Porque é o bom leitor que faz o bom
livro… Porque é o bom leitor que faz
o bom livro…Porque é o bom leitor
que faz o bom livro…Porque é o bom
leitor que faz o bom livro…Porque é o
bom leitor que faz o bom
livro…Porque é o bom leitor que faz o
bom livro… Porque é o bom leitor que
faz o bom livro… Porque é o bom
leitor que faz o bom livro… Porque é
o bom leitor que faz o bom livro…
Porque é o bom leitor que faz o bom
livro… Porque é o bom leitor que faz
o bom livro… Porque é o bom leitor
que faz o bom livro… Porque é o bom
leitor que faz o bom livro… Porque é
o bom leitor que faz o bom livro…
CATÁLOGO Nº6
Projecto livraria online ler.com.gosto
Março de 2012
LIVRARIA LER.COM.GOSTO
(porque é o bom leitor que faz o bom livro)
Prezados leitores e amigos temos a honra de apresentar mais um catálogo de livros raros,
curiosos ou esgotados.
Com este catálogo damos continuidade ao projeto da livraria online ler.com.gosto, esperando
ir de encontro aos vossos interesses e expetativas.
O projeto ambiciona ser meio privilegiado de “distribuição” de saber, cultura, conhecimento,
simpatia, alegria, amizade, …. tudo o que um livro nos pode transmitir. Pretende também ser
um projeto de compra e venda do livro antigo.
As encomendas deverão ser efectuadas por email através do endereço
livraria.ler.com.gosto@gmail.com ou através dos nossos contactos telefónicos: 969888567 e
917925655.
Os livros encomendados serão enviados pelos correios. Ao preço apresentado acresce o dos
respectivos portes de envio. Poderão também ser levantados presencialmente em horário a
acertar.
Todos os livros encontram-se em bom estado de conservação. É sempre mencionado junto da
descrição do mesmo se o houver alguma imperfeição relevante.
Caso deseje informação adicional sobre as obras apresentadas poderá solicitar através do
email já referido ou para o contactos citados.
Torne-se nosso fã no facebook e saiba todas as novidades em 1ª mão:
http://www.facebook.com/pages/livrarialercomgosto/190385551013892?sk=wall
1. VASCONCELOS, José Leite de (1899) Philologia
mirandesa. Lisboa; Câmara Municipal de Miranda do
Douro. Edição Facsimilada 1992-1993. 2 vols. De
22.5x15.5cm. com 488 + 344 págs. Brochado.
Professor do curso superior de Bibliotecario-archivista,
Conservador da Bibliotheca Nacional de Lisboa. Leite
de Vasconcelos (Ucanha, 7 de julho de 1858 — Lisboa,
17 de maio de 1941) constitui um dos principais vultos
da Cultura Portuguesa dos séculos XIX e XX. Foi um
linguista, filólogo, arqueólogo e um dos principais precursores da etnologia
portuguesa.
25€
2. CAUFRIEZ, Anne (1997) Romances du Trás-os-
Montes. Paris: Fundação Calouste Gulbenkian. De
25x18cm. Com 289 págs. Brochado. Edição
bilingue: português e francês.
Anne Caufriez - Presidente, Sociedade Europeia de
Etnomusicologia, em Bruxelas, Bélgica. Dr. Anne
Caufriez é Diretor de Pesquisa do Museu de
Instrumentos Musicais de Bruxelas, na Bélgica, e
Presidente da Sociedade Europeia de
Etnomusicologia. Trabalhou como investigadora no Departamento de Antropologia,
Universidade de Louvain-la-Neuve. Especialista em música tradicional Portuguesa,
utilizando pesquisa de campo de diferentes áreas de Portugal (Minho, Trás-os-
Montes, Arquipélago da Madeira, Lisboa, 1978-2007).
7€
3. MOURINHO, [Padre] António Maria (1961)
Nossa Alma I Nossa Tierra. Lisboa:
Imprensa Nacional. De 25x18cm. Com 155
págs. Brochado.
MOURINHO, António Maria (1988) O
dialecto mirandês como vector cultural
no nordeste Transmontano. Com 27 págs.
De 24x16.5cm. Brochado.
13€
Valorizado com dedicatória e assinatura do autor.
António Maria Mourinho - Presbítero, arqueólogo, etnógrafo e poeta núrandês
(Sendim, Miranda do Douro, 14.2.1917 - Lx.', 13.7.1996). Concluiu Teologia no
Seminário de Bragança (1941) onde foi professor durante um ano, até ser
incardinado (1942) na paróquia de Duas Igrejas (Miranda do Douro). De cedo
vocacionado para o estudo do património local, viria a elaborar uma obra a qual,
em conjunto com as do Abade de Baçal e do Padre Firirnino Martins (Vinhais) é
fonte de necessária consulta para o conhecimento do Nordeste Transmontano na
história, na cultura, na língua e na religião. A ele se deve a recuperação do dialecto
mirandês para a literatura desde que publicou lendas e poemas nesse dialecto.
Investe muito do seu tempo na pesquisa de aras, pedras, lendas, monumentos e
documentos, quer na região duriense, quer em arquivos espanhóis. Dessa pesquisa
resultou uma extensíssima obra, constituída por mais de meia centena de
importantes títulos, para além de muitos outros esparsos em jornais e revistas.
Deve-se a António Maria Mourinho uma boa parte das iniciativas que permitiram a
sobrevivência e preservação da língua, da cultura e do património histórico das
Terras de Miranda.
4. COELHO, António Borges (1983) Questionar a história:
Ensaios sobre a história de Portugal. Lisboa: Editorial
Caminho. De 21x14 cm. Com 303 págs. Ilustrado. Brochado.
Este livro documenta os passos de vinte e três anos de
trabalho do seu autor. Reúnem-se quase dezena e meia de
estudos, alguns dos quais provocaram reações
apaixonadas. Um traço comum congrega e une os
diferentes estudos agora em volume único, publicados: o de pretenderem cada um
à sua maneira, Questionar a História.
8.5€
5. ALMEIDA, D. António (1859) Brado Catholico. Lisboa: Imprensa
Nacional. 1ª Edição. Brochado. Com 25 págs. De 23x14.5cm. Capa
apresenta picos de acidez. Interior limpo.
Contém no frontispício dedicatória de oferta e vários carimbos de
posse.
6€
6. SILVA, Nuno Pereira (coord.) (2010) O Algarve e as
Invasões Francesas. Edição do Regimento de Infantaria nº
1. Contém cd com a comunicação do Coronel Henriques.
De 23x16cm. Com 151 págs. Brochado.
Resultado do ciclo de conferências realizado no âmbito das
comemorações do dia da unidade contou com a
colaboração de reputados cientistas da Universidade do
Algarve, Militares, representantes do clero e da sociedade civil.
Do índice: o Algarve e a 1ª Invasão Francesa; algumas expressões orais resultantes
das invasões Francesas em Portugal; notas breves sobre Tavira e as Invasões
Francesas; sobre a invasão de Junot no Algarve; […]
11€
7. GONÇALVES, J. Cardoso (1938) Apocalipse de Lorvão.
Lisboa: Associação dos Arqueólogos Portugueses. De
24.5x19cm. Com 27 págs. Ilustrado. Brochado. Possui
assinatura de posse.
 O Apocalipse do Lorvão é um manuscrito iluminado
produzido no fim do século XII. Possui 112 folhas em
pergaminho com diversas ilustrações em estilo românico-
moçárabe, e é uma das raras obras em seu gênero sobreviventes da Idade Média
portuguesa. Distingue-se pelo uso de uma paleta de cores limitada ao amarelo,
laranja e vermelho e ao seu desenho refinado e austero.
7€
8. CARVALHO, José vilhena de (1988) Almeida subsídios
para a sua história. Viseu. De 24.5x17cm. 2 vols. Com
509 + 477 págs. Ilustrado. Brochado.
Profusamnete ilustrados com gravuras e mapas
desdobráveis em extra-texto.
Belissima monografia, de aturado labor. De realçar o
grande contributo dado para a historiografia das
invasões francesas.
22€
9. LIMA, Fernando de Castro Pires de (1963) Manta de
Retalhos. Lisboa: Edições Panorama. De 18.5x12.5cm. Com
168 págs. Brochado. Com prefácio do Prof. Doutor Marcelo
Caetano.
Conjunto de valiosos estudos históricos e etnográficos.
10€
10. PAÇO, Afonso do (1961) Novos apsectos da batalha de
Aljubarrota. Porto. De 24.5x18.5cm. Com 408 págs. Ilustrado.
Brochado.
[Exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do autor].
6€
11. AURORA, Conde d' (2007) Esparsos, raros e
inéditos do Conde d'Aurora. Ponte de Lima:
ADRIL. Com 407 Págs. De 24x21cm. Brochado.
Obra «que reúne um conjunto notável de
dezenas de textos dispersos por diversas
publicações periódicas locais, regionais e
nacionais, ao qual foi adicionado um lote
significativo de opúsculos raros e, ainda, três
inéditos que se guardavam na Casa de Nossa Senhora da Aurora, em Ponte de Lima.
Com um prefácio de sua neta, sobre a Ruralidade no Vale do Lima.
A obra abarca um período de produção literária e de opinião bastante alargado
(1921-1968), compreendendo uma imensidão de temáticas que é a prova perfeita
do valor e da qualidade do Conde d’Aurora como homem do seu tempo, activo e
interventivo. Com um texto de António Manuel Couto Viana e um prefácio da neta
do Autor, Rosário de Sá Coutinho.
Devidamente ilustrado, comentado e anotado em termos bibliográficos. Este
trabalho constitui uma mais-valia para se compreender o pensamento deste
Homem de Letras, nascido em Ponte de Lima, que foi, entre muitas outras
ocupações, escritor, magistrado, cronista, fotógrafo, repórter e etnógrafo.»
15€
12. BOISSELLIER, Stéphane (2003) Le Peuplement
Médiéval dans le sud du Portugal. Paris: Centre
Culturel Calouste GulbenKian. De 25x18cm.
Com 673 págs. Brochado. Texto em Francês.
A obra pretende, segundo o seu autor,
compreender como um sistema social se traduz
em termos de localização e de como a
organização espacial influi nas dinâmicas sociais
imateriais, focando a problemática numa região
específica, o Sul de Portugal e num período
determinado, o compreendido entre os sécs. XII e XV.
Obra de Stéphane Boisselier revela uma perspectiva inovadora no panorama da
historiografia portuguesa, pressupondo um desafio constante na enunciação de
novas interpretações e problemáticas, numa fecunda interpelação dialógica das
fontes e dos seus silêncios e, mesmo, dos próprios medievistas portugueses.
7€
13. AZEREDO, Carlos (2007) Aqui não Passaram: O Erro fatal
de Napoleão. Porto: Civilização Editora. De 23.5x16cm.
Com 308 págs. Brochado. [exemplar novo].
No âmbito das comemorações dos 200 anos das Invasões
Francesas, o General Carlos de Azeredo aborda com
elevado rígor histórico a acção das forças portuguesas
durante a 2ª Invasão, comandada por Soult, para cuja
derrota foi determinante a reacção popular a norte do
Douro. “Em manobras sucessivas, o General Silveira obrigou Soult a empenhar cinco
Brigadas sobre a linha do Tâmega, num total de 9 mil homens, ou seja, mais de 42%
dos seus efectivos (21 mil homens). Tal situação impediu o avanço sobre Lisboa,
planeado por Napoleão”. Uma pesquisa cuidadosa das fontes nacionais e
estrangeiras vem esclarecer, de modo decisivo, o papel das forças portuguesas no
desgaste e no retardamento do exército invasor, que permitiu o avanço das tropas
de Wellesley e a derrota dos franceses. Citando o maior historiador francês da
época – Louis-Adolphe Thiers – o autor demonstra que as Invasões de Portugal
foram “o começo dos maiores erros e das maiores infelicidades do reinado de
Napoleão”, um erro fatal que o precipitou “numa queda espantosa”.
9€
14. PRETO, Manuel (1993) Bersos Mirandeses. Vila do
Conde:Edições Salesianas. De 23.5x16.5cm. Com 139 págs.
Brochado. [capa com ligeiras manchas].
A língua mirandesa, ou mirandês, é um dialecto
pertencente ao grupo astur-leonês, com estatuto de
segunda língua oficial em Portugal, reconhecida
oficialmente e assim protegida. É falada por menos de
quinze mil pessoas no concelho de Miranda do Douro e em três aldeias do concelho
de Vimioso, num espaço de 484 km², estendendo-se a sua influência por outras
aldeias dos concelhos de Vimioso, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros e Bragança.
Os textos recolhidos em mirandês mostram a envolvência de traços fonéticos,
sintácticos ou vocabulares das diferentes línguas.
5€
15. CALVO, Jerónimo (1997) Viagem de Terra Santa 1624.
Lisbonne/Paris: Centre Cultural Calouste
Gulbenkian/Comission Nationale pour les
Commémorations des découvertes portugaises. De
25x18cm. Com 230 págs. Brochado. Texto em
português.
A obra é uma narrativa de viagens às terras do Brasil,
dos séculos XVI – XVII.
8€
16. MARQUES, A.H. de Oliveira (1977) Para a história dos
seguros em Portugal: Notas e Documentos. Lisboa: Editora
Arcádia. De 19x12 cm. Com 296 págs. Brochado.
“Ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII, aprática seguradora
estabelecera-se sobre bases cada vez mais sólidas. Das
formas incipientes do “dar dinheiro a risco” dos prémios de
seguro elevadíssimos, passara-se para uma organização
complexa e multifacetada…”
Do índice: Os primórdios da instituição; Do escrivão dos seguros ao corrector de
seguros; Os seguros no século XVII e XVIII; Conflitos e reformas nos finais do século
XVIII; As primeiras companhias de seguros; *…+.
8€
17. MORENO, Humberto Baquero (1990). Exilados, marginais e
contestatários na sociedade portuguesa medieval:
Estudos de história. Lisboa: Editorial Presença. De 20x14
cm. Com 234 págs. Brochado.
Do índice: Exilados portugueses em Castela durante a crise
dos finais do século XIV (1384-1388); Alguns aspectos da
marginalidade social, na cidade do Porto nos finais da
Idade Média; Um possesso do demónio no século XV;
Abusos e violência no reino do Algarve durante o reinado de D. Afonso V; As
pregações de Mestre Paulo contra os Judeus Bracarenses nos finais do século XV; A
Conspiração contra D. João II – O julgamento do Duque de Bragança; *…+.
9€
18. BRUNT, Andrew (1990). Guia dos estilos de mobiliário.
Lisboa: Editorial Presença. De 20x15 cm. Com 252 págs.
Profusamente ilustrado. Brochado.
Um completíssimo e útil guia das técnicas e estilos do
mobiliário em todo o mundo, desde a Antiguidade até aos
nossos dias. Os materiais e as técnicas
pormenorizadamente descritos. Uma secção
especialmente dedicada a ensinar como reconhecer fraudes, reproduções e cópias.
A evolução, cronológica e tematicamente organizada, dos estilos, descrevendo o
trabalho dos artistas que mais profundamente marcaram cada época. Ilustrado com
mais de 250 desenhos e fotografias a cor.
8€
19. SOUSA, Alfredo Botelho (Vice-Almirante) (1970) Os
factores impoderáveis da Guerra. Lisboa: Edição do
Ministério da Marinha. Com 183 págs. De 22.5x16.5cm.
Brochado.
Alfredo Botelho de Sousa (Ponta Delgada, 1 de
Dezembro de 1880 — Lisboa, 1960) foi um oficial da
Armada Portuguesa e um prestigiado político e
intelectual que se destacou como estudioso de estratégia
naval e como historiador do desenvolvimento naval português.
6€
20. MORENO, Humberto Carlos Baquero (1968) A epidemia de 1453-54. Lourenço
Marques: Universidade. De 23x17cm. Com 23 págs. Brochado.
5€
21. CALLIERT-BOISVERT, Colette (2004) Soajo entre
migrações e memória: estudos sobre uma
sociedade agro-pastoril de identidade
renovada. Arcos de Valdevez: Câmara
Municipal. De 25x18cm. Com 289 págs.
Brochado.
Do índice: uma comunidade rural feminina do
Alto Minho nos começos dos anos sessenta; o
soajo sob olhares alheiros; ser mulher no soajo
entre 1860 e 1986: celibato, casamento,
ilegitimidade; Terras de baldio e terras privadas; água viva, água partilhada; uma
tarefa colectiva e gratuita obrigatória: a limpeza das poças e dos regos; património
e identidade;…
9€
22. PALMEIRÃO, Cristina Maria Gomes da Costa (1994) Os
Forais de Miranda (1286-1510). Miranda do Douro:
Câmara Municipal. Tiragem de 1000 exemplares. De
21x15cm. Com 180 págs. Brochado (capa com dobra –
conforme imagem).
8€
23. MORENO, Humberto Carlos Baquero (1970) Algumas mercês concedidas pelo
condestável D. Pedro, rei da Catalunha, a súbditos portugueses. Lourenço
Marques: Universidade. De 23x17cm. Com 29 págs. Brochado.
5€
24. MARQUES, A.H. de Oliveira (1975). A maçonaria portuguesa
e o Estado Novo. Lisboa: Publicações Dom Quixote. 1ª
Edição. De 21x13 cm. Brochado.
“Poucas são as associações, no passado ou na actualidade,
de que se saiba tão pouco ou de que se tenha ideias tão
erradas como da Maçonaria. O tema central escolhido por
Oliveira Marques foi a extinção oficial da Maçonaria
portuguesa pelo governo de Salazar. Mas como essa
extensão se não pode compreender sem uma serie de documentos anteriores, a
obra cobre um maior período de tempo e uma mais larga serie de factos.
O Excelente estudo introdutório, a documentação reunida, as notas e a bibliografia
inseridos no volume darão ao leitor ideias mais claras sobre a Maçonaria. Ideias
essas que contribuirão, aliás, para clarificar muitos outros fenómenos da nossa
história contemporânea, porque estudar a Maçonaria no nosso país é o mesmo que
estudar a história de Portugal, pelo menos a partir de 1817, e muito especialmente
no que se refere à 1ª República.”
12€
25. Estudos de História de Portugal: homenagem a A.H. de
Oliveira Marques: vol. I séculos X-XV. Lisboa: Editorial
Estampa. De 21x15 cm. Com 383 págs. Brochado
Alguns artigos: A Guerra Civil de 1319-1324 por José
Mattoso; O Senhorio Cruzio de Alborge na centúria de
trezentos por Maria Helena Cruz Coelho; O Doutor João das
Regras no Desembargo e no Conselho Régio por Armando
Luís de Carvalho Homem; Custos de montagem de uma exploração medieval por
Iria Gonçalves; A Moeda medieval com fonte para a história das mentalidades por
Maria José Ferro Tavares; a Vivência medieval do tempo por Luís Krus; Para a
história da morte em Portugal (sec. XII-XIV) por Maria Ângela Beirante; *…+.
8€
26. MORENO, Humberto Carlos Baquero (1968) Nótula sobre a legitimaçao dum filho
de pais incógnitos em 1444. Lourenço Marques: Universidade. De 23x17cm. Com 4
págs. Brochado.
4€
27. TAILLAND, Michèle Janin-Thivos (2001) Inquisition et
société au Portugal: Le cas du Tribunal d´ Èvora. Paris:
Centre Culturel Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com
534 págs. Brochado.
Michele Janin-Thivos Tailland começou a sua investigação
nos arquivos Portugueses utilizando o método
quantitativo combinando contagens estatísticas e casos de estudo. O autor
investigou comunidades de cristãos-novos a partir de fontes inquisitoriais.
6€
28. Anuário Ordens Honorificas Portuguesas 1971. Lisboa:
Presidência da República. De 24.5x18.5cm. Com 633
págs. Brochado.
Contém uma relação dos membros de cada uma das
ordens e da indicação dos falecidos no decurso do ano.
Figuram no anuário outros elementos relativos à
legislação, à orgânica das ordens, ao funcionamento
dos conselhos e ás condecorações estrangeiras
atribuídas a cidadãos portugueses.
13€
29. BAENA, Sanches de, Visconde de (1900) Familias Nobres do
Algarve. Lisboa: A Liberal – Officina Typographica;
Typographia do Annuario Commercial.
Tiragem de 720 exemplares. Edição, facsímilada 1.ª de Lisboa,
1992. 2 vols. De 25.5x19cm. Com 178 + 125 págs. Brochado.
40€
30. Os oficiais do Exército de Dom Pedro (1829-1835). Lisboa: Edições Guarda-Mor.
2008. De 22x16 cm. Com 266 págs. Brochado. [exemplar novo].
"Os Oficiais do Exército de Dom Pedro (1829-1835) ", edição fac-similiada da lista
dos oficiais, coligida em 1835, e publicada nesse ano sem indicação de autor, fixada
e organizada por Manuel Amaral, que elaborou os índices dos regimentos e dos
oficiais que os integravam.
O prefácio do coronel Américo Fernandes Henriques apresenta o enquadramento
histórico em agiram os responsáveis pelo exército libertador, no ambiente de
12€
guerra civil que submergia o país, descrevendo-o de um
modo empolgante, tal como já o fizera no capítulo da
sua autoria em "Os Oficiais d' El-Rei Dom Miguel".
Para além do valor histórico dos dados que esta obra
revela, "Os Oficiais do Exército de Dom Pedro" conta
com elementos importantes para a genealogia, ao
permitir-nos, através dos seus nomes, vir revelar teias
familiares destes heróis vitoriosos que formariam
alicerces na sociedade portuguesa pelo correr do intrincado século XIX.
31. [ABADE BAÇAL] ALVES, Franscisco Manuel (1909-
1947) Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito
de Bragança ou repositorio amplo de noticias
chorographicas, hydro-orographicas, geologicas,
mineralogicas, hydrologicas, biobliographicas,
hiraldicas, etymologicas, industriaes e estatisticas
interessantes tanto à historia profana como
ecclesiastica do districto de Bragança. Bragança:
reedição do Museu Abade Baçal 1982. De
22.5x15.5cm. Com 401 + 509 + 454 + 699 + 209 + 806 + 816 + 123 + 718 + 845 + 804
págs. Brochado. [Obra invulgar, quando completa]
Tomos I a IV: Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança; Tomo V:
Os Judeus; Tomo VI: Os Fidalgos; Tomo VII: Os Notáveis; Tomo. VIII: No Arquivo de
Simancas; Tomos IX e X: Arqueologia, Etnografia e Arte; Vol XI Arqueologia e
Etnografia.
Sacerdote secular, arqueólogo e historiador, de seu nome Francisco Manuel Alves,
sendo ordenado presbítero (13.6.1889) e logo nomeado pároco, ou abade da sua
140€
terra natal, por isso que ficou vulgarmente conhecido por Abade de Baçal.Nunca
paroquiou outra freguesia, vivendo uma vida entregue aos cuidados dos
paroquianos, à sua lavoura e à investigação arqueológica e histórica, para a qual
teve um singularíssimo instinto, sem necessidade de estudos científicos prévios, por
isso havendo quem lhe aponte alguma assistematicidade nos estudos.
Independente, modesto e sóbrio, misturado com o povo, foi nomeado (1925)
director-conservador do Museu Regional de Bragança que hoje em dia ostenta o
seu nome. Deu vasta colaboração à imprensa, havendo artigos seus nos mais
inusitados periódicos. Sócio da Academia das Ciências, da Associação dos
Arqueólogos Portugueses, do Instituto Etnológico, vogal da comissão de História
Militar e membro de vários intitutos académicos estrangeiros. A sua obra principal
é constituída pelos 11 volumes das Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito
de Bragança, começados em 1909 e terminadas em 1947, fonte incontornável
para o estudo da vida, história e valores do nordeste transmontano.
