feitos dos nobres fundadores deste país. Não se esquece de tecer comentários sobre as maravilhas da comida, da doçaria e dos vinhos regionais, com destaque para os vinhos verdes, em especial o Alvarinho. 8.5€ 158. D’ALMEIDA, Fialho (1921). Aves Migradoras. Lisboa: Livraria Clássica Editora. 1ª Edição [1º milhar]. De 19x11 cm. Com 333 págs. Brochado. [invulgar] 6€
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    159. VEIGA, A.Botelho da Costa (1928). Breves palavras sobre a Questão de Ourique. Coimbra: Imprensa da Universidade. De 25x14 cm. Com 18 págs. Brochado. [Com mancha de humidade que não afeta a leitura do texto]. [Com dedicatória manuscrita a um ilustre General e assinatura pelo punho do autor] Invulgar e muito apreciado estudo. 5€ 160. CARVALHO, Teresa (2007). Solares de Portugal. Lisboa: Edições Inapa. De 31x27 cm. Com 208 págs. Profusamente ilustrado. Encadernado com sobrecapa em brochura. Através do olhar de António Homem Cardoso e pelas 208 páginas do livro, podemos visitar cerca de uma centena de casas portuguesas - antigas, rústicas, quintas e herdades. Ao mesmo tempo contam-se histórias que marcaram épocas e mentalidades, realçando as suas particularidades enquanto património edificado, assim como as suas várias riquezas naturais e artísticas, muitas vezes desconhecidas do grande público. Complementando a descrição do património, oferece-se um conjunto de informações adicionais, úteis para todos os que queiram usufruir do Turismo de Habitação em espaços históricos inesquecíveis. Maravilhosamente ilustrada, com a mestria única de António Homem Cardoso, esta obra apresenta cerca de quinhentas imagens que permitem conhecer em pormenor os Solares de Portugal, reflexo da riqueza da nossa cultura, da arte de viver, da vontade de viajar e descobrir paraísos escondidos, das tradições e raízes e da hospitalidade e acolhimento familiar das casas presentes no livro. 17€ 161. SANCEAU, Elaine (1961). Castelos em África. Porto: Livraria Civilização. 1ª Edição. De 21x12 cm. Com 440 págs. Ilustrado. Brochado. “Baseada nas melhores fontes diretas a Autora apresenta neste livro, uma narrativa, cheia de movimento, da nossa presença nas praças do Norte de África, desde a conquista de Ceuta até ao desastre de Alcácer-Quibir. Em maneira simples e sugestiva, conta- se o dia-a-dia nas fortalezas, os episódios, ora trágicos ora jocosos da vida das guarnições dentro dos muros e fora deles. Uma cronologia, uma bibliografia e circunstanciados índices alfabéticos completam a presente obra” Almeida Langhans [invulgar em 1ª edição] 9€
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    162. ABREU, Jorge(2010). O 5 de Outubro: A revolução Portuguesa. Lisboa: Quadra edições. De 23x15 cm. Com 288 págs. Brochado. [exemplar novo]. De todos os relatos que vieram à tona da imprensa portuguesa sobre episódios do movimento que implantou a Republica no nosso país, conclui-se nitidamente esta coisa curiosa: raros foram os pontos do programa revolucionário que se cumpriram à risca. No entanto, o movimento triunfou. As longas horas de expectativa dolorosa, que uns passaram a desafiar a morte e outros a contas com a torturante ignorância da verdade, desfecharam na manha de 5 de Outubro em delirante estralejar da vitória - alcançada simultaneamente pelo esforço heróico de meia dúzia de patriotas e a inacção de centenas de descrentes. O movimento triunfou apesar de tudo: da ausência, no momento supremo, de elementos de coordenação revolucionaria, do desanimo que bem cedo invadiu quase a totalidade dos dirigentes da campanha, da falta sensível de armamento destinado aos carbonários e outros civis. 6€ 163. MARQUES, A.H. de Oliveira (1964). Guia do estudante de História Medieval Portuguesa. Lisboa: Edições Cosmos. 1ª Edição. De 20x11 cm. Com 285 – XLI págs. Brochado. “Há muito tempo que se reconhecia a necessidade de uma obra de iniciação aos estudos de história medieval portuguesa. Carecia o nosso estudante – e a palavra vai aqui empregada na sua lata acepção – de uma manual acessível, que lhe desse noticia das fontes e estudos publicados, o pusesse em face dos problemas fundamentais a tentar resolver e o inicia-se nas fainas árduas e tão aparentemente herméticas da investigação.” Do prefácio [Invulgar em 1ª edição] 8€ 164. LINO, Raúl (1945). Quatro palavras sobre urbanização. Lisboa: Edição de Valentim de Carvalho. 1ª Edição. De 22x16 cm. Com 40 págs. Brochado. “Aceitando o honrosso convite do Exmo Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, vali-me do ensejo para lançar um grito de alarme, da undécima hora, perante o perigo eminente de perdermos de modo irremediável algumas das nossas mais caracteristicas cidades e terras, quando sobre elas pende a ameaça de infelizes projectos da chamada urbanização” 6€
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    165. PEREIRA, JoãoFigueiredo e VICENTE, José Ferreira (2006). O Valor do Livro Antigo em Portugal. Lisboa: Suporgest. De 30x24 cm. Com 814 págs. Profusamente ilustrado. Encadernado com sobrecapa. Volume I (e único publicado). Séculos XV e XVI, Forais e Manuscritos. Leiloados em Portugal 1990 – 2003. O Valor do Livro Antigo em Portugal é a primeira publicação, a nível mundial, bilingue, onde é apresentada a valorização do livro antigo de autores portugueses e estrangeiros com publicações de interesse para Portugal. Contém também a mais completa bibliografia dos mesmos autores, alguma vez publicada. O volume I desta publicação apresenta os forais – os documentos mais importantes manuscritos ate ao final do século XVI – e os livros impressos dos autores cuja primeira edição foi realizada até ao final do século XVI, leiloados em Portugal de 1990 a 2003, assim como a biografia e a bibliografia de cada autor. Os documentos são apresentados incluindo a sua descrição, o preço estimado e o preço de venda, separados em duas áreas. A primeira corresponde aos autores portugueses. A segunda refere-se aos leilões de livros de autores estrangeiros com interesse para Portugal. Ambos seguem a ordem alfabética do apelido do autor ou do autor do livro, quando o autor for desconhecido ou a publicação seja institucional (ex. Ordenações Manuelinas). São incluídos os diversos livros leiloados, com a descrição do respetivo frontispício, a caracterização do livro (encadernação, condições de conservação, etc.), o preço estimado do leilão e o preço de venda. É apresentada uma biografia de cada autor, nascido em Portugal, seguida da sua bibliografia, também por ordem alfabética. Este primeiro volume conta ainda com um prefácio de autoria do Prof. Dr. João José Alves Dias. 35€
