ECG
HABILIDADES 7
RODRIGO RIRO
MFC/PSIQUIATRIA
GRADUADO ADM
CR28604/RQE24620
PROGRAMAÇÃO
Conteúdo da Aula:
✅ Fundamentos do ECG
✅ Ritmo e Eixo Cardíaco
✅ Alterações do Segmento ST
INTERVALO
✅ Casos Clínicos+PROTOCOLOS:
Introdução ao ECG
O eletrocardiograma (ECG) é um exame que registra a atividade
elétrica do coração.
Cada onda representa uma fase da atividade elétrica:
• Onda P: despolarização atrial.
• Intervalo PR: tempo entre ativação dos átrios e ventrículos.
• Complexo QRS: despolarização ventricular.
• Segmento ST: representa a fase inicial da repolarização
ventricular.
• Onda T: repolarização ventricular
Básico da FISIOLOGIA CARDÍACA
• Células que possuem 2 características:
1-Capacidade intrínseca de auto despolarização –
• NÓ SINUSAL – faz ‘’disparos’’ com a maior frequencia (60 – 100 batimentos = FC ) para gerar a
despolarização. ‘Puxa a ÔOOLA’. Segue para o Nodo AV para iniciar a despolarização ventricular
• 2- Capacidade de condução do impulso elétrico.
VENTRÍCULO
ÁTRIO - NO
SINUSAL
DESPOLARIZAÇÃO
NORMAL ECG
CANAIS DE SODIO E POTASSIO
EINTHOVEN E O ECG HISTORIA
O brilhante médico e fisiologista holandês Willem Einthoven
pesquisou por anos um método não invasivo para estudar o
funcionamento do coração.
Em 1901, obteve o eletrocardiograma conectando fios no pé e nas
mãos do voluntário dentro de um balde com uma solução de
eletrólitos, ligando essas três derivações a uma enorme máquina, que
pesava quase 300 quilos, ocupava dois aposentos e necessitava de
cinco pessoas para operá-la.
Há um século, em 1906, o fisiologista holandês
Willem Einthoven (1860-1927), em seu artigo “Le télécardiogramme”,
apresentou uma coleção de eletrocardiogramas humanos anormais,
organizada em correlação com as características clínicas dos pacientes
Em 1924, recebeu o prêmio Nobel de Medicina (40 mil dólares), que
dividiu com as duas irmãs de seu falecido assistente (Van der Woerd),
que viviam na pobreza.
O ECG – VETORES/DERIVAÇÕES
Veremos o coração em dois planos:
-Frontal e transversal
O plano frontal : coração de cima a baixo – gera as derivações periféricas (D1,
D11, D111, AVR, AVL E AVF)
6 derivações precordiais
V1: 4º EIC Direito
V2: 4º EIC Esquerdo
V3: ENTRE V2 E V4
V4: 5º EIC na linha hemiclavicular esquerda
V5 no mesmo plano de V4
V6 na linha hemiaxilar esquerda no mesmo plano
de V4 e V5
ECG - DERIVAÇÕES DO PLANO TRANSVERSAL -
PRECORDIAIS
ECG normal - SIGNIFICADO DAS ONDAS
*pode aparecer onda U
ECG normal - SIGNIFICADO DAS ONDAS
Ritmo Cardíaco
•O ritmo sinusal é caracterizado por:
•Onda P positiva em D1 e aVF.
•Intervalo PR normal (120-200 ms).
•QRS regular e <120 ms.
ACHADOS
BLOQUEIOS
SUPRA
INFRA ST
BLOQUEIO ATRIO VENTRICULAR
O bloqueio atrioventricular (BAV) é caracterizado por atraso ou a falha
na condução do estímulo entre os átrios e os ventrículos devido a um
comprometimento anatômico ou funcional do sistema de condução.
ECG - BLOQUEIO DE RAMO
BLOQUEIOS
O bloqueio do ramo direito não é grave em si, e pode aparecer em pessoas
aparentemente saudáveis.
