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TRABALHO DE 
LITERATURA 
Euclides da Cunha 
Lima Barreto 
Monteiro Lobato 
Augusto dos Anjos
EUCLIDES DA CUNHA
A VIDA DE EUCLIDES 
 Euclides Rodrigues da 
Cunha nasceu em 
Cantagalo, no dia 20 de 
janeiro de 1866 e foi 
um escritor, 
sociólogo, repórter 
jornalístico, historiador, geó 
grafo, poeta e 
 engenheiro brasileiro. 
Euclides foi assassinado em 
agosto de 1909, devido a 
questões familiares.
 Aos 18 anos Euclides publica seus primeiros 
artigos, fundando o jornal O Democrata. 
Em1886, entra para a Escola Militar da Praia 
Vermelha, mas é expulso por suas ideais 
republicanas. Aos 30 anos passa a se dedicar à 
engenharia civil, porém, continua a escrever 
artigos e em 1897 volta a colaborar com o jornal 
O Estado de São Paulo como correspondente, 
cobrindo a quarta expedição da Guerra de 
Canudos, campanha iniciada em 1893 por 
Antônio Conselheiro no interior da Bahia. 
A CARREIRA DE EUCLIDES
OBRAS DE EUCLIDES 
 Em 1902, cinco anos após 
a Campanha de Canudos, 
ele publica Os Sertões, 
considerado um dos 
melhores livros da literatura 
moderna brasileira. Em 
1903, é eleito para a 
Academia Brasileira de 
Letras e toma posse 
também no Instituto 
Histórico e Geográfico 
Brasileiro.
 Na primeira parte, predomina a visão cientificista e 
naturalista do engenheiro Euclides da Cunha. Muitos 
leitores consideram A Terra praticamente ilegível. A 
descrição do meio físico opressor é feita 
detalhadamente: a vegetação pobre, o chão 
calcinado, a imobilidade e repetição da paisagem 
árida. A linguagem, poderosamente retórica, transforma 
a natureza em elemento dramático. 
 “Mas, reduzidas todas as funções, a planta, estivando em 
vida latente, alimenta-se das reservas que armazena nas 
quadras remansadas e rompe os estios, pronta a 
transfigurar-se entre os deslumbramentos da primavera.” 
“OS SERTÕES” – A TERRA
 A segunda parte, O Homem, completa a descrição do 
cenário com a narrativa das origens de Canudos. Ali 
Euclides estuda a formação do jagunço e, 
principalmente, a de seu líder carismático, Antonio 
Conselheiro. Fala de raças (índio, português, negro), e de 
sub-raças (indicando com o nome "mestiço") e decreta 
impossível o Brasil possuir uma raça homogênea. Em O 
Homem o autor caracterizou o sertanejo como "Hércules- 
Quasímodo", usando antíteses e paradoxos. 
 “É que, evidentemente, não basta, para o nosso caso, 
que postos uns diante de outros o negro banto, o indo-guarani 
e o branco, apliquemos ao conjunto a lei 
antropológica de Broca. Esta é abstrata e irredutível.” 
“OS SERTÕES” – O HOMEM
 A terceira parte, A Luta, é a mais importante, 
constituída da narrativa das quatro expedições do 
Exército enviadas para sufocar a rebelião de 
Canudos, que reunia "os bandidos do sertão": 
jagunços (das regiões do Rio São Francisco) e 
cangaceiros (denominação no Norte e Nordeste). 
Havia cerca de 20.000 habitantes no arraial, na 
maioria ex-trabalhadores dos latifúndios da região. 
 “Tinham a ilusão do último reencontro feliz e fácil: 
romperam pelos últimos casebres envolventes, 
caindo de chofre sobre os titãs combalidos, 
fulminando-os, esmagando-os...” 
“OS SERTÕES” – A LUTA
 Fazendo versos (1888) 
 O ex-imperador (1890) 
 Da penumbra (1892) 
 Os Sertões (1902) 
 Civilização (1904) 
 Conflito inevitável (1904) 
 Numa volta do passado (1908) 
OBRAS DE EUCLIDES
 O jornalista republicano foi expulso da Escola 
Militar em 1889. Ele atirou seu sabre no chão 
diante do então ministro da Guerra, Tomás 
Coelho, irritado com seus companheiros que 
não respondiam a uma manifestação contra o 
Império previamente combinada. 
