Alguns Paradigmas das
Bibliotecas do Ensino Superior
Carlos Lopes
Grupo de Trabalho das Bibliotecas do Ensino Superior da BAD/ ISPA
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Quem somos?
Grupo de trabalho das bibliotecas do ensino
superior da BAD
• Histórico:
– Herdeiro da Comissão das Bibliotecas Universitárias
(dependentes do CRUP)
– 1998 – Grupo de Trabalho das Bibliotecas do Ensino
Superior, alarga a sua esfera de acção, englobando o ensino superior
universitário e politécnico, público, privado e cooperativo
• Mandatos do Grupo:
– lº - 1998-2001 2º - 2002-2004 3º - 2004-2006
• Lema do Grupo: A qualidade dos nossos serviços passa
pela excelência das relações de trabalho.
1
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Grupo de trabalho das bibliotecas do ensino
superior da BAD
Comissão Permanente: >2004-2005
Carlos Lopes (Coord.) Instituto Superior Psicologia Aplicada (ISPA)
Alfredo Ramalho – Universidade Católica
Maria Eduarda Rodrigues - Inst. Politécnico Castelo Branco
Maria João Barradas - Universidade do Algarve
Luiza Mello – Faculdade de Ciências, Universidade do Porto
2
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Grupo de trabalho das bibliotecas do ensino
superior da BAD
Comissão Permanente: >2005-2006
Carlos Lopes (Coord.) – Instituto Superior Psicologia Aplicada (ISPA)
Alfredo Ramalho Universidade Católica
Maria Eduarda Rodrigues - Inst. Politécnico Castelo Branco
Maria João Barradas - Universidade do Algarve
Luiza Mello – Faculdade de Ciências, Universidade do Porto
3
Aveiro, 3 de Junho de 2005
OBJECTIVOS
• Conhecermo-nos: saber quem somos e quantos somos
• Conhecer e reflectir sobre as questões mais importantes na esfera
das bibliotecas do ensino superior
• Fomentar o debate entre os profissionais da informação
• Contribuir para um maior intercâmbio entre os profissionais das
bibliotecas do ensino superior
• Promover a intervenção político-social na área do Grupo
• Incentivar a formação contínua
4
Aveiro, 3 de Junho de 2005
LINHAS DE ACÇÃO
• Promover Inquéritos às Bibliotecas do ensino superior
• Actualizar o Directório das Bibliotecas do ensino superior
• Programar e executar acções de formação
• Desenvolver a cooperação com os diversos Grupos de Trabalho
• Colaborar nas iniciativas editoriais da BAD
• Divulgar as actividades do Grupo
5
FORMAÇÃO BAD
Conferência
Os profissionais da informação no contexto
europeu: perfis, formação e mobilidade
29 e 30 de Setembro de 2005
FORMAÇÂO BAD
Aveiro, 3 de Junho de 2005
A biblioteca constitui um serviço chave de apoio às
duas funções que caracterizam a razão de ser das
instituições universitárias: a investigação (i.e., a
criação de conhecimento) e o ensino (i.e,
comunicação do conhecimento). A nossa tarefa como
profissionais da informação é que os nossos utilizadores
transformem com os nossos
produtos e serviços a informação em
conhecimento. Objectivo “cimentar” destas duas
funções que é a dimensão cultural, crucial na
“construção” da cidadania académica.
6
Bibliotecas do ensino superior
Aveiro, 3 de Junho de 2005
OO grande conceito do nosso tempo e que nos diferencia do passado é a
velocidade. Há uma regra muito simples : a velocidade de
aprendizagem deve ser igual ou superior à velocidade de
mudança.Se o ambiente está a mudar mais rapidamente, a
velocidade de aprendizagem tem de melhorar (Garvin, 2005).
A nossa participação tem como objectivo,
assinalar que a declaração de Bolonha inspira novos
compromissos, por parte dos profissionais da informação ligados
ao ensino superior, e motiva novas lógicas de actuação.