No entanto, pode ser indicativo de uma lesão significativa do coração motivada,
por exemplo, por um ataque cardíaco anterior.
O bloqueio do ramo esquerdo tende a ser mais grave.
RESUMO
CALCULANDO A FREQUÊNCIA CARDÍACA
ECG - INTERVALO QT
ANTIPSICOTICOS
Ecg – complexo qrs
Alterações do Segmento ST
Supra de ST: indica lesão miocárdica aguda (IAM com supra).
Infra de ST: pode indicar isquemia subendocárdica.
Ondas Q patológicas: necrose miocárdica.
ONDA Q
.
Ondas Q patológicas: necrose miocárdica.
DICAS
NA FIGURA DE CIMA O SUPRA
BENIGNO OU MALIGNO?
E
NA DE BAIXO?
DICAS
Na avaliação do supradesnivelamento do segmento ST no ECG sempre fica a dúvida:
trata-se de um infarto agudo do miocárdio ou há outra etiologia (sobrecarga de
ventrículo esquerdo, bloqueio de ramo esquerdo, repolarização precoce,
hipercalemia, etc)?
Um dica interessante para ajudar nesta diferenciação é avaliar se o supra de ST é
côncavo ou convexo.
As etiologias não isquêmicas costumam apresentar supra com concavidade para cima
enquanto que a oclusão coronariana aguda geralmente se apresenta com supra com
convexidade para cima.
Resumindo:
Supra “feliz” = concavidade para cima = causas benignas
Supra “triste” = concavidade para baixo = pensar em IAM
INFRA ST
Uma das causas mais comuns
de infra-desnivelamento de
segmento ST é a isquemia
miocárdica.
ECG – ROTEIRO DE ANÁLISE
RITMO
EIXO
FREQUÊNCIA CARDIACA
P
PR
QRS
ST
QT
T
PRINCIPAIS
INFRA ST
O infradesnível do ST pode ser transitório (na
angina) ou persistente (no Infarto sem elevação
do ST).
Tambén aparece como imagem recíproca ou "em
espelho" nas derivações não afetadas por um
infarto com elevação do segmento ST.
INTERVALO
TREINAR
QUAL OS ACHADOS DESSES ECG
POSSIVEL SUPRA MALIGNO?
O DE BAIXO
Qual achado básico desse ecg e que parede?
BLOQUEIO RAMO DIREITO
QUAL O ACHADO
QUAL O ACHADO
INFRA ST
BRE
SUPRA V4V5 V6
PROTOCOLOS
PROTOCOLO HEART
ABRIR
EISTHEIN
fim
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ESCOLHA A SETA QUANDO ESTIVER NO MODO DE APRESENTAÇÃO DE
SLIDES
AULA ECG-COMPLETO FINAL , ELETROCARDIOGRAMA

AULA ECG-COMPLETO FINAL , ELETROCARDIOGRAMA

  • 1.
  • 2.
    PROGRAMAÇÃO Conteúdo da Aula: ✅Fundamentos do ECG ✅ Ritmo e Eixo Cardíaco ✅ Alterações do Segmento ST INTERVALO ✅ Casos Clínicos+PROTOCOLOS:
  • 3.
    Introdução ao ECG Oeletrocardiograma (ECG) é um exame que registra a atividade elétrica do coração. Cada onda representa uma fase da atividade elétrica: • Onda P: despolarização atrial. • Intervalo PR: tempo entre ativação dos átrios e ventrículos. • Complexo QRS: despolarização ventricular. • Segmento ST: representa a fase inicial da repolarização ventricular. • Onda T: repolarização ventricular
  • 4.