32. BARBOSA, Agostinho (2007) Dictinonarium
Lusitanicolatinvm: juxta seriem alphabeticam
optimis, probatisq. doctissimorum auctorum
testimonijs perutili quadam expositione
locupletatum: cum... Latini sermonis indice, necnon
libello uno aliquarum regionum, civitatum,
oppidorum, fluviorum, montium, & locorum, quibus
veteres uti solebant / omnia in studiosae inventutis
gratiam, & usum collecta per Augustinum Barbosam
Lusitanum.... Braga: Universidade do Minho. De
26.5x20cm. Com 1207 + 15 págs. Brochado.
Agostinho Barbosa nasceu em Aldão, Guimarães, em 1590. Em 1611, com apenas
21 anos, publicou o Dictionarium lusitanico-latinum, tornando-se assim o segundo
estudioso a ocupar-se da língua vernácula (linguagem popular comum) em Portugal.
A sua obra continua a ser citada até hoje, sobretudo em estudos editados na Itália e
na Alemanha.
Especialista em linguística das línguas românicas e semíticas, publicou estudos
sobre a língua portuguesa principalmente nas áreas da variação e mudança, na
história da língua e na lexicografia.
40€
33. SANTOS, Alberto Cardoso dos (1925). A Nossa Terra: os
versos que fez Alberto Cardoso dos Santos no ano de
1925. Lisboa: Tipografia da Empresa Diário de Noticias.
De 19x13 cm. Com 128 págs. Brochado.
[Com uma extensa e belíssima dedicatória manuscrita
pelo punho do autor, dirigida a uma ilustre Professora
Doutora. Fecha a dedicatória a assinatura do punho de
Cardoso dos Santos.]
7.5€
34. FERREIRA DE CASTRO, José Maria (s/d). A Selva.
Lisboa: Guimarães e Cª Editores. De 19x12 cm. Com
320 págs. Brochado. Contém comentário manuscrito
de 6 palavras, do anterior proprietário.
Publicado pela primeira vez em 1930, A Selva é talvez
a obra mais importante do autor. *…+ Alberto,
português e estudante de Direito de 26 anos, é
obrigado, por causa de suas ideias políticas, a
emigrar para Belém do Pará. Depois de morar com
seu tio algum tempo, embrenha-se na floresta
amazônica a fim de viver como seringueiro. No seringal "Paraíso", às margens do
Rio Madeira, vive uma série de aventuras propiciadas pela mata virgem e pelos
deleites do sexo.
[O exemplar leva assinatura e dedicatória manuscrita pelo punho do autor a um
ilustre cidadão em agradecimento pelo apoio dado à primeira edição desta obra].
13€
35. PIRES DE LIMA, Augusto César – Prefácio, Notas e Glossário
(S/D) Os Autos das Barcas de Gil Vicente. Porto: Editorial
Domingos Barreira. 19x12 cm. Com 202 págs. Brochado. Por
abrir.
[O exemplar possui assinatura e dedicatória manuscrita
pelo punho do autor a seu neto].
8€
36. TAVARES, Maria José Ferro (2000). Os Judeus em
Portugal no século XIV. Lisboa: Guimarães Editores.
De 20x15 cm. Com 196 págs. Brochado. [exemplar
novo].
«A escassez documental sobre a vida dos judeus
portugueses no século XIV, como minoria religiosa
inserida na sociedade cristã, levou a um exaustivo e
fundamental estudo da história social e económica da
nação judaica, da sua vivência nas comunas, da sua
relação de dependência com o poder real.»[…]
8€
37. Incursões Monárquicas (1910-1920). Memórias da
Condessa de Mangualde. Lisboa: Quetzal Editores.
Prefácio de Vasco Pulido Valente. De 23x15 cm. Com
219 págs. Ilustrado. Brochado. [exemplar novo]
As Memórias da Condessa de Mangualde são um
documento inédito, abarcando o período das
Incursões Monárquicas, de 1910 a 1920. Vamos
encontrar nestas Memórias as angústias, incertezas e
dificuldades por que passou a mulher de um dos mais
convictos opositores monárquicos que recusara a
indiferença e passividade geral perante a proclamação da República. Exilado,
encarcerado ou a monte, Fernando de Albuquerque, Conde de Mangualde,
procurou sempre acompanhar e proteger a sua família, ainda que tal parecesse
quase impossível. As cartas do jovem casal são o grande suporte de memória que,
pelos seus pormenores quotidianos, atribuem ao texto um realismo inesperado e,
pelas suas descrições, ilustram um período da nossa história ainda por esclarecer
Guiado por Maria Teresa se Souza Botelho e Mello, o leitor revive os tempos difíceis
da pós-instauração republicana: “A impressão que se sente no meio da revolução è
o que há de mais angustioso: a incerteza do seu desfecho, a sensação de completa
impotência perante o perigo, o silêncio das ruas entrecortado por tiros isolados
disparados não se sabe de onde, nem contra quem, tudo concorre para aumentar
essa angústia”.
12€
38. SANFINS, Elvira de Abreu (1987). A depressão em D. Duarte. Edição da Autora. De
23x16 cm. Com 94 Págs. Ilustrado. Brochado. [Tiragem limitada e numerada].
[Estudo raro e apreciado].
7.5€
39. SOUSA, A. Botelho (1939) O Período da Restauração nos
Mares da metrópole, no Brasil e em Angola. Lisboa: Agência
Geral das Colónias. De 20.5x15cm. Com 64 págs. Brochado.
[Edição Comemorativa do duplo Centenário da Fundação e
Restauração de Portugal].
6€
40. RIBEIRO, Aquilino (1959). As Filhas de Babilónia. Lisboa:
Livraria Bertrand. De 20x16 cm. Brochado. Com
ilustrações de Paulo Guilherme.
[Tiragem de 300 exemplares em papel especial alfa,
numerados e assinados pelo punho do autor].
Do excipit da dedicatória da 1ª edição:
"Parte deste livro escrevia-a ha anos em Paris, a
Babilónia, cuja taça d'ouro inebria toda a terra, como bradava e brada ainda do
fundo dos seculos a voz irosa do profeta; a outra parte em Portugal, permitindo-me
de acrescentar à Cartilha do abade de Salamonde a pagina velhíssima, tão comum
aos cultos submersos, duma moral complacente com as leis da vida. Daqui, por
localização e por alegoria, as Filhas da Babilónia (...)".
25€
41. FRANÇA, José-Augusto (1988) Une Ville des
Lumieres La Lisbonne de Pombal. Paris:
Fondation Calouste Gulbenkian/Centre
Culturel Portugais. De 25x18cm. Com 345
págs. Ilustrado. Brochado. Texto em Francês.
[importante obra olissipográfica].
Do índice: Lisboa depois do terrível
terramoto de 1755; o tremor de terra; a nova
Lisboa depois de Manuel da Maia; A
urbanização da nova Lisboa; princípios e procedimentos técnicos; o estilo
9€
pombalino; a estátua equestre de D. José; Burguesia e vida social depois 1755;
Queluz e gosto pela corte;…
José-Augusto França (Tomar, 1922) - licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas
pela Faculdade de Letras de Lisboa em 1944, doutorado em História (1962) e em
Letras e Ciências Humanas (1969) na Sorbonne. Foi professor na Sociedade Nacional
de Belas-Artes e na Universidade Nova de Lisboa, em que teve a seu cargo as
cadeiras de História da Cultura e de História da Arte. É catedrático jubilado da
Universidade Nova de Lisboa, membro da Academia das Ciências e antigo
Presidente da Academia Nacional de Belas Artes. É membro honorário do Comité
International d'Histoire de l'Art e da UNESCO.
42. VASCONCELOS, J. Leite (1974-76 -79) Teatro Popular
Português. Coimbra. Coordenação e notas de A. Machado
Guerreiro. 3vols. Com 1927 págs. De 25x19cm. Brochado.
Excelentes Exemplares. Obra completa.
Vol. I – Religioso; Vol. II – Profano; Vol. III – Açores.
[Obra de estrema riqueza]
75€
43. CARDIM, Joaquim Canas (1982) Na esteira do Noroeste;
memórias de um caçador. Porto: Lello & Irmão Editores. Com
155 págs. De 18.5x12.5cm. Brochado. Ilustrado.
7€
44. Manuscritos Inéditos da BPMP: II Série – António Nobre:
correspondência com Cândida Ramos. Porto: BPMP. 1982. De
23x16 cm. Com 119 págs. Ilustrado. Brochado. Possui assinatura
de posse.
“As treze missivas que, pela primeira vez, aqui são dadas à
estampa – onze cartas, um bilhete e um cartão de visita –
formam o mais antigo corpo de documentos do epistolário de António Nobre, até
hoje desentranhado. Constituem o remanescente da correspondência amorosa com
Cândida Ramos, e abrangem o período que decorre entre 30 de Outubro de 1885 e
13 de Julho de 1886.”
7€
45. ANSWAARDEN, Robert Van (1991) Les Portugais
Devant le grand conseil des pays-bas (1460-1580).
Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste
Gulbenkian. De 25x18cm. Com 379 págs. Brochado.
6€
46. LARCHER, Jorge (1933). Castelos de Portugal:
Distrito de Leiria. Lisboa: Imprensa Nacional de
Lisboa. De 25x16 cm. Com 238 págs. Ilustrado.
Brochado.
“Era nossa intenção reunir num só volume a
história de todos os castelos de Portugal, no
entanto tal publicação tornar-se-ia muito
volumosa *…+, resolvemos pois por tal motivo
fazer, por distritos, a publicação da história dos
velhos castelos portugueses.
Em algumas povoações o camartelo
iconoclasta e o vandalismo dos homens destruiu todos os vestígios desses antigos
monumentos, fazendo desaparecer tão preciosas fontes, todas elas com a sua
história e sua lenda.
Com a publicação deste trabalho, produto de um aturado estudo e duma paciente
investigação histórica, procuramos despertar o amor e o patriotismo, ante estes
monumentos, páginas admiráveis da história da nossa nacionalidade gloriosa.
Dispensou-nos a sua colaboração artística o ilustre professor e distinto pintor
Armando de Lucena, que com os seus estudos muito contribui para valorizar esta
obra, que neste volume trata, aprofundadamente, dos castelos do distrito de Leiria.
[obra invulgar e justamente apreciada]
20€
47. MOURINHO, António Maria (1966) Guerra dos sete
anos ou a guerra do Miradum. Bragança. De
25.5x19cm. Com 52 págs. Brochado.
Deste trabalho se fez o guião para o filme “A guerra
do Mirandum”.
A Guerra Fantástica, Guerra do Mirandum ou Guerra
do Pacto de Família, foi o nome pelo qual ficou
conhecida a participação de Portugal na Guerra dos
Sete Anos (1756-1763). O conflito desenrolou-se no período de Abril a Novembro
de 1762 , iniciando-se quando um exército franco-espanhol, com um efectivo de
cerca de 40 000 homens comandados pelo general Nicolás de Carvajal y Lancaster,
o marquês de Sarriá, invadiu Portugal pela fronteira de Trás-os-Montes,
conquistando Miranda, Bragança e Chaves, a que se seguiu uma invasão pelas
Beiras, conquistando Almeida e Castelo Branco. Em resposta, formou-se um
exército anglo-português, com cerca 20 000 homens, sob o comando do Conde de
Lippe, que se posicionou para defender Lisboa, mas em Novembro daquele ano de
1762 foi assinado um acordo de cessar fogo antes de ser travada qualquer batalha.
Em consequência, o episódio ficou conhecido por Guerra Fantástica porque, apesar
se de terem registado sucessivas movimentações de tropas, os recontros limitaram-
se a acções de guerrilha conduzidas pelas milícias locais.
6€
48. PACHECO, José (1988?). A Divina arte negra e o
livro português. Séculos XV e XVI. Veja [Gráfica
de Estarreja]. De 28x21 cm. Com 284 págs.
Profusamente ilustrado. Brochado, com
sobrecapa. [exemplar novo].
Trabalho de grande importância para o
conhecimento da génese da arte tipográfica
portuguesa. Belíssima edição enriquecida com
inúmeras reproduções de portadas,
frontispícios, gravuras e outras ilustrações.
15€
49. CAMACHO, Brito (1921). Gente Rústica. Lisboa: Guimarães e
Cª. 1ª Edição. De 19x12 cm. Com 234 págs. Encadernado
[mantém capa de brochura, que possui uma ligeira mancha].
Contém esta obra uma galeria de personagens tipo
contemporâneas [década de 20 do século passado] de Manuel
de Brito Camacho, que eram inconfundíveis no meio social
onde se inseriam ou nasceram. O autor escreveu a biografia destas personagens
ligadas ao meio rural, nomeadamente ao Alentejo, berço das suas origens.
9€
50. LABOURDETTE, Jean- François (1988) La Nation Française
a Lisbonne de 1669 a 1790: Entre Colbertisme et
liberalisme. Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation
Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 726 págs.
Brochado.
Especialista em História das relações internacionais do
período moderno e em história de Portugal. Jean-François Labourdette é professor
emérito da Universidade Charles de Gaulle-Lille III.
Nesta obra apresenta um estudo sobre a comunidade francesa de Lisboa desde o
fim da guerra da restauração até ao eclodir da revolução francesa. Obra de estrema
importância pois chama atenção para uma comunidade estrangeira estabelecida
em Lisboa. O autor estuda esta comunidade sob vários aspectos: social, politico e
económico e demonstra a sua importância na sociedade portuguesa. Obra original
que se ocupou de um assunto pouco estudo em Portugal (à época).
7€
51. MOURINHO, António Maria (1984) Nossa Senhora do Naso:
rainha dos Mirandeses. Bragança. De 21x15cm. Com 24
págs. Brochado.
António Maria Mourinho - Presbítero, arqueólogo, etnógrafo.
Investiga e inventaria aras, pedras, lendas, monumentos e
documentos, quer na região duriense, quer em arquivos
espanhóis. Dessa pesquisa resultou uma extensíssima obra, constituída por mais de
meia centena de importantes títulos, para além de muitos outros esparsos em
jornais e revistas.
5€
52. FERRO, João Pedro (1996). Arqueologia dos hábitos
alimentares. Introdução de A. H. de Oliveira Marques. Lisboa:
Publicações Dom Quixote. De 23x16 cm. Com 139 págs.
Ilustrado. Brochado.
O que comem os Portugueses? Como se alimentavam os seus
antepassados? Quais os seus hábitos alimentares predominantes
através dos tempos? Arqueologia dos hábitos alimentares procura dar-nos uma
panorâmica ampla desde a Idade Média até aos nossos dias.
12€
53. NAZARÉ, João Ranita (1984) Prolegomenes a
l’ethnosociologie de la musique. Paris: Centre Culturel
Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm.
Com 540 págs. Brochado.
João Ranita Nazaré Professor Catedrático Jubilado da
Universidade Nova de Lisboa. Especialista em
etnomusicologia – música tradicional.
6€
54. MCCORQUODALE, Charles (1995). O Renascimento:
Pintura Europeia 1400-1600. Lisboa: Civilização
Editora. De 38x27 cm. Com 308 págs. Profusamente
Ilustrado. Com belíssima encadernação do editor.
[exemplar perfeito].
Edição de grande luxo e formato, em papel de alta
qualidade, com centenas de excelentes reproduções de
página inteira, a cores, das mais representativas obras
de todos os grandes pintores renascentistas.
A definição de Pintura renascentista surge na Itália durante o século XV inserida, de
um modo geral, no Renascimento. Esta pintura funda um espírito novo, forjado de
ideais novos e em novas forças criadoras.
As raízes baseiam-se na Antiguidade Clássica (tomadas a partir da cultura e
mitologia grega e romana, e dos vestígios quer arquitetónicos quer escultóricos
existentes na península itálica) e na Idade Média (captadas em sentido evolutivo e
sobretudo da obra de Giotto que teve na sua arte do século XIII, o pronúncio dos
princípios orientadores da pintura do Renascimento). [peça de coleção]
35€
55. BERNARDES, Diogo (1945-46) Obras Completas. I – Rimas
Várias - Flores do Lima; II –O Lima; III - Várias Rimas – Ao
Bom Jesus. Com prefácio e notas do Prof. Marques Braga.
Lisboa: Livraria Sá da Costa editora. 3 vols. Com 258 + 359 +
224 págs. De 19x12.5cm. Brochado. Colecção de Clássicos
Sá da Costa.
22€
56. PASSOS, John (1946). Paralelo 42. Lisboa: Portugália Editora.
1ª Edição [em português]. De 21x14 cm. Com 405 págs.
Encadernação meia inglesa. [mantem
capas de brochura].
Paralelo 42 é o romance que celebrizou
John Dos Passos como um dos maiores
escritores norte-americanos do século XX,
ao fazer um esboço grandioso e caleidoscópico de uma nação
em vias de se tornar uma superpotência. Tal como o paralelo que lhe dá título, este
livro atravessa o coração dos Estados Unidos, ao seguir as vidas de cinco
personagens nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial.
Críticas de imprensa: «Sem dúvida, o maior romance escrito nos Estados Unidos nos
últimos cem anos.» Norman Mailler
8€
57. JÚNIOR, António de Campos (S/D). Guerreiro e Monge. Lisboa: João
Romano Torres, editores. 2 Vols. De 18x13 cm. Com 558 + 612 págs.
Ilustrado. Perfeita e belissima encadernação meia francesa, com ferros
dourados na lombada. [mantem capas de brochura].
Romance que aborda os sucessos dos portugueses desde o
descobrimento da India até a morte de Afonso de Albuquerque.
Desconhece-se com exactidão o ano da primeira edição desta obra - que
não consta no volume -, mas deduz-se que terá sido publicada em 1898,
tendo em consideração que no Dicionário Bibliográfico Português se
refere ter o autor vencido, com este romance, um prémio literário dedicado ao
quarto centenário da descoberta da Índia.
19€
58. RIBEIRO, Aquilino (1959). Dom Frei Bertolameu. As três
desgraças teologais. Lisboa: Livraria Bertrand. 1ª Edição. De
20x15 cm. Com 291 págs. Brochado.
Obra constituída pela novela «Dom Frei Bertolameu» (pp. 21-
198), sobre a vida de Frei Bartolomeu dos Mártires, arcebispo
de Braga que particiou no concílio de Trento, e o ensaio biográfico «As Três
Desgraças Teologais» (pp. 199-289), que aborda a vida de Mafalda de Portugal, filha
do rei Sancho I, que foi rainha de Castela e depois se tornou monja cistercense.
8.5€
59. GASPAR, Maria Armanda L. Pais (1960) Interpretação do
Foral de Lisboa e das cartas régias de 1204 e 1210. Lisboa:
Câmara Municipal. De 28.5x22.5cm. Com 34 págs.
Brochado.
[Exemplar valorizado com dedicatória e assinatura da
autora].
7€
60. REDOL, Alves (1958) A Barca dos sete lemes. Lisboa:
publicações Europa-América. 1ª Edição. De19.5x14cm. Com
515 págs. Encadernação a sintético
com gravação na lombada (mantém
capas e brochura. Possui assinatura de
posse.
No todo da obra de Redol este romance inicia um trabalho
de secundarização do dogma político neo-realista e
consequente desenho literário de personagens possuídos
de um coração e de psiquismo.
18€
61. NEGREIROS, Maria José de Almada (1999) Sarah Affonso.
Lisboa: Imprensa Nacional- Casa da Moeda. De
23.5x16.5cm. Com 67 págs. Encadernação de capa dura
com gravação na pasta e lombada.
Sarah Afonso (1899-1983). Nasceu em Lisboa, no entanto
aos 5 anos mudou-se com a família para Viana do
Castelo. A vivência nesta cidade minhota influenciou a
9€
sua obra, onde se destacam a paisagem e episódios do quotidiano popular. Formou-
se em Pintura na EBAL, onde foi aluna de Columbano Bordalo Pinheiro. Nos anos 20
estudou em Paris, tendo participado no Salon d’Automne (1928). De regresso a
Lisboa, integrou-se no ambiente artístico e intelectual d’A Brasileira. Casou-se com
Almada Negreiros em 1934, celebrando a vida familiar em algumas pinturas. No
entanto, após o casamento quase abdicou da vida artística, reduzida à prática da
ilustração e do bordado. Os seus valores mais originais são uma curiosa mistura
entre o ingenuísmo das artes populares e a sua apropriação feminista,
intencionalmente antiacadémica e antierudita.
62. QUITÉRIO, José (1987). O Livro de bem comer: Crónicas de
gastronomia portuguesa. Lisboa: Assírio e Alvim. De 24x16
cm. Com 315 págs. Ilustrado. Brochado.
Este Livro de Bem Comer — Crónicas da Gastronomia
Portuguesa é um verdadeiro "banquete em palavras", como
afirma António Mega Ferreira, para quem este livro “rompe
um vazio na nossa cultura gastronómica”
12€
63. VENTURA, António (199). O Exílio, os Açores e o Cerco do
Porto: D. Luís de Sousa Coutinho, Primeiro Marquês de Stª
Iria, nas Guerras Liberais. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16
cm. Com 131 págs. Brochado.
Este livro aborda a vida do aristocrata e militar, as agruras do
exílio, a sua participação nas Guerras Liberais – Ilha Terceira,
a tomada de S. Miguel, de que foi Governador, a expedição a
Portugal, o cerco do Porto, o desembarque no Algarve. Publica-se também um
conjunto de 44 cartas inéditas, que constituem um emotivo depoimento pessoal,
mas que são, ao mesmo tempo, um valioso contributo para a História das Guerras.
7.5€
64. MARTINS, F. A. D’Oliveira (1953) D. João da Câmara e os Heróis de África. Lisboa:
Guimarães editores. De 27x20.5cm. Com 29 págs. Brochado.
Com dedicatória e assinatura do punho do autor.
8€
65. AMARAL, Augusto Ferreira do (2000). Fontes da Genealogia em Portugal. Porto:
Centro de Estudos de Genealogia e Heráldica e História da Família da Universidade
7€
Moderna do Porto. 22x16 cm. Com 94 págs. Brochado.
Ìndice: As fontes genealógicas em geral: definição preliminar; âmbito; classificação;
preferência das fontes; crítica das fontes;
As fontes simples em concreto, núcleos mais significativos: registo civil; assentos
paroquiais; róis de confessados e crismados; sumários matrimoniais e habilitações
de genere; processos judiciais; justificações de nobreza; registo de vínculos; *…+ As
fontes complexas em concreto: extratos de fontes simples e listas de pessoas;
genealogias; *…+
66. MATTOS, Armando de (1929). As Armas da
cidade do Pôrto: Notas biblio-iconográficas para
a sua história. Porto: Edições dos Amigos do
Museu. De 25x18 cm. Com 84 págs. Ilustrado.
Brochado. [exemplar em óptimo estado de
conservação]
“… Por alvará de 4 de Abril de 1804 teve a
Câmara Municipal do Porto o título de
Illustrissima e o tratamento de Senhoria…”
Muito se escreveu sobre as armas da cidade do
porto e sobre o significado que as alterações introduzidas já no século XIX, pelo
“governo central” acabaram por produzir junto dos seus habitantes. Fruto da
discussão e da autonomia que a cidade do Porto cedo conquistou por direito e faz
questão de defender, o selo acabaria por retomar grande parte da sua forma
original e acentuar as principais características do seu povo.
Historicamente falando, são cinco os documentos quem constituem as principais
cartas de nobreza da cidade. E que se encontram guardados no Arquivo Municipal.