7
Novos conceitos: mudança vs. velocidade
O maior problema que enfrentamos é que o
mundo que temos nas nossas cabeças, já
não é o que temos debaixo dos pés.
"Profissionais da informação, uma mais valia"
Aveiro, 3 de Junho de 2005 Carlos Lopes
(GTBES BAD)
Painel – Uma profissão vários contextos
Paradigmas das Bibliotecas
do Ensino Superior
Carlos Lopes
Seminário “Profissionais da informação, uma mais-valia”
Comemoração dos 10 anos do Edifício da Biblioteca
da Universidade de Aveiro e dos 20 anos da INCITE
Aveiro, 3 de Junho de 2005 [11h50]
8
Aveiro, 3 de Junho de 2005
1. Bolonha e o ensino superior
Declaração de BOLONHA (1999):
• A adopção de um novo sistema de créditos
(ECTS – Sistema Europeu de transferências de
Créditos de Curso) não só avalia o volume global
do trabalho realizado pelo aluno nos seus estudos,
como também o tempo de aulas (e.g., horas: de
projecto, estudo em casa, trabalhos de campo, ...).
Comunicado de Praga (2001):
• Aprendizagem ao longo da vida
• Desenvolvimento de sistemas de garantia da
qualidade e mecanismos de acreditação e
certificação.
9
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Docência centrada no processo de ensino
(professor)
[memorização]
Docência centrada no processo de aprendizagem
(aluno)
[modelo de ensino baseado na aquisição de novas COMPETÊNCIAS:
instrumentais, interpessoais e sistémicas]
e NOVAS METODOLOGIAS : aprendizagem activa, cooperativa, participativa e
distribuída (e-learning), alguns exemplos : aprendizagem a partir de problemas
(no problem based learning) e aprendizagem liderada por projectos
(no project led learning)...
1. Novo Paradigma Educativo – novos modelos
no Processo de Ensino-Aprendizagem
10
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Consequências Actores
Mudança de perspectiva na educação:
“processo ensino/aprendizagem”
FINALIDADE
Assegurar a compatibilidade europeia de
objectivos e de qualidade dos graus e
qualificações no Ensino Superior com vista
a fomentar:
-A mobilidade docente e discente;
-Empregabilidade dos seus diplomados;
-Competitividade na formação e
investigação.
Nivel nacional
Ministério da Ciência Tecnologia e
Ensino Superior
CRUP
CCISP
....
Universidades , Politécnicos &
Instituições de Ensino Superior
Privado e Cooperativo
Reitoria, Faculdades e Escolas,…
Professores, Gestores administrativos,
Estudantes, Técnicos,
BIBLIOTECAS… 11
1. Bolonha e o ensino superior
Aveiro, 3 de Junho de 2005
UNIVERSIDADES
Professores Alunos
PROCESSO DE ADAPTAÇÃO NO
ESPAÇO EUROPEU DO ENSINO SUPERIOR
(EEES)
12
1. Bolonha e o ensino superior
2006-07
Aveiro, 3 de Junho de 2005
EM QUE MEDIDA ESTÃO IMPLICADAS AS
BIBLIOTECAS DO ENSINO SUPERIOR NA
CONSTRUÇÃO DO NOVO EEES?
Os novos métodos de ensino e aprendizagem
impostos pela Declaração de Bolonha
repercutirão directamente no maior uso da
Biblioteca por parte de professores e
alunos, assim como, a procura de novos
serviços de Biblioteca.
13
2. Bolonha e as Bibliotecas
Aveiro, 3 de Junho de 2005
-- BIBLIOTECAS --
EXTERNOINTERNO
PROCEssO DE ADAPTAÇÃO
UNIVERSIDADES
14
3. O que temos que fazer?
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Professores
Alunos
Novas
relações
Utilizadores
Novas
colaborações
R. Humanos
R. Informação
Activos
R. Espaciais
Novos
projectos
Novos
produtos
Novos
serviços
R. TIC
INTERNOEXTERNO
Os profissionais da informação não devem trabalhar sózinhos.