    Básico da FISIOLOGIACARDÍACA • Células que possuem 2 características: 1-Capacidade intrínseca de auto despolarização – • NÓ SINUSAL – faz ‘’disparos’’ com a maior frequencia (60 – 100 batimentos = FC ) para gerar a despolarização. ‘Puxa a ÔOOLA’. Segue para o Nodo AV para iniciar a despolarização ventricular • 2- Capacidade de condução do impulso elétrico. VENTRÍCULO ÁTRIO - NO SINUSAL DESPOLARIZAÇÃO
  • 5.
  • 7.
    CANAIS DE SODIOE POTASSIO
  • 9.
    EINTHOVEN E OECG HISTORIA O brilhante médico e fisiologista holandês Willem Einthoven pesquisou por anos um método não invasivo para estudar o funcionamento do coração. Em 1901, obteve o eletrocardiograma conectando fios no pé e nas mãos do voluntário dentro de um balde com uma solução de eletrólitos, ligando essas três derivações a uma enorme máquina, que pesava quase 300 quilos, ocupava dois aposentos e necessitava de cinco pessoas para operá-la. Há um século, em 1906, o fisiologista holandês Willem Einthoven (1860-1927), em seu artigo “Le télécardiogramme”, apresentou uma coleção de eletrocardiogramas humanos anormais, organizada em correlação com as características clínicas dos pacientes Em 1924, recebeu o prêmio Nobel de Medicina (40 mil dólares), que dividiu com as duas irmãs de seu falecido assistente (Van der Woerd), que viviam na pobreza.
  • 10.
    O ECG –VETORES/DERIVAÇÕES Veremos o coração em dois planos: -Frontal e transversal O plano frontal : coração de cima a baixo – gera as derivações periféricas (D1, D11, D111, AVR, AVL E AVF)
  • 11.
    6 derivações precordiais V1:4º EIC Direito V2: 4º EIC Esquerdo V3: ENTRE V2 E V4 V4: 5º EIC na linha hemiclavicular esquerda V5 no mesmo plano de V4 V6 na linha hemiaxilar esquerda no mesmo plano de V4 e V5 ECG - DERIVAÇÕES DO PLANO TRANSVERSAL - PRECORDIAIS
  • 12.
    ECG normal -SIGNIFICADO DAS ONDAS *pode aparecer onda U
  • 13.
    ECG normal -SIGNIFICADO DAS ONDAS
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    Ritmo Cardíaco •O ritmosinusal é caracterizado por: •Onda P positiva em D1 e aVF. •Intervalo PR normal (120-200 ms). •QRS regular e <120 ms.
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  • 16.
    BLOQUEIO ATRIO VENTRICULAR Obloqueio atrioventricular (BAV) é caracterizado por atraso ou a falha na condução do estímulo entre os átrios e os ventrículos devido a um comprometimento anatômico ou funcional do sistema de condução.
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    BLOQUEIOS O bloqueio doramo direito não é grave em si, e pode aparecer em pessoas aparentemente saudáveis. No entanto, pode ser indicativo de uma lesão significativa do coração motivada, por exemplo, por um ataque cardíaco anterior. O bloqueio do ramo esquerdo tende a ser mais grave.
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  • 27.
  • 28.
    ECG - INTERVALOQT ANTIPSICOTICOS
  • 29.
  • 30.
    Alterações do SegmentoST Supra de ST: indica lesão miocárdica aguda (IAM com supra). Infra de ST: pode indicar isquemia subendocárdica. Ondas Q patológicas: necrose miocárdica.
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    ONDA Q . Ondas Qpatológicas: necrose miocárdica.
  • 34.
    DICAS NA FIGURA DECIMA O SUPRA BENIGNO OU MALIGNO? E NA DE BAIXO?
