 Alunos : Alexandre Batista;
Ana Alice Santos;
Iasmin de Jesus Gois;
Johnata de Matos Moreira.
 Turma: 4º IAL-V
 Profª: Aline Alves
2
INTRODUÇÃO
 Ao longo dos séculos, várias hipóteses foram
formuladas por filósofos e cientistas na tentativa de
explicar como teria surgido a vida em nosso planeta.
 René Descartes, Aristóteles, Newton, Redi, Pasteur,
entre outros, foram alguns dos filósofos que tentaram
desvendar este grande enigma. Inicialmente, foi
proposta a Teoria da Geração Espontânea
(Abiogênese), derrubada décadas depois pela Teoria
da Biogênese.
3
4
ABIOGÊNESE
 Até o século XIX, acreditava-se que os seres poderiam
surgir a partir da matéria bruta ou inanimada, de forma
espontânea. Essa ideia proposta há mais de 2000 anos
por Aristóteles, era conhecida por Geração Espontânea
ou Abiogênese.
Geração Espontânea de organismos pequenos a partir da matéria
bruta.
5
ÂBIOGÊNESE
 Os defensores dessa hipótese supunham que
determinados materiais inanimados conteriam um
“princípio ativo”, isto é, uma “força” capaz de
comandar uma série de reações que culminariam
com a súbita transformação desse material em
seres vivos.
Experimento de Needham (1713-1781)
6
7
BIOGÊNESE
 Em meados do séc. XVII, o biólogo italiano Francesco
Redi elaborou experiências que, na época, abalaram
profundamente a ideia da Geração Espontânea.
 A Teoria da Biogênese dizia que qualquer forma de vida
só podia provir de outra pré-existente, tendo esta sido
aceita e defendida por nomes ilustres, como Lazzaro
Spallanzani, e mantido a sua grande aceitação até
meados do séc. XIX. Só em 1862, quando o químico
Francês Louis Pasteur realizou experiências que
provaram a não existência de Geração Espontânea é
que a Teoria da Abiogênese foi ultrapassada a favor da
Teoria da Biogênese defendida por Redi.
8
BIOGÊNESE
 Experimento de Francesco Redi- Defensor da
Biogênese
9
EXPERIMENTO DE LOUIS PASTEUR - 1862
10
REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO:
 Paulino, Wilson Roberto. Biologia, Volume 1: citologia/
histologia/ Wilson Roberto Paulino. 1º ed. São Paulo. Ática,
2005.
 http://www.infoescola.com/evolucao/abiogenese-biogenese/.
Acesso em: Junho de 2013.
 http://www.reocities.com/TimesSquare/fortress/7845/biog.html .
Acesso em: Junho de 2013.
11
12
13
 OS CINCOS SENSOS
 O termo 5´S origina-se de palavras que em japonês
começam com a letra S.
SEIRI - senso de utilização ou de descarte
SEITON - senso de ordenação ou de arrumação
SEISO - senso de conservação ou de limpeza
SEIKETSU – senso da saúde
SHITSUKE - senso de autodisciplina
SEIRI - SENSO DE UTILIZAÇÃO OU DE DESCARTE
 Tenha só o necessário, na
quantidade certa.
 Cada pessoa deve saber
diferenciar o útil, do inútil.
 Só o que tem utilidade certa
deve estar disponível.
 Eliminando-se o que não é
útil, você pode se concentrar
apenas no que é útil. 14
O que a gente
não precisa, só
atrapalha.
SEITON - SENSO DE ORDENAÇÃO OU DE ARRUMAÇÃO
"Um lugar para cada coisa.
Cada coisa em seu lugar"
Cada coisa tem seu único e
exclusivo lugar. Cada coisa
após o uso, deve estar em seu
lugar. Tudo deve estar sempre
disponível e próximo do local
de uso.
15
SEISO - SENSO DE CONSERVAÇÃO OU DE LIMPEZA
Cada pessoa deve saber a importância
de estar em um ambiente limpo.
Cada pessoa na empresa deve, antes e
depois de qualquer trabalho
realizado, retirar o lixo resultante e
dar-lhe o fim que previamente
acordado.
Um ambiente limpo lembra
qualidade e segurança.
16
SEIKETSU – SENSO DA SAÚDE
Praticar o Senso de Saúde
é estar atento ao bem-estar
próprio e coletivo, com a
preocupação em manter um
bom clima organizacional e
zelo pela qualidade das
relações de trabalho.
Importante fator de
adoecimento quando não
tomamos cuidado
17
SHITSUKE - SENSO DE AUTODISCIPLINA
"Ordem, rotina em constate
aperfeiçoamento"
É a rotinizacão da melhoria
alcançada, a obediência à
rotina, a busca constante
da melhoria, a educação
do ser humano.
18
REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO:
 AMBROZEWICZ, Paulo Henrique Laport.
Qualidade na Prática : Conceitos e Feramentas.
Curitiba: SENAI- PR, 2003.82 p.
19

Biogenese e abiogenese

  • 2.
