O estudo identificou o perfil de usuárias de benzodiazepínicos na atenção primária, revelando que 13,14% das mulheres entrevistadas usavam esses medicamentos, principalmente para insônia, e destacando características como idade avançada (50 a 69 anos), menor escolaridade e relacionamento estável. A maioria do uso foi prolongada e inadequada, resultando em altas taxas de tentativas de interrupção sem sucesso. O principal prescritor foi o clínico geral, e os dados sugerem uma prescrição inadequada em relação às recomendações atualizadas.