A colaboração com outros profissionais é imprescindível.
15
4. Adaptação em duas frentes
(e.g., POSC, B-on, WOK, Open Acess, ...)
Aveiro, 3 de Junho de 2005
• Bibliotecários como agentes educativos, gestores dos diferentes níveis de literacia
• Especialistas temáticos;
• Mediadores do acesso ao conhecimento;
• Agentes activos na economia do conhecimento, Bibliotecários digitais (Internet
Librarian);
• Competências no ensino e comunicação;
• Em contínua reciclagem profissional: TIC, gestão...;
• Trabalhando em colaboração com informáticos, professores, pedagogos, criativos...;
• ...cada vez mais polivalentes (e.g., Referencial Europeu, relatórios do OPI-D).
Novo Modelo de Bibliotecas
R. Humanos
R. Informação
Activos
R. Espaciais
R. TICs
Novos Perfis para os Bibliotecários
Gestão Integrada da Informação
Desenvol. das TIC em Bibliotecas
16
5. Processo interno de adaptação
Aveiro, 3 de Junho de 2005
• Integração dos recursos e serviços de informação existentes em
sistemas de gestão de e-learning (Plano de Acção de eLearning 2001);
• Integração dos recursos/objectos de aprendizagem em sistemas de
informação digital (directórios, depósitos, bibliotecas digitais…);
• Gestão de conteúdos dos recursos/objectos de aprendizagem (e.g., B-
on);
• Gestão de repositórios digitais da instituição (e.g., Universidade do
Minho).
17
5. Processo interno de adaptação
Novo modelo de Bibliotecas
R. Humanos
R. Informação
Activos
R. Espaciais
R. TICs
Novos perfis para os bibliotecários
Gestão integrada da informação
Desenvol. das TIC em Bibliotecas
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Os CRAI* (Centros de Recursos para a Aprendizagem e
Investigação): um novo modelo de centro dinamizador do
ensino e aprendizagem ao longo da vida;
•Mediante a convergência de recursos e serviços
universitários diferentes com idênticos objectivos;
•Para oferecer produtos e serviços de qualidade prestados
por uma equipa de profissionais, num ambiente dinâmico e
flexível.
•*Biblioteca híbrida ou integrada, com livre acesso a todas as fontes, contribuindo para a
transição entre a sociedade de informação e a sociedade do conhecimento.
18
5. Processo interno de adaptação
Novo modelo de Bibliotecas
R. Humanos
R. Informação
Activos
R. Espaciais
R. TICs
Novos perfis para os bibliotecários
Gestão integrada da informação
Desenvol. das TIC em Bibliotecas
Aveiro, 3 de Junho de 2005
•Dotar as Bibliotecas da suficiente infraestrutura tecnológica de acordo
com o meio envolvente da Universidade (e.g., banda larga, eEuropa 2005 -
Campus Virtuais, Wireless, ...);
• Formação e desenvolvimento de novas competências dos profissionais
da informação, como apoio aos novos métodos de ensino/aprendizagem
(plataformas de e-learning);
• Promoção da cultura digital, através da colaboração em projectos
universitários, especialmente de e-learning (e.g., Plano de Acção
eLearning);
• Fomentar a cooperação com especialistas em TIC aplicadas a Bibliotecas
(e.g., B-on,).
19
5. Processo interno de adaptação
Novo modelo de Bibliotecas
R. Humanos
R. Informação
Activos
R. Espaciais
R. TICs
Novos perfis para os bibliotecários
Gestão integrada da informação
Desenvol. das TIC em Bibliotecas
“ Assegurar o nível tecnológico da Biblioteca “ (Plano Tecnológico)
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Fundos básicos e especializados para a docência e
investigação (impressos ou electrónicos);
Recursos internos digitalizados;
Conteúdos desenvolvidos para web (Sítio web, tutoriais,
guias…);
Compilações sistemáticas de recursos web;
Repositório da produção científica da Universidade: Open
Acess (e.g., Universidade do Minho).