A saber: “... Carta de doaçom que a Reynha Dona Tereja fez da cidade do Porto ao
Bispo desse logar” (Registada no “Livro Grande “, fl. I – col.1: no Arquivo Municipal
do Porto.) ; “ ... a Carta de foro que Dom Hugo Bispo do Porto deu aos moradores
desse logar” ( Registado no “Livro Grande”, fl.I- col.2: no Arquivo Municipal do
Porto); “... Carta de Doação e ampliação” (Registado no livro “Autos e Sentenças”,
fl. 35); “...Foral dado à cidade por El-Rei D. Manoe”l; “... Carta de lei de 22 de Junho
de 1822” . [obra com tiragem limitada, já rara e muito apreciada]
19€
67. VASCONCELOS, Adriano M. Strecht de (1981) Lendas e
Tradições de Castelo de Paiva. Porto: Gráficos Reunidos.
De 16x10.5cm. Com 94 págs. Brochado.
4€
68. Machado, Alvaro Manuel (1986) Les Romantismes au
Portugal: modeles etrangers et orientations
nationales. Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation
Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 719 págs.
Brochado.
Do índice: Garrett; Herculano; Castilho e Camilo;
Antero; Teófilo Braga; Eça de Queirós; Oliveira
Martins; Gomes Leal e Fialho de Almeida; Raul
Brandão; …
Álvaro Manuel Machado nasceu no Porto. Viveu exilado em Paris, entre 1967 e
1976, período durante o qual frequentou a École des Hautes Études. Formou-se
naquela instituição com um estudo sobre a literatura latino-americana
contemporânea. É doutorado (Doutoramento de Estado) em Literatura Comparada
pela Sorbonne. Lecciona na Universidade Nova de Lisboa, onde é Professor
Catedrático. Romancista e poeta, tem uma vasta obra de ensaísta e de investigador,
centrada nos séculos XIX e XX, relacionada sobretudo com as origens e evolução do
Romantismo. Dirigiu ainda o Dicionário da Literatura Portuguesa, em 1996.
6€
69. CAETANO, Marcello (pref.) (1955). Regimento dos Oficiais
das Cidades, Vilas e lugares destes Reinos. Lisboa:
Fundação Casa de Bragança. Ilustrado. Brochado. De 22x16
cm. Com 268 págs. [Edição fac-similada do texto impresso
por Valentim Fernandes em 1504].
[exemplar raro]
28€
70. Estudantes de Braga (Arquidiocese) em Salamanca, no episcopado de D. Fr.
Bartolomeu dos Mártires, 1559-1582. Porto: Arquivo Histórico Dominicano
Português, 1977. De 29x21 cm. Com 96 págs. Brochado. [com assinatura de posse].
“Os historiadores são unânimes em reconhecer e afirmar que houve promoção dos
estudos em Braga, a diversos níveis, ao tempo de D. Fr. Bartolomeu dos Mártires.
Para isso terá contribuído o darem-se bolsas de estudo, «esmola certa de dinheiro
aos pobres, que chegou à contia de duzentos mil reis por ano». As medidas em prol
dos estudos ordenadas pelo Arcebispo, sortiram efeito…”
7€
71.
BETHENCOURT, Francisco (1994) História das Inquisições:
Portugal, Espanha e Itália – séculos XV-XIX. Lisboa: Círculo
de Leitores. 1ª edição. Com 400 págs. De 27x19.5cm.
Encadernação editorial em material sintético, com dizeres
a negro e a ouro e sobrecapa de proteção com estampada
a cores. Profusamente ilustrada.
Edição de excelente apresentação, ilustrada com centenas
de retratos, frontispícios ou capas de livros e
documentação iconográfica.
O historiador Francisco Bethencourth analisa com argúcia os ritos, as etiquetas, as
formas de organização, os modos de ação e a iconografia que as Inquisições
produziram em Portugal, na Espanha e na Itália, acabando por desvendar uma rede
quase desconhecida de estruturas mentais na Europa latina, além de revelar muitos
efeitos da repressão às heresias nas sociedades que elas tentaram subverter.
15€
72. PIWNIK, Marie-Helene (1987) Echanges Erudits dans la
Peninsule Iberique (1750-1767). Paris: Centre Culturel
Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com
394 págs. Brochado.
Membro do Corpo Docente, Especialista em Estudos da
Península Ibérica e da América Latina da Universidade de
Paris-Sorbonne University (Paris IV).
7€
73. LENCASTRE, Manuel de (1997). Memórias de caça em
África. Lisboa: Edição Chaves Ferreira publicações. De
29x21 cm. Com 90 págs. Profusamente ilustrado. De
apurado rigor gráfico. Encadernação de capa dura.
[Exemplar novo]
15€
74. LIMA, Henrique de Campos Ferreira (1925) Princesas
Artistas: as filhas de el-rei D. José. Coimbra: Imprensa da
Universidade. Com 67 págs. De 22.5x16.5cm. Brochado.
Da apreciada coleção «Subsídios para a História da Arte
Portuguesa». Ilustrado com estampas extratexto.
10€
75. BOTELHO, General Afonso (1964) Os Regimentos de
Cascais. Cascais: Câmara Municipal. Com48 págs. De
25.5x19.5cm. Brochado. Ilustrado.
Os regimentos de Cascais têm lenda e prestigio na
evolução histórico militar de Portugal. Assim este estudo
pretende rememorar a história dos Regimentos de
Cascais com base de partida na primitiva unidade militar
que lhe deu o título. “ Nesta ordem se recorda a primeira
gente de guerra que foi guarnição da cidadela em princípios de meados do séc XV,
na Guerra da Sucessão de Espanha, na época Pombalina, no Roussillon e na
Campanha de 1801 em Portugal. Passando ao séc XIX com o Regimento 19 toda a
guerra Peninsular. O lealismo a D. Miguel e o seu finar na guerra Civil e o seu breve
renascimento sob D. Maria II.
6€
76. FRECHES, Claude-Henri (1982) António José da Silva
et L’inquisition. Paris: Centre Culturel
Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De
25x18cm. Com 379 págs. Brochado.
António José da Silva, o Judeu, nascido a 8 de Maio
de 1705, há precisamente 300 anos. Poeta escritor
e dramaturgo, é considerado o principal
responsável pela renovação do teatro português no
século XVIII. Preso pela Inquisição a 5 de Outubro
de 1737, acusado de praticar o judaísmo, foi executado na fogueira em Lisboa a 18
Outubro de 1739, aos 34 anos, num “auto-de-fé” presidido pelo rei D. João V, “O
Magnânimo”. No mesmo dia foram queimados mais dez “judaizantes”.
6€
77. MOURINHO, António Maria
(1984-1987) Cancioneiro
tradicional e danças
populares mirandesas /
Cancioneiro tradicional
mirandês de Serrano
Baptista. Bragança: edição do
autor (1º vol) / Câmara
Municipal de Miranda do Douro (2º vol.). 2 vols. De 22.5x16.5cm. Com 585 + 98
págs. Brochado (capa 2º volume com manchas interior limpor).
15€
78. COCHERIL, Dom Maur (1986) Routir des abbayes
cisterciennes du Portugal. Paris: Centre Culturel
Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De
25x18cm. Com 379 págs. Ilustrado. Brochado.
Dom Maur Cocheril (1914 – Vitré, França / 1982 –
abadia de Notre-Dame de Port-du-Salut, França),
monge cisterciense que dedicou grande parte da sua
vida ao estudo da história das abadias da Ordem de
Cister estabelecidas em Portugal durante o século XII. Dom Maur Cocheril é uma
figura incontornável da História de Cister, na qual era especialista. Doutorado
8€
também em Heráldica da Ordem de Cister e Paleografia Musical, particularmente
sobre manuscritos Cistercienses de canto do século X, dos mais antigos que se
conhecem.
Foi investigador do Centre National de la Recherche Scientifique (Paris), académico
correspondente da Academia Portuguesa de História e bolseiro da Fundação
Calouste Gulbenkian.
79. OLIVEIRA, César [DIR] (1996) História dos municípios e do
poder local: [dos finais da Idade Média à União
Europeia]. Lisboa: Círculo de leitores. Com 591 págs. De
27x19.5cm. Encadernação editorial em material sintético,
com dizeres a negro e a ouro e sobrecapa de protecção
com estampada a cores. Profusamente ilustrado.
Profusamente ilustrado. Edição de excelente
apresentação. Obra integrada na colecção grandes temas
da Nossa História.
A evolução do poder municipal e local não pode ser vista ignorando as grandes
transformações económicas, sociais e culturais ocorridas na sociedade portuguesa.
Daí que esta obra apresente a evolução do município desde a Idade Média (D.
Afonso III), detendo-se nas reformas político-administrativas do liberalismo e do
republicanismo, do corporativismo do Estado Novo e no seu desmantelamento em
1974, e chegando aos dias do nosso presente democrático, onde a integração de
Portugal na CEE e a opção por Maastricht vieram trazer novos problemas e colocar
questões decisivas para as próximas décadas. Nos anexos á obra são compilados
dados tão importantes para o conhecimento dos municípios portugueses como a
evolução da divisão administrativa, os investimentos Municipais e as profissões dos
presidentes de câmara, os resultados das eleições autárquicas, os investimentos
comunitários, o quadro comunitário de apoio e a taxa de execução.
15€
80. SÁ, A. Moreira de (1982) A Universidade de Guimarães no
século XVI (1537-1550). Paris: Centre Culturel
Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com
379 págs. Brochado.
10€
81. RODRIGUES, António Gonçalves (1935) Mariana Alcoforado:
história e crítica de uma fraude literária. Coimbra: Coimbra
Editora. 1ª Edição. Com 64 págs. De 25.5x18.5cm. Brochado.
Capa apresenta ligeira acidez. Interior limpo.
[Com dedicatória e assinatura do autor].
13€
82. PEREIRA, João Correia (1946) Navegação Henriquina. Porto:
Oficinas gráficas “O primeiro de Janeiro”. Com 21 págs. De
24.5x18cm. Brochado.
[Valorizado com dedicatória e assinatura do autor].
7€
83. OLIVEIRA, Pe Fernando (1969) A Arte da Guerra do Mar.
Lisboa: Edição do Ministério da Marinha. Com 136 págs. De
22.5x16.5cm. Brochado.
Com comentários de historiógrafos consagrados Henrique
Lopes de Mendonça, Quirino da Fonseca e Botelho de Sousa e
com reprodução da edição primitiva de 1555.
Bebendo nos clássicos o saber do passado, baseando-se nos mais recentes
conhecimentos científicos da época e recorrendo a uma vasta experiência pessoal,
o autor aborda variados aspectos da «guerra do mar», desde as questões éticas e
morais do fenómeno bélico em geral até à construção dos navios, à logística e ao
comando e controlo. Nesta obra impressa em 1555, em Coimbra, Fernando Oliveira
legou-nos o primeiro grande tratado de guerra naval da história. Escreveu como
homem do seu tempo (século XVI), mas projectou o futuro.
12€
84. RIBEIRO, José Rodrigues (1985) História dos Jornais editados em
S. Jorge. Braga: Edição de autor. De 23x16cm. Com 110 págs.
Brochado. Capa apresenta pequenas manchas.
Natural da ilha de São Jorge Ribeiro, ao longo de toda a sua vida
manteve uma importante atividade em organismos de natureza
cultural e sócio-religiosa, deixando uma notável obra de investigação histórica e
etnográfica. Foi jornalista em vários órgãos da comunicação social escrita e falada,
especializando-se em temáticas de interesse histórico e cultural.
8€
85. MENDONÇA, Henrique Lopes de (Capitão-de-Mar-e-
Guerra) (1971) Estudos sobre Navios Portugueses dos
séculos XV e XVI. Lisboa: Edição do Ministério da Marinha.
Com 127 págs. De 22.5x16.5cm. Brochado.
Henrique Lopes de Mendonça, militar, historiador,
arqueólogo naval, professor, conferencista, dramaturgo,
cronista e romancista português e um dos vultos das letras
do finais do século XIX. Em 1889 é noemado para proceder à elaboração de uma
obra sobre os feitos da Armada Portuguesa e, como fruto dessas investigações do
seu consequente interesse pela arqueologia naval, surge a obra Estudos sobre
Navios Portugueses dos séculos XV e XVI.
12€
86. CORRÊA, António de Albuquerque Jácome (2000) O
Convento da Caloura. Caloura: Câmara Municipal. De
24x17cm. Com 181 págs. 1ª Edição. Ilustrado. Brochado.
O Convento de Nossa Senhora da Conceição da Caloura
localiza-se à Caloura, em Água de Pau, concelho da Lagoa,
ilha de São Miguel, nos Açores.
A sua localização é peculiar, dado que se encontra construído sobre rochedos à
beira-mar. A sua construção remonta ao século XVI, ligando-se a sua história ao
culto do Senhor Santo Cristo dos Milagres. Uma inscrição epigráfica abaixo do nicho
no centro do tímpano da fachada da ermida informa: "DEZEMBRO 1684".
6€
87. REVISTA OCEANOS Nº 38 - NAVIOS E NAVEGAÇÕES.
Comissão Nacional para as Comemorações dos
Descobrimentos Portugueses. Lisboa. Abril/Junho de
1999. De 37x26cm. Com 160 págs. Brochado.
Alguns capítulos deste número: Portugal e o mar.
Navegação medieval árabe. O nónio de Pedro Nunes.
As marés na náutica quinhentista. Artilharia e
artilheiros do mar.
Exemplar como novo.
16€
88. MOURINHO, António Rodrigues (1984) A Talha nos concelhos
de Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso nos séculos XVII
e XVIII. Braga: edição da associação de municípios do planalto
mirandês. De 24x16.5cm. Com 228 + gravuras. Brochado (capa
com ligeiras manchas, interior limpo).
8€
89. BARREIRA, César Gabriel (1995) Um Olhar sobre a cidade da
Horta. Horta: Núcleo Cultural da Horta. De 24x17.5c Com 148
págs. Ilustrado. Brochado.
Estudo de arquitetura militar.
8€
90. D'EÇA, Vice-almirante Vicente Maria de Moura Coutinho Almeida (1973)
Lições de História Marítima Geral. Lisboa: Edição do Ministério da Marinha.
2 vols. Com 170 + 185 págs. De 22.5x16.5cm. Brochado.
Vicente Maria de Moura Coutinho Almeida d'Eça foi um militar (vice-
almirante da Marinha portuguesa), professor, historiador, oceanógrafo e
deputado.
Obra de referência.
13€
91. REVISTA OCEANOS Nº 17 - O ANO DO INFANTE
Comissão Nacional paras as Comemorações dos
Descobrimentos Portugueses. Lisboa. Março de 1994.
De 37x26cm. Com 136 págs. Brochado.
Alguns capítulos deste número: Sobre o local de
nascimento do Infante D. Henrique. A Ordem de Jesus
Cristo. O infante D. Henrique em Tomar. Lagos e o
Infante D. Henrique. O ano do Infante. Historiografia Henriquina: Um Pretérito
Imperfeito. Exemplar como novo.
16€
92. GALVÃO, Henrique (1942)
Outras Terras, Outras Gentes:
Viagens na África Portuguesa
25 000 Km em Angola. Lisboa:
Livraria Popular de Francisco
Franco. Ilustrações de Fausto
Sampaio. 1ª Edição. Edição
popular, profusamente
ilustrada. Com 296 págs + 295 págs. De 22x15.5cm. 2 vols. Brochada. Obra por abrir.
Impecável mas com papel frágil.
[Obra completa. Valorizada com dedicatória e assinatura do autor].
MUITO INVULGAR
60€
93. REVISTA OCEANOS Nº 08 - A RAINHA D. LEONOR
Comissão Nacional paras as Comemorações dos
Descobrimentos Portugueses. Lisboa. Outubro de
1991. De 37x26cm. Com 130 págs. Brochado.
Alguns capítulos deste número: Diogo Cão no
Reino do Congo. De Rui de Pina a Duarte Lopes. O
Congo no Século XIX. Ensaio: A Náutica
Portuguesa quinhentista na Europa. O Relicário
que fez Mestre João. O mecenato da Rainha D.
Leonor a pintura de Corte. Exemplar como novo.
16€
94. BESSA-LUÍS, Agustina (2003) O Princípio da Incerteza -
Os Espaços em Branco. Lisboa: Guimarães Editores. 1ª
edição. De 20.5x14.5cm. Com 366 págs. Brochado.
Espaços em Branco é o terceiro e último volume da
trilogia O Princípio da Incerteza. Quando num encontro
de Steiner com Oppenheimer, que não era
propriamente pessoa de fácil abordagem, este diz que
«o que há importante na poesia e na filosofia são os
espaços em branco», está a propor o problema da realidade, cuja visão é complexa
e nunca assunto didáctico em si mesmo. Camila conduz a sua vida por meio duma
10€
experiência que resulta de colagens duma biografia tão exacta quanto os espaços
em branco a iludem sem que a verdade possa ser captada. A secreta paixão que
envolve o coração da memória é aquilo a que chamamos a realidade, na verdade
um mistério muito para além do conceito de sobrenatural....
95. PEREIRA, Fernando Jasmins (1994) Índices de documentos
sobre o Funchal (1470-1823) existentes no Arquivo
Regional da Madeira. Redondo: Patrimonia. De 24x17cm.
Com 219 págs. Brochado.
6€
96. LEMOS, Eugénio de (1959) Uma sentença de D. Afonso V. [Coimbra]: Coimbra
Editora, Lda., Com 35 págs. De 19.5x14cm. Brochado.
“O documento que encontrámos nos arquivos da Câmara Municipal da Lousã,
sentença pronunciada pelo Rei em 1467, é uma peça jurídica perfeita, sob o ponto
de vista técnico, uma demonstração clara do sentido paternal na orientação
governativa da nossa monarquia, ao mesmo tempo que revela à evidência, a sua
faceta democrática e popular. O pleito a que a decisão real pôs termo travou-se
entre os pastores da serra, habitantes da aldeia do Coentral, e o Município
Lousanense. O fundo da questão residia no direito de pastos matos da Serra da
Lousã.”
Contém dedicatória ao Dr. António Baião. Valorizado com a assinatura do punho
do autor.
6€
97. Gramática e Humanismo Actas do colóquio de
Homenagem a Amadeu Torrres. Braga:
Publicações da faculdade de
Filosofia/Universidade Católica Portuguesa, 2005.
2 Vols. Com 716 + 592 págs. De 20x17cm.
Brochado.
Amadeu Torres (Castro Gil) nasceu em 1924 e é
natural de Viana do Castelo, Costa Verde,
Portugal. Professor Catedrático Jubilado da
Universidade Católica Portuguesa (Faculdade de
Filosofia) e da Universidade do Minho, distinguiu-se como prestigiadíssimo
investigador na área da Linguística, contando no seu amplo currículo um variado
conjunto de obras.
20€
98. TORGA, Miguel (1976) Fogo Preso. Coimbra. 1ª Edição.
De 19.5x14cm. Com 131 págs. Brochado (capa com
ligeiras manchas, interior limpo).
Dezoito intervenções após o 25 de Abril de 1974.
15€
99. FONTES, João Luís Inglês (2000) Percursos e Memória: Do
Infante D. Fernando ao Infante Santo. Redondo: Patrimonia.
De 24x17cm. Com 219 págs. Brochado.
Dissertação de Mestrado em História Medieval apresentada à
Faculdade de Ciências Sociais.
10€
100. MOURA, Defensor Oliveira (Pref.) (1997) Gil
Eannes. Viana do Castelo: Câmara Municipal. De
25x32.5cm. Inumerado. Oblongo. Profusamente
Ilustrado. Brochado.
Obra apresenta a história da embarcação desde a
sua construção até á atualidade.
8€
101. BESSA-LUÍS, Agustina (2000) Contemplação carinhosa da
Angustia. Lisboa: Guimarães Editores. 1ª Edição. De 22x11cm.
Com 365 págs. Brochado.
Compilação de reflexões, conferências e comunicações que a
escritora tem vindo a produzir ao longo da sua vida literária,
organizadas por Pedro Mexia. Como nos dois volumes de "Alegria
do Mundo", os seus anteriores livros de textos dispersos, o génio
e a verve de Agustina Bessa-Luís em "Contemplação Carinhosa da Angústia"
cativam-nos, de surpresa em surpresa. E, como diz a escritora, num inquérito ao
jornal francês "Libération", a propósito da razão porque escreve, que eles
incomodem «o maior número possível de pessoas, com o máximo de inteligência.»
9€
102. WILMSHURST, W.L. (2002) Maçonaria: Raizes e segredos da sua
história. Lisboa: Prefácio. De 23x15cm. Com 188 págs.
Brochado.
Neste livro o autor demonstra-nos como os rituais de Ordem
Maçónica têm por objectivo iluminar o caminho místico para a
espiritualidade e fraternidade, procurando respostas para
questões que se colocam ao nível da filosofia e religião.
8€
103. BRADLEY, Michael (2005) O Manual das Sociedades Secretas: A
verdade de trás das irmandades secretas mais sinistras do
mundo, incluindo: Illuminati, Priorado de Sião e Opus Dei.
Porto: Fubu. De 18x13cm. Com 144 págs. Brochado
O autor investiga as raízes de 21 sociedades secretas, que
moldaram a história dos últimos dois mil anos e revela novas provas chocantes, no
que diz respeito à verdadeira extensão do seu atual poder global.
5€
104. SEQUEIRA, Francisco Júlio Martins (1958) Apontamentos
acerca do falar do Baixo-Minho. Lisboa: Rev. Portugal, 1958.
De 25x18cm. Com 202 págs. Exemplar por Abrir. Brochado.
Interessante estudo linguístico onde são apresentadas
particularidades de fonética, pronúncias e formas regionais,
aspetos morfológicos, lexicografia e alguns aspetos sintáxicos.
15€
105. D’ ALMEIDA, Eduardo (1957) Peregrinação pelo Termo de
Guimarães. Guimarães: Câmara Municipal. De21.5x15.5cm. Com
467 págs. Brochado.
13€
106. CAPELA, José Viriato (1995) O Minho e os seus
Municipios: Estudos económicos-administrativos sobre o
municipio português nos horizontes da reforma liberal.
Braga: Universidade do Minho. Tiragem de 1000
exemplares. De 24.5x17cm. Com 531 págs. Ilustrado.
Brochado.
20€
107.
GALVÃO, Henrique; CABRAL, Teodósio; PRATAS, Abel (1933) Da Vida e da Morte
dos Bichos subsídios para o estudo da fauna da Angola e notas de caça. Lisboa:
Livraria popular de Francisco Franco. 5 vols. De 23.5x16cm. Com 202 + 218 + 233 +
229 + 252 págs . Capa brochada, ligeiramente cansada. Ilust.
Vol. I Elefantes e Rinocerontes (1ª Edição - 1933); Vol II Hipopotamos, Girafas,
Crocodilos e javalis (3ª Edição - por abrir) Vol III Leão (1ª Edição - 1942); Vol IV
Búfalo, Gorila, leopardo, Antilopes, etc, … (1ª Edição - 1944); Vol V Narrativas de
caça (3ª Edição) – por abrir
Obra completa valorizada com dedicatória e assinatura de Henrique Galvão.
Volumes com dedicatória e assinatura de H. G: I, III, IV, (estes volumes são da 1ª
edição)
80€
108. BORRALHEIRO, Rogério Capelo Pereira (1997) O Município de
Chaves entre o Absolutismo e o Liberalismo (1790-1834).
Braga: edição do autor. Tiragem de 1000 exemplares. De
24x17cm. Com 245 págs. Brochado.