 Em 1909, Euclides morreu depois de trocar tiros 
com o amante de sua mulher, o jovem militar 
Dilermando Cândido de Assis. Euclidinho, seu 
filho, tentou vingá-lo, mas foi morto pelo mesmo 
assassino do pai. 
CURIOSIDADES
LIMA BARRETO
 Afonso Henriques de Lima 
Barreto nasceu em 1881 na 
cidade do Rio de Janeiro. 
Enfrentou o preconceito 
por ser mestiço durante a 
vida. Ficou órfão de mãe 
aos sete anos de idade e, 
algum tempo depois, seu 
pai foi trabalhar como 
almoxarife em um asilo de 
loucos chamado Colônia 
de Alienados da Ilha do 
Governador. 
A VIDA DE LIMA BARRETO
 Uma das obras importantes foi 
Recordações do Escrivão Isaías 
Caminha onde retrata o 
preconceito racial. Segundo Lima, 
um indivíduo nas condições de 
Isaías Caminha poderia ser 
massacrado pelo preconceito 
embora tivesse condições para 
vencer. Lima foi brutal tanto com o 
personagem quanto o que 
retratava, ele sempre foi sincero e 
retratava a realidade na literatura. 
Assim toda ficção de Lima Barreto 
tem muito da realidade que ele 
registrava após profundas 
observações da vida durante os 
primeiros momentos da República. 
OBRAS DE LIMA BARRETO
 Recordações do escrivão Isaías Caminha (1909) 
 Triste fim de Policarpo Quaresma (1915) 
 Numa e ninfa (1915) 
 Os bruzundangas (1923) 
 Clara dos Anjos (1948) 
 Diário Íntimo (1953) 
OBRAS DE LIMA BARRETO
 Para aumentar a renda, Lima Barreto, escrevia 
textos para jornais cariocas. 
 Infelizmente Lima Barreto era alcoólatra e teve 
vários problemas relacionados à depressão. 
Chegou a ser internado algumas vezes com 
problemas psiquiátricos. 
CURIOSIDADES
MONTEIRO LOBATO
 José Bento Renato Monteiro Lobato 
nasceu em Taubaté, interior de SP, em 
1882. Formado em Direito, atuou como 
promotor público, até se tornar 
fazendeiro após receber herança de 
seu avô. 
Alfabetizado pela mãe, logo despertou 
gosto pela leitura lendo todos os livros 
infantis da biblioteca de seu avô. Desde 
menino já mostrava seu temperamento 
inquieto, escandalizou a sociedade 
quando se recusou fazer a primeira 
comunhão. 
Ingressou na Faculdade de Direito em 
1904, e na festa de formatura fez um 
discurso tão agressivo que vários 
professores, padres e bispos se retiraram 
da sala. 
VIDA DE MONTEIRO LOBATO
VIDA DE MONTEIRO LOBATO 
No dia 12 de novembro de 1912, o jornal O Estado de 
São Paulo, publicou uma carta sua enviada à 
redação, intitulada de “Velha Praga”, destacando a 
ignorância do caboclo, criticando as queimadas e que 
a miséria tornava incapaz o desenvolvimento da 
agricultura na região. Sua carta foi publicada e causou 
grande polêmica. Mais tarde, publica novo artigo 
chamado “Urupês”, onde aparece pela primeira vez o 
personagem “Jeca Tatu.” 
Depois ele mudou para o RJ e começou a publicar 
livros infantis. Em 1921, publica “Narizinho Arrebitado”. 
A obra fez grande sucesso, o que levou o autor a 
prolongar as aventuras da personagem em outros 
livros, girando todos ao redor do “Sítio do Pica-pau 
Amarelo.” 
Monteiro Lobato morreu em 1948, com problemas 
cardíacos; tinha 66 anos.
URUPÊS 
 Principal conto presente no livro, em 
“Urupês” Monteiro Lobato apresenta 
uma de suas maiores personagens: o 
Jeca Tatu. O título vem do apelido que 
essa personagem tem, “urupê” – que é 
uma espécie de fungo parasita. O Jeca 
Tatu é o representante máximo do 
caipira que vive na lei do menor 
esforço, alimentando-se e curando-se 
daquilo que a natureza lhe oferece. 