Professores
Alunos
20
Professores
Alunos
Utilizadores
Recursos de Informacão
Formação de Utilizadores
Apoio à Docência, Aprendizagem...
Novos Espaços para Estudo, Docência....
6. Processo externo de adaptação
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Professores
Alunos
• Cursos de formação
• Sobre novos recursos de informação em novas áreas
temáticas;
•Sobre novas competências em TIC (e.g., B-on/WOK, ...);
• Assistência personalizada de bibliotecários especializados.
•Cursos de formação curricular
•Auto-formação (e-learning)
•Presencial (Cursos Introdutórios, Especializados, Livre
Configuração…)
•Mistos
•Cursos de formacão extra-curricular
•Auto-formação (Tutoriais, Guías…)
•Presencial (Cursos programados pelas Bibliotecas, Visitas
guiadas…)
• Orientação e assistência personalizada
21
6. Processo externo de adaptação
Professores
Alunos
Utilizadores
Recursos de informacão
Formação de utilizadores
Apoio à docência, aprendizagem...
Novos espaços para estudo, docência....
Literacia DigitalDesenvolvimento das potencialidades da aprendizagem electrónica
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Professores
Alunos
Apoio na selecção e localização de documentos
de suporte às disciplinas curriculares:
• Materiais docentes multimédia (e-learning);
• Ambientes de intranets docentes: campus ou aula virtual;
• Colaboração na docência de algumas disciplinas;
•Colaboração com os grupos de investigação;
•Elaboração de dossiers electrónicos e outros materiais.
Serviços e projectos de apoio à aprendizagem:
• Guias por disciplinas;
• Materiais didácticos;
• Ambientes de intranets docentes: campus ou aula virtual;
• Elaboração de dossiers electrónicos e outros materiais;
• Materiais docentes multimédia (e-learning).
22
6. Processo externo de adaptação
Professores
Alunos
Utilizadores
Recursos de informacão
Formação de utilizadores
Apoio à docência, aprendizagem...
Novos espaços para estudo, docencia....
Serviço de ReferênciaSuporte ao ensino-aprendizagem
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Professores
Alunos
Um novo espaço de serviços integrados de fácil acesso e
com horário 24 x7, dotado da infraestrutura necessária:
- Recursos e serviços relacionados com a informação e a
documentação;
- Produção audiovisual e multimédia;
-Orientação e Apoio Pedagógico;
- Aulas, Serviços, Software e Apoio Informático;
- Formação e orientação à comunidade de utilizadores
em grupos ou personalizada;
- Serviços de suporte à edição e publicação de materiais
para a docência.
23
Professores
Alunos
Utilizadores
Recursos de informacão
Formação de utilizadores
Apoio à docência, aprendizagem...
Novos espaços para estudo, docência....
6. Processo externo de adaptação
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Para estarmos preparados, significa entre outras coisas:
• Formar parte da equipa de profissionais da informação de apoio à
aprendizagem:
• Adquirir novas competências profissionais (e.g., Formação BAD)
• Desenhar novos espaços (e.g., CRAI)
• Potencializar o uso e aplicação das TICs.(e.g., B-on, WOK,..)
“A partir de agora, e mais do que
nunca, as Bibliotecas terão que gerir
e proporcionar serviços e recursos
de qualidade relacionados
com o mundo da informação num
novo ambiente educativo.”
Factores chave
para as novas realidades:
•Convergência de serviços
universitários
• Marketing interno e externo
• Muita pedagogia
24
7. ... E no final do processo
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Perante o novo paradigma educacional, com a preocupação com a
qualidade de ensino e a sua aplicação ao mundo do trabalho, o nosso
novo papel nas bibliotecas do ensino superior, é uma mais-valia
se:
• Contribuirmos como profissionais da informação para a melhoria
dos nossos serviços e productos;
• Acrescentarmos projecção e visibilidade institucional;
• Contribuir para aumentar a qualidade do ensino e da investigação;
• Contribuirmos para conseguir os objetivos marcados por Bolonha.
