TUNDRA
CARACTERÍSTICAS Tunturia (Finlândia) – planície sem árvores Clima: invernos muito longos, dia muito curtos, temperatura não passa de –6º (média –28º e –34º); precipitação 150 e 250mm ano Vegetação: líquens (associação de fungos e algas), musgos, ervas e arbustos baixos – por quê? Solo: congelado (permafrost), pouca drenagem, poucos nutrientes Tundra Alpina: topo das altas montanhas, muito frio e ventos. - solo apresenta uma boa drenagem e não apresenta permafrost  - animais: cabras da montanha, alces, marmotas (pequeno roedor), insetos (gafanhotos, borboletas, escaravelhos).
 
Raposa Ártica Lobo
caribu Boi almiscarado
Lemingue Lebre ártica Caribu Arminho
 
Notícias Segunda-Feira, 05 de junho de 2006  JC e-mail 2612, de 23 de Setembro de 2004.    Ártico é bomba-relógio, afirma pesquisa.  Estudo sugere que efeito estufa deve causar emissão de carbono estocado no solo da tundra, agravando o problema (Fernanda Calgaro escreve para a “Folha de SP”) Uma pesquisa conduzida ao longo de mais de 20 anos e que acaba de ser concluída revelou que a tundra, ecossistema de vegetação rasteira do Ártico, deve virar mais uma fonte de carbono para a atmosfera no futuro devido ao aquecimento global. Estima-se que o carbono armazenado no solo da tundra represente um terço do estoque global e seja equivalente a dois terços da quantidade existente na atmosfera. Uma liberação repentina desse estoque agravaria ainda mais o desastre mundial previsto pelos cientistas com o efeito estufa, fazendo a temperatura média do planeta em 2100 subir além dos mais de 2C estimados. O estudo consistiu na fertilização do solo com nitrogênio e fósforo, elementos importantes para o desenvolvimento da vegetação, numa estação de pesquisas no Estado americano do Alasca. Na experiência, desenvolvida para simular o aumento na quantidade de nutrientes disponível no solo que ocorre com a elevação de temperatura, as plantas cresceram melhor e armazenaram mais carbono -algo que os pesquisadores já previam-, mas quantidade significativa do carbono do solo foi perdida para a atmosfera. O experimento, publicado hoje na revista científica britânica "Nature" (http://www.nature.com), foi conduzido pela equipe da pesquisadora Michelle Mack, da Universidade da Flórida, nos EUA. A fertilização foi a maneira encontrada para reproduzir o que aconteceria com o aquecimento da atmosfera, já que não seria possível elevar a temperatura de fato na área do experimento. O solo cheio de nutrientes fez com que as plantas da tundra se desenvolvessem mais, "seqüestrando" assim mais dióxido de carbono da atmosfera para fazer a fotossíntese e fixando o carbono nas raízes e nas folhas.
No entanto, a mesma fertilização também aumentou a atividade das bactérias do chão, que passaram a decompor matéria orgânica em ritmo acelerado. O que se observou foi uma perda significativa do carbono do solo para a atmosfera -2 kg por metro quadrado ao longo de 20 anos. A perda de carbono e nitrogênio de camadas mais profundas do solo para a atmosfera foi substancial e superou a fixação daquele elemento pelas plantas. Até agora, achava-se que a tundra fosse uma solução para o problema. A expectativa dos pesquisadores era que maiores concentrações de gás carbônico e maiores temperaturas fossem estimular as plantas do Ártico, transformando toda a região num "ralo" para o carbono em excesso lançado na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis. "Essa pesquisa é extremamente importante, pois mostra que às vezes o senso comum não funciona quando lidamos com complexos ecossistemas terrestres", afirma o físico Paulo Artaxo, da Universidade de SP. O mecanismo da perda de carbono do solo ainda não é claro. Uma das hipóteses é que tenha havido um aumento da taxa de decomposição de material orgânico pela ação acelerada das bactérias do solo, mais eficazes quando há mais nutrientes, como o nitrogênio. "O próximo passo será entender o porquê de o nitrogênio ter um efeito tão forte sobre essas bactérias", afirmou Mack. (Folha de SP, 23/9)
Floresta Boreal
Características América do Norte, na Europa e na Ásia  inverno rigoroso, porém de menor duração que da tundra, porque recebe mais luz e calor que as regiões polares. As chuvas são escassas (menos de 30 cm/ano), mas bem distribuídas ao longo do ano O solo se degela totalmente e a vegetação é constituída predominantemente por árvores sempre verdes, que não perdem as folhas mesmo durante o inverno.  As folhas possuem formato de agulhas, com cutícula grossa e resistente ao frio. O tronco é recoberto por casca espessa e suberosa, garantindo isolamento contra o frio.  As árvores características são coníferas, como pinheiros e abetos. Também estão presentes plantas arbustivas e herbáceas, além de musgos e líquens.  diversidade vegetal é baixa. Essas florestas de coníferas contêm cerca de um quarto da biomassa florestal da Terra e talvez metade do carbono incorporado às florestas.
 