Sem nenhum tipo de educação e 
alheio a tudo o que acontece pelo 
mundo, o Jeca Tatu representa a 
ignorância do homem do campo. Por 
fim, pode-se dizer que ele é a denúncia 
do descaso do governo com relação 
às pessoas da zona rural uma vez que, 
segundo Monteiro Lobato, “Jeca Tatu 
não é assim, ele está assim”.
Lobato era nacionalista, condenava qualquer 
influência estrangeira. Valorizava a cultura regional e era 
fascinado por histórias, costumes e crenças. Foi também um 
extraordinário contador de histórias e de casos 
interessantes, logo, não é por acaso que se tornou um dos 
primeiros autores de literatura infantil no Brasil. 
Monteiro Lobato por meio das suas obras também 
ajudou a propagar lendas e mitos do Brasil. Além de criar 
personalidades, Lobato foi responsável por popularizar 
personagens do folclore para suas histórias, enriquecendo e 
ressaltando a cultura nacional. 
OBRA FOLCLÓRICA
 O Saci é um negrinho de uma perna só, muito arteiro, e 
que apronta travessuras o tempo todo. Os primeiros 
registros de suas histórias vêm dos negros na região Sul do 
Brasil durante o período colonial. 
 Por conta da sua influência, tornou-se personagem do 
Sítio do Pica-pau Amarelo, em que as crendices e 
superstições de Tia Anastácia, as histórias de Barnabé e 
as maldades da Cuca enriquecem o universo da história. 
Além do Saci, Monteiro Lobato coloca em evidência 
outros personagens do folclore nacional como o 
Lobisomem, a Mula Sem-Cabeça, Boitatá, Iara e o 
Curupira. Vale lembrar a capacidade de Monteiro 
Lobato de misturar a mitologia brasileira com 
personagens da mitologia grega, como a Medusa e 
Netuno, além de Dom Quixote, capitão Gancho e 
personagens dos contos de fada, como a Cinderela e o 
Pequeno-Polegar. 
AS RIQUEZAS DO FOLCLORE 
BRASILEIRO NA OBRA DE MONTEIRO 
LOBATO
 A Menina do Nariz Arrebitado (1921) 
 O Saci (1921) 
 Reinações de Narizinho (1931) 
 As Caçadas de Pedrinho (1933) 
 Emília no País da Gramática (1934) 
 Memórias da Emília (1936) 
 O Poço do Visconde (1937) 
 O Pica-pau Amarelo (1939) 
 A Chave do Tamanho (1942) 
OBRAS INFANTIS
 O Choque das Raças 
 Urupês 
 A Barca de Gleyre 
 Escândalo do Petróleo 
OBRAS
 O livro Caçadas de Pedrinho, está sendo questionado 
pelo movimento negro, por conter “elementos racistas”. 
O livro relata a caçada de uma onça que está rondando 
o sítio. 
Veja o trecho a seguir: “É guerra e das boas, não vai 
escapar ninguém, nem Tia Anastácia, que tem cara 
preta.” 
 Monteiro Lobato, além de escritor, foi fazendeiro de café, 
desenhista, pintor, pesquisador de babaçu, adido 
comercial do Brasil nos Estados Unidos, industrial e editor. 
 Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e 
içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além 
de Biotônico Fontoura. Também tinha mania de 
consertar tudo. “Mas para arrumar uma coisa, sempre 
quebrava outra. 
CURIOSIDADES
 Augusto dos Anjos foi um poeta 
AUGUSTO DOS ANJOS 
brasileiro pré-modernista que viveu de 
1884 a 1914. Sua obra “Eu e Outras 
Poesias”, foi publicada dois anos antes 
de sua morte. 
Suas poesias trazem marcantes 
sentimentos de pessimismo e desânimo, 
além de inclinação para a morte. Com 
relação à estrutura, pode-se dizer que 
suas poesias apresentam rigor na forma 
e rico conteúdo metafórico. 
Morreu ainda jovem (em 1914) devido 
a uma enfermidade pulmonar, 
deixando para trás suas carreiras de 
promotor público (formou-se 
em Direito em 1906) e de professor, 
além de sua única e marcante obra.
 Saudade (poema) (1900) 
 Eu (1912) 
 Eu e Outras Poesias (único livro de poemas) 
(1919) 
 Psicologia de um vencido (soneto) 
 Versos íntimos 
OBRAS DE AUGUSTO DOS 
ANJOS
 Um personagem constante em seus poemas é um pé de 
tamarindo que ainda hoje existe no Engenho Pau d'Arco. 