9€
109. PIRES, José Cardoso (1987) Alexandra Alpha. Lisboa:
Publicações Dom Quixote. 1ª Edição. De 21x13.5cm. Com
447 págs. Brochado.
Urbano Tavares Rodrigues escreveu a propósito deste livro:
"um romance onde a invenção estilística e verbal é
permanente".
Enigmáticas, duais, incertas e tão tumultuosas e inseguras
no intento de uma alforria sem chancela, as principais
personagens deste romance podiam ser as nossas, as dos nossos dias, se a vida
fosse escrita com a riqueza inaudita de um bom contador dotado de um proverbial
saber de esmiuçar particularidades e de as agregar na delícia do que é, depois e por
nós, sentido primoroso. Isso, mas, também, se ainda inventássemos o país (a vida)
para nele cabermos. Minguamos, suponho.
Uma fatia muito fina da intelectualidade urbana, com códigos linguísticos e hábitos
próprios, afigura-se-nos como que cortada, entalada e ignorada, no imenso bolo
anacrónico, que fede a terra, bafio, pratas e práticas burguesas, religiosidade, fado
e um sibilar vernáculo.
Alexandra Alpha é um romance que, amiúde, apela à nossa audição, pela
musicalidade e, também, pela inventiva de alguns anglicismos e galicismos; leva-nos
ao riso, ora acerbo, ora jovial; regala-nos pelo insólito de algumas personagens
(Opus Night é extravagância!); e toca-nos, enternece-nos.
9€
110. GAILLET, Maurice (2009) Eu Fui Maçon: A Denúncia dos
Meandros da Maçonaria. De 23.5x16cm. Com 180 págs.
Brochado.
Rituais, normas de funcionamento interno, juramentos e
a influência na política desta organização secreta saem
agora à luz, em particular as implicações do juramento
que obriga a defender outros «irmãos» maçons. O
volume revela também a decisiva influência da Maçonaria
na elaboração e aprovação de leis, …
Eu Fui Maçom é um testemunho sério, honesto, escrito na primeira pessoa, de um
ex-membro da Maçonaria francesa que depois de quinze anos dentro desta
organização resolveu contar o que os outros calam.
8€
111. GAYO, Felgueiras (Manuel José da Costa) (1992)
Nobiliário das Famílias de Portugal. Braga: Edição
de Carvalhos de Basto. 12 vols. De 25.5x19cm.
Exemplares por abrir. Brochado. Completo.
Obra indispensável para o estudo da genealogia
portuguesa.
Manuel José da Costa Felgueiras Gaio (Barcelos,
Barcelos, 17 de Junho de 1750 — Ponte de Lima,
Vitorino dos Piães, 21 de Novembro de 1831) foi
um dos mais importantes genealogistas portugueses. Era membro da nobreza e
proprietário de terras. Foi Juiz de Barcelos e autor do Nobiliário de Famílias de
Portugal, obra legada à Santa Casa de Misericórdia de Barcelos e que só veio a ser
impresso em meados do século XX.
Trabalhou durante os reinados de D. Maria I e D. Pedro III, D. João VI e D. Miguel I,
do qual era partidário. Exerceu o cargo de juiz na cidade de Barcelos e foi Senhor e
Administrador dos Morgados dos Felgueiras Gaio em Vila do Conde. Foi Senhor de
vários solares, como foi o caso do Solar da Torre Velha, e do Solar do Paço em
Vitorino dos Piães, onde morreu.
390€
112. FRAGA, Maria do Céu; LUZ, José Luís Brandão [org.] (2010) Os
Açores na rota do Padre António Vieira: Estudos e Antologia.
Ponta Delgada: Universidade dos Açores. Tiragem de 500
exemplares. De 24.5x17.5cm. com 261 págs. Encadernação
editorial de capa dura com sobrecapa
A primeira parte do volume reúne os estudos apresentados e
discutidos ao longo do colóquio sobre o Padre António Vieira, constituindo a
segunda uma antologia de textos do Padre António Vieira directamente
relacionados com os Açores.
13€
113. ALVES, José Maria Gomes (1981) Património Artístico e Cultural
de Guimarães. Guimarães:Editora Minho. De 22x15.5cm. Com
175 págs. Brochado.
[Valorizado com dedicatória e assinatura do autor].
15€
114. Actas do III Encontro Nacional de Municípios com Centro
Histórico. Viana do Castelo, Ponte de Lima, Valença e
Caminha 2 a 4 de Novembro de 1995. 2vols. De 24.5x18cm.
Com 71 + 366 págs. Brochado.
Do Índice: Meios de promoção do património cultura;
génese e consolidação urbanística do centro histórico de
Viana do Castelo; O centro Histórico de Montemor-o-Novo;
O papel da investigação histórica na recuperação dos centros antigos; A intervenção
no convento das Bernardas no contexto da reabilitação do tecido pré-pombalino da
Madragoa; As praças na evolução urbana de Viana do Castelo; Centro histórico de
Beja; Do Centro histórico aos lugares de memória;[…]
10€
115. MUÑOZ, Joana (1998) Campo Maior. Memória das Minhas Raízes. Evocação
Literário-Etnográfica. S/L: Edição da Autora. De 33x24cm. Com 255 pp.
Profusamnete ilustrado. Brochado
Do índice: Origens; A Terra e o Homem; A mulher e o pão de cada dia; as grandes
residências;: Lugares de encontro; A vizinha Espanha; O Alto e Baixo Alentejo; Almoçarada
na ribeira; Música na Avenida; as Quintas; A boda; O natal; o entrudo; a Páscoa; a matança
do porco; as devoções; usos e costumes; as festas do povo;[…].
10€
116. SANDÃO, Arthur de (1999) O Móvel Pintado em Portugal.
Barcelos: Livraria Civilização. Com 321 págs. De 31x23cm.
Profusamente ilustrada. Encadernação de capa dura.
Importante subsídio para o estudo do mobiliário
português antigo, da autoria de Arthur de Sandão,
profundo conhecedor da temática, coleccionador do
distrito de Viana do Castelo (e à época director do Museu
municipal da mesma cidade). A obra trata pela primeira vez o tema de forma
aprofundada. Apresenta-se numa luxuosa edição impressa em papel de excelente
qualidade e largamente ilustrada com reproduções a negro e a cores, todas em
separado, dos mais representativos e belos exemplares de móveis portugueses.
30€
117. DUMAS, Alexandre (s/d) A Dama das Camelias. Lisboa: Empresa lusitana editora.
Trad. De Pinheiro Chagas. De 16.5x10cm. com 314 págs. Encadernação meia
francesa.
8€
118. HERCULANO, Alexandre (S/D) Eurico o Presbítero. Lisboa: Livraria
Bertrand. Edição crítica, dirigida e prefaciada por Vitorino Nemésio. Notas
e apêndice estabelecidos por Maria Helena Lucas. Glossario Arábico de
David Lopes. De 19x11.5cm. com 340 págs. Encadernação meia francesa
(capa de brochura com algumas manchas)
8€
119. RIBEIRO, Aquilino (1958) O Malhadinas * Mina de Diamantes. Lisboa: Livraria
Bertrand. De 20x14.5cm. Com 356 págs. Encadernação meia inglesa com gravação
na lombada (mantém capas de brochura. 1ª edição (da novela Mina de
Diamantes).
Este livro, que é a junção de dois trabalhos diferentes, inclui uma primeira novela a
que o autor deu o nome de O Malhadinhas, que retrata a estória de um almocreve
beirão e as suas múltiplas aventuras, desde a sua juventude até à velhice.
Está escrito numa linguagem rústica em grande parte porque acreditamos que foi
esse o desejo do autor que mostra uma inigualável capacidade de expressão num
vocabulário vernáculo bem representativo da época histórica e da região que
pretende ilustrar.
15€
Já a novela Mina de Diamantes desenvolve-se em duas realidades físicas
distintas. Uma primeira fase no Brasil – mais precisamente no Rio de
Janeiro – e depois em Portugal. É a estória de um
emigrante português na América do Sul que
regressa ao seu país de origem para visitar a família.
Esta última, é uma novela cáustica. Põe em causa as
motivações de um homem que se faz apresentar na
sua terra natal como se fosse dono de uma mina de
diamantes, distribuindo benesses pelos
conterrâneos ao ponto de ser condecorado e
chamado de Comendador.
120. SOUSA, Nestor de (1986) A Arquitectura religiosa de Ponta
Delgada nos séculos XVI a XVIII. Ponta Delgada: Universidade
dos Açores. De 24.5x17.5cm. Com 484 págs. Profusamente
ilustrado. Brochado.
[Obra de referência].
16€
121. SARAMAGO, Alfredo (1996) Doçaria Conventual do Norte:
história e alquimia da farinha. Lisboa: Colares Editora. De
22.5x15.5cm. Com 241 págs. Brochado.
10€
122. PESSOA (Fernando) e NORTON (de Matos) - Antologia. A
Maçonaria vista por Fernando Pessoa e Norton de Matos
(Porto), s.d.. Com 50 págs. De 20x13,5 cm. Brochado.
“A Maçonaria vista por Fernando Pessoa “, trata-se da
reprodução do célebre artigo do «Diário de Lisboa» Nº 4.388
de 4 de Fevereiro de 1935. “A Maçonaria vista por Norton de
Matos ” apresentada a exposição dirigida ao Presidente da
Assembleia Nacional em 31 de Janeiro de 1935, aquando da publicação do Decreto
que extinguia a associações designadas “secretas”.
9€
123. MOREIRA, Raquel (1999) Queijadas de Sintra: a história de um
doce regional. Lisboa: Colares Editora. De 22.5x15.5cm. Com
142 págs. Brochado.
A história das queijadas de Sintra remonta à idade Média.
Desde o século XIII que um produto designado por queijadas
figura como forma de pagamento de foros, por contratos de
arrendamento de casais situados na região de sintra. Tude de Sousa refere
documentos arquivados na TT que testemunham a utilização das queijadas como
moeda de pagamento em contratos estabelecidos entre 1227-1585.
9€
124. CASTRO, P. José (1939) Portugal em Roma. Lisboa: União
gráfica S. A. R. L. 2 vols. De 19x13cm. Com 438+422 págs.
Brochado.
Importante para a história das relações entre Portugal e Santa
Sé.
22€
125. Livro de cozinha da Infanta D. Maria. Lisboa: Imprensa
Nacional –Casa da Moeda. De 24x15cm. Com 257 págs.
Brochado.
O Livro de Cozinha da Infanta D. Maria é o manuscritoda
Biblioteca Nacional de Nápoles. Teria pertencido a uma
Infanta portuguesa de cultura notável: a Infanta D.
Maria de Portugal, filha de D. Duarte (1515/1540) duque
de Guimarães, neta do rei D. Manuel e sobrinha de D.
João III. Moça letrada e culta, lia em grego e latim, que ao casar-se com Alexandre
Farnésio (duque de Parma, Placêncio e Castro), vai, em 1565, morar em Parma. O
manuscrito que teria sido levado para a Itália pela Infanta, faz parte de um grupo de
cinco tomos de origem farnesiana, doação vinda da família Farnésio. Um códice
que, apesar dos problemas paleográficos e cronológicos que apresenta, é deveras
valioso, contribuindo não só para o vocabulário histórico da linguagem nacional,
como também mostrando um lado importante da vida social que é a arte de
cozinhar e bem comer, numa época da história nacional portuguesa de que muito
pouco se conhece e cujo mais antigo documento de receitas culinárias publicado
não é anterior a 1680, que é “A Arte de Cozinha” de Domingos Rodrigues.
9€
126. CONSIGLIERI, Victor (2000). As significações da
arquitectura: 1920-1990. Lisboa: Editorial Estampa. De 21x14
cm. Com 396 págs. Ilustrado. Brochado.
"Embora Peter Eisenman, Frank Gehry, Tomás Taveira e Siza
Vieira, aparentemente , não tenham nada em comum nos seus
formalismos e linguagens, as suas manifestações artísticas e teorias são necessárias
para explicar certos aspectos das diferentes formas fragmentadas compactas e
abertas, as conexões e formas euclidianas e topológicas, os movimentos de translação
e rotação, as novas gravidades dos sólidos e, por fim, os aspectos simbólicos".
9€
127. LUCAS-DUBRETON, Jean (1961) Os Bórgias.
Lisboa:Estudios cor. De 21.5x14cm. Com 340 págs.
Encadernação meia inglesa com gravação na lombada.
Execelente obra.
Do índice: Castelo dos bórgias; o Papa Alexandre VI;
Vannozza; Duque de Gandia; césar Bórgia; Lucrécia
Bórgia; Afonso de Este;…
8€
128. CHAGAS, João (1908) Subsidios críticos para a historia da dictadura. Lisboa: João
Chagas. De 18.5x12.5cm. Com 382 págs. Encadernação modesta mas em muito bom
estado. (3 páginas com picos de acidez, restantes limpas).
[Muito invulgar]
18€
129. I Encontro do Ensino da Música em Portugal. Braga:
Universidade do Minho, 2000. De 25x18cm. Com 127 págs.
Brochado.
II Encontro de História do Ensino da Música em Portugal.
Universidade do Minho, 2000. De 25x18cm. Com 121 págs.
Brochado.
Do indice: Homenagem a Maria Adelina Caravana; Instituições e personalidades
marcantes no ensino da música em Portugal; Aspectos da vida musical da academia
Mondeguina quinhentista; Bernardo Moreira de Sá uma referência na história da
música em Portugal;…
11€
130. SOROMENHO, Alda da Silva; SOROMENHO, Paulo Caratão (1984) Da importância
dos contos populares. Lisboa: INIC. Com 30 págs. De 24.5x18.5cm. Brochado.
[Com dedicatória e assinatura do autor].
5€
131. PICO, Maria Alexandra Tavares Carbonell (1963) A Terminologia
naval Portuguesa anterior a 1460. Lisboa: Sociedade de Língua
Portuguesa. De 21x15.5cm. Com 720 págs. Brochado.
[invulgar]
25€
132. PEREIRA, Paulo (dir) (1995) História da Arte Portuguesa.
Lisboa: Círculo de Leitores. 3 vols. Com 1751 págs. De
27x19.5cm. Encadernação editorial em material
sintético, com dizeres a negro e a ouro e sobrecapa de
protecção com estampada a cores. Edição de excelente
apresentação ilustrada com centenas fotografias,
documentos iconograficos. Obra integrada na colecção
grandes temas da Nossa História.
Nesta obra participam autores como Claúdio Torres, Dalila Rodrigues, Vitor Serrão,
Raquel Henriques da Silva, Paulo Pereira, Paulo Varela Gomes, Jorge Rodrigues,
entre muitos outros.
Esta história da arte dedica uma primeira parte à arte produzida antes da
autonomização do reino português. Subdivide-se em 3 grandes áreas: Pré-história;
época Clássica e Arte Islâmica. A segunda parte abrange um largo período desde o
aparecimento do reino português até ao século XVI. A Terceira parte compreende o
período que vai desde século XVI ao final do século XVIII. E a quarta parte século
XIX até XX.
35€
133. Cartas inéditas de Camillo Castello Branco ao 1º Conde de Azevedo - coordenadas,
annotadas e seguidas de traços biographicos d'este titular pelo 2º Conde de
Azevêdo; com um prefácio do Augusto de Castro. 1926. 1ª edição. Coimbra Editora,
L.da
.Com 407 pags. De 23.5x 17cm. Brochado.
19€
Importante Coletânea da correspondência do grande
romancista, dirigida a seu amigo e distinto bibliófilo, 1º
Conde de Azevedo. Edição de grande apuro gráfico,
ilustrada com retrato de Camilo. Esta obra publica 53
cartas inéditas de Camilo, das quais 12 se apresentam em
fotogravura; contém várias gravuras da Casa de Azevedo
e retratos de Camilo, entre outros; reproduz cartas
inéditas de Teixeira Vasconcelos, Passos Manuel e Rodrigo da Fonseca Magalhães
(de interesse para a História politica contemporânea); traz Noticias e Tábuas
genealógicas sobre a família de Azevedo e outras.
A capa apresenta ligeiro desgaste e pequenos cortes. Interior muito limpo.
134. PERDIGÃO, José de Azevedo (1969) Calouste Gulbenkian: Coleccionador. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian. Ilustrado. De 28x21.5cm. Com 237 págs.
Encadernação de capa dura.
[Valorizado com dedicatória e assinatura do autor].
17€
135. COELHO, Jacinto do Prado (1997) Dicionário de literatura:
literatura portuguesa, literatura brasileira, literatura galega,
estilística literária. Porto: Mário Figueiras editor. 5 vols + 2 vols
atualizações. De 25x19cm. Com 1526 + 602 págs. Encadernação
do editor.
55€
136. SEQUEIRA, Susana de Almeida (2007) Porcelanas do
Oriente ao Ocidente. Lisboa: Caleidoscópio. De
27.5x21.5cm. Com 121 págs. Ilustrado. Encadernação de
capa dura.
12€
137. JOÃO, Maria Isabel (1994) O Infante D. Henrique na
Historiografia. Lisboa: Grupo de trabalho do Ministério da
Educação para as Comemorações dos Descobrimentos
Portugueses. De 25x17cm. Com 213 págs. Brochado
8€
138. MARTINS, Rocha (S/D) A Paixão de Camilo (Ana Plácido).
Lisboa: edição do autor. De 24.5x19cm. Com 357 págs.
Ilustrado. Capa de brochura da autoria de Stuart
Carvalhães. Encadernação modesta com desgaste
(mantém capas de brochura).
“este livro deve grande parte da sua documentação e da
sua factura a um minhoto ilustre, o Dr. Alberto veloso de
Araujo, que recebeu o autor em sua casa, o elucidou e poz em contacto com a
família de Camilo…”
13€
139. CYR, Myriam (2006) O Amor Proibido de uma freira
portuguesa: a descoberta do mistério que se esconde por
detrás de um amor proibido do século XVII. Lisboa: Ésquilo.
De 23x16cm. Com 212 págs. Brochado.
Myriam Cyr, expõe neste livro o resultado da sua
investigação meticulosa sobre as célebres Cartas atribuídas
à freira portuguesa do século XVII, Mariana Alcoforado.
Cartas de um amor proibido entre uma freira portuguesa e um oficial francês que
vieram a inspirar a imaginação de poetas, pintores e académicos de todas as
épocas, ao mesmo tempo que o mistério acerca da sua autoria persistia.
9€
140. LLOPES, J. Vicente; LEITÃO, Humberto ( 1963) Dicionário da
Linguagem de Marinha Antiga e Actual. Lisboa: Centro de
Estudos Históricos Ultramarinos. De 24.5x17.5cm. Com 431
págs. Brochado.
35€
141. MASCARENHAS, Bras Garcia (1996) Viriato Trágico em Poema heróico. Lisboa:
Fundação Calouste Glbenkian. De 28x18.5cm. Com 780 págs. Brochado.
7€
142. MALKIEL-JIRMOUNSKY, Myron (1957) Pintura à sombra
dos Mosteiros: a pintura religiosa portuguesa dos
séculos XV e XVI. Lisboa: Ática. De 25.5x19.5cm. Com
115 + ilustrações. Brochado.
[exemplar extremamente invulgar]
25€
143. CEPEDA, Isabel Vilares; FERREIRA, Teresa A.S. Duarte
(coord.) (1994) Inventário dos códices iluminados até
1500. Volume 1: Distrito de Lisboa. Lisboa: Instituto da
Biblioteca Nacional e do Livro / Secretário de Estado da
Cultura. De 30 x 23 cm. Com 351 págs. Profusamente
ilustrado. Brochado
Listas de 497 manuscritos iluminados. Cada manuscrito é
descrito contendo: origem, conteúdo, data,
agrupamento, tamanho, língua, estilo de roteiro, iluminação, ligação, e
proveniência. Uma parte de cada manuscrito é muito bem reproduzida a cores, com
algum texto e aqui reside no valor do volume: para os investigadores que estudam a
iluminação, uma descrição física detalhada aliada à imagem manuscrito. Inclui
índices de autores principais e secundárias, títulos, datas, copistas, iluminadores,
línguas e proveniências.
13€
144. Estudantes de Braga (Arquidiocese) em Salamanca, no episcopado de D. Fr.
Bartolomeu dos Mártires, 1559-1582. Porto: Arquivo Histórico Dominicano
Português, 1977. De 29x21 cm. Com 96 págs. Brochado. [com assinatura de posse].
“Os historiadores são unânimes em reconhecer e afirmar que houve promoção dos
estudos em Braga, a diversos níveis, ao tempo de D. Fr. Bartolomeu dos Mártires.
Para isso terá contribuído o darem-se bolsas de estudo, «esmola certa de dinheiro aos
pobres, que chegou à contia de duzentos mil reis por ano». As medidas em prol dos
estudos ordenadas pelo Arcebispo, sortiram efeito…”
7€
145. CEPEDA, Isabel Vilares; FERREIRA, Teresa A.S. Duarte (coord.) (1994) Inventário dos
códices iluminados até 1500. Volume 2: Distritos de Aveiro, Beja, Braga, Bragança,
Coimbra, Évora, Leiria, Portalegre, Porto, Setúbal, Viana do
Castelo e Viseu. Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro /
Secretário de Estado da Cultura. De 30 x 23 cm. Com 279
págs. Profusamente ilustrado. Brochado
Listas de 543 manuscritos iluminados. Cada manuscrito é
descrito resumidamente: origem, conteúdo, data,
agrupamento, tamanho, língua, estilo de roteiro,
iluminação, ligação, e proveniência. Uma parte de cada manuscrito é muito bem
reproduzida a cores, com algum texto e aqui reside no valor do volume: para os
investigadores que estudam a iluminação, uma descrição física detalhada aliada à
imagem manuscrito. Inclui índices de autores principais e secundárias, títulos, datas,
copistas, iluminadores, línguas e proveniências.
15€
146. TORGA, Miguel (1951). Pedras Lavradas. Coimbra: Edição do autor. 1ª Edição.
De 20x12 cm. Com 196 págs. Brochado. [possui chancela de posse, e n.º de
catologação. lombada ligeiramente cansada].
“Com efeito, embora digna de apreço, a produção romanesca, novelístca e dramática
de Miguel Torga não alcança os planos elevados onde se situam muitos dos seus
poemas, inúmeras páginas do volumoso Diário e, sobretudo, toda a sua produção
contística, revista e autoralmente canonizada. Na literatura portuguesa do século
vinte, o autor de Pedras Lavradas ocupa, relativamente isolado, o lugar maior do
contista” António Barreira in “O conto de Miguel Torga”.
9.5€
147. PESTANA, Manuel Inácio (1985). A reforma setecentista
do cartório da Casa de Bragança. Lisboa: Fundação da
Casa de Bragança. De 24x16 cm. Com 399 págs. Ilustrado.
Brochado.
Inventário de documentos apógrafos e originais existentes
no Arquivo da Fundação da Casa de Bragança do período
compreendido entre o século XIII e o século XVIII.
[obra de referência].
9€
148. AMENDOEIRA, António T.D. (1994). Vila de Arcozelo:
História e Monografia [Vila Nova de Gaia]. Arcozelo:
Edição do Autor. De 20x16 cm. Com 270 págs.
Profusamente Ilustrrado. Brochado.
Cuidada e bem elaborada monografia, abordando uma
basta multiplicidade de assuntos. Da história à etnografia,
passando pelo arte e elites locais, nada é deixado ao acaso.
O rigor ciêntifico acompanha a obra desde o sua génese até ás últimas páginas.
7€
149. LISBOA, Mário Eurico (2009). O Solar do Morgado da
Alagoa. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16 cm. Com 240
págs. Ilustrado. Brochado. [exemplar novo].