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    166. SARAIVA, Joséda Cunha (1927). António Ribeiro Saraiva na Universidade. Com uma notícia genealógica sobre a sua família. Lisboa: Separata da Revista Nação Portuguesa. De 24x17 cm. Com 42 págs. Ilustrado. Brochado. “Nasceu em Sernancelhe, em 1800, e faleceu em Londres, em 1890. Foi lugar- tenente de D. Miguel e embaixador em Londres. Realizou missões diplomáticas em Inglaterra, França, Alemanha, Áustria, Itália, Rússia Espanha. Jornalista e poeta. “Matriculando-se na Universidade, frequentou simultaneamente as duas faculdades citadas, e depois também as de matemática e filosofia. Em Coimbra era geralmente considerado como um poeta muito distinto fazendo parte da sociedade de rapazes estudiosos cujo chefe era António Feliciano de Castilho, depois visconde de Castilho, do qual foi íntimo amigo. Terminou os estudos da Universidade em 1823, passando em seguida algum tempo em Lisboa, na casa de seu pai. Em 1826 tomou o partido do infante D. Miguel. As tropas realistas do marquês de Chaves, não podendo resistir às liberais e às forças inglesas, de Clinton, que as tinham vindo socorrer, tiveram de emigrar para Espanha em Março de 1827, e Ribeiro Saraiva emigrou também, regressando à pátria, só quando D. Miguel se aclamou rei de Portugal, em 1828.” “Desiludido da esperança de ver o seu partido vencedor, mas conservando-se sempre fiel aos seus princípios políticos, desprezou propostas de seus amigos, e continuou vivendo em Londres, obscuramente, tirando a sua magra subsistência de traduções inglesas que escrevia para algumas chancelarias estrangeiras, e de uma modestíssima percentagem de vinhos nacionais que alguns correligionários do reino, por comiseração, o encarregavam de ir vendendo aos seus conhecidos…” [Tiragem limitada a 150 exemplares numerados e rubricados pelo autor, dos quais este tem o número 11] 7€ 167. AVELAR, Henrique (1960). Do Restelo a Alcácer-Quibir. Luxo e corrupção dos costumes no Portugal quinhentista. Porto: Separata da revista Lusíada. De 26x19 cm. Com 15 págs. Ilustrado. Brochado. [tiragem de 250 exemplares]. “A corrupção de costumes tem andado sempre ligada a grandes acontecimentos históricos (especialmente de feição económica). Com a expansão ultramarina, operou-se no seio da sociedade uma 5€
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    transformação radical; asclasses dominantes embriagaram-se no luxo, na ociosidade que uma situação económica mais desafogada lhes proporcionou. E, esse mal foi extensivo a toda a população, que tendeu a imitar a qualquer modo a classe que na escala social lhe ficava imediatamente acima”. Da introdução [Com dedicatória e assinatura manuscrita pelo punho do autor] 168. MARQUES, A. H. de Oliveira (1959). A Moeda portuguesa durante a Idade Média. Porto: Edições Maranus. De 24x18 cm. Com 36 pags. Ilustrado. Brochado. “A história monetária de Portugal tem sido empreendida, quase exclusivamente, sob o aspecto numismático. É nosso objectivo nas páginas que se vão seguir, fazer algumas considerações sobre a evolução da moeda em Portugal, durante a Idade Média, encarada porém, debaixo do ponto de vista económico-financeiro” Da introdução. 7€ 169. CHICÓ, Mário Tavares (1946). A catedral de Évora na idade média. Évora: Edições Nazareth. De 26x17 cm. Com 60 + VIII págs. Ilustrado extra-texto em papel coché. Brochado. Do Índice: Planta, dimensões e aspecto geral; A cabeceira actual e o problema da recosntituição da antiga cabeceira gótica; O transepto; Aspecto interior da torre lanterna; A nave central e as naves laterais; O claustro e a capela do fundador; Concluões. 7€ 170. MENDONÇA, Manuela (2000). Proença-a-Velha. Uma Povoação com História. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16 cm. Com 130 págs. Ilustrado. Brochado. “Com uma vida que ronda seguramente os mil anos, Proença-a-Velha é uma das mais antigas povoações de Portugal, havendo notícia da sua existência desde os alvores da nacionalidade. Num crescimento inequívoco até ao século XVI, a vitalidade de Proença viria progressivamente a decair até que, em 1835, lhe foi retirado o estatuto de concelho. Este livro visa reconstituir não a história ignorada, mas a história real de um povo cujas lides e canseiras, sonhos e ambições são também responsáveis por oito séculos de História Portuguesa.” 5€
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    171. BARROS Jorgede, COSTA, Soledade Martinho (2002). Festas e Tradições Portuguesas. Janeiro a Dezembro. Lisboa: Circulo de leitores. 8 volumes. De 28x23 cm. Em média com 270 págs por volume. Profusamente ilustrado. Encadernação do editor. Desenvolvido ao longo de quase duas décadas e meia, este projeto teve por objetivo apresentar as mais importantes festas e tradições do País, segundo o seu ciclo anual e abrangendo todas as regiões. “Festas e Tradições Portuguesas, de Jorge Barros, percorrendo os doze meses do ano, com cerca de 2000 fotografias, é um trabalho rigoroso e exaustivo que retrata o complexo festivo nas suas múltiplas expressividades, com finíssima sensibilidade que não só capta o elemento em foco na sua plasticidade mais rica e expressiva, como também na sua especificidade mais íntima. Isto é uma condição rara num fotógrafo, que em geral segue os ditames estéticos e não atende a essa dimensão antropológica que, numa obra destas, é de primordial importância. As fotografias, reportadas às suas últimas décadas do século passado, revelam uma enorme vitalidade e dinamismo dessas festividades. O pulsar das sociedades tem altos e baixos. Nos anos sessenta houve um silenciar significativo dessas tradições; porém, nas duas últimas décadas assistiu-se ao seu pleno ressurgimento. E a agudeza do olhar de Jorge Barros mostra justamente esta revisão, aquilo que elas traduzem de autêntico e significativo.” Bejamim Pereira 49€ 172. Catálogo de leilão de pintura, antiguidades, obras de arte e pratas. Lisboa: Edições Cabral Moncada. 2007. De 27x21 cm. Com 219 págs. Profusamente ilustrado. Brochado. Luxuoso catálogo, impresso em papel de elevada qualidade, com gravuras policromadas de página inteira. Dos objectos a leilão provenientes de várias coleções particulares, será de realçar várias peças de arte sacra dos séculos XV e XVI, mobiliário do século XVIII e diversa loiça armoriada dos séculos XVI a XVIII. 6€
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    173. FRANCO, JoséEduardo; RITA, Annabela (2003) O Mito do Marquês de Pombal: A Mitificação do Primeiro-Ministro de D. José pela Maçonaria. Lisboa: Prefácio. De 25x17.5cm. Com 120 págs. Encadernação editorial com sobrecapa brochada. Possui assinatura de Posse. 8€ 174. BARATA, Manuel Temudo; TEIXEIRA, Nuno Severiano (direcção); MATTOSO, José (coordenação) (2003) Nova História Militar de Portugal. Lisboa: Círculo de Leitores 5 Vols. Ilustrado. 1ª edição. Com 497 + 407+487+623+560 págs. De 27x19.5cm. Encadernação editorial com gravação na pasta e lombada. Mantém sobrecapa. Editada em cinco volumes, a obra conta no seu primeiro volume, com um prefácio de José Mattoso. São as seguintes as colaborações verificadas: - 1º volume: José Mattoso (coordenador e autor da introdução), Mário Jorge Barroca, João Gouveia Monteiro e Luís Miguel Duarte. - 2º volume: António Manuel Hespanha (assina a introdução e outros textos), Rui Bebiano, Fernando Dores Costa, Nuno Gonçalo Monteiro, Francisco Contente Domingues, Vitor Rodrigues, José Damião Rodrigues, Pedro Puntoni e Manuel Lobato. - 3º volume: M. Themudo Barata (coordenação e assinatura de textos), António Ventura, António Pires Nunes, Carlos Bessa, António José Telo. - 4º volume: Nuno Severiano Teixeira (coordenação e assinatura de textos), Luís Salgado de Matos, José Medeiros Ferreira, António José Telo, António Horta Fernandes. - 5º volume: Nuno Severiano Teixeira (coordenação), J. Gouveia Monteiro, Vasco Jorge da Silva, A. Pires Nunes, Isabel Pestana Marques, Carlos de Matos Gomes, Helena Carreiras, Paulo Pereira, Vasco Graça Moura, Joaquim Vieira, João Mário Grilo, José Rodrigues dos Santos, José Mariano Gago. Na totalidade desta obra colaboram, como se pode ver, para além de historiadores, indivíduos especializados noutras áreas, que dão o seu contributo naquele que é o olhar do fenómeno da guerra, seu imaginário ou reflexos aos mais variados níveis: vida quotidiana, papel das mulheres, arte, literatura, fotografia, cinema, "média" e ciência. [obra de referência] 99€