 Seu amigo Órris Soares contou que Augusto dos Anjos 
costumava compor "de cabeça", enquanto gesticulava 
e pronunciava os versos de forma excêntrica, e só depois 
transcrevia o poema para o papel. 
 De acordo com Eudes Barros, quando morava no Rio de 
Janeiro com a irmã, Augusto dos Anjos costumava 
compor no quintal da casa, em voz alta, o que fazia sua 
irmã pensar que era doido. 
 Embora tenha morrido de pneumonia, tornou-se 
conhecida a história de que Augusto dos Anjos morreu 
de tuberculose, talvez porque esta doença seja bastante 
mencionada em seus poemas. 
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Euclides da cunha, monteiro lobato, augusto dos anjos e lima barreto

  • 1. TRABALHO DE LITERATURA Euclides da Cunha Lima Barreto Monteiro Lobato Augusto dos Anjos
  • 3. A VIDA DE EUCLIDES  Euclides Rodrigues da Cunha nasceu em Cantagalo, no dia 20 de janeiro de 1866 e foi um escritor, sociólogo, repórter jornalístico, historiador, geó grafo, poeta e  engenheiro brasileiro. Euclides foi assassinado em agosto de 1909, devido a questões familiares.
  • 4.  Aos 18 anos Euclides publica seus primeiros artigos, fundando o jornal O Democrata. Em1886, entra para a Escola Militar da Praia Vermelha, mas é expulso por suas ideais republicanas. Aos 30 anos passa a se dedicar à engenharia civil, porém, continua a escrever artigos e em 1897 volta a colaborar com o jornal O Estado de São Paulo como correspondente, cobrindo a quarta expedição da Guerra de Canudos, campanha iniciada em 1893 por Antônio Conselheiro no interior da Bahia. A CARREIRA DE EUCLIDES
  • 5. OBRAS DE EUCLIDES  Em 1902, cinco anos após a Campanha de Canudos, ele publica Os Sertões, considerado um dos melhores livros da literatura moderna brasileira. Em 1903, é eleito para a Academia Brasileira de Letras e toma posse também no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
  • 6.  Na primeira parte, predomina a visão cientificista e naturalista do engenheiro Euclides da Cunha. Muitos leitores consideram A Terra praticamente ilegível. A descrição do meio físico opressor é feita detalhadamente: a vegetação pobre, o chão calcinado, a imobilidade e repetição da paisagem árida. A linguagem, poderosamente retórica, transforma a natureza em elemento dramático.  “Mas, reduzidas todas as funções, a planta, estivando em vida latente, alimenta-se das reservas que armazena nas quadras remansadas e rompe os estios, pronta a transfigurar-se entre os deslumbramentos da primavera.” “OS SERTÕES” – A TERRA
  • 7.  A segunda parte, O Homem, completa a descrição do cenário com a narrativa das origens de Canudos. Ali Euclides estuda a formação do jagunço e, principalmente, a de seu líder carismático, Antonio Conselheiro. Fala de raças (índio, português, negro), e de sub-raças (indicando com o nome "mestiço") e decreta impossível o Brasil possuir uma raça homogênea. Em O Homem o autor caracterizou o sertanejo como "Hércules- Quasímodo", usando antíteses e paradoxos.  “É que, evidentemente, não basta, para o nosso caso, que postos uns diante de outros o negro banto, o indo-guarani e o branco, apliquemos ao conjunto a lei antropológica de Broca. Esta é abstrata e irredutível.” “OS SERTÕES” – O HOMEM
  • 8.  A terceira parte, A Luta, é a mais importante, constituída da narrativa das quatro expedições do Exército enviadas para sufocar a rebelião de Canudos, que reunia "os bandidos do sertão": jagunços (das regiões do Rio São Francisco) e cangaceiros (denominação no Norte e Nordeste). Havia cerca de 20.000 habitantes no arraial, na maioria ex-trabalhadores dos latifúndios da região.  “Tinham a ilusão do último reencontro feliz e fácil: romperam pelos últimos casebres envolventes, caindo de chofre sobre os titãs combalidos, fulminando-os, esmagando-os...” “OS SERTÕES” – A LUTA
  • 9.  Fazendo versos (1888)  O ex-imperador (1890)  Da penumbra (1892)  Os Sertões (1902)  Civilização (1904)  Conflito inevitável (1904)  Numa volta do passado (1908) OBRAS DE EUCLIDES