Na leitura deste texto e na sua procura dos significados de
um património construído, o do solar do Morgado da
Alagoa, ecoam as palavras de Françoise Choay quando, ao
debruçar-se sobre o vocábulo Património, escreve: “Esta
bela e muito antiga palavra estava, na origem, ligada às
estruturas familiares, económicas e jurídicas de uma sociedade estável, enraizada no
espaço e no tempo. Requalificada por diversos adjectivos (genético, natural,
histórico...), que fizeram dela um conceito nómada, prossegue hoje em dia um
percurso diferente e notório.” Ora, é neste duplo campo conceptual que se constrói a
análise de Mário Lisboa. O autor desoculta um espaço patrimonial, símbolo como
escreve do passado, de um grupo familiar, os Cruzes, do seu lugar e afirmação social,
e a presença num presente de um imóvel que permanece isolado da malha urbana,
mas que se impõe pela sua sobrevivência, clara herança prevalecente de um tempo.
10€
150. CUNHA LEAL (1964). Ilusões Macabras. Lisboa: Edição do
Autor. 1ª Edição. De 19x13 cm. Com 280 págs. Brochado.
[capa de brochura acusa ligeiro desgaste].
“…por tratar-se de um ataque frontal à governação de
Salazar, o livro foi desde logo proibido e apreendido pela
polícia, o que o tornou extremamente raro [vd. Livros
Proibidos no Estado Novo, Assembleia da República, Lisboa].
11€
FINIS – LAUS DEO

Catálogo nº6

  • 1.
    Porque é obom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro…Porque é o bom leitor que faz o bom livro…Porque é o bom leitor que faz o bom livro…Porque é o bom leitor que faz o bom livro…Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… Porque é o bom leitor que faz o bom livro… CATÁLOGO Nº6 Projecto livraria online ler.com.gosto Março de 2012
  • 2.
    LIVRARIA LER.COM.GOSTO (porque éo bom leitor que faz o bom livro) Prezados leitores e amigos temos a honra de apresentar mais um catálogo de livros raros, curiosos ou esgotados. Com este catálogo damos continuidade ao projeto da livraria online ler.com.gosto, esperando ir de encontro aos vossos interesses e expetativas. O projeto ambiciona ser meio privilegiado de “distribuição” de saber, cultura, conhecimento, simpatia, alegria, amizade, …. tudo o que um livro nos pode transmitir. Pretende também ser um projeto de compra e venda do livro antigo. As encomendas deverão ser efectuadas por email através do endereço livraria.ler.com.gosto@gmail.com ou através dos nossos contactos telefónicos: 969888567 e 917925655. Os livros encomendados serão enviados pelos correios. Ao preço apresentado acresce o dos respectivos portes de envio. Poderão também ser levantados presencialmente em horário a acertar. Todos os livros encontram-se em bom estado de conservação. É sempre mencionado junto da descrição do mesmo se o houver alguma imperfeição relevante. Caso deseje informação adicional sobre as obras apresentadas poderá solicitar através do email já referido ou para o contactos citados. Torne-se nosso fã no facebook e saiba todas as novidades em 1ª mão: http://www.facebook.com/pages/livrarialercomgosto/190385551013892?sk=wall
  • 3.
    1. VASCONCELOS, JoséLeite de (1899) Philologia mirandesa. Lisboa; Câmara Municipal de Miranda do Douro. Edição Facsimilada 1992-1993. 2 vols. De 22.5x15.5cm. com 488 + 344 págs. Brochado. Professor do curso superior de Bibliotecario-archivista, Conservador da Bibliotheca Nacional de Lisboa. Leite de Vasconcelos (Ucanha, 7 de julho de 1858 — Lisboa, 17 de maio de 1941) constitui um dos principais vultos da Cultura Portuguesa dos séculos XIX e XX. Foi um linguista, filólogo, arqueólogo e um dos principais precursores da etnologia portuguesa. 25€ 2. CAUFRIEZ, Anne (1997) Romances du Trás-os- Montes. Paris: Fundação Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 289 págs. Brochado. Edição bilingue: português e francês. Anne Caufriez - Presidente, Sociedade Europeia de Etnomusicologia, em Bruxelas, Bélgica. Dr. Anne Caufriez é Diretor de Pesquisa do Museu de Instrumentos Musicais de Bruxelas, na Bélgica, e Presidente da Sociedade Europeia de Etnomusicologia. Trabalhou como investigadora no Departamento de Antropologia, Universidade de Louvain-la-Neuve. Especialista em música tradicional Portuguesa, utilizando pesquisa de campo de diferentes áreas de Portugal (Minho, Trás-os- Montes, Arquipélago da Madeira, Lisboa, 1978-2007). 7€ 3. MOURINHO, [Padre] António Maria (1961) Nossa Alma I Nossa Tierra. Lisboa: Imprensa Nacional. De 25x18cm. Com 155 págs. Brochado. MOURINHO, António Maria (1988) O dialecto mirandês como vector cultural no nordeste Transmontano. Com 27 págs. De 24x16.5cm. Brochado. 13€
  • 4.
    Valorizado com dedicatóriae assinatura do autor. António Maria Mourinho - Presbítero, arqueólogo, etnógrafo e poeta núrandês (Sendim, Miranda do Douro, 14.2.1917 - Lx.', 13.7.1996). Concluiu Teologia no Seminário de Bragança (1941) onde foi professor durante um ano, até ser incardinado (1942) na paróquia de Duas Igrejas (Miranda do Douro). De cedo vocacionado para o estudo do património local, viria a elaborar uma obra a qual, em conjunto com as do Abade de Baçal e do Padre Firirnino Martins (Vinhais) é fonte de necessária consulta para o conhecimento do Nordeste Transmontano na história, na cultura, na língua e na religião. A ele se deve a recuperação do dialecto mirandês para a literatura desde que publicou lendas e poemas nesse dialecto. Investe muito do seu tempo na pesquisa de aras, pedras, lendas, monumentos e documentos, quer na região duriense, quer em arquivos espanhóis. Dessa pesquisa resultou uma extensíssima obra, constituída por mais de meia centena de importantes títulos, para além de muitos outros esparsos em jornais e revistas. Deve-se a António Maria Mourinho uma boa parte das iniciativas que permitiram a sobrevivência e preservação da língua, da cultura e do património histórico das Terras de Miranda. 4. COELHO, António Borges (1983) Questionar a história: Ensaios sobre a história de Portugal. Lisboa: Editorial Caminho. De 21x14 cm. Com 303 págs. Ilustrado. Brochado. Este livro documenta os passos de vinte e três anos de trabalho do seu autor. Reúnem-se quase dezena e meia de estudos, alguns dos quais provocaram reações apaixonadas. Um traço comum congrega e une os diferentes estudos agora em volume único, publicados: o de pretenderem cada um à sua maneira, Questionar a História. 8.5€ 5. ALMEIDA, D. António (1859) Brado Catholico. Lisboa: Imprensa Nacional. 1ª Edição. Brochado. Com 25 págs. De 23x14.5cm. Capa apresenta picos de acidez. Interior limpo. Contém no frontispício dedicatória de oferta e vários carimbos de posse. 6€
  • 5.
    6. SILVA, NunoPereira (coord.) (2010) O Algarve e as Invasões Francesas. Edição do Regimento de Infantaria nº 1. Contém cd com a comunicação do Coronel Henriques. De 23x16cm. Com 151 págs. Brochado. Resultado do ciclo de conferências realizado no âmbito das comemorações do dia da unidade contou com a colaboração de reputados cientistas da Universidade do Algarve, Militares, representantes do clero e da sociedade civil. Do índice: o Algarve e a 1ª Invasão Francesa; algumas expressões orais resultantes das invasões Francesas em Portugal; notas breves sobre Tavira e as Invasões Francesas; sobre a invasão de Junot no Algarve; […] 11€ 7. GONÇALVES, J. Cardoso (1938) Apocalipse de Lorvão. Lisboa: Associação dos Arqueólogos Portugueses. De 24.5x19cm. Com 27 págs. Ilustrado. Brochado. Possui assinatura de posse.  O Apocalipse do Lorvão é um manuscrito iluminado produzido no fim do século XII. Possui 112 folhas em pergaminho com diversas ilustrações em estilo românico- moçárabe, e é uma das raras obras em seu gênero sobreviventes da Idade Média portuguesa. Distingue-se pelo uso de uma paleta de cores limitada ao amarelo, laranja e vermelho e ao seu desenho refinado e austero. 7€ 8. CARVALHO, José vilhena de (1988) Almeida subsídios para a sua história. Viseu. De 24.5x17cm. 2 vols. Com 509 + 477 págs. Ilustrado. Brochado. Profusamnete ilustrados com gravuras e mapas desdobráveis em extra-texto. Belissima monografia, de aturado labor. De realçar o grande contributo dado para a historiografia das invasões francesas. 22€
  • 6.
    9. LIMA, Fernandode Castro Pires de (1963) Manta de Retalhos. Lisboa: Edições Panorama. De 18.5x12.5cm. Com 168 págs. Brochado. Com prefácio do Prof. Doutor Marcelo Caetano. Conjunto de valiosos estudos históricos e etnográficos. 10€ 10. PAÇO, Afonso do (1961) Novos apsectos da batalha de Aljubarrota. Porto. De 24.5x18.5cm. Com 408 págs. Ilustrado. Brochado. [Exemplar valorizado com dedicatória e assinatura do autor]. 6€ 11. AURORA, Conde d' (2007) Esparsos, raros e inéditos do Conde d'Aurora. Ponte de Lima: ADRIL. Com 407 Págs. De 24x21cm. Brochado. Obra «que reúne um conjunto notável de dezenas de textos dispersos por diversas publicações periódicas locais, regionais e nacionais, ao qual foi adicionado um lote significativo de opúsculos raros e, ainda, três inéditos que se guardavam na Casa de Nossa Senhora da Aurora, em Ponte de Lima. Com um prefácio de sua neta, sobre a Ruralidade no Vale do Lima. A obra abarca um período de produção literária e de opinião bastante alargado (1921-1968), compreendendo uma imensidão de temáticas que é a prova perfeita do valor e da qualidade do Conde d’Aurora como homem do seu tempo, activo e interventivo. Com um texto de António Manuel Couto Viana e um prefácio da neta do Autor, Rosário de Sá Coutinho. Devidamente ilustrado, comentado e anotado em termos bibliográficos. Este trabalho constitui uma mais-valia para se compreender o pensamento deste Homem de Letras, nascido em Ponte de Lima, que foi, entre muitas outras ocupações, escritor, magistrado, cronista, fotógrafo, repórter e etnógrafo.» 15€
  • 7.
    12. BOISSELLIER, Stéphane(2003) Le Peuplement Médiéval dans le sud du Portugal. Paris: Centre Culturel Calouste GulbenKian. De 25x18cm. Com 673 págs. Brochado. Texto em Francês. A obra pretende, segundo o seu autor, compreender como um sistema social se traduz em termos de localização e de como a organização espacial influi nas dinâmicas sociais imateriais, focando a problemática numa região específica, o Sul de Portugal e num período determinado, o compreendido entre os sécs. XII e XV. Obra de Stéphane Boisselier revela uma perspectiva inovadora no panorama da historiografia portuguesa, pressupondo um desafio constante na enunciação de novas interpretações e problemáticas, numa fecunda interpelação dialógica das fontes e dos seus silêncios e, mesmo, dos próprios medievistas portugueses. 7€ 13. AZEREDO, Carlos (2007) Aqui não Passaram: O Erro fatal de Napoleão. Porto: Civilização Editora. De 23.5x16cm. Com 308 págs. Brochado. [exemplar novo]. No âmbito das comemorações dos 200 anos das Invasões Francesas, o General Carlos de Azeredo aborda com elevado rígor histórico a acção das forças portuguesas durante a 2ª Invasão, comandada por Soult, para cuja derrota foi determinante a reacção popular a norte do Douro. “Em manobras sucessivas, o General Silveira obrigou Soult a empenhar cinco Brigadas sobre a linha do Tâmega, num total de 9 mil homens, ou seja, mais de 42% dos seus efectivos (21 mil homens). Tal situação impediu o avanço sobre Lisboa, planeado por Napoleão”. Uma pesquisa cuidadosa das fontes nacionais e estrangeiras vem esclarecer, de modo decisivo, o papel das forças portuguesas no desgaste e no retardamento do exército invasor, que permitiu o avanço das tropas de Wellesley e a derrota dos franceses. Citando o maior historiador francês da época – Louis-Adolphe Thiers – o autor demonstra que as Invasões de Portugal foram “o começo dos maiores erros e das maiores infelicidades do reinado de Napoleão”, um erro fatal que o precipitou “numa queda espantosa”. 9€
  • 8.
    14. PRETO, Manuel(1993) Bersos Mirandeses. Vila do Conde:Edições Salesianas. De 23.5x16.5cm. Com 139 págs. Brochado. [capa com ligeiras manchas]. A língua mirandesa, ou mirandês, é um dialecto pertencente ao grupo astur-leonês, com estatuto de segunda língua oficial em Portugal, reconhecida oficialmente e assim protegida. É falada por menos de quinze mil pessoas no concelho de Miranda do Douro e em três aldeias do concelho de Vimioso, num espaço de 484 km², estendendo-se a sua influência por outras aldeias dos concelhos de Vimioso, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros e Bragança. Os textos recolhidos em mirandês mostram a envolvência de traços fonéticos, sintácticos ou vocabulares das diferentes línguas. 5€ 15. CALVO, Jerónimo (1997) Viagem de Terra Santa 1624. Lisbonne/Paris: Centre Cultural Calouste Gulbenkian/Comission Nationale pour les Commémorations des découvertes portugaises. De 25x18cm. Com 230 págs. Brochado. Texto em português. A obra é uma narrativa de viagens às terras do Brasil, dos séculos XVI – XVII. 8€ 16. MARQUES, A.H. de Oliveira (1977) Para a história dos seguros em Portugal: Notas e Documentos. Lisboa: Editora Arcádia. De 19x12 cm. Com 296 págs. Brochado. “Ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII, aprática seguradora estabelecera-se sobre bases cada vez mais sólidas. Das formas incipientes do “dar dinheiro a risco” dos prémios de seguro elevadíssimos, passara-se para uma organização complexa e multifacetada…” Do índice: Os primórdios da instituição; Do escrivão dos seguros ao corrector de seguros; Os seguros no século XVII e XVIII; Conflitos e reformas nos finais do século XVIII; As primeiras companhias de seguros; *…+. 8€
  • 9.
    17. MORENO, HumbertoBaquero (1990). Exilados, marginais e contestatários na sociedade portuguesa medieval: Estudos de história. Lisboa: Editorial Presença. De 20x14 cm. Com 234 págs. Brochado. Do índice: Exilados portugueses em Castela durante a crise dos finais do século XIV (1384-1388); Alguns aspectos da marginalidade social, na cidade do Porto nos finais da Idade Média; Um possesso do demónio no século XV; Abusos e violência no reino do Algarve durante o reinado de D. Afonso V; As pregações de Mestre Paulo contra os Judeus Bracarenses nos finais do século XV; A Conspiração contra D. João II – O julgamento do Duque de Bragança; *…+. 9€ 18. BRUNT, Andrew (1990). Guia dos estilos de mobiliário. Lisboa: Editorial Presença. De 20x15 cm. Com 252 págs. Profusamente ilustrado. Brochado. Um completíssimo e útil guia das técnicas e estilos do mobiliário em todo o mundo, desde a Antiguidade até aos nossos dias. Os materiais e as técnicas pormenorizadamente descritos. Uma secção especialmente dedicada a ensinar como reconhecer fraudes, reproduções e cópias. A evolução, cronológica e tematicamente organizada, dos estilos, descrevendo o trabalho dos artistas que mais profundamente marcaram cada época. Ilustrado com mais de 250 desenhos e fotografias a cor. 8€ 19. SOUSA, Alfredo Botelho (Vice-Almirante) (1970) Os factores impoderáveis da Guerra. Lisboa: Edição do Ministério da Marinha. Com 183 págs. De 22.5x16.5cm. Brochado. Alfredo Botelho de Sousa (Ponta Delgada, 1 de Dezembro de 1880 — Lisboa, 1960) foi um oficial da Armada Portuguesa e um prestigiado político e intelectual que se destacou como estudioso de estratégia naval e como historiador do desenvolvimento naval português. 6€
  • 10.
    20. MORENO, HumbertoCarlos Baquero (1968) A epidemia de 1453-54. Lourenço Marques: Universidade. De 23x17cm. Com 23 págs. Brochado. 5€ 21. CALLIERT-BOISVERT, Colette (2004) Soajo entre migrações e memória: estudos sobre uma sociedade agro-pastoril de identidade renovada. Arcos de Valdevez: Câmara Municipal. De 25x18cm. Com 289 págs. Brochado. Do índice: uma comunidade rural feminina do Alto Minho nos começos dos anos sessenta; o soajo sob olhares alheiros; ser mulher no soajo entre 1860 e 1986: celibato, casamento, ilegitimidade; Terras de baldio e terras privadas; água viva, água partilhada; uma tarefa colectiva e gratuita obrigatória: a limpeza das poças e dos regos; património e identidade;… 9€ 22. PALMEIRÃO, Cristina Maria Gomes da Costa (1994) Os Forais de Miranda (1286-1510). Miranda do Douro: Câmara Municipal. Tiragem de 1000 exemplares. De 21x15cm. Com 180 págs. Brochado (capa com dobra – conforme imagem). 8€ 23. MORENO, Humberto Carlos Baquero (1970) Algumas mercês concedidas pelo condestável D. Pedro, rei da Catalunha, a súbditos portugueses. Lourenço Marques: Universidade. De 23x17cm. Com 29 págs. Brochado. 5€
  • 11.
    24. MARQUES, A.H.de Oliveira (1975). A maçonaria portuguesa e o Estado Novo. Lisboa: Publicações Dom Quixote. 1ª Edição. De 21x13 cm. Brochado. “Poucas são as associações, no passado ou na actualidade, de que se saiba tão pouco ou de que se tenha ideias tão erradas como da Maçonaria. O tema central escolhido por Oliveira Marques foi a extinção oficial da Maçonaria portuguesa pelo governo de Salazar. Mas como essa extensão se não pode compreender sem uma serie de documentos anteriores, a obra cobre um maior período de tempo e uma mais larga serie de factos. O Excelente estudo introdutório, a documentação reunida, as notas e a bibliografia inseridos no volume darão ao leitor ideias mais claras sobre a Maçonaria. Ideias essas que contribuirão, aliás, para clarificar muitos outros fenómenos da nossa história contemporânea, porque estudar a Maçonaria no nosso país é o mesmo que estudar a história de Portugal, pelo menos a partir de 1817, e muito especialmente no que se refere à 1ª República.” 12€ 25. Estudos de História de Portugal: homenagem a A.H. de Oliveira Marques: vol. I séculos X-XV. Lisboa: Editorial Estampa. De 21x15 cm. Com 383 págs. Brochado Alguns artigos: A Guerra Civil de 1319-1324 por José Mattoso; O Senhorio Cruzio de Alborge na centúria de trezentos por Maria Helena Cruz Coelho; O Doutor João das Regras no Desembargo e no Conselho Régio por Armando Luís de Carvalho Homem; Custos de montagem de uma exploração medieval por Iria Gonçalves; A Moeda medieval com fonte para a história das mentalidades por Maria José Ferro Tavares; a Vivência medieval do tempo por Luís Krus; Para a história da morte em Portugal (sec. XII-XIV) por Maria Ângela Beirante; *…+. 8€ 26. MORENO, Humberto Carlos Baquero (1968) Nótula sobre a legitimaçao dum filho de pais incógnitos em 1444. Lourenço Marques: Universidade. De 23x17cm. Com 4 págs. Brochado. 4€
  • 12.
    27. TAILLAND, MichèleJanin-Thivos (2001) Inquisition et société au Portugal: Le cas du Tribunal d´ Èvora. Paris: Centre Culturel Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 534 págs. Brochado. Michele Janin-Thivos Tailland começou a sua investigação nos arquivos Portugueses utilizando o método quantitativo combinando contagens estatísticas e casos de estudo. O autor investigou comunidades de cristãos-novos a partir de fontes inquisitoriais. 6€ 28. Anuário Ordens Honorificas Portuguesas 1971. Lisboa: Presidência da República. De 24.5x18.5cm. Com 633 págs. Brochado. Contém uma relação dos membros de cada uma das ordens e da indicação dos falecidos no decurso do ano. Figuram no anuário outros elementos relativos à legislação, à orgânica das ordens, ao funcionamento dos conselhos e ás condecorações estrangeiras atribuídas a cidadãos portugueses. 13€ 29. BAENA, Sanches de, Visconde de (1900) Familias Nobres do Algarve. Lisboa: A Liberal – Officina Typographica; Typographia do Annuario Commercial. Tiragem de 720 exemplares. Edição, facsímilada 1.ª de Lisboa, 1992. 2 vols. De 25.5x19cm. Com 178 + 125 págs. Brochado. 40€ 30. Os oficiais do Exército de Dom Pedro (1829-1835). Lisboa: Edições Guarda-Mor. 2008. De 22x16 cm. Com 266 págs. Brochado. [exemplar novo]. "Os Oficiais do Exército de Dom Pedro (1829-1835) ", edição fac-similiada da lista dos oficiais, coligida em 1835, e publicada nesse ano sem indicação de autor, fixada e organizada por Manuel Amaral, que elaborou os índices dos regimentos e dos oficiais que os integravam. O prefácio do coronel Américo Fernandes Henriques apresenta o enquadramento histórico em agiram os responsáveis pelo exército libertador, no ambiente de 12€
  • 13.
    guerra civil quesubmergia o país, descrevendo-o de um modo empolgante, tal como já o fizera no capítulo da sua autoria em "Os Oficiais d' El-Rei Dom Miguel". Para além do valor histórico dos dados que esta obra revela, "Os Oficiais do Exército de Dom Pedro" conta com elementos importantes para a genealogia, ao permitir-nos, através dos seus nomes, vir revelar teias familiares destes heróis vitoriosos que formariam alicerces na sociedade portuguesa pelo correr do intrincado século XIX. 31. [ABADE BAÇAL] ALVES, Franscisco Manuel (1909- 1947) Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança ou repositorio amplo de noticias chorographicas, hydro-orographicas, geologicas, mineralogicas, hydrologicas, biobliographicas, hiraldicas, etymologicas, industriaes e estatisticas interessantes tanto à historia profana como ecclesiastica do districto de Bragança. Bragança: reedição do Museu Abade Baçal 1982. De 22.5x15.5cm. Com 401 + 509 + 454 + 699 + 209 + 806 + 816 + 123 + 718 + 845 + 804 págs. Brochado. [Obra invulgar, quando completa] Tomos I a IV: Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança; Tomo V: Os Judeus; Tomo VI: Os Fidalgos; Tomo VII: Os Notáveis; Tomo. VIII: No Arquivo de Simancas; Tomos IX e X: Arqueologia, Etnografia e Arte; Vol XI Arqueologia e Etnografia. Sacerdote secular, arqueólogo e historiador, de seu nome Francisco Manuel Alves, sendo ordenado presbítero (13.6.1889) e logo nomeado pároco, ou abade da sua 140€
  • 14.
    terra natal, porisso que ficou vulgarmente conhecido por Abade de Baçal.Nunca paroquiou outra freguesia, vivendo uma vida entregue aos cuidados dos paroquianos, à sua lavoura e à investigação arqueológica e histórica, para a qual teve um singularíssimo instinto, sem necessidade de estudos científicos prévios, por isso havendo quem lhe aponte alguma assistematicidade nos estudos. Independente, modesto e sóbrio, misturado com o povo, foi nomeado (1925) director-conservador do Museu Regional de Bragança que hoje em dia ostenta o seu nome. Deu vasta colaboração à imprensa, havendo artigos seus nos mais inusitados periódicos. Sócio da Academia das Ciências, da Associação dos Arqueólogos Portugueses, do Instituto Etnológico, vogal da comissão de História Militar e membro de vários intitutos académicos estrangeiros. A sua obra principal é constituída pelos 11 volumes das Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança, começados em 1909 e terminadas em 1947, fonte incontornável para o estudo da vida, história e valores do nordeste transmontano. 32. BARBOSA, Agostinho (2007) Dictinonarium Lusitanicolatinvm: juxta seriem alphabeticam optimis, probatisq. doctissimorum auctorum testimonijs perutili quadam expositione locupletatum: cum... Latini sermonis indice, necnon libello uno aliquarum regionum, civitatum, oppidorum, fluviorum, montium, & locorum, quibus veteres uti solebant / omnia in studiosae inventutis gratiam, & usum collecta per Augustinum Barbosam Lusitanum.... Braga: Universidade do Minho. De 26.5x20cm. Com 1207 + 15 págs. Brochado. Agostinho Barbosa nasceu em Aldão, Guimarães, em 1590. Em 1611, com apenas 21 anos, publicou o Dictionarium lusitanico-latinum, tornando-se assim o segundo estudioso a ocupar-se da língua vernácula (linguagem popular comum) em Portugal. A sua obra continua a ser citada até hoje, sobretudo em estudos editados na Itália e na Alemanha. Especialista em linguística das línguas românicas e semíticas, publicou estudos sobre a língua portuguesa principalmente nas áreas da variação e mudança, na história da língua e na lexicografia. 40€
  • 15.
