S E N A C
I N S T R U T O R A : E N Fª D R ª L A Í S A S CH U H
20 23
ESTADOS DE CHOQUE
CHOQUE HIPOVOLÊMICO E CARDIOGÊNICO
POR QUE CONHECER?
O choque é um dos quadros clínicos mais complexos em
emergências médicas e medicina intensiva, resultando em altos índices
de letalidade devido à combinação entre:
CONHECIMENTO
INSUFICIENTE
DIAGNÓSTICO
TARDIO
TERAPÊUTICA
INADEQUADA
ESTADOS DE CHOQUE
CHOQUE
ANAFILÁTICO
CHOQUE
SÉPTICO
CHOQUE
CARDIOGÊNICO
Surge quando uma infecção, que estava localizada em
apenas um local, consegue chegar até o sangue e se
espalha por todo o corpo, afetando vários órgãos.
Acontece em pessoas que têm uma alergia muito grave a
alguma substância provoca uma resposta exagerada do
sistema imune, gerando inflamação do sistema
respiratório.
Quando coração se torna incapaz de bombear o sangue
pelo corpo. É mais frequente após um caso de infarto,
intoxicação por medicamentos ou infecção generalizada.
CHOQUE
NEUROGÊNICO
Ocorre quando existe uma perda repentina dos sinais
nervosos do sistema nervoso, deixando de enervar os
músculos do corpo e os vasos sanguíneos.
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
A síndrome do choque circulatório ou hipovolêmico, chamada
comumente apenas de choque, é a expressão clínica da falência
circulatória aguda que resulta na oferta deficitária de oxigênio para os
tecidos.
Apesar dos avanços tecnológicos, ainda apresenta altas taxas de
mortalidade e é uma condição bastante comum, respondendo por cerca
de um terço das internações em unidades de terapia intensiva (UTI).
Por se manifestar através de sinais e sintomas inespecíficos, é
necessário um alto grau de suspeição e uma avaliação cuidadosa para o
seu reconhecimento precoce a fim de corrigir as disfunções, sendo que
quanto mais precoce for o tratamento, melhor será o prognóstico para o
paciente.
CHOQUE HIPOVOLÊMICO
O choque circulatório caracteriza-se por um estado de
hipoperfusão tecidual, ou seja, o fluxo sanguíneo encontra-se
inadequado para suprir as necessidades celulares.
Há um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio e
nutrientes, e um acúmulo de produtos metabólicos de excreção celular
(como o gás carbônico) pela insuficiência na sua remoção.
O choque circulatório não consta necessariamente com
hipotensão arterial e débito cardíaco diminuído. Essa confusão pode,
muitas vezes, retardar o diagnóstico e, consequentemente, diminuir as
chances de reversão do quadro.
O QUE LEVA AO CHOQUE HIPOVOLÊMICO?
O choque hipovolêmico é causado por uma redução do volume
sanguíneo, sendo o tipo mais frequente de choque. Essa redução do
volume pode ser devida a uma hemorragia (causa mais frequente) em
que há perda tanto de eritrócitos quanto de plasma, ou a uma perda
isolada de plasma, que ocorre em casos mais específicos.
Pode ser facilmente diagnosticado caso
haja sinais clínicos claros de instabilidade
hemodinâmica ou se a fonte de perda de volume
sanguíneo for evidente. Caso contrário, pode ser
facilmente confundido com outro tipo de choque
ou até mesmo, nem diagnosticado como tal.
FISIOPATOLOGIA
A fim de recuperar a perfusão tecidual, o organismo lança mão
de estratégias fisiológicas como a ativação simpática. Essa ativação
desencadeia três respostas principais.