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    175. CLETO, Joel(1995). Senhor de Matosinhos: lenda, história e património. Porto: Câmara Municipal de Matosinhos. De 29x23 cm. Com 120 págs. Profusamente ilustrado. Encadernação do editor. [possui carimbo de posse]. “É em Matosinhos que podemos contemplar aquela que para muitos é a mais antiga imagem de Cristo crucificado existente em Portugal. Foi no ano 124 que, segundo a lenda, as águas do oceano depositaram na praia desta localidade uma belíssima imagem de Jesus na cruz esculpida, poucos anos antes, por Nicodemos, testemunha privilegiada dos últimos momentos da vida de Cristo. Objeto de fortíssima devoção desde a Idade Média, a imagem do Bom Jesus de Matosinhos embora não seja tão antiga quanto insinua a lenda, não deixa de ser efetivamente, aos olhos dos estudiosos, uma das mais antigas imagens de Cristo crucificado que se podem contemplar no nosso país, datando do século XIII. É uma imagem que só muito raramente sai do interior da sua igreja, tendo ocorrido em 1944 e 1967 as únicas exceções das últimas décadas. No entanto, em momentos de particular aflição, deslocou-se até ao Porto em procissão e grande fervor religioso. Caso de 1526 na sequência de “apavorantes” calamidades naturais que vinham atingindo a cidade, 1596 e 1644 por ocasião de grandes cheias, ou 1696 por causa de uma “mortífera peste” que enchia os hospitais e “mergulhara a cidade num imenso pavor”. 9€ 176. PORTUGAL, António; REIS, Manuel Maria, (2010) Obras e projetos. Casal de Cambra: Caleidoscópio. De 28x26 cm. Com 236 págs. Profusamente ilustrado. Encadernação do editor. “Esta edição consiste numa monografia do trabalho dos arquitetos António Portugal e Manuel Maria Reis, através dos seus principais projetos e obras. Desde 1990, ano de início da sua atividade, na cidade do Porto, esta dupla traçou um percurso consistente e ambicioso nos vários planos da profissão de arquiteto. Não só sempre perseguiu obsessivamente o apuro formal (daí sucessivas vitórias em concursos de conceção), como sempre cultivou a resposta eficaz ao programa de cada projeto. Muitas das obras realizadas têm relevância pública, como o Museu do Abade de Baçal, em Bragança, a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre, a Biblioteca e Arquivo Municipal de Amarante e a Reitoria e Museus da Universidade do Porto, e mérito reconhecido através de prémios como a Silver Medal da Bienal Miami-Beach 2005 ou a nomeação para o prémio Secil de Arquitetura Portugal, 9€
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    1998. O seupercurso, no entanto, tem sido até agora apenas divulgado dispersamente em revistas de arquitetura.” O livro apresenta 14 projetos e obras organizados cronologicamente, (dos quais 6 projetos até agora não publicados) com informação completa de imagens, desenhos técnicos, textos e fichas técnicas. Dois ensaios críticos, da autoria de Hélio Piñon e Nuno Grande, enquadram pela palavra o que os projetos transmitem. 177. DIAS, Jorge (1982). Os arados portugueses e as suas prováveis origens. Lisboa: INCM. 1ª Edição. Prefácio de Ernesto Veiga Oliveira. De 24x15 cm. Com 246 pags. Ilustrado. Brochado. O professor Jorge Dias revela-nos neste livro qualidades excepcionais de etnógrafo, estudando com rigor científico as remotas origens e evolução do arado como instrumento agrícola e de civilização dos povos. Percorrendo todo o Portugal investigando e analizando os vários tipos de arado pode dar consistencia e desenvolvimento a trabalhos já realizados por outros autores, indo mais além do qualquer um havia feito. [já raro] 12€ 178. CARVALHO, Joaquim Barradas de A la recherche de la specificite de la Renaissance portugaise : "Esmeraldo de situ orbis" de Duarte Pacheco et la litterature Portugaise de voyages a L’epoque des grandes decouvertes. Paris: Fondation Calouste Gulbenkian. Avant-propos Pierre Chaunu; Temoignage Fernand Braudel. 2vols. De 24x17cm. Com 852 págs. Brochado. Dissetação de doutoramento do autor apresentada à Faculdade de Letras e Ciências Humanas da Universidade de Paris IV - Sorbonne. 10€ 179. VIANA, Manuel Couto (1989-1990) Ferro-Velho. Viana do Castelo: Câmara municipal de Viana do Castelo. 2 vols. De 23x16.5cm. Com 300 + 230 págs. Brochado. 10€
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    180. BENSAÚDE, Joaquim. (1995)Opera Omnia. Edição fac-similada. Impressa pela Academia Portuguesa da História nas oficinas Gráficas de Barbosa & Xavier, Limitada. Lisboa. 5 volumes. De 25x19 cm. Com 592, 518, 506, 528 e 486 págs. Brochados. Ilustrados. [exemplares novos] Vol. I  SERRÃO, Joaquim Veríssimo, «Joaquim Bensaúde: introdução ao estudo da sua vida e obra», pp. XV-LI  RAU, Virgínia, «Elogio do Engenheiro Joaquim Bensaúde», pp. 15-32  PINA, Luís de, «Joaquim Bensaúde : algumas notas para a História da História das Ciências em Portugal», pp. 55-70  BRÁSIO, António, «Bensaúde e o Plano Henriquino das Índias», pp. 71-83  BROCHADO, I. da Costa, «Joaquim Bensaúde e o plano das Índias», pp. 85-93  PERES, Damião, «Joaquim Bensaúde e os problemas dos Descobrimentos Portugueses a Oeste», pp. 95-100  SILVA, Luciano Pereira da, «As edições fac-similadas do sr. J. Bensaúde (notas bibliográficas)», pp. 103-145  BENSAÚDE, Joaquim, «L´ astronomie nautique au Portugal a l´époque des grandes découvertes«, pp. 149-436  BENSAÚDE, Joaquim, «L´ astronomie nautique au Portugal a l´époque des grandes découvertes. Index des noms», Opera Omnia, 1º vol., Lisboa, Academia Portuguesa da História, 1995, pp. 437-470  BENSAÚDE, Joaquim, «Histoire de la science nautique portugaise. Résumé», Opera Omnia, 1º vol., Lisboa, Academia Portuguesa da História, 1995, pp. 473-586 Vol. II  BENSAÚDE, Joaquim, «Les légendes allemandes sur l´histoire des découvertes maritimes portugaises. Réponse a M. Hermann Wagner Professeur à l´Université de Göttingue (communication à l´Académie des Sciences de Lisbonne)«, pp. 7-148  «Les légendes allemandes sur l´histoire des découvertes maritimes portugaises. Deuxième Partie. Les Historiens Allemands et les Découvertes Portugaises«,pp. 149-282  «Lacunes et Surprises de L’Histoire des Decouvertes Maritimes«,pp. 283-518 70€
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    Vol. III  BENSAÚDE,Joaquim, «Les debuts de la grande époque », pp. 7-30  «Réimpression de Critiques Étrangères sur l´Histoire da la Science Nautique Portugaise”, pp. 31-95  «Les Attaques Contre l´Histoire Maritime Portugaise », pp. 99-178  «Luciano Pereira da Silva e a sua obra», pp. 181-214  «A cruzada do Infante D. Henrique”, pp. 217-345  «Origines du Plan des Indes », pp. 349-378  «Estudos sobre D. João II», pp. 381-463  «O Museu dos Descobrimentos [inédito]», pp. 467-479  «A reconstrução histórica e o enigma das construções navais portuguesas dos séculos XV e XVI», pp. 481-488  «A prioridade da caravela latina na História dos Descobrimentos», pp. 489-496  «Tópicos para trabalhos futuros», pp. 497-499 Vol. IV  BENSAÚDE, Joaquim, «Regimento do estrolabio e do quadrante. Tractado da spera do mundo [reproduction fac-similé du seul exemplaire connu appartenant à la Bibliothèque de l´État de Munich]»,pp. 6-108  «Tractado da spera do mundo : Regimento da Declinaçam do Sol [reproduction fac- similé du seul exemplaire connu appartenant à la Bibliothèque d´Évora]», pp. 110- 184  «Almanach perpetuum celestium motuum (radix 1473). Tabulae astronomicae Raby Abraham Zacuti astronomi Johannis secundi et Emanuelis serenissimorum regum Portugaliae in latinum translatae per magistrum Joseph Vizinum discipulum autoris [reproduction fac-similé de l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque d´Augsbourg. Édition 1496 Leiria (J.B. Obernetter – Munich, 1915)]», pp.186-523 Vol. V  BENSAÚDE, Joaquim, «Tratado da esphera y del arte del marear compuesto por Francisco Faleiro natural del Reyno de Portugal [reproduction fac-similé de l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque Royale de Munich. Édition 1535 Séville (J.B. Obernetter – Munich, 1915)]», pp. 6-110  «Tratado da sphera com a theorica de sol e da lua e ho primeiro livro da 64elo64afia de Claudio Ptolomeu. Tratado que ho Doutor Pero Nunez fez em Defensam da Carta de Marear. Tratado que ho Doutor Pero Nunez fez sobre Certas Duvidas da Navegação [reproduction fac-similé de l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque du Duc de Brunswick à Wolfenbüttel. Édition 1537 Lisbonne (J.B. Obernetter – Munich, 1915)]», pp. 112-294