    33. SANTOS, AlbertoCardoso dos (1925). A Nossa Terra: os versos que fez Alberto Cardoso dos Santos no ano de 1925. Lisboa: Tipografia da Empresa Diário de Noticias. De 19x13 cm. Com 128 págs. Brochado. [Com uma extensa e belíssima dedicatória manuscrita pelo punho do autor, dirigida a uma ilustre Professora Doutora. Fecha a dedicatória a assinatura do punho de Cardoso dos Santos.] 7.5€ 34. FERREIRA DE CASTRO, José Maria (s/d). A Selva. Lisboa: Guimarães e Cª Editores. De 19x12 cm. Com 320 págs. Brochado. Contém comentário manuscrito de 6 palavras, do anterior proprietário. Publicado pela primeira vez em 1930, A Selva é talvez a obra mais importante do autor. *…+ Alberto, português e estudante de Direito de 26 anos, é obrigado, por causa de suas ideias políticas, a emigrar para Belém do Pará. Depois de morar com seu tio algum tempo, embrenha-se na floresta amazônica a fim de viver como seringueiro. No seringal "Paraíso", às margens do Rio Madeira, vive uma série de aventuras propiciadas pela mata virgem e pelos deleites do sexo. [O exemplar leva assinatura e dedicatória manuscrita pelo punho do autor a um ilustre cidadão em agradecimento pelo apoio dado à primeira edição desta obra]. 13€ 35. PIRES DE LIMA, Augusto César – Prefácio, Notas e Glossário (S/D) Os Autos das Barcas de Gil Vicente. Porto: Editorial Domingos Barreira. 19x12 cm. Com 202 págs. Brochado. Por abrir. [O exemplar possui assinatura e dedicatória manuscrita pelo punho do autor a seu neto]. 8€
  • 16.
    36. TAVARES, MariaJosé Ferro (2000). Os Judeus em Portugal no século XIV. Lisboa: Guimarães Editores. De 20x15 cm. Com 196 págs. Brochado. [exemplar novo]. «A escassez documental sobre a vida dos judeus portugueses no século XIV, como minoria religiosa inserida na sociedade cristã, levou a um exaustivo e fundamental estudo da história social e económica da nação judaica, da sua vivência nas comunas, da sua relação de dependência com o poder real.»[…] 8€ 37. Incursões Monárquicas (1910-1920). Memórias da Condessa de Mangualde. Lisboa: Quetzal Editores. Prefácio de Vasco Pulido Valente. De 23x15 cm. Com 219 págs. Ilustrado. Brochado. [exemplar novo] As Memórias da Condessa de Mangualde são um documento inédito, abarcando o período das Incursões Monárquicas, de 1910 a 1920. Vamos encontrar nestas Memórias as angústias, incertezas e dificuldades por que passou a mulher de um dos mais convictos opositores monárquicos que recusara a indiferença e passividade geral perante a proclamação da República. Exilado, encarcerado ou a monte, Fernando de Albuquerque, Conde de Mangualde, procurou sempre acompanhar e proteger a sua família, ainda que tal parecesse quase impossível. As cartas do jovem casal são o grande suporte de memória que, pelos seus pormenores quotidianos, atribuem ao texto um realismo inesperado e, pelas suas descrições, ilustram um período da nossa história ainda por esclarecer Guiado por Maria Teresa se Souza Botelho e Mello, o leitor revive os tempos difíceis da pós-instauração republicana: “A impressão que se sente no meio da revolução è o que há de mais angustioso: a incerteza do seu desfecho, a sensação de completa impotência perante o perigo, o silêncio das ruas entrecortado por tiros isolados disparados não se sabe de onde, nem contra quem, tudo concorre para aumentar essa angústia”. 12€
  • 17.
    38. SANFINS, Elvirade Abreu (1987). A depressão em D. Duarte. Edição da Autora. De 23x16 cm. Com 94 Págs. Ilustrado. Brochado. [Tiragem limitada e numerada]. [Estudo raro e apreciado]. 7.5€ 39. SOUSA, A. Botelho (1939) O Período da Restauração nos Mares da metrópole, no Brasil e em Angola. Lisboa: Agência Geral das Colónias. De 20.5x15cm. Com 64 págs. Brochado. [Edição Comemorativa do duplo Centenário da Fundação e Restauração de Portugal]. 6€ 40. RIBEIRO, Aquilino (1959). As Filhas de Babilónia. Lisboa: Livraria Bertrand. De 20x16 cm. Brochado. Com ilustrações de Paulo Guilherme. [Tiragem de 300 exemplares em papel especial alfa, numerados e assinados pelo punho do autor]. Do excipit da dedicatória da 1ª edição: "Parte deste livro escrevia-a ha anos em Paris, a Babilónia, cuja taça d'ouro inebria toda a terra, como bradava e brada ainda do fundo dos seculos a voz irosa do profeta; a outra parte em Portugal, permitindo-me de acrescentar à Cartilha do abade de Salamonde a pagina velhíssima, tão comum aos cultos submersos, duma moral complacente com as leis da vida. Daqui, por localização e por alegoria, as Filhas da Babilónia (...)". 25€ 41. FRANÇA, José-Augusto (1988) Une Ville des Lumieres La Lisbonne de Pombal. Paris: Fondation Calouste Gulbenkian/Centre Culturel Portugais. De 25x18cm. Com 345 págs. Ilustrado. Brochado. Texto em Francês. [importante obra olissipográfica]. Do índice: Lisboa depois do terrível terramoto de 1755; o tremor de terra; a nova Lisboa depois de Manuel da Maia; A urbanização da nova Lisboa; princípios e procedimentos técnicos; o estilo 9€
  • 18.
    pombalino; a estátuaequestre de D. José; Burguesia e vida social depois 1755; Queluz e gosto pela corte;… José-Augusto França (Tomar, 1922) - licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa em 1944, doutorado em História (1962) e em Letras e Ciências Humanas (1969) na Sorbonne. Foi professor na Sociedade Nacional de Belas-Artes e na Universidade Nova de Lisboa, em que teve a seu cargo as cadeiras de História da Cultura e de História da Arte. É catedrático jubilado da Universidade Nova de Lisboa, membro da Academia das Ciências e antigo Presidente da Academia Nacional de Belas Artes. É membro honorário do Comité International d'Histoire de l'Art e da UNESCO. 42. VASCONCELOS, J. Leite (1974-76 -79) Teatro Popular Português. Coimbra. Coordenação e notas de A. Machado Guerreiro. 3vols. Com 1927 págs. De 25x19cm. Brochado. Excelentes Exemplares. Obra completa. Vol. I – Religioso; Vol. II – Profano; Vol. III – Açores. [Obra de estrema riqueza] 75€ 43. CARDIM, Joaquim Canas (1982) Na esteira do Noroeste; memórias de um caçador. Porto: Lello & Irmão Editores. Com 155 págs. De 18.5x12.5cm. Brochado. Ilustrado. 7€ 44. Manuscritos Inéditos da BPMP: II Série – António Nobre: correspondência com Cândida Ramos. Porto: BPMP. 1982. De 23x16 cm. Com 119 págs. Ilustrado. Brochado. Possui assinatura de posse. “As treze missivas que, pela primeira vez, aqui são dadas à estampa – onze cartas, um bilhete e um cartão de visita – formam o mais antigo corpo de documentos do epistolário de António Nobre, até hoje desentranhado. Constituem o remanescente da correspondência amorosa com Cândida Ramos, e abrangem o período que decorre entre 30 de Outubro de 1885 e 13 de Julho de 1886.” 7€
  • 19.
    45. ANSWAARDEN, RobertVan (1991) Les Portugais Devant le grand conseil des pays-bas (1460-1580). Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 379 págs. Brochado. 6€ 46. LARCHER, Jorge (1933). Castelos de Portugal: Distrito de Leiria. Lisboa: Imprensa Nacional de Lisboa. De 25x16 cm. Com 238 págs. Ilustrado. Brochado. “Era nossa intenção reunir num só volume a história de todos os castelos de Portugal, no entanto tal publicação tornar-se-ia muito volumosa *…+, resolvemos pois por tal motivo fazer, por distritos, a publicação da história dos velhos castelos portugueses. Em algumas povoações o camartelo iconoclasta e o vandalismo dos homens destruiu todos os vestígios desses antigos monumentos, fazendo desaparecer tão preciosas fontes, todas elas com a sua história e sua lenda. Com a publicação deste trabalho, produto de um aturado estudo e duma paciente investigação histórica, procuramos despertar o amor e o patriotismo, ante estes monumentos, páginas admiráveis da história da nossa nacionalidade gloriosa. Dispensou-nos a sua colaboração artística o ilustre professor e distinto pintor Armando de Lucena, que com os seus estudos muito contribui para valorizar esta obra, que neste volume trata, aprofundadamente, dos castelos do distrito de Leiria. [obra invulgar e justamente apreciada] 20€
  • 20.
    47. MOURINHO, AntónioMaria (1966) Guerra dos sete anos ou a guerra do Miradum. Bragança. De 25.5x19cm. Com 52 págs. Brochado. Deste trabalho se fez o guião para o filme “A guerra do Mirandum”. A Guerra Fantástica, Guerra do Mirandum ou Guerra do Pacto de Família, foi o nome pelo qual ficou conhecida a participação de Portugal na Guerra dos Sete Anos (1756-1763). O conflito desenrolou-se no período de Abril a Novembro de 1762 , iniciando-se quando um exército franco-espanhol, com um efectivo de cerca de 40 000 homens comandados pelo general Nicolás de Carvajal y Lancaster, o marquês de Sarriá, invadiu Portugal pela fronteira de Trás-os-Montes, conquistando Miranda, Bragança e Chaves, a que se seguiu uma invasão pelas Beiras, conquistando Almeida e Castelo Branco. Em resposta, formou-se um exército anglo-português, com cerca 20 000 homens, sob o comando do Conde de Lippe, que se posicionou para defender Lisboa, mas em Novembro daquele ano de 1762 foi assinado um acordo de cessar fogo antes de ser travada qualquer batalha. Em consequência, o episódio ficou conhecido por Guerra Fantástica porque, apesar se de terem registado sucessivas movimentações de tropas, os recontros limitaram- se a acções de guerrilha conduzidas pelas milícias locais. 6€ 48. PACHECO, José (1988?). A Divina arte negra e o livro português. Séculos XV e XVI. Veja [Gráfica de Estarreja]. De 28x21 cm. Com 284 págs. Profusamente ilustrado. Brochado, com sobrecapa. [exemplar novo]. Trabalho de grande importância para o conhecimento da génese da arte tipográfica portuguesa. Belíssima edição enriquecida com inúmeras reproduções de portadas, frontispícios, gravuras e outras ilustrações. 15€
  • 21.
    49. CAMACHO, Brito(1921). Gente Rústica. Lisboa: Guimarães e Cª. 1ª Edição. De 19x12 cm. Com 234 págs. Encadernado [mantém capa de brochura, que possui uma ligeira mancha]. Contém esta obra uma galeria de personagens tipo contemporâneas [década de 20 do século passado] de Manuel de Brito Camacho, que eram inconfundíveis no meio social onde se inseriam ou nasceram. O autor escreveu a biografia destas personagens ligadas ao meio rural, nomeadamente ao Alentejo, berço das suas origens. 9€ 50. LABOURDETTE, Jean- François (1988) La Nation Française a Lisbonne de 1669 a 1790: Entre Colbertisme et liberalisme. Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 726 págs. Brochado. Especialista em História das relações internacionais do período moderno e em história de Portugal. Jean-François Labourdette é professor emérito da Universidade Charles de Gaulle-Lille III. Nesta obra apresenta um estudo sobre a comunidade francesa de Lisboa desde o fim da guerra da restauração até ao eclodir da revolução francesa. Obra de estrema importância pois chama atenção para uma comunidade estrangeira estabelecida em Lisboa. O autor estuda esta comunidade sob vários aspectos: social, politico e económico e demonstra a sua importância na sociedade portuguesa. Obra original que se ocupou de um assunto pouco estudo em Portugal (à época). 7€ 51. MOURINHO, António Maria (1984) Nossa Senhora do Naso: rainha dos Mirandeses. Bragança. De 21x15cm. Com 24 págs. Brochado. António Maria Mourinho - Presbítero, arqueólogo, etnógrafo. Investiga e inventaria aras, pedras, lendas, monumentos e documentos, quer na região duriense, quer em arquivos espanhóis. Dessa pesquisa resultou uma extensíssima obra, constituída por mais de meia centena de importantes títulos, para além de muitos outros esparsos em jornais e revistas. 5€
  • 22.
    52. FERRO, JoãoPedro (1996). Arqueologia dos hábitos alimentares. Introdução de A. H. de Oliveira Marques. Lisboa: Publicações Dom Quixote. De 23x16 cm. Com 139 págs. Ilustrado. Brochado. O que comem os Portugueses? Como se alimentavam os seus antepassados? Quais os seus hábitos alimentares predominantes através dos tempos? Arqueologia dos hábitos alimentares procura dar-nos uma panorâmica ampla desde a Idade Média até aos nossos dias. 12€ 53. NAZARÉ, João Ranita (1984) Prolegomenes a l’ethnosociologie de la musique. Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 540 págs. Brochado. João Ranita Nazaré Professor Catedrático Jubilado da Universidade Nova de Lisboa. Especialista em etnomusicologia – música tradicional. 6€ 54. MCCORQUODALE, Charles (1995). O Renascimento: Pintura Europeia 1400-1600. Lisboa: Civilização Editora. De 38x27 cm. Com 308 págs. Profusamente Ilustrado. Com belíssima encadernação do editor. [exemplar perfeito]. Edição de grande luxo e formato, em papel de alta qualidade, com centenas de excelentes reproduções de página inteira, a cores, das mais representativas obras de todos os grandes pintores renascentistas. A definição de Pintura renascentista surge na Itália durante o século XV inserida, de um modo geral, no Renascimento. Esta pintura funda um espírito novo, forjado de ideais novos e em novas forças criadoras. As raízes baseiam-se na Antiguidade Clássica (tomadas a partir da cultura e mitologia grega e romana, e dos vestígios quer arquitetónicos quer escultóricos existentes na península itálica) e na Idade Média (captadas em sentido evolutivo e sobretudo da obra de Giotto que teve na sua arte do século XIII, o pronúncio dos princípios orientadores da pintura do Renascimento). [peça de coleção] 35€
  • 23.
    55. BERNARDES, Diogo(1945-46) Obras Completas. I – Rimas Várias - Flores do Lima; II –O Lima; III - Várias Rimas – Ao Bom Jesus. Com prefácio e notas do Prof. Marques Braga. Lisboa: Livraria Sá da Costa editora. 3 vols. Com 258 + 359 + 224 págs. De 19x12.5cm. Brochado. Colecção de Clássicos Sá da Costa. 22€ 56. PASSOS, John (1946). Paralelo 42. Lisboa: Portugália Editora. 1ª Edição [em português]. De 21x14 cm. Com 405 págs. Encadernação meia inglesa. [mantem capas de brochura]. Paralelo 42 é o romance que celebrizou John Dos Passos como um dos maiores escritores norte-americanos do século XX, ao fazer um esboço grandioso e caleidoscópico de uma nação em vias de se tornar uma superpotência. Tal como o paralelo que lhe dá título, este livro atravessa o coração dos Estados Unidos, ao seguir as vidas de cinco personagens nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial. Críticas de imprensa: «Sem dúvida, o maior romance escrito nos Estados Unidos nos últimos cem anos.» Norman Mailler 8€ 57. JÚNIOR, António de Campos (S/D). Guerreiro e Monge. Lisboa: João Romano Torres, editores. 2 Vols. De 18x13 cm. Com 558 + 612 págs. Ilustrado. Perfeita e belissima encadernação meia francesa, com ferros dourados na lombada. [mantem capas de brochura]. Romance que aborda os sucessos dos portugueses desde o descobrimento da India até a morte de Afonso de Albuquerque. Desconhece-se com exactidão o ano da primeira edição desta obra - que não consta no volume -, mas deduz-se que terá sido publicada em 1898, tendo em consideração que no Dicionário Bibliográfico Português se refere ter o autor vencido, com este romance, um prémio literário dedicado ao quarto centenário da descoberta da Índia. 19€
  • 24.
    58. RIBEIRO, Aquilino(1959). Dom Frei Bertolameu. As três desgraças teologais. Lisboa: Livraria Bertrand. 1ª Edição. De 20x15 cm. Com 291 págs. Brochado. Obra constituída pela novela «Dom Frei Bertolameu» (pp. 21- 198), sobre a vida de Frei Bartolomeu dos Mártires, arcebispo de Braga que particiou no concílio de Trento, e o ensaio biográfico «As Três Desgraças Teologais» (pp. 199-289), que aborda a vida de Mafalda de Portugal, filha do rei Sancho I, que foi rainha de Castela e depois se tornou monja cistercense. 8.5€ 59. GASPAR, Maria Armanda L. Pais (1960) Interpretação do Foral de Lisboa e das cartas régias de 1204 e 1210. Lisboa: Câmara Municipal. De 28.5x22.5cm. Com 34 págs. Brochado. [Exemplar valorizado com dedicatória e assinatura da autora]. 7€ 60. REDOL, Alves (1958) A Barca dos sete lemes. Lisboa: publicações Europa-América. 1ª Edição. De19.5x14cm. Com 515 págs. Encadernação a sintético com gravação na lombada (mantém capas e brochura. Possui assinatura de posse. No todo da obra de Redol este romance inicia um trabalho de secundarização do dogma político neo-realista e consequente desenho literário de personagens possuídos de um coração e de psiquismo. 18€ 61. NEGREIROS, Maria José de Almada (1999) Sarah Affonso. Lisboa: Imprensa Nacional- Casa da Moeda. De 23.5x16.5cm. Com 67 págs. Encadernação de capa dura com gravação na pasta e lombada. Sarah Afonso (1899-1983). Nasceu em Lisboa, no entanto aos 5 anos mudou-se com a família para Viana do Castelo. A vivência nesta cidade minhota influenciou a 9€
  • 25.
    sua obra, ondese destacam a paisagem e episódios do quotidiano popular. Formou- se em Pintura na EBAL, onde foi aluna de Columbano Bordalo Pinheiro. Nos anos 20 estudou em Paris, tendo participado no Salon d’Automne (1928). De regresso a Lisboa, integrou-se no ambiente artístico e intelectual d’A Brasileira. Casou-se com Almada Negreiros em 1934, celebrando a vida familiar em algumas pinturas. No entanto, após o casamento quase abdicou da vida artística, reduzida à prática da ilustração e do bordado. Os seus valores mais originais são uma curiosa mistura entre o ingenuísmo das artes populares e a sua apropriação feminista, intencionalmente antiacadémica e antierudita. 62. QUITÉRIO, José (1987). O Livro de bem comer: Crónicas de gastronomia portuguesa. Lisboa: Assírio e Alvim. De 24x16 cm. Com 315 págs. Ilustrado. Brochado. Este Livro de Bem Comer — Crónicas da Gastronomia Portuguesa é um verdadeiro "banquete em palavras", como afirma António Mega Ferreira, para quem este livro “rompe um vazio na nossa cultura gastronómica” 12€ 63. VENTURA, António (199). O Exílio, os Açores e o Cerco do Porto: D. Luís de Sousa Coutinho, Primeiro Marquês de Stª Iria, nas Guerras Liberais. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16 cm. Com 131 págs. Brochado. Este livro aborda a vida do aristocrata e militar, as agruras do exílio, a sua participação nas Guerras Liberais – Ilha Terceira, a tomada de S. Miguel, de que foi Governador, a expedição a Portugal, o cerco do Porto, o desembarque no Algarve. Publica-se também um conjunto de 44 cartas inéditas, que constituem um emotivo depoimento pessoal, mas que são, ao mesmo tempo, um valioso contributo para a História das Guerras. 7.5€ 64. MARTINS, F. A. D’Oliveira (1953) D. João da Câmara e os Heróis de África. Lisboa: Guimarães editores. De 27x20.5cm. Com 29 págs. Brochado. Com dedicatória e assinatura do punho do autor. 8€ 65. AMARAL, Augusto Ferreira do (2000). Fontes da Genealogia em Portugal. Porto: Centro de Estudos de Genealogia e Heráldica e História da Família da Universidade 7€
  • 26.
    Moderna do Porto.22x16 cm. Com 94 págs. Brochado. Ìndice: As fontes genealógicas em geral: definição preliminar; âmbito; classificação; preferência das fontes; crítica das fontes; As fontes simples em concreto, núcleos mais significativos: registo civil; assentos paroquiais; róis de confessados e crismados; sumários matrimoniais e habilitações de genere; processos judiciais; justificações de nobreza; registo de vínculos; *…+ As fontes complexas em concreto: extratos de fontes simples e listas de pessoas; genealogias; *…+ 66. MATTOS, Armando de (1929). As Armas da cidade do Pôrto: Notas biblio-iconográficas para a sua história. Porto: Edições dos Amigos do Museu. De 25x18 cm. Com 84 págs. Ilustrado. Brochado. [exemplar em óptimo estado de conservação] “… Por alvará de 4 de Abril de 1804 teve a Câmara Municipal do Porto o título de Illustrissima e o tratamento de Senhoria…” Muito se escreveu sobre as armas da cidade do porto e sobre o significado que as alterações introduzidas já no século XIX, pelo “governo central” acabaram por produzir junto dos seus habitantes. Fruto da discussão e da autonomia que a cidade do Porto cedo conquistou por direito e faz questão de defender, o selo acabaria por retomar grande parte da sua forma original e acentuar as principais características do seu povo. Historicamente falando, são cinco os documentos quem constituem as principais cartas de nobreza da cidade. E que se encontram guardados no Arquivo Municipal. A saber: “... Carta de doaçom que a Reynha Dona Tereja fez da cidade do Porto ao Bispo desse logar” (Registada no “Livro Grande “, fl. I – col.1: no Arquivo Municipal do Porto.) ; “ ... a Carta de foro que Dom Hugo Bispo do Porto deu aos moradores desse logar” ( Registado no “Livro Grande”, fl.I- col.2: no Arquivo Municipal do Porto); “... Carta de Doação e ampliação” (Registado no livro “Autos e Sentenças”, fl. 35); “...Foral dado à cidade por El-Rei D. Manoe”l; “... Carta de lei de 22 de Junho de 1822” . [obra com tiragem limitada, já rara e muito apreciada] 19€
  • 27.