CONTRAÇÃO DAS
ARTERÍOLAS
Aumenta a resistência
vascular periférica
CONTRAÇÃO DAS VEIAS
Aumenta o retorno
venoso e da pré-carga
EFEITOS CARDÍACOS
DIRETOS
Aumento da frequência
cardíaca e da força de
contração do coração
SINAIS CLÍNICOS
TAQUICARDIA
PRESSÃO ARTERIAL NORMAL OU DIMINUÍDA
DIMINUIÇÃO DA PRESSÃO DE PULSO
TEMPO DE ENCHIMENTO CAPILAR PROLONGADO (> 2 segundos)
PELE FRIA, PÁLIDA OU MARMÓREA
DIAFORESE
ALTERAÇÕES DO ESTADO MENTAL
TRATAMENTO
MANEJO INICIAL
MANUTENÇÃO DE
VIAS AÉREAS
SUPERIORES
VENTILAÇÃO OXIGENAÇÃO
DIAGNÓSTICO POR EXAMES
 LABORATORIAIS: hemograma completo para quantificação celular;
 IMAGEM: para determinar o local e a causa da redução do volume,
como TC, RM, ou raio X da área sob suspeita;
ANGIOGRAFIA ou CATETERIZAÇÃO do coração podem
mostrar baixa débito cardíaco (bombeamento) para
confirmar o diagnóstico de choque
TRATAMENTO
A intubação traqueal deve ser precoce, com o
objetivo de diminuir o consumo de oxigênio
pelos músculos respiratórios;
O acesso vascular deve ser estabelecido
rapidamente. A primeira escolha é a punção de
veia periférica - de preferência, duas veias
calibrosas;
Imediatamente após a obtenção do acesso
vascular, inicia-se a reposição hídrica, cujo
objetivo é adequar a volemia e restaurar a
perfusão tecidual;
AVALIAR COM ATENÇÃO
Durante a reposição hídrica, o indivíduo deve ser reavaliado
continuamente, observando-se a FREQUÊNCIA CARDÍACA, a
PRESSÃO ARTERIAL, o TEMPO DE ENCHIMENTO CAPILAR, o
ESTADO MENTAL e o DÉBITO URINÁRIO.
CONCENTRADO DE HEMÁCIAS
CONSIDERA-SE A INFUSÃO
DE CONCENTRADO DE
HEMÁCIAS QUANDO:
Persistirem sinais de choque ou
instabilidade hemodinâmica após
a administração de 40 a 60mL/kg
de solução intravenosa;
A concentração de hemoglobina
estiver abaixo de 10g/dL em
sujeitos com qualquer tipo de
choque;
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
A assistência de enfermagem varia de acordo com o tipo e
evolução do choque, por isso o plano de cuidados deverá ser revisado
constantemente e a equipe de enfermagem precisa estar próxima ao
doente. O paciente em estado de choque exige cuidados intensivos
diante do risco iminente de morte.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Monitorização de SV
Oxigenoterapia
Controle de glicemia capilar
Controle da dor
Manutenção de acesso venoso
Realização de exames com urgência
Determinar melhor decúbito de acordo com o tipo de choque
CHOQUE CARDIOGÊNICO
CHOQUE CARDIOGÊNICO
 É um distúrbio cardíaco grave e agudo em que o corre uma redução das
contrações dos músculos cardíacos, fazendo com que o coração não
consiga bombear sangue em quantidade suficiente para todo o corpo,
resultando em falta de oxigênio nos tecidos, e sintomas como
respiração rápida, desmaio repentino e aumento exagerado dos
batimentos cardíacos.
 Causa mais comum = IAM.
 Também pode surgir devido a outras condições de saúde que afetam o
músculo ou as válvulas cardíacas, a membrana que recobre o coração
ou o sistema de condução elétrico do coração, como cardiomiopatias,
miocardite ou regurgitação mitral aguda.
CHOQUE CARDIOGÊNICO
CHOQUE CARDIOGÊNICO
EMERGÊNCIA MÉDICA
RECONHECIMENTO E
ATENDIMENTO RÁPIDO
SINTOMAS
 Respiração rápida;
 Aumento exagerado do batimento cardíaco;
 Dor no tórax;
 Pulso fraco;
 Suor sem causa aparente;
 Pele pálida, fria e pegajosa;
 Pés e mãos frios;
 Diminuição da quantidade de urina;
 Alterações da consciência;
 Desmaio repentino.
EXAMES PARA DIAGNÓSTICO
 Aferir pressão arterial;
 Eletrocardiograma (ECG);
 Ecocardiografia;
 Raio X do tórax ou angiografia coronária;
 Exames de sangue;
 Testes das enzimas cardíacas e
 Gasometria.
ABORDAGEM INICIAL
 Objetivo dessa fase = restaurar os parâmetros cardiovasculares
e respiratórios essenciais, como FC,PA e oxigenação, que
devem ser continuamente monitoradas.
 Oxigenoterapia - meta saturação de hemoglobina > 90%.
Administrar por cateter nasal de baixo fluxo, cerca de 1 L/min,
podendo ofertar até 6 L/min.