25
8. Para terminar…
Aveiro, 3 de Junho de 2005
Muito obrigado pela vossa atenção
Carlos Lopes
Aveiro, Junho de 2005
Muito Obrigado
pela vossa atenção
Carlos Lopes (clopes@ispa.pt)
Coordenador da Comissão Permanente do GT Bibliotecas do Ensino Superior da BAD
Director do Centro de Documentação do Instituto Superior de Psicologia Aplicada

Aveiro apresentação comemoração dos 10 anos da biblioteca da univ_aveiro__2005_carlos_lopes_

  • 1.
    Alguns Paradigmas das Bibliotecasdo Ensino Superior Carlos Lopes Grupo de Trabalho das Bibliotecas do Ensino Superior da BAD/ ISPA
  • 2.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Quem somos? Grupo de trabalho das bibliotecas do ensino superior da BAD • Histórico: – Herdeiro da Comissão das Bibliotecas Universitárias (dependentes do CRUP) – 1998 – Grupo de Trabalho das Bibliotecas do Ensino Superior, alarga a sua esfera de acção, englobando o ensino superior universitário e politécnico, público, privado e cooperativo • Mandatos do Grupo: – lº - 1998-2001 2º - 2002-2004 3º - 2004-2006 • Lema do Grupo: A qualidade dos nossos serviços passa pela excelência das relações de trabalho. 1
  • 3.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Grupo de trabalho das bibliotecas do ensino superior da BAD Comissão Permanente: >2004-2005 Carlos Lopes (Coord.) Instituto Superior Psicologia Aplicada (ISPA) Alfredo Ramalho – Universidade Católica Maria Eduarda Rodrigues - Inst. Politécnico Castelo Branco Maria João Barradas - Universidade do Algarve Luiza Mello – Faculdade de Ciências, Universidade do Porto 2
  • 4.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Grupo de trabalho das bibliotecas do ensino superior da BAD Comissão Permanente: >2005-2006 Carlos Lopes (Coord.) – Instituto Superior Psicologia Aplicada (ISPA) Alfredo Ramalho Universidade Católica Maria Eduarda Rodrigues - Inst. Politécnico Castelo Branco Maria João Barradas - Universidade do Algarve Luiza Mello – Faculdade de Ciências, Universidade do Porto 3
  • 5.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 OBJECTIVOS • Conhecermo-nos: saber quem somos e quantos somos • Conhecer e reflectir sobre as questões mais importantes na esfera das bibliotecas do ensino superior • Fomentar o debate entre os profissionais da informação • Contribuir para um maior intercâmbio entre os profissionais das bibliotecas do ensino superior • Promover a intervenção político-social na área do Grupo • Incentivar a formação contínua 4
  • 6.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 LINHAS DE ACÇÃO • Promover Inquéritos às Bibliotecas do ensino superior • Actualizar o Directório das Bibliotecas do ensino superior • Programar e executar acções de formação • Desenvolver a cooperação com os diversos Grupos de Trabalho • Colaborar nas iniciativas editoriais da BAD • Divulgar as actividades do Grupo 5
  • 7.
    FORMAÇÃO BAD Conferência Os profissionaisda informação no contexto europeu: perfis, formação e mobilidade 29 e 30 de Setembro de 2005 FORMAÇÂO BAD
  • 8.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 A biblioteca constitui um serviço chave de apoio às duas funções que caracterizam a razão de ser das instituições universitárias: a investigação (i.e., a criação de conhecimento) e o ensino (i.e, comunicação do conhecimento). A nossa tarefa como profissionais da informação é que os nossos utilizadores transformem com os nossos produtos e serviços a informação em conhecimento. Objectivo “cimentar” destas duas funções que é a dimensão cultural, crucial na “construção” da cidadania académica. 6 Bibliotecas do ensino superior
  • 9.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 OO grande conceito do nosso tempo e que nos diferencia do passado é a velocidade. Há uma regra muito simples : a velocidade de aprendizagem deve ser igual ou superior à velocidade de mudança.Se o ambiente está a mudar mais rapidamente, a velocidade de aprendizagem tem de melhorar (Garvin, 2005). A nossa participação tem como objectivo, assinalar que a declaração de Bolonha inspira novos compromissos, por parte dos profissionais da informação ligados ao ensino superior, e motiva novas lógicas de actuação. 7 Novos conceitos: mudança vs. velocidade O maior problema que enfrentamos é que o mundo que temos nas nossas cabeças, já não é o que temos debaixo dos pés.