    67. VASCONCELOS, AdrianoM. Strecht de (1981) Lendas e Tradições de Castelo de Paiva. Porto: Gráficos Reunidos. De 16x10.5cm. Com 94 págs. Brochado. 4€ 68. Machado, Alvaro Manuel (1986) Les Romantismes au Portugal: modeles etrangers et orientations nationales. Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 719 págs. Brochado. Do índice: Garrett; Herculano; Castilho e Camilo; Antero; Teófilo Braga; Eça de Queirós; Oliveira Martins; Gomes Leal e Fialho de Almeida; Raul Brandão; … Álvaro Manuel Machado nasceu no Porto. Viveu exilado em Paris, entre 1967 e 1976, período durante o qual frequentou a École des Hautes Études. Formou-se naquela instituição com um estudo sobre a literatura latino-americana contemporânea. É doutorado (Doutoramento de Estado) em Literatura Comparada pela Sorbonne. Lecciona na Universidade Nova de Lisboa, onde é Professor Catedrático. Romancista e poeta, tem uma vasta obra de ensaísta e de investigador, centrada nos séculos XIX e XX, relacionada sobretudo com as origens e evolução do Romantismo. Dirigiu ainda o Dicionário da Literatura Portuguesa, em 1996. 6€ 69. CAETANO, Marcello (pref.) (1955). Regimento dos Oficiais das Cidades, Vilas e lugares destes Reinos. Lisboa: Fundação Casa de Bragança. Ilustrado. Brochado. De 22x16 cm. Com 268 págs. [Edição fac-similada do texto impresso por Valentim Fernandes em 1504]. [exemplar raro] 28€
  • 28.
    70. Estudantes deBraga (Arquidiocese) em Salamanca, no episcopado de D. Fr. Bartolomeu dos Mártires, 1559-1582. Porto: Arquivo Histórico Dominicano Português, 1977. De 29x21 cm. Com 96 págs. Brochado. [com assinatura de posse]. “Os historiadores são unânimes em reconhecer e afirmar que houve promoção dos estudos em Braga, a diversos níveis, ao tempo de D. Fr. Bartolomeu dos Mártires. Para isso terá contribuído o darem-se bolsas de estudo, «esmola certa de dinheiro aos pobres, que chegou à contia de duzentos mil reis por ano». As medidas em prol dos estudos ordenadas pelo Arcebispo, sortiram efeito…” 7€ 71. BETHENCOURT, Francisco (1994) História das Inquisições: Portugal, Espanha e Itália – séculos XV-XIX. Lisboa: Círculo de Leitores. 1ª edição. Com 400 págs. De 27x19.5cm. Encadernação editorial em material sintético, com dizeres a negro e a ouro e sobrecapa de proteção com estampada a cores. Profusamente ilustrada. Edição de excelente apresentação, ilustrada com centenas de retratos, frontispícios ou capas de livros e documentação iconográfica. O historiador Francisco Bethencourth analisa com argúcia os ritos, as etiquetas, as formas de organização, os modos de ação e a iconografia que as Inquisições produziram em Portugal, na Espanha e na Itália, acabando por desvendar uma rede quase desconhecida de estruturas mentais na Europa latina, além de revelar muitos efeitos da repressão às heresias nas sociedades que elas tentaram subverter. 15€ 72. PIWNIK, Marie-Helene (1987) Echanges Erudits dans la Peninsule Iberique (1750-1767). Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 394 págs. Brochado. Membro do Corpo Docente, Especialista em Estudos da Península Ibérica e da América Latina da Universidade de Paris-Sorbonne University (Paris IV). 7€
  • 29.
    73. LENCASTRE, Manuelde (1997). Memórias de caça em África. Lisboa: Edição Chaves Ferreira publicações. De 29x21 cm. Com 90 págs. Profusamente ilustrado. De apurado rigor gráfico. Encadernação de capa dura. [Exemplar novo] 15€ 74. LIMA, Henrique de Campos Ferreira (1925) Princesas Artistas: as filhas de el-rei D. José. Coimbra: Imprensa da Universidade. Com 67 págs. De 22.5x16.5cm. Brochado. Da apreciada coleção «Subsídios para a História da Arte Portuguesa». Ilustrado com estampas extratexto. 10€ 75. BOTELHO, General Afonso (1964) Os Regimentos de Cascais. Cascais: Câmara Municipal. Com48 págs. De 25.5x19.5cm. Brochado. Ilustrado. Os regimentos de Cascais têm lenda e prestigio na evolução histórico militar de Portugal. Assim este estudo pretende rememorar a história dos Regimentos de Cascais com base de partida na primitiva unidade militar que lhe deu o título. “ Nesta ordem se recorda a primeira gente de guerra que foi guarnição da cidadela em princípios de meados do séc XV, na Guerra da Sucessão de Espanha, na época Pombalina, no Roussillon e na Campanha de 1801 em Portugal. Passando ao séc XIX com o Regimento 19 toda a guerra Peninsular. O lealismo a D. Miguel e o seu finar na guerra Civil e o seu breve renascimento sob D. Maria II. 6€
  • 30.
    76. FRECHES, Claude-Henri(1982) António José da Silva et L’inquisition. Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 379 págs. Brochado. António José da Silva, o Judeu, nascido a 8 de Maio de 1705, há precisamente 300 anos. Poeta escritor e dramaturgo, é considerado o principal responsável pela renovação do teatro português no século XVIII. Preso pela Inquisição a 5 de Outubro de 1737, acusado de praticar o judaísmo, foi executado na fogueira em Lisboa a 18 Outubro de 1739, aos 34 anos, num “auto-de-fé” presidido pelo rei D. João V, “O Magnânimo”. No mesmo dia foram queimados mais dez “judaizantes”. 6€ 77. MOURINHO, António Maria (1984-1987) Cancioneiro tradicional e danças populares mirandesas / Cancioneiro tradicional mirandês de Serrano Baptista. Bragança: edição do autor (1º vol) / Câmara Municipal de Miranda do Douro (2º vol.). 2 vols. De 22.5x16.5cm. Com 585 + 98 págs. Brochado (capa 2º volume com manchas interior limpor). 15€ 78. COCHERIL, Dom Maur (1986) Routir des abbayes cisterciennes du Portugal. Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 379 págs. Ilustrado. Brochado. Dom Maur Cocheril (1914 – Vitré, França / 1982 – abadia de Notre-Dame de Port-du-Salut, França), monge cisterciense que dedicou grande parte da sua vida ao estudo da história das abadias da Ordem de Cister estabelecidas em Portugal durante o século XII. Dom Maur Cocheril é uma figura incontornável da História de Cister, na qual era especialista. Doutorado 8€
  • 31.
    também em Heráldicada Ordem de Cister e Paleografia Musical, particularmente sobre manuscritos Cistercienses de canto do século X, dos mais antigos que se conhecem. Foi investigador do Centre National de la Recherche Scientifique (Paris), académico correspondente da Academia Portuguesa de História e bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. 79. OLIVEIRA, César [DIR] (1996) História dos municípios e do poder local: [dos finais da Idade Média à União Europeia]. Lisboa: Círculo de leitores. Com 591 págs. De 27x19.5cm. Encadernação editorial em material sintético, com dizeres a negro e a ouro e sobrecapa de protecção com estampada a cores. Profusamente ilustrado. Profusamente ilustrado. Edição de excelente apresentação. Obra integrada na colecção grandes temas da Nossa História. A evolução do poder municipal e local não pode ser vista ignorando as grandes transformações económicas, sociais e culturais ocorridas na sociedade portuguesa. Daí que esta obra apresente a evolução do município desde a Idade Média (D. Afonso III), detendo-se nas reformas político-administrativas do liberalismo e do republicanismo, do corporativismo do Estado Novo e no seu desmantelamento em 1974, e chegando aos dias do nosso presente democrático, onde a integração de Portugal na CEE e a opção por Maastricht vieram trazer novos problemas e colocar questões decisivas para as próximas décadas. Nos anexos á obra são compilados dados tão importantes para o conhecimento dos municípios portugueses como a evolução da divisão administrativa, os investimentos Municipais e as profissões dos presidentes de câmara, os resultados das eleições autárquicas, os investimentos comunitários, o quadro comunitário de apoio e a taxa de execução. 15€ 80. SÁ, A. Moreira de (1982) A Universidade de Guimarães no século XVI (1537-1550). Paris: Centre Culturel Portugais/Fondation Calouste Gulbenkian. De 25x18cm. Com 379 págs. Brochado. 10€
  • 32.
    81. RODRIGUES, AntónioGonçalves (1935) Mariana Alcoforado: história e crítica de uma fraude literária. Coimbra: Coimbra Editora. 1ª Edição. Com 64 págs. De 25.5x18.5cm. Brochado. Capa apresenta ligeira acidez. Interior limpo. [Com dedicatória e assinatura do autor]. 13€ 82. PEREIRA, João Correia (1946) Navegação Henriquina. Porto: Oficinas gráficas “O primeiro de Janeiro”. Com 21 págs. De 24.5x18cm. Brochado. [Valorizado com dedicatória e assinatura do autor]. 7€ 83. OLIVEIRA, Pe Fernando (1969) A Arte da Guerra do Mar. Lisboa: Edição do Ministério da Marinha. Com 136 págs. De 22.5x16.5cm. Brochado. Com comentários de historiógrafos consagrados Henrique Lopes de Mendonça, Quirino da Fonseca e Botelho de Sousa e com reprodução da edição primitiva de 1555. Bebendo nos clássicos o saber do passado, baseando-se nos mais recentes conhecimentos científicos da época e recorrendo a uma vasta experiência pessoal, o autor aborda variados aspectos da «guerra do mar», desde as questões éticas e morais do fenómeno bélico em geral até à construção dos navios, à logística e ao comando e controlo. Nesta obra impressa em 1555, em Coimbra, Fernando Oliveira legou-nos o primeiro grande tratado de guerra naval da história. Escreveu como homem do seu tempo (século XVI), mas projectou o futuro. 12€ 84. RIBEIRO, José Rodrigues (1985) História dos Jornais editados em S. Jorge. Braga: Edição de autor. De 23x16cm. Com 110 págs. Brochado. Capa apresenta pequenas manchas. Natural da ilha de São Jorge Ribeiro, ao longo de toda a sua vida manteve uma importante atividade em organismos de natureza cultural e sócio-religiosa, deixando uma notável obra de investigação histórica e etnográfica. Foi jornalista em vários órgãos da comunicação social escrita e falada, especializando-se em temáticas de interesse histórico e cultural. 8€
  • 33.
    85. MENDONÇA, HenriqueLopes de (Capitão-de-Mar-e- Guerra) (1971) Estudos sobre Navios Portugueses dos séculos XV e XVI. Lisboa: Edição do Ministério da Marinha. Com 127 págs. De 22.5x16.5cm. Brochado. Henrique Lopes de Mendonça, militar, historiador, arqueólogo naval, professor, conferencista, dramaturgo, cronista e romancista português e um dos vultos das letras do finais do século XIX. Em 1889 é noemado para proceder à elaboração de uma obra sobre os feitos da Armada Portuguesa e, como fruto dessas investigações do seu consequente interesse pela arqueologia naval, surge a obra Estudos sobre Navios Portugueses dos séculos XV e XVI. 12€ 86. CORRÊA, António de Albuquerque Jácome (2000) O Convento da Caloura. Caloura: Câmara Municipal. De 24x17cm. Com 181 págs. 1ª Edição. Ilustrado. Brochado. O Convento de Nossa Senhora da Conceição da Caloura localiza-se à Caloura, em Água de Pau, concelho da Lagoa, ilha de São Miguel, nos Açores. A sua localização é peculiar, dado que se encontra construído sobre rochedos à beira-mar. A sua construção remonta ao século XVI, ligando-se a sua história ao culto do Senhor Santo Cristo dos Milagres. Uma inscrição epigráfica abaixo do nicho no centro do tímpano da fachada da ermida informa: "DEZEMBRO 1684". 6€ 87. REVISTA OCEANOS Nº 38 - NAVIOS E NAVEGAÇÕES. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa. Abril/Junho de 1999. De 37x26cm. Com 160 págs. Brochado. Alguns capítulos deste número: Portugal e o mar. Navegação medieval árabe. O nónio de Pedro Nunes. As marés na náutica quinhentista. Artilharia e artilheiros do mar. Exemplar como novo. 16€
  • 34.
    88. MOURINHO, AntónioRodrigues (1984) A Talha nos concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso nos séculos XVII e XVIII. Braga: edição da associação de municípios do planalto mirandês. De 24x16.5cm. Com 228 + gravuras. Brochado (capa com ligeiras manchas, interior limpo). 8€ 89. BARREIRA, César Gabriel (1995) Um Olhar sobre a cidade da Horta. Horta: Núcleo Cultural da Horta. De 24x17.5c Com 148 págs. Ilustrado. Brochado. Estudo de arquitetura militar. 8€ 90. D'EÇA, Vice-almirante Vicente Maria de Moura Coutinho Almeida (1973) Lições de História Marítima Geral. Lisboa: Edição do Ministério da Marinha. 2 vols. Com 170 + 185 págs. De 22.5x16.5cm. Brochado. Vicente Maria de Moura Coutinho Almeida d'Eça foi um militar (vice- almirante da Marinha portuguesa), professor, historiador, oceanógrafo e deputado. Obra de referência. 13€ 91. REVISTA OCEANOS Nº 17 - O ANO DO INFANTE Comissão Nacional paras as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa. Março de 1994. De 37x26cm. Com 136 págs. Brochado. Alguns capítulos deste número: Sobre o local de nascimento do Infante D. Henrique. A Ordem de Jesus Cristo. O infante D. Henrique em Tomar. Lagos e o Infante D. Henrique. O ano do Infante. Historiografia Henriquina: Um Pretérito Imperfeito. Exemplar como novo. 16€
  • 35.
    92. GALVÃO, Henrique(1942) Outras Terras, Outras Gentes: Viagens na África Portuguesa 25 000 Km em Angola. Lisboa: Livraria Popular de Francisco Franco. Ilustrações de Fausto Sampaio. 1ª Edição. Edição popular, profusamente ilustrada. Com 296 págs + 295 págs. De 22x15.5cm. 2 vols. Brochada. Obra por abrir. Impecável mas com papel frágil. [Obra completa. Valorizada com dedicatória e assinatura do autor]. MUITO INVULGAR 60€ 93. REVISTA OCEANOS Nº 08 - A RAINHA D. LEONOR Comissão Nacional paras as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa. Outubro de 1991. De 37x26cm. Com 130 págs. Brochado. Alguns capítulos deste número: Diogo Cão no Reino do Congo. De Rui de Pina a Duarte Lopes. O Congo no Século XIX. Ensaio: A Náutica Portuguesa quinhentista na Europa. O Relicário que fez Mestre João. O mecenato da Rainha D. Leonor a pintura de Corte. Exemplar como novo. 16€ 94. BESSA-LUÍS, Agustina (2003) O Princípio da Incerteza - Os Espaços em Branco. Lisboa: Guimarães Editores. 1ª edição. De 20.5x14.5cm. Com 366 págs. Brochado. Espaços em Branco é o terceiro e último volume da trilogia O Princípio da Incerteza. Quando num encontro de Steiner com Oppenheimer, que não era propriamente pessoa de fácil abordagem, este diz que «o que há importante na poesia e na filosofia são os espaços em branco», está a propor o problema da realidade, cuja visão é complexa e nunca assunto didáctico em si mesmo. Camila conduz a sua vida por meio duma 10€
  • 36.
    experiência que resultade colagens duma biografia tão exacta quanto os espaços em branco a iludem sem que a verdade possa ser captada. A secreta paixão que envolve o coração da memória é aquilo a que chamamos a realidade, na verdade um mistério muito para além do conceito de sobrenatural.... 95. PEREIRA, Fernando Jasmins (1994) Índices de documentos sobre o Funchal (1470-1823) existentes no Arquivo Regional da Madeira. Redondo: Patrimonia. De 24x17cm. Com 219 págs. Brochado. 6€ 96. LEMOS, Eugénio de (1959) Uma sentença de D. Afonso V. [Coimbra]: Coimbra Editora, Lda., Com 35 págs. De 19.5x14cm. Brochado. “O documento que encontrámos nos arquivos da Câmara Municipal da Lousã, sentença pronunciada pelo Rei em 1467, é uma peça jurídica perfeita, sob o ponto de vista técnico, uma demonstração clara do sentido paternal na orientação governativa da nossa monarquia, ao mesmo tempo que revela à evidência, a sua faceta democrática e popular. O pleito a que a decisão real pôs termo travou-se entre os pastores da serra, habitantes da aldeia do Coentral, e o Município Lousanense. O fundo da questão residia no direito de pastos matos da Serra da Lousã.” Contém dedicatória ao Dr. António Baião. Valorizado com a assinatura do punho do autor. 6€
  • 37.
    97. Gramática eHumanismo Actas do colóquio de Homenagem a Amadeu Torrres. Braga: Publicações da faculdade de Filosofia/Universidade Católica Portuguesa, 2005. 2 Vols. Com 716 + 592 págs. De 20x17cm. Brochado. Amadeu Torres (Castro Gil) nasceu em 1924 e é natural de Viana do Castelo, Costa Verde, Portugal. Professor Catedrático Jubilado da Universidade Católica Portuguesa (Faculdade de Filosofia) e da Universidade do Minho, distinguiu-se como prestigiadíssimo investigador na área da Linguística, contando no seu amplo currículo um variado conjunto de obras. 20€ 98. TORGA, Miguel (1976) Fogo Preso. Coimbra. 1ª Edição. De 19.5x14cm. Com 131 págs. Brochado (capa com ligeiras manchas, interior limpo). Dezoito intervenções após o 25 de Abril de 1974. 15€ 99. FONTES, João Luís Inglês (2000) Percursos e Memória: Do Infante D. Fernando ao Infante Santo. Redondo: Patrimonia. De 24x17cm. Com 219 págs. Brochado. Dissertação de Mestrado em História Medieval apresentada à Faculdade de Ciências Sociais. 10€ 100. MOURA, Defensor Oliveira (Pref.) (1997) Gil Eannes. Viana do Castelo: Câmara Municipal. De 25x32.5cm. Inumerado. Oblongo. Profusamente Ilustrado. Brochado. Obra apresenta a história da embarcação desde a sua construção até á atualidade. 8€
  • 38.
    101. BESSA-LUÍS, Agustina(2000) Contemplação carinhosa da Angustia. Lisboa: Guimarães Editores. 1ª Edição. De 22x11cm. Com 365 págs. Brochado. Compilação de reflexões, conferências e comunicações que a escritora tem vindo a produzir ao longo da sua vida literária, organizadas por Pedro Mexia. Como nos dois volumes de "Alegria do Mundo", os seus anteriores livros de textos dispersos, o génio e a verve de Agustina Bessa-Luís em "Contemplação Carinhosa da Angústia" cativam-nos, de surpresa em surpresa. E, como diz a escritora, num inquérito ao jornal francês "Libération", a propósito da razão porque escreve, que eles incomodem «o maior número possível de pessoas, com o máximo de inteligência.» 9€ 102. WILMSHURST, W.L. (2002) Maçonaria: Raizes e segredos da sua história. Lisboa: Prefácio. De 23x15cm. Com 188 págs. Brochado. Neste livro o autor demonstra-nos como os rituais de Ordem Maçónica têm por objectivo iluminar o caminho místico para a espiritualidade e fraternidade, procurando respostas para questões que se colocam ao nível da filosofia e religião. 8€ 103. BRADLEY, Michael (2005) O Manual das Sociedades Secretas: A verdade de trás das irmandades secretas mais sinistras do mundo, incluindo: Illuminati, Priorado de Sião e Opus Dei. Porto: Fubu. De 18x13cm. Com 144 págs. Brochado O autor investiga as raízes de 21 sociedades secretas, que moldaram a história dos últimos dois mil anos e revela novas provas chocantes, no que diz respeito à verdadeira extensão do seu atual poder global. 5€ 104. SEQUEIRA, Francisco Júlio Martins (1958) Apontamentos acerca do falar do Baixo-Minho. Lisboa: Rev. Portugal, 1958. De 25x18cm. Com 202 págs. Exemplar por Abrir. Brochado. Interessante estudo linguístico onde são apresentadas particularidades de fonética, pronúncias e formas regionais, aspetos morfológicos, lexicografia e alguns aspetos sintáxicos. 15€
  • 39.
    105. D’ ALMEIDA,Eduardo (1957) Peregrinação pelo Termo de Guimarães. Guimarães: Câmara Municipal. De21.5x15.5cm. Com 467 págs. Brochado. 13€ 106. CAPELA, José Viriato (1995) O Minho e os seus Municipios: Estudos económicos-administrativos sobre o municipio português nos horizontes da reforma liberal. Braga: Universidade do Minho. Tiragem de 1000 exemplares. De 24.5x17cm. Com 531 págs. Ilustrado. Brochado. 20€ 107. GALVÃO, Henrique; CABRAL, Teodósio; PRATAS, Abel (1933) Da Vida e da Morte dos Bichos subsídios para o estudo da fauna da Angola e notas de caça. Lisboa: Livraria popular de Francisco Franco. 5 vols. De 23.5x16cm. Com 202 + 218 + 233 + 229 + 252 págs . Capa brochada, ligeiramente cansada. Ilust. Vol. I Elefantes e Rinocerontes (1ª Edição - 1933); Vol II Hipopotamos, Girafas, Crocodilos e javalis (3ª Edição - por abrir) Vol III Leão (1ª Edição - 1942); Vol IV Búfalo, Gorila, leopardo, Antilopes, etc, … (1ª Edição - 1944); Vol V Narrativas de caça (3ª Edição) – por abrir Obra completa valorizada com dedicatória e assinatura de Henrique Galvão. Volumes com dedicatória e assinatura de H. G: I, III, IV, (estes volumes são da 1ª edição) 80€
  • 40.
    108. BORRALHEIRO, RogérioCapelo Pereira (1997) O Município de Chaves entre o Absolutismo e o Liberalismo (1790-1834). Braga: edição do autor. Tiragem de 1000 exemplares. De 24x17cm. Com 245 págs. Brochado. 9€ 109. PIRES, José Cardoso (1987) Alexandra Alpha. Lisboa: Publicações Dom Quixote. 1ª Edição. De 21x13.5cm. Com 447 págs. Brochado. Urbano Tavares Rodrigues escreveu a propósito deste livro: "um romance onde a invenção estilística e verbal é permanente". Enigmáticas, duais, incertas e tão tumultuosas e inseguras no intento de uma alforria sem chancela, as principais personagens deste romance podiam ser as nossas, as dos nossos dias, se a vida fosse escrita com a riqueza inaudita de um bom contador dotado de um proverbial saber de esmiuçar particularidades e de as agregar na delícia do que é, depois e por nós, sentido primoroso. Isso, mas, também, se ainda inventássemos o país (a vida) para nele cabermos. Minguamos, suponho. Uma fatia muito fina da intelectualidade urbana, com códigos linguísticos e hábitos próprios, afigura-se-nos como que cortada, entalada e ignorada, no imenso bolo anacrónico, que fede a terra, bafio, pratas e práticas burguesas, religiosidade, fado e um sibilar vernáculo. Alexandra Alpha é um romance que, amiúde, apela à nossa audição, pela musicalidade e, também, pela inventiva de alguns anglicismos e galicismos; leva-nos ao riso, ora acerbo, ora jovial; regala-nos pelo insólito de algumas personagens (Opus Night é extravagância!); e toca-nos, enternece-nos. 9€
  • 41.