 Diuréticos = furosemida.
 Vasodilatadores.
 Inotrópicos (objetivo é aumentar o tônus e
a contratilidade do músculo cardíaco – EX: dobutamina).
TRATAMENTO
 1º atendimento no setor de emergência. Após, cuidados intensivos = UTI;
 Soroterapia = manter a hidratação e alimentação;
 Vasopressores = adrenalina, noradrenalina ou dopamina, para tratar a
pressão arterial baixa;
 Agentes inotrópicos = dobutamina, dopamina ou milrinona, que ajudam a
melhorar o bombeamento do coração, e geralmente são usado até que os
outros remédios comecem seu efeito;
 Ácido acetilsalicílico = para diminuir o risco de formação de coágulos e
facilitar a circulação do sangue;
 Antiagregantes plaquetários = clopidogrel, para prevenir a formação de
coágulos no sangue;
 Anticoagulantes = heparina, para diminuir a capacidade de coagulação do
sangue e prevenção da formação de coágulos;
 Diuréticos = furosemida ou espironolactona, para diminuir a quantidade
de líquidos no pulmão.
Conduta farmacológica no
choque cardiogênico:
TRATAMENTO
 Cateterismo = para restaurar a circulação para o
coração (em situações de IAM);
O profissional médico
geralmente insere um
cateter - fino longo e
comprido - através de uma
artéria (região do pescoço
ou da virilha) até ao
coração para remover um
possível coágulo e permitir
que o sangue volte a passar
adequadamente.
Sugestão vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=NTDIZPbIPOk
Bora estudar?!
QUESTÕES DE FIXAÇÃO:
1- O que é choque hipovolêmico?
2- Quais sinais e sintomas do choque hipovolêmico?
3- Quais cuidados de enfermagem no choque hipovolêmico?
4- Qual tratamento para o choque hipovolêmico?
5- O que é choque cardiogênico?
6- Quais sinais e sintomas do choque cardiogênico?
7- Qual tratamento indicado para o choque cardiogênico?
8- Quais as principais medicações utilizadas no choque cardiogênico?
Fale sobre cada uma (para que serve, cuidados de enfermagem...).

AULA 8 - choque hipovolemico e cardio..pptx

  • 1.
    S E NA C I N S T R U T O R A : E N Fª D R ª L A Í S A S CH U H 20 23 ESTADOS DE CHOQUE CHOQUE HIPOVOLÊMICO E CARDIOGÊNICO
  • 2.
    POR QUE CONHECER? Ochoque é um dos quadros clínicos mais complexos em emergências médicas e medicina intensiva, resultando em altos índices de letalidade devido à combinação entre: CONHECIMENTO INSUFICIENTE DIAGNÓSTICO TARDIO TERAPÊUTICA INADEQUADA
  • 3.
    ESTADOS DE CHOQUE CHOQUE ANAFILÁTICO CHOQUE SÉPTICO CHOQUE CARDIOGÊNICO Surgequando uma infecção, que estava localizada em apenas um local, consegue chegar até o sangue e se espalha por todo o corpo, afetando vários órgãos. Acontece em pessoas que têm uma alergia muito grave a alguma substância provoca uma resposta exagerada do sistema imune, gerando inflamação do sistema respiratório. Quando coração se torna incapaz de bombear o sangue pelo corpo. É mais frequente após um caso de infarto, intoxicação por medicamentos ou infecção generalizada. CHOQUE NEUROGÊNICO Ocorre quando existe uma perda repentina dos sinais nervosos do sistema nervoso, deixando de enervar os músculos do corpo e os vasos sanguíneos.
  • 4.
  • 5.
    CHOQUE HIPOVOLÊMICO A síndromedo choque circulatório ou hipovolêmico, chamada comumente apenas de choque, é a expressão clínica da falência circulatória aguda que resulta na oferta deficitária de oxigênio para os tecidos. Apesar dos avanços tecnológicos, ainda apresenta altas taxas de mortalidade e é uma condição bastante comum, respondendo por cerca de um terço das internações em unidades de terapia intensiva (UTI). Por se manifestar através de sinais e sintomas inespecíficos, é necessário um alto grau de suspeição e uma avaliação cuidadosa para o seu reconhecimento precoce a fim de corrigir as disfunções, sendo que quanto mais precoce for o tratamento, melhor será o prognóstico para o paciente.