  • 10.
    "Profissionais da informação,uma mais valia" Aveiro, 3 de Junho de 2005 Carlos Lopes (GTBES BAD) Painel – Uma profissão vários contextos Paradigmas das Bibliotecas do Ensino Superior Carlos Lopes Seminário “Profissionais da informação, uma mais-valia” Comemoração dos 10 anos do Edifício da Biblioteca da Universidade de Aveiro e dos 20 anos da INCITE Aveiro, 3 de Junho de 2005 [11h50] 8
  • 11.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 1. Bolonha e o ensino superior Declaração de BOLONHA (1999): • A adopção de um novo sistema de créditos (ECTS – Sistema Europeu de transferências de Créditos de Curso) não só avalia o volume global do trabalho realizado pelo aluno nos seus estudos, como também o tempo de aulas (e.g., horas: de projecto, estudo em casa, trabalhos de campo, ...). Comunicado de Praga (2001): • Aprendizagem ao longo da vida • Desenvolvimento de sistemas de garantia da qualidade e mecanismos de acreditação e certificação. 9
  • 12.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Docência centrada no processo de ensino (professor) [memorização] Docência centrada no processo de aprendizagem (aluno) [modelo de ensino baseado na aquisição de novas COMPETÊNCIAS: instrumentais, interpessoais e sistémicas] e NOVAS METODOLOGIAS : aprendizagem activa, cooperativa, participativa e distribuída (e-learning), alguns exemplos : aprendizagem a partir de problemas (no problem based learning) e aprendizagem liderada por projectos (no project led learning)... 1. Novo Paradigma Educativo – novos modelos no Processo de Ensino-Aprendizagem 10
  • 13.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Consequências Actores Mudança de perspectiva na educação: “processo ensino/aprendizagem” FINALIDADE Assegurar a compatibilidade europeia de objectivos e de qualidade dos graus e qualificações no Ensino Superior com vista a fomentar: -A mobilidade docente e discente; -Empregabilidade dos seus diplomados; -Competitividade na formação e investigação. Nivel nacional Ministério da Ciência Tecnologia e Ensino Superior CRUP CCISP .... Universidades , Politécnicos & Instituições de Ensino Superior Privado e Cooperativo Reitoria, Faculdades e Escolas,… Professores, Gestores administrativos, Estudantes, Técnicos, BIBLIOTECAS… 11 1. Bolonha e o ensino superior
  • 14.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 UNIVERSIDADES Professores Alunos PROCESSO DE ADAPTAÇÃO NO ESPAÇO EUROPEU DO ENSINO SUPERIOR (EEES) 12 1. Bolonha e o ensino superior 2006-07
  • 15.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 EM QUE MEDIDA ESTÃO IMPLICADAS AS BIBLIOTECAS DO ENSINO SUPERIOR NA CONSTRUÇÃO DO NOVO EEES? Os novos métodos de ensino e aprendizagem impostos pela Declaração de Bolonha repercutirão directamente no maior uso da Biblioteca por parte de professores e alunos, assim como, a procura de novos serviços de Biblioteca. 13 2. Bolonha e as Bibliotecas
  • 16.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 -- BIBLIOTECAS -- EXTERNOINTERNO PROCEssO DE ADAPTAÇÃO UNIVERSIDADES 14 3. O que temos que fazer?
  • 17.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Professores Alunos Novas relações Utilizadores Novas colaborações R. Humanos R. Informação Activos R. Espaciais Novos projectos Novos produtos Novos serviços R. TIC INTERNOEXTERNO Os profissionais da informação não devem trabalhar sózinhos. A colaboração com outros profissionais é imprescindível. 15 4. Adaptação em duas frentes (e.g., POSC, B-on, WOK, Open Acess, ...)