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     «Almanach perpetuumcelestium motuum (radix 1473). Tabulae astronomicae Raby Abraham Zacuti astronomi Johannis secundi et Emanuelis serenissimorum regum Portugaliae. Canons en Espagnol. Traduction de Joseph Vizinho [reproduction fac- similé de l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque d´Evora. Édition 1496 Leiria]», pp. 296-333  «Reportorio dos tempos tresladado de castelhano em portuguez per Valentim Fernandez com o Regimento da Declinação do Sol: a qual Declnação foy tirada pontualmente do Zacuto pelo honrado Gaspar Nicolas Mestre Sufficiente nesta Arte [reproduction fac-similé de l´exemplaire appartenant à la Bibliothèque Nationale de Lisbonne. Édition 1563]», pp. 336-482 181. CORREIA, Fernando da Silva (1960) A Vida, A obra, o Estilo, As lições e o prestígio de Ricardo Jorge. Compilação, Prefácio, Notas e conclusões de … Lisboa: Edição do Instituto Superior de Higiene Dr. Ricardo Jorge. De 25.5x17cm. Com 421 págs. Brochado. Por Abrir. Do índice: Primeira Parte – Porto de 1879 a 1899: *…+ a cremação, criticas e reformas de instrução médica, sanidade urbana (saneamento do Porto), Demografia e Higiene da Cidade do Porto, A peste Bubónica no Porto *…+ Segunda parte – Lisboa 1900-1939: Câmara Pestana, o descanso dominical, cartas de ribeiro Sanches, A Rainha D. Leonor (óbito de D. João II), História da Medicina, sobre os livros antigos portugueses *…+; Ricardo Jorge apreciado pelos seus contemporâneos,*…+ 14€ 182. OLIVEIRA, Pedro Yglesias (2010) (Arte e Lusitano.) Art of the lusitano. Edição de autor. Edição bilingue. De 23.5x21.5cm. Com 140 págs. Profusamente ilustrado. Encadernação de capa dura. “O cavalo Lusitano foi considerado no século XVIII o melhor cavalo de sela do mundo. Este livro faz uma ligação entre as gravuras da época retiradas do livro Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavallaria de Manoel Carlos de Andrade e a Escola Portuguesa de Arte Equestre que tão bem, tem mantido esta equitação tradicional. *…+” 10€
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    As mais desessenta fotografias deste álbum ímpar prestam a justa homenagem à beleza e ao porte do cavalo lusitano, realçando tanto as suas glórias passadas quanto os seus feitos presentes e futuros. Nesse sentido, ao longo da primeira parte da obra, o leitor pode testemunhar uma reencenação contemporânea de inúmeras gravuras setecentistas, publicadas, pela primeira vez, na célebre "Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavalaria", de Manuel Carlos de Andrade. Várias páginas mais tarde, celebra-se a aceitação crescente que o cavalo lusitano tem vindo a conquistar em competições internacionais de equitação desportiva: espécimes magníficos realizam exercícios de "dressage", tendo painéis de arte moderna como pano de fundo. Os textos bilingues e as reproduções únicas de azulejos oriundos de coleções privadas apenas acentuam a qualidade de um livro que faz de um tesouro nacional - o cavalo lusitano - o seu tema de eleição. 183. SARDINHA, José Alberto (2012) Danças Populares do corpus Christi de Penafiel. Vila Verde: Tradisom. De 28x20cm. Com 256 págs. Profusamente ilustrado. Encadernação de capa dura. Do índice: A festividade; Danças de Penafiel – apontamentos históricos; danças atuais – suas origens e recuperação; Instrumentos Musicais; música e textos poéticos, *…+. É certo que, não sendo o Corpus Christi uma tradição gerada em Penafiel, é mais que certo ser Penafiel a única cidade e concelho que mantem vivas, no contexto nacional, tais manifestações religioso-populares que nasceram na longínqua idade média. A par da revitalização dos bailes, também este livro se tornará num importante documento para o conhecimento e compreensão da nossa História e das nossas ricas tradições. Alberto Santos, Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, in Introdução É do maior interesse e oportunidade o trabalho que o Dr. José Alberto Sardinha agora dedica às festas do Corpo de Deus em Penafiel, na sequência do fecundo labor com que tem valorizado o nosso património cultural popular. Escrevo “popular” no sentido mais original e autêntico da palavra, referindo o que é de nós todos, os portugueses, e daqueles que connosco vieram ou vêm conviver. Isto mesmo se particulariza com as festas do Corpo de Deus em Penafiel, como foram, 9€
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    persistem e ressurgem.Sobrevêm duma Idade Média a vários títulos distante. Éramos então um povo que esquecemos, mais visual do que conceptual, mais tátil do que reflexivo, mais ouvinte do que lente. Também mais vizinho do que aglomerado, mais rural do que urbano ou suburbano, mais familiar e grupal do que individual e subjetivo. Nem melhor nem pior, éramos realmente diferentes. Do que herdámos, usamos pouco, quase como das antigas arcas de quando havia sótãos. D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, in Prefácio. 184. MATOS, José da Costa (2003) Os Uniformes da Artilharia Portuguesa. Lisboa: Edição da Revista de Artilharia. De 23.5x17cm. Com 270 págs. Tiragem de 600 exemplares. Ilustrado a negro e a cores. Brochado. Do índice: O vestuário dos artilheiros do séc. XIV; O traje dos bombardeiros do séc. XV; O vestuário dos bombardeiros da nómina no séc. XVI; O vestuário artilheiro dos séc. XVII e XVIII até 1721; Os uniformes entre 1721 e 1762; A regulamentação sobre os uniformes de 1764; Plano de uniformes de 1806 a 1994; *…+ 13€ 185. AMEAL, João (1949) História de Portugal. Porto: Livraria Tavares Martins. De 24x17cm. Com 750 págs. Encadernação inteira de pele com dourado na lombada e nas pastas. Mantém capas de Brochura. Historiador, escritor e político, João Francisco de Sande Barbosa de Azevedo e Bourbon Aires de Campos (2.º Visconde e 3.º Conde do Ameal), mais conhecido pelo pseudónimo literário de João Ameal. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, João Ameal consagrou-se como historiador, escritor e político. Em 1941 obteve o Prémio Alexandre Herculano pela sua História de Portugal, compilação em que o autor revela a sua conceção da História como ética e arte, ideário. 30€