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    DICAS Na avaliação dosupradesnivelamento do segmento ST no ECG sempre fica a dúvida: trata-se de um infarto agudo do miocárdio ou há outra etiologia (sobrecarga de ventrículo esquerdo, bloqueio de ramo esquerdo, repolarização precoce, hipercalemia, etc)? Um dica interessante para ajudar nesta diferenciação é avaliar se o supra de ST é côncavo ou convexo. As etiologias não isquêmicas costumam apresentar supra com concavidade para cima enquanto que a oclusão coronariana aguda geralmente se apresenta com supra com convexidade para cima. Resumindo: Supra “feliz” = concavidade para cima = causas benignas Supra “triste” = concavidade para baixo = pensar em IAM
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    INFRA ST Uma dascausas mais comuns de infra-desnivelamento de segmento ST é a isquemia miocárdica.
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    ECG – ROTEIRODE ANÁLISE RITMO EIXO FREQUÊNCIA CARDIACA P PR QRS ST QT T PRINCIPAIS
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    INFRA ST O infradesníveldo ST pode ser transitório (na angina) ou persistente (no Infarto sem elevação do ST). Tambén aparece como imagem recíproca ou "em espelho" nas derivações não afetadas por um infarto com elevação do segmento ST.
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  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    Qual achado básicodesse ecg e que parede?
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Notas do Editor

  • #4 O no sinusal está no comando para que outros pontos não enviem impulsos.
  • #11 COLOCAÇÃO DE ELTRODOS PRECORDIAIS
  • #12 CADA QUADRADINHO TEM 40 MS E UM QUADRADÃO TEM 200 MS – ISSO AJUDA A CONTAR FC. A AMPLITUDE CADA QUADRADINHO TEM 0,1MV E UM QUADRADÃO TEM 0,5 MV.
  • #13 TUDO COMEÇA NO NODO SINUSAL – ‘PUXA A ÔLA’ - FAZ A DESPOLARIZAÇÃO ATRIAL E GERA A PRIMEIRA ONDA – P. IMPORTANCIA DE SABER QUE O NO SINUSAL FICA NO ATRIO DIREITO. ÚNICA ONDA DO ATRIO É A P. NO AV - EXISTE UM ATRASO FISIOLÓGICO CAUSADO PELO NODO AV. ISSO SERVE PRA EVITAR FIBRILAÇÃO VENTRICULAR, POIS SE TODO ESTIMULO QUE SAI DO ATRIO CHEGASSE AO VENTRICULO SEM UM ‘FILTRO’, EM UM PCTE COM FIBRILAÇAO ATRIAL, POR EX. ESSE CORAÇAO IRIA FIBRILAR O TEMPO TODO. ENTAO A FÇ DO NO AV É FILTRAR AS FREQUENCIAS, LENTIFICANDO A CONDUÇÃO PARA VENTRICULO PARA PROTEÇÃO DO VENTRICULO EM CASO DE FC MUITO ALTAS NO CASO DA FA. O SEGMENTO SERIA VISTO NO INTERVALO PR NO ECG – BAVs. DESPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR É O COMPLEXO QRS – SEGMENTO ST É O TÉRMINO DA DESPOLARIZAÇÃO DO VENTRICULO. A ONDA T É A REPOLARIZAÇÃO DO VENTRICULO. A REPOLARIZAÇÃO DO ATRIO FICA CAMUFLADA NO COMPLEXO QRS.
  • #16 BAV: BAV 1º GRAU: AUMENTA O INTERVALO PR – SEMPRE TEM ONDA P SEGUIDA DE QRS POREM TEM UM AUMENTO DO INTERVALO PR > 200MS BAV 2º MOBiTZ TIPO 1: O BLOQUEIO ACONTECE, VAI AUMENTANDO UM INTERVALO ATÉ SURGIR A ONDA P QUE NÃO GERA QRS. 3:1 BAV 2º MOBiTZ TIPO 2- BLOQUEIO SUBITO E INESPERADO – MAIS GRAVE E PRECISA PENSAR EM MARCAPASSO BAV T OU 3 GRAU: FC MUITO BAIXA E NÃO EXISTE ONDA P SEGUIDA DE QRS - Nenhum impulso atrial é conduzido ao ventrículo, caracterizado por completa dissociação entre onda P e complexo QRS. Lembrar que temos cels no ventrículo capazes de geral o impulso, porém com uma FC muito baixa. É uma das principais causas de bradicardias instáveis nas emergências e indicações de marcapasso definitivo.