  • 18.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 • Bibliotecários como agentes educativos, gestores dos diferentes níveis de literacia • Especialistas temáticos; • Mediadores do acesso ao conhecimento; • Agentes activos na economia do conhecimento, Bibliotecários digitais (Internet Librarian); • Competências no ensino e comunicação; • Em contínua reciclagem profissional: TIC, gestão...; • Trabalhando em colaboração com informáticos, professores, pedagogos, criativos...; • ...cada vez mais polivalentes (e.g., Referencial Europeu, relatórios do OPI-D). Novo Modelo de Bibliotecas R. Humanos R. Informação Activos R. Espaciais R. TICs Novos Perfis para os Bibliotecários Gestão Integrada da Informação Desenvol. das TIC em Bibliotecas 16 5. Processo interno de adaptação
  • 19.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 • Integração dos recursos e serviços de informação existentes em sistemas de gestão de e-learning (Plano de Acção de eLearning 2001); • Integração dos recursos/objectos de aprendizagem em sistemas de informação digital (directórios, depósitos, bibliotecas digitais…); • Gestão de conteúdos dos recursos/objectos de aprendizagem (e.g., B- on); • Gestão de repositórios digitais da instituição (e.g., Universidade do Minho). 17 5. Processo interno de adaptação Novo modelo de Bibliotecas R. Humanos R. Informação Activos R. Espaciais R. TICs Novos perfis para os bibliotecários Gestão integrada da informação Desenvol. das TIC em Bibliotecas
  • 20.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Os CRAI* (Centros de Recursos para a Aprendizagem e Investigação): um novo modelo de centro dinamizador do ensino e aprendizagem ao longo da vida; •Mediante a convergência de recursos e serviços universitários diferentes com idênticos objectivos; •Para oferecer produtos e serviços de qualidade prestados por uma equipa de profissionais, num ambiente dinâmico e flexível. •*Biblioteca híbrida ou integrada, com livre acesso a todas as fontes, contribuindo para a transição entre a sociedade de informação e a sociedade do conhecimento. 18 5. Processo interno de adaptação Novo modelo de Bibliotecas R. Humanos R. Informação Activos R. Espaciais R. TICs Novos perfis para os bibliotecários Gestão integrada da informação Desenvol. das TIC em Bibliotecas
  • 21.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 •Dotar as Bibliotecas da suficiente infraestrutura tecnológica de acordo com o meio envolvente da Universidade (e.g., banda larga, eEuropa 2005 - Campus Virtuais, Wireless, ...); • Formação e desenvolvimento de novas competências dos profissionais da informação, como apoio aos novos métodos de ensino/aprendizagem (plataformas de e-learning); • Promoção da cultura digital, através da colaboração em projectos universitários, especialmente de e-learning (e.g., Plano de Acção eLearning); • Fomentar a cooperação com especialistas em TIC aplicadas a Bibliotecas (e.g., B-on,). 19 5. Processo interno de adaptação Novo modelo de Bibliotecas R. Humanos R. Informação Activos R. Espaciais R. TICs Novos perfis para os bibliotecários Gestão integrada da informação Desenvol. das TIC em Bibliotecas “ Assegurar o nível tecnológico da Biblioteca “ (Plano Tecnológico)
  • 22.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Fundos básicos e especializados para a docência e investigação (impressos ou electrónicos); Recursos internos digitalizados; Conteúdos desenvolvidos para web (Sítio web, tutoriais, guias…); Compilações sistemáticas de recursos web; Repositório da produção científica da Universidade: Open Acess (e.g., Universidade do Minho). Professores Alunos 20 Professores Alunos Utilizadores Recursos de Informacão Formação de Utilizadores Apoio à Docência, Aprendizagem... Novos Espaços para Estudo, Docência.... 6. Processo externo de adaptação