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    186. FREIRE, AnselmoBraamcamp (1996) Critica e Historia: Estudos. Reedição facsimilidada do I Volume e primeira edição do II com estudo Introdutório de José V. De Pina Martins. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. De 23x16.5cm. Com 414 + 196 págs (no mesmo volume). Encadernação do Editor. Do índice: Anselmo Braamcamp Feire, Investigador e historiador por José V. de Pina Martins; Os Condes de Viana – D. Duarte e D. Isabel; A ordem de Santiago, Raparigas do cancioneiro, Garcia de Resende, A Rainha D. Leonor, Transladações da Batalha, Descendência de D. João II, Livros, *…+; Genealogistas, Farias, Representante de Afonso de Albuquerque, Armadas, Condado de Borba, O Castelo de Alvito, São Marcos a par de Coimbra, Rui de Pina, Sintra Antiga, Gil Vicente, *…+ 12€ 187. Távora, M. Teresa (1999) Um Passeio pela casa da Carreira. Braga: do autor. De 23x16.5cm. Com 85 págs. Ilustrado. Tiragem de 500 exemplares. Brochado. Do índice: Breve história da família; passeio pela casa; sala de jantar, sala de música ou do piano, sala de visitas, sala de entrada, sala dos livros, capela, quartos, *…+, Os Távoras de Viana do Castelo, O conde da Carreira, Árvore Genealógica. 5€ 188. Portugaliae Monumenta Historica A Saeculo octavo post Christum usque ad quintumdecimum iussu academiae scientiarum olisiponensis edita. Nova série Volume I Livros Velhos de Linhagens edição crítica por Joseph Piel e José mattoso. Vol. II/1 Vol.II/2 – Livro de Linhagens do Conde D. Pedro edição crítica por José Mattoso. Lisboa: Academia das Ciências. 3 vols. De 25.5x19.5cm. Com 370 + 493 + 397 págs. Brochado. 40€
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    189. MIRANDA, Gil(1992) Jorge Croner de Vasconcellos: Vida e obra musical. Lisboa: Musicoteca. Edição especial de 77 exemplares. Assinado. De 23x16cm. Com 276 págs. Edição de esmerado apuro gráfico. Ilustrado. Brochado. Gil Miranda (Lisboa, 1931), formado em Direito pela Universidade de Lisboa e em Composição pelo Conservatório Nacional, tendo-se depois aperfeiçoado em Paris com Nadia Boulanger, dedicou o grosso da sua carreira ao ensino da música em universidades dos EUA. Jorge Croner de Vasconcelos constituiu com Fernando Lopes-Graça, Armando José Fernandes e Pedro do Prado um grupo de jovens e alunos do Conservatório Nacional de Lisboa conhecido como o "Grupo dos Quatro", que influenciou a música neoclássica portuguesa na década de 1930 7€ 190. ESPÍRITO SANTO, Moisés (s/d) O brasonário Português e a Cultura Hebraica. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa. De 24x17 cm. Com 297 págs. Ilustrado. Brochado. “Depois de uma breve história da heráldica e duma sociologia do brasão, faz-se referência ao que se disse na Peninsula desde a Idade Média até ao século XIX sobre a origem dos brasões, isto é, que a Heráldica tem origem na Biblia…” [A tese defendida pelo autor suscitou e ainda suscita hoje grande controversia e critica, expecialmente, nos meios académicos, o que tornou este livro bastante procurado, e por consequência esgotou rapidamente] 9€ 191. THOMÁS, Pedro Fernandes [1913, outrossim 2006] Velhas canções e romances populares portuguêses. Coimbra: F. França Amado Editor. De 21x13 cm. Com 190 págs. Ilustrado. Brochado. Introdução por António Arroyo. [edição facsimilada de Arquimedes Livros, 2006]. Tiragem limitada a 80 exemplares. 9€
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    192. FRAGA, LuísAlves (2003) Guerra & Marginalidade. O comportamento das tropas portuguesas em França – 1917-1918. Lisboa: Editora Prefácio. De 24x17 cm. Com 126 págs. Brochado. “Na bibliografia recente sobre a participação de Portugal na Primeira Grande Guerra entre 1917 e 1918 é de assinalar a obra aqui apresentada, que em grande parte se baseia em relatórios oficiais e depoimentos de outras proveniências. O autor assinala para o período de Janeiro a 9 de Abril de 1918 duas insubordinações colectivas de soldados portugueses: a primeira resultante da associação de duas ou várias motivações que passaram pelo sentido de justiça e do exagero de certas ordens, bem como a coesão de grupo e pelo desprezo pela vida; uma segunda revolta deu-se pelo apego à vida que os soldados demonstram, estando exaustos. Do conjunto de insubordinações ocorridas depois da batalha do Lys, entre Setembro e Outubro de 1918 no CEP, verifica-se que resultaram o afastamento dos militares do seu papel sociológico. O autor tem ainda em consideração as deserções e os furtos no sector português, que são explicados no quadro das condições de vida na frente de batalha, tendo em conta a organização do C.E.P. e a sua área de actuação. A estatística da brutal violência do conflito revela que dos 55 164 militares portugueses que foram destacados para a Flandres, 2 086 morreram, tendo ficado prisioneiros ou desaparecidos 7 234, enquanto 5 354 ficaram feridos, o que corresponde a um total de baixas 14 674 homens, ou seja, 26,6% do total de efectivos. Este número é bem mais pesado do que o dos 423 mortos que tombaram na Batalha de La Lys no dia 9 de Abril de 1918, que corresponde à famosa ofensiva alemã que derrotou as forças portugueses na frente de batalha, na qual ficaram prisioneiros mais de seis mil portugueses.” José Manuel Garcia da FCG 9€ 193. THOMÁS, Pedro Fernandes [1896, outrossim 2009] Canções Populares da Beira. Figueira: Imprensa Lusitana. De 21x13 cm. Com 221 págs. Ilustrado. Brochado. Com introdução de Leite de Vasconcellos. [edição facsimilada de Arquimedes Livros, 2009]. Canções populares da Beira, acompanhadas de 52 melodias recolhidas directamente da tradição oral, e arranjadas para piano. Tiragem limitada a 80 exemplares. 9€
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    194. Estudos deArte e História. Homenagem a Artur Nobre Gusmão. Lisboa: Edições Vega. 1ª Edição. 1995. De 28x22 cm. Com 460 págs. Ilustrado. Brochado. O livro de homenagem a Artur Nobre Gusmão, é composto por um conjunto de estudos científicos dos mais diversos e reputados especialistas de História de Arte, História e Arqueologia, nacionais e estrangeiros, constituindo ao mesmo tempo um trabalho de inegável interesse. Efectivamente, para além de se tratar de uma obra de preito e admiração inclui textos subscritos por nomes relevantes, como por exemplo Jose Mattoso, Maria Ângela Beirante, Vitor Serrão, Nuno Portas, A. H. de Oliveira Marques, Fernando Alvarenga, Justino Maciel, Rafael Moreira… Um conjunto, em suma, de estudos, testemunhos e depoimentos, da maoir pertinência sobre temas tão importantes e diversificados como, além de outros, O culto dos mortos no fim do século XI, O património urbano da Ordem de Cristo, Paço Real de Sintra, A arte impressionista em Alberto Caeiro, A representação do Sagrado nos «Registos dos Santos», O Missal de Lorvão, A Colegiada de São Cristovão de Coimbra, A Iluminura em Alcobaça… 18€ 195. PINHEIRO, J.E. Moreirinhas (2009) Inventário de livros raros e desconhecidos. Memória da Escola Portuguesa (do séc. XVIII ao séc. XX). Lisboa: Edições Colibri. De 23x16 cm. Com 128 págs. Ilustrado. Brochado. Este livro revela-nos o valioso espólio bibliográfico e arquivístico, pouco conhecido ou mesmo ignorado, existente na Secção de Reservados da Escola Superior de Educação de Lisboa. Organizado e catalogado pelo autor, este património, que o presente livro nos dá a conhecer, é constituído por fontes manuscritas, impressas, obras de autores portugueses e estrangeiros, principalmente francesas, datadas do século XVIII ao século XX. Entre as preciosidades reveladas figura o Dicionário Universal de Educação e Ensino, de 1886, traduzido por Camilo Castelo Branco. Ilustrações de página inteira de numerosos fronstispicios. 6€