 
Alce Raposa Arminho Marta
Coelho Bravo Lebre
FLORESTA TEMPERADA
Características Zonas temperadas com invernos frios e verões mais longos (entre os pólos e os trópicos) Estações bem definidas Índices pluviométricos atingem médias entre 75 a 100 centímetros por ano Solo rico em nutrientes Maioria das árvores caducifólias (tons vermelhos e amarelos no outono). A cobertura vegetal pode apresentar até quatro estratos, desde grandes árvores até plantas rasteiras.
 
 
PRADARIAS E ESTEPES
Características Pradarias .  clima onde a evapotranspiração é similar à quantidade de chuva.  . Os solos são geralmente secos, há pouca drenagem, e a água disponível é insuficiente para sustentar o bioma florestal.  . O ecossistema de uma pradaria deve suas características, em parte, aos incêndios periódicos. . vegetação herbácea, relativamente alta, contínua, muito densa, formando grandes extensões.  . fauna constituída por grandes herbívoros (bisontes, cavalos selvagens, veados, gazelas), carnívoros (lobos, raposas, cães-de-pradaria, coiotes, linces), pequenos mamíferos (ratos, doninhas, marmotas), aves, répteis, muitos gafanhotos e mosquitos.
 
 
Características Estepes Cobre regiões na Ásia Central, oeste dos Estados Unidos e Argentina.  Campos formados por gramíneas. Clima menos úmido que as pradarias e mais úmido que os desertos. Temperaturas baixas. roedores, antílope da estepe, o furão e a raposa Tartária, o grou, a águia e o gavião.
 
SAVANAS
Características  O clima é tropical e com maior índice pluviométrico (100 a 150 cm/ano) do que os campos temperados; porém com um inverno (maio a agosto) muito mais seco. formação vegetal herbácea (ervas) alta, "salpicada" de algumas árvores (com troncos muito duros e revestidos de casca espessa, folha caduca) e arbustos (quase sempre espinhosos). raízes profundas e ramificadas, para poderem captar o máximo de água (que lhe permite sobreviver na estação seca).  As árvores mais típicas da savana são a acácia  e o baobá.  Fauna: grandes herbívoros (búfalos, elefantes, zebras, impalas, antílopes, girafas, cangurus (nas savanas australianas). Carnívoros (leões, leopardos, panteras, tigres, chitas), répteis (lagartos, cobras, serpentes), aves (águias, abutres, falcões...) e muitos insetos (principalmente gafanhotos e mosquitos)  A utilização dos campos - por terem geralmente relevo plano - para fins agrícolas têm destruído a vegetação natural de imensas áreas. A introdução do gado, para fins pecuários, supõe um forte impacto ambiental, pois leva à substituição da fauna original.
 
 
Desertos
 
Características podem ser encontrados em áreas de clima equatorial, tropical ou temperado  solo arenoso, muito lixiviado e salino  circulação atmosférica, que traz massas de ar quente e seco.  clima em geral é quente - pode ser frio como nas montanhas do Tibet (Ásia) - e com poucas chuvas (menos de 25 cm/ano) e muita energia radiante incidente  A oscilação diária de temperatura é muito grande, de até 30º entre a manhã e a noite.  Plantas xerófitas - cactos, acácias, arbustos espinhentos, musgos e líquenes. A fauna é pobre e com animais de pequeno porte. Predominam os roedores cavadores de tocas (rato-canguru, hamster). Há, ainda, pássaros corredores, répteis (principalmente lagartos), vários insetos e escorpiões que são seus predadores.  Sofrem menos a ação humana, mas é o ponto final da degradação de biomas naturais.
 
Floresta Tropical
 
Características Elevadas temperaturas, grande umidade, precipitação pluviométrica abundante As chuvas são abundantes (podendo ultrapassar 300 cm/ano), praticamente diárias, e distribuídas o ano inteiro.  Vegetação densa, com vários estratos  Grande diversidade vegetal e animal Por se encontrar em países que estão iniciando um processo de desenvolvimento e com as populações humanas em grande crescimento, as florestas tropicais começaram a sofrer, na segunda metade do século XX, um severo processo de degeneração e desmatamento    acelera a erosão e a lixiviação do solo, tornando-o inapto à agricultura em poucos anos e incapaz de reconstituir e suportar a vegetação original.
 