  • #18 QRS LARGO. NAO EXISTE BR COM QRS ESTREITO. OLHAR V1. SE TA PRA BAIXO É ESQUERDO E SE TA PRA CIMA É DIREITO.
  • #28 MOMENTO DE CONTRAÇÃO - SÍSTOLE DO CORAÇÃO . INICIO DA ONDA Q ATÉ FINAL DA ONDA T. PROLONGAR QT TEM RISCO DE R=EVOLUIR COM TV POLIMORFICA – TORSADES DES POITES DICA: PEGAR O PONTO MEDIANO ENTRE OS QRS E TRAÇAR UMA LINHA NO MEIO. SE NÃO TEM INVASAO DA ONDA T ALEM DA LINHA TRAÇADA NÃO TEM ALARGAMENTO DO INTERVALO QT
  • #29 DESPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR. ONDA R É SEMPRE POOSITIVA. PRECISA VERIFICAR DURAÇÃO, AMPLITUDE E MORFOLOGIA. DURAÇÃO: EM CASO DE QRS ALARGADO PENSAR PRIMEIRO EM BLOQUEIO DE RAMO. AQUI NA MAIORIA DAS VEZES . LEMBRAR QUE POTASSIO ALTO, HIPERTROFIA VENTRICULAR E RITMO DE ORIGEM VENTRICULAR ( SEM ONDA P), TB FAZEM ISSO. AMPLITUDE: NO CASO DE HIPERTROFIA VENTRICULAR ESQUERDA, TEM MUITA DESPOLARIZAÇÃO E VER QRS MUITO GRANDE EM V5 E V6. SE FOR DIREITA, VER QRS GRANDE EM V1 E V2. R> 25MM (5 QUADRADINHOS). EM CASO DE QRS BEM PEQUENO - FAZ BAIXA VOLTAGEM - PODE SER LIQUIDO AO REDOR DO CORAÇÃO – PERICARDITE, DERRAME PERICARFDICO, TAMPONAMENTO... MORFOLOGIA: ANALIZAR AS ONDAS. Q PATOLÓGICA ELA TA MAIS PROFUNDA E DE DURAÇÃO MAIS AUMENTADA – PENSAR INFARTO ANTIGO – SE EM VARIAS DERIVAÇÕES. A ONDA R PRECISA PROGREDIR CONFORME AUMENTA AS DERIVAÇÕES. SE NÃO PROGRITE TEM ALGUMA COISA AFETANDO A CONTRATILIDADE CARDIACA. SE TEM PERDA DE ONDA R.
  • #32 AQUI É A EVOLUÇÃO DA ALTERAÇÃO DO ECG NO INFARTO. A PRIMEIRA ALTERAÇÃO NO ECG É A ONDA T HIPERAGUDA QUE FAZ UMA ONDA T SIMETRICA E PONTIAGUDA. APÓS 30 MIN SURGE O SUPRA DE ST. GERALMENTE AINDA NÃO TEM ONDA Q PQ NÃO INICIOU MORTE CELULAR. CONFORME MORTE CELULAR – EM TORNO DE 6H - A ONDA Q VAI CRESCENDO E AUMENTANDO. É BOM AVALIAR ONDA Q PARA TER NOÇÃOI DE DURAÇÃO DA DOR. EM TORNO DE 24 H A ONDA T VAI INVERTENDO E MUITO POSTERIORMENTE PACIENTE PERDE ONDA R.
  • #37 EM PARENTESE SÃO OS PRINCIPAIS ITENS.
  • #54 No modo Apresentação de Slides, selecione as setas para visitar os links.