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    196. REIS, Mariade Fátima (2005) Santarém no tempo de D. João V. Administração, Sociedade e Cultura. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16 cm. Com 790 págs. Ilustrado. Brochado. [dissertação de doutoramento]. “Pela primeira vez se realizou uma pesquisa larga e fecunda, no campo da história escalabitana da primeira metade do século XVIII, no que respeita às festas e celebrações. Juntam-se às manifestações públicas periódicas, as que tiveram uma ocorrência casual. Erguendo uma reconstituição da história social, a autora teve em consideração as formas ou tipos de mentalidade de uma terra que era ainda considerada uma das mais valiosas do reino.” Joaquim Verissimo Serrão 9€ 197. Carlos M. P. Santos – Arquitecto. Casal de Cambra: Edições Caleidoscópio. 2012. De 29x25 cm. Com 128 págs. Ilustrado. Encadernação do editor. O livro “Carlos M. P. Santos – Arquiteto” retrata obras de habitação, serviços e equipamentos, assinalando um percurso arquitetónico assente na região norte, nomeadamente Porto, Vila Nova de Gaia, Caminha, Murça e Penafiel. Carlos Manuel Pereira Santos, nasceu em Cascais, a 25 de março de 1964, licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP) em 1988. A obra das Instalações Paroquiais de Margaride – Felgueiras, foi distinguida na categoria de 1.ªs obras com a menção honrosa nos “Prémios Nacionais de Arquitetura”, A.A.P./1993; no Prémio “MEPAT – 3 As de Arquitetura” - Bienal de Arquitetura de Monsaraz (1998), foi-lhe atribuído o 2º. Prémio com a obra da Casa da Cultura de Paredes. Participou em diversas exposições de arquitetura, nomeadamente, no Museu dos Transportes, no Porto, no Centro Cultural de Belém, na FIL e na sede da Ordem dos Arquitetos em Lisboa. Tem publicado os seus trabalhos em revistas da especialidade, como a Architécti, Arquitetura Ibérica, Jornal dos Arquitetos e Jornal O Público. 9.5€
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    198. ROCHA, ClaraCrabbé [organização] (2011) Doença e medicina na literatura portuguesa. A caneta que escreve e a que prescreve. Lisboa: Verbo. De 23x16 cm. Com 375 págs. Encadernação do editor. A presente antologia propõe ao leitor uma seleção de textos literários sobre doença e Medicina, reunindo excertos representativos das diferentes épocas da literatura portuguesa, dos seus autores e das suas obras mais relevantes, ou de obras especialmente dedicadas a temas médicos. Na sua historicidade, mas também no todo orgânico que formam, estes textos mostram como a representação da doença, enquanto expressão ligada à própria vida, acompanhou a produção literária ao longo dos séculos, e como a escrita, nas modulações do testemunho, do exemplo, do trabalho catártico ou do exercício (re)estruturante, configura e questiona a condição de desamparo e de fragilidade provocada pelo sofrimento físico ou anímico. A realização da antologia implicou um exaustivo trabalho de investigação, percorrendo um arco temporal que vai do século XIII até à atualidade, abrangendo praticamente todos os géneros literários (poesia lírica, romance, conto, teatro, autobiografia, diário) e os mais diversos modos ou registos, desde o mais sério, pungente ou trágico até ao mais circunstancial, lúdico, anedótico ou mesmo satírico. Tudo conduzindo a uma surpreendentemente rica e estimulante variedade de autores, épocas, temas e estilos. Do prefácio de Emílio Rui Vilar (FCG) 12€ 199. MARVÃO, Padre António (1997) Estudos sobre o alentejano. Lisboa:Inatel. De 26x20 cm. Com 205 págs. Brochado. [exemplar novo]. “expressão oral de uma das províncias mais ricas da tradição polifónica portuguesa – da qual existem hoje assinaláveis exemplos gravados – o “cante alentejano” ganha, com esta obra, uma nova dimensão e possibilidade de divulgação…” 10€
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    200. MENDES, Manuel(1964) Douro: Roteiro Sentimental. Lisboa: Sociedade de Expansão Cultural. 1ª Edição. De 19x12 cm. Com 190 págs. Brochado. Escritas entre 1961 e 1963, estas crónicas de viagem constituem o testemunho de uma época em que o Douro mantinha ainda a uma imagem fortemente marcada pela tradicionalidade. "Manuel Mendes foi um excelente escritor, hoje bastante esquecido, infelizmente. Foi uma personalidade fascinante, de uma imensa riqueza humana, político e conspirador intemerato contra a ditadura, amador de artes plásticas, escultor nas horas vagas, extraordinário contador de histórias divertidas, de humor simultaneamente enternecido e sarcástico, que passou a vida, desde rapaz, condenado a um completo ostracismo político, embora cercado de amigos e admiradores. (…) Por isso o seu livro sobre o Douro tem tanto significado: representa uma homenagem de reconhecimento a alguém que amou este rio e as suas margens desinteressadamente. E sobre ele escreveu páginas inesquecíveis, deixando-nos um livro precioso de informações e referências, humaníssimo, e que traduz uma visão integrada da Região Duriense, tão bela e singular no todo português." Mário Soares (do Prefácio da 2ª edição) [Invulgar, justamente apreciado] 9.5€ 201. RITA, Maria da Conceição de Melo, VIEIRA, Joaquim (2007) Os meus 35 anos com Salazar. Lisboa: Esfera dos livros. 1ª Edição. De 24x16 cm. Com 200 págs. Ilustrado. Encadernação do editor. «Salazar entrou devagar na minha vida, sem eu dar por isso, ainda na minha infância. Quiseram logo a seguir separar as nossas vidas, mas revoltei-me e não deixei. Acompanhei-o assim até ao fim da vida dele.» Durante 35 anos, Maria da Conceição Rita privou com António de Oliveira Salazar. Nenhum laço familiar os unia, mas com apenas seis anos, Micas, como Salazar carinhosamente a chamava, foi viver para a residência do «Senhor Doutor», por intermédio da sua familiar (por afinidade) Maria de Jesus 9€
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    Freire, a governantade Salazar. Na primeira pessoa, a pupila de Salazar conta-nos os gostos gastronómicos do seu «protector», descreve o seu quotidiano até agora desconhecido, evoca as fábulas que o Presidente do Conselho lhe contava ao adormecer, recorda tanto as lições de tabuada e História como as raras confissões políticas que ele lhe fazia em passeios nocturnos pelos jardins de São Bento, explica a forma como a economia doméstica de São Bento era dirigida. 202. OLIVEIRA, Pedro Yglésias, COSTA, Emília Celestino (2012) Da real picaria do século XVIII à escola portuguesa d’arte equestre. Lisboa: Xenophon Press. De 27x20 cm. Com 128 págs. Ilustrado. Encadernação do editor. [edição bilingue português/inglês]. “Desde tempos imemoriais que em Portugal se cultiva o gosto especial pelo cavalo e pela sua utilização. A nossa raça de cavalos, nasceu para o combate – mantendo as mesmas qualidades e características no decorrer dos tempos através da tauromaquia e, por outro lado, dada a sua beleza e equilíbrio natural, nasceu para a expressão artística da Arte Equestre” da introdução 9.5€ 203. CORREIA, Vergílio (1920) Arte e Arqueologia. Lisboa: [Tipografia do Anuário Comercial]. De 22x15 cm. Com 114 págs. Brochado. Reunem-se neste tomo estudos, impressões e criticas disperas por jornais e revistas temáticas, dos quais se salienta: Mosaicos romanos em Portugal, Estradas de Coimbra, Caminho de Montemór, A Igreja de Santa Iria, O cêrco do mosteiro de Celas, … [obra rara e justamente apreciada] 7€ 204. FREIRE, João Paulo (1926) Lôas e Cirios no Conselho de Mafra. O cirio de todos os Santos e o cirio da Senhora da Nazareth. Porto: Companhia Portuguesa Editora. De 24x19 cm. Com 34 págs. Ilustrado. Brochado. [opusculo raro] 7€