 
Floresta Mediterrânea, o maquis e o garrigue
Características Vegetação sempre verde, árvores mais ou menos espaçadas, com desenvolvimento de estrato arbustivo mais ou menos denso.  Sofre períodos de seca Espécies: o sobreiro, a azinheira, a oliveira-brava, pinheiros (pinheiro-manso e pinheiro-de-alepo), o cedro e o cipreste.  veados, os coelhos, as lebres, os lobos, as raposas, os javalis e pequenos roedores; corvos, tentilhões, águias, corujas e falcões, e entre os répteis destacam-se os lagartos, as cobras e as víboras.  Fogo, pastoreio, agricultura e retirada de madeira    destruição do ecossistema e extermínio de animais. Formações secundárias: maquis e garrigues
sobreiro oliveira cedro cipreste
Maquis Chaparral    arbustos, densa e fechada, difícil penetração. medronheiro, o loureiro, a urze, a giesta espinhosa, a piteira e alguns cactos.
loureiro urze giesta piteira
Garrigue Vegetação mais aberta, com arbustos dispersos. Desenvolve-se em solos calcáreos. buxo, o carrasco, o alecrim, o rosmaninho, a alfazema e o timo.
buxo alecrim rosmaninho alfazema timo

Biomas terrestres

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    CARACTERÍSTICAS Tunturia (Finlândia)– planície sem árvores Clima: invernos muito longos, dia muito curtos, temperatura não passa de –6º (média –28º e –34º); precipitação 150 e 250mm ano Vegetação: líquens (associação de fungos e algas), musgos, ervas e arbustos baixos – por quê? Solo: congelado (permafrost), pouca drenagem, poucos nutrientes Tundra Alpina: topo das altas montanhas, muito frio e ventos. - solo apresenta uma boa drenagem e não apresenta permafrost - animais: cabras da montanha, alces, marmotas (pequeno roedor), insetos (gafanhotos, borboletas, escaravelhos).
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    Lemingue Lebre árticaCaribu Arminho
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    Notícias Segunda-Feira, 05de junho de 2006  JC e-mail 2612, de 23 de Setembro de 2004.   Ártico é bomba-relógio, afirma pesquisa.  Estudo sugere que efeito estufa deve causar emissão de carbono estocado no solo da tundra, agravando o problema (Fernanda Calgaro escreve para a “Folha de SP”) Uma pesquisa conduzida ao longo de mais de 20 anos e que acaba de ser concluída revelou que a tundra, ecossistema de vegetação rasteira do Ártico, deve virar mais uma fonte de carbono para a atmosfera no futuro devido ao aquecimento global. Estima-se que o carbono armazenado no solo da tundra represente um terço do estoque global e seja equivalente a dois terços da quantidade existente na atmosfera. Uma liberação repentina desse estoque agravaria ainda mais o desastre mundial previsto pelos cientistas com o efeito estufa, fazendo a temperatura média do planeta em 2100 subir além dos mais de 2C estimados. O estudo consistiu na fertilização do solo com nitrogênio e fósforo, elementos importantes para o desenvolvimento da vegetação, numa estação de pesquisas no Estado americano do Alasca. Na experiência, desenvolvida para simular o aumento na quantidade de nutrientes disponível no solo que ocorre com a elevação de temperatura, as plantas cresceram melhor e armazenaram mais carbono -algo que os pesquisadores já previam-, mas quantidade significativa do carbono do solo foi perdida para a atmosfera. O experimento, publicado hoje na revista científica britânica "Nature" (http://www.nature.com), foi conduzido pela equipe da pesquisadora Michelle Mack, da Universidade da Flórida, nos EUA. A fertilização foi a maneira encontrada para reproduzir o que aconteceria com o aquecimento da atmosfera, já que não seria possível elevar a temperatura de fato na área do experimento. O solo cheio de nutrientes fez com que as plantas da tundra se desenvolvessem mais, "seqüestrando" assim mais dióxido de carbono da atmosfera para fazer a fotossíntese e fixando o carbono nas raízes e nas folhas.
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    No entanto, amesma fertilização também aumentou a atividade das bactérias do chão, que passaram a decompor matéria orgânica em ritmo acelerado. O que se observou foi uma perda significativa do carbono do solo para a atmosfera -2 kg por metro quadrado ao longo de 20 anos. A perda de carbono e nitrogênio de camadas mais profundas do solo para a atmosfera foi substancial e superou a fixação daquele elemento pelas plantas. Até agora, achava-se que a tundra fosse uma solução para o problema. A expectativa dos pesquisadores era que maiores concentrações de gás carbônico e maiores temperaturas fossem estimular as plantas do Ártico, transformando toda a região num "ralo" para o carbono em excesso lançado na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis. "Essa pesquisa é extremamente importante, pois mostra que às vezes o senso comum não funciona quando lidamos com complexos ecossistemas terrestres", afirma o físico Paulo Artaxo, da Universidade de SP. O mecanismo da perda de carbono do solo ainda não é claro. Uma das hipóteses é que tenha havido um aumento da taxa de decomposição de material orgânico pela ação acelerada das bactérias do solo, mais eficazes quando há mais nutrientes, como o nitrogênio. "O próximo passo será entender o porquê de o nitrogênio ter um efeito tão forte sobre essas bactérias", afirmou Mack. (Folha de SP, 23/9)