  • 23.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Professores Alunos • Cursos de formação • Sobre novos recursos de informação em novas áreas temáticas; •Sobre novas competências em TIC (e.g., B-on/WOK, ...); • Assistência personalizada de bibliotecários especializados. •Cursos de formação curricular •Auto-formação (e-learning) •Presencial (Cursos Introdutórios, Especializados, Livre Configuração…) •Mistos •Cursos de formacão extra-curricular •Auto-formação (Tutoriais, Guías…) •Presencial (Cursos programados pelas Bibliotecas, Visitas guiadas…) • Orientação e assistência personalizada 21 6. Processo externo de adaptação Professores Alunos Utilizadores Recursos de informacão Formação de utilizadores Apoio à docência, aprendizagem... Novos espaços para estudo, docência.... Literacia DigitalDesenvolvimento das potencialidades da aprendizagem electrónica
  • 24.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Professores Alunos Apoio na selecção e localização de documentos de suporte às disciplinas curriculares: • Materiais docentes multimédia (e-learning); • Ambientes de intranets docentes: campus ou aula virtual; • Colaboração na docência de algumas disciplinas; •Colaboração com os grupos de investigação; •Elaboração de dossiers electrónicos e outros materiais. Serviços e projectos de apoio à aprendizagem: • Guias por disciplinas; • Materiais didácticos; • Ambientes de intranets docentes: campus ou aula virtual; • Elaboração de dossiers electrónicos e outros materiais; • Materiais docentes multimédia (e-learning). 22 6. Processo externo de adaptação Professores Alunos Utilizadores Recursos de informacão Formação de utilizadores Apoio à docência, aprendizagem... Novos espaços para estudo, docencia.... Serviço de ReferênciaSuporte ao ensino-aprendizagem
  • 25.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Professores Alunos Um novo espaço de serviços integrados de fácil acesso e com horário 24 x7, dotado da infraestrutura necessária: - Recursos e serviços relacionados com a informação e a documentação; - Produção audiovisual e multimédia; -Orientação e Apoio Pedagógico; - Aulas, Serviços, Software e Apoio Informático; - Formação e orientação à comunidade de utilizadores em grupos ou personalizada; - Serviços de suporte à edição e publicação de materiais para a docência. 23 Professores Alunos Utilizadores Recursos de informacão Formação de utilizadores Apoio à docência, aprendizagem... Novos espaços para estudo, docência.... 6. Processo externo de adaptação
  • 26.
    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Para estarmos preparados, significa entre outras coisas: • Formar parte da equipa de profissionais da informação de apoio à aprendizagem: • Adquirir novas competências profissionais (e.g., Formação BAD) • Desenhar novos espaços (e.g., CRAI) • Potencializar o uso e aplicação das TICs.(e.g., B-on, WOK,..) “A partir de agora, e mais do que nunca, as Bibliotecas terão que gerir e proporcionar serviços e recursos de qualidade relacionados com o mundo da informação num novo ambiente educativo.” Factores chave para as novas realidades: •Convergência de serviços universitários • Marketing interno e externo • Muita pedagogia 24 7. ... E no final do processo
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    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Perante o novo paradigma educacional, com a preocupação com a qualidade de ensino e a sua aplicação ao mundo do trabalho, o nosso novo papel nas bibliotecas do ensino superior, é uma mais-valia se: • Contribuirmos como profissionais da informação para a melhoria dos nossos serviços e productos; • Acrescentarmos projecção e visibilidade institucional; • Contribuir para aumentar a qualidade do ensino e da investigação; • Contribuirmos para conseguir os objetivos marcados por Bolonha. 25 8. Para terminar…
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    Aveiro, 3 deJunho de 2005 Muito obrigado pela vossa atenção Carlos Lopes Aveiro, Junho de 2005
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    Muito Obrigado pela vossaatenção Carlos Lopes (clopes@ispa.pt) Coordenador da Comissão Permanente do GT Bibliotecas do Ensino Superior da BAD Director do Centro de Documentação do Instituto Superior de Psicologia Aplicada