    110. GAILLET, Maurice(2009) Eu Fui Maçon: A Denúncia dos Meandros da Maçonaria. De 23.5x16cm. Com 180 págs. Brochado. Rituais, normas de funcionamento interno, juramentos e a influência na política desta organização secreta saem agora à luz, em particular as implicações do juramento que obriga a defender outros «irmãos» maçons. O volume revela também a decisiva influência da Maçonaria na elaboração e aprovação de leis, … Eu Fui Maçom é um testemunho sério, honesto, escrito na primeira pessoa, de um ex-membro da Maçonaria francesa que depois de quinze anos dentro desta organização resolveu contar o que os outros calam. 8€ 111. GAYO, Felgueiras (Manuel José da Costa) (1992) Nobiliário das Famílias de Portugal. Braga: Edição de Carvalhos de Basto. 12 vols. De 25.5x19cm. Exemplares por abrir. Brochado. Completo. Obra indispensável para o estudo da genealogia portuguesa. Manuel José da Costa Felgueiras Gaio (Barcelos, Barcelos, 17 de Junho de 1750 — Ponte de Lima, Vitorino dos Piães, 21 de Novembro de 1831) foi um dos mais importantes genealogistas portugueses. Era membro da nobreza e proprietário de terras. Foi Juiz de Barcelos e autor do Nobiliário de Famílias de Portugal, obra legada à Santa Casa de Misericórdia de Barcelos e que só veio a ser impresso em meados do século XX. Trabalhou durante os reinados de D. Maria I e D. Pedro III, D. João VI e D. Miguel I, do qual era partidário. Exerceu o cargo de juiz na cidade de Barcelos e foi Senhor e Administrador dos Morgados dos Felgueiras Gaio em Vila do Conde. Foi Senhor de vários solares, como foi o caso do Solar da Torre Velha, e do Solar do Paço em Vitorino dos Piães, onde morreu. 390€
  • 42.
    112. FRAGA, Mariado Céu; LUZ, José Luís Brandão [org.] (2010) Os Açores na rota do Padre António Vieira: Estudos e Antologia. Ponta Delgada: Universidade dos Açores. Tiragem de 500 exemplares. De 24.5x17.5cm. com 261 págs. Encadernação editorial de capa dura com sobrecapa A primeira parte do volume reúne os estudos apresentados e discutidos ao longo do colóquio sobre o Padre António Vieira, constituindo a segunda uma antologia de textos do Padre António Vieira directamente relacionados com os Açores. 13€ 113. ALVES, José Maria Gomes (1981) Património Artístico e Cultural de Guimarães. Guimarães:Editora Minho. De 22x15.5cm. Com 175 págs. Brochado. [Valorizado com dedicatória e assinatura do autor]. 15€ 114. Actas do III Encontro Nacional de Municípios com Centro Histórico. Viana do Castelo, Ponte de Lima, Valença e Caminha 2 a 4 de Novembro de 1995. 2vols. De 24.5x18cm. Com 71 + 366 págs. Brochado. Do Índice: Meios de promoção do património cultura; génese e consolidação urbanística do centro histórico de Viana do Castelo; O centro Histórico de Montemor-o-Novo; O papel da investigação histórica na recuperação dos centros antigos; A intervenção no convento das Bernardas no contexto da reabilitação do tecido pré-pombalino da Madragoa; As praças na evolução urbana de Viana do Castelo; Centro histórico de Beja; Do Centro histórico aos lugares de memória;[…] 10€ 115. MUÑOZ, Joana (1998) Campo Maior. Memória das Minhas Raízes. Evocação Literário-Etnográfica. S/L: Edição da Autora. De 33x24cm. Com 255 pp. Profusamnete ilustrado. Brochado Do índice: Origens; A Terra e o Homem; A mulher e o pão de cada dia; as grandes residências;: Lugares de encontro; A vizinha Espanha; O Alto e Baixo Alentejo; Almoçarada na ribeira; Música na Avenida; as Quintas; A boda; O natal; o entrudo; a Páscoa; a matança do porco; as devoções; usos e costumes; as festas do povo;[…]. 10€
  • 43.
    116. SANDÃO, Arthurde (1999) O Móvel Pintado em Portugal. Barcelos: Livraria Civilização. Com 321 págs. De 31x23cm. Profusamente ilustrada. Encadernação de capa dura. Importante subsídio para o estudo do mobiliário português antigo, da autoria de Arthur de Sandão, profundo conhecedor da temática, coleccionador do distrito de Viana do Castelo (e à época director do Museu municipal da mesma cidade). A obra trata pela primeira vez o tema de forma aprofundada. Apresenta-se numa luxuosa edição impressa em papel de excelente qualidade e largamente ilustrada com reproduções a negro e a cores, todas em separado, dos mais representativos e belos exemplares de móveis portugueses. 30€ 117. DUMAS, Alexandre (s/d) A Dama das Camelias. Lisboa: Empresa lusitana editora. Trad. De Pinheiro Chagas. De 16.5x10cm. com 314 págs. Encadernação meia francesa. 8€ 118. HERCULANO, Alexandre (S/D) Eurico o Presbítero. Lisboa: Livraria Bertrand. Edição crítica, dirigida e prefaciada por Vitorino Nemésio. Notas e apêndice estabelecidos por Maria Helena Lucas. Glossario Arábico de David Lopes. De 19x11.5cm. com 340 págs. Encadernação meia francesa (capa de brochura com algumas manchas) 8€ 119. RIBEIRO, Aquilino (1958) O Malhadinas * Mina de Diamantes. Lisboa: Livraria Bertrand. De 20x14.5cm. Com 356 págs. Encadernação meia inglesa com gravação na lombada (mantém capas de brochura. 1ª edição (da novela Mina de Diamantes). Este livro, que é a junção de dois trabalhos diferentes, inclui uma primeira novela a que o autor deu o nome de O Malhadinhas, que retrata a estória de um almocreve beirão e as suas múltiplas aventuras, desde a sua juventude até à velhice. Está escrito numa linguagem rústica em grande parte porque acreditamos que foi esse o desejo do autor que mostra uma inigualável capacidade de expressão num vocabulário vernáculo bem representativo da época histórica e da região que pretende ilustrar. 15€
  • 44.
    Já a novelaMina de Diamantes desenvolve-se em duas realidades físicas distintas. Uma primeira fase no Brasil – mais precisamente no Rio de Janeiro – e depois em Portugal. É a estória de um emigrante português na América do Sul que regressa ao seu país de origem para visitar a família. Esta última, é uma novela cáustica. Põe em causa as motivações de um homem que se faz apresentar na sua terra natal como se fosse dono de uma mina de diamantes, distribuindo benesses pelos conterrâneos ao ponto de ser condecorado e chamado de Comendador. 120. SOUSA, Nestor de (1986) A Arquitectura religiosa de Ponta Delgada nos séculos XVI a XVIII. Ponta Delgada: Universidade dos Açores. De 24.5x17.5cm. Com 484 págs. Profusamente ilustrado. Brochado. [Obra de referência]. 16€ 121. SARAMAGO, Alfredo (1996) Doçaria Conventual do Norte: história e alquimia da farinha. Lisboa: Colares Editora. De 22.5x15.5cm. Com 241 págs. Brochado. 10€ 122. PESSOA (Fernando) e NORTON (de Matos) - Antologia. A Maçonaria vista por Fernando Pessoa e Norton de Matos (Porto), s.d.. Com 50 págs. De 20x13,5 cm. Brochado. “A Maçonaria vista por Fernando Pessoa “, trata-se da reprodução do célebre artigo do «Diário de Lisboa» Nº 4.388 de 4 de Fevereiro de 1935. “A Maçonaria vista por Norton de Matos ” apresentada a exposição dirigida ao Presidente da Assembleia Nacional em 31 de Janeiro de 1935, aquando da publicação do Decreto que extinguia a associações designadas “secretas”. 9€
  • 45.
    123. MOREIRA, Raquel(1999) Queijadas de Sintra: a história de um doce regional. Lisboa: Colares Editora. De 22.5x15.5cm. Com 142 págs. Brochado. A história das queijadas de Sintra remonta à idade Média. Desde o século XIII que um produto designado por queijadas figura como forma de pagamento de foros, por contratos de arrendamento de casais situados na região de sintra. Tude de Sousa refere documentos arquivados na TT que testemunham a utilização das queijadas como moeda de pagamento em contratos estabelecidos entre 1227-1585. 9€ 124. CASTRO, P. José (1939) Portugal em Roma. Lisboa: União gráfica S. A. R. L. 2 vols. De 19x13cm. Com 438+422 págs. Brochado. Importante para a história das relações entre Portugal e Santa Sé. 22€ 125. Livro de cozinha da Infanta D. Maria. Lisboa: Imprensa Nacional –Casa da Moeda. De 24x15cm. Com 257 págs. Brochado. O Livro de Cozinha da Infanta D. Maria é o manuscritoda Biblioteca Nacional de Nápoles. Teria pertencido a uma Infanta portuguesa de cultura notável: a Infanta D. Maria de Portugal, filha de D. Duarte (1515/1540) duque de Guimarães, neta do rei D. Manuel e sobrinha de D. João III. Moça letrada e culta, lia em grego e latim, que ao casar-se com Alexandre Farnésio (duque de Parma, Placêncio e Castro), vai, em 1565, morar em Parma. O manuscrito que teria sido levado para a Itália pela Infanta, faz parte de um grupo de cinco tomos de origem farnesiana, doação vinda da família Farnésio. Um códice que, apesar dos problemas paleográficos e cronológicos que apresenta, é deveras valioso, contribuindo não só para o vocabulário histórico da linguagem nacional, como também mostrando um lado importante da vida social que é a arte de cozinhar e bem comer, numa época da história nacional portuguesa de que muito pouco se conhece e cujo mais antigo documento de receitas culinárias publicado não é anterior a 1680, que é “A Arte de Cozinha” de Domingos Rodrigues. 9€
  • 46.
    126. CONSIGLIERI, Victor(2000). As significações da arquitectura: 1920-1990. Lisboa: Editorial Estampa. De 21x14 cm. Com 396 págs. Ilustrado. Brochado. "Embora Peter Eisenman, Frank Gehry, Tomás Taveira e Siza Vieira, aparentemente , não tenham nada em comum nos seus formalismos e linguagens, as suas manifestações artísticas e teorias são necessárias para explicar certos aspectos das diferentes formas fragmentadas compactas e abertas, as conexões e formas euclidianas e topológicas, os movimentos de translação e rotação, as novas gravidades dos sólidos e, por fim, os aspectos simbólicos". 9€ 127. LUCAS-DUBRETON, Jean (1961) Os Bórgias. Lisboa:Estudios cor. De 21.5x14cm. Com 340 págs. Encadernação meia inglesa com gravação na lombada. Execelente obra. Do índice: Castelo dos bórgias; o Papa Alexandre VI; Vannozza; Duque de Gandia; césar Bórgia; Lucrécia Bórgia; Afonso de Este;… 8€ 128. CHAGAS, João (1908) Subsidios críticos para a historia da dictadura. Lisboa: João Chagas. De 18.5x12.5cm. Com 382 págs. Encadernação modesta mas em muito bom estado. (3 páginas com picos de acidez, restantes limpas). [Muito invulgar] 18€ 129. I Encontro do Ensino da Música em Portugal. Braga: Universidade do Minho, 2000. De 25x18cm. Com 127 págs. Brochado. II Encontro de História do Ensino da Música em Portugal. Universidade do Minho, 2000. De 25x18cm. Com 121 págs. Brochado. Do indice: Homenagem a Maria Adelina Caravana; Instituições e personalidades marcantes no ensino da música em Portugal; Aspectos da vida musical da academia Mondeguina quinhentista; Bernardo Moreira de Sá uma referência na história da música em Portugal;… 11€
  • 47.
    130. SOROMENHO, Aldada Silva; SOROMENHO, Paulo Caratão (1984) Da importância dos contos populares. Lisboa: INIC. Com 30 págs. De 24.5x18.5cm. Brochado. [Com dedicatória e assinatura do autor]. 5€ 131. PICO, Maria Alexandra Tavares Carbonell (1963) A Terminologia naval Portuguesa anterior a 1460. Lisboa: Sociedade de Língua Portuguesa. De 21x15.5cm. Com 720 págs. Brochado. [invulgar] 25€ 132. PEREIRA, Paulo (dir) (1995) História da Arte Portuguesa. Lisboa: Círculo de Leitores. 3 vols. Com 1751 págs. De 27x19.5cm. Encadernação editorial em material sintético, com dizeres a negro e a ouro e sobrecapa de protecção com estampada a cores. Edição de excelente apresentação ilustrada com centenas fotografias, documentos iconograficos. Obra integrada na colecção grandes temas da Nossa História. Nesta obra participam autores como Claúdio Torres, Dalila Rodrigues, Vitor Serrão, Raquel Henriques da Silva, Paulo Pereira, Paulo Varela Gomes, Jorge Rodrigues, entre muitos outros. Esta história da arte dedica uma primeira parte à arte produzida antes da autonomização do reino português. Subdivide-se em 3 grandes áreas: Pré-história; época Clássica e Arte Islâmica. A segunda parte abrange um largo período desde o aparecimento do reino português até ao século XVI. A Terceira parte compreende o período que vai desde século XVI ao final do século XVIII. E a quarta parte século XIX até XX. 35€ 133. Cartas inéditas de Camillo Castello Branco ao 1º Conde de Azevedo - coordenadas, annotadas e seguidas de traços biographicos d'este titular pelo 2º Conde de Azevêdo; com um prefácio do Augusto de Castro. 1926. 1ª edição. Coimbra Editora, L.da .Com 407 pags. De 23.5x 17cm. Brochado. 19€
  • 48.
    Importante Coletânea dacorrespondência do grande romancista, dirigida a seu amigo e distinto bibliófilo, 1º Conde de Azevedo. Edição de grande apuro gráfico, ilustrada com retrato de Camilo. Esta obra publica 53 cartas inéditas de Camilo, das quais 12 se apresentam em fotogravura; contém várias gravuras da Casa de Azevedo e retratos de Camilo, entre outros; reproduz cartas inéditas de Teixeira Vasconcelos, Passos Manuel e Rodrigo da Fonseca Magalhães (de interesse para a História politica contemporânea); traz Noticias e Tábuas genealógicas sobre a família de Azevedo e outras. A capa apresenta ligeiro desgaste e pequenos cortes. Interior muito limpo. 134. PERDIGÃO, José de Azevedo (1969) Calouste Gulbenkian: Coleccionador. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Ilustrado. De 28x21.5cm. Com 237 págs. Encadernação de capa dura. [Valorizado com dedicatória e assinatura do autor]. 17€ 135. COELHO, Jacinto do Prado (1997) Dicionário de literatura: literatura portuguesa, literatura brasileira, literatura galega, estilística literária. Porto: Mário Figueiras editor. 5 vols + 2 vols atualizações. De 25x19cm. Com 1526 + 602 págs. Encadernação do editor. 55€ 136. SEQUEIRA, Susana de Almeida (2007) Porcelanas do Oriente ao Ocidente. Lisboa: Caleidoscópio. De 27.5x21.5cm. Com 121 págs. Ilustrado. Encadernação de capa dura. 12€
  • 49.
    137. JOÃO, MariaIsabel (1994) O Infante D. Henrique na Historiografia. Lisboa: Grupo de trabalho do Ministério da Educação para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. De 25x17cm. Com 213 págs. Brochado 8€ 138. MARTINS, Rocha (S/D) A Paixão de Camilo (Ana Plácido). Lisboa: edição do autor. De 24.5x19cm. Com 357 págs. Ilustrado. Capa de brochura da autoria de Stuart Carvalhães. Encadernação modesta com desgaste (mantém capas de brochura). “este livro deve grande parte da sua documentação e da sua factura a um minhoto ilustre, o Dr. Alberto veloso de Araujo, que recebeu o autor em sua casa, o elucidou e poz em contacto com a família de Camilo…” 13€ 139. CYR, Myriam (2006) O Amor Proibido de uma freira portuguesa: a descoberta do mistério que se esconde por detrás de um amor proibido do século XVII. Lisboa: Ésquilo. De 23x16cm. Com 212 págs. Brochado. Myriam Cyr, expõe neste livro o resultado da sua investigação meticulosa sobre as célebres Cartas atribuídas à freira portuguesa do século XVII, Mariana Alcoforado. Cartas de um amor proibido entre uma freira portuguesa e um oficial francês que vieram a inspirar a imaginação de poetas, pintores e académicos de todas as épocas, ao mesmo tempo que o mistério acerca da sua autoria persistia. 9€ 140. LLOPES, J. Vicente; LEITÃO, Humberto ( 1963) Dicionário da Linguagem de Marinha Antiga e Actual. Lisboa: Centro de Estudos Históricos Ultramarinos. De 24.5x17.5cm. Com 431 págs. Brochado. 35€
  • 50.
    141. MASCARENHAS, BrasGarcia (1996) Viriato Trágico em Poema heróico. Lisboa: Fundação Calouste Glbenkian. De 28x18.5cm. Com 780 págs. Brochado. 7€ 142. MALKIEL-JIRMOUNSKY, Myron (1957) Pintura à sombra dos Mosteiros: a pintura religiosa portuguesa dos séculos XV e XVI. Lisboa: Ática. De 25.5x19.5cm. Com 115 + ilustrações. Brochado. [exemplar extremamente invulgar] 25€ 143. CEPEDA, Isabel Vilares; FERREIRA, Teresa A.S. Duarte (coord.) (1994) Inventário dos códices iluminados até 1500. Volume 1: Distrito de Lisboa. Lisboa: Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro / Secretário de Estado da Cultura. De 30 x 23 cm. Com 351 págs. Profusamente ilustrado. Brochado Listas de 497 manuscritos iluminados. Cada manuscrito é descrito contendo: origem, conteúdo, data, agrupamento, tamanho, língua, estilo de roteiro, iluminação, ligação, e proveniência. Uma parte de cada manuscrito é muito bem reproduzida a cores, com algum texto e aqui reside no valor do volume: para os investigadores que estudam a iluminação, uma descrição física detalhada aliada à imagem manuscrito. Inclui índices de autores principais e secundárias, títulos, datas, copistas, iluminadores, línguas e proveniências. 13€ 144. Estudantes de Braga (Arquidiocese) em Salamanca, no episcopado de D. Fr. Bartolomeu dos Mártires, 1559-1582. Porto: Arquivo Histórico Dominicano Português, 1977. De 29x21 cm. Com 96 págs. Brochado. [com assinatura de posse]. “Os historiadores são unânimes em reconhecer e afirmar que houve promoção dos estudos em Braga, a diversos níveis, ao tempo de D. Fr. Bartolomeu dos Mártires. Para isso terá contribuído o darem-se bolsas de estudo, «esmola certa de dinheiro aos pobres, que chegou à contia de duzentos mil reis por ano». As medidas em prol dos estudos ordenadas pelo Arcebispo, sortiram efeito…” 7€
  • 51.
    145. CEPEDA, IsabelVilares; FERREIRA, Teresa A.S. Duarte (coord.) (1994) Inventário dos códices iluminados até 1500. Volume 2: Distritos de Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Coimbra, Évora, Leiria, Portalegre, Porto, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu. Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro / Secretário de Estado da Cultura. De 30 x 23 cm. Com 279 págs. Profusamente ilustrado. Brochado Listas de 543 manuscritos iluminados. Cada manuscrito é descrito resumidamente: origem, conteúdo, data, agrupamento, tamanho, língua, estilo de roteiro, iluminação, ligação, e proveniência. Uma parte de cada manuscrito é muito bem reproduzida a cores, com algum texto e aqui reside no valor do volume: para os investigadores que estudam a iluminação, uma descrição física detalhada aliada à imagem manuscrito. Inclui índices de autores principais e secundárias, títulos, datas, copistas, iluminadores, línguas e proveniências. 15€ 146. TORGA, Miguel (1951). Pedras Lavradas. Coimbra: Edição do autor. 1ª Edição. De 20x12 cm. Com 196 págs. Brochado. [possui chancela de posse, e n.º de catologação. lombada ligeiramente cansada]. “Com efeito, embora digna de apreço, a produção romanesca, novelístca e dramática de Miguel Torga não alcança os planos elevados onde se situam muitos dos seus poemas, inúmeras páginas do volumoso Diário e, sobretudo, toda a sua produção contística, revista e autoralmente canonizada. Na literatura portuguesa do século vinte, o autor de Pedras Lavradas ocupa, relativamente isolado, o lugar maior do contista” António Barreira in “O conto de Miguel Torga”. 9.5€ 147. PESTANA, Manuel Inácio (1985). A reforma setecentista do cartório da Casa de Bragança. Lisboa: Fundação da Casa de Bragança. De 24x16 cm. Com 399 págs. Ilustrado. Brochado. Inventário de documentos apógrafos e originais existentes no Arquivo da Fundação da Casa de Bragança do período compreendido entre o século XIII e o século XVIII. [obra de referência]. 9€
  • 52.
    148. AMENDOEIRA, AntónioT.D. (1994). Vila de Arcozelo: História e Monografia [Vila Nova de Gaia]. Arcozelo: Edição do Autor. De 20x16 cm. Com 270 págs. Profusamente Ilustrrado. Brochado. Cuidada e bem elaborada monografia, abordando uma basta multiplicidade de assuntos. Da história à etnografia, passando pelo arte e elites locais, nada é deixado ao acaso. O rigor ciêntifico acompanha a obra desde o sua génese até ás últimas páginas. 7€ 149. LISBOA, Mário Eurico (2009). O Solar do Morgado da Alagoa. Lisboa: Edições Colibri. De 23x16 cm. Com 240 págs. Ilustrado. Brochado. [exemplar novo]. Na leitura deste texto e na sua procura dos significados de um património construído, o do solar do Morgado da Alagoa, ecoam as palavras de Françoise Choay quando, ao debruçar-se sobre o vocábulo Património, escreve: “Esta bela e muito antiga palavra estava, na origem, ligada às estruturas familiares, económicas e jurídicas de uma sociedade estável, enraizada no espaço e no tempo. Requalificada por diversos adjectivos (genético, natural, histórico...), que fizeram dela um conceito nómada, prossegue hoje em dia um percurso diferente e notório.” Ora, é neste duplo campo conceptual que se constrói a análise de Mário Lisboa. O autor desoculta um espaço patrimonial, símbolo como escreve do passado, de um grupo familiar, os Cruzes, do seu lugar e afirmação social, e a presença num presente de um imóvel que permanece isolado da malha urbana, mas que se impõe pela sua sobrevivência, clara herança prevalecente de um tempo. 10€ 150. CUNHA LEAL (1964). Ilusões Macabras. Lisboa: Edição do Autor. 1ª Edição. De 19x13 cm. Com 280 págs. Brochado. [capa de brochura acusa ligeiro desgaste]. “…por tratar-se de um ataque frontal à governação de Salazar, o livro foi desde logo proibido e apreendido pela polícia, o que o tornou extremamente raro [vd. Livros Proibidos no Estado Novo, Assembleia da República, Lisboa]. 11€ FINIS – LAUS DEO