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    Características América doNorte, na Europa e na Ásia inverno rigoroso, porém de menor duração que da tundra, porque recebe mais luz e calor que as regiões polares. As chuvas são escassas (menos de 30 cm/ano), mas bem distribuídas ao longo do ano O solo se degela totalmente e a vegetação é constituída predominantemente por árvores sempre verdes, que não perdem as folhas mesmo durante o inverno. As folhas possuem formato de agulhas, com cutícula grossa e resistente ao frio. O tronco é recoberto por casca espessa e suberosa, garantindo isolamento contra o frio. As árvores características são coníferas, como pinheiros e abetos. Também estão presentes plantas arbustivas e herbáceas, além de musgos e líquens. diversidade vegetal é baixa. Essas florestas de coníferas contêm cerca de um quarto da biomassa florestal da Terra e talvez metade do carbono incorporado às florestas.
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    Características Pradarias . clima onde a evapotranspiração é similar à quantidade de chuva. . Os solos são geralmente secos, há pouca drenagem, e a água disponível é insuficiente para sustentar o bioma florestal. . O ecossistema de uma pradaria deve suas características, em parte, aos incêndios periódicos. . vegetação herbácea, relativamente alta, contínua, muito densa, formando grandes extensões. . fauna constituída por grandes herbívoros (bisontes, cavalos selvagens, veados, gazelas), carnívoros (lobos, raposas, cães-de-pradaria, coiotes, linces), pequenos mamíferos (ratos, doninhas, marmotas), aves, répteis, muitos gafanhotos e mosquitos.
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    Características Estepes Cobreregiões na Ásia Central, oeste dos Estados Unidos e Argentina. Campos formados por gramíneas. Clima menos úmido que as pradarias e mais úmido que os desertos. Temperaturas baixas. roedores, antílope da estepe, o furão e a raposa Tartária, o grou, a águia e o gavião.
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    Características Oclima é tropical e com maior índice pluviométrico (100 a 150 cm/ano) do que os campos temperados; porém com um inverno (maio a agosto) muito mais seco. formação vegetal herbácea (ervas) alta, "salpicada" de algumas árvores (com troncos muito duros e revestidos de casca espessa, folha caduca) e arbustos (quase sempre espinhosos). raízes profundas e ramificadas, para poderem captar o máximo de água (que lhe permite sobreviver na estação seca). As árvores mais típicas da savana são a acácia  e o baobá. Fauna: grandes herbívoros (búfalos, elefantes, zebras, impalas, antílopes, girafas, cangurus (nas savanas australianas). Carnívoros (leões, leopardos, panteras, tigres, chitas), répteis (lagartos, cobras, serpentes), aves (águias, abutres, falcões...) e muitos insetos (principalmente gafanhotos e mosquitos) A utilização dos campos - por terem geralmente relevo plano - para fins agrícolas têm destruído a vegetação natural de imensas áreas. A introdução do gado, para fins pecuários, supõe um forte impacto ambiental, pois leva à substituição da fauna original.
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    Características Elevadas temperaturas,grande umidade, precipitação pluviométrica abundante As chuvas são abundantes (podendo ultrapassar 300 cm/ano), praticamente diárias, e distribuídas o ano inteiro. Vegetação densa, com vários estratos Grande diversidade vegetal e animal Por se encontrar em países que estão iniciando um processo de desenvolvimento e com as populações humanas em grande crescimento, as florestas tropicais começaram a sofrer, na segunda metade do século XX, um severo processo de degeneração e desmatamento  acelera a erosão e a lixiviação do solo, tornando-o inapto à agricultura em poucos anos e incapaz de reconstituir e suportar a vegetação original.
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    Características Vegetação sempreverde, árvores mais ou menos espaçadas, com desenvolvimento de estrato arbustivo mais ou menos denso. Sofre períodos de seca Espécies: o sobreiro, a azinheira, a oliveira-brava, pinheiros (pinheiro-manso e pinheiro-de-alepo), o cedro e o cipreste. veados, os coelhos, as lebres, os lobos, as raposas, os javalis e pequenos roedores; corvos, tentilhões, águias, corujas e falcões, e entre os répteis destacam-se os lagartos, as cobras e as víboras. Fogo, pastoreio, agricultura e retirada de madeira  destruição do ecossistema e extermínio de animais. Formações secundárias: maquis e garrigues
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    Garrigue Vegetação maisaberta, com arbustos dispersos. Desenvolve-se em solos calcáreos. buxo, o carrasco, o alecrim, o rosmaninho, a alfazema e o timo.
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