     Alunos :Alexandre Batista; Ana Alice Santos; Iasmin de Jesus Gois; Johnata de Matos Moreira.  Turma: 4º IAL-V  Profª: Aline Alves 2
  • 3.
    INTRODUÇÃO  Ao longodos séculos, várias hipóteses foram formuladas por filósofos e cientistas na tentativa de explicar como teria surgido a vida em nosso planeta.  René Descartes, Aristóteles, Newton, Redi, Pasteur, entre outros, foram alguns dos filósofos que tentaram desvendar este grande enigma. Inicialmente, foi proposta a Teoria da Geração Espontânea (Abiogênese), derrubada décadas depois pela Teoria da Biogênese. 3
  • 4.
  • 5.
    ABIOGÊNESE  Até oséculo XIX, acreditava-se que os seres poderiam surgir a partir da matéria bruta ou inanimada, de forma espontânea. Essa ideia proposta há mais de 2000 anos por Aristóteles, era conhecida por Geração Espontânea ou Abiogênese. Geração Espontânea de organismos pequenos a partir da matéria bruta. 5
  • 6.
    ÂBIOGÊNESE  Os defensoresdessa hipótese supunham que determinados materiais inanimados conteriam um “princípio ativo”, isto é, uma “força” capaz de comandar uma série de reações que culminariam com a súbita transformação desse material em seres vivos. Experimento de Needham (1713-1781) 6
  • 7.
  • 8.
    BIOGÊNESE  Em meadosdo séc. XVII, o biólogo italiano Francesco Redi elaborou experiências que, na época, abalaram profundamente a ideia da Geração Espontânea.  A Teoria da Biogênese dizia que qualquer forma de vida só podia provir de outra pré-existente, tendo esta sido aceita e defendida por nomes ilustres, como Lazzaro Spallanzani, e mantido a sua grande aceitação até meados do séc. XIX. Só em 1862, quando o químico Francês Louis Pasteur realizou experiências que provaram a não existência de Geração Espontânea é que a Teoria da Abiogênese foi ultrapassada a favor da Teoria da Biogênese defendida por Redi. 8
  • 9.
    BIOGÊNESE  Experimento deFrancesco Redi- Defensor da Biogênese 9
  • 10.
    EXPERIMENTO DE LOUISPASTEUR - 1862 10
  • 11.
    REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO:  Paulino,Wilson Roberto. Biologia, Volume 1: citologia/ histologia/ Wilson Roberto Paulino. 1º ed. São Paulo. Ática, 2005.  http://www.infoescola.com/evolucao/abiogenese-biogenese/. Acesso em: Junho de 2013.  http://www.reocities.com/TimesSquare/fortress/7845/biog.html . Acesso em: Junho de 2013. 11
  • 12.
  • 13.
    13  OS CINCOSSENSOS  O termo 5´S origina-se de palavras que em japonês começam com a letra S. SEIRI - senso de utilização ou de descarte SEITON - senso de ordenação ou de arrumação SEISO - senso de conservação ou de limpeza SEIKETSU – senso da saúde SHITSUKE - senso de autodisciplina
  • 14.
    SEIRI - SENSODE UTILIZAÇÃO OU DE DESCARTE  Tenha só o necessário, na quantidade certa.  Cada pessoa deve saber diferenciar o útil, do inútil.  Só o que tem utilidade certa deve estar disponível.  Eliminando-se o que não é útil, você pode se concentrar apenas no que é útil. 14 O que a gente não precisa, só atrapalha.
  • 15.
    SEITON - SENSODE ORDENAÇÃO OU DE ARRUMAÇÃO "Um lugar para cada coisa. Cada coisa em seu lugar" Cada coisa tem seu único e exclusivo lugar. Cada coisa após o uso, deve estar em seu lugar. Tudo deve estar sempre disponível e próximo do local de uso. 15
  • 16.
    SEISO - SENSODE CONSERVAÇÃO OU DE LIMPEZA Cada pessoa deve saber a importância de estar em um ambiente limpo. Cada pessoa na empresa deve, antes e depois de qualquer trabalho realizado, retirar o lixo resultante e dar-lhe o fim que previamente acordado. Um ambiente limpo lembra qualidade e segurança. 16
  • 17.
    SEIKETSU – SENSODA SAÚDE Praticar o Senso de Saúde é estar atento ao bem-estar próprio e coletivo, com a preocupação em manter um bom clima organizacional e zelo pela qualidade das relações de trabalho. Importante fator de adoecimento quando não tomamos cuidado 17
  • 18.
    SHITSUKE - SENSODE AUTODISCIPLINA "Ordem, rotina em constate aperfeiçoamento" É a rotinizacão da melhoria alcançada, a obediência à rotina, a busca constante da melhoria, a educação do ser humano. 18
  • 19.
    REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO:  AMBROZEWICZ,Paulo Henrique Laport. Qualidade na Prática : Conceitos e Feramentas. Curitiba: SENAI- PR, 2003.82 p. 19