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    205. CABRAL, A.A.Dinis (1963) História da cidade de Calábria em Almendra – subsídios. Porto: Edição da Casa da Beira Alta. De 23x16 cm. Com 70 págs. Ilustrado. Brochado. “Ainda que subsistam algumas dúvidas é normalmente aceite como certa a localização da antiga Caliábria nas imediações de Almendra. Tal facto leva-nos a acreditar que aqui existiria uma das mais antigas comunidades cristãs. A Caliábria era, em 569, paróquia ela diocese de Viseu. Nos alvores do século VII, durante o período visigótico, constituiu-se um bispado que virá pouco depois com as invasões árabes a desaparecer, tendo passado a sua cadeira episcopal a Ciudad Rodrigo”. 7.5€ 206. LUCENA, Armando de (1946) D. Carlos de Bragança na arte portuguesa. Lisboa: Fundação da Casa de Bragança. De 26x19 cm. Com 32 págs. Brochado. O Rei D. Carlos foi um pintor reconhecido que desde cedo se interessou pelo desenho e pela pintura, tendo sido discípulo do espanhol Enrique Casanova e de Miguel Ângelo Lupi. A sua produção centrou-se em marinhas e cenas pitorescas, de costumes e tipos, registadas sobretudo a aguarela e pastel. Participou na Exposição Industrial de Lisboa (1888), nos salões do Grémio Artístico (medalha de honra, 1897) e na Sociedade Nacional de Belas-Artes (1901-06). As suas obras figuraram também na Exposição Universal de Paris (1900, medalha de prata), na Exposição Internacional de St. Louis, EUA (1904), Exposição de Internacional de Barcelona (1907) e Exposição Internacional do Rio de Janeiro (1908), obtendo diversas medalhas. 5€ 207. SOUTO, A. Meyrelles do (1967) Portugal e Marrocos (Fastos e notícias). Lisboa: Agência-Geral do Ultramar. De 23x16 cm. Com 117 págs. Ilustrado. Brochado. “Foi esta, a nossa intenção: recordar o passado, mostrar os vestígios ainda visíveis na nossa grandeza, do nosso poderio, do esforço lusitano pelas terras rifenhas de Mafoma”da introdução [invulgar] 9€
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    208. PINTO DECARVALHO [Tinop] (1903) História do Fado. Lisboa: Empresa da História de Portugal. De 20x13 cm. Com 270 págs. Ilustrado. Brochado. [facsimile da 1ª edição, 2010]. “É pelas canções populares que um país traduz mais lidimamente o seu carácter nacional e os seus costumes. A música, a necessidade de cantar, de dizer alto a sua alegria aos homens e às coisas, é uma questão de latitude, uma questão de sol. Quanto mais para o sul, mais se ouve cantar.” É assim que começa a História do Fado de Pinto de Carvalho (Tinop), publicada pela primeira vez há mais de cem anos e que permanece como uma das mais sólidas referências bibliográficas sobre o género que foi imortalizado pela Severa, Amália e Marceneiro. Defensor da origem marítima do fado, Tinop recusa em absoluto a raiz árabe que Teófilo Braga lhe atribui. E justifica-se com factos, afirmando que, se assim fosse, “o fado, pela sua diuturna existência, ter-se-ia espalhado por todo o país, ao passo que só modernissimamente chegou ao Porto e se canta nas duas Beiras”. E também existiria no Algarve e no sul de Espanha, nos lugares onde a cultura árabe permaneceu por mais tempo na Península Ibérica – acrescenta. Para este autor, o fado surge como a consequência de uma expressão musical com origem marinheira, mescla das “toadas plangentes” de que falava Oliveira Martins, “cantigas monótonas como o ruído do mar”, que se ouviam “por toda a costa do ocidente”. Só em 1840 aparece referenciado em Lisboa: “Até então, o único fado que existia era o fado do marinheiro, cantava-se à proa das embarcações, onde andava de mistura com as cantigas de levantar ferro, a canção do degredado e outras cantilenas undívagas”, diz Pinto de Carvalho. Um documento que se mantém atual e válido, e que está na origem de todos os mais sérios estudos sobre o género que se escreveram nos últimos anos, desde A Mitologia Fadista de António Osório aos ensaios de Rui Viera Nery, passando até pelas entrevistas de Baptista Bastos que integram a História do fado publicada pelo Ediclube em 1999. [Tiragem limitada a 80 exemplares] 10€
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    209. PINTO, AugustoCardoso (1930) O 2º Visconde de Santarém genealogista. Lisboa: Centro tipográfico colonial. De 23x17 cm. Com 16 págs. Brochado. Tiragem de 66 exemplares fora de mercado em papel K, todos numerados e rubricados pelo autor, cabendo a este exemplar o n.º 54. Possui o presente exemplar uma dedicatória autografada pelo punho de Cardoso Pinto. 7€ 210. FREITAS, Jordão de (1913) Onde nasceu o 2º Visconde de Santarém? Lisboa: Imp. Libanio da Silva. De 23x17 cm. Com 26 págs. Ilustrado. Brochado. Memória publicada pelo 3º Visconde de Santarém (Jordão Freitas). [exemplar com dedicatória autografada pelo punho do autor, a uma ilustre personalidade portuguesa dos finais sec. XIX inicios do XX] 6€ 211. PESTANA, Manuel Inácio (1982) Celeiros comuns da antiga Casa de Bragança. Portalegre: Edição da Assembleia Distrital de Portalegre. De 21x16 cm. Com 116 págs. Ilustrado. Brochado. Do índice: Breve história dos celeiros em Portugal; Como surgem os celeiros comuns; Os celeiros comuns nos domínios da Casa de Bragança (Chaves, Valpaços; Eixo, Ourém, Minde, Porto de Mós, Alter do Chão, Monforte, Sousel, Estremoz, Vila Viçosa, Portel etc.); Documentos do Arquivo da Casa de Bragança sobre celeiros – descrição dos documentos… [invulgar] 7.5€ 212. Acordos e Vreacoes da Câmara de Braga no Senhorio de D. Frei Bartolomeu dos Mártires – 1566 - 1568. Porto: Arquivo Histórico Dominicano Português. 1979. De 30x23 cm. Com 118 págs. Ilustrado. Brochado. [possui assinatura de posse]. O período abrangido pelo presente estudo incide em tempo de assinalada história, pois então se reuniu e conclui o IV Concílio Provincial Bracarense (IV e até hoje, último Concílio de Braga). 7€
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    213. CRUZ, António(1948) Notícias da necrópole de São Tiago de Arados descoberta no séc. XVIII. Porto: Imprensa Portuguesa. De 23x16 cm. Com 28 págs. Brochado. Implantado num outeiro sobranceiro ao rio Douro e ao rio Tâmega, este povoado possui três linhas de muralhas edificadas com dois paramentos paralelos preenchidos com pedra miúda, que chegam a atingir cerca de 6 m de altura, perfazendo um recinto fechado elipsoidal. No seu interior, são ainda visíveis resquícios de diversas construções habitacionais de planta predominantemente circular e retangular, embora algumas tivessem sido bastante destruídas, nomeadamente devido ao derrube de certas zonas muralhadas. Durante o século XVIII terá sido descoberta uma necrópole no sopé do outeiro com cerca de doze sepulturas escavadas no solo, delineadas com lajes e cobertas com lousas, que forneceram diverso espólio móvel associado, do qual faziam parte recipientes cerâmicos, pregos e moedas romanas atribuídas ao Alto e Baixo- império. 5€ 214. TORGA, Miguel (1981) Antologia Poética. Coimbra: Edição do autor. 1ª Edição. De 14x21 cm. Com 468 págs. Brochado. “E aqui tens o florilégio, assim dubitativamente concebido e quase que passivamente consumado. Tu dirás da tua justiça, com a objectividade de quem observa o jogo de fora. Pelo que me respeita, apenas desejo acrescentar que, tanto em relação às criações desenvoltas da juventude como às menos sumárias da anciania, a minha única certeza è a de que nada mais posso fazer por elas. Pudessem elas em contrapartida, fazer alguma coisa por mim…” Miguel Torga [invulgar, e justamente apreciada] 22€