  • 10.  O jornalista republicano foi expulso da Escola Militar em 1889. Ele atirou seu sabre no chão diante do então ministro da Guerra, Tomás Coelho, irritado com seus companheiros que não respondiam a uma manifestação contra o Império previamente combinada.  Em 1909, Euclides morreu depois de trocar tiros com o amante de sua mulher, o jovem militar Dilermando Cândido de Assis. Euclidinho, seu filho, tentou vingá-lo, mas foi morto pelo mesmo assassino do pai. CURIOSIDADES
  • 12.  Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu em 1881 na cidade do Rio de Janeiro. Enfrentou o preconceito por ser mestiço durante a vida. Ficou órfão de mãe aos sete anos de idade e, algum tempo depois, seu pai foi trabalhar como almoxarife em um asilo de loucos chamado Colônia de Alienados da Ilha do Governador. A VIDA DE LIMA BARRETO
  • 13.  Uma das obras importantes foi Recordações do Escrivão Isaías Caminha onde retrata o preconceito racial. Segundo Lima, um indivíduo nas condições de Isaías Caminha poderia ser massacrado pelo preconceito embora tivesse condições para vencer. Lima foi brutal tanto com o personagem quanto o que retratava, ele sempre foi sincero e retratava a realidade na literatura. Assim toda ficção de Lima Barreto tem muito da realidade que ele registrava após profundas observações da vida durante os primeiros momentos da República. OBRAS DE LIMA BARRETO
  • 14.  Recordações do escrivão Isaías Caminha (1909)  Triste fim de Policarpo Quaresma (1915)  Numa e ninfa (1915)  Os bruzundangas (1923)  Clara dos Anjos (1948)  Diário Íntimo (1953) OBRAS DE LIMA BARRETO
  • 15.  Para aumentar a renda, Lima Barreto, escrevia textos para jornais cariocas.  Infelizmente Lima Barreto era alcoólatra e teve vários problemas relacionados à depressão. Chegou a ser internado algumas vezes com problemas psiquiátricos. CURIOSIDADES
  • 17.  José Bento Renato Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, interior de SP, em 1882. Formado em Direito, atuou como promotor público, até se tornar fazendeiro após receber herança de seu avô. Alfabetizado pela mãe, logo despertou gosto pela leitura lendo todos os livros infantis da biblioteca de seu avô. Desde menino já mostrava seu temperamento inquieto, escandalizou a sociedade quando se recusou fazer a primeira comunhão. Ingressou na Faculdade de Direito em 1904, e na festa de formatura fez um discurso tão agressivo que vários professores, padres e bispos se retiraram da sala. VIDA DE MONTEIRO LOBATO
  • 18. VIDA DE MONTEIRO LOBATO No dia 12 de novembro de 1912, o jornal O Estado de São Paulo, publicou uma carta sua enviada à redação, intitulada de “Velha Praga”, destacando a ignorância do caboclo, criticando as queimadas e que a miséria tornava incapaz o desenvolvimento da agricultura na região. Sua carta foi publicada e causou grande polêmica. Mais tarde, publica novo artigo chamado “Urupês”, onde aparece pela primeira vez o personagem “Jeca Tatu.” Depois ele mudou para o RJ e começou a publicar livros infantis. Em 1921, publica “Narizinho Arrebitado”. A obra fez grande sucesso, o que levou o autor a prolongar as aventuras da personagem em outros livros, girando todos ao redor do “Sítio do Pica-pau Amarelo.” Monteiro Lobato morreu em 1948, com problemas cardíacos; tinha 66 anos.
  • 19. URUPÊS  Principal conto presente no livro, em “Urupês” Monteiro Lobato apresenta uma de suas maiores personagens: o Jeca Tatu. O título vem do apelido que essa personagem tem, “urupê” – que é uma espécie de fungo parasita. O Jeca Tatu é o representante máximo do caipira que vive na lei do menor esforço, alimentando-se e curando-se daquilo que a natureza lhe oferece. Sem nenhum tipo de educação e alheio a tudo o que acontece pelo mundo, o Jeca Tatu representa a ignorância do homem do campo. Por fim, pode-se dizer que ele é a denúncia do descaso do governo com relação às pessoas da zona rural uma vez que, segundo Monteiro Lobato, “Jeca Tatu não é assim, ele está assim”.