  • 6.
    CHOQUE HIPOVOLÊMICO O choquecirculatório caracteriza-se por um estado de hipoperfusão tecidual, ou seja, o fluxo sanguíneo encontra-se inadequado para suprir as necessidades celulares. Há um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio e nutrientes, e um acúmulo de produtos metabólicos de excreção celular (como o gás carbônico) pela insuficiência na sua remoção. O choque circulatório não consta necessariamente com hipotensão arterial e débito cardíaco diminuído. Essa confusão pode, muitas vezes, retardar o diagnóstico e, consequentemente, diminuir as chances de reversão do quadro.
  • 7.
    O QUE LEVAAO CHOQUE HIPOVOLÊMICO? O choque hipovolêmico é causado por uma redução do volume sanguíneo, sendo o tipo mais frequente de choque. Essa redução do volume pode ser devida a uma hemorragia (causa mais frequente) em que há perda tanto de eritrócitos quanto de plasma, ou a uma perda isolada de plasma, que ocorre em casos mais específicos. Pode ser facilmente diagnosticado caso haja sinais clínicos claros de instabilidade hemodinâmica ou se a fonte de perda de volume sanguíneo for evidente. Caso contrário, pode ser facilmente confundido com outro tipo de choque ou até mesmo, nem diagnosticado como tal.
  • 9.
    FISIOPATOLOGIA A fim derecuperar a perfusão tecidual, o organismo lança mão de estratégias fisiológicas como a ativação simpática. Essa ativação desencadeia três respostas principais. CONTRAÇÃO DAS ARTERÍOLAS Aumenta a resistência vascular periférica CONTRAÇÃO DAS VEIAS Aumenta o retorno venoso e da pré-carga EFEITOS CARDÍACOS DIRETOS Aumento da frequência cardíaca e da força de contração do coração
  • 10.
    SINAIS CLÍNICOS TAQUICARDIA PRESSÃO ARTERIALNORMAL OU DIMINUÍDA DIMINUIÇÃO DA PRESSÃO DE PULSO TEMPO DE ENCHIMENTO CAPILAR PROLONGADO (> 2 segundos) PELE FRIA, PÁLIDA OU MARMÓREA DIAFORESE ALTERAÇÕES DO ESTADO MENTAL
  • 11.
    TRATAMENTO MANEJO INICIAL MANUTENÇÃO DE VIASAÉREAS SUPERIORES VENTILAÇÃO OXIGENAÇÃO
  • 12.
    DIAGNÓSTICO POR EXAMES LABORATORIAIS: hemograma completo para quantificação celular;  IMAGEM: para determinar o local e a causa da redução do volume, como TC, RM, ou raio X da área sob suspeita; ANGIOGRAFIA ou CATETERIZAÇÃO do coração podem mostrar baixa débito cardíaco (bombeamento) para confirmar o diagnóstico de choque
  • 13.
    TRATAMENTO A intubação traquealdeve ser precoce, com o objetivo de diminuir o consumo de oxigênio pelos músculos respiratórios; O acesso vascular deve ser estabelecido rapidamente. A primeira escolha é a punção de veia periférica - de preferência, duas veias calibrosas; Imediatamente após a obtenção do acesso vascular, inicia-se a reposição hídrica, cujo objetivo é adequar a volemia e restaurar a perfusão tecidual;
  • 14.
    AVALIAR COM ATENÇÃO Durantea reposição hídrica, o indivíduo deve ser reavaliado continuamente, observando-se a FREQUÊNCIA CARDÍACA, a PRESSÃO ARTERIAL, o TEMPO DE ENCHIMENTO CAPILAR, o ESTADO MENTAL e o DÉBITO URINÁRIO.
  • 17.
    CONCENTRADO DE HEMÁCIAS CONSIDERA-SEA INFUSÃO DE CONCENTRADO DE HEMÁCIAS QUANDO: Persistirem sinais de choque ou instabilidade hemodinâmica após a administração de 40 a 60mL/kg de solução intravenosa; A concentração de hemoglobina estiver abaixo de 10g/dL em sujeitos com qualquer tipo de choque;
  • 18.
    ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Aassistência de enfermagem varia de acordo com o tipo e evolução do choque, por isso o plano de cuidados deverá ser revisado constantemente e a equipe de enfermagem precisa estar próxima ao doente. O paciente em estado de choque exige cuidados intensivos diante do risco iminente de morte.