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    215. ESTERMANN, PadreCarlos (1961) Etnografia do Sudoeste de Angola. Grupo Étnico Herero. Lisboa: Junta de Investigações do Ultramar. De 25x19 cm. Com 247 págs. Ilustrado. Brochado. [capa apresenta ligeiro desgaste]. O grupo étnico Hereros terá chegado ao atual território de Angola por volta do século XV. Faziam parte da expansão Bantu de cultura pastoril, iniciada muitos séculos antes, a partir do Leste do continente. Os hereros ocupam cerca de metade da província do Namibe e continuam a manter traços culturais bastante característicos, como a criação de gado, a limagem dos dentes, a recusa de comer peixe ou o sistema das classes de idade 'kula’s. [Ilustrado no texto com desenhos e esboços etnográficos; e em extra texto com fotogravuras sobre papel couché] 10€ 216. PIMENTA, Joana (coordenação) (2010) Terminal de Cruzeiros de Lisboa. Lisboa: Edição do Porto de Lisboa/Caleidoscópio. De 26x26 cm. Com 197 págs. Profusamente Ilustrado. Encadernação do editor. Obra que reúne todos os projectos que estiveram a concurso para a construção da obra do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa, localizado em Santa Apolónia, concurso este promovido pela APL – Administração do Porto de Lisboa. Este concurso foi ganho pela proposta apresentada por João Luís Carrilho da Graça mas contou com outras propostas também muito interessantes como as de Gonçalo Byrne + Manuel Aires Mateus, Guillermo Vazquez Consuegra e Zaha Hadid, entre outros. O livro apresenta o estudo de cada proposta elaborada por cada atelier. 9€ 217. POLANAH, Luís (1987) Comunidades camponesas no Parque Nacional da Peneda- Gerês. Lisboa: SNPRCN. Com 187 págs. De 21x14.5cm. Profusamente ilustrado. Brochado. 7€
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    O livro abordaa realidade de Castro Laboreiro na sua organização social e familiar, a comunidade agrícula do Soajo e das suas construções típicas, e termina com um capítulo dedicado aos transportes agrículas dentro da Peneda-Gerês. Índice: Aspectos da organização social e vida do camponês de Castro Laboreiro; Economia familiar e estretégia do casamento em Castro Laboreiro; Do uso e significado das alcunhas em Castro Laboreiro; Notas sobre a comunidade camponesa do Soajo; Alguns tipos de construções pastoris no Soajo; O carro de bois na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês 218. SANCHES, José Dias (1970) Os Sanches de Vila Viçosa. Lisboa: Edição do Autor. De 23x16 cm. Com 168 págs. Ilustrado. Brochado. Interessante conjunto de apontamentos genealógicos referentes à famíla Sanches, oriunda de Vila Viçosa, com ascendência espanhola. Estudo que conclui a descendência desta casa, por bastardia, a partir dos reis de Portugal e dos reis das Astúrias e de Leão, e da qual descendem algumas das primeiras casas de Portugal. Ilustrado com reproduções de quadros e gravuras impressas sobre papel couché e intercaladas em extra-texto. Obra contendo, entre outras, a genealogia dos Marqueses de Sanches de Baêna. [invulgar] 12€ 219. GOMES, Rita Costa (1987) A Guarda Medieval 1200-1500. Lisboa: Livraria Sá da Costa. 1ª Edição. De 23x15 cm. Com 223 págs. Ilustrado. Brochado. [dissertação de mestrado em História Medieval] 6€ 220. BAÊNA, Luís Sanches (2006) Fuzileiros. Factos e feitos na guerra de África 1961- 1974. Lisboa: Comissão Cultural da Marinha Edições Inapa. 4 vols. 1ª Edição. De 24x18 cm. Com 300+250+280+250 págs. Ilustrados. Brochados. [exemplares impecáveis] 35€
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    Conjunto de 4volumes, profusamente ilustrados com fotos a preto e branco e a cores, e bem assim como reproduções de muitos esboços de operações, onde o leitor pode seguir a história deste corpo de elite das Forças Armadas Portuguesas, no período em apreço, o da última guerra que Portugal travou em África. A leitura é fácil e muito agradável, porque o comandante Baêna conseguiu articular aspectos gerais da política nacional nessa época e o respectivo enquadramento internacional com os factos especificamente relativos aos fuzileiros, sendo estes não só suportados em documentos oficiais como em muitos relatos pessoais bem vivos e que chegam ao ínfimo detalhe. E a verdade é que se está perante não só a História dos Fuzileiros como de muitas das componentes da Marinha que com eles operaram. O esforço de guerra daquilo que na obra se refere como sendo conhecido à época por “poeira naval” (fica o desafio da leitura para descodificar!), está também - talvez pela primeira vez - bem retratado neste trabalho. O I volume é dedicado ao processo de “renascimento” do fuzileiros em 1961 e a questões introdutórias e gerais como a organização, o armamento utilizado, as insígnias, a instrução e muitos outros aspectos, permitem ao leitor introduzir-se na temática deste trabalho. Parte importante destas primeiras 300 páginas são dedicadas não só à listagem dos fuzileiros mortos em campanha como aos condecorados e ainda à listagem nominal de todos os militares que integraram as Unidades de Fuzileiros (Destacamentos de Fuzileiros Especiais; Companhias de Fuzileiros; Pelotões Independentes e de Reforço). Um dos aliciantes da obra é a reprodução de documentos classificados desses tempos (desclassificados para esta finalidade), muitos inéditos e certamente julgados por muitos desaparecidos na voragem dos acontecimentos quer em África quer em Portugal Continental. Um exemplo entre muitos, o Plano de Operações “Cordão Umbilical” (Secreto) relativo à última missão que as Forças Armadas Portuguesas cumpriram em Angola, em 1975, no fundo a segurança à cerimónia de arrear da Bandeira Nacional na Fortaleza de S. Miguel e à evacuação das últimas forças portuguesas em 10 de Novembro de 1975. Como apontamento curioso lê-se no último parágrafo deste documento histórico: “…Após a cerimónia um Oficial Pára-quedista, a designar, fechará a porta da fortaleza.”
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    O II volume,com 250 páginas, reporta-se à guerra nesta antiga província desde que os Fuzileiros ali chegaram em 1961 até ao dia que antecedeu a Independência em 1975, não descurando uma introdução histórica e uma visão sobre o meio físico, a população e as religiões, a divisão administrativa e muitos dados relativos à subversão e aos movimentos que combateram contra a permanência de Portugal em Angola. São capítulos principais: “A Frente Fluvial do Zaire”; “O Inimigo”; “A Frente Leste”; “A Rota Agostinho Neto”; “Nas Terras do Fim do Mundo”; “O Desabar do Império”. O volume III, com 280 páginas, além da introdução relativa à Natureza, às Etnias e ao “terrorismo”, mais uma vez o esforço de fuzileiros e marinheiros está aqui bem retratado. Nas difíceis condições daquela província, quer no respeitante ao meio físico quer ao inimigo, os Fuzileiros, operando em diferentes épocas sob diferentes “filosofias de emprego” de acordo com a “visão” dos comandantes-chefes em presença, fizeram aquilo para que foram formados: combateram. Aqui Sanches Baêna não deixa de abordar os infelizes acontecimentos que opuseram “fuzos” a “páras” e resultaram na morte de dois “boinas verdes” mas também o ronco da captura do oficial cubano Peralta pelas Tropas Pára-quedistas. Os principais capítulos neste volume são: “A Guerra”; “O PAIGC”; “O Dispositivo de Contrapenetração”; “A Operação Mar Verde”; “Os Anos do Fim”. Termina esta obra com o volume IV, mais 250 páginas, que inclui as referências à História da Província, à Natureza, Etnias, Religião e aspectos da subversão, todos eles sem dúvida importantes sobretudo para quem já não estuda estes aspectos nos bancos da Escola, segundo depois para: “A Guerra”; “A Frente do Niassa”; “O Inimigo”; “O Alastrar da Guerra - Os Aldeamentos”; “A Frente de Tete”; “A Retirada”. Outro aspecto de realçar nestes quatro volumes, mas sobretudo nos respeitantes à guerra, é o facto, pouco habitual, de serem abordados sem complexos aspectos negativos da actuação quer de fuzileiros quer de outros actores no conflito. O comandante Baêna deu sem dúvida à obra um cunho patriótico mas não esconde erros e enganos, falhas e injustiças. O que é muito raro num trabalho de carácter oficial, ontem como hoje. FNIS LAUS-DEO