  • 20. Lobato era nacionalista, condenava qualquer influência estrangeira. Valorizava a cultura regional e era fascinado por histórias, costumes e crenças. Foi também um extraordinário contador de histórias e de casos interessantes, logo, não é por acaso que se tornou um dos primeiros autores de literatura infantil no Brasil. Monteiro Lobato por meio das suas obras também ajudou a propagar lendas e mitos do Brasil. Além de criar personalidades, Lobato foi responsável por popularizar personagens do folclore para suas histórias, enriquecendo e ressaltando a cultura nacional. OBRA FOLCLÓRICA
  • 21.  O Saci é um negrinho de uma perna só, muito arteiro, e que apronta travessuras o tempo todo. Os primeiros registros de suas histórias vêm dos negros na região Sul do Brasil durante o período colonial.  Por conta da sua influência, tornou-se personagem do Sítio do Pica-pau Amarelo, em que as crendices e superstições de Tia Anastácia, as histórias de Barnabé e as maldades da Cuca enriquecem o universo da história. Além do Saci, Monteiro Lobato coloca em evidência outros personagens do folclore nacional como o Lobisomem, a Mula Sem-Cabeça, Boitatá, Iara e o Curupira. Vale lembrar a capacidade de Monteiro Lobato de misturar a mitologia brasileira com personagens da mitologia grega, como a Medusa e Netuno, além de Dom Quixote, capitão Gancho e personagens dos contos de fada, como a Cinderela e o Pequeno-Polegar. AS RIQUEZAS DO FOLCLORE BRASILEIRO NA OBRA DE MONTEIRO LOBATO
  • 22.  A Menina do Nariz Arrebitado (1921)  O Saci (1921)  Reinações de Narizinho (1931)  As Caçadas de Pedrinho (1933)  Emília no País da Gramática (1934)  Memórias da Emília (1936)  O Poço do Visconde (1937)  O Pica-pau Amarelo (1939)  A Chave do Tamanho (1942) OBRAS INFANTIS
  • 23.  O Choque das Raças  Urupês  A Barca de Gleyre  Escândalo do Petróleo OBRAS
  • 24.  O livro Caçadas de Pedrinho, está sendo questionado pelo movimento negro, por conter “elementos racistas”. O livro relata a caçada de uma onça que está rondando o sítio. Veja o trecho a seguir: “É guerra e das boas, não vai escapar ninguém, nem Tia Anastácia, que tem cara preta.”  Monteiro Lobato, além de escritor, foi fazendeiro de café, desenhista, pintor, pesquisador de babaçu, adido comercial do Brasil nos Estados Unidos, industrial e editor.  Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. Também tinha mania de consertar tudo. “Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra. CURIOSIDADES
  • 25.  Augusto dos Anjos foi um poeta AUGUSTO DOS ANJOS brasileiro pré-modernista que viveu de 1884 a 1914. Sua obra “Eu e Outras Poesias”, foi publicada dois anos antes de sua morte. Suas poesias trazem marcantes sentimentos de pessimismo e desânimo, além de inclinação para a morte. Com relação à estrutura, pode-se dizer que suas poesias apresentam rigor na forma e rico conteúdo metafórico. Morreu ainda jovem (em 1914) devido a uma enfermidade pulmonar, deixando para trás suas carreiras de promotor público (formou-se em Direito em 1906) e de professor, além de sua única e marcante obra.
  • 26.  Saudade (poema) (1900)  Eu (1912)  Eu e Outras Poesias (único livro de poemas) (1919)  Psicologia de um vencido (soneto)  Versos íntimos OBRAS DE AUGUSTO DOS ANJOS
  • 27.  Um personagem constante em seus poemas é um pé de tamarindo que ainda hoje existe no Engenho Pau d'Arco.  Seu amigo Órris Soares contou que Augusto dos Anjos costumava compor "de cabeça", enquanto gesticulava e pronunciava os versos de forma excêntrica, e só depois transcrevia o poema para o papel.  De acordo com Eudes Barros, quando morava no Rio de Janeiro com a irmã, Augusto dos Anjos costumava compor no quintal da casa, em voz alta, o que fazia sua irmã pensar que era doido.  Embora tenha morrido de pneumonia, tornou-se conhecida a história de que Augusto dos Anjos morreu de tuberculose, talvez porque esta doença seja bastante mencionada em seus poemas. CURIOSIDADES
  • 28. FIM