  • 19.
    CUIDADOS DE ENFERMAGEM Monitorizaçãode SV Oxigenoterapia Controle de glicemia capilar Controle da dor Manutenção de acesso venoso Realização de exames com urgência Determinar melhor decúbito de acordo com o tipo de choque
  • 20.
  • 21.
    CHOQUE CARDIOGÊNICO  Éum distúrbio cardíaco grave e agudo em que o corre uma redução das contrações dos músculos cardíacos, fazendo com que o coração não consiga bombear sangue em quantidade suficiente para todo o corpo, resultando em falta de oxigênio nos tecidos, e sintomas como respiração rápida, desmaio repentino e aumento exagerado dos batimentos cardíacos.  Causa mais comum = IAM.  Também pode surgir devido a outras condições de saúde que afetam o músculo ou as válvulas cardíacas, a membrana que recobre o coração ou o sistema de condução elétrico do coração, como cardiomiopatias, miocardite ou regurgitação mitral aguda.
  • 22.
    CHOQUE CARDIOGÊNICO CHOQUE CARDIOGÊNICO EMERGÊNCIAMÉDICA RECONHECIMENTO E ATENDIMENTO RÁPIDO
  • 23.
    SINTOMAS  Respiração rápida; Aumento exagerado do batimento cardíaco;  Dor no tórax;  Pulso fraco;  Suor sem causa aparente;  Pele pálida, fria e pegajosa;  Pés e mãos frios;  Diminuição da quantidade de urina;  Alterações da consciência;  Desmaio repentino.
  • 24.
    EXAMES PARA DIAGNÓSTICO Aferir pressão arterial;  Eletrocardiograma (ECG);  Ecocardiografia;  Raio X do tórax ou angiografia coronária;  Exames de sangue;  Testes das enzimas cardíacas e  Gasometria.
  • 25.
    ABORDAGEM INICIAL  Objetivodessa fase = restaurar os parâmetros cardiovasculares e respiratórios essenciais, como FC,PA e oxigenação, que devem ser continuamente monitoradas.  Oxigenoterapia - meta saturação de hemoglobina > 90%. Administrar por cateter nasal de baixo fluxo, cerca de 1 L/min, podendo ofertar até 6 L/min.  Diuréticos = furosemida.  Vasodilatadores.  Inotrópicos (objetivo é aumentar o tônus e a contratilidade do músculo cardíaco – EX: dobutamina).
  • 26.
    TRATAMENTO  1º atendimentono setor de emergência. Após, cuidados intensivos = UTI;  Soroterapia = manter a hidratação e alimentação;  Vasopressores = adrenalina, noradrenalina ou dopamina, para tratar a pressão arterial baixa;  Agentes inotrópicos = dobutamina, dopamina ou milrinona, que ajudam a melhorar o bombeamento do coração, e geralmente são usado até que os outros remédios comecem seu efeito;  Ácido acetilsalicílico = para diminuir o risco de formação de coágulos e facilitar a circulação do sangue;  Antiagregantes plaquetários = clopidogrel, para prevenir a formação de coágulos no sangue;  Anticoagulantes = heparina, para diminuir a capacidade de coagulação do sangue e prevenção da formação de coágulos;  Diuréticos = furosemida ou espironolactona, para diminuir a quantidade de líquidos no pulmão.
  • 27.
  • 28.
    TRATAMENTO  Cateterismo =para restaurar a circulação para o coração (em situações de IAM); O profissional médico geralmente insere um cateter - fino longo e comprido - através de uma artéria (região do pescoço ou da virilha) até ao coração para remover um possível coágulo e permitir que o sangue volte a passar adequadamente. Sugestão vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=NTDIZPbIPOk
  • 29.
    Bora estudar?! QUESTÕES DEFIXAÇÃO: 1- O que é choque hipovolêmico? 2- Quais sinais e sintomas do choque hipovolêmico? 3- Quais cuidados de enfermagem no choque hipovolêmico? 4- Qual tratamento para o choque hipovolêmico? 5- O que é choque cardiogênico? 6- Quais sinais e sintomas do choque cardiogênico? 7- Qual tratamento indicado para o choque cardiogênico? 8- Quais as principais medicações utilizadas no choque cardiogênico? Fale sobre cada uma (para que serve, cuidados